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materia nº 1732/1981

Tipo Ata
Número / Ano 1732 / 1981
Date 1981-05-07
EmentaATA DA SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 7 DE MAIO DE 1981
native_id14913

Autoria

Tramitação (latest 1)

DateStatusTurnoTexto
1981-05-07 Aguardando a inclusão na ordem do dia U AGUARDANDO A INCLUSÃO DA SESSÃO.

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: ocr · backend: tesseract · confidence: 0.92 · pages: 29

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE BUTIÁ
Butiá, 07 de maio de 1981.
AT A Nº 1732/81
Aos sete dias do mês de maio de 1981, às 20:00 horas, reu
niu-se a Câmara Municipal de Vereadores de Butiá, em sessão ordiná
ria, sob a Presidência do Vereador Ariosto Batista Sampaio. Havia
número legal conforme livro de presença e feita a chamada. Aberta a.
sessão pelo Sr. Presidente, passou-se a leitura da ata da sessão an
terior, a qual depois de lida foi aprovada por unanimidade.
VEREADORES PRESENTES À SESSÃO - DO BLOCO DO PIDE: Ariosto Batista "
Sampaio, Eraldo Machado e José Ary luz; DO BLOCO DO EFDT: Antônio de
Oliveira Moraes e Dorval Corrêa Leão; DO BLOCO DO PDS: Adilson José
Pereira Conter, José Carlos Menezes da Silveira, Leão Londres Rodri
gues da Silva e Neuza Vargas.
EXPEDIENTE
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Vereador Dorval Corrêa Leão.
VEREADOR DORVAL CORRÊA LEÃO - Sr. Presidente, Srs. Vereadores, Ilus
tre Secretário que muito nos honra com a sua visita e o jovem fi-
lho do nosso colega Vereador que também está assistindo a nossa reu
nião. Sr. Presidente, venho a esta tribuna na noite de hoje para sa
ber se sua Excelência mandou a mensagem para a Rádio SOBRAL, com re
ferência ao dia do trabalho, que para a qual este Vereador fez a '
proposição e foi aprovada pelos nobres colegas?
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Eu quero levar ao conhecimento
do nobre Vereador, que devido a falta de tempo, já que a nossa reu-
Pu
Td 1 : : : Lg .
nião foi realizada no dia trinta, véspera de 1º de maio, eu não
de me comunicar com a Rádio, porque no dia seguinte era feriado en-
tão, fiquei impossibilitado de mandar a correspondência. Todos os
anos a gente manda uma correspondência em nome da Câmara, indepen-"
ano
dente de indicação de qualquer Vereador, mas infelizmente esse
1
não nos ocorreu antes e depois da reurião poderia ter sido feito
mas não foi. Não sei se o Vereador entendeu a situação.
VEREADOR DORVAL CORRÊA LEÃO - Entendi e agradeço. Bu queria também,
agora domingo é dia das maes, entao eu queria com a permissão dos '
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n
o BUTIA my,
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nobres colegas, que também fosse enviada uma mensagem através da Rá
dio SOBRAL a todas as mães do nosso Município. Também gostaria nes
se momento fazer um agradecimento muito especial ao nosso Secreta!
rio de Obras, por um trabalho que ele mandou fazer em frente ao pré
dio do UNIBANCO, que foi uma preocupação minha desde que assumi es
ta casa, de ver se conseguia através da direção do UNIBANCO, um a-
brigo para aquele pessoal que ali espera a hora de abrir o banco pa
ra receber pagamento, pagar água e luz, e por motivo de ordem técni
ca da direção do banco, eles alegaram que não dava para fazer con-
forme eu tinha solicitado, que seria um abrigo que cobrisse as esca
darias do prédio. Então, eu falando com o nobre Secretário, ele fa
lou que no momento que desse no jeito, ele ia providenciar e ver !
se colocava uns abrigos ali para amenizar a situação daquele pesso-
al. Agora outro dia, eu falando com aqueles amigos ali, eles me in
formavam que estavam muito contentes, porque de fato aqueles abri-'
gos muito vem servir, principalmente, em dias de sol quente e de !
chuva. Sr. Presidente, nobres colegas, por hoje era só. Muito obri
gado.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Vereadora Neuza Vargas.
VEREADORA NEUZA VARGAS - Sr. Presidente, Srs. Vereadores, pessoas '
que nos visitam. Inicialmente gostaria de fazer uma consideração a
respeito de um trabalho que a Secretaria de Educação Municipal está
realizando aqui em Butiá, tendo em vista a melhoria da qualidade do
ensino. Nós sabemos, que em todo o Brasil, é preocupação do Ninisté
rio de Educação e Cultura, dos Conselhos Estaduais de Educação e to
das as escolas de melhorar o nível do ensino, porque nós temos sen-
tido que as crianças hoje estão saindo das escolas sem aqueles co-!
nhecimentos básicos de outrora, antigamente um ensino primário, una
criança que se formava no quinto ano, sabe-se que se compararmos !
com os dias de hoje, talvez sabem mais de que os nossas alunos de '
2º grau. Então, existe atualmente, uma preocupação em melhorar a
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qualidade do ensino e, uma das formas, uma das estratégicas encontra
das é a valorização ou incentivo a educação pré-escolar, a criação
de maternais, de jardins de infância em todos os lugares, para que
a criança seja preparada já desde quatro a seis anos naquelas habi-
lidades básicas para que quando ingressarem na 1º série do 1º grau
tenham melhor aproveitamento. E aqui em Butiá, a Secretaria de Educa
ção Municipal criou em todas as escolas do Município, nas escolas Ur
banas essas classes de educação pré-escolar que vem funcionando com
bastante êxito e inclusive, agora as professoras estão recebendo um
treinamento de cento e vinte horas para estarem melhor preparadas a
respeito do assunto. É uma iniciativa que realmente merece os nos-!
sos aplausos, uma vez que nós estamos sentindo a grande preocupação!
em melhorar a qualidade do ensino e não só em levar as crianças um !
melhor ensino, mas também, preparar bem as professoras. A Secretaria
de Educação com essa preocupação está oferecendo um treinamento, ali
ás, eu acho que treinamento de profissionais deve ser uma constante,
não só na área de educação como vem a Secretaria de Educação fazendo
mas, também nos outros setores, porque nós precisamos de pessoas es
pecializadas para que possam desempenhar com eficiência o seu traba-
lho. Então, as demais Secretarias também devem se preocupar em ben'
instrumentalizar o seu funcionário, para que a Prefeitura possa ga-
nhar, a comunidade também e o próprio funcionário. Já que estamos fa
lendo em funcionário, temos recebido hoje, mais um projeto de lei '!
que vai aumentar o salário dos funcionários de acordo com a percenta
gem estabelecida pela Lei Federal, já salientamos de primeira mão
que isso aí não seria um aumento de salário, porque temos lutado,
conversado aqui muitas vezes a respeito do assunto, nós achamos que
os funcionários da nossa Prefeitura continuam ganhando muito pouco ;
recebem somente aquele aumento que por lei lhes é devido e, se nós
não quisermos ser demagogos, se nós não quisermos usar de demagogia;
; ; ;
nós devemos ser coerentes com aquilo que nós pregarmos. Nós achamos *
ê
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que o salério mínimo é um salário muito baixo e que não dá para vi-
ver, e se nós dizemos isso, tanto a situação, tanto os Vereadores de
todos os Partidos, e acredito que também os que dirigem este Municí
pio, afirmam isso, que o salário mínimo não dá para nada, nós te-!
mos que procurar resolver a solução com os meios que nós temos em mã
os. E no momento. nós temos condições de melhorar somente os salári-
os daqueles funcionários que trabalham dentro da nossa área e que is
so seja feito, que isso seja lembrado, é uma das coisas que nós sem-
pre temos falado aqui mas que infelizmente ainda não é admissível !
