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materia nº 1830/1983

Tipo Ata
Número / Ano 1830 / 1983
Date 1983-04-21
EmentaATA DA SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 21 DE ABRIL DE 1983
native_id15042

Autoria

Tramitação (latest 1)

DateStatusTurnoTexto
1983-04-21 Aguardando a inclusão na ordem do dia U AGUARDANDO A INCLUSÃO DA SESSÃO.

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: ocr · backend: tesseract · confidence: 0.89 · pages: 55

POBUTIA q,
EA
id
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Butiá, 21 de abril ge 1983
ATO A me 1830/83,
i aprovada por unanimidades
VEREADORES PRESENTES À SESSÃO - DO PHDB - Eraldo machado e Gerlos
+» Marion Guerra Schnadelbach 3 DO PDT - arcilon Belomer Pereira ,
Dorvely Subtil Barboza, Idelberto Tailor Souza Machado e Zinah *
da Costa Gonçalves; DO PDS - Adão Nogueira dos Santos, Dilon +
Oliveira Bonçalves, Fernando Ruskowski Lopes, José Carlos Menezes
da Silveira e Leão Londres Rodrigues da Silvas
EXPEDIENTE
rms
| RESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Fernando Ruskowski Lopeso
RESIDENTE ERALDO MACHADO
TEREADOR FERNANDO RUBKOWSKI'. LOPES-— Senhor Presidente
cinismo asi) A A re
Colegas Vereadores, pessoas que neste momento nos visitam, repre
centantes da comunidade da Mina do Leão, distintos ouvintes da Rá
fio SORRAL,O meu boa noitee Hoje dia 21 de abril de 1983, dia do!
Policial e, eu vou aproveitar a Tribuna para prester essa homena-
Bem, 4 Polícia emergiu seu patrono,sem defensor aquele homem que *
fixou sua marca na Histótia, aquele homem que contribuiu para a
libergade, para a independência do nosso País O Espírito que tem
Trteado os princípios da humanidade são encontrados em' todos os
tempos, regiões e povose Aqui no Brasil foram muitos os que tom-
“mt em busca da liberdade pera sí, para a Pátria e para es gera
hoje Ouro Preto, em Vinas Ge —
o espírito de 1i
Wes que os sucederam o Vila Rica,
"ais, foi palco de acontecimentos que marcaram
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PSBUTIA a,
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Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Butiá, 21 de abril ão 1983
... A T A Nº 1830/83
coisaso Mas, É de se perguntar porque comemoramos com tantas ho
menagens o dia 21 de abril ? A resposta É uma E
Porque come
moramos o Dia do Policial, o prot
omártir da Independência-TIRADEN
TES aquele, que julgmão estar trazendo liberdade, paz é Segu-
Fança ao seu povo, à sua terra e às gerações que se iam formando
também, morreu porque julgava ser justa a sua causas por algo que
trouxesse paz, Segurança e tranquilidade, JOAQUIM JOSÉ DA SILVA *
XAVIER- Tiradentes- que É o patrono dos policiais É um exemplo *
de bravura, de serenidade, de cerência nas coisas que faz e que ?
dize Ele não traiu a seus companheiros, não fugiu de ninguém, não
voltou atrás naquilo que já havia dito; feito e que pensava. Ele?
simplesmente deixou que sobre sí caísse toda a culpas Tiradentes
É como um símbolo, um espelho que deve ser venerado por todos +
aqueles que acreditam, alguma coisa que venha em benefício, do +
bem comum, de uma pátria independente, de um povo livre e liberto
de opressões externas como era 0 caso do Brasil em 1789 Mas, nes
Se mesmo ano, quando os insurretos, dentre outros grandes vultos?
da inconfidência mineira: Claídio Manoel da Costa, Tomaz Antônio?
Gonzaga e Alvarenga Peixoto, comandados por Tiradentes iriam apro
Veitar o dia da Derrama(período aéreo da mineração), para eclodi
rem o movimento de emancipação, um traidor os denunciou e a de —
Trama foi suspensa, sendo com isso também fracassado o fiat
Fevolucionário que eclodira naquele dia em busca da independên -
Cia e a república para o Brasile O sonho dos inconfidentes cairem
Por terra, quando o Coronel Joaquim silvério na
o de 1789, ao Visconde de Bar
através de uma carta enviada em març ,
bacena, Governador de Minas Geraiso Com isso todas as cabeças +
,
a 2 (6) -
foram entregues ao Governo Portuguêso Finalizou tudo com o De
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Eos A A Fº 1830/83 Fls. 03
oreto de condenação à à morte de Joaquim José da Silva Xavier, em !
21 de abril de 1792, . Somente ele, após três anos de espera pe-
la Resolução, recebeu a condenação à morte, enquanto que seus ou
tros companheiros eram condenados ao decreto perpétuos Hoje o crf
me espanta toda uma humanidade e sobretudo também o Brasile O me-
do, a opressão É a angustia do povo brasileiro, jamais ademitiria
a existencia entre eles do crime, por menor que seja o índice do!
crime jamais o brasileiro, ngs iríamos acostumar com ele, o poli-
cial muitas vezes quando sumenta o fndice de criminalidade É cri-
ticado, É sensurado como se fosse o nico culpado do aumento de *
delingêênciaos Mas na verdade, meus colegas e pessoas que nos vá
sitem, “temos que olher para vérios lados para ver até onde vai a
ineficiência da polícia e até onde vai a sua eficiência Sabe —
mos que concorreu para ô aumento do crime vários fatores, dentre
eles, a pobreza, o baixo salário, enfim, o menor abandonado e +?
tantas outras coisas que contribuem para o aumento da criminali-
dade que não sé É da culpa da polícia, mas sim de uma conjuntu
ra políticas Ninguém que surgiu até hoje descobriu a propor -
ção ideal que ocila a eficiencia da polícia no caso de atuação +
contra o crime, É preciso fazer um estudo muito aprofundado para
ver até onde é defiente, tendo em vista esses fatores e tendo em*
vista as condições dos recursos que lhes são dados. O Policial É
aquele homem que diuturnamente vai a procura do marginal em pro-
teção a uma Sociedade, muitas vezes, É mal interpretado, É mal en
tendido. Devemos analisá-lo tendo em vista esses fatores já refe
ridos e tendo em vista os recursos que lhe são oferecidos para o
trabalho, Ao Policial nem mesmo permitido errar quando se levar +
adingte de uma ocorrência perigosa, É preciso também saber que po
licial É aquele homem da sociedade, É fruto de uha sociedade re.
gido pelas mesmas regras sociaisy não É um policial feito em la-
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gr BUTIA "oe,
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toratérios da polícia, É um ser humano, É igual a todos pertencen
tes a uma comunidades Quero aproveitar a Tribuna para dizer uma?
mensagem ao dia do policial, que eu acho ser uma das mensagens *
mais lindas aque até hoje já vi escritas, É de um Delegãão: dê
Polícia, Belo Eldes Je So Mesquita. "Senhor! uma vez empunhaste O
chicote expulsar os vendilhões que maculavam o templo sagrado de
Vosso Paio E vossa ação foi até santificada, porque Vossa causa *
era justas Quanta vez, Senhor, eis-me de arma na mão para defen -
der um direito que não é meu, mas do Estado, pois a minha causa É
a" defesa do Estado, para defender a vida de outros e a minha pró
pria, pois minha missão é defender esse bem que vós concedestes,
Senhor que É a vidas Por isso; Senhor, embora minha ação não se
ja santificada, minha ação deve ser justas Mas eu preciso, Senhor
porque sou humano, conhecer bem os limites dessa força para não *
usar minha arma como instrumento da justiça e da inigttidades Dai
me, então, Senhor, a mim que sou policial, a graça de alcançar"
sempre a compreensão desse limite, a fim de que eu só possa ser *
veículo do bem e da moral, para que eu jamais possa ameaçar a li-
berdade de quem tem o direito E liberdades Para que eu runca sir
va de meio, quando o fim não for justificiívele Para que eu seja
o exemplo da Justiça, jamais o paradigma da arbitrariedade Se —
nhor, dai-me sempre forças para suportar os sacrifícios que minha
profissão me impõee Não para suportar como um mártir, nem como *
um herói. Suportar, Senhor, encarando esses sacrifícios como fa -
tos pertinentes à minha atividade, naturais e inalienáveis, sem :,
que me srunstocas em alvo de pena ou estupefaçãoo Dai-me, também
a calma indispensável para que eu possa decidir em face da razão;
ainda que a razão indique caminhos incertos. Tluminai minha mens
te para que eu escolha a trilha certas Livrai-me, eu vos peço, do
Perigo: de tergiversar diante da posição que deva adotar frute a +
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&PBUTIA
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ado A T A Nº 1830/83. - a
DS Bo
eventuais relações com as partes que de mim se S0corrame Senhor ,
selai sempre pela minha família, Colocai sobre mim, e apenas so -
bre mim, os perigos e as vicissitudes, pois É ao Policial que ca-
be enfrentar os perigos e as vicissitudes. Não permitai, Senhor ,
que meus filhos sejam olhados com desdém pelas outras crianças ou
que recebam desafeições Porque são filhos de um policisle Conce -
dei-me Senhor, o privilégio de jamais embotar a minha consciência
tornando-me indiferente É a dor, empedernido diante dos que delicas
quemsFazei, Senhor, com que eu possa sempre olhar o criminoso co-
mo um ser humano que se equivocou, mas que, como eu, é um filho?
ou um paieee Premiai-me, Senhor, com o milagre das lágrimas, quan
do as emoções assim o exigirem, pois quem É capaz de chorar, Se-
nhor, conserva no coração a doçura que vós Legastes às Vossas +
criaturase Senhor, dai-me, em Vossa infinita misericórdia, o domf
nio sobre minhas restrições, para que eu possa supergr minhas de
ficiências enão corrompa em face das facilidades que minha profis
são por vezes me apresenta» Para que eu seja tal modo forte, que
possa recusar as ofertas fiáceis dos que se encontrem em situações
dificeiseoo Protegei-me. Senhor, com as Vossas bençãos, para que
eu jamais perca a Fê, mesmo quando não houver pão em minha mesa,
e possa recorrer à paz de Vossa presença quando meu mundo estiver
intrangúiloo Se eu não puder, Senhor, ser um policial de verda
de, como de mim esperam meus filhos, minha esposa e meus pais; co
mo requer a minha sociedade; como determina o meu Estado, fazei ,
então, com que eu naturalmente me afaste dessas lides, ou, ainda!
Como prêmio final que eu venha a sucumbir nun desses combates diu
turnos, para que se diga que, pelo menos, soube comprdm bom q Mis
nha Última missãosoo Eu julgo da mais alta importancia essa ora -
São policial, porque vem se acalhar no dia a dia, na nossa luta ,
Pela ordem, pela segurança e pelo espírito,digo, pelo respeito
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4 To A Nº 1830/83 Fls. 06
...
Esta oração eu deixei, fiz referências justamente em homenagem ao
dia do Policial, a todos aqueles policiáis que através dessa Emis,
sora da Radio SOBRAL em casa nos ouveme Aproveitando ainda a Tri-
tuna para finalizar queria fazer uma “proposição nesta Casa, que *
seja levada uma indicação ao Poder Executivos Talvez mais que um!
Vereador já recebeu essa demíncia. Em reuniões passadas aqui neg
ta Casa eu vi tecer alguns elogios a um motorista de táxiy porque
havia prestado um trabalho de socorro ao enfermo, Achei notável *
se dar um elogio a quem presta um tipo de trabalho desseso Mas, *
talvez, por detrás disso tivesse outro fim, Os motoristas de táxi
da Praça Roberto Cardoso me procuraram e acredito que procuraram*
outros Vereadores, para falar de que em reivindicar, alegando um*
carácter ilegal da cessão de táxi de uma residências Analisando a
situação, vendo a localização daquele ponto de táxi, elegem que”
não existe 100 metros do ponto delese Eu nunca tinha visto ponto?
de táxi em casa, foi a primeina vez que eu vie Não vou discutir'
se É útil ou não, porque embora seje útil tem que respeitar os +
princípios da lei e o direito de adquirir dos outros motoristas o
ali naquela Praça Roberto Cardoso o ponto É entigo, tem oito moto
ristas para que a maioria deles fazem da profissão o seu ganha *
pão e que muitas vezes o dia todo fizeram uma corrida para poder
levar o pão para a sua Casa, como foi o caso que me disse tem —
bém um motorista de táxi que chuleava uma corrida gmbnhã toda e
foi perto de meio-dia que apareceu uma e foi por este mesmo mo-
torista de táxi que tem tiixi na sua casa que foi levar O passagei
fo Então, é a minha proposição, Senhor Presidente, é no sentido?
de que se encaminhe ao Poder Executivo para que seje através do +
Setor competente que É o Conselho de Transportes, ver se este i
ponto de táxi preencheu todas as formalidades legais, se foi oum
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vido, se foi manifestado ou foi dado referência dentro do Conse -
lho de transportes, porque entendo eu quesese
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - O Colega me permite um aparteo
(aparte Concedido), Esta Casa tem dois representantes do Conselha
de Transportes, na última sessão não participei, mas me consta *
que o meu companheiro daquele trabalho Arcilon Belomar Pereira
tenha participado dessa sessão e, nesta sessão, segundo eu sei, !
ficou reprovado a existência daquele pontos Não ? Então eu estou!
mal informado, mas não foi discutido o assunto ?Se foi discuti-
do qual foi o rumo que foi dado ? Considereram ilegal ou legal ?
VEREADOR ARCILON BELOMAR PEREIRA - Nós estamos espermúdo uma *
comunicação por escrito para o Conselho, que seje feito uma de -
núncia por escrito ao Conselho, que foi deliberado que o Presi -
dente, os membros do Conselho não aceitariem mais denúncias ver -
bais, somente por escritase
PRESIDENTE EFRALDO MACHADO - O Colega me permite um aparte (Apar—
te ConcedidO)o O Vereador poderia citar o nome do proprietário do
têxi ?
