«e BUTIA
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Butiá, OB de Cutubro de 1983 &
A Ta Nº 1851/83
is em E
dom cao dias do mês de Outubro de mil novecentos e oitenta
e três, às quatorze horas, reumiu-se a Câmara Kunicipal de Ve
readores de Butiá, em Sessão Solene, sob a Presidência do
Vereador Eralão Machado, Havia número legal conforme livro de!
presença e feita a chamada. Aberta a sessão, o Senhor Presi-
dente convidou as seguintes pessoas para fazerem parte da Me-
sa: Rubem Coelho Carvalho, Prefeito Iwmicipal; Doutor Derci Ro
maldo Eunzler, Oficial ão Cartório de Registro de Imóveis, re-
presentando também a Sua Excelência o Doutor Juiz de Direito "
da Comarca de Butiá; Neuza Vargas, Secretária Kunicipal de Edy
cação; Doutor José Fredolino Leindecker, Odontólogo; Maria Pe
reira da Silva, Enfermeira Obstetra; Maria Delazeri Silva, Ad-
ministradora ão INANPS; Antônio Corrêa, Diretor da Rádio SO a
ERAL; João necy Cunda, Presidente do Lions Club; Eva Soares!
Silveira, Presidente da ASUB; Ivo Rodrigues Morisbal, Juiz de
Paz; Lauro Amo Geheres, Presidente do Hospital de Butiá; Ma —
ria Pedrolina Karques Saraiva, Coordenadora da CEBEK; Luiz Car
los Pinto, Presidente do Sindicato Rural; Elson Voltaire Silva
Lopes, Presidente do Clube Butiá; Doutor Luiz Claudio Leinde —
cker, Odontólogo; Elson da Silva lmador, Secretário Municipal !
à Administração; Gilberto Azambuja Villodre, Secretário Nuni-.
cipal de Finanças; Fermino Peixoto, Patrão Piquete Guilherme ?
Schultz; Jandira Moura Numes, Presidente do Clube de Maês; Di
retora da EoEe Venceslau Brãso
Carlos Narion Guerra Sehnadelbach ; DO PDT = Dorvely Subtil !
Barboza, Idelberto Tailor Souza Machado e Zinah da Costa Gon —
calves; DO PDS - Adão Nogueira dos Sentos e Fernando Ruskowski
1 E E
ecc
Lopes.
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Wº BUTIA
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TADO DO RIO GRANDE DO SUL
ld Municipal de Vereadores de Butiá
Butiá
“eia, OB de Cutubro de 1983
4
nos EU A Nº 1851/83. F1s,02
EXPEDIENTE
Nada Constow,
ORDEM D O DIA
Ci iai nai
PRESIDENTE ERALDO MACHADO
ae cos e
Daremos início ao Ato Solene,
passando de imediato às mãos do Vereador Secretário, a lei nº!
540, de autoria do Vereador Carlos Marion Guerra Schnadelbachs
que concede o Título de Cidadão Dutiaense ao Senhor Doutor Jo-
sé Fredolino Leingecker, Para que proceda a leituras
SECRETÁRIO IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Taz leitura da *
Lei nº 540,
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Passamos às mãos do Vereador Se
cretário, cópia do Curriculum do Doutor José Fredolino Leinde
cker, para que proceda a leituras
SECRETÁRIO IDILBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - JOSÉ FREDOLINO
LEINDEOKER. Nasceu em 14 de janeiro de 1910, no Município de !
Hontenegro, filho de Guilherme Leindecker e Leopoldina Leinde
cker, cursou Odontologia na Escola Olimpio Rochas Estabele —
ceu-se em São Jerônimo no ano de 1929, onde residiu por 12º!
anos. Em 1943, veio para Butiá como dentista contratado pelo!
antigo CADEM, atendendo no Grupo Escolar Visconde de Mauá é
De 1946 à 1960 foi Presidente do Clube Butiã. É sócio funda-
ãor ão Tions Clube Butiã Em 1964 assumiu uma cadeira de Ve —
cujo mandato foi até 1969 e auran
resãor, eleito pelo PTB,
te o mesmo, exerceu à Presiâência do “egislativo Municipal
de Butiá. Em 1979, yecebeu do Sindicato de Odontologia do?
JS e
Rio Grande ão Sul,
Odontologia Gaúcha po gi
Dela CÊ ge Vereadores geste Municipios Ainda hoje, conti”,
a Camara E Misses
Monção Honrosa por serviços prestados a
r 50 anos; o mesmo sendo concedido *
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Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Rua do Comércio, N.º 566
Dutiá, O8 de outúbro de 1983
A
- À To A = º1851/837 Flso 03
e o À o
ercend s j
nua exe O sua profissão nesta cidade,
PRESIDENTE TRATDO rhorADO - Convidaríamos Sua Excelencia o se
nhor E aiTo Nunicipal para que fizesse a entreg, do Título '
de cidadao Butizense ao Dr, José Rredolino Leindeckers
trega do Título do cidcaão Butiaense ao Dre José F; Loindeckert
SENHOR Dio JOSÉ FREDOLINO LEINDICKER - Senhor Prefeito Munici
pal, Senhor representante do Senhor Juiz de Direito, Senhor *
rralão Machado, Prosidente do Legislativo, hos Verendores ?
