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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE BUTIÁ
Butiá, 24 de setembro de 1981.
A TA Nº 1751/81
eee
Aos vinte e quatro dias do mês de setembro de 1981, às 20:
00 horas, reuniu-se a Câmara Ihmnicipsl de Vereadores de Butiá, em ses-
são Ordinária, sob a Presidência do Vereador triosto Batista Sempaio.
Havia número legal conforme livro de presença e feita a chamadas Aber-
ta a sessão peto Sr. Presidente, passou-se a leitura da ata da sessão!
anterior, a qual depois de lida foi aprovada por unanimidade.
VEREADORES PRESENTES À SESSÃO - DO BLOCO DO FIDB: Ariosto Batista Sam
paio, Eraldo lachado e josé Ary luz; DO BLOCO DO EDT: Antônio de Oli
veira Moraes e Dorval Corrêa Leão; DO BLOCO DO PDS: Adilson Jose Pe —
reira Conter, José Carlos Wenezes da silveira, Leão Londres Rodrigues!
da Silva e Neuza Vargas.
EXPEDIENTE
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO -— Vereador Adilson José Pereira !
PRESIDENTE ARIOS!O DAl livia Dbi
Contere
VEREADOR ADILSON JOSÉ PEREIRA CONTER - Senhor Presidente, Senhores Ve
readores, Senhores que nos visitam, quero lhes dizer que é sempre um !
prazer a gente ter pessoas da nossa Comunidade participando das nossas
reuniões, para verem que aqui a gente não brinca, trabalha, pedimos as!
coisas sempre quando solicitam, podem vir que nessa Tribuna por algum"
de nós será solicitado ou pedido o que vocês solicitarem ou pedirem .
Gostaria de saber a resposta do Sr» Presidente a respeito da iluminaç-
cão na Rua Coronel Vicente Soares de Carvalho, na Vila Julieta, se re-
almente constava nos pedidos anteriores, não sei se o Sre Presidente !
viu isso aí, gostaria que me informasse.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Sobre isso ainda não tenho a reg
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA Ditcass
Postas
VEREADOR ADILSON JOSÉ FEREINA CONTER - Senhor Presidente, também soli
citaria o patrolamento; já que fui abordado por pessoas, ali na rua Jo
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rEE
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sis A T A Nº 2751/81. Tlse 02
Ga ra
dé Dama
viano Alves, próximo a casa do filho do falecido Dejalmo Dias, ali do
poço 2, ele disse que inclusive não consegue mais passar na rua Jovia
no Alves em vista da chuva ou dum alagamento ali entupiu o valo, en -
tão eu gostaria que o Srs Presidente levasse ao conhecimento da Secre
teria de Obras para que fosse feito mais de que um serviço de patrola
mento, ali tem outros problemas também.
VEREADORA NEUZA VARGAS —- O Colega me permite um apartes (Aparte Conu
cedido)e Estão falando da melhoria das ruas, com esse tempo O pro -
tlema ficou bastante agravado ali na zona da favela as ruas estão in-
transitáveis, gostaria que fosse incluída aquela zona, uma vez que se
guidamente tenho passado por ali e notado, o problema, inclusive ali!
perto da cancha de bocha, naquela rua existe o problema de escoamento
de água, parecido com o que existia 1á na Norberto Galo, rua onde moro,
porque existe um declínio bastante grande do terreno naquela área, en-
tão as pessoss que moram lá do lado de cima escoam a água pela estra -
da, isso prejudica os moradores da ala que está na margem due desce !
na margem oposta, e ali O problema seria resolvido somente com uma co
locação de cenos e fazendo um esgoto adequado e não precisaria muitos
sabemos que o calçamento até chegar lá ainda vei !
Ed
gastos, porque nos
demorar muito, mas Os morsãores estão sofrendo muito com aquele pro =
tlena ali, então em acho que deveria ser estudado pela Secretaria de"
Obras aquele problema, fazendo umas valetas mais profundas e colocando
& « A .
boeiros nos lugares que são necessarios Obrigada.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - O Colega me permite um aparte.
(Aparte Concedido). A Vereadora se refere q rua lianoelzinho Tecador,
essa rua sempre foi problema e vai continuar sendo, porque em primeiro
lugar ela não tem largura; mas foi a poucos dias atrás foi alargado um
boeiro que passa no costado de uma família que permitia que pelo peque
E4
no terreno fosse feito uma vala para escoamento de agua, então os mo
radores já ficaram satisfeitos, mas na verdade devido a carga dágua !
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=” ATA nº 751/08 in
que vem do alto da favela,
OS moradores do lado, considerando vindo !
Bvenoé Ficuei 7 é
da Sueiredo direto a Cancha, os da direita estão sendo bas-!
tente prejudicados, Obrigado.
VEREADOR ADIISON JOSÉ EEREIRA CONTER - Ouvi atentamente o que disse o
Vereador Antônio de que não ná solução,
acredito que haja solução,
acho que para todo problema há sempre uma solução, ele frisou que não
há alargamento, talvez com um pontilhão ou boeiro solucione o proble-
na. Sr. Presidente, um dia desses falei com o Sr. Secretário de Obras
e solicitei que naquele corredor próximo a tela que vai para o Poliva
lente, acima do barranco ali onde justamente passam todas as crianças
que vão para a escola Polivalente, tem um cano que afastou-se um pou-
co, então, ficou um buraco ali, inclusive gera perigo para as crian-!
ças que passam ali, como também aos adultos, então, eu pedi ao Secre-
tário de Obras para ver se solucionava esse problema, ele prometeu '!
que solucionaria, mes acho que ainda não foi resolvido o problema. En
tão, peço ao Sr. Presidente que leve ao conhecimento dele esse caso .