que um motorista, um funcionário que trabalhe dirigindo os caminhões
de nossa Prefeitura ganhe um salário mínimo, e para receberem dez ou
doze mil precisam fazer muitas horas extras para que tenham um pou-"
quinho de aumento no seu salário. Acho que está na hora de nós ana
lisarmos bem de perto igso, de coriversarmos com o Sr. Prefeito, . de
vermos o que se poderia fazer, porque nós sabemos que a crise está !
difícil, a inflação está comendo o dinheiro, mas nós acreditamos que
hoje a nossa Prefeitura está recebendo muito mais do que recebia a
anos atrás, a percentagem de aumento agora com o Carvão é bem gran-
de e o nosso funcionário ainda continua esmagado pelo pouco salário
que recebe. Também aproveitando a presença do Secretário de Obras !
aqui nesta reunião, que nos dá bastante prazer, eu gostaria que fos-
se intensificado o trabalho de retirada do lixo nas nossas ruas, que
em alguns lugares não está em boas condições, aliás, o nosso povo '!
ainda não se acostumou também a colocar o lixo onde +...
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - A colega me permite um
aparte ? ( Aparte concedido ) . Quanto a retirada do lixo nas ruas ;
eu quero aproveitar a presença do Secretário de Obras, de que façam"
uso das placas " proibido colocar lixo nesse local ", e que a fisca-
lização da Prefeitura funcione, multando ou chamando a atenção, mas
que funcione, porque uma vez, duas ou três chamando a atenção eu du-
vido de que aquele que é infrator, o momento que está colocando o 11
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xo em lugar que não é devido, ele não vei prosseguir. Obrigado.
VEREADORA NEUZA VARGAS - Também gostaria de fazer aqui um registro !
de um fato que eu presenciei com um carro que Carrega água nesse lu-
eu não posso dizer quais dos carros-pipa, porque cor
nicípio, agora
de
me Da Ed . 3
reu tão rápido, que não deu para mim ver, no dia vinte e quatro
abril mais ou menos entre dezesseis e dezessete horas, naquela rua
ali do correio, eu vinha saindo da LBA, passou um carro-pipa corren
do acho que a mais de cem por hora. O pessoal que passava pelas ruas
o carro estava vazio creio eu, e dois funcionários estavam dentro do
1
carro e estavam conversando, deu para ver que estavam olhando para
os lados e correndo assim muma velocidade muito grande, o pessoal !
que estava naquela rua parou para ver o fato. Eu acho que uma coisa
1
destas não deve acontecer, nós devemos chamar a atenção do pessoal
1
que trabalha com os carros, porque hoje em dia além de o material
está num preço muito alto, também nós devemos cuidar da vida dos ou
tros, e se um carro público anda nessa velocidade o que nós diremos
dos outros. Eu acho que o carro público, o carro da Prefeitura deve!
dar exemplo para os demais. Gostaria então, que o fato fosse comuni-
cado a quem de direito para verificarem quem é e dar a chamada neces
séria para este fato. Também fazendo um comentário ainda do projeto!
de loteamentos que já soli-
de lei baixado nas Comissões, o projeto
1
citamos alguém do Executivo para nos dar algumas informações aqui
nesta Casa a respeito do assunto, uma vez que esta área que o Execu-
tivo pretende lotear, nós não estamos plenamente concordando, não es
tamos concordando a respeito do assunto, uma vez que entendemoá que
,
o Wunicípio deve preservar as áreas que tem e destinar essas áreas
1
para indústrias, para escolas, para áreas de recreação que nós não
temos ainda nada funcionando no Município e, se analisarmos o proble
ma da habitação no Município, nós vamos constatar que realmente nós'
não
. [4 . . Ed
ainda temos outras areas que poderiam ser habitadas. Entao, nós
1
estamos com problemas de habitação, nós não estamos com ago, digo,
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é
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afogamento habitacional, é uma coisa que nós devemos discutir antes
de elaborarmos o parecer e tendo em vista também que o próprio pro-
jeto de lei não atende em todos os aspectos a lei 6.766, de dezembro
de 1969, já tivemos fazendo uma constatação a respeito do assunto e
vimos que existe algunas falhas, por isso, gostaríamos de ter uma !
conversa aqui nesta Casa com quem é responsável sobre o problema,
não sei se a Secretaria de Obras ou aquem de direito. Por hoje era
só. Muito obrigada.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Vereador José Ary luz.
VEREADOR JOSÉ ARY LUZ - Sr. Presidente, Srs. Vereadores, digno Secre
tário de Obras que nos visita e o jovem que está pegando a prática ,
filho do nosso colega Vereador. Quero em primeira mão agradecer [o)
Sr. Secretário de Obras pelo serviço que vem desempenhando na Mina !
do Leão, inclusive o nosso pedido, os abrigos nas paradas de ônibus!
e o lixo que está sendo recolhido em dia. Quero deixar aqui uma pro
posição a todos os colegas e ao Sr. Presidente, para que seja levado
aos ouvidos das autoridades competentes o uso de armas de pressão ,
que estão sendo usadas por menores nas ruas para quebrar as lâmpadas
da iluminação pública. Quero também nesta parte que faz parte da!
mesma parte da justiça, pedir uma batida seguida na Mina do Leão e '!
Recreio, onde os menores jogando sendo levados ao vício pelas mesas"
de mini-snoker e maiores também se fazendo dizer na noite escura que
são autoridades, atacando os mineiros quando saem do trabalho para!
. . : 1 tá
o seu descanso nss súas casas, querendo tirar dinheiro, isto esta '!
acontecendo na Mina do Leão.
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - O colega me permite
aparte ? ( Aparte concedido ) Se eu ouvi bem, pessoas se passam por
um
autoridade, mas são pessoas identificadas ?
VEREADOR JOSÉ ARY LUZ - Se dizem autoridade mas não são, nem são '
pessoas identificadas, são moleques. Isto é uma parte que muito vem
afligindo aquela população, pessoas que saem de casas de religiões »
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como das Igrejas e que são abordadas pelas ruas por moleques. Então,
eu pediria uma batida geral, Porque existe menores armados de faca e
até facões. Isto é uma parte que devemos tomar providências, nós que
queremos o bem-estar de toda à comunidade. Sr. Presidente eu peço !
que seje enviado em nome de todos nós, votos de profundo pesar pelo
falecimento do cunhado do nosso colega Ieão Londres.
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - O colega me permite um a-
parte ? ( Aparte concedido ) Eu também quero me associar ao pedido !
do nobre Vereador.
VERBADOR DORVAL CORRÊA LEÃO - O colega me permite um aparte ? ( apar
te concedido ) Eu também em nome da bencada do PDT, quero me solida-
rizar com a sua proposição.
VEREADOR JOSÉ ARY LUZ - Sr. Presidente, também peço que seje punido!
os motoristas que correm pelas ruas fazendo pista de corrida, digo,'
os motoqueiros, que correm pelas ruas de Minas do Leão, perigando pe
gar uma criança ou uma pessoa velha que custa a se locomover. Quero!
pedir na presença do Sr. Secretário de Obras, a iluminação pública '
para a Vila Julieta e outras Vilas, porque tem jovens que estudam a
noite e estas ruas são escuras, e esta gente conforme eu estou nome
ando aqui, se fazem de bonitinhos para atirar piadinhas e desrespei-
tarem meninas que estudam a noite, foi um pedido que me fizeram, !
já pedi iluminação pública na Vila Julieta e volto a pedir novamen-
te para que seje o mais breve possível solucionado esse caso, porque
É triste nós vir numa bancada e pedir um aprte em que nossas filhas
muitas vezes desfeitadas procurando estudar, procurando a ser algo !
na vida e muitas vezes passando certos vexames por estas pessoas !
inescrupulosas, já digo assim, que muitas vezes chegam em casa até
derramando lágrimas por serem agredidas na rua por falta de ilumina-
ção pública. Por hoje era só. Muito obrigado.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Eu solicitaria que o Vereador '
ED ANO DO BATISTA SAMPAIO
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Eraldo Machado assumisse a Presidência dos trabalhos para que eu!
possa ir até a tribuna,
PRESIDENTE ERALDO NACHADO - Vereador Ariosto Batista Sampaio.