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - José Medeiros, o popular Be
gunças E
VEREADOR LEÃO LONIRES RODRIGUES DA SILVA - O. Colega me permite um
aparte. (Aparte Concedido)e Eu acho que o Vereador está se refe
rindo da liberação desse alvará de táxi, não no atual mandato A
mas sim do mandato anterior, do Prefeito Ruy Carvalho Saraiva o»
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Estaria errado de qualquer ma
neira, eu sei que foi no mandato passados E como existe o Conse-
lho de Transportes que concede, O Senhor Prefeito tem que ouvir o
Conselho a respeito da concessão do local de táxi. Então o téxi +
Seria um veículo de prestação de serviço, deve ser colocado em *
locais públicos, não em casa, nunca vi dizer que exista caso des
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SSBUTIA ma,
BAN
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ada Ea A boo, Fls. 08
ses noutro lugsr, e desrespeitando de maneira de saltar aos olhos
pontos de xi qá antigos que existe ali, já falei, pessoas que
fazem da profissão o seu ganha pão. Então devemos respeitar, com *
todo o meu respeito a pessoa do Senhor José Medeiros, eu sei que
é um cidadão de respeito, cidadão de destaque nesta cidade, mas O
ponto do seu táxi está errado, nós temos o dever de demunciar +
aqui nesta Tribuna e encaminhar a nossa reivindicação ao setor *
competente para que seje examinado com muita atenção esse caso ,
que se está errado eu acho que esse alvará deve ser sustado ime-
diatamente, não podemos permitir que as coisas prossigam erra -
dase Muito Obrigados
PRESIDENIE ERALDO MACHADO - Vereadora Zinsh da Costa Gonçalveso
VEREADORA ZINAH DA COSTA GONÇALVES - Senhor Presidente, Senhores
Vereadores, pessoas que nos visitam, ouvintes da Rádio SOBRAL o
Hoje vou falar, inicialmente sobre TIRADENTES Tiradentes o máre
tir da Independência do Brasile JOAQUIM JOSÉ DA SILVA XAVIER, é *
considerado o grande mártir da Independência do nosso País. Nasi
ceu em 1746, na Fazenda do Pombal em Minas Gerais » Seu pai era
Em pequeno fazendeiro. Tiradentes não fez estudos das primeiras
letras de modo regular. Aos 9 anos ficou órfão e precisando ga -
nha” a vida, pôs-se a viajar pelo inteúhor como mascatee Foi!
nascate, pesquizou minérios e foi médico prático, tornou-se conhe
cido por sua habilidade com que arrancava e colocava novos dent
tes feito por ele mesmo, com grande artes Pertenceu ao Regimen-
to de Dragões de Minas Gerais, ficou no posto de Alferes, coman
dsndo uma patrulha de ronda de mato, prendendo ladrões e assa-
Ssinos, Varias vezes preterido na sua promoção de Posto, resol &
Veu voltar a mineraçãoe Suas andanças pela Capitania, fizeram-no
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Conhecer a pobreza em que vivia o povo e O gacrificio E :
devia fazer Ea pagar os altos “Impostos à CoroasNo Rio de Jane a
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e
...
ro em 1788, chegou a apresentar ao Vice- Rei, Projeto de canaliza
ção dos rios Anaderaí e Maracanã, para melhorer o abastecimento *
ge água da cidades O Vice- Rei não acreditou nos seus planos, mas
eles foram executados, mais tarde por Dom João VLe Em 1788, deci-
diu lutar e fazer do seu País uma República Independente, Estando
no Rio de Janeiro, 1788 falou de seus ideais a José Alves Maciel,
que tinha regressado da Europa, onde convivera com a revolução *
Franceza e, que também acreditava na possibilidade de dar melho —
res condições de vida a gente brasileira, Dirigiram-se a Vila Ri
ca e uniram- se ao desembargador Tomaz antônio Conzaga, ao Advo-
gado Claudio Manoel Costa, Coronel Inacio José Alvarenga, Cel,
Francisco Paulo Freire de andrade e outrose O movimento devia de-
flagar no dia da DERRAMA, nome que se dava a cobrança de impos-
tos, porém, Joaquim Silveiro dos Reis, Basilio Malheiro do Lago ,
Inácio Corrêa Pamplona e outros que se faziam amigos e companhei-
ros, trairem, isto É, delataram a revolução do Governador. A bei
ra da nova República seria toda branca com um triêngulo verde no
centro e a inscrição em volta dos seus ladose LIBERTAS QUAE SERA?
TAMAN, que seria Liberãade ainda que Terdias Tiradentes achava-se
" nóvemente no Rio de Janeiro e ao perceber que estava sendo vigia,
do, tentou fugir para Vila Rica, mas foi preso na rua dos Lato-
eiros atualmente Gonçalves Dias, Instaurarem 2 processos, um em *
Vila Rica outro no Rio de Janeiro Passaram 2 ou 3 anos até que *
Se proférisse a sentenças Onze conspiradores haviam sido condena-
dos a força e os demais deveriam sofrer pena de degredo perpétuo
Fo dia 20 de abril foi proferida nova sentença. Apenas o Alferes
Joaquim José da Silva Xavier devia ser enforcado, pois, foi o
Único que não pegou a participação no movimento e no dia 21 de +
abril de 1792, TIRADENTES foi levado a cadeia velha, onde hoje ,
Se acha o Palácio Tiradentes, para o patíbulo erguido no campo +
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e BUTIA
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A TA Ve 1830/83 nm dó
E el E
são Domingos. O Povo acompanhou consternado todos os movimentos .
As doze horas executou-se a sentença, seu: corpo foi em seguida
seu corpo foi esquartejado e sua cabega foi erguida em poste em
Vila Rica, arrazeram sua Sasa e declararam infames seus dependen -
tes, mas O ideal de Tiradentes foi realizado 30 anos depois, com
a Proclamação da Independencia do Brasil, sendo considerado o Sím
bolo da nacionalidade Brasileira. E hoje como É o dia do POLICIAL
a nossa homenagem sincera, muito otrigado Policial por tudo aqui-
lo que fazes por nossa cidade, Muito Obrigados Faço um pedido de
Indicação ao Executivo Municipal. Indica pedidos de providências"
ao Executivo Hunicipale Indicação nº 07/83. Faz leitura desta In
dicaçãoo Faz leitura de proposição nº 24/83, que propõe seja diri
gida pedido de revisão de luzo Faz leitura de proposição nº 25/83;
que propõe seja dirigido correspondência a Direção de Transporta-
dorese Por hoje era sóe Muito Obrigados
FRESIDENEE ERALDO MACHADO - Vereador Dilon Oliveira Gonçalvese
VEREADOR DILON OLIVEIRA GONÇALVES - Senhor Presidente, Senhores *
Vereadores, pessoas que nos visitam nesta noite, nosso digno re-
-presentante da classe mineira Vice-Presidente do Sindicato dos Mi
neiros, Moacir Meirelles, nosso Secretário de Obras, Aldo Pagani,
nosso Secretário de Administração, Senhor Elson, ouvintes da SO —
FRALe Solicito seja encaminhado ao Executivo Municipal, pedido pa
ra colocação de rede se iluminação pública em rua sem denomina
ção na vila Recreio, onde residem os seguintes moradores: Tales?
Lima, Gira Carvalho, Antônio Guedes, Francisco Catrielo Faz re —
ferência a necessidade de revidão pela CEEE de problemas que acon
tecem em redes da mesma, no Municípios ( NÃO FOI POSSÍVEL COPIAR*
O RESTANTE DO PRONUNCIAMENTO DO VER. DILON, POR DEFEITO DE GRAVA «
ão),
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Josg Carlos Menezes da Sil -
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Ba
Eber
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veirao
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Senhor Presidente, Se-
nhores Vereadores, Secretários do Executivo, demais pessoas que *
nos visitam, ouvintes da SOBRAL Indica sejem procedidos reparos"
nas ruas Washintonluiz e Julieta Carvalho Gonzalesg Solicita vo —
tos de pesar pelo falecimento do Senhor Romário luiz e pelo fale-
cimento do filho do Diretor da rede Lebeso Agradece ao Sub-Prefei
to do 3º Distrito pelas providências tomadase Solicita revisão -*
da estrada Passo dos Carros a Estiva é estrada Passo das Tropas ,
reitera pedido de aguação em rua da Vila Custódio e rua Florenti-
no Gonzales até a Gelo Antônio Vicente de Carvalho.Reitera pedi-
do de colocação de abrigos em paradas de mineiros. O restante do
pronunciamento não foi possível ser colocado por defeito na grava
çãos
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Pediria ao Vereador Idelberto Tailor
Souza Machado que assuma a Presidência dos trabalhos para que eu
faça uso da Tribunas
PRESIDENTE IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Vereador Eraldo Ma -—
chadó.
VEREADOR ERALDO MACHADO - Senhor Presidente, Senhores Vereadorese
Indica sejam tomadas providências para colocação de mumeração em?
residênciase Refere-se a necessidade de criação de um posto da *
CEEE, em Minas do Leãoe Restante do pronunciamento não foi possí-
vel ser colocado por defeito na gravaçãos
PRESIDENTE IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Assume novamente os!
trabalhos o Vereador Eraldo Machadoo -
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Adão Nogueira dos Santos
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SAMIOS - ( Não foi possível copiar o
É > “
início desse promanciamento por defeito de gravaçãodo Aqui tenho
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ue
bear
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SA A A Nº 1830/83 Fls. 12
o ofício final do Senhor Prefeito ao Presidente da CORSAN, onde?
ele diz o seguinte: Em resposta ao Vosso ofício nº 193 Gp-83, de
13 de abril próximo passado vimos agradecer a Vossa Senhoria pe
1a atenção dispensada ao problema exposto em nosso ofício demons
trando assim grande espírito de colaboração e inegável capacida-
de para resolver problemas que afligem a todas as comunidades e
Outrossim, confie em nossa concordância, abro a porta de parti-
cipação conjunta entre essa Companhia e a Prefeitura de nosso Mu
nicípios
VEREADOR GARIOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - O Colega me permite
um aparte. (Aparte Concedido). Com referência ao assunto enfor-
cado, É de se ressaltar que a água sai do açude, vai pelo mesmo
cano até a caixa d'água que fica do outro lado da ER-290 e, por
esse mesmo cano vem a água de volta para a nossa cidade, quer di
zer, que esse cano tem dois percursos, o de ida do açude ate” a
caixa e pelo mesmo cano vem a água da Caixas Nesse momento em *
que É deslocado a pagua da caixa para a cidade aí então existe *
um problema da pressão de se encontrer a água ou muitas vezes +
ainda a água vir se deslocando do açude em direção a caixa e se!
larga da caixa para abastecer a cidade, então, existe a pressão!
e hão arrebentemento de canos, basta dizer o asfalto que toda?
aquela estrutura é arrebentada, é vasada; então entendo que essa
atitude da CORSAN que ela vinha sofrendo denos constantemente"
É uma atitude, coerente em participar, em ajudar a nossa Prefei-.
tura, Obrigados : .
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Mas está ajudando. Eu hamen
to, Vereador, em virtude do seu aparte, que solucionado esse *
Problema, este ilustre Vereador naquela sede insaciável de auto-
Promoção não vai ter mais asfalto rebentado pera discutir, embora
todas as vezes em que o ilustre Vereador participou do assunto *
eco
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oO BUTIA
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Bitiá, 21 de abril de 1983
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...
lhe mostrei que o assunto tinha éscapado às mãos do Executivo Mu
nicipal, a perte que cabia ao Executivo Municipal, e com a!
confirmação, se & necessário o testemunho do Senhor Secretário!
de Obras que aqui se encontra, a parte que cabia ao Município
era feitas
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH — OQ Colega me permi
te um aparte. (Aparte Concedido)e Com referência a este asfalto
que ficou um mês trancando o acesso nesta cidade e vice-versa ,
isso aí que devia simplesmente que eu já falei aqui, ocupei!
várias vezes essa Tribuna para fazer essa reclamação de simples-
mente colocar brita ou terra, permitir o vai e vam, o fluxo de
automíeis, que isso aí tantes desagrados causou a nossa comuni-
dade, então que não ficasse trancando por esse período todo de *
um mês, que veio essas máquinas arrumar esse asfalto ficaram um
dia pera aprontar aquilo ali e teve um mês trahcado enquanto *
que ocuparam um dia para fazer aquele serviço de cinco metros ali
na faixa de nosso cidadee Obrigados
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - ' Eu gosto de sua maneira re
petitiva de se auto-promover, gosto mesmo, Vereador, acho uma
qualidade no Senhor, porque o Senhor sabe perfeitamente e lhes *!
expliquei não foi uma nem duas, foi todas as vezes que o Senhor?
voltou com o problema de que asfalto não se põe em cima de sreia
ou de terra solta, asfalto B6) se põe em cima de uma estrutura!
que É exatamente o que coube a Prefeitura fazer, a Prefeitura *
não tem Usina de asfalto, a Prefeitura não tem caminhão para *
tuscar asfalto, para despejar ali, então o que poderia a Prefei
que era exatamente preparar o pré —
tura fazer mais do que fez,
fazer, viesse fa —
asfalto e esperar que quem tinha condições de
zere Então no seu entendimento, eu não entendi onde o Senhor
j e permito um,dois,
quer chegar. Vou terminsr o meu reciocínio e lhe P reina
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a BUTIA
Nos,
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pão A T A Nº 1830/83. Misc
dez apartes, quando o Senhor quiser, Se NÓS eco
TEBEADOR CARIOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Não me aponte o de
do, Vereadore
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Está bem, Isso É uma menei
ra que eu tenhó de falar ao Senhor e, acho que também não vai!
indo ai nada de mais, mas se vai me perdoe, não é essa a mi
nha intençãoe E se o Senhor fizer isso comigo tem o perdão tem-
bém ou nêm lhe chamo atençãos Mas nós não femos desmanchar o
que estava feito apenas correndo o risco de hoje botarmos a areia
como o Senhor pedia ou cascalho para darmos acesso e no outro *
dia chegar o caminhão com o asfalto que voltar com o asfalto por
que o que tinha sido feito tinha sido desmanchados
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - O Colega me permite
um aparteo (Aparte Concedido). O Senhor falou muito bem mas no!
meu entendimento nada justificou já vou dizer porque, antes po-
rém, me parece, quem está querendo promoção É Vossa Senhoria *
em virtude de trazer a tona O assunto que já foi enterrado,
que já foi sanado o problema, vem ocupar essa Tribuna para tra-
zer um assunto resolvido, uma vez que existe ôs meios de comuni-
cação para comunicar que tal dia vem as máquinas, não sei de on-
de, arrumat esse problema que sej em 24 horas ou 48 horas isso *
aqui É sanado, essas máquinas poderiçm vir, basta comunicar que
elas ri a disposição para vir x dias e que não precisava e
É tão provado, ouvi várias reclamações, presenciei, teve mais de
un mês interronpéndo o trânsito da nossa cidade mm total abando
no, Uma vez que em poucas horas foi arrumado aquilo àli, em ques
tão de horas ou de uma manhã foi arrumado, enquento que teve trin
ta dias parado, não era promoção minha, era um ato ade na
Clamação ão povo e que eu acredito que estou respaldado por essas
N i 1
Pessoas de reciocínio e de bem é, é muito trite para nim ques
eo.