Por hoje era só. luito obrigado.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Vereadora Neuza Vargas.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA DALtALO
VEREADORA NEUZA VARGAS - Sr. Presidente, Nobres Colegas, pessoas mora
doras aqui no nosso Município que hoje nos visitam, Ultimamente, te-!
mos presenciado em todo o Brasil, um grande fortalecimento da abertu-
ra política, porque com a doença, que lamentavelmente ocorreu com o !
nosso Presidente da República, vimos assumir de acordo com a Consti-!
tuição Brasileira na meis perfeita paz e vigília de todos os brasilei
ros, o Vice-Presidente da República que atualmente está respondendo !
pela Presidência. Para nós que temos lutado pela participação de to-!
dos e pela democratização do Brasil, isso é um grande, digo, é uma +
Erande satisfação, é também quando vimos como hoje foi lida equi a o-
ficialização de dois Partidos que já foram oficislizados e que na cer
a ms bé fi iali 4 à
teza brevemente os demais serão tambem oficializados, é os Partidos e
0 povo participando na resolução, vamos dizer assim, em plena coopera
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ATA ne 1751/80 Fls. 04
ção para que os nossos problemas sejam resolvidos. Nós ouvimos ontem !
pelo noticioso e também acompanhamos pelo jornal, a notícia de que foi
liberado pelo Winistério dos Transportes, o asfaltamento da entrada de
Butiá e também o Distrito de Minas do Leão, é uma verba do Governo Fe
deral e que é uma reivindicação que a muito tempo vem se fazendo, in-!
clusive com deslocamento de Colegas aqui dessa Casa para conversa jun-
to ao Ministro dos Transportes no gabinete do Presidente da Câmara, |!
Nelson Merchezan, e que nós ufanamos com isso, porque graças ao esofor
ço de todos aqui vamos ver concretizado um dos grandes sonhos do nosso
Povo, que é o asfaltamento da entrada do nosso Município e também 1á !
do Distrito de Minas do Leão, um Município como Butiá que tem colabora
do de forma bastante siguini, digo, bastante significativa para o de-!
senvolvimento do Rio Grande do Sul e até mesmo, a gente pode dizer as-
sim para o desenvolvimento do Brasil, porque a nossa riqueza, o Carvão
está despertando como grande fonte alternativa para solução de muitos!
problemas, é um registro que eu gostaria de fazer e acho que os cole-!
gas já tinham conhecimento dessa notícia alvissareira para todos nós 5
inclusive temos recebido correspondência anunciando essa medida, À
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - A colega me permite um aparte 2
( Aparte concedido ) Na verdade eu li nos jornais, saiu até em rádio '
que será feita a pavimentação da entrada de Butiá e da Mina do Leão, !
já que era uma aspiração da comunidade e que essa Casa muito fez para!
que isso chegasse ao seu início de realização, primeiro foi feito o !
serviço de terraplanagem na entrada de Butiá, que essa Casa aprovou a-
té um projeto para que fosse feito esse serviço e então vemos com ale-
eria que vai ser realizada essa aspiração nossa e do nosso povo e, es
pecialmente da Mina do Leão que era um trecho bem mais longo e que por
duas oportunidades essa Casa, em Comissão, esteve com o Sr. Ministro !
dos Transportes, Elizeu Rezende, esteve com as lideranças do Congresso
Como o Deputado Nelson Marchezan e outras lideranças, tentando abrevi-
er a solução para aquele problema, especialmente para linas do Leão, "
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.. Asia Té 1751/81 Fls. 05
que ir feito um projeto custeado pela CR, pago vela CRM, para a rea-
1ização daquela obra, Então,
,
nós vemos que surgiu o efeito do nosso
+rabalho,
o trabalho do Legislativo que também se movimentou nesse sen
tido, é com muita satisfação que nós estamos próximos ao dia que serão
asfaltadas essas dvas entradas, parece que não será asfalto, será cal-
çado de paralelepípedos. Obrigado.
VEREADORA NEUZA VARGAS - Completando então, Sr. Presidente, na verdade
devemos ser agradecidos para essas pessoas que colaboraram de forma es
pecial, a Secretaria de Minas e Energia, a CRM, ao nosso Presidente da
Câmara e também ao linistro dos Transportes e até mesmo o Governador !
ão Estado que colaborou de forma especial reivindicando, dando despa-"
cho sos expedientes que nós encaminhamos pessoalmente a ele, associan-
, &o junto comosco na solução desse problema, porque conseguir isto pare
ce assim, para muitos, uma coisa fácil, mes na verdade com essa crise!
que nós estamos enfrentando envolve um montante muito alto os gastos ,
e que na verdade não é muito fácil. Agora me reportando um pouco aqui!
para o Município, na sessão retrazada solicitei providências quanto a
mercação de ponto de +dxi lá perto do restaurante Santo Antônio e nes-
sa semana eu passei por ali e peguei um táxi e vi uma sinalização do !
ponto de táxi e me congratulei com os motoristas que ali se encontra!
vam, pensando que fosse providências iá tomadas por esta Prefeitura, e
na verdade eles me disseram que eles mesmos tomaram essa providência ,
porque a Prefeitura ainda não tinha chegado até lá.
VEIEADOR LEÃO LONDRES RODRIGUES DA SILVA - A colega me permite um apar
te 2 ( Aparte concedido ). O Vereador Dorval faz parte da Comissão de!
Transito, quem sabe se ele dá alguma informação a respeito das placas.
VEREADOR DORVAL CORRÊA IEÃO - A colega ne permite um aparte ? ( aparte
Concedido ). Com referência a esse problema dos pontos de tóxi, eu fa-
lei com o Secretário de Obras, inclusive ele tem uma porção de placas!
Prontas, ele disse que breve serão colocadas nos seus devidos lugares.
Com referência aquele ponto que a nobre Vereadora se refere, aquilo 1á
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TR
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e A TA me 751/00 Fo, 08
a pouco tempo foi feito um melhoramento para eles, canalizaram a água!
que passava por ali, agora já que fizeram a solicitação a nobre colega
Neuza Vargas, então, eu posso na primeira reunião da Comissão de Trân-
gito, eu posso sugerir isso aí para tomarem providências. Com referên-
cia ao calçamento das entradas aqui de Butiá e Mina do Leão, eu queria
dizer apenas para colaborar com a nobre colega que estive no gabinete!
do Sr. Prefeito e ele me informou de que tinha recebido comunicação de
que breve seria feito esse serviço, mas eu gostaria de perguntar a no-
bre colega se tem conhecimento de quando essas obras vão iniciar-se ?
VEREADORA NEUZA VARGAS - Ainda não tenho conhecimento, porque o despa
cho foi feito recentemente, na semena que passou foi liberado O proje-
to com todos os gastos, agora nós acreditamos que nao vai demorar mui-
to, porque a verba já está liberada.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES- A colega me permite um aparte ?