2 minha gratidão e o men agradecimento a todos vocês, eu digo!
e todos vocês vorque a Lei foi aprovada por unanimidade, não
teve oposição e essa é uma grande satisfação para mim, uma
grande alegriao 4 união em nós todos faz a nossa força. Zu!
quero dizer a vocês, que tudo aquilo que eu fiz, eu ea
minha esposas fizemos com carinho e com emor por essa terra
e, queremos tudo aquilo que poderei fazer por essa nossa *
“comunidade, por essa minha terra, que eu já considero mais!
minha terra do que a minha terra natol, aqui vivi com!
ruito alegria, com muita satisfação, aue eu fui recolhido
para ser dentista deste Butiá pelo ex-diretor Dro Roberto Carão
so, dcixando então de ser o dentista do Posto de Soúde de
são Jerônimo, que eu tinha sido nomeado, Dr. Roberto me?
as a e y
iEésidoa at por sinal, eu digo me comprou e entao eu esta
vanessa situação, foi corrido um sorteio pela minha esposa
que cu então cai naquele
aqui quero continuar servindo esta terra
sorteio que ficasse no Putiá e.
aqui eu estou ey
atê o resto da minha vida e 1
hoje por Legislatura de Putiá me *!
evarei comigo dentro desse co-
ração essa homenagem que & É
PP Fogo a toãos Voces, egisladores, que continuem no
o
Fl coletividade e do bem estar da comunidade Ge
ES . =
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É
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Rua do Comércio, N.º 566
Butiá, O8 as outubro de 1983
a A TA nº 2851/0835 r1s% 04
a nn eds A) o
que está o nosso Prefeitos
quando eu iniciei junto com meus Vereadores, a Constitui-
ção da nossa Legislatura de Putiá, fui Presidente durante +
mas SMS; foi um governo união com o Prefeito e foi *
feito então o governo do Município que concorreu no concur
so do Estado do Rio Grande do sui tirando o segundo luger na
Administração, Isto era a satisfação que se entrosava *
Butião Ao Legislativo e Executivo,
Legislativo e Executivo, voltados sempre sos interesses da!
coletividade do nosso Município. E foi assim que nós conse
guimos levar o nosso Kunicípio numa eltura que todos viram
- HI
Quero agradecer, que hoje é um dia de festa para todos
nós, quero levar a minha fé ea minha esperança pela *
coletividade e pela grandeza do nosso Yunicípios Mais uma*
vez eu quero agradecer esses nobres Legisladores que con-
cederam esse título de cidadão Buticense e dizer a vocêst
que eu levarei comigo dentro do meu coração com muito cam
rinhos. Muito Obrigados
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Pediríamos ao Senhor Secretário
que fizesse a leitura através da Lei nº 561, de autoriat
da Vereadora Zinah da Costa Gonçalves, que concede Título!
Cidadã Putiaense à Dona Maria Pereira da Silvai
Duo
SICRETÁRIO IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Paz “eitura À
dE gd
da Lçi nº 561
PRESIDENTE FRALDO MACHADO - Pediria ao Senhor Secretário +
que procedesse a leitura &o curriculum de Dona Maria Pereirat
&a Silvao
SECRETÁRIO
DA SILVA - Nasceu à
Estado de Santa Catarina, filha de Marcelinot
IDELPERTO TAILOR SOUZA MACHADO - MARTA PEREIRA é
2 de janeiro de 1913, em Costeira do
Ribeirão, no
Aião Pereira e de Dona Gezária Maria Pereira, sendo seu
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Butiá, os de outubro de 1983,
as AT am 1851/83,
pai, operário do telégraro e
mília de 14 filhos, onde
idade, era como todas
Fls 05
sua mãe doméstica, sendo uma £a
8 já falecidos] até os 7 enos de
as crianças, mas dai em diante, de
vido a necessidade da fomília, viu-se obrigada a traba —
lhar em casas Para manter-se bordava
principal o bordado de n
sendo sua atividade +
erivo ", onde o valor de seu traba
lho variava de acordo com as peças, um lencinho custava 2
vinténss Na sua infância sé conseguiu ir até o 2º ano pri
nário, pois eo ir dare a escola, deixava junto com outras?
colegas, os livros e ia pars um armezém onde seu pai ti
nha crédito e comprava biscoitos e bananas para sie as co-
legas de escola inão para a teira da praia pescar e apanhar?