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Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
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A T A Nº 1830/83 Flso 15
eo
voltar ao assunto que já £oi enterrado volter a tona, Vereador,
eu da minha parte dou por encerrado esse assunto, salvo se Vos-
sa Senhoria vier novamente puxar o assunto. Obrigados
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - A finalidade primeira da mi
nha passagem por esta Tribuna foi exatamente demonstrar a solu à
ção que foi encontrada para aquele problema que ficou lá, por-
que enquanto tiver aquela rede de água embaixo do asfalto o pro-
blema permanecee O Senhor não concorda comigo ? Então aqui está!
t
o primeiro passo para a solução definitiva do problema, se me
alonguei, se o assunto tomou esse rumo foi exktiamente pelos apar
tese Muito Obrigados
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Carlos Marion Guerra Schna-
delbache
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Senhor Presidente,
Senhores, sutoridades presentes, nesse dia feriado, que nos hon-
ram com a sua presença que muito nos alegra Foi feita uma homena
gem nesta Casa hoje pela passagem da data em que morreu Tiraden-
tes, conhecido este nome histórico como JOAQUIM JOSÉ DA SILVA XA
VIER. Digasse de passagem que já foi homenageado nesta Casa,
já foi contada a sua vida, pregressa, então, uma coisa ressalto *
nesta figura ilustre, Senhores Vereadores, Senhor Presidente, pre
sentes, ouvintes da Rádio SOFRAL, ele no passado era conspirador ,,
ele era contra as idéias vigentes neste País, ele era em outros
termos um subversivo e assim sendo ele foi morto em praga públi
cae, disse sendo ele foi morot, disse mimitos antes de ser!
enforcado e esquartejado: cumpri minha palavra, morro pela li p=
berdadeo Senhores, observem essas palavras finais desse homem ,
desse mértir da independência, ele era subversivo e dizia que *
morreu pela liberdade e, hoje é patrono das polícias militares,
este homem está marcado na história do Brasil para o resto da vi
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ed
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da, a este homem o nosso preito de homenagem, a nossa gratidão a
...
este homem que no passado era subversivo e a história virou, ho
je ele é um herói chemado Mártir da Independência, Senhores *
após essas pelevras em homenagem a Tiradentes,eu quero déixar *
aqui nesta Trituna o meu protesto a minha insatisfação e só o
que eu posso deixar mercado aqui nesta Tribuna pelo, começanco o
assunto, o desconto do INPS, pelo desconto da folha de pagamen
to através do sumento do INPS do trabalhador e esse mesmo INPS *
que teve o seu quinhão aumentado ele veio a dimimir o atendi —
mento Hospitaler enfim, em toda a sua estrutura foi dimimuindo
a parte médica e hospitalar, hoje um paciênte com baixa hospita
lar se dirige por exemplo ao Hospital de Arroio dos Ratos e no *
Hospital o médico lá copra dois mil cruzeiros e se não paga pode
embora, porque não tem lugar, não tem acento, paga os dois mil?
cruzeiros ai o Senhor tem direito a baixar e essa a situação que
nós nos encontramos com referência ao internamento Hospitalar +
Então, me cabe simplesmente protestar e deixar o meu repúdio ao
que vem acontecendo da mesma forma fica aqui o protesto, porque
não posso fazer mais nada como um simples Vereador, a não ser !
protestar ou mandar, ou pedir a essa Casa para que faça alguma!
rroposição, alguma indicação Com referência a mudança do INPO,
índice Nacional de preços ao Consumidor, os Senhores sabem que o
saléxio do trabalhador, ele É basendo no INPE e esse INPC É +
calculado É majorado pelo UBGE, como se sabe se o cidadão tem +
pouco dinheiro para gastar, o comerciagte, o industrial, ele
vai render pouco, porque o povosnão pode gaster muito, então ele
não pode vender, ele vai vai vender menos, porque o povo não tem
renda, não tem o mumerário sufioiente para adquirir produtos que
ele deseja, então o INPG sendo alterado, que essa alteração, que
Por sua vez venha a diminuir o salário do trabalhador, vejam os!
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So
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A 7 A Nº 1830/83. Fls. 17
ces
“Senhores que existe no Congresso Nacional um Decreto lei do Govet
no tirando os dez por centos do aumento do trabalhador que ganha
até três salários mínimos, isso aí é decorrência de imposiçad do
FI, então o FNI vendo que o salário do trabalhador vai ser di-
minuído em virtude que a Câmara está prestes a não aprovar essa
diminuição do desconto do aumento do trabalhador, que É em dez
por cento, então à INPC está manibulando os dados através de uma
média geométrica, e essa média geométrica visa a que o trabalha
dor tenha o seu indice de rejustes diminuído, então aqui fica O
nosso protesto por essa mudança, diga-se de passagem três funcio
nários do IBGE, homens que eu não sei o nome, mas sei que eles
pediram a sua demissão desse Órgão que faz o cálculo do indice de
gumento do trabalhador, que esses três homens não aceitaram na
época certas distorções existentes no IBGE esse drgão que faz o
cálculo do aumento do índice a ser corrigido do salário do traba
lhador, eles não aceitaram certas distorções lá dentro e pedi i
ram sua demissão em protesto a essa atitude do IBGE, três funcio
nérios de categoria, de carácter, de personalidade pedirem a sia
demissão e o IBGE por sua vez não veio a fazer nenhuma distor-
ção no aumento do trabalhador, agora aparece aqui com a mudem
ca de: cálculo no fndice através da média geométrica do cálculo!
do. INPG, então fica aqui nesta Casa O repúdio deste Vereador :
com referência a essa menipulação que no meu entender só pode
vir em desagrado e que não É em boa hora, então fica aqui re ps
ata dessa Casa esse meu pensamentos Com referência
,
gistrado na:
a rua Getjílio Vergas, inicio da faixa interna da nossa cidade,
então no inicio do acostamento devido a erosão, está terminando?
com o acostamento, então sugiro indicação por parte dessa Casa *
afim de que o Executivo tome providências, afim de que não!
venha prejudicar, com essa erosão não venha até o asfalto prejum
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Esto
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sê A T A Nº 1830/83 Fls. 18
dicando, já que não temos Usina de asfalto, então sugiro que se
evite através de, contornando, arrumando oncostamento que está!
com valas, está prejudicado devido a erosão Também sugiro *
através de indicação dessa Casa dirigida ao Conselho de Transpor
tes no sentido de que faça uma tabela para os táxis de nossa ci-
dade, em virtude de não haver distorções quanto ao preço cobra-
doe ee ,
VEREADOR ARCILON BELOMAR PEREIRA - O colega me permite um apar-
tee (Aparte Concedido)e A tabela já está confeccionada e
acho que até já entregue aos motoristas de txise ,
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Ohigado Vereador,
pelo apartee Hoje mesmo eu conversei com um e não chegou pelo *
menos a esse motorista de táxi a tabela dele. Obrigado por ester
a caminho, que essa tabela venha a beneficiar o próprio texista
vêm beneficiar o usuário do táxi, uma vez que tem a tabela não?
“existe distorções e por sua vez ampas as partes tanto o taxista?
como o usuário saem satisfeitos em virtude do poder público tert
tabelado, terifado - preço do uso do táxi. Tembém sugiro indica
ção a essa Casa dirigindo ao Executivo Municipal, com referên
cia ao luminoso que está em estado precário, não está embele —
zanãdo mais a paisagem de nossa cidade está trazendo empobreci —
mento do visual ali existente na Leandro de Almeida com a faixa
de nossa cidade, ou seja, Rua Getúlio Vergas devido a estar su-
jo, nem está mais ligado, então eu sugiro uma medida do Poder +
Executivo afim de arrumar ou tirar aquele luminoso do centro da
cidade. Também sugiro indicação com referência ao nosso Interior
do Município que já foi falado aqui dessa ;rituna, que já *
foi muitas estradas, já foram arrinadas, então sugiro aqui indi
cação dessa Casa no gentido estrada geral da Quitéria antes da!
ponte do Ludovico devido ao escosmento pelo leito da ma, então,
see
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ss A To A nº 1830/83 Fis. 19
formam valos no meio da estrada geral da Quitéria, então é apenas
um lembrete, que eu sei que o Executivo está arrumando as estra
ãas do interior, eu apenas faço um lemiréve, pois não Vereadore
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - O Colega me permite um apar-
tee (Aparte Concedido). Também posso lhe dizer que chegou um
póuquinho tarde, passei hoje lá e estava instalado » Muito Obri-
gados
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Obrigado Vereadoro
É sinal que o nosso Executivo também não vem sofrendo muita erí-
tica por parte dessa Casa, esta a altura, porque eu passei a
poucos dias, em torno de três, quatro dias lá se encontrava essa
vala no meio da rua, meus “parabéns ao Executivo pela sua efi
ciência e que assim prossiga, que É a esperança do povo e” tam-
desses Vereadores para sanar os problemas dessa comunidades Se —
nhor Presidente, ouvintes presentese Muito Obrigados
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Arcilon Belomar Pereiras
VEREADOR ARCILON BELOMAR “PEREIRA - Senhor Presidente, Senhores Ve
aqui se fazem presentes, ouvintes da SO-
readores, Senhores que
Tribuna trazer duas proposições e
ERAL. Venho hoje através dessa
duas indicaçõeso Faz a leitura da proposição nº 21/83, que propõe
formação de Comissãos e que junto também seja tratado nessa *
Comissão sobre a instalação dos telefones DDD que quando da ven
da foi prometido para trinta meses e hoje já fazem trinta e qua-
tro meses e nem o prédio foi iniciados Também faz leitura da pro
Posição nº 22/83, que propõe formação de Comissãos Faz leitura *
de Indicação nº 05/83, e aproveita o ensejo da presença do Secre
téário ge otras, indica ao Poder Público, colocação de sinaliza -
São em ruage Faz leitura de Indicação nº 06/83, que indica constru
e
ara o momento Presidentee
ção de capelas Era o que eu tinha P
Muito Obrigados
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om,
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... ATO AM 1830/83 Fls. 20
FEESIDENTE ERALDO MACHADO Vereador Idelberto Tailor Souza Macha
doe
VEREADOR IDELEERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Senhor Presidente, no
tres colegas Vereadores, Secretários Hunicipais que nos visitem
representante; do Sindicato dos Mineiros, Senhor Moacir, colega
batalhador da ceusa trabalhsita na Mina do Leão, companheiro an-
tônio Corrêa, pessoas que nos ouvem através das ondas da Rádio!
SOBRAL. Tenho recebido críticas de colegas de oposição por não
ter um discurso agressivo, digo a essas pessoas que oposição *
não se faz com discurso agressivo de que tenho participado de *
alguns seminários de meu partido e sabe-se que após uma eleição
de que fomos derrotados geralmente as pessoas deixam de pertici
par, participei de um Seminário da Região Cartonffera em compa -
nhia da nobre Vereadora Zinsh, participei, de um seminário:a ní —
vel estadual de Reorganização partidária do qual fui o único *
representante de Butiá, então eu estou preocupado com a organia
zação de meu partidos Depois de ouvir de colegas homenagens pe
lo dia do policial, Tiradentes, eu tembém tenho uma homenagem"
a prestar pela passagem do dia dezenove de abril, dia do Indio
e para satisfação nossa que grande parte de nosso povo vem de?
origem Indígena e nós hoje do PD? temos orgulho de ter na Câ -
mara Federal um representente, o nosso companheiro JURUNA, es -
tou talvez até um pouco exaltado, não digo magoado com o cole
Ea, não gostei de uma manifestação pública de um Vereador, onde
em um local público me disse que eu teria votado contra um Pro
jeto seuenctroca de um emprego, a essa pessoa eu digo, conciên
cia não se vende. Na reunião anterior o Líder da bancada do PDS
tinha em suas mãos a agenda do Prefeito, sei que está nos seus?
direitos e nós que morsmos no Leão como deve ser o problema do
Dilon, não gei so ele também tem, e talvez também chegasse a +
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Eber
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e. da A MR 183083 Fls 21
nossas nãos se possível a agenda do Prefeito para a semana poste
rior, às vezes, nós que nos deslocamos do Leão a gente não sabes
pode o Prefeito estar viajando a serviço da Prefeitura tuscando!
melhoramentos para o nosgo Município e então se possível nós '
também viéssemos a receber essa agendas
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - O Colega me permite um apar-
tee (Aparte Concedido)o Vereador, eu acredito haver aí um erro"
de interpretação ou enagno, agenda do Prefeito em minhas mãos
o Senhor viu ? .