( Aparte concedido ). Eu estive conversando com o Sr. Prefeito, ele me
disse que por ordem do DNER, a CR Almeida está na concorrência, se ela
ganhar a concorrência, inicia rápido, se ela perder demora mais, por-"
que ela já esteve estabelecida em Butiá e é mais fácil, inclusive as !
máquinas já estão por aí, mas se ganhar uma firma que talvez tenha que
se deslocar até Butiá, achar local, aí se iniciará no início do ano '!
que vem. Obrigado.
VEREADORA NEUZA VARGAS - Se a CR Almeida está instalada aqui, é lógico
VEREADORA NEUZA VARGAO
que a concorrência dela vai apresentar preços bem melhores do que as !
outras, porque ela vai ter menos gastos quanto a localização etc. ..,
inhavadas. Como nós nos aproxi
porque já tem as coisas mais ou menos al
mamos do dia do Professor, quando assumimos esta Casa, inclusive em
muitas entrevistas que nós tivemos com o Sr, Prefeito, ele sempre mani
festou o desejo de elaborar O plano de carreira do professor Municipal
numa valorização mais justa para o professor que leciona nas Escolas!
da sede e nes Escolas Rurais, por isso nós gostaríamos de uma informa-
nm , Pq ,
ção a respeito do assunto, porque nós tinhamos conhecimento no ano pas
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Ae BUTIA n,,
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nos ATA nº 1751/02 Fls. 07
sado que o anti-projeto já esteva quase pronto, mas como ainda não foi
encaminhado a esse legislativo, nós gostaríamos ãe receber uma informa
ção do Executivo se realmente ele pretende apresentar este plano de !
carreira de valorização do magistério liunicipal. Por hoje era só. lui-
to obrigada.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAWPAIO - Vereador Eraldo lechado.
VEREADOR ERALDO NACHADO - Sr. Presidente, Srs. Vereadores, Senhores '
que nos dão a honra com suas presenças nesta Casa na noite de hoje. Sr.
Presidente, venho a esta tribuna para que conste na ata dos trabalhos"
da sessão de hoje, votos de profundo pesar pelo falecimento de Tereza!
Veriza Peixeira Corrêa, esposa do Sr. Araí Corrêa, falecida no dia de
ontem na Mina do Leão, em trágico acidente que é do conhecimento de to
dos os colegas, onde um simples liquinho veio quase destruir uma femi-
lia inteira.
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA. - O colega me permite um a-!
perte ? ( Aparte concedido ). Quero tembém deixar os meus votos de pe-
sar pela perda da esposa do nosso amigo Araí.
VEREADOR LEÃO LONDRES RODRIGUES DA SILVA - O colega me permite um apar
te 2 ( Aperte concedido ). Gostaria de me congratular com o Vereador !
ê . . A
Eraldo, visto que o acidente ocorrido foi com um funcionário nosso, da
cooperativa, a qual somos vice-Presidente.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - O colega ne permite um aperte ?
ISABAVUM ANLUNIU dd iiD——
( Aparte concedido ). 4 Bancada do FDT se associa aos votos de profun-
ão pesar pelo falecimento da Sr8.
eu e o Vereador Eraldo comparecemos ao velório e até nos
Tereza Mariza, que ontem com o cora-
ção magoado,
chocou, porque Araí é una pessoa estim
gente, amizade bastante firme e saí bastante cho
ada por todos, é um homem que !
tem relação com muita
Cado quando retornamos para casa quando
tavelmente onde estava O pessoal da Mina do Eco, Fofqno de possoas |
um irmão dela disse que lamen-
dão dnhparecéren; pela nora que nós chegamos lá em diante, acho que !
eren só da família, que não erem apenas tinha o Adão Cunda Batista e o
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e ATA nº 1751/80 Fls. 08
z Batista, os demais eram sente da femília dela ou dele. Então eu me
cio ao t
asso aos votos de peser e lamento que o Sr. Araí Corrêa que é fun
nario d
cionár 8 Sooperativa e estimado pela Mina do Leão, não deram melhor
atenção, melhor apoio ao acontecido. Obri
VEREADOR JOSÉ CARLOS VENEZES DA SILVEIRA - O colega me permite um a-!
gado.
parte ? ( Aparte concedido ). Nós tomando conhecimento, hoje quando fi
quei sabendo ia indo para a Nina do Iruí, ainda disse para a pessoa '!
que ia junto comigo que se eu soubesse disso eu teria ficado no veló-!
rio, mas não sabia. Então, se mais companheiros , se mais amigos do !
araí, porque esta hora até dispensa maiores comentários, quem não tem
coração, quem não tem sentimentos ? Quem não é sensível? Onde ficam |!
praticamente todos os filhos menores. Então, Vereador Antônio, essas !
coisas se alguém 1smentou, foi numa hora de penúria, numa hora de sen-
timento, estava fora de si, nem sabia o que estava dizendo, porque nes
sas horas o inimigo vai lá, deixou de ser inimigo. Obrigado.
VEREADOR ERALDO MACEADO - Lamentavelmente me encontro na tribuna ape-
nas para pedir que conste na ata dos trabalhos, votos de profundo pe-!
sar pelo falecimento daquele ente querido que ambas as famílias são '!
pessoas de alta estima e consideração da comunidade não só da Mina do
Leão, mas sabemos que eles tem um grande círculo de amizade dentro de
Butiá, portanto, Sr. Presidente, se aceito.o meu pedido nesta Casa, eu
desejaria ainda que fosse enviado ofício sos familiares da extinta. |
luito obrigado. .
PRESIDENTE ARTOSTO BATISTA SAMPAIO - Vereador Antonio de Oliveira Mora
es,
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES — Sr. Presidente, Srs. Vereadores,
VEREADOR ANTÔNIO DE 0ui15-45 >
“ 5 e a i
Senhores que ora nos visitam. Lamentavelmente nao sei se o nobre cole-
ga não entendeu, mas foi gente dos familiares que disse onde estava O
Pesôoai da lina do Ieão, ele estava conciente , o Vereador disse que
ele talvez não estivesse conciente, porque justamente dispensa comenta
rios pela amizade, pelo que é a pessoa de Araí, então ele lementava e
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ATA Nº 1751/81. Fis. 09
bastante justiça, que muita gente não sabia como
e.
acho que muita razão,
o nobre Vereador, mas muitos que sebiem não compareceram ao velório .«
Fra isso Sr. Presidente que posso garentir, ele estava apenas lamen —
tando o não comparecimento de muite gente que esperava que lé estives
se. Senhor Presidente, eu trago aqui uma solicitação dos moradores da
estrada que vai so Leopoldo Bastos, é um pedido de patrolemento, por-
que segundo os morsdores daquela localidade, esta região está total —
mente intransitével, e parece-me que já solicitaram ao Veresdor José
Carlos o pedido desse patrolamento e, segundo me falou um outro que!
esteva junto com o Sr. Natel é da fazenda do cidadão Reul até lhe '!
concedendo licança psra passer por dentro dos campos para patroler ma
is uma estrada que faz muitos anos que a patrola não passa, que não !
me recordo o nome, o Veresãor José Carlos recorda o nome ?