frutas dos quintais. Certa ocasião ao sair da escola, Dona
Maria e outra colega, acheram um envelope lacrado que con
tinha 30 mil réis, tendo como origem São Paulo e enâcreça-
do a uma Senhora de Estreito Santa Catarina, resolveram ir
até o correio e entregar e achados Ao retornarem, encon-
traram a sua professora e conteram o acontecido, a qual!
lhes orientou a voltarem ao correio, pois seo envelope esta
va aberto, alguém havia perdido e não o correio) Nes q
correio não lhes devolveu, voltaram então e encontraram uma
velhinha a chorar desesperadamente, e a identificaram-ns,
como a dona do envelope com o dinheiro, retornaram com a
mesma ao Correio e o produtp do achado e perdido Toi en -
tão entregue a verdadeira dona hos 10 anos, com o con =
Sentimento dos paisy começou a trabalhar como doméstica
enpregando-se nº casa de um telegrafista , Senhor Saturnino e
sua esposa dona Manoela e ganhava picas Teis para fazer tom
da a atividade, entusiasmando-se mais pela cozinha, Solici -
sinheiro que lhe caberia como mesada
tou a seus pais que o dinhe
eus d
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se.
Butiã, 08 co outubro de 1983
A eu A no 2
a Nº 5 '
fosse destina seus sm ' à
fosse destinado a seus irmaos, pois sendo a mais velha e com
o que recebia pelo emprego, daria para se sustentari À casa!
' a À
onde trabalhava ficava bem a cabeceira da Ponte Rreflio Luz
obra onde atuava o Engenheiro Americano chamsão Corsinoo Na
conclusao dessa obra e com autorização do Engenheiro que era
2 ep ia Las á »
seu amigo e da Tomília para quem trabalhava, foi cla a PE:
reira mulher a atravessar a Ponte Preílio luz
p
vê, e is-
so lhe deu uma satisfação incalculável % Sentindo a neces-
sidade de gonhar mais, foi trabalhar em São José, Cidade à
ão Santa Catarina, numa padaria do Serhor José Natividade e
sua esposa, Senhora MARIA, os quais tinham uma filha de
nome Olga Neste período, &ona Maria foi trabalhar na ca
sa ão Governador Aristides Ramos e por intermédio de uma
amiga, empregada de seu irmão Dro Nereu Ramos e vor seu?
eu
estaque como boa cozinhheira, foi ela para a residên-
Trabalhou
cia do Governador Raros quando este tomou posses
: ra, abal 8 Me
lgum tempo e logo saiu para trabalhar em José Mendes, em
fo)
edita Lo. Eq
Florianópolis, na casa de seus padrinhos, uma família sf-
ria, de nome Abrasô Doatin e esposa Es
lhando até os 19 anos? Nesta época acontece a Revolução à
És "
acias ali traba -
ãe Cotílio Vergasy no Não Grande do Sul, onde pretendia!
areas
atuar como enfermeira, mas |
seus pais, em não deixar ser en
ã
seus pais nao permitiram, Do.
vido a contrariedade de
E E casa, chegando a casa ae don
ferneira, resolveu fugir de casas isa a
0g lveu escrever a seus pais para tranquilizá-losy
ja, rego 1 es j
Em má itib rava o frente da base Aérea de BACAXIRI, e por
uritiba mo a j +
ali a pinhão, milho verão, fazia bolinhos, ema
cozinhava
jlitaress,
das - aos mili
e vendia inheiros após foi trabalhar na casa do
Sanhaya um bom dinh % indo logo após para a cas
omo pagem, 8 a a
Capitão Almeida, e e C9e
e sentia-se mito bem, pois ?
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Dutiá, O8 de outubro de 1983
A EU
... A Nº 1851/83,
dee DD
à Flse 07
ia fanlisa 40:
de uma fomilia Síria - casal Nicolsu Pegro, passando depois pa-
atuar 5 a
ra atu junto ao casal Ravl, que casou coma filha do Ge-
Far 4 sz
neral Castro Júnior, dona Débora, mas logo após aconteceu !
uz imprevisto, pois ums comadre sua veio a falecer, deixan
11h qáiá . E
do um filho pequeno de nome Idalci, o qual os parentes não *
quiseram oscumir, responsabilizando-se Dona Maria pela
câucação do menino e não podendo ficar com ele por ser !
solteira, vindo seu patrão Dr. Raul a assumir a tutoria e iã
ternando-o numa escola especial para formação de militareso *
Pessou-se algum tempo sem ter informações do menimo, receben
do uma fotografia quando o mesmo já estava no Exército sen -
tindo-se então realizeda. Nesse tempo, dona Débora veio a
ganhar o primeiro filho e dona Maria no entusiasmo de ser en
fermeira obstetra, tomava conte da mesma, preparando-á para?
ir poxa a maternidado, Certo dia, em uma conversa dona 1
ria disse a patroa que desejaria ser enfermeira e ela lhe +
disset minha boa Maria, tens toda a liberdade para fazeres
o que quizeres; começando então a visitar os enfermos e as
gestanteso Estava ela certa ocasião em visita na, casa de !