VEREADOR ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Sr. Presidente, Srs. Vereadores,
meu prezado amigo Vereador Aldonez, Secretário de Obras da Prefeitu-
ra, jovem filho do nosso colega Eraldo, nosso amigo Nico, se me per-
mite chamar pelo apelido. Foi falado aqui e eu gostaria de me refe-!
rir a respeito da retirada de lixo das ruas, é que está sendo feito!
realmente e que alguns lugares, é claro, tiram hoje e amanhã estão !
depositando, foi sugerido pelo Vereador José Carlos, colocação de !
placas. Eu acho que é válido apesar de que muitas vezes a placa é co
locada hoje e amanhã não tem mais, levam com poste e tudo, assim são
as placas de sinalização que quando muito duram uma semana, na fren-
te da minha casa tem uma que eu estou zelando, uma placa de sinali-
zação de limite de velocidade quase defronte ao colégio, quem sabe !
eles estão respeitando porque é na frente da minha casa. Outro assun
to é com referência ao salário mínimo, eu não sei se é do conheci-!
mento dos Srs. Vereadores, mas eu ouvi o ano passado quando o Últi-
mo aumento salarial que teve, os nossos funcionários e os trabalha-
dores de obras da Prefeitura, houve um comentário na rua de que nos
nos havíamos colocado contra o aumento do índice dos funcionários pú
blicos, que apenas a Vereadora Neuza Vargas havia defendido e que '!
nós todos Vereadores estávamos contra, por isso que não foi aprova-
do. Ora, isso aí é muito triste, porque a pessoa que não tem conheci
mento da lei, pois existe uma lei nº 4,320, que proibe o Vereador de
apresentar emenda em qualquer projeto de lei que aumente a despesa »
acredita mesmo que um Vereador levanta a favor e outros ficam contra
então, aquele que levanta perde. Infelizmente, nós não podemos apre-
sentar nenhuma sugestão que aumente as despesas, nós todos os Verea-
dores, tenho certeza de que se fosse por nós, nós levaríamos este '!
salário bem mais alto do que o salário mínimo, porque eu acho também
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que como os Senhores devem achar, que é uma injustiça, que o salá-!
rio é uma coisa ridícula, não é possível una pessoa viver com o salá
rio mínimo, mas nós já temos conversado com o Sr. Prefeito a respei
to disso. Hoje mesmo, eu estava falando aqui antes dos Senhores che-
gar, que nós deveríamos no próximo aumento salarial fazer uma comis
são antes que viesse um projeto para esta casa e ver se sensibiliza-
ríemos o Sr. Prefeito em dar um pouco mais do que aquele estipulado!
por lei, tendo em vista, é claro que nós sabemos que o lunicípio es
tá melhorando as suas condições fimanceiras, portanto, nós todos so-
mos favoráveis a um aumento maior aos funcionários e aos trabalhado
res de obras deste Município. Eu já estive examinando um quadro de
vencimentos dos funcionários a poucos minutos atrás, e achei que a-
quele que genha mais ainda não é o suficiente, aquele melhor remune-
rado que tem dentro do Município ainda não é o suficiente. Agora ima
gine os Senhores aqueles que ganham menos. Portanto, era apenas um
esclarecimento a respeito disso que eu gostaria de fazer.
VEREADORA NEUZA VARGAS - O colega me permite um aprte ?“( Aparte con
cedido ) Eu concordo com o que apresentou o nobre Presidente, mas eu
acho que a nossa luta como Vereador deve ser de não deixar o Executi
vo sossegado enquanto não encontrar uma alternativa em que aqueles
que estão ganhando tão pouco, ganhem um pouco mais, porque se nós !
enalisarmos este projeto que entrou, não que eu discorde que quem re
ceba trinta mil vá receber quase quinze mil de aumento, eu não estou
discordando disso, porque eu acho que hoje em dia, com o custo de
vida, uma pessoa que tem uma família, não pode viver com cinguenta '
mil cruzeiros por mês, não dá, o que eu discordo é que quem ganha oi
to mil, ganha cinquenta por cento de aumento, quarenta por cento de
aumento, quem ganhava seis mil vai ganhar oito, ou quem ganhava oito
vai ganhar doze. Então, o Sr. Prefeito tem que estudar alguma alter-
nativa, que agora aqui eu não posso nem propor uma alternativa, mas '
de melhorar esse tipo de salário deste funcionário que está ganhando
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nesta faixa e, que aqueles outros funcionários que são especializa-!
dos também tenham o seu aumento, senão vai chegar a hora que o nos-
so funcionário aqui, o que, estã trabalhando no trator, o operador de
máquinas, o motorista, etc, ele vai sair e vai para outro lugar e |,
nunca nós vamos ter bons funcionários.
VEREADOR ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Eu agradeço o aparte da nobre Ve
£L e
readora. Exatemente, e essa a nossa preocupação, é de mudar esse qua
dro, essa figura triste do salário mínimo, que nenhum funcionário ga
nhe apenas o salário mínimo, mas muito mais. Outro fato é com refe-!
rência ao que levantou aqui o Vereador José Ary Luz, é da iluminação
pública, nos já assumimos esta tribuna várias vezes para esclarecer!
um fato de que não é só da atribuição do Município a iluminação pu!
blica, mas nós dependemos da CEEE, esta é que autoriza e libera os !
locsis para colocação de lâmpadas nas nossas ruas, nós aqui já te-!
mos levantado várias vezes esse problema e temos encontrado sempre !
junto a CEEE, impossibilidade para que pudéssemos colocar lâmpadas '
em lugares aqui até bem centrais sem iluminação pública. Portanto, é
difícil, a CEEE alega que é por falta de capacidade nos seus trans-!
formadores, mas isso há promessas de que vão ser trocados alguns
transformadores e, consequentemente, haverá de melhorarr para o nos-
so Município, Sr. Presidente, Srs. Vereadores, eu quero que ouvindo"
as Comissões do Plenário, ser consignado na ata dos trabalhos de ho
je, votos de profundo pesar pelo trágico falecimento de um operá-!
rio, meu colega, ocorrido ontem aqui na mina da COPELMI, um jovem de
apenas vinte e dois anos de idade, que deixa os seus familiares a la
mentar a sua morte, o seu desaparecimento, é o jovem Marino da Silva
Castro. Eu gostaria que se aprovada essa proposição fosse enviado um
ofício de profundo pesar a seus familiares.
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - O colega me permite um
aparte ? ( Aparte concedido ) Em nome da bancada do PDS, eu me con-
gratulo com a sua proposição.
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VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - O colega me permite um aparte?
( Aparte concedido ) Eu também, com a permissão do nobre Vereador 1
proponente, em nome da bancada do PDT envio os votos de profundo pe-
sar pelo falecimento desse funcionário.
VEREADOR ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Obrigado. Por fim, Sr. Presidente
e Srs. Vereadores, quero levar ao conhecimento dos senhores, que uma
rápida conversa que eu tive com o Sr. Prefeito a uns dias atrás, me
foi informado de que em breve será iniciada as obras do sanitário!
público, na praça e também a praça Santa Terezinha, que essas obras!
serão iniciadas em seguida e sua conclusão também para um período '
muito curto. Foi essa a promessa do Sr. Prefeito, pelo menos ele dis
se que já autorizou tudo e está tudo mais ou menos encaminhado para
ser iniciado.