VEREADOR JOSÉ CARIOS MENEZES DA SILVEIRA - É ha antiga fazenda do
Leopoldo Bastos, é do Engenheiro João antônio da Silveira, passa tam-
bém na propriedade do Senhor José Carlos Ferreira.
FRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SANPAIO - O Colega me permite um aparte.
(4parte Concedido). Gostaria de saber se essa estrada é municipal!
ou é estrada de vizinhos, eu acho que uma estrada municipal não pode"
fazer muitos anos que nao foi patrolada, só se é talvez alguma estra-
da de vizinhos como é o caso do corredor aquele dos Limbergs que não!
é uma estrado municipal é de vizinhos, mas que O Município também |
tem que dar atendimento porque é uma saída de produção. O Vereador
tem alguma informação sobre isso ?
VEREADOR ERALDO MACHADO - O Colega me permite um aparte. (Aparte '!
Concedido). Só para colaborar com o nobre colega, se é essa que dá !
acesso lá para o ST. Natal que é um grande plantador que nós temos 1
dentro do Wunicípio também, eu tenho certeza que a estrada foi patro-
lada einda no fim do ano passado, pois foi um pedido meu nessa casa .
Obrigado.
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a ATA No 1751/81, r1s. 10
VEZEADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES — Talvez os nobres Vereadores '
iria no ESbiieno e não entenderam, eu estou pedindo patrolemento *
até a que dã acesso a fazenda do Sr. Natal, que o dono é o Sr. Raul e,
também o pedido de patrolamento dessa estrada que o Vereador José Car-
los citou, essa eu não sei, me parece que é particular, é de vizinhos,
nas é de grande produção, então pode-se considerar uma estrada Nunici-
pal. Sr. Presidente, tragd uma outra solicitação, que esse aqui é um !
pedido que me fizeram apelo de todos os morsdores do Recreio, em novem
bro vai ser fechada aquela estrada que vai para a Quitéria, sebemos '
que é um despacho do DNER que nós achamos difícil, mas talvez como
apelo dessa Câmsra porque é uma estrada que segundo eu sei desde que !
cheguei em Butiá já existia e já deve existir a mais de querenta ou !
cinglenta anos, ela vai ser fechada passando a ponte, segundo ofício !
do Senhor Prefeito baseado no DNER que terminou, é um acesso irregu -
lar, mas ali tem várias casas de comércio e como o Recreio é um local
que os terrenos não são organizados, não fizeram organização nos lo —
teamentos, tem difícil acesso para chegar até o posto do Sr. Nei Porto
porque a estrada tem que se fazer uma grande volta, então o pessoal do
Recreio vão ficer trancados naquele cantoe Eu sei que o Senhor Prefei
to já esteve olhando para fazer a estrada ao lateral da BR-290 assim !
como desce do acesso até o Vendramine, mas como nao tem largura para !
fazer a estrada é impossível,ele disse que nao importa em gastar ca —
nos numa vela que tem ali desde que os moradores que tem ali permi -—
tem que pegue um pedacinho ão seu terreno, mas o problema daquela es —
trada não está ainda visto aqui está no Colégio Getúlio Vargas, que pa
Bh fator umá cotrada POE ali tira toda a frente do Colégio, então ele!
vai solicitar a Secretaria de Obras, digo, Secretaria de Educação para !
que quando for feita a obra ão colégio, seja retirado os metros neces-
MA j seis metros para que possa sair a estrad
sSários, talvez uns cinco ou P que p ada,
has dE abemos se vai ser rápido ou demorado, mas pelo o que enten -—
ao s
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Nr.
Butiá, 24 de setembro de 1981,
Al Nº 1751/81. Fls. 1d
Então, Senhor Presidente, é un pedido de to -
dos aqueles moradores do Recreio que pedem que
dos os Vereadores
demos demora um pouco.
a Câmera em nome de to
mande um ofício ao Minisiro dos Transportes, tal -
vez para O Presidente do DNER do Rio Grande do Sul para ver se eles !
mudem a sua ideia e resolve o problema de vma meneira mais justa, por
que vei ter difícil acesso âquelas casas de comércio e a saída dos mo
radores do Recreio. Por hoje era só. Nuito Obrigado.
FRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Solicitaria ao Veresdor Eraldo
Nachado que assumisse os trabalhos da presente sessão para que eu pu-
desse ir a Tribunas
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Ariosto Batista Sampaio e
VEREADOR ARIOSTO BATISTA SAMPAIO — Senhor Presidente, Senhores Ve
readores. Ainda em relação a solicitação do Veresdor Antônio de Oli -
veira Moraes a pedido dos morsdores da Vila Recreio, eu gostaria de !
dar apenas o meu ponto de vistas Eu acho que dificilmente essa cã-
nera terá força de fazer recuar uma decisão do DNER, porque a decisão
me parece que do DNER é exatamente para proteger os moradores ou até
o pessosl que trensita por sli, eté da Mina do Leão à Nine do Recreio
e, até na própria BR-290, no leito da própria estrada, porque sabemos
nós que tem ocorrido ali vérios acidentes e em virtude disso talvez o
DNER tenha tomado essa decisão, existe o problema, é claro, o Senhor!
Prefeito me falou que tencionava fazer uma rua para dar acesso ao lado
da BR-290 como tem do outro ledo na margem direita até o Vendremine ,
mas me parece que essa rva poderá ser recuada um pouco da BR-290, por
que se ali foi construído desordenadamente poderá encontrar um meio ,
porque me parece que aqueles terrenos Epa Ega sendo da CRN,
eu acho que não tem ninguém que seje proprietario de terreno naquela
“ . Ps .