Lá 5 a 4
uma amiga que estava gráviãa e derrepente começou a sentir ?
dores, felando-lhe dona Maria que se mantivesse calma que a
mesma lhe atendetia, não precisava chomar parteira, passando?
2 arto, nascendo um lindo bebê, porém meia
logo ao momento de P ,
a "a
hora após, sente novas dores € outro bebê nasce, correndo tudo
normal e dona Maria sontinão-se realizada pelo belo trabalho?
4 Ed
realizoãdo, intusiasnada resolveu ir ate o Centro de saúde
de Guritiba, pedir licença para trabalhar como parteira “É
nas porém não conseguiu deu intento, pois para ter licença
od D
de obstetra teria que
sentindo-se um pouco
ter o curso de enfermeira obstétrica ,
chocada e conversando com dona Débora -
co.
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sua patroa,
guinte vai estudar nº Faculdade,
mo
nao
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2 E
Butiá, O8 de Outubro de 1983
a Ta Nº 1851/83, mst 08
LISo
teve ss aá
º apoio para estudar mais um poucos No ano se
rodando no primeiro ano, mas
desanimon aí : 4 ..ê
Sl, pois no ano seguinte prosseguiu, trabalha
s estudava todas a '
sao COsuCavE 6 Vódas as Jagdes ia estudar em um local calmo
e tranquilo = ( no cemitério ) - e senteda cobre a sepultura!
de
uma senhora chamada Marie Bucno É que diziam ser uma ?
santa, pelas graças que muitos diziam ter alcançado e ao tére
2 Ed ”
mino do Ultimo asno ae Faculdade dona Moria adoeceu e pegou *
ta,
fez
foi
da,
fraqueza, tendo qause que taixar o sanatório em Curiti —
mas sendo socorridá por sua patroa, dona Débora, quet
com que um médico atendesse-á em sua casa. Recuperada 1
estagiar em um Hospital, ondo um incidente marcou súa vi-
pois um 7 de setembro quando aprontava-se para desfi-
lar, com outras colegas, pois a guerra havia acabado, mas?
wma colega Ge
Es
nome Maris Tereza, que era alemã e de ori —
gem Hitler, não podendo desfilar entrou no quarto de uma pa -
ciente e disse: o Guarda pó das enfermeiras brasileiras é di
ferente do meu, só porque elas
riosa dona Maria e as
reza(alemã) pegaram
nharem um retrato de
médico, o que
por na Polícia tiverem,
las onde Gona
após vem o terceiro
Págem;
Ford - Bigoãe ano 1929
Santa Catarina, mas
Rio Grande
gostam de aparecer, mas fu -
colegas invadiram o quarto de Maria Te,
o uniforme da mesma e rasgaram e ao dese —
Hitlep forem pegas de surpresa por um i
lhes custou muito caro, pois até que ir ge-
senão logo após Suspensa das au -
Esta frequntava, a alemã Maria terezae Logo!
filho de dona DéboraeMaria ficou sendo
enfermeira e motorista, pois seu sonho era dirigir um
Após formada, foi trabalhar em 1
pouco parou por ali, vindo logo para o
sul - Porto Alegre, nas onde chegava mandavam -
rh resolveu ir trabalhar de governanta 4
cce
até que
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08 ao outubro de 1983
És. ATA 1851/83. Fls+ 09
numa república para Tapazez, situada na voluntários da pá -
tria nº 333, onde entre outros moravem: tens Aviados Lioãj?
genro do Dr. Adroalão de “
Dro Nilo e Dr, Joiro Elbic.
quara para almoçar com os demais e precisa o mesmo fazer uma
injeção na veia e afarmícia estova fechada, então Dona Ka
ria disse: Eu faço a injeção. O que ? ele vercuntou , A Se-
squita; Senhor Curti, Dr. Edegar ?
Certo dia chega um moço de Ta —
nhora sabe fazer injeção na veia 9 ho que ela respondeu +
Eu sou enfermeira, e já foi buscar o seu ni oma, dei-
xenão todos muito esiâmirados e disseram: mos a Senhora enfer
meira e trabalhando aqui ? pespon deu ela que tinha ido?
trabalhar por não arranjar serviços Logo aparece um pedido?
de enfermeira para trabalhar em Butiá e um dos rapazes *
que ali morava era noivo de uma funcionário do CAD e
falou para o rapaz e eecte imediatamente telefonou para dona?
Maria para que a mesma fosse até a Rua da Praia no Faitáí
cio Vera Cruz para inscrever-se mas ela cheganã 1á todas!
as vagas estavam preenchidos, porém o Presidente Mário Izilet
eo Dr, Veriiádo cid geo se o mandassem estar na!