VEREADORA NEUZA VARGAS - O colega me permite um aparte ? ( Aparte
concedido ) Não sei se o Sr. poderia me informar se esse we públicoê
1
vai ser como o Sr. Prefeito queria fazer aquele quisque ou se vai
ger só we público ?
VEREADOR ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Vai ser só um senitário público,
'
sem o quiosque, porque não há ninguém interessado e se construir
vai sair uma obra muito cara e depois poderá ficar aí sem encóntrar'!
um preferente ou alguém que queira, vai ser um negócio bem organiza-
do, está sendo feito o projeto, não sei se já chegou, talvez já te-!
nha chegado, era para vir segunda-feira, não tive oportunidade de fa
lar com mais ninguém essa semana. Era isso Sr. Presidente e Srs. Ve-
readores. Muito obrigado.
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Assume novamente a Presidência dos traba
lhos o Vereador Ariosto Batista Sampaio.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Vereador Antônio de Oliveira No
raes.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - Sr. Presidente, Srs. Vereado-
res, Sr. Secretário de Obras que nos honra com a sua presença, o jo-
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vem filho do Vereador Eraldo, o meu grande amigo Nico e o nosso fun
cionário José. Sr. Presidente, por solicitação de tantos aposenta-!
dos que tenho oportunidade de ver os trágicos inícios de aciden-!
tes, talvez já foi constatado por alguns dos Srs. Vereadores, eu
volto a solicitar nesta Casa que seja colocado uma sinaleira, eu !
sei que não é fácil, porque a iluminação pública tembém é difícil,
no entroncamento da Avenida Leandro de Almeida com a Getúlio Vargas,
porque ali passa pessoas velhas que tem pouco cuidado, então ainda!
hoje quase que deu um acidente fatal, porque aquela avenida é muito
larga e os veículos entram fechado, ela cuidou um veículo que vinha
da Leandro de Almeida, ele segurou, mas um outro vinha da avenida '
Getúlio Vargas e entrou, como descia um caminhão em sentido contrá-
rio chegou esbarrar na velhinha que até tenha dificuldade de enxer-
gar e de ouvir também.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - O colega me permite um aparte?
( Aparte concedido ) Só para esclarecimento a proposição do nobre '!
Vereador já foi objeto de uma conversa que eu tive com o Sr. Prefei
to no ano passado e trouxe ao conhecimento desta Casa, que ele pro-
meteu de neste ano instalar uma sinaleira ali. Agora devo também!
levar ao conhecimento dos Senhores que eu não falei com ele ainda '!
este ano da possibilidade do Município, mas acredito que este ano
como melhorou a arrecadação exista oportinidade de ser colocada !
vma sinaleira naquele local, porque eu fiz umas alegações para o Srs
Prefeito e ele concordou plenamente e achou até que a sinaleira '!
não sairia muito cara ao liunicípio. luito obrigado.
VEREADOR ADILSON JOSÉ PEREIRA CONTER - O colega me permite um aparte
( Aparte concedido ) Eu acho que como falou o Sr. Presidente, o Ve-
reador Ariosto, ficou em promessa, eu acho que nós já temos mais
coisas bem mais antigas prometidas e eu me lembro que numa reunião!
que nós tivemos no ano pasaado, digo, no ano passado, havia prome-
tido em agosto, a praça Santa Terezinha também havia solicitado eg
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se problema da sinaleira, já tinha sido prometido anteriormente. Eu!
4 PE d
acho que está na hora do Sr. Presidente marcar uma reuniao com O Br,
Prefeito e todos os Vereadores, está meio difícil para conseguirmos!
para ver se a gente conversa um pouquinho com ele para ver se ele !
E! A
nos informa sobre esses afazeres, que nos prometa uma certa epoca,
ao público, porque nao adi
para que a gente possa dar uma satisfação
, y
anta nós, por exemplo, sair na rua e dizer que vai ser feito, porque
a gente não sabe quando e nem como. Obrigado.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - Eu agradeço o aparte do Presi
dente Ariosto e do Vereador Adilson. Se os nobres colegas recordam ,
foi uma proposição minha a dois anos atrás e, o Sr. Prefeito não pro
meteu de fazer a sinaleira, mas ia estudar para ver da possibilidade
mas, eu já fico bastante satisfeito por saber que ele tomou as provi
dências, já viu da possibilidade e, que com uma justificativa, que '!
ali é um aglomeramento de muita gente, que as vezes na saída até do
banco, o cara sai despercebido e até preocupado com o seu salário ,
porque este é muito baixo, preocupado que vai dar um pouquinho para"
cada um, não vai poder pagar as contas, sai fazendo os cálculos, j
quanto vai dar por cento para cada um dos que ele deve. Então, tudo
isso pode causar problemas de um descuido para se concretizar um aci
dente e também quero me também quero me solidariezear com a Vereadora
Neuza Vargas e dizer de que já é hora, porque os funcionários de nos
sa Prefeitura como é do conhecimento de todos os Vereadores e até da
população butinense, que ganham muito pouco e que o Sr. Prefeito se
ele raciocinar bem ele vai dar um aumento acima dó Índice do salário
porque a vergonha que nós temos desse salário de nível Nacional, vem
1á de cima, mas nem por isso ele pode se basear que veio 14 de cima!
ATA, então, ele que dê 53% para que nós tenhamos força para exigir '
melhor salário para o povo brasileiro. Quero também, deixar registra
do de que estou muito contente porque o trabalhismo ainda não morreu
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é o Partido Trabalhista que mais luta por melhores salários, porque!
ficou provado na nossa reunião de que o trabalhismo está em Butiá,
em pé, porque hoje tive a oportunidade de assistir na televisão as
oito horas da noite uma reunião de nível Nacional tratando da abertu
ra, onde estava José Sarnei, Brizola, Ivete Vargas, Ulisses Guimarê-
es, só não apareceu o representante do PP e também o Senador do PT, !
me esqueci o nome agora no momento. Então, onde o que falou mais foi
o Brizola, garantindo ao Presidente da República que confie nos par
tidos, porque a intenção deles é de ajudar a melhorar e colaborar pa
ra que tenhamos o Brasil de amanhã bem melhor. Muito obrigado.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Vereador José Carlos Menezes da
Silveira.
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Sr. Presidente, Srs. Vere
adores, Sr. Secretário de Obras, minhas congratulações ao Vereador !
Eraldo que trouxe um companheiro de casa, e os nossos visitantes. Sr.
Presidente, se me permite, quero iniciar as minhas palavras hoje di
zendo saudações aos tricolores me perdoe os colorados mas este ano
a estrela brilhou para o nosso lado.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - O Colega me permite um aparte?
(Aparte concedido ) Eu acho que para as saudações gremistas não pre
cisa pedir perdão aos colorados, eu até fico solidário com o amigo ,
por ter essa lembrança, porque, não por eu ser colorado, mas me fa-!
lhou a memória no momento para saudar os gremistas, eu sou, digo não
sou gaúcho, mas me considero, porque moro a quase vinte e cinco a-!
nos, vai fazer agora dia seis de julho, no Rio Grande do Sul, então,
já posso me considerar um gaúcho e também estou de parabéns.