FAR di. então doriá muito mais fácil o Município desapropriar da CRM
a ali, a
de que desapropriar ãe uma pessoa físicas
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - O Colega me permite um ápáree;
tEREADOR ANIUMIL > 00000
(Aparte Concedido). Não são es casas, Porque as casas não se conse —
arte Co e
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.*
Butiá, 24 de setembro de 1981.
LT A nei7s/e. Tls. 12
legal, Ju
guia Leg dicial, por amizade ele conseguia fazer isto, mas o pro
vlema é o Colégio, que não tem espaço entre o Colégio e a BR-290 para!
que faça essa rua à saída do retorno, esse é o problemae Obrigado»
VEREADOR ARIOSTO BATISTA SAUPATO
TESE St Dal oo IA SAPATO
- Eu entendi perfeitamente, mas '
Db
ao seria por ali, podia recuar digamos uns cingllenta ou cem metros e
fazer um acesso uns cingilenta ou cem metros além da BR-290, não bem !
nas proximidades, isto também foi pensado, não sei se será possível »
VEREADORA NEUZA VARGAS — O Colega me permite um aparte. (Aparte Conce
dido) . Sei que é anti-regimenteal dar um aparte so Presidente !
quando está na Tribuna, mas já que o Vereador usou e foi concedido eu
também peço este aparte Dando vma explicação melhor a respeito da !
Escola, este problema inclusive nós já conversamos com a Diretora da!
Escola e a Escola quando vai ser construída ela não vai ser construída
no local onde está aquele prédio velho, ela vsi ser construída mais !
lá para o fundo e depois aquele prédio velho vai ser desmanchado, en-
tão naquela área certemente poderá se ceder uns cinco ouseis metros e
ainda mais que o terreno ainda não está escriturado, nós não temos en
contrado a escritura do terreno; porque na quinta-feira passada eu in
formei aqui que a Diretora tinha encontrado a escritura, mas aquela !
não era a escritura, porque mencionava uma érea de terra de cinco mil
netros quadrados mas era em frente ao poço 1, então não era naquela !
érea da Escola e ela foi navamente para o arquivo Público ontem e hoje
para ver ge encontrava à escritura da Escola, eu conversei com o che-
fe do NA 1é na Delegacia hoje e ele me disse que na semana que vem !
aq.
se nós não encontrarmos a escritura, vai providenciar para que o Es-
tado faca usucapião, uma vez que nós precisamos da escritura para
aç ,
» » . L
construir a nova Escola e, Nao naveré problema nenhum porque isso aí!
nar, had
a própria Delegacia pode autorizar, uma vez que vai ate beneficiar os
us o passar por ali, se acharem por bem fazer aquela estra-
os que vã
da ali aí em vez da pessoa ir pela BR-290 pode fazer o trânsito
i, porque
os própri alunos, Na maior parte por uma estradas Obrigada.
oprios
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re AT A ne 1751/02. Fls. 13
VEREADOR ARIOSTO BATISTA SAPATO - Pelas afirmações feitas pela nobre'
Vereadora na sessão anterior sobre a mesma escola, a área da mesma es-
cola, eu chegaria a esse esclarecimento feito pela Vereadora e dizendo
neis einda, se existe este projeto de construção e que na realidade e-
xiste, então, nós aguardaríamos mais uns dias quem sabe, se depois da
conclusão da obra para ver se esse pessoal se limitaria a resistir al-
guns meses mais até que essas providências fossem tomadas, já que tem-
bém do outro lado da rua eles sofrem as mesmas consequências, inclusi-
ve tem um supermercado na outra margem. Sr. Presidente, ouvido o plená
rio, gosteria que constasse na ata de hoje, votos de profundo pesar pe
10 falecimento da dona Amanda Machado, ocorrido ontem-ontem e seu se-!
pultamento foi realizado ontem, pessoa de grande estima, residente na!
Vila Nova e que deixa a chorar várias pessoas de sua família, que é !
uma família muito grande e aqui residente. Se for aprovada essa propo-
1
sição gostaria que fosse enssminhado ofício aos seus familiares. Por
hoje era só. Ivito obrigado.
PRESIDENTE ERALDO MACHADO —- Assume novamente os trabalhos desta Casa,
o Vereador Ariosto Batista Sampaio.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - Vereador José Carlos Menezes da !
Silveiras
VEREADOR JOSÉ CARLOS VENEZES DA SILVEIRA - Sr. Presidente, Srs. Verea-
dores, amigos que nos visitam. Ouvi parte do pronunciamento da Vereado
ra Neuza quanto ao calçamento das entradas de Butiá e Minas do Leão, !
eu não sei se foi também aqui especificado de que o Município está co-
laborando com alguma coisa. Bem, o DNER após revisar o projeto por al-
gumes vezes, entendeu de que O Município deveria colaborar de alguma !
maneira, de clguma forma, o Vereador Ariosto na época em que estive em
Brasília em Comissão +embém enviou, digo, também ouviu do Sr. Ministro
O desejo dele de fazer com que 0 lunicípio também colaborasse, sobran-
ão então, para o wunicípio, as bocas de lobo, o qual segundo já fui in
formado ele já enviou uma carta ao DNER confirmando que está disposto!
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CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE BUTIÁ
Butiá, 24 de Setembro de 1981.
... ATA Nº1751 81 Fls. 14
a colaborar. Então aí eu acho que vem de uma forma que deve nos agra-"
dor, porque está sendo atendida uma solicitação através do Legislativo
r ente
diretam e da comunidade, porque são pressões, são aquelas pessoas!
que sofrem com a poluição, sofrem necessidades e vão até aos sevs re-!
presententes, muitas vezes exigindo e solicitando, então, merece real-
nente mais uma vez o nosso respeito essas autoridades e que embora em
alguns momentos divergindo das nossas idéias, dos nossos conhecimentos
tendo até a audácia de dizer que pó não mata ninguém, que nasceram no
neio do pó e que pó não mata ninguém e que nós contrariemos, mas está!
aí uma outra oportunidade, também que estava lá o Vereador Antônio de!
Oliveira Moraes e de alguém que nos desmentia, dizendo que a verdade !
que nós deixamos lá era uma inverdade, que nós aos poucos vamos provan
do de que realmente não estamos aqui apenas para ocupar o cargo de Ve-
reador, na hora exata, na hora precisa nós sabemos de uma forma ou de
outra nos impor e fazer com que nos atendam.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SANPAIO - O colega me permite um aparte 9?!