»
manhã seguinte no Porto às 6:00 horas para dali ir a são 3
a so
to
a
a
rônimo no vapor Porto slegres com os mesnos a São Jerôno —
mo e de 14 para Putiá, respondeu ela que sim que esta
E Ss] a
s sa Ed ”
va dispostas EM nutiá foi escolhida, após vários testes
s 7
.” arés '
e ficou morardo no Hotel Dutia, pascando logo a morar numa?
morar F
leca com os dizeres "ADA
8 DEM onde colocou uma pic s z Ss "MADA-
Casa d CADEM, k al :
ME MARTA P7 DA SILVA", Enfermeira Obstétrica, Tas ao acor-
e
dar pela manhã a frente de sua casa estava cheia de cri-
anç olhando a placa dizioms Voria P. da Silva, 0 +
as que lh.
que será 7 E um entao N
sou apelidos Noste tempo dona Naria iniciou
Como começou o Se e o - das
M
respondeu * aria Preta da Silva, foi
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Butiá
Butia, 08 de Sutubro de 1983
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A mº 1851/83,
is ou menos de 6a 7
Fls. 10
a trabalhar com ma o A
mineiros e suas fami-
jas, sendo tuit
ias, E Fulto procurada também por camponeses, que ela os
Sua residência com
cobrars Existe ainda
acolhia em seu tom coração, sem nada?
outro motivo por seu apelido de Maria 1?
nº época outra enfermeira +
uma alemã e de nome também
Preta, pois E E
ih ambém atendias senão ?
arias e mando os mineiros *
Chefias o nascimento de mais um filho; logo
lhes perguntavam: quem atendeu,
iam comunicar As
foi a dona Maria branca ou
ãona Maria Preta ? Nesta época só existia um faito em Rum
tiã, que era o meio de transporte do Delegado de Polícia e al -
guns médicos, de vez emguanto quando o faite estava desocupado
era usado por dona Maria Na maioria das vezes ela fazia *
de 2 pé seu trabalho? Numa ocesião trabalhou com outro en
Termeiro de nome Érico que após dois anos foi embora e!
dona Maria prosseguiu seu trabalho pela comunidade Buticense ,
sozinha, mas se sentinão gratificada, por ver que lhe erat
dedicado carinho pela comunidade em geral, e que em seu
trabalho confiavome Logo em seguida, chegou a Dutiáão pri -
meiro carro Ford que era tóxi de propriedade do Senhor Val -
pírio Pinto» Logo Dona Maria convocada pela caixa de aposen
tadoria e pensões dos serviços de mineração, tem que proce
der a convocação de uma euipe para trabalhar na campanha de
ra AS
vacinação contra a variula e o tifo, trazendo assim, para
naçe
sua e essoas gravemente enfermas a fim de serem soco-
sua asas pess
5 lari. a z
A o, Gona Maria começou a criar di-
rridas, No ono de 1950, ito só, criando muitas;
3 gentir-se mui SO, ando muitas, en-
Versas meninas por sen
pica : É atriz, José Pedro, Ilda Sam
tre cuais Glórias Vilãas sea ER ' Rs
as quais
E = onde apenas uma recebeu o seu
paio, Idalci e muitos outros, à dual E
yaria do Carmo Pereira da Silvas beje
Sobrenome, sendo ela + E .
«05« filhos, Jarcelo e Talis Fernando que
Casada e mãe de Gols + cs.
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Du .. o
tia, OS de outubro de 1983
A 7º 8
so TA nº 1851/03, Fls 11
es e suas reliquias. Desão esta cfcea 4
em que aqui veio a residir, tem prestado granãos serviços
.Slegacia de Polícia, Indigentes, órfad:
são seus dependent
at Brigada Militar,
ú
os
gregas do à irá di E,
Igregas local e a comunidatc em geral, la6 preta como
Os
carinhosamente chamada, e conhecida pela comunidade aqui em
.º
But senti o E] s E z '
Butia, sentiu suas maiores alegrias e tristezas, pois uma !
grande parte da commidsde veio so mundo, trazida por s
as abençoadas mabs. Sua clientela corpõe- se do todas as
camadas sociais: na cua simplicidade e dedicação À profissão
o media esforços para cumprir com cua difícil missão, não
[5]
pr
podia ter preferência quanto a seus clientes, fosse rico
fosse pobre, ela atendia com o mesmo carinho? Gerta vezt
chamada para atender um caso de, que até hoje permanece *
misterioso para ela, pois ao chegar a determinado trecho *
do caminho, havia outra pessoa que lhe vedou os olhos,
o essa pessoa disse-lhe que se trenquilizasse, não tivesset
medo, pois não queremos, apenas que a senhora fique sa-
tendo a quem vai atender e onde. Deu graças a Deus quando à
chegou 2o lugar do perto e outra pessoa aguardava-a vara aju
dor na torefa do perto. Quando recebe um aumento salarial ,
dona Maria faz uma festinha para as crianças pobres e também!