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Muito obrigado. Bu ia
chegar lá, concluindo de que embora secretamente algumas vezes tor
ci para o Internacional, eu não sei se para o Internacional ou se pa
ra o Rio Grande, porque eu não admito perder para paulista ou para '
carioca, tantes e quantas vezes nós fomos afastados atraves do apito
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mas, desta véz foi sofrido, mas foi realmente aquela vitória com a
batalha. Sr. Presidente, eu hoje tive a satisfação de saber quantos
litros de óleo tem um barril de petróleo ou quantos litros de petró
leo tem um barril. “Eu pergunto aos senhores que se encontram aqui *
presentes se alguém sabe ?
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - Que tamanho é esse barril ?
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Um barril considerado de
exportação. O Brasil importa da Arábia Saudita quatro mil barris *
por dia. E esse barril que eu estou me referindo
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORÁES - Ora, segundo eu penso é du —
zentos litrose Agora quanto produz de petróleo já liquefeito, eu 1
não seis
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA
São cento e cinquenta e nove litroso Eu participava hoje de uma co-
missão e pedia ao representante do CNP de Porto Alegre e de Brasí Ê
lia de que foi solicitado a entidade oficial de que informasse o po
Vou informar certos
vo brasileiro, porque nós não entendemos de barril, nós entendemos"
,
é de litragem, nem de tonelada, porque eu perguntei a ele quantos
litros tinha uma tonelada, ele não soube responder, não chega a no-
e um litro não pesa um quilos Sr. Presidente, nós pe
vecentos, porqu
uma reunião com o Sr. Prefeito, volto a insistiy
dimos a vários dias
foi falado aqui de que nós nos reuna em volta de uma mesa e lá nós!
possa fazer o que já temos feito em outras vezes, reivindicar, soli
citar, enfim, levar diretamente ao conhecimento do Sre Prefeito na!
voz de nove, porque na voz de um, parece uma coisa Sre Presidente :
que o Sre Prefeito de vez em quando fica meio esquecido e tal, en —
tão nós vamos nove, tenho certeza de que Vossa Excelência o faz as!
reivindicações, então vamos ver se conseguimos, tenho certeza que !
nós vamos conseguir essa reunião, para que colocamos as coisas no '
seu devido lugar ou numa melhor, para que nós colocamos o nosso tra
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balho um pouco atrasado em dia, para poder informar melhor a nossa 1
comunidades Quero responder especialmente, fiquei muito contente por
estar aqui o Sre Secretário de Obras do Nunicípio, porque eu não me!
sentiria bem se dissesse aqui o que vou dizer sem a presença do Se -
cretárioe Ouvi outro dia, como político que sou, já acredito na demo
cracia e como diz o Sr. Presidente da República, prefiro uma democra
cia de passo de tartaruga do que uma ditadura de passos largose En -
tão, dizia ele, eu entendo até como momento de euforia, ao Sre Leo —
nel de loura Brizola de que para ingressar na Companhia Riograndense
de Mineração precisava ter uma ficha no PDS. Sre Presidente, Srso !
Vereadores, Sr. Secretário, isso não é verdade, o senhor foi mal in-
formado, porque quando entra um pedido de um político do PIS dentro!
da CRM, entra vinte do outro lado: e eu provo isso que eu estou di =
zendo aqui, posso provaro Então, isso não é verdade, em outros tem -
pos, chegaram a ameaçar operários de perder o: emprego com filhos pe
quenos atrás se não participasse naquela época, do então Partido Tra
balhista Brasileiro, e tudo isso que eu estou dizendo eu posso pro -
var, e esse cidadão forçado a assinar essa ficha, porque há aquele !
velho ditado * se a fome entra pela porta, a vergonha sai pela jane-
1a", então ele foi forçado a fazere Então meu caro Secretário, is-
xo não está ocorrendo A direção da CRM pode dizer de cabeça erguida
que não existe política 1á dentro, talvez existisse, hoje não existes
lá é uma equipe de técnicos que trabalham única e exclusivamente *
num projeto, isso eu posso dizero
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO —- O Tolega me permite um aparte.
( Aparte Concedido )e Para ser franco com os meus prezados colegas eu
não ouvi nenhum pronunciamento nesse sentido, de nenhum Vereador,nem
do Vereador Aldonez, mas a mim também foi dito, de que para entrat '
para a CRM, era muito mais fácil entrar se tivesse uma ficha assina-
da do PDS, por mais de uma pessoa, eu não vou falar em nome das pes-
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soas, porque me disserem reservadamente e eu me reservo o direito 1
de não revelar o nome. A mim também foi dito e eu disse: eu não sei
disso, vou procurar saber, por enquanto não sei nada. Muito obriga-
do.
VEREADORA NEUZA VARGAS — O colega me permite um aparte ? ( Aparte!
concedido ) Gostaria de fazer uma complementação, eu acho, claro
que um órgão não pode dar ouvidos somente por um lado político, ago
ra, deve valorizar os políticos, isso eu acho, não acho nada de mal,
por exemplo, se um companheiro meu partidário chegasse até mim e
me pedisse uma indicação, aliás, eu dei três indicações e nenhum es
tá trabalhando e já faz bastante tempo, mas eu acho que é um direi-
to que assiste a pessoa que é companheiro nosso e a todos os parti-
dos, eu não acho isso errado, acho errado dar entrada só com este
tipo de cartão, isso eu acho errado; agora, é um direito, porque se
as pessoas acham que aquilo é um órgão do governo, eles vão procu-!
rar um órgão de companhia mixta, vão procurar a quem esta mais di-
retamente ligado ao governo e neste caso somos nós. Acho que isso !
não é um erro. Acho que se as pessoas nos procuram nós devemos fa-"
zer um encaminhamento, porque é um direito que assiste a pessoa e
nos assiste e nós como políticos, porque nós devemos ser valoriza-!
dos, agora esse direito nós queremos para nós, por exemplo, do par-
tido do PDS, como acho direito também dos outros partidos no momen-
to que eles julgarem necessário fazerem para si, porque eu acho que
hoje em dia os políticos devem ser muito mais valorizados do que es
tão sendo atualmente. Obrigada.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - O colega me permite um aparte?
( Aparte concedido ) Quando me disseram eu disse: olha eu vou até "
testar para ver se é realmente verdade, eu fico crendo e discrendo;
acredito que como disse a Vereadora Neuza Vargas, todos tem o mesmo
direito, se vai lá dez do PDS, dez da oposição, que não seje olhado
por exemplo, somente a lei partidária que pertencem aqueles que es-
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tão desejando trabalho para ter o pão na mesa. Agora eu, como faço"
as coisas e dou prova disso, porque eu não pergunto se é do PDT, se
é do EDS, se precisarem, eu dentro da medida das minhas possibilida
des eu encaminho, eu ajudo dentro de minhas possibilidades eu enca-
minho , é com auxílio escolar, é com bolsa de estudo, tudo isso eu
dou, sei que não são meus companheiros e eu dou, do FDT, do FDS, eu
tenho dado. Tenho pessoas que se for preciso eu apresento e provo !
com as pessoas que eu tenho dado, sem visar a política, porque eu
acho que política nós devemos fazer, eu não gosto de ver política K
me permitam o termo, política suja, essa eu não gosto de ver, o Ve
reador Leão Londres é meu testemunha de que mais de um candidato t
dele que ele mandou para a COPELMI e eu me interessei e coloquei 14
sabendo que é companheiro dele, não me importo, o rapaz precisa tra
balhar, eu sei que com Deus eu fico bem, embora não esteje bem com
alguns dos meus companheiros por eu proceder dessa maneira, mas é
preferível eu ficar bem com Deus, que eu fico tranquilo. Muito obri
gado.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - O colega me permite um apar-
te A Aparte concedido ) Eu sinceramente não concordo com a Verea-
dora Neuza Vargas, em dizer que é um direito deles e me solidarizo
com o Presidente Ariosto, porque como ele fez, como ele procede eu!
também procedo. Arrumei muitos auxílios para gente que não é e são!
até votantes da Vereadora Neuza. Então, eu acho que uma empresa
quando tem vaga, não deve olhar a cor do partido, deve ver como O E
funcionário se comporta, o que ele produz. Então, eu não vou citar!
nomes, mas eu sei de muita gente, não vou dizer da direção, vou de-
fender a direção da mina, mas dos encarregados, pois estes não tem!
nenhum dos outros partidos, são todos do PDS, dos que eu conheço »
são todos do PDS, se um cara pede serviço é do PDT, do PTB, do FUDB
ou do PT, eles dizem que vão ver, não sabem se dá, depois jpa, digo»
já foram solicitados para assinar ficha, isso eu tenho certeza, ago
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ra dos encarregados que eu conheço que é a maioria, se não são todos
então, a empresa não deve de maneira nenhuma, empresa nenhuma olhar!
cor de partido, isso é que eu acho, está precisando de empregado, se
ele tem capacidade, dar o serviço. liuito obrigado.