( Aparte concedido ). A pouco eu dizia que essa Casa tem uma grande "
participação na realização dessa obra, que daqui foi várias vezes nes-
sa distância, várias Comissões, não me lembro se foi duas ou três, neg
ta distância que é o centro do País, Brasília, tratar especificamente"
desse assunto, especialmente desse assunto e felizmente graças a Deus,
essa obra vai ser iniciada, vai ser para o benefício da comunidade bu-
tiaense, todo o Município. Lamentavelmente por outro lado nós recebe-!
nos algumas críticas até gente que dizia por aí, segundo me disseram ”
eu não sei também quem foi que dizia por aí, segundo me disseram havia
Sente que dizia que eu e o Vereador José Carlos tinhamos recebido o |
dinheiro da construção da estrada da Mina do Leão e tínhamos gastado ,
nós não tínhamos ido buscar coisa nenhuma lá, tínhamos ido buscar o |
dinheiro e gastado. Obrigado.
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA STIVEIRA - Eu também ouvi isso aí, 1
não fiquei sabendo quem foi e meu ouvido, digo, e nem dei ouvido, por-
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DA
bio
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Butiá, 24 de setembro de 1981.
ATA ve a751/80 Fls. 15
que não merecem atenção,
pio: Sr, Presidente, são inúmeras as reclamações '
que taz À e una CRBaiA ago na Vila Recreio, que sai mais precisamen-
te de um depósito de água que tem a Transportadora Leonense e que eu
gostaria que o Vereador Eraldo me ajudasse para mim especificar a loca
lização daquela canalização, é nun valo que abriram nos fundos dos pá
tios dos moradores dali e eles estão a reclamar, então, mais uma vez
eu venho pedir a esta Casa, de que os canos estão lá, é só colocar, Sr.
Presidente, que faz com que es nossas reivindicações cheguem sempre ao
Executivo, mais uma vez solicito ao Executivo a colocação daqueles ca-
nos lá, não foi iniciado ainda, Vereador Eraldo ?
VEREADOR ERALDO MACHADO - Nobre colega, a informação que eu tive, in-"
clusive do Sr. Prefeito e do Sr. Secretário de Obras, é que eles que-!
rem que o tempo melhore, agora na entrsãa do verão para fazerem aquele
serviço ali que não foi feito agora no inverno devido ao terreno que é
muito molhado, que é do nosso conhecimento, então, querem deixar que
enxugue as águas agora na entrada do verão para que em seguida seje !
feita aquela obra que já é um anseio daquela comunidade dali a muitos!
anos.
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Nuito obrigado, Vereador. !
Eu tenho que faler aqui porque eles me falam. O Vereador Antônio falou
na reivindicação feita da estrada que serve mais precisamente, termina
na fazenda do Dr. José Carlos Ferreira e que dali faz a ligação a pro-
priedade do Dr. João Antônio da Silveira, que antigamente era a estan-
pava era o Sr. Leopoldo Bastos, eu sempre,
cia Francisquinho e quem ocu.
quando me fazem uma solicitação dessas de que o momento que for atendi
E [4
ão essa solicitação, eles que comuniquem nós de uma forma ou de outra,
Porque senão nós vamos passar o ano inteiro aqui solicitando, porque a
gente não vai 14, eu sei que foi patrolada a estrada após o meu pedido,
agora não deve ter sido atravessada de uma fazenda para outra, como !
a” m /
disse o gr. Presidente; é estrada vizinhal, então aí, tem que ter aque
la habilidado de fazer com-que o: fub-Prefeito que está atuando lá, não
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AP BUTIA n,,
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vs ATARM 1751/81 Fls. 16
isa nem ici
precisa Solicitar ao sr. Prefeito, o Sub-Prefeito vai ver que é !
uma necessidade e que Principalmente nessa época, é uma estrada que "
vai servir melhor aquela sente ali, porque é um lugar alto, se eles ti
verem que passar lá embaixo no antigo tafuio eles vão enfrentar uma es
trada de barro e um pontilhão qu
e não sei se ainda está de pé, com es-
sa chuvarada
ele deve estar ruim mesmo.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - O colega me permite um aparte ? (
Aparte concedido ). Como o nobre Veresdor está sempre bem informado, !
gostaria de saber se tem slguma informação como está o corredor do Iim
berger, se já tem condições de sair pródução lá qu se já fizeram o en-
cascalhamento daquela estrada, apesar de ser entre vizinhas ?
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Não tenho informação, por-!
que essas coisas a gente tem que fazer a reivindicação, então, nós tra
zemos a reivindicação, então, eu peço para que comuniquem, pedi ilumi-
nação pública, colocaram as luzes lá, muito bem, são inúmeres as vel!
zes que nós temos vindo aqui agradecer os pedidos que tem sido atendi-
dos, porque nós aqui somos oposição porque existe agremiações políti-!
cos, mas nós aqui trabalhamos um por todos, todos por um, se é de in-!
teresse da comunidade do lunicípio, não se olha a cor política, então,
a gente tem que ter a resposta do atendimento para poder responder. Es
sa solicitação do Sr. Natel que foi feita, eu sei que andou a patrola!
lá no corredor, sei que foi feito o serviço de encascalhamento, inclusi
ve, agora não deve ter sido feito a travessia do corredor. Vou me pro-
nunciar aqui sobre a ponte da divisa em que foi solicitado aqui de que
fosse uma Comissão a São Jerônimo para tentar fazer com que os nossos!
Colegas de São Jerônimo executasse um trabalho parecido com o nosso, !
Porque é uma aspiração daquela gente por aquela ponte, e não sei se 1
Por vaidade ou o que foi, um Vereador ou dois entendeu de que seria um
Pedido e um atendimento político, e eu em função disso, digo, e em fun
ção disso não aprovaram um projeto que o Prefeito de São Jerônimo mon
) iai pi
dou para a Câmara, Eu conversei com O Secretário da Câmara, conversei!
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Butiã, 24 de setembro de 1981.
ATA xe 2752/80 Elsa
pedi de que nós fôssemos 1á. Então, eu goste!
com alguns Vereadores e
ria, Sr. Presidente,
[4
S terça-feira as sessões da Cômara, inicia às 17:
00 horas, sei que nã , .