todos os anos uma festa de Páscoa, É sócia da fundação do
CLUBE DE MAÉS COMUNITÍRIAS DE BUTIÍ, sempre colabora com tu-
ão e com todos dentro de suas limitações. É sócia fundado
ra do Hospital de caridade
. Ed r,
é a simples e humilde Maria 2 Nãe pre-
z
no
2 .” .
minas do Butia, ainda
faso?
de construçõoeE assim,
tem
mulher que tuão fez e cito pela comuni
tay humilde
dis do Butiá; duo sente-se renlmente realizada profissional-
4, E
ment nas en partes pois epenas não se sente renliza-
Mente, apenas em o
jãnde arançada, por não mais poder traba -
a
da quanto o sua
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Butiá
lã, 08 de outubro de 1983
N 7 A 3 j
A à qWº 1
s 1º 1851/83, Flse 12
hor, na inatividade, o que não gosta, pois *
fi DAS - con E!
sempre 104 uma pesson ativa e que sempre se idenficou com ?
= melhar Na ja
seus semelhantes, lãe Misco 16 Hrotas lemegõo 8 .
a “e
daúãe não ser merfoita, pois seu desejo seria continuar tra
a nd . a : E
balhanão por aquilo a que se dedicou a vida todas SUBLI-
E MÃE DE TODOS É
us Dido
és $
TSTDRNNTE TRA vra é É sa '
PRESIDUNTE JRAIDO MACHADO - Convidaríamos a Senhora Meria *
Pedrolina Marques Sareiva, Coordenadora do CLBEM para que?
fizesse a entrega do Título de Cidadã Butiaense a Senhora Maria?
Pereira da Silvas
SENHORA MARIA PEDROLINA MARQUES SAMAIVA - Faz a entrega
ão Título de cidadã Dutiaense a Senhora Meria Porcira da Silva 7
SENHORA MARIA PERLIRA DA SILVA - Estou muito emocionada, +
mas quero agradecer a toda a comunidade desse local e no mesmo
momento quero também agradecer a comunidade, assim como ?
membros à nossa Câmara que me fez essa homenagem com es
se título. Estou muito emocionadas Iuito brigadas
PRECIDONTE FERALDO MACHADO = Cumprião o nosso ato Solene
da sessão de hoje, nós possamos a palavra ao Vereador Lí-
der da Ponesde do PDS, Adão Nogucira dos Santos.
VERZADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS -— Senhor Presi —
[34
a 4 a tus
Yerendores, Senhor Prefeito e Secretários ,
Trcãolino Icindecker e dona Maria Pereira *
dente, meus colegas
pq 4
homenageados, Jose
da Silve, Intes do cumprimentar aos homegeados eu tomaria a
] ao!
liberãado de cumprimentar a comunidade Butiaense que teve at
felicidale de em geterminado momento virem chegar em nossa!
Eva e Dias E
Cidade para ficar José rredolino “eindecker e Dona Varia Perei-
es vara É
18 1! 1 4
E E esidente e meus companheiros, não é gra
ra da Silvas Senhor Pr : -
É incuém recebe uma homenagem como esta, se a
tuitamente que nins q "a :
ge Butia numa inciativa stalvez, Feliz do
Câmara de Vereadores
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Ediadda OM
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“tds OS de outubro de 1983
A TA mo
gti aa o ABB4/83 r1s% 13
ador Carl
Os Merion e da Vereadora Zinah da Costa Gonçal
a aceitou por unanimidade sem ter
cia sequer que tal homenagem fosse
presteda, é Porque essas Pessoas fizeram por onde merecer a
José TIredolino Loindeeker) os
5 >
nosso popular tio Ieindecker do todos conhecidos, seu eurri
culun já foi Iido; eu diria apenas, se me permitissem?
acrescentar uma coisa, além das virtudes que lhe menciona-
e caçador, A dona Maria, a mãe preta, eu quan
do dei entrada nesse recinto palavra de uma pessoa que es
tava ao meu lado, está entrando no recinto o Diamente Negro?
Dona Maria, sabemos perfeitamente a origem do seu apelido
de Maria Preta, como foi lido; mas tenho eua certeza *
que essa pele morena encobre um grande coração e uma alma crig-
talina, haja visto os serviços prestados pela Senhora a nog
sa cominidadeo Permitam os nossos homenageados em nome da Ban-
cada do PDS que lidero nesta Casa e, representando ainda o
Vereador José Carlos Menezes da Silveira, o Vereador Leão Lon E
âres Rodrigues da Silva e o Vereador Dilon Oliveira Gonçalves;
lhe preste a aibos as mais efusivas homenagens. por tudo +
aquilo que fizeram pelo nosso Nunicípio, pela nossa comunida
de e, tenham a certeza de que não É apenas a Câmara de À
9
4 4
Vereadores de Butiã é a ;
ção à Batiá que nós representamos e, que prestamos jun —
e
Muito Obrigados
comunidade Putisense, é a popula.