VEREADOR JOSÉ ARY IUZ - O colega me permite um aparte ? ( Aparte con
cedido) Eu me congratulo com o Sr. Presidente, da sua expressão quen
do falava sobre essa parte, eu estou morando ali, estou mais ou me-
nos a par do movimento que se passa ali naquela mina e sei que é
tem verdade que é enviado para o Nápoli um bilhetinho para que ele !
dê o trabalho. Acontece isso, eu estou a par, agora acho eu que a po
lítica como disseram os Vereadores Ariosto e Antônio, deve ser feita
fraternal, porque se um partido tem barriga para. alimentar, todos '!
tem igual, devem ser empregados aqueles trabalhadores de acordo com!
a sua capacidade. Muito obrigados
VEREADOR ADILSON JOSÉ FEREIRA CONTER - O colega me permite um aparte
( Aparte concedido ) Eu acho que como falou o Vereador que me antece
deu, eu acho que a história do bilhetinho não há mal nenhum, acho !
que tanto eu posso mandar como qualquer um de vocês podem mandar, eu
acho que cada um deve puxar brasa para o seu assado, mas ver além de
tudo, a necessidade de, acho que em primeiro lugar a necessidade de
quem realmente está precisando, então vamos dar a mão, o Vereador An
tônio falou que deu bolsa de estudo, eu também dei, nunca visei nem
perguntei ge era de algum partido, inclusive, se o Vereador ou qual-
quer um de vocês, já me prontifico, se tiver algum filho que estiver
precisando de bolsa de estudo, eu tenho lá, basta ter necessidade !
que eu dou, não ná problema. Acho que nós devemos olhar primeiramen-
te a necessidade. Quanto ao bilhetinho, eu mandei, estive 1á pessoal
mente falando com o Nápoli, com o sobrinho do Vereador Ariosto, ape-
sar que é meu concunhado e meu compadre, não fui visando unicamente"
política, senão eu não iria lá, acho que é uma coisa sensata, nós es
tamos chovendo muito no molhado. Obrigado.
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VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Quero chegar ao fim da!
história que eu comecei, mas o Vereador Ary falou que todos tem bar
riga, em outros governos também tinhsm, Então, só quero esclarecer 1
de que realmente não existe, funcionários dessa empresa já disseram!
de público que não adianta levar bilhete do Nápoli lá, porque não 1
vai levar. Vereador Antônio, eu lhe provo que indicados do FDS en- !
tram um enquanto entram oito, nove da ipeciriso Então, não vamos cho
ver no molhado, vamos encerrar esse assunto, agora peço o seguinte ,
que com a abertura que está saindo, e os partidos que estão se crian
do, façam política em praça pública sem nos ofender, visando o in-!
teresse da comunidade, vendo o que nós podemos fazer, mas fazer de !
fato, não prometer. Eu já indiquei pessoas para o Vereador Ariosto ,
na COPELMI, e tive a felicidade do rapaz voltar e dizer que no outro
dia ia começar a trabalhar, eu não sei que lado político é, não sei
quem é.
VEREADORA NEUZA VARGAS - O colega me permite um aparte ? ( Aparte !
concedido ) Eu indiquei gente do lado da oposição e o Vereador Arios
to no outro dia, a pessoa não quis, mas ele arrumou. Então, eu achô
que as pessoas, os outros que estão lá fora para quem eles vão pedir?
para nós, nós que somos representantes do povo. Então, se um muníci-
pe não pode chegar num Vereador e pedir uma apresentação, para quem"
ele vai pedir? para outros que não são representantes deles ? não '!
mesmo, eu concordo que um munícipe chegue num Vereador e peça uma a-
presentação, porque trabalhar em tal firma é um direito que lhe as-'
siste e é um direito que nós temos de fazer esta apresentação. Quem"
não concorda com isso porque não faz a apresentação ?
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Eu quero esclarecer o se-
guinte, que esta empresa usa um critério, tem seus exames a fazer
tem uma psicóloga que tem que passar por ela, passou automaticamente
o me A me sá
vao colocando, eu nao digo que lá um que outro não leve esse previle
gio, eu sei que eu batalhei seis meses para colocar um funcionário '
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bom, com prática em serviços de 1aboratório e sabem onde ele está 91
bem longe daqui, não está lá não e foram admitidos outros dois que
não tinham passado nem na frente de laboratório, enm sabiam o que
era colher material para fazer exame de laboratório, foram colocados
1á por opositores da situação lã. Eu conheço a pessoa que indicou, !
é meu amigo, político fino, político da região, filho daqui. Então ,
merece os votos de louvores. Nas, só para esclarecer, no passado, eu
vou esclarecer isso, porque não aturaria isso hoje, no passado tira-
vam placa de caminhão daqui, placa branca para fazer campanha em Por
to Alegre, um determinado candidato na época da situação, hoje se is
so acontece aqui vira a mesa de pernas para cima, eu sei que seria 0
primeiro a botar a boca no trambone. Então, hoje o nível político da
região nós podemos dizer sem olhar para os lados, nós temos um nível
político no Município intocável, nós nos respeitamos. Então, isso é
o que eu quero, vamos fazer política cada um para o seu partido sem
numa hora de euforia, de emoção, ofender um companheiro. Vamos evi-!
tar isso, porque aí nós demos uma pedrada e recebemos outra e o nego
cio não vai dar bem. Fui a Porto Alegre a convite de uma Comissão '!
que trata do meio ambiente, vindô parte de Brasília e outra da Secre
taria da Saúde de Porto Alegre. Falavam da poluição do Carvão. Então
eu iniciei falando: Carvão não polui na massa, o que polui é o pó, e
este pó polui por falta de quê ? de recursos. Quem são os culpados?