VEREADOR IDELHERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Não, agenda o que eu!
digo, É onde ele esteria na próxima semana, o dia que ele *!
iria a Porto Alegre para tratar assuntos do Município, o Senhor?
Inclusive usou quando usava a palavra mm pronunciamento de um
colega de oposição não lembro qual, você disse que aquele pro
lema estava sendo solucionado naquele dia e para que nós não!
viéssemos aqui talvez, reivindicar alguma coisa que o Prefeito *
estivesse em andamento se possível...
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Isso aí e a agenda tem uma *
diferença muito grande, não é Vereador!
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Então o Vereador in-
terprete isso ai como Vossa Senhoria pensa, que se mude o nome *
se assim entender, mas se possível nós recebessemos o dia que /
ele estaria em viagem tratando de algum assunto, se possível, não
estou reivindicando. Falava o Vereador Fernando, o Nobre Colega
Fernando de que não tinha conhecimento de Ponto de Taxi em Casa,
só a título de esclarecimento eu peguntaria se o Senhor tem co-
nhecimento de Taxi com telefone em Casa?
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Tenho conhecimento de Taxi cm
telefone em logradouros públicos, em praça pública, em locais pú
blicos, mas em casa não, em casa qualquer um motorista de Taxi /
“eo.
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Butia, 21de abril de 1983
raia ATA Nº 1830/83 £18.22
ge tivesse telefone em casa poderia atender igualmente, acho que
é un privilégio para quem pode ter um telefone emcasa, se eu /
sou taxista e posso ter um telefone em casa, obviamente se requi
sitarem o meu trabalho é com todo o prazer que vou fazer.
VEREADOR IDELBERTO TAIIOR SOUZA MACHADO - Muito obrigado, eu só
queria um esclarecimento do Nobre Vereador. Tembém hoje, 21 de
abril, exatamente a um mês da nossa primeira reunião da abertura
dos trabalhos dessa Casa, o nobre Vereador Fernando também usan-
do da palavra na Trituna disse que o BANRISUL já estava se movi-
mentando para levar um posto avançado para a Mina do Lego e, (o)
nobre Pesidente perguntou se teria um prazo, falem em sessenta /
dias, trinta, e a comunidade da Mina do Leão contirua esperando/
que o BANRISUL se movimente nesse sentido. Por hoje era só. Mui-
to obrigados
VEREADOR ERALDO MACHADO (Presidente ) - Vereador Dorvely Subtil Bar
bozas
VEREADOR DORVELY SUBIIL BARBOZA — Sr. Presidente, Senhores Verea
dores, Secretários Municipais que aqui nos visitam, Vice-Presi —
dente do Sindicato dos Mineiros, também comandante do Sindicato/
dos Trabalhadores da mineração a qual eu faço parte, o meu boa /
noite. Sr.Presidente, trago aqui uma solicitação junto ao Senhor
Secretário de Obras, é trocar uma lômpada que está queimada na
rua Emílio Rodolfo Gerber, quem vai daqui da rua do Comércio, ma
ig ou menos .50 metros depois da rua Fernando Segura, fica na /
frente da residência da Senhora Marly Duarte, a lômpada está /
queimada e, eu pediria ao nobre Secretário de Obras que aqui es-
tá nos visitando, esta providência, Solicito também, providênci-
as da Secretaria de Obras no sentido de dar uma olhada num pro -/
blema de canos que exigte ali na rua Wanshington luiz, mais ou /
menos 100 metros da Garage Transcarvão, pois alí tem um bueiro /
que os canos estão inclusive fora do lugar, que conforme dizem os
...
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... E A Me 1830/83 Fls. 23
moradores ali que vierem me procurar, inclusive, eu tive lá ho
je de tarde dando uma olhada que quando chove inclusive, vem *
água por dois lados, então eu pediria ao nobre Secretário que
desse uma olhada ali e visse quais as soluções a tomar ali na -
quele problema. Também na mesma rua faço uma indicação ao Poder!
Executivo soliciter junto a CEEE o prolongamento de rede de luz!
de mais ou menos 150 metros na mesma rua Washinton Luiz, rua es-
ta que esta a fim de que seja pelos moradores tomada essas provi
dênciase Também solicito ao Senhor Presidente aqui desta Casa que
seje consignado votos der pesar pelo falecimento da jovem Rose-
lia de Oliveira que foi atropelada em Porto Alegre, inclusive ,
era irmã da Solange que trabalha aqui na Loja Bons Amigos, jo -
vem esta que era minha emiga e que inclusive, trabalhou tembém*
aqui no Batiá, trabalhou ali na Tipografia Condor e depois foi!
trabalhar em Porto Alegre lamentavelmente falecendo longe dos *?
amigos e longe de sua cidade. Então ser for aprovado esse meu pe
dido pelos nobres Vereadores eu peço enviar correspondência a fa
mília enlutada, Faço aqui um pedido, um apelo pois q muito te-
nho sido procutado pelos moradores ali da minha zona por um pro-
blema que eu venho lutando a dois meses e não consigo resolver ,
então eu faço um apelo aqui a Prefeitura Municipal que dê um!
jeito em cortar os matos que está dando preocupação aos morado-
res que passam de madrugada ali por aquela rua, os trabalhado
lheres, as criançasy que as vezes saem para o
,
Tes da Riocell, mi
Colégio de manhã cedo e agora vem o inverno e às sete horas
ainda É noite, eu mesmo é os moradores eli que saem para traba
lher de madrugada ficem na rua travessa Vorni Tavares com a!
rua Piratini, pois ali tem um terreno que É, se não me engano
de uma femília, família tradicdopal aqui neste nosso Nunicípio,
não queria trazer este problema aqui pera esba Tribuna, mas se
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eee
tenho uma Tribuna em minhas mãos, se tenho a força de resolver as
coisas que estão prejudicando a comunidade, fui obrigado a tra-
zer, que é da família Gonçalves, falei com o Victor Hugo, pare
ce, se não me engano, um dos herdeiros daquele terreno ali e, !
ele me disse, falei com ele, pedi carinhosamente que ele desse!
um jeito naquilo ali, em cortar ou mandar cortar, pois ali tem
uns matos de maricá que, inclusive, no verão servia para moto
queiros e maconheiros fazer ali as suas fusarcase Eu como re —
presentante do Município, representante, tem dizer daquele bair
ro e que moro no bairro, “peço, faço um apelo aqui ao Verea
dor Dilon que É da família, falei com o Senhor Marino também ,
que É Vice-Prefeito e não consegui providências nenhumas
VEREADOR DILON OLIVEIRA GONÇALVES - O Colega me permite um apar
teo (Aparte Concedido )e Olha , Vereador, eu acho que eu pode
ria uxiliá-lo nisso aí, agora quanto ao Senhor dizer que é !
da família, acho que o Senhor está enganado, pois não pertence!
a família e gim de filhos do falecido Hugo que tinha Madeirei-
ra Gonzales alio
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Então não É da família Gon -
galves?
VEREADOR DILON OLIVEIRA GONÇALVES - É da femília Gonzales. Eu sou
Gonçalvese
VEREADOR DORVELY SUBIIL BARBOZA - Mas É do mesmo ninho, é da mes
ma família em conjunto e pelas amizadese Sei que causei risos?
aqui nesta Casa, mas O que eu peço aqui é que tome providênci-
as naquilo ali, porque, inclusive, Vereador Diloneee
VEREADORA ZINAH DA COSTA GONÇALVES - O Colega me permite um a-
Parte. (Aperte Concedido )e Estão colocando lixo ali naquele ter
Tenoj naqueles matos, aquilo É um mato mesmo. Obrigada.
VEREADOR DORVELY SUEPIL BARBOZA - Aquilo eli está atirado, in.
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...
clusive, ele pediu que colocasse ali um soldado psra cuidar *
durante a noite, isso É lamentável, a falta de soldado que tem *
ali na nossa cidades Tem proposição de colegas Vereadores aqui*
para tenter conseguir mais soldados e este Senhor me largar isso
áíe Ea peço então a algum órgão êompetente municipal que tome pro
vidência junto aquele problema ali que está causando tanta preo-
cupação, porque durante o dia são várias reclamações que me são *
feitas, então hoje eu aproveitei esta Tribina para fazer essa '
reivindicaçãos Solicito também ao Executivo Municipal aguar a!
pó de
rua XV de novembro, pois esta rua contém um pó preto,
cinza, que durante o dia quando passam carros ali, tapa os
moradores de poeiras Venho aqui também me solidarizer om a
Campanha jovem Comunidade que foi lançada ontem pela escola Hai
rechem Rondon, Polivalente, e a qual fui convidado e tive a
honra de participar e, fiquei feliz ao ver ali aqueles jovens?
estudantes junto com a Direção da Escola se preocupar com o pro-
vlema crônico que existe aqui em nossa cidade que É o nosso Hos
pital. Peço aos moradores da cidade de Butiá que atendam esses
jovens que estão se preocupando por um problema que toda a com
: que é o problema Hospitale Vai uma
que eu meti verbalmente *?
mubidade está preocugada”s
proposição minha, Senhor Presidente,
na semana passada e que hoje vou metendo por escritos Está boni
ta a Bancada do PDS estão todos rindo Eu hoje até me sinto *
horrado em saber que estão rindo, porque quando eu pego este !
gou toda hora aparteado, todo o tempo aparteados É +
microfone
porque eu vim aqui para representar +
muito bonito isso aí,
uma comunidade e não para der risada, porque lugar de risada é
no circo e se tem palhaço nesta Casa que faleme
VEREADOR LEÃO LONIRES RODRIGUES DA SILVA - O Colega me permite"
VEREADOR LEÃO LONDRES RODRIGUES JA luta
um aparte. (Aperte Concedido)e Quendo o Vereador pronunciar ast
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eeo
palavras como devem ser pronunciadas ninguém vai achar graça e
Isso aí não é meter Projeto é enviar Projeto, por isso é que!
estou rindo e, está causando graça não É só amim, até os?
ouvintes de casa devem estar rindo do seu pronunciamentos
VEREADOR DORVEIY SUEPIL BARBOZA — Eu acho que não, nobre Verea
dor, porque os ouvintes de casa querem ver É trabalho e não ri
sada, porque não se vem para uma Casa do povo para der risada!
de um colega, porque se o colega vem fazer e, aqui não é projeto
que estou metendo, estou metendo É uma proposição, nobre cole-
ga, o nobre colega geralmente vem para dar risada, o Vereador *
Leão Londres vem para der risada e, eu não aceito isso aí, porque
eu vim para trabalhar e, se o Senhor não tem nada de pedidos *
para fazer, reivindicação nenhuma a fazer, que não venha para *
rir de seus companheirose Senhor Presidente, proponho a formação
de Comissão, considerando a constante reclamação da população *
em geral clamando por falta de Hospital, considerando que este *
problema vem se arrastando a muitos anos sem que solução se te
nha possitiva, considerando que não dá para proseguir a situa
ção atual, propomos seja formâda-uma comissão para tratar de ?
imediato do assunto, procurando solução nos brgãos de Previdên —
cia junto ao Estado e caso não se consiga algo de positivo, te-
nha a comissão atuação a nível de Ministério, tuscando uma solu-
ção definitiva para a instalação do Hospital de Batidão Senhor Pre
sidente, também venho aqui fazer uma solicitação junto ao Senhor
Prefeito Municipal que pessa providências junto a CEES pela '*
queda de luz que sofre essa zona aqui da baixada do campo do
até a minha rua ali, depois de dezoito ho
luz as vezês cai e as vezes sobe, en
dente que envie junto ao Senhor Pre-
Brasil, inclusive,
Tas tem um problema que &
tão, eu peço ao nobre Presi é
féito Municipal esse pedido de providências Por hoje era isso |,
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ai A T A Nº 1830/83. Flse “27
Senhor Presidente e Senhores Vereadoreso Eu agradeço as pessoas!
que aqui tem nos visitado e aos amigos ouvintes que tanto preo-
cupam-se em fiscalizar aquele que vem aqui para reivindicer al-
guma coisas Muito Obrigado,
ORDEM DO DIA
tu
FRESIDENTE ERALDO MACHADO - Colocamos em discussão as proposi -—
ções verbais dos Senhores Vereadores na noite de hoje.
VEREADOR LEÃO LONIRES ROIRIGUES DA SILVA - Eu perguntaria ao Se
nhor Presidente se estas indicações por escrito que foram lidas"
na Trituna se são consideradas verbais ?
FRESIDENIE ERALDO MACHADO - Não Só as proposições e indicações
verbais dos Senhores Verendorese
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Exatamente para que ficas
se claro este detalhe, Senhor Presidente, que as proposições são
apresentadas escritas, mas não sei se é regimental cu não 4
se É, mas que normalmente pode não ser, mas é um círculo vicio
so que todos nós criamos, trazer uma proposição escrita e lei
ali, essas que entrarem escritas não são consideradas verbais?