El
tos esta homenagem a VOCÊS
Passamos a palavra ao Vereador
Ô a
PRESIDENTE ERALDO MACHAD
SIDENTE Líder da Bancada do PM à
Dorvely Subtil Barboza,
vELY SUBLIL BARBOZA - Senhor Presidente, Senho -
IEREADOR DORVE aqui presentes, Secretários Vuni
ridades
Ê es auto g A
es Vereadores», idade Butiaense que já estã aqui presente, o
dipais, a comn o
, ,
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a BUTIA ma,
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Rua do Comércio, N.º 566
Butiá, 08 de outubro de 1983
ne A Ta Nº 1851/83 Fls. 14
u boa tarde i 3
ae Ee S as minhes saudações, Hoje no momento dessa "
Possão Salone em que É catrogao dela tlrelos do Cidadãos Bu -
tinenses ao Senhor José Fredolino Leindecker e a Dona Maria Pe-
reira da Silva, eu como Ifãer da Bancada do PD? aqui na
Comunidade Putiaense digo que o Título de cidadão É um título
respeitado em uma comnidade, esse título é dado a quem *
trabalha, a quem fez o esforço e à quem faz até hoje pe
los relevantes serviços prestados a comunidade, comnidade es
sa que foi quem usou esses serviços que a Dong Meria e o Se-
nhor Leindecker prestaram e ainda prestam, Então nós aprova-
mos por unanimidade, foram onze votos, nôs tínhamos onze Ve
readores, porque a quem merece a gente tem que dar força 4
e eles como deram força a toda a comunidade, fica aqui o!
meu registro e o registro da Bancada do PDT, não só da?
Bancada mes de todo o Partido acui da nossa comunidade Putia-
ense e, o respeito que nós temos por essas pessoas que hoje?
estão sendo homenageadase Dona Maria, a Senhora ganhou esse tá
tulo devido a um Projeto de Lei da competente Vereadora Zinsh
+ a qual eu fico feliz e o Pertido Democrático Trabalhista +
também fica feliz em ela lembrar o seu nome pelo que a ?
Senhora"fez e que a Senhora faz até hoje Senhor J dé Fre-
dolino Leindecker, nosso dentista aqui do Município, também
nós ficamos felizes pelo título que lhe foi dado pelo Vereg-
dor Carlos Marion e em nome da Boncada do PDT nós queremos?
tão s& The felicitar mas convidar e congratular com 0 que
os deixar a vontade para o que vocês?
hoje vocês receberam e q
dois precisarem da B
Ta que nós juntos consi.
* com gent Ê
omunidades Muito Obrigados
encada do PDT e da Câmara de vereadores pa
ga melhorar e engrandecer ainda mais o
“rg e assim É que nós esperamos con À
Nosso Município es
tar sempre em nossa e
eee
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ASBUTIA A,
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Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Rua do Comércio, N.º 566
Batiá, O8 de outubro de 1983
aci A To A Wº 1851/83 Fls. 15
ATA m 1851/83 5
PRESIDENTE ERA] ERALDO MACHADO = Passamos a palavra ao Líder da *
Pancada do PUDB, Vereador Carlos Marion
VEREADOR CARTOS WAPION GUrmRA scimADrIMACH - Senhor Presiden —
te da Câmara de Vereadores, meus colegas Vereadores Senhor Pre
feito, Secretários, autoridades e o povo que nos dá a honra?
e o maior brilhantismo nesta tarde Solene, Pergunto aos Se -
nhores quem é que não gostaria de receber um título de cida -
dão de uma cidade, ainda mais de uma cidade como Bmtiã, pro -
gressista, cidade de pessoas camaradas, de pessoas que se!
dão a si aos outrose Acredito que qualquer pessoa que não
nascida em Butiá gostaria de receber este título. Pois um
título desses que é dado pela Câmara de Vereadores, esta Cd-
mara de Vereadores é eleita pelo povo, de forms que es -
se título | representado, é dado pela comunidade como ato à
de quem se reconhecer o trabalho prestado, a gratidão por ?
pessoas que venha a fazer jus no nosso meios Desta forma?
o Dre José Fredolino Leindecker e a Nãe preta, Maria Pereira t
da Silva estão fazenão jus dos poucos títulos cedidos pela
Câmara e os únicos cedidos pela Cêmara a pessoas qui resi
dentes em Brtião Quando era candidato a Vereador sendo
eleito eu tinha vários projetos a ser apresentados, muitos
já forame, entre esses projetos estava um deles de con-
ceder Título de cidadão ao Dre José Fredolino Leindecter, ao
finado Dre Carlos Corrêa Rodrigues e também a Nãe Preta. Pois
fiz um requerimento para que fosse dado!