, que nao vei adiantar nada nós irmos esse ano, mas para o
no que vem d = '
ano q Pode ser, eles vão ter um novo orçamento e nós aqui graças
a Deus, não temos problemas de orçamento.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA KORAES - O colega me permite um aparte? (
Aparte concedido ) Eu acho que é bastante oportuno, porque diverses Ve
readores que são favoráveis a construção da ponte eles disseram que O
dia adequado é nas terças-feiras, dias das reuniões, pode até ter com
promisso e chegar um pouco atrasado, porque aí conversando os Vereado-
res de Butiá com os de lá, feçam com que aqueles Vereadores entendam ,
que foi apenas o Sérgio Feres, porque não compareceu um Vereador do ED
S no dia da aprovação do projeto, não sabem se ele também era contra !
simplesmente se omitiu ou se teve problemas particulares que não foi !
explicado, então, ir numa terça-feira que os Vereadores dificilmente !
não estão todos reuniãos, isso foi um pedido dos Vereadores de lá para
os Vereadores de Butiá. Obrigado.
VEREADOR JOS CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Então, se pode ir agora ter
ES Sed Veresãor que é correligionário do Presidente da Câmara '!
de São Jerônimo, quer dizer, aqui por falta de um Vereador nós não dei
xamos de aprovar um projeto, agora achei uma maior injustiça e disse a
08 meus colegas lá do FDS, disse a verdade nua e crua, se vai dar voto
para o candidato do PDS, vai dar voto para os candidatos do EDT e do !
PIDB,. eu conheço a região onde nasci e me criei, então, não tem o por-
cheguei a dizer ao Vereador que foi má vontade, única e exclu-
que, eu
Sivanente por má vontade, e fica 1á mais uma vez aquela gente com fal-
ta daquela ponte que tanto faz falta para eles.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAMPAIO - O colega me permite um aperte ? (
SESDAVINIE bx.
( Adnroo comocdddo ). Eu gostaria de dizer que chegou a vir um projeto
do Sr, Prefeito de São Jerônimo para o Sr. Prefeito Municipal sobre a
Construção da ponte e que O referido projeto colocava os primeiros pa-
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AP BUTIA dm
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Butiá, 24 de setembro de 1981,
.. A 7 A Nº 175
ganentos sendo de Butiá, Fls. 1
+ [4
cambém com valores maiores e o Sr. Prefeito !
decentexente não quis men . N
dar esse projeto para a Câmara,
v A porque achou"
ue os Vereadores iri o . -
q iam criticar, inclusive ele disse para a oposição,
isse que poderi i .
â que P a Servir para críticas encaminhar um projeto desses
ue obriga o nosso Munic: . ue
q 6 O liunicipio pagar em primeiro lugar as primeiras par-
elas e de val j a
e or bem mais elevado, mas eu entendo que o Sr. Prefeito !
deveria ter mandado esse Projeto, porque nós sabendo da aspiração da-!
quele povo lá, tenho certeza que a consiência dos Srs. Veresdores leva
ria a aprovação do referido projeto, não se tratando de faturamento de
voto desse ou daquele partido, mas em atendimento a aspiração daquele!
povo que a muitos anos enfrentam dificuldades por falta daquela ponte.
Bu acho, inclusive, Vereador, não sei qual é o Regimento Interno da Gâ
nara Municipal de São Jerônimo, mas eu acho que por falta de um ou do-
is Vereadores, desde que exista coro, poderia, parece que a Lei deter-
mina que seje dois terços. Então eu acho que não teria razão nenhuma !
de não levar para votação o projeto, com referência ainda ao orçamento
eu acho que até o dia trinta de outubro que é o mês do encaminhamento!
ão orçamento, eu não sei se o Prefeito de lá também já previu no orça
mento recurso para a construção dessa ponte, tudo isso ele tem que fa-
zer dentro desse mês, até o fim de outubro, era bom a gente conversar!
com o Prefeito de 1á, porque como disse o Vereador José Carlos, o nos-
so Kunicípio não tem problemas de orçamento, inclusive, o Sr. Prefeito
já colocou verba para & construção da ponte pera o próximo ano. Obriga
do,
VEREADOR JOSÉ CARLOS WENBZES DA SILVEIRA. - Nós gostaríamos de conver-
sar com eles para preparar O espírito para o ano que vem, senão vamos"!
terminar ficando sem a ponte novamente.
VEREADOR ANTÔNIO DE OLIVEIRA MORAES - O colega me permite um aparte 2?
(aparte concedido ). O projeto - foi derrotado em votação, porque vo-
o PUDB, um do PDT, votaram contra e um do PDS, foi
taram, um Vereador à
E . . gotad » ;
Oolosndaron itodsgdor6-0 projeto foi derrotado, esperava-se que o proje
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Butiá, 24 de setembro & 1981.
... A T A Nº 1751/81 Fls. 19
CCC eee
to passasse e não passou, então, o projeto foi derrotado por voto, e-"
les colocaram em votação e teve um voto a menos favorável.
PRESIDENTE ARIOSTO BATISTA SAYPATO - O colega me permite um aparte ? (
Aparte concedido ). Então este ano não pode mais ser encaminhado para!
a Câmara o mesmo projeto, só no próximo ano. Obrigado.
VEREADOR JOSÉ CARLOS WENEZES DA SILVEIRA - Exatamente foi o que eu dis
se, que nós vamos ter que ir lá para conversar com eles, porque senão,
vamos ficar sem a ponte e essa ponte que foi orçada em sete milhões de
cruzeiros o ano que vem vai ser orçada em dez ou mais. Tenho outro as-
sunto que quero trazer ao conhecimento dos Senhores, é ligado ao setor
de transportes. A polícia Rodoviária de Portão está fazendo a fiscali-
zação, o controle de peso do transporte do Carvão, e está multando por
excesso de peso através da nota de emissão do Carvão, eu entendi de !
que se tivéssemos, se fosse disciplinado por uma Lei, por um artigo, '!
em fim, por alguma coisa que provasse que eles poderiam fazer esse tra
uma nota de compra do Carvão, tudo bem, mas não encon
balho através de
trei, Então, teve dois dos meus caminhões detidos por dois dias e pedi
4 .
informação para O policial que estava 1a, perguntei quem era o comandan
te dele que eu queria entrar em contacto, ele se negou, disse que não
tinha autorização para dar o nome do comandante, queria levar os meus!
dois caminhões para a valança, eu disse que nao levaria, primeiro que-
. 4 e 4 .