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Não, essas baixarem para as Comis-
sões, Colocamos em votação as proposições e indicações apresenta
das verbais pelos Senhores Vereadorese Os Senhores Vereadores que
concordam com as mesmas permaneçam como estão, caso contrário ma
nifestem-se, Aprovadas por unanimidade Está em discussão a +
Proposição nº 08/83, do Vereador Carlos Marione Está em vota -
São» Os Senhores Vereadores que concordam com a mesma permaneçam
Como estão, caso contrário manifestem-ses Aprovada por unanimi-
dade em sua 3º e última votação a referida proposição Está *
em discussão o Projeto de Decreto Legislativo nº 40, Está em vo-
tação. Os Senhores Vereadores que concordam com o mesmo permane-
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ed
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Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Butiá, 21 de abril de 1983
A T A Nº 1830/83 Fis 28
...
gam como estão, caso contrário manifestem -see Aprovado por unani
midade o referido Projeto em sua 3º e última votação. Está em dis
cussão o Projeto de Lei nº 563, do Vereador Garlos Marion. Está
em votaçãos Os Senhores Vereadores que concordam com o mesmo per
maneçam como estão, caso contrário manifestem-see Aprovado por"
Está
unsnimidade o referido projeto em sua 3º e última votação»
em discussão o Projeto de Lei nº 567, do Executivo, Está em vota
çãoe Os Senhores Vereadores que concordam com o mesmo permaneçam
como estão, caso contrário manifestem-see Aprovado por unenimi-
dade o Projeto em sua 22 votaçãoo Está em discussão o Projeto de
Lei nº 564, do Vereador Carlos Marion que suspende licença de *
téxi e dá outras providênciase Com a emenda do Vereador arcilon
Belomar Pereira, incluindo Vila Charrua e Vila Santo Antônios
VEREADOR DORVELY SUHPIL BARBOZA - Senhor Presidente, poderia fa
zer nominal a votação do Projeto ?
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Pode ser nominal e assim a Casa 0 *
farão .
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Com referência ao referido *
Projeto, eu já me manifestei contra na votação passada e conti —
mo mantendo a mesma posição, uma vez que esse projeto É da *
iniciativa privativa do Senhor Prefeito. O Autor do Projeto pode
rá olhar a Lei Orgênica em seu artigo 8º, inciso 5º e inciso!
10º a linha B, que irá constatar qde “É iniciativa privada do ?
Senhor Prefeitos
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH -- Com referência ,
quando na época de executar o referião Projeto de Lei, este Ve à
reador verificou a competência e não encontrou nenhum veto atra
vés da Lei Orgênica ou no Regimento Interno para a feitura *
não este Vereador tomou essa inicia-
do referido Projeto de Lei,
tiva como consultou a DPM, Delegação de Prefeituras Municipais +
,
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com referência a constitucionslidade deste referido Projeto, hou
ve por bem a DEM considerar através de seu competente corpo jurí
dico quanto a legalidade, a constitucionalidade do referido Pro-
jeto em virtude de Vereadores não devem fazer Projetos de Lei *
que lhe refira a despendios, em gastos financeiros por parte do!
Executivo e, outras tentas considerações. Então, de forma que"
eu aludo e comprovo através dos meios legais a constitucionalida
de deste Projeto e, não sf isto, funcionários desta Casa consul
taram setores competentes com referência a constitucionalidade e
de forma que a referên-
legalidade do referido Projetoo Então,
cia do Vereador Fernando eu não discordo de tecer os comentári-
og do referido Projeto, mas diante dos fatos que expus aos Senho
res ele É constitucional e também uma vez que ele deve ir É sen
ção do Executivo Municipale
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS -
vista de ir contra este Projeto, porque no meu entender nós te —
mos no primeiro plano cuidando do assunto um Conselho de Trans —
portes, segundo porque vetando por Três anos a concessão de pon
tos de táxi com a emenda do ilustre Vereador Areilon, já justifi
cou ele a necessidade de que esta Leis não seja aprovada porque
se isenta determinadas Regiões do Município, então não temos por
Eu mantenho o meu ponto de
que proibir Eu acho sim que o que precisa é que sejam disci-
Plinadas pelo Conselho de Transportes a distrituição dos táxi ,
não está tem disciplinado, *
que segundo informação que eu tenho |
que com seus devidos al
tem pontos onde foram concedidos táxi e,
Varés e + que estes téxi não se encontram nesses locais e, a Po
Pulçad continua sem téxio E vou além, nós estamos as véspe -
ras da insuguração da Mina do Leão II, então não poderíamos con-
Seder alvarás para que se instale um, dois, quantas táxi se fi.
mina devera em —
zerem necessário pois que sabemos que NRP á
s..
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4 T A Nº 1830/83, Flse 30
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pregar alguns milhares de pessoas, então, mantenho o meu ponto!
de vista, votei contra e contirugrei votando contras
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Eu continuo na minha proposi-
ção de votar a favor do Projeto, porque se não me engano em ca-
da mil habitantes É um ponto de táxi, parece que nós temos uma
base de mais ou menos vinte e cinco mil, se não me enagno tem *
uma base de quarenta e cinco táxi ou maise Eu como 1íãer de minha
Bancada, como líder da Bancada do PDT, o Partido, a Bancada vota
a favor do Projetos
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Na votação anterior
desse Projeto ão nobre Vereador Marion eu votei contra, meu pensa
mento sobre este Projeto, sou contra, mas irei votar a favor devi
do ao meu líder de Bancada ter fechado questão
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Eu sugeri para o sutor do *
Projeto e também sugiro aos colegas Vereadores
unstotal respeito a Lei Orgênica uma vez que É a carta magna *
do Município e proíbe esse tipo de Projeto. Então, quer dizer +
Lo maior
que devemos ter?
que a pessoa está votando contra a Lei Orgânica que á
do Município, é claro que É privativo do Senhor Prefeito essa *
iniciativa. E como é que agora a Cômara, o Vereador vai ser'
sutor de um Projeto dessa natureza ? É a opinião que eu tenho ;
acho que deve ser analisado, olhado o artigo me eu fiz referên.
cia para que não se cometa absurdos aqui dentroe
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Não sé o Vereador proponente; mas
Ce ente
a Casa colsultou os órgãos competentes e se sabe de certeza da!
validade do Projeto, inclusive, digo mais, se o Senhor Pre —
feito fazer tal Projeto dessa forma ele também terá que passar
nessa Casas No entanto, eu não vejo a inconstitucionalidade do"
Mesmos
wsKI LOPES - Mas eu falo, Senhor Presiden
VEREADOR FERNANDO RUSEO
..0
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o a dad
te, da iniciativa, que aqui nesse Projeto de Lei a iniciativa!
É privada do Senhor Prefeito e, é um desses casos, não É como *?
o Vereador disse que é somente aqueles projetos que nós não pode
mos Legislar, de iniciativa própria, aqueles Projetos que tra —
gam despesas, não mesmo, então não trazendo despesas todos nós *
podemos Legislar, não, tem as restrições na Lei e este caso é!
uma restrição claras
IEREADOR CAROS MARION GUERRA SOHNADELBACH - Eu hoje novamente"
eu li os Projetos sobre a competência privada do Executivo e 1
não encontrei no rol desses artigos que diga que a sustação de
táxi, de licença de taxi é privativa do Senhor Prefeito. Recorra
novamente, Vereadore
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Eo vou ler o artigos artigo
8º. Compete ao Município prover a tudo quanto respeite ao seu pe
culiar interesse e ao bem estar de sua população, cabendo-lhe *
privativamente entre outras as seguintes atribuições. Privativa!
é dele, não é nossas No inciso 5º: Dispor sobre concessão, permis
são & sutorização de serviços públicos. Isso é uma prestação *
de serviço públicos No inciso 10º alínea B, fixer os locais dé
estacionsmento de táxi e demais veículos.
VEREADOR LEÃO: LONIRES ROIRIGUES DA SILVA - Eu ainda não me ma
ai need ie ee td ,
nifestei a respeito do Projeto do Vereador Marion, mas hoje eu!
gostaria de me manifestar e dar a minha ópinião, Digamos tal
vez o Vereador não levou em consideração ou talvez não se lem -.
trou, digas que morra quatro ou cinco taxistas do Município *
em pontos estratégicos e que seja preciso substituir , como É
que fica por o período de três enos ? Também como falou o Ve.
que a Mina do Leão II deve
Feador Adão, levando em consideração
e meio a três anos uma *
admitir durante este prazo de um ano ?
qQuentidade de dois mil e quinhentos a três mil múneiros o que
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qe BUTIA
Si
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... À a a RIO Ad Fls. 32
sumentená a demanda e evidentemente que a necessidade vai aumen
tar e, não se pode emmentar o mímero de táxi, eu acho que tal
vez O pensamento do Vereador não foi muito felize
VEREADOR CARIOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Com referência a
sua pergunta, emvirtude de existir vários táxi sobrando até '*
mesmo na Mina do Leão e sui em Butiá também, então esses tar
xi que não estão sendo usados nos devidos pontos que sejam
transferidos, o que diz o projeto de lei é sustar, e se houver
novas concessões de licença, entendemos que os Senhores Vereado-
res irão da mesma forma suster o referido projeto, mas por acaso
que venha ocorrer aí um grande número, mas ocorre Vereador, que
eu sei que dentro desses três anos Butiá não vai ter cingienta?
mil habitantes, não vai dobrar, porque para ter cingtlenta mil ha
bitantes É necessário dez anos para dobrar a população É neces-
sério maié de dez snos, quer dizer, que em três anos não vai
dobrar a população de Butiáo Com referência ao Vereador Fernando
se referiu ao petigo 8º, da privacidade com referência a Projeto
do Senhor Prefeito, quais são os itens, Vereador ?
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - O 10º, alínea Bo
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCENADELBACE - Fixar os locais *
de estacionamento, se ele quer em local lá na Rodovigria velha
lá na Vila Nova, mas o Projeto é referente a sustar a concessão!
de novas licenças, é outro assunto, o Vereador me perdoe mas º!
eu discordoe Com referência ao artigo 167 da Constituição da Re
pública, eu não disponho da Constituição, ou não posso dar maior
Profundidade ao referido iteme
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Pala em diversas concessões
dé serviços, fala em que haja uma fiscalização do Executivo, se!
está atentendo aos fins específicos destinados, mas aqui É vem!
claro no inciso 5º, dispor sobre concessão, quer dizer, serviços
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a a e
públicos que vise serviços públicos, o que o táxi vige ? Aten =
der o quê ? — Ousuário, Se há necessidade o colega vai amar-
rer as mãos do Executivo por três enos, se Butiá nós temos uma"
perspectiva de crescimento demográfico, quer dizer, nós temos *
que prever aquilo ali, Butiá pode crescer da maneira que exi=
ge e necessidade de colocar novos pontos de táxi, principalmente
como referiu o Vereador Leão Londres, em Minas do Leão, o seu *
Projeto está proibindo isso aí,
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADEBBACH - Vereador, com refe
rência a constitucionalidade do Projeto, então diz o artigo 6891
do Regimento Interno, que compete a Cômara Municipal Legisler *
com sanção do Prefeito, artigo 68º, item 52, autorizar a concese-
são dos serviços públicose
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Nós temos na mão uma Lei +
maior, não vem com Regimento Interno . l
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBAGE - Vereador, o Regi -
mento Interno foi sancionado pelo Prefeito, uma vez sancionado *
pelo Prefeito, o Prefeito também tem que cumprir o que diz o re
ferido Regimentoo :
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Funca, é a mesma coisa +
que a Constituição; se por acaso a Estadual contrair a Federal
qual É a que vale ? a mesma coisa É aquieEssa aqui É a Lei ma —
ior, a carta magna do Município, e ela é bem clara e, eu admito
muito o Partido ter fechado questão de uma coisa erradas
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH —. Vereador, como es
te Vereador consultou e entende que É constitucional o referido
Projeto e, esta Casa também consultou órgãos competenteseo e
VEREADOR FERNANDO RUSKONSKI LOPES - Levaram a Lei Orgênica para
à colsultoria, também ?
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACE - Vereador, O referi
E eo
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co.
ão Departamento eles possuem um modelo de Constituição de Lei Or
gênica, todos os Municípios se baseiam, no que o Município se!
baseia eles não podem contrair, o Senhor bem sabe, a Lei Estadu
ale a Lei Federal. Então, a Lei Federal regula e a Lei Estadu-
al também diz no rol da atribuição do Vereador e do Prefeito, in
clusive, o DPM possui, esta Casa, a Prefeitura Municipal e
associada, e eles possuem lá a Lei Orgânica da Prefeitura Muni-
cipal de Butifo ,
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Então, a Constituição não *
vale, está errada, ela está contrariando a Constituição Estadu-
al, deve ser isso que quer dizer, o colega quer dizer que a
Constituição Estadual proíbe essa iniciativa, que seja tipo de
concessão da iniciativa do Prefeitoo
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Vereador, nós vamos
se alongar muito, porque aqui se refere ao artigo 167 da Cons-
tituição e vou ter que pesquisar este artigo, como já pesqui —
sei para lhe dar uma respostas Acho que agora não cabe nós
está se alongando, porque eu já fiz essa pesquisa e, agora!
vou ter que retornar para lhe mostrar que É constitucional +
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Eu sempre vou fazer o meu
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSAL 1iiDo
um Projeto tomando por ba
julgamento aprovando ou reprovando
se, 1º a Lei Orgânica para a qual eu fiz juramento ao assumir es
ta Gasa aqui, prometi respeitar a Lei Orgênica e estou fazendo!
e, vou respeitar tembém o Regimento Internos
VEREADOR LEÃO LONIRES ROIRIGUES DA SILVA - Eu acho, Vereador ,
Marion, que não podemos votar um Projeto que nós não temos cer.
teza aqui, nós temos que estar com a nossa conciência tranquila
que nós estamos votando um projeto que vá beneficiar a nossa *
que este seu Projeto não vai bene
Comunidade, e nós entendemos
eee
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em o DO e
oe.
ficier a comunidade, bem ao contrário, pode até prejudicá-la »
VEREADOR CARIOS MARTON GUERRA SCHNADELBACH - Vereador, isso a
comunidade vai julgaro Agora com referência a nossa aprovação e
ele ser inconstitucional, então o Executivo que vete por incons
titucionalidade, é muito simples,
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANZOS - Eu vou além de constitucio
nalidade do Projeto, eu ventilo outra hipótese, além da justifi
cativa que aqui se encontra, todos nós: sabemos que o táxi tem
uma vida Últil! limitada, então, levando em conta que grande *
parte desses táxi estão rodanão são carros quase atingindo o seu
limite máximo de vida útil, agora eu pergunto s terminando esse
táxi, não pretendendo o proprietário dele adquirir outro táxi ,
porque:: segundo nós hotemos está sendo um mau negócio em Bu-
tia ser proprietário de táxi, então o que acontece ? Este táxi 't
terá que ser dado baixa, o ponto de táxi não pode ser transferi
ão, o ponto de táxi quando terminou o uso daquela que tem o alva
rá para aquele ponto ele É obrigado a der baixa na Prefeitura .