São as autoridades que não nos dão condições de asfaltamento, porque
onde existe asfaltamento não existe poluição, o Carvão se polui lá '!
na indústria, aí vamos sentir o cheiro do enxofre, do próprio carvão
e outras coisas mais, mas lá na região isso não acontece. Não pode-!
môs permitir que essas pessoas que vem nos visitar levem daqui a im-
pressão de que essa gente são raquíticos, passam fome, estão morren-
do de fome porque o gás do Carvão está matando todo o mundo, porque!
tem mineiros aqui com quantos anos ? se criaram aqui. Então, teve um
baiano lá que disse o seguinte: pela informação que nós tivemos é
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que lá não da para viver, porque o Carvão através da sua fumaça, is-
so aí não acontece lá, o que acontece lá é falta de condições finan
ceiras para asfaltar, expliquei que havia um projeto no Ministério !
de Minas e Energia e de lá foi até o Ministério dos Transportes. En
tão, essa doutora me perguntou com quem estava, disse que na mão do
Ministro não estava, ele já distribuiu ao setor. Bem, vão descobrir!
onde está, porque nós deixamos lá e até hoje nem resposta tivemos, !
expliquei a ela que procurei o Engenheiro Chaves Barcelos e ele se
omitiu, o momento que ele disse que estava tratando do assunto com o
Presidente da Companhia e eu falando com o Presidente ele disse que
estava falando com duas linguas, aí, eu disse que estava falando com
a lingua portuguesa que eu nasci com ela, aí, ele disse que estava!
falando, que estava tratando da auto-pista que liga a BR 290 à Mina!
do Leão II e, eu fui bem claro, não é isso aí, essa não está nos fa
zendo falta, a que está nos fazendo falta é a de dentro da Cidade ,
o fogo que irá nos queimar amanhã nós não vamos tratar agora e sim !
amanhã, agora o que está nos queimando hoje, vamos tratar hoje. Vin-
do de volta me encontrei com uma Comissão de Deputados, foi criada !
essa Comissão a pedido, entendo eu, da Secretaria de Minas e Energia
do Estado, para que tenham um órgão em Brasília que cuide dos assun-
tos de Carvão que está atirado ao relento, e pedi a esses Deputados,
que olhassem com carinho, que fosse criado o Conselho Nacional do '
Carvão, que nós aqui, riograndendes, no Município de Butiá, íamos fa
zer a nossa parte através de Município em Município até chegar no
Congresso , e respondia esse Deputado, Sr. Presidente, que está 1á !
com as portas abertas a nos esperar e dar todo o apoio necessário.
Então, com isso eu queria fazer a comunicação dos assuntos que foram
tratados hoje e que fui convidado como transportador e depois nova-!
mente lá como político, porque eu apareci lá a convite da Companhia.
Sobre iluminação pública foi falado ainda a pouco, e eu pediria, Sr.
Presidente, que fosse criada uma Comissão de funcionários e que fos-
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se feito na nossa Cidade, um levantamento das necessidades de boei-!
ros, saneamento, eletrificação, água, e que fosse entregue a Secreta
ria do Município e de que através de tudo obedecer os seus órgãos 5
através de túdo isso nós ficaremos sabendo das necessidades de um !
modo geral, inclusive reparos em colégios.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - O colega me permite um aparte ?
( Aparte concedido ) E para quem a gente enviaria esse trabalho ?
VEREADOR JOSÉ CARLOS NENEZES DA SILVEIRA - Eu gostaria que após ter
esse levantamento que venha para nós e nós, então com esses dados na
não, evidentemente que o Sr. Prefeito terá, porque também receberá !
com esses dados em mãos iremos até o Sr. Prefeito para ver o que se
pode fazer, para nós poder exigir mais do Secretário de Obras, por-!
que se ele não tem condições sozinho, então nós vamos fazer com que
essa Comissão faça o trabalho. e entregue a ele e venha até nós; aí!
nós vamos juntos até o Sr. Prefeito ver o que nós temos que fazer, !
se tiver que pedir dinheiro, Sr. Presidente, vamos pedir.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - O colega me permite um aparte?
( Aparte concedido ) Quanto a luz; eu acho que é fazer chover no mo
lhado, porque o 87. Prefeito já mandou o pedido da iluminação públi-
ca da Vila Julieta, da várzea do Poço 1, da Favela, compreendendo a
rua Evanoé Figueiredo até a avenida Getúlio Vargas, faz tempo que '!
ele mandou o pedido, então, agora como eu vim tratar desse assunto !
com o Sr. Prefeito, ele encaminhou o terceiro pedido de urgência de
iluminação pública nessa região. Então, se alguém resolve é a CEEE '
porque aqui na Prefeitura não resolve. Então, é só a CEEE ou ao Se-'
cretário de Minas e Energia e assim por diante, porque já é o tercei
ro pedido que vem para estes setores que eu citei. Obrigado.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - O colega me permite um aparte ?
( Aparte concedido ) Com referência a iluminação pública, já foi mui
to tadalado aqui, se me permitam o termo, agora nós temos que nos
A . . F
preocupar com a iluminação publica domiciliar, porque sabemos que t
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tem várias e várias ruas e vilas que não possuem, eu solicitei a Se.
cretaria da qual o meu prezado colega Aldonez é Secretário, um levan
tamento das ruas que estão faltando e esse levantamento me foi entre
gue e então dizia na rua tal tantas casas, mas faltava algumas ruas!
“que dizia apenas o nome e não dizia quantas casas. Então, eu pedi ao
meu amigo, se possível fazer esse levantamento das casas existentes!
nessas ruas que não constavam naquele documento e está ainda na Se-!
cretaária de Obras, talvez até já sendo feito esse levantamento. Isso
aí nós precisamos desse levantamento para levarmos ao Dr. Roneu Ra-'
mos que ele nos pediu na ocasião que esteve nos visitando , que fizés
semos esse tipo de levantamento e jéyassa a ele para ele estudar da
possibilidade das extensões de redes. Iuito obrigado.
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Eu pedi uma Comissão para
fazer um levantemento de tudd, de qualquer necessidade que houvesse,
porque nós vamos sentar em volta de uma mesa e vamos citar caso . a
caso. Quanto a preocupação do Vereador antônio sobre Energia, nós te
mos hoje um gerente regional, está disposto, pronto para vir a qual-
quer momento que for solicitado, então aí sim se essa gerência regi-
onal não resolver o problema, aí nós vamos passar adiante, temos que
ir, Sr. Presidente, nós sabemos que foi dado pela CRM, um curso pa-
ra filhos de mineiros, um curso do SENAI, em Porto Alegre e, esses '
filhos de mineiros nao tem recursos de pagar a passagem, estão usu-!
fruindo porque a CRM os deu, não tem dinheiro e não conseguiram suxi
lio aqui. Eu pediria de que fosse dado cem por cento da passagem pa-
ra esses guris, porque esse pai já foi premiado, não só os filhos, '!
mas o pai também, e vai ser premiado pela segunda vez, é o pouco que
eu acho que esse Wunicípio pode fazer por estes filhos destes minei-
ros é dar a passagem. Tem mineiros que tem seis, sete, oito filhos
outros tem menos, mas não tem condições de pagar essa passagem e
ela não é muito barata para ele mineiro.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - O colega me permite um aparte?
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( Aparte concedido ). Esses estudantes foram escolhidos, quais os 1
critérios que foram usados para serem escolhidos, de onde eles são,
do Leão ou de Butiá ?
VEREADOR JOSÉ CARLOS NENEZES DA SILVEIRA - Já foram escolhidos, são
de Butiá e Leão.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Poderia saber por exemplo, o no
me do pai e quantos são ?
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Aqueles que realmente !
são carentes, que ganhem cem por cento da passagem e os outros que
seje feito uma análise. Tem um filho do Sr. Zoeli Santos de Oliveira,
um do Sr. Alírio, um de uma cunhada do Sr. Valter Pereira, um do Sr.
Nico, não sei de quem são filhos os outros, mas são todos filhos de
mineiros, de gente que precisa. Então, gostaria de que isso aí fosse
estudado com atenção, que realmente seja dado as passagens para es-!
tes guris, porque isso aí é uma herança que eles estão recebendo pa-
ra o resto da vida deles, estão adquirindo um curso técnico e vão !
precisar muito disso a vida que os espera. Sr. Presidente, eu peço!
“também que seje aprovado votos de profundo pesar pela falta do nosso
querido amigo e eu posso dizer sem medo de errar, que eu perdi um a-
migo, chama-se Roberto Azambuja, cidadão que nasceu e se criou nesse
Município e muito fez pelo engrandecimento desse, tendo uma das me-"
lhores cabanhas do Município, criador da raça tabapuão, a única na
região, nós vamos encontrar essa raça só em São Paulo, criador da !
raça rônia, um criador por demais qualificado, não só na gessa regi-
ão, não só no nosso Estado, mas também fora deste.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - O colega me permite um aparte?