Pia esdiluroce” a Ué depois levar. Bem isso ai eu ja tinha levado ao
di EA 1!
conhecimento do Presidente, isso ai ternin
DAER em que compareceu O coronel comandant
o representante da Secretaria dos Transportes e o re-
ou numa reunião ontem lá no
e da Polícia Rodoviária, o
Diretor do DAER,
Presentante da Secretaria ãe Minas e Energia.
Xou de que a autoridade fardada foi desrespeitada porque não foi dado!
Então, o coronel se quei
9 documento que lhe pediram, o
4 .
É pas , i ií eu disse aele os i .
al foi um desacato a autoridede, a eguinte: O monen
Yólam qis ele ds provasse através | de uma lei, eu seria o primeiro a |
+ Dal 4
concordar com ele, não estou aí para ester fora da lei, e eu estava re
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Butiá, 24 de setembro & 1981.
add ATA nº 1751/82 Fls. 20
presentante da classe de camioneiros e ele também disse que estava re-
presentando os interesses maiores que são os do governo, aí eu disse a
ele que eu também estava representando, então eu queria saber, porque!
o caminhoneiro está sendo muito pisoteado, muito judiado com isso aí
vai para um ponto que ele não vai agilentar mais esse tipo de pressão ;
e perguntei a ele se também a Legislação âcle dava direito de ele bus-
car o caminhão da estrada de chão e levar para cima do asfalto pera '!
multar, e não tive resposta. Então quando eu disse que estava atuando!
na área política, eles me convidaram para uma próxima reunião, então '
essa próxima reunião e; lá eu invoquei, quando ele falou que era uma !
autoridade que estava fardada, eu também disse que representava uma au
toridade parlamentar, estava lá representando uma classe e tenho certe
za que o meu Legislativo e a região carbonífera não vão me deixar so -
zinho nisso aí, que ele podia estar certo que nós unidos, não digo que
nós consiga tudo o que nós queremos, mas deu a entender também que ont
eles não vão fazer tudo o que eles querem, nós temos que partir para !
um entendimento maior, então aí fui convidado para uma próxima reuni -
ao em que participarão o Engenheiro representante de COPEIWI e és trans
Portadores, seria a Transportadora Leonense, a Estefânia e o Fanti, e
eles aceitaram a proposição. Então Senhor Presidente, Senhores Verea-
dores, nós vamos solicitar dois mil quilos de tolerância nos caminhões
que tenham pneu mil, por vinte, nas carretas quinze por dezesseis,di —
go, por dezenove nós vamos solicitar trinta e cinco toneledas, este dá
três mil quilos que é pneu mil e cem por vinte e dois e nos camros ma-
is pesados que são Se ênia dezenove vinte e quatro, são carretas com 1
três eixos que a quarenta tonelada bruta nós vamos solicitar quarenta
e três, e solicitou também o cancelamento de todas as multas aplicadas
até a data de ontem. Então feito isso aí, quer dizer, se nós conse —
guir isso así, foi O Legislativo de Butiá e foi lá batelher e que te.
nho certeza que nós vemos conseguir isso ai, porque na saída após es —
É esidente do DER que dizia que vão fazer de-tudo pa
, a conversa, o Pr
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die A T A Nº 1751/82. DFls. 21
ra conseguir isso aí, que nós tínhamos que colsborar com eles, porque"
a estrada está se deteriorando, eu não disse s ele que aquilo não era!
asfalto, mas teve gente que disse que aquilo era uma casca de safalto,
e quem conhece aquilo ali sabe que é. Agora vamos ter que concienti —
zar o ceminhoneiro porque nós sabemos que anda com onze toneladas a ma
is, que | anda com cinco e com seis, que quando eles estiverem aí tem!
que se sujeitarem dando a mão a ele já senti que eles vão dar a não!
a eles, tem que sujeitarem .a carregar um peso mais leve, porque a pri-
neira partida foi em que haveria tembém apreensão, além da multa, '
apreensão, e que os meus caminhões só foram apreendidos porque o moto-
rista desrespeitou a sutoridade e eu disse a ele lé que era a verdade"
do funcionário dele, do meu que eu estava junto não é essa, em momento
slgum eu fiz me transpirar de que ele estava me melindrando, pelo con-
trário, éu fiz sempre me caracterizar que era um partido que estava lá,
era um representante da região, no setor carbonifero aqui e dessa for-
ma me conduzi e se mais vezes for preciso, se eles solicitarem mais al
o 4 . . .
guém, então vou convocar mais alguém para ir junto comigo, por enquen
to só convocaram os representantes das transportadoras e o engenheiro!
da COPELNI, que eu disse a eles que não pode controlar lá no Céu aber
Los =
to, o carvão que tem um teor calourífico maior ele pesa menos, tendo !
, mos , e
teor calourífico menor pesa mais, então isso ai nao pode controlar '
quando passa na balança vai descarregar, então a companhia tem que bo-
o or. as
tar mais uma máquinas & meis mão de obra, é mais custo. Então isto é
. 4 .
que está acontecendo, e teve um que disse que tera que ir um represen-
inca
tente da GOFEINI e Td
está ainda para ser marcada e após o resultado !
You convidar o Dre Assunção para fazer par
te de uma reunião que
tinha solicitado até de ads convidar elguém, eu gosteria então de con-
vider para uma reunião da Centro-Sul e após essa reunião ver o que vai
Sair, vei ocorrer; aí então a gente convida alguém que represente o po
in anento rodoviário e também do DAERe Por hoje era só. luito Obri
gedos.
ooo
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ORDEU DO DIA
EESIDENTE ASIOSTO BATISTA SAWPAIO - Srs. Vereadores, estão em discus-
são as proposições aqui apresentadas verbalmente. Estão em votação. Os
srs. Vereadores que concordem com as mesmes permaneçam como estão, ca-
,
Lua $ E
so contrario manifestem-se. Aprovadas por unanimidade as proposições
aqui apresentadas.
EXPLICAÇÕES FESSOAIS
Nada constou.
Nada mais havendo a tratar, mandou o Sr. Presidente que '!
se datilografasse a presente ata, marcando nova sessão para o dia 1º"
de outubro de 1981, com a seguinte ordem do dia:
SESSÃO DA CÂMARA MUNICIPAL.
Sala das sessões, 24 de setembro de 1981,
4 SA Sampaio
Presidente
Seller
Ver. Er (o C: (o)
Pis
1º Secretario
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