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCENADELBACH - Então eu solicito *
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH
que seje votado, que os Vereadores votem contras
FRESIDENTE ERALDO MACHADO - Colocamos nominal o referido proje —
to, Vereador ArcilonBelomar Pereiras
VEREADOR ARCILON BELOMAR PERFIRA - Voto sim pela aprovaçãos
Da ia
FRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Adão Nogueira dos Santos
FRESIDENTE ERALDO MACHADO
Como não poderia deixer de?
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS -
ser votarei não, porque acho que nós estamos aqui defendendo : o?
interesse ãa população putiaense e não tentando prejudicá-las
FRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereadora Zinsh da Costa Gonçalves
“VEREADORA ZINAH DA COSTA GONÇALVES - Voto a favore
PRESIDENTE ERALDO MACHADO — Vereador Dilon Oliveira Gonçalves «+
Continuarei votando contrao
VEREADOR DILON OLIVEIR -
a E É o..
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...
E BR o io,
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Dorvely Subtil Barbozas
VEREADOR DORVELY SUBIIL BARBOZA - Voto a favor, porque nossos *
motoristas de téxi qui já estão passando trabalho com os se
us carros rodando aqui na nossa comunidade, porque tem táxi de-
maise Então, eu voto a favor, porque nós não vamos fazer um pro-
jeto que seje contra uma comunidade e sim a favor de quase 50º
femílias de motoristas de táxi e também a favor da comunidade :
.porque a comunidade sabe que tem táxi demais na cidades
PRESIDENTE ERALDO MACHADO — Vereador Fernando Ruskowski Lopeso
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Em respeito a carta magna do
Município, a Lei Orgênica e olhando também que o interesse maior!
que está em jogo é o interesse do povo e não do taxista, eu voto!
contra o referido Projeto e, quanto ao fato de ter táxi demais não
tem culpa a Administração atual, se o Prefeito anterior liberou"
licença de táxi a mais. Isto é uma questão de incapacidade do Con-
selho, inclusive, com este projeto de Lei, se existe um Conselho!
de Transporte justamente é para cuidar disso, para não, digo, pa
ra que não haja táxi em excesso e pera que eles sejsm bem distri-
buídos dentro do Município.
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO.
VEREADOR IDELBERTO TATIOR SOUZA MACHADO - Voto a favor, com restri
ções.
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Leão Londres Rodrigues da Silva.
VEREADOR LEÃO LONDRES RODRIGUES DA SILVA - Sou contra o Projeto.
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Carlos Marion Guerra Schnadel-.
Ill 1""[———— ÊS
bach,
VEREADOR CARIOS MARION GUERRA SCHNADELBACH —- Eu automaticamente !
—ERBADOR CARLOS MARION GUERRA SOUNADELBACH
Sou a favor, uma vez que sou o autor do referido Projeto e, enten
di que estava iluminado quando o fiz e também entendo que a pró-!
Pria comunidade ela desejava e deseja o bem dos taxistas, deseja!
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Butiá, 21 de abril de 1983
ALA Mo 1830/83, £18037
o bem dessa classe obreira que hoje nem sofrendo devido a imfla-
ção, devido a crise, vem sofrendo o problema no seu ganha pão /
que é o trabalho no Taxi. Digo mais, que a camunidade só vai vir
a ganhar com tal iniciátiva, se existe muitos táxis, como disse
o Vereador Fernando, que não estão no ponto e não estão bem dis-
tribuido, então isso aí não é culpa do Executivo e nem do Legis-
lativo, talvez seja do próprio Conselho que existiu e hoje exis-
tem outros componentes que fazem parte do atual conselho de Trans
portes, então, a eles cabem regular essa inicitativa, mas se for
aprovado pelo Executivo ficará por tres anos suspensa a licenças
Meu voto é a favor.
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - O Projeto qme teve votação contra em
sua 18 votação por 5 votos contra 4, em sua segunda votação hoje
foi aprovado por 5 votos contra 4. Está em discussão a proposi-
ção nº %3/83, do Vereador Fernando Ruskowski Lopes, que propõe /
indicação ao Executivo Municipal para construção de estacionamen
to vertical com sistema de box na extensão frontal dos prédios PÁ
do Supermercado e Maganize Lebes: Está em votação. Os Senhores /
Vereadores que concordam com a mesma permaneçam como estão, caso
contrário manifestem-se. Aprovada por unanimidade a referida pro
posição em sua 2º Votação. Está em discussão a Moção nº 01/83,ão
Vereador Carlos Marione
Vereador ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Levando em conta um documen-
RD SO [4 4
to recebido da Câmara de Vereadores de Ratos, que já existe a Ag
sociação Centro-Sul de Vereadores, eu acho que então, e que abran
&e quase que exclusivamente a tacia carbonífera, por isso sou con
tra,
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a BUTIA
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Vutiá, 21 de abril de 1983
ATA nº 1830/83. f1s.38
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Com referência a Ag
socaição Centro-Sul, eu tenho a informar aos Senhores que nesta/
Associação fazem Parte, tais como o Município de Dom Feliciano,/
esse ainda é Próximo, Município de Camaquã, Município de Tapes;
Barra do Ribeiro, Guaiba então os problemas existentes em Barra
do Ribeiro e Camaquã não são igusis aos nossos problemas, da re-
gião Cartonífera, em virtude de nós termos uma região em que nós
conhecemos mais toda essa região, temos uma coisa incomum que é
o próprio carvão, nós temos outra coisa, a proximidade de um mu-
nicípio com o outro, a tradição e os problemas a existirem, se -
rem solicitados vem a fazer parte de nossa região e não como os
problemas: de camaquã, Barra do Ribeiro, que não trazem sentido f
nenhum nós estarmos participando de uma reunião para discutir o
problema dele, se nós não temos meios, não temos base, nós não /
conhecemos o problema a fundo, e assim esta Associação vai se in
teressar nos interesses tais como o próprio carvão, como por e —
xemplo, a construção de estradas de Butiá a São Jerônimo, asfal-
tamento, inclusive, a Vereadora Zinah se referiu de uma verba /
que foi destinada a Secretaria dos Transportes para construção de
asfaltamento no Rio Grande do Sul,não nessa zona do Carvão se não
me falha a memória, nenhum Prefeito, nenhuma Câmara de Vereadores,
foi até a Secretaria dos Transportes solicitar, se empenhar para
que seja asfaltado este trecho de São Jerônimo a Butiá e tantas/
outras solicitações: que possam existir, teis como a porte que já
está em andamento, mas que nós podemos através da nossa força,/
da nossa união e novamente para que se agilise tal projeto de /
construção da ponte no Rio Jacuí e tantas outras que como um to-
: $m disso esta Associação vai servir como um
do venha a surgir e além dis
ta união, de conhecimento, tal como tambem
Laboratório de idéias, de ,
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Butid, 21 de abril de
ATA me 1830/83. fls. 39º
2
por O Distrito Eleitoral, nós, inclusivá,-coro um todo, desde a-
gora podemos Comentar para que essa zona não seja dividida e que
também pertença os Municípios de interesse dessa zona, É nesse /
sentido que foi feito o Projeto, e se os Senhores Vereadores en-
tenderem que não, votem contra.
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Mesmo levando em considera -
ção que alguns dos Municípios da Resião Centro-Sul, não tem ain-
da explorado ou não tenha no seu subsolo o Carvão, nós que temos
Carvão em nosso Subsolo, somos a grande maioria, então, não vejo
porque nós estarmos criando mais Associações, se js sabemos per-
feitamente que essas organizações nascem com o destino previamen
te determinado para morrerem, para desaparecerem, quanto mais or
ganizações dessas nós tivermos, mais nós vamos ter organizações
para se tornar inertes e, quanto a estrada que liga a BR-290 a d
São Jerônimo, eu tenho impressão, Vereador, que um de nós está /
mal informado, o Senhor disse que nada foi feito para que se so-
licitasse das autoridades e, para isso eu peço até a explicação,
o apoio ou o contrário,o Vereador Eraldo ou o Vereador Leão Lon-
dres que são Vereadores que legislaram em outro mandato, eu te —
nho a impressão que a própria Câmara de Vereadores de Butiá se /
movimentou nesse sentido e foi além da Secretaria dos Transpor -
tes, segundo a informação que eu tenho, foram diretamente ao Mi-
nistério dos Transportes.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Vereador Adão, eu me
referí que a Vereadora Zinah, talvez não fosse bem claro, que a/
Vereador, Zinah, se não me engano, fez referência a uma verba que
se destinou ao Rio Grande do Sul, para a construção de estrada /
de asfalto, inclusive, eu li nos jornais, então, que eu pensei /
que era o momento da Associação existente ou onde existisse, era
o momento oportuno de reinvidicar o asfalto nesse trecho, porque
“oo
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AP BUTIA
Sa
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Butiá, 21 de abril de 1983
Ai ATA nº 1830/83 18.40
chegou uma verba para o Rio Grande do Sul, para o Governo do Es-
pi e asfaltar, era o momento de nós intervir com a união/
EMEA Quanto a referência dessa Associação, como o Senhor /
PERENE O disse, nas suas próprias palavras ela veio a falecer,ela
entrou em desuso, ela não teve forças, essa Associação da Zona /
Centro-Sul, então, a esperança que nos resta, já que pelas suas/
próprias palavras é uma Associação morta, então que esta seja uz
viva, uma Associação viva, atuante, tendo em vista o menor número
de municípios, municípios que se conhecem, é pessoas que mais se
conhecem, de interesses mais incomuns, existem muitas partes do
Rio Grande do Sul e neste Brasil que existe carvão, mas aqui on-
de o Carvão é mais vivido, muitos municípios vivem desse carvão.
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - No caso dos Municípios produ
tores de Carvão, então deveria incluir todos os municípios que /
tem carvão no Rio Grande do Sul, Bagé e outros, Cachoeira do Sul
eu ainda aceito, Rio Pardo, como participantes, porque estes são
municípios que são da região Centro-Sul e, eu acho que é meis fá
cil nós ativarmos, não sou contrário a sia iniciativa de levan -
tar a voz em defesa do carvão, em defesa da região, mas eu acho
que seria, talvez, mais prático ativar uma Associação que já exis-
te do que criar uma nova e, quanto a verba, se não me engano, a
verba que foi mencionada, é uma verba para estradas estaduais e
aquela alí é de âmbito federal,
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Só para colaborar com os Vereadores/
novos nesta Casa e, O Colega Leão Londres tem conhecimento, esta
Associação que nós tínhamos, praticamente ao meu ver está extin-
ta, porque e mais de ano não se reune, e inclusive, a Presidên -
cia estava nas mãos de Vereadores de Arroio dos Ratos e, que in-
clusive, lá não se reelegeu nenhum Vereador que fazia parte inclu
sive desta Associação, portanto eu acho que dificelmente essa Ag
sociação voltará a funcionare
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te ATA Nº 1830/83
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - A moção do Vereador Carlos Mari
on, diz aqui claramente, sugere a manifestação do Plenário sobre
f1s.41
a formação da Associação de Camaras de Vereadores da Região Carbo
nífera. Mas diz bem claro, da Região Carbonífera, acho que não /
tem Oo que discutir, querer meter Centro-Sul no meio, À Associação
Centro-Sul, ainda quando eu não era Vereador, mas eu conversando/
com os Vereadores atuais na época, ela simplesmente, posso dizer/
aqui, faliu, porque inclusive no mandato dos Vereadores, inclusi-
ve, parece que houve assim, ela caiu, que teve uma época que nem
reunião saiu mais, se não me engano, parece que o Presidente da As
sociação era o Vereador Juarez,d e Arroio dos Ratos, inclusive,/
Vereador do meu partido, eu conversando com ele na época, ele dis
se que tinha caido a Associação, e aqui quando se refere a Região
Carbonífera, claro que é Arroio dos Ratos, Butiá, Charqueadas, /
esses lados aí, então acho que não tem o que discutir, acho que a
Moção é certa, porque são cidades perto uma das outras, eu acho É
que as vezes a gente precisa uma cidade da outras
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Então Bagé, Santo Antônio da
Patrulha, Osório, Tramandaí, Viamão, Gravataí, Cachoeirinha e ese
ses demais municípios, se não faríamos então no caso uma Associa-
ção Regional desses Municípios, que circundam o Muncípio mãe que
é São Jerônimo ou faríamos dos municípios que tem carvão da regi-
ão carbonífera, da bacia carbonífera?
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Se a Moçaô fosse feita, digamos,
em âmbito estadual, acho que aí sim, Vereador, englobaria essas ci
dades como Iruí, se não me engano, também tem carvão, então aí se-
ria estadual, mas é que aqui diz claramente carbonifera. Então,es
tá nes mãos dos Vereadores em propor...
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Mas então esses outros Municí
nd Ed Ed se” L
pios que tem carvao nao sao da Regiao Carbonifera?
oo
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SE» Butiá, 21 de abril de 1983
ATA Nº 1830/83
VEREADOR DORVELY SUBTITL BARBOZA - São carbonífera, Vereador, mas
aqui da nossa região Carbonífera, por isso em digo eles ficam 10n
f1s,42
ge da região. Então, aí está nos Vereadores meter uma moção para/
tentar conseguir fazer uma Associação em âmbito Estadual, das ci-
dades carboníferas, no caso, e aqui diz claramente que é Câmara /
de Vereadores da Região Carboníferas
PRESIDENTE BRALDO MACHADO - Só a título de esclarecimento ainda /
aos colegas, eu quero dizer que o Vereador aqui está sugerindo ma
nifestação doPlenário sobre a formação de Associação das Câmaras
de Vereadores da Região Carbonífera, não quer dizer que com isso/
se estaria pedindo, ou se formando essa Associação, é claro que
nós recebemos de momento dois ofícios de dois Municípios, então /
nógtemos ainda que esperar os ofícios dos outros municípios para/
ver se a maioria concorda, porque se a maioria não concordar, é /
claro, que não sairá a Associação.