a falecer antes deste dia, a Nãe Preta,
encontrava em Butiá e; ficou difícil
bem, Dre Carlos
O título, ele veio
na oportunidade não se
a fazer uma justificativa, o Vereador, para que
e Lei na Integra, felizmente a Vereadora Zinah
fez O projeto e hoje ela recebeui
“ce
Porque prssio
seje o rrojeto à
veio ontris essa falha é
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SSBUTAS,
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Butiá, O8 de outubro de 1983
... A To A Nº 1851/83 Fls 16
a SS
esse título de Cidadã Batiaenses Seja me permitido nessa hora
Solene dirigir os palavras para saudar por seus méritos que
fizeram jus; pela gratidão e pelo carinho distribuido. Dizia
Dre Leindecker que considera Bati4 a sua terra muito mais *?
do que a súa cidade Natale Vejam os Senhores que já é +
além dos seus relevantes serviços prestados também pelo emor
e zelo carinho que dedica a essa terra, vem ele por tembémt!
mais esse motivo fazer jus a esse título À Mãe Preta
que em seu currículum, a pouco lido, dizia, sentia-se gra
tificada pelo carinho que ganhava, na oportunidade ela dim
zia, através do seu currículum que o serviço que ela pres
tava era gratuitamente é que ela se sentia gratificada!
pelo carinho que ganhava do povo de Butião Pois vejam os ?
Senhores, Senhoras, autoridades, a pessoa para se sentir!
gratificada pelo carinho ela antes precisa atuar, esse ca -
rinho da comunidade não veio gratuitamente, pois ela antes ela
teve que ceder, ela teve que prestar aquele trabalho dfgno que
a essa comunidade. Então primeiro ela conquistou
ela prestava a
e depois ela se sentia gratificada pelo carinho que recobias
Pessoa como Vossas Senhorias são marcos na beira da estrada;
o” ”
na beira da estrada da vida em que são marccdos pelo temi
po pelas suas passagens e pelos sevs trilhos aqui deixados
Principalmente aqui na nossa querida terra de Tutião Perdu
Pa-mej portanto, como Verendor, como Tepresentante da Câm
Zara de Vereadores e tanbém em nome do mou Partido, TIDB o
do partido e da Bancada, em estar aqui e dirgir as pa É
lavras nesse momento Solene que veio am dúvida da nosca +
Eq
uma homenagem que nós a muito tenpo já e
to
Parte a prestar
távamos devendo. lIuito Obrigado
Ed
MACHADO - Nós lamentamos aos Senhores +
PRESIDENTE ERALDO
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SC BMA a,
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Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Rua do Comércio, N.º 566
Duti4
Putia, O8 de outubro de 1983
=
Fiso 17
Comparecimento aqui de tecãos os Vereadores,
uns por motivos alheios
cm A TA nº 1851/83]
diem o!
presentes o não
a sua vontade, outros não. quere -
mos agradecer equi, entes de encerrar esse ato, 2 presen -
ga de todas as autoridades e de todas as demais peszoas que
aqui se encontram presentes, Agradecer ao Presidente do?
Clube Butiá e os demeis componentes dessa Diretoria por ma
is uma vez nos ceder es dependências do Clube Putiáo Os nos
sos ogradecimentos a presença do Senhor Prefeito Iunicipal ?
of agradecimento ainda em especial em nome Go Poder Legis
laãores Kunicipal de B tiá ao Dre José Fredolino Uoingeckert
e seus familiares e a Senhora Maria Pereira da Silva e todos
os seus familiares aqui presentes e tenham a certozo 4
que esse título lhes foi dado pela honra, pelo mérito e
pelo trabalho de vocês; que não só por lei da Cânoro ms
nicipal e por sanção do Senhor Prefeito; não só por lei é
nem só vor votação unônime da Câmara de Vereadores, que
os isbn 1everem eso título; mos acima de tudo lhes 1
Ds Ss a Ed
of ge corsçãoe Pedimos a Deus que abençoe a José Pr
Ei Gado e Ç e r re
aolino Lcindecker e a dons 1 A
e soúde para que eles possam cgn
teria, aque lhes dê ainda muitos?
e muitos mos de vida
. F tinvor o seu trabalho em prol da comu
tinusr conosco, consinvar E T
nidade Putiaenseo
nada Constovo
Toda mais navendo a tratar, mandou o Senhor Presil
== . gatilografasse a presente ata, marcando nova
ente que 8 b
q . de outubro de 1983, com a seguin-
se Ea para o dia 13
Sessa :
ã :
te ordem do dia dies
...
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e Ed
Cutia, 08 do outubro de 1983
... 4 PD A Nº 1851/83 Flso 18
eee aee a eee meet e me teme mm mem
REUNIÃO DA CÂMARA MUNICIPAL s
Sola das sessões; 08 do outubro do 19835
Vexró ERALD
Presid,
MACHADO
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