( Aparte concedido ) Com a permissão do nobre Vereador, a bancada do
1
PDT se associa aos votos de profundo pesar pelo falecimento do Sr.
Roberto Azambuja.
VEREADOR ERALDO MACHADO - O colega me permite um aparte?( Aparte con
cedido ) A bancada do FUDB também se associa ao pedido do Vereador.
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VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Nuito obrigado. O Sr. !
Roberto Azambuja pelo que fez dispensa maiores comentários, nós to-
dos sahemos quem foi ele, tenho certeza que ele vai ser sempre lem-!
brado por nós. Quero aproveitar tembém para convidá-los para amanhã,
que vai ter missa às 19:30 horas na Igreja Santa Terezinha, pelo Ro-
bertd. Eu me referi aqui, vou chover no molhado, falar no salário !
míimo, esse mínimo que se sabe que é o mínimo, menos que isso não po
de ser, e aquela empresa que valoriza o seu funcionário, aquela em-!
presa que vê no seu funcionário o valor que ele tem ela não olha pa
ra oito mil cruzeiros de salário mínimo, ele ganha mais do que isto,
se nós queremos ser bem servidos, temos que valorizar o material hu-
mano. Então, eu quero dizer que , me associar ao que foi dito pelos"
demais Vereadores, o funcionário merece ganhar mais, que o Sr. Pre-
feito olhe com carinho, com dedicação e se possível melhorar o salé-
rio do funcionário. Eu ouvi a Vereadora Neuza falando de um motoris-
ta que corria a não sei quanto por hora, num tanque d'agua, muito '!
vem ele não pode correr, vem alegar, porque ele está ganhando pouco,
isso é justificável. Pode-se dizer que ele é irresponsável, isso po-
de-se dizer, porque aqúilo ali é uma verdadeira fortuna que ele está
dirigindo, é dinheiro do povo, para servir o povo. Eu tenho certeza!
que o seu chefe direto vai tomar as devidas providências, dando uma!
orientação maior a esse funcionário, que precisa do emprego, quem
não precisa de emprego ? Então, que seje orientado. Eu até fiz o ma-
pa aqui quando o Vereador Antônio estava falando na sinaleira, fiz !
um mapinha, eu já pedi aqui mais de uma vez, que seje feito um aalça
dão em frente ao Banco e Clube, que seja feito um cruzamento decente
porque ali nos temos uns caminhos que seguido está dando algo desa-"
eradável, e que seja feito isso aqui que eu risquei, e na Leandro de
Almeida que seja feito uma faixa de segurença pintada e o pedestre »
não passe mais, seje orientado para não passar mais no largo da ruas
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que passe nas faixas de segurança e ali deve haver sempre um polici-
al para orientar não só o motorista mas o pedestre também, principal
mente pessoas de idade que por uma coisa ou outra e, eu não vou u-!
sar aqui o salário baixo, vou usar aqui o avançado da idade, porque"
a pessoa está preocupada com outra coisa e vai atravessar a rua sem!
olhar para os lados, então que seje orientado, atravesse na faixa de
segurança, isso é um direito que lhe assiste de ser um pouco pateto,
devido o avançado de idade a pessoa vai ficando menos atenciosa.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - O colega me permite um aparte?
( Aparte concedido ) Em Charqueadas também não tem sinaleira e a
Prefeitura fez uma sinalização, uma faixa vermelha e uma amarela em'
frente a todos os colégios, em todos os lugares perigosos, porque t
ali, o motorista por mais irresponsável que seje é obrigado a ter !
atenção. Então, uma faixa de segurança para o pedestre, talvez já re
solvesse desde que sejem instruídos, o pedestre deve passar por aque
1a rua, porque em Charqueadas até na frente do clube leles fizeram
isso. Muito Obrigados
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Ouvi com atenção o que
disse o Vereador José Ary luz, em alguns setores as coisas estão pro
gredindo, embora nós não queiramos que progrida nesse campo mas está
progredindo. A Mina do Leão já tem policiais noturno que costumam co
brar o seu salário pessoalmente, então como as pessoas que reclamam!
não querem, nós também não queremos que isso se repita, então isso!
aqui quando nós ouvimos um noticioso num jornal a oposição dar a mão
ao Sr. Presidente da República no combate ao terror, isso também é
terror porque aterroriza a dóna de casa, O chefe de família que vai!
para o serviço e fica cóm a preocupação que tem alguém assaltando no
meio da rua e do meio desta pode passar 1á para dentro da casa dele,
isso aí tem que ser combatido. Sr. Presidente, eu já pedi uma vez e
vou
voltar a insistir se preciso for, fazer uma Comissão e ir. até!
a Secretaria de Fe gue de que o nosso Nunicípio passe a obedecer
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as ordens de um comando militar mais precisamente da Cidade de Rio +
Pardo, é bem mais fácil nós nos comunicar com Rio Pardo do que com
Kontenegro, nós que perdemos uma companhia que aqui estava instala!
da, porque o policial não é nada mais nada menos do que orientar uma
comunidade, zelar pela segurança da comunidade para isso ele é cria
do. Então, eu peço de que preciso for que nós façamos uma Comissão!
e peça ao Sr. Secretário de Segurança que nos dê assistência direta!
de Rio Pardo, porque eles usam um sistema muito tom, trocam de sema-
na em semana .e isso é muito bom, evita muitas vezes a familiarização
do policial no local. Falavam em mães aqui, exatamente no dia em que
está fazendo trinta e sete anos que eu perdi aminha, digo, a minha,
então, eu peço, Sr. Presidente, o Vereador Dorval já pediu, de que !
essa Câmara se possível leve através da rádio, uma mensagem de paz,!
de amor pelo dia das mães. Muito Obrigado.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Vereador Eraldo Machado.
VEREADOR ERALDO MACHADO - Sr. Presidente, Srs. Vereadores. Devido ao
ocorrido na família do nosso ilustre Vereador Leão Londres, eu soli-
citaria a mesa e ao plenário, que pelo desaparecimento de seu cunha-
do, fosse considerada a presença do nobre Vereador na sessão de ho-
je. luito Obrigado.
ORDEM DO DIA
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Srs, Veteadores, está em discus
são as proposições aqui apresentadas verbalmente. Está em votação. !
Os Srs. Vereadores que concordam com as mesmas permaneçam como es-!
tão, caso contrário manifestem-se, Aprovado por unanimidade as propo
sições aqui apresentadas. Está baixado nas Comissões o projeto de '
lei nº 494, do Executivo, que concede aumento de vencimentos, salári
os, pensões e dá outras providências, o projeto de lei nº 495, do '!
Executivo, que cria cargos e dá outras providências e continua ainda
nas Comissões o projeto de lei nº 484, do Executivo, que autoriza &
instituição de loteamentos especial e dispõe sobre alienação de 1o-'
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tes e dá outras providências e o projeto de lei nº 493, do Legislati
vo, que estabelece normas para linhas divisórias no meio rúral.
EXPLICAÇÕES PESSOAIS
Nada constou.
Nada mais havendo a tratar, mandou o Sr. Presidente que se
datilografasse a presente ata, marcando nova sessão para o dia 14 de
maio, com a seguinte ordem do dias
PROJETO DE LEI Nº 493, DO LEGISLATIVO .
FROJETOS DE LEIS NºS 484, 494 e 495, DO EXECUTIVO.
Sala das sessões, 07 de maio de 1981.
e Sampaio
Presidente
Getédoro
Ver. Eraldo 114
1º Secretário
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