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Quanto a Moção do Verea
dor Carlos Marion, eu estive em contacto com os Vereadores de Ge-
neral Câmara e sei que eles também tem interesse nessa Associação,
Acho que então no lugar de região carbonífera: se colocasse a nos-
sa região, especificasse os Municípios de General Camara, Triunfo,
Charqueadas, São Jerônimo, Arroio dos Ratos e Butiá e, e quanto a
preocupação do asfalto da BR &90.que liga São Jerônimo, nós tam -—
bém, o companheiro Dorvely, o companheiro Arcilon, a Vereadora /
Zinah, tambem devem ter recebido o pronunciamento do nosso Deputa
do Élio Corbelini, no qual ele também se manifesta na Assembl-cia
Legislativa sobre o assunto do asfalto que liga a BR 290 a São Je
rônimo. Estive também conversando com o Advogado que presta asseg
soria jurídica a Câmara de Vereadores de Charqueadas: no qual ele/
segundo conversávamos ontem, ele também irá se manifestar a favor
da formação dessa Associação
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a BUTIA
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aop Butiá, 21 de abril de 1983
ATA Nº 1830/83
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Com referência a Moção do nobre
colega Vereador, eu também acho que não é oportuno isso aí, uma vez
f1s.43
que OS nossos problemas aqui intemos do Município são grandes e EA
traz muita preocupação e, esses tipos de Associações a experiência
tem demonstrado, foi o caso da Associação Centro-Sul, como acaba -
ram de afirmar aqui que não funcionou, elas tem servido, essas As-
sociações, não para resolver problemas incomuns das Municípios, /
mas para progeção política, brigas, debates políticos, somente ten
tando uma pregeção política e nunca resolver problemas. Então, eu
acho que no momento, agora, nesta crise que nógcestamos, é resol -
ver nossos problemas intemos, é não se preocupar em criar Associa
ções para pregeções políticas, claro que não reputar pelo interes-
se que se crie, porque com isso ele tem também o interesse no voto.
VEREADORA ZINAH DA COSTA GONÇALVES - No final do ano passado eu fui
convidada para uma reunião da Centro-Sul, e fiquei admirada de sete
ou oito municípios, o Vereador Eraldo também estava 1á, ou dez, /
não sei quantos, eu sei que só tinha São Jerônimo, Arroio dos Ra-
tos e Butid, os outros Municípios não compareceram, então quer di-
zer que não adianta uma grande quantidade de municípios e não com-
parecer, então quer dizer, nós ficamos limitados, Butiá, São Jerô-
nimo, Arroio dos Ratos, a nossa Zona.
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Quero lhe perguntar, então dia
ante do que foi exposto de que se a maioria dos Municípios se ma-
nifestassem a favor, seria criado, se a maioria dos Municípios se/
manifestassem contra a mencionada Associação não seria criada e,eu
lhe pergunto então, qual seria o critério usado para saber minoria
ou maioria, se é contando os Kunicípios que tem carvão no Rio Gran
de do Sul ou se é definindo um determinado grupo de Municípios?
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Quando eu fiz a refe-
rida Moção, esta se referido que é a região do Carvão tradicional
nossa. Qual é a nossa região do Carvão, tradicional?
...
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ǼBUTIA
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eo Butiá, 21 de abril de 1983
ATA Nº 1830/83
"e intenção de cuidar dos nossos interesses da Região do Carvão,
não de Bagé,
f15044
É a Viamão, e sim de interesse com referência ao nosso /
mais, não só o carvão, mas como aos Municípios dessa zona, en/
tão é com referencia a região do carvão da zona Centro-Sul, colo-
car os Municípios aqui da zona Centro-Sul, da região do carvão den
tro dessa zona. Com referencia ao Vereador Adão que se referiu de"
que a estrada que liga a BR-290 a São Jerônimo é Federal, ela é RS
se não me falha a memória, segundo alguns Vereadores aqui, é 437 e
tem uma placa na entrada quem vai a São Jerônimo e ela é fiscaliza
da pelo DAER de Lajeado.
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Mas então deve ter sido batido
em porta errada quando se referiam a área federal pedindo solução !
para o problema, na oportunidade.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - ALgum mal entendido, !
Vereador, a verba federal veio para o Estado do Rio Grande do Sul,'!
então o Estado do Rio Grande do Sul de posse dessa verba iria execu
tar, asfaltar estradas do Rio Grande do Sul, com a verba federal mas
de posse do Rio Grande do Sul ele vai fazer uso dessa verba e vai !
executar o serviço.
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - O que eu me refiro que quando !
solicitado do Ministro dos Transportes, do Ministério dos Transpor-
tes a solução para o problema, então devem ter batido em porta erra
das
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO — Então, não sei se entendi
bem, a Moção pede a manifestação do Plenário e, não se a estrada |
que liga a BR-290 a São Jeronimo é R$ ou BR.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Exatamente. Foi um exem
plo que pode ser dado da atuação...
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vamos colocar em votação a referida Mo-
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miã6 Butiá, 21 de abril de 1983.
ATA wº 1830/83. Fls. 45
ção. Os Senhores Vereadores que concordam com a mesma permaneçam co
mo estão, caso contrário manifestem-se. Aprovada em sua 2º votação!
por 5 votos contra 4, a referida Moção. Proponho aos nobres colegas
algumas proposições que temos aqui, quatro proposições, para que as
mesmas se os colegas assim concordarem fossem votadas em sessão úni
ca. Proposição nº 17/83, do Vereador Dilon Oliveira Gonçalves, que
propõe seje encaminhado aos órgãos competentes o pedido de uma 1i-
nha de ônibus circular. Proposição nº 18/83, do Vereador Dilon 0li-
veira Gonçalves, que propõe a colocação de iluminação pública em !
diversos locais do Distrito da Mina do Leão. Proposição nº 19/83,'
do Vereador Dilon Oliveira Gonçalves, que propõe-indicação para co-
locação de placas indicativas com nomes de rvas em Butiá e Mina do!
Leão. Proposição nº 20/83, do Vereador Dilon Oliveira Gonçalves, '
que propõe melhoria em rva da Mina do Leão. Os Senhores Vereadores
que concordam com a proposição que o Presidente da Casa faz nesse !
momento, permaneçam como estão, caso contrário manifestem-se. Apro-
vada por unanimidade. Estão em votação as referidas proposições. Os
Senhores Vereadores que concordam com as mesmas permaneçam como es-
tão, caso contrário manifestem-se. Aprovadas por unanimidade as re-
feridas proposições em sua 1º e única votação. Está em discussão o
Projeto de Lei nº 568, do Vereador Dorvely Subtil Barboza, que dá de
nominação em via pública. Está em votação. Os Senhores Vereadores !
que concordam com o mesmo permaneçam como estão, caso contrário ma-
nifestem-se. Aprovada por unanimidade em sua 12 votação o referido!
Projeto. Está em discussão a proposição nº 14/83, do Vereador Dorve
ly Subtil Barboza, que propõe criação do Conselho Municipal de Des-
portos. Esta em votação. Os Senhores Vereadores que concordam com a
mesma, permaneçam como estão, caso contrário, manifestem-se. Aprova
do por wmhimidade a referida proposição em sua 18 votação. Está /
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e SBUTIA
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se Butia, 21 de abril de 1983
ATA Nº 1830/83
em discussão a proposição nº 15/83, do Vereador Dorvely Subtil Bar
boza; que propõe seja pleiteado criação de Indústrias no Municípios
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Em perguntaria, no caso, a cria
ção de uma Comissão em que se pleiteasse de quem?
VEREADOR DORVELY SUNTIL BARBOZA - No caso, a Comissão que eu pedi /
para pleitear junto ao grupo Strasburger, Indústrias aqui para Bu-
f1s.46
tiá,dêvido ao desemprego dos jovens e devido as famílias que moram /
1á em Campo Bom que sairam aqui de Butiá para trabalhar lá e, gerar
mais empregos, no caso, aqui. A Proposição, no caso é ir ao Grupo /
Strasburgers.
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Se é diretamente para este Gru-
po, eu me pronuncio contra. Se fosse uma Comissão para lutar para /
que venham Indústrias que solicione o problema, muito bem menciona-
do pelo Vereador Dorvely, de desemprego em Butiã, mas que se busque
de Strasburger, seja lã de onde for, que venham Indústrias, mas que
se nós nos limitarmos, nos bitolarmos a pleitear apenas que uma fir
ma, ao meu entendimento nós estamos dificultando um trabalho que cm
sideramos de muita utilidade, então se vai se criar essa Comissão, /
vamos criar uma Comissão que busque em Caxias, que busque em Porto 4
legre, que busque em Canoas, que busque em Campo Bom, Estância Velha,
onde tiver uma Indústria decidida a vir para Butiá gerar mão-deobra.
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Eu faço do pronuciamento do cole
ga Adão, o meu, porque eu vejo na proposição do colega, claro que e-
1a foi de certa forma um bom respaldo, mas é muito restringida, pela
restrição que faz em apenas gestionar junto ao grupo Strasburger, eu
acho que é muito Limitada, temos que fazer uma Comissão ampla, com /
outros poderes, não apenas para se limitar a ir até o grupo Strasbur
ger.
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - A minha proposição foi para ir, no
EMO, direto ao grupo Strasburgom porque o Vereador Arcilon tem uma
caso, direto
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sberd
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Butiá, 21 de abril de 1983
ATA Nº 1830/83
proposição para procurar Indústrias, mas eu citei onde eu quero ir,
£f1s.47
inclusive, não tanto cobrar uma promessa, porque de promessa aqui /
em Butiá nos andamos cheios, então desde 1978, que o povo butiaen-
se espera as fabricas prometidas por ele na época Deputado e, nada
veio até agora, até hoje, então não vou cobrar nada dele, vou sim, /
reivindicar, pedir,que é minha obrigação como representante do povo
e pedir ao grupo Strasburger, inclusive, antes de eu meter essa pro
posiçãocaqui nesta Casa, um Deputado, antes desse Deputado agrade —
cer ao Strasburger, no caso, o Empresário Strasburger, ele pediu In
dústria para Erechim, e foi atendido, saiu se n*ão me engano, nobre
Presidente, a semana passada, no jornal Zero Hora, então, porque /
não nós aqui dessa cidade de Butiã, uma cidade que foi prometida In
dústria, porque não nós que sabemos dos problemas que enfrenta essa
comunidade, essa juventude que eu me preocupo muito, essas mulheres,
então a coisa mais facil, eu acho no meu entendimento, que tem mais
condições de meter Indústrias para essa juventude aqui, para essas/
mulheres que não tem onde trabalhar, é ir ao grupo Strasburger, en-
tão se Erechim conseguiu Indústrias, vou pegar o recorte de Jorhal e
vou trazer aqui a semana que vem, se esse Deputado conseguiu para E
rechim Indústria com o grupo Strasburger porque nós daqui de Butid/
e Mina do Leão, nós representamds esta comunidade que nós sabemos qu
precisa, não vamos 1á pedir alguma coisa que já foi prometida, inclu
sive, aqui nesta cidade de Butiá, Sre Presidente, pego que os que vo
tarem e que a votação aqui nesta Casa seja nominal para o povo buti-
aense saber quem não quer ir ao grupo Strasburger pedir essas Indús-
trias, porque eu ja senti que no dia que eu meti essa proposição, ja
teve restrições, então pego ao Senhor que a votação seja nominal pa-
ra o povo ver quem vai votar a favor e quem vai votar contras
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Butiã, 21 de abril de 1983.
“.. ATA Nº 1830/83. Fls. 48
Eu não me interesso em querer me promover, mas sim defender os in-
teresses de uma comunidade.
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Acho que o nobre colega não en-
tendeu principalmente o posicionamento da Pancada do PDS, nós não '
somos contra a ir no Strassburger, colega, nós apenas estamos votan
do contra a sua proposição por ela ser restrita, a prova estã que !
eu apoio a proposição do seu colega de Bancada, o Vereador Arcilon,
que é mais ampla, vou votar a favor da proposição do Vereador Arci-
lon, nóa não vamos, digo, nós vamos ir também com a proposição do !
Vereador Arcilon no Gurpo Strassburger, mas não é só 14, vamos em !
tantos outros Grupos que existir reivindicando indústria, não só do
Strassburger, queremos mais, Butiá precisa de mais, então não só a
que o Senhor pretende, a do Strassburger, fábrica de calçado. Então
sou a favor da proposição do Vereador Arcilon e sou contra a sua '!
por ela ser restrita.
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Eu votarei a favor da pro
posição do nobre colega Dorvely e também a favor da proposição do *
Vereador Arcilon. Acho que o colega Dorvely está cobrando, tentando
manifestar o seu pensamento dexido a uma promessa do então candida-
to a Deputado Federal Claudio Strassburger, e, por isso votarei a !
favor.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - É a segunda vez nesta!
Casa que se fala sobre esse assunto, na primeira vez eu me posicio-
“nei a favor da referida proposição e nobre pela sua indicação, soli
citando que seja formada uma Comissão, e também me posiciono a fa-!
vor da proposição do Vereador Arcilon que é mais ampla, e também a=
cho importante a proposição do Vereador Dorvely em virtude que a Co
missão vai ao endereço certo e vai numa Casa certa, na qual no pri-
meiro pronunciamento que fiz referente a essa proposição, me referi
que em 1978 havia prometido, então quem sabe ele pode estar dispos-
to e ninguém comparece 1á para reivindicar, solicitar, talvez eleg
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a BUTIA
ed
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Butia, 21 de abril de 1983.
... ATA Nº 1830/83. Fls, 49
estejam dispostos e ninguém se acorda para ir lá solicitar, então;
é a oportunidade de solicitar a possível ou não instalação da refe
rida indústria,
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Quero dizer que vou ser contra
essa proposição porque ela é restrita, não sou contra ao Strassbur
ger, nós vamos ir no Strassburger com a proposição do Vereador Arci
lon, a qual não está em votação, mas eu sou a favor, acho que 0 Ve-
reador Arcilon foi mais feliz na sua proposição, não quero me colo-
car aqui em cobrador de promessas. '
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - O Vereador Fernando eu acho que
não tinha entendido bem o que eu tinha pedido e eu lhe expliquei O
1
que eu queria, O que eu quero. Pedi a votação nominal para saber !
quem vai votar contra e quem vai votar a favor, porque eu lhe digo,
Vereador, para que o povo saiba, nós temos a Embssora que está trans
mitindo a nossa reunião, então claro que o povo tem que saber o que
se vota nesta Casa e quem vota, é a mesma coisa se o Senhor meter !
uma proposição e pedir nominal, eu vou aceitar porque o povo nos !
elegeu aqui para trabalhar e se eu tenho a sua restrição, o Senhor!
já deu a sua justificativa, então va ao povo, O povo vai analisar,'
nossa comunidade vai analisar. Eu me refiro ao seguinte:eu não sei!
porque desde que eu meti essa proposição aqui nesta Casa a discus-!
são continua, eu não sei porque isso aí, só porque é do grupo Stras
sbrrger, eu não entendo, nós temos que ir no homem, pois se o homem
tem interesse, acho que tem interesse em colocar indústrias aqui, '!
porque ele conhece os problemas da nossa comunidade, ele prometeu,
então nós temos que chegar lá, como é que Erechim foi lá e conseguiu
e fez um agradecimento ao público pelo jornal ao Strassburger. En-!
tão porque que nós não podemos ir 14? Acho que nós temos que ir, 1
nós temos que arremangar as mangas e caminhar ao bem do povos
VEREADOR DILON OLIVEIRA GONÇALVES - Acho que é inegável a falta de!
k ' 7. -
emprego em nosso Município, agora isso ai e uma preocupação de to-!
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Butiá, 21 de abril de 1983.
vo ATA Nº 1830/83. Fls. 50
;
dos nos para trazermos mais indústrias para o nosso Município como
frisou o nobre colega Vereador Dorvely, e nós nos preocupamos com "
os menores, com os jovens, a Bancada do PDS também está preocupada!
com as senhoras que estão desempregadas e que procuram trabalho, 4-
cho que é interesse mútuo dos Vereadores que ocupam a Cadeira nesta
Casa. Quanto a sua proposição, acho que se deve buscar várias indús
trias para o nosso Município, eu não sou contra a vinda do grupo !
Strassburger para cá, não, sou totalmente a favor, agora não só ele;
mas mais indústrias devemos trazer para solucionar esse problemas
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Para finalizar, o Vereador Dor-
vely como já disse tem dificuldade de entender as coisas. Eu não !
fui contra, Vereador, você pedir a votação nominal, justo que é um!
direito que lhe cabe, se não o Sr. Presidente não deferia a seu pe-
dido, não sou contra, eu apenas pedi ao Sr. Presidente que justifi-
casse porque eu sou contra, o Senhor tem todo o direito de pedir que
a votação seje nominal e eu sempre vou me identificar, não quero vo
tar escondido, quero me identificar a respeito do que sou contra, !
mas não sou contra ao grupo Strassburger, estou aprovando a proposi
ção do seu colega de Bancada, não sou contra você ter pedido a vota,
ção nominal.
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Quanto as restrições o Senhor já
tinha dado a justificativa, logo quando apresentei minha proposição
eu falei da proposição do colega Arcilon. O colega Arcilon vai rei-
vindicar indústria, ir em qualquer grupo ou em qualquer área, agora
no caso, a minha especificamente é ir direto lá, claro que se ele!
é proponente de uma Comissão ele vai ser o que vai na Comissão, en-
tão minha proposição é ir direto no grupo Strassburger reivindicar!
lá e não reivindicar outro, claro que se tiver outras é melhor, mas
a propósição de ir em outros é do Vereador Arcilon.
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - São duas Comissões, uma para +
=TTrHoror
atender o seu pedido, outra para atender o pedido do Vereador Arei-
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Butiá, 21 de abril de 1983,
sas AT A Nº 1830/83 Fis. 51
lon, acho que são de colegas de Bancada, então fizesse uma só, que
fosse ao Strassburger e tantas outras que forem possíveis.
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Acho que a proposição do
Vereador Arcilo não está em votação hoje, então que venhamos a votar
a proposição do Vereador Dorvely.
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - A Comissão essa que eu pedi é di-
reto ao grupo Strassburger. Peço que vá para votação hoje, como está
em discussão provavelmente vá para votação. Aquele que não aceitar!
a minha proposição que vote contras.
VEREADORA ZINAH DA COSTA GONÇALVES - Eu acho que o companheiro Dor-
vely quer Strassburger porque nas indústrias Strassburger existem !
muitos joxens daqui que vão para 14, deixaram seus pais aqui, como!
também os pais foram e os filhos ficaram aqui. Então, quer unir es-
sas famílias que estão separadas e os filhos estão passando necessi
dade lá, são jovens, estão morando em casas que não convém falar, é
isso aí que o Vereador Dorvely quer, quer dizer, que é uma indús-
tria que já tem butiaense lá trabalhando, acho que é isso que ele !
quer dizer.
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Colocamos em votação nominal a referida
proposição. Vereador Adão Nogueira dos Santos.
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Eu voto contra porque acho que!
nós vamos nos restringir apenas a movimentar uma Comissão daqui até
Novo Hamburgo sob as penas de não sermos atendidos fracassarmos. En
tão vou esperar a outra proposição que eu sei que já existe que nos
dá condições de pleitearmos indústras de onde vier.
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Dilon Oliveira Gonçalves.
VEREADOR DILON OLIVEIRA GONÇALVES - Eu também vou votar contra con-
forme o meu líder Adão Santos falou ali, está muito restrita, então
nós nos deslocarmos daqui até Novo Hamburgo e chegarmos lá e fracas
sarmos. Eu já sei que está tramitando na Casa uma proposição do co-
4 + E s .
lega Arcilon onde diz que sera formada Comissão para ir a diversas!
. c00
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Butiá, 21 de abril de 1983.
“ A T A Nº 1830/83. Fls. 52
indústrias procurando trazer para o nosso Kunicípio. Sou contra.
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Fernando Ruskowski Lopes.
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Vou esperar também a proposição
do colega Arcilon que acho que é mais inteligente e mais ampla. Vou
esperar a do Vereador Arcilon. Hoje voto contras
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Leão Londres Rodrigues da Silva
VEREADOR LEÃO LONDRES RODRIGUES DA SILVA - Sou contra, Sr. Presiden
tes
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Idelberto Tailor Souza Macha-
dos
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Voto a favor e digo que
se existe uma proposição do Vereador Arcilon de que devemos ir a in
dústrias, “por que não ir no grupo Strassburger agora?
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Carlos Marion Guerra Schnadel-
tache
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Sou a favor da proposi
ção do Vereador Dorvely, acho que chegou a hora, acho que chegou em
muito boa hora e, esperamos seje feliz a nossa ida, se for aprova-
da a referida proposição.
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Dorvely Subtil Barboza,
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Claro, a proposição é minha, sou
a favor e, acho que não vou com a idéia do Vereador Adão Santos que
diz se nós não sermos atendidos, mas como nós não vamos ser atendi-
dos? Ele é o Vice-Governador, ele é um Empresário, nós somos Verea-
dores eleitos pelo povo para lutar para esse povo, nós não somos um
Amaral de Souza que vai a Brasília e é pegado com a porta do Gabine
te na sua cara pelo próprio Senador do seu Partido, ele não foi e-
leito pelo povo, mas nós fomos; então eu acho que como Empresário 1
ou como Vice-Governador, principalmente, ele deve nos atender, por-
pedir voto aqui nesse Município não precisava !
que quando foi para
n - : :
in, i vinha, então agora esta na hora de nos 1
inguém ir buscar ele, ele inha, g
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Sat
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Butiá, 21 de abril de 1983,
e... AM À Nº 1830/83. Fls. 53
reivindicar,
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereadora Zinah da Costa Gonçalves.
VEREADORA ZINAH DA COSTA GONCALVES - Como eu já disse acho que deve
ser aprovada,
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Arcilon Belomar Pereira.
VEREADOR ARCILON BELOMAR PEREIRA - A favor.
ERESTDENTE ERALDO MACHADO - Aprovada em sua 18 votação por 5 votos
contra 4 a referida proposição. Está em discussão a proposição nº !
16/83, do Vereador Arcilon Belomar Pereira, que propõe indicação pa
ra que a Travessa Armando Farjado seja transformada em calçadão.
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Eu sou contra a proposição ão !
colega Vereador, se bem que seria muito bonito, embelezaria a cida-
de um calçadão ali, mas é que tem poucas Travessas que dá acesso as
duas ruas paralelas, Leandro de Almeida e Piratini, quer dizer, que
o veículo que viria da Praça em direção aqui, por exemplo, arrabal-
di, que rua ele teria que entrar para tomar acesso a Leandro de A1-
meida? São poucas as Travessas, nossos quarteirões são muito gran-!
des, não é possível fazer calçadão.
VEREADOR ARCILON BELOMAR PEREIRA - Na minha proposição estou vendo !
mais o lado humano do que o lado do veículo.
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Está acontecendo problemas huma
nos ali? Acidente, morte?
VEREADOR ARCILON BELOMAR PEREIRA - Tem que olhar mais o ser humano,
não o veículo.
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Acho que foi muito feliz a propo-
sição do colega Arcilon, porque ali devido ao trafego de muitas pes
Soas principalmente para pagamento, se bem que existe um outro 14, !
mas é que ali, digamos, para transformar em calçadão é muito melhor
Porque se não tem entrada ali para a Leandro, tem lã no outro que é
ali na Praça, então antes, digamos, deformar um dalçadão no meio de
uma estrada, ou de duas estradas, no caso, tem que formar digamos, |
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os;
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Butiã, 21 de abril de 1983.
+ AD A Nº 1830/83, Fls. 54
no fim de uma estrada, porque não entra ali para a Leandro de A1-
meida, no caso, que a mão é para a Leandro de Almeida, mas sai lá
na do Unibanco. Eu sou a favor, acho que veio em muito boa hora a
proposição do Vereador,
PRESIDENIE ERALDO MACHADO - Está em votação a referida proposição.
Os Senhores Vereadores que concordam com a mesma permaneçam como es
tão, caso contrário manifestem-se. Aprovada a referida proposição '
por 7 votos contra 2, em sua 18 votação. Está em discusssão o Reque
rimento nº 04/83, do Vereador Carlos Marion Guerra Schnadelbach,que
requer seja procedida a solenidade de entrega do Título de Cidadão!
Butiaense ao Dr. Carlos Corrêa Rodrigues. Está em votação. Os Senho
res Vereadores que concordam com o mesmo permaneçam como estão, ca-
so contrário manifestem-se, Aprovado por unanimidade em súa 182 vota
ção o referido Requerimento. As demais proposições que entraram na
Casa na última reunião e na reunião de hoje, proposições escritas,
ficam baixadas para as Comissões para a próxima reunião.
EXPLICAÇÕES PESSOAIS
Nada constou.
Nada mais havendo a tratar, mandou o Sr. Presidente que se da
tilografasse a presente Ata, marcando nova sessão para o dia 28 de
abril de 1983, com a seguinte ordem do dia:
PROJETO DE LEI Nº 567, DO EXECUTIVO,
PROJETO DE LEI Nº 564, DO VER. CARLOS MARION G. SCHNADELBACH.
PROJETO DE LEI Nº 568, DO VER. DORVELY SUBTIL BARBOZA,
PROPOSIÇÃO Nº 13/83, DO VER. FERNANDO R, DOPES.
PROPOSIÇÃO Nº 14/83, DO VER. DORVELY SUBTIL BARBOZA.
PROPOSIÇÃO Nº 15/83, DO VER. DORVELY SUBTIL BARBOZA.
PROPOSIÇÃO Nº 16/83, DO VER. ARCILON BELOMAR PEREIRA,
PROPOSIÇÃO Nº 21/83, DO VER. ARCILON BELOMAR PEREIRA.
PROPOSIÇÃO Nº 22/83, DO VER. ARCILON BELOMAR PEREIRA.
PROPOSIÇÃO Nº 23/83, DO VER. DORVELY SUBTIL BARBOZA,
Scanned with CamScanner
«e BUTIA
Sal
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Butia, 21 de abril de 1983,
a ATA nº 1830/83. fifa 58
PROPOSIÇÃO Nº 24/83, DA VERB. ZINAH DA COSTA GONÇALVES,
PROPOSIÇÃO Nº 25/83, DA VER. ZINAH DA COSTA GONÇALVES o
INDICAÇÃO Nº 05/83, DO VER. ARCILON BELOVAR PEREIRA,
INDICAÇÃO Nº 06/83, DO VER. ARCILON BELOWMAR PEREIRA,
INDICAÇÃO Nº 07/83, DA VER&, ZINAE DA COSTA GONÇALVES,
REQUERIMENTO Nº 04/83, DO VER. CARLOS MARION G. SCHNADELBACH.
MOÇÃO Nº 01/83, DO VER. CARLOS MARION G. SCHNADELBACH.
Sala das sesssões, 21 de abril de 1983.
Ver. ardor
Presidente
en ze berto Tailor Souza Machado
1$ Secretário
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