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materia nº 1859/1983

Tipo Ata
Número / Ano 1859 / 1983
Date 1983-11-24
EmentaATA DA SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 24 DE NOVEMBRO DE 1983
native_id15070

Autoria

Tramitação (latest 1)

DateStatusTurnoTexto
1983-11-24 Aguardando a inclusão na ordem do dia U AGUARDANDO A INCLUSÃO DA SESSÃO.

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: ocr · backend: tesseract · confidence: 0.85 · pages: 66

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Rua do Comércio, N.º 566
Butiá, 24 de novembro de 1983
A T A Nº 1859/83
Aos vinte e quatro dias do mês &e novembro de mil novecentos
e oitenta e três, às 20:00 horas, reuniu-se a Câmera Wunici -
pal de Vereadores de Butiá, em sessão Ordinária, sob a Presi
dência do Vereador Eraldo Machado. Havia rifmero legal confor-
me livro de presença e feita a chamadas Aberta a sessão pelo
Senhor Presidente, passou-se a leitura da ata da sessão an
terior, a qual depois de lida foi aprovada por unsnimidades
VEREADORES PRESENTES À) SESSÃO -DO PMDB - Eraldo Machados DO *
PDZ - arcilon Belomar Pereira, Dorvely Subtil Barboza, Idelberto
Tailor Souza Machado e Zinah da Costa Gonçalves ; DO PDS - Adão!
Nogueira dos Santos; Dilon Oliveira Gonçalves, Fernando Ruskowski
Lopese
EXPEDIENTE
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereadora Zinah da Costa Conçalvese:
VEREADORA ZINAH DA COSTA GONÇALVES - Senhor Presidente, nobres?
Vereadores, nossos visitantes, queridos ouvintes da Rádio SO
ERALe Hoje está sendo comemorado o Dia Nacional de Ação de Gra
case Em Butiá foi realizado um ato cívico religioso, na Pra-
ça Roberto Cardoso; na qual parabenizo-me com o Senhor Prefeito
Rubem Carvalho e coma Secretéria de Educação, Senhorita Neuza
Vergas, pela grandiosa programação, reunindo em orações ,. es ?
Igrejas de Butiá com suas mensagens de paz; amor e harmonia
ao meio dia da Cidade de Deus, Osasco, São Paulo, também foi +
transmitida pelas Emissoras de Rádio e televisão do País, progra
ma de Movimento Nacional de Ação de Graças e, passo a ler até a
mensagem AMOR A NATUREZA ", que foi cantada por alunos, foi?
— Tecitada, aligse " Os céus proglemam a Glória de Deus e o Fir
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ge BUTA
Sad
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Dutiá, 24 de novembro do 1983
A TOA mM 1859/83, Fls 02
menento anuncia as obras de suas mãos Um dia fela ao outro dia,
e a noite revela conhecimentos a outra noites Não há linguagem ,
nem há palavras, e deles hão se houve nenkum som, no entanto
, por toda a terra se faz ouvir a sua voz" E, Deus criou a
natureza. Obrigado, Benhor, pelos rios e montanhas, pelas flo b
,
restas e mares: Obrigado Senhor por fazermos parte da natureza
contiruando a explanação, em segundo lugar falarei sobre o Im -
posto Predial e Territorial, um Imposto que todos os anos são pa
gos e perguntarei, será que você estã em dia 9? Você, eso *
contribuinte, já pagou o imposto de 1981 ? Eu falo em 1981 por -
que e pagava aqui na Prefeitura depois foi para o Banco em!
1982 eo de 1981 muitas pessoas não pagaram, não porque não *
quisessem pagar, mas pela mudança que ocorreu e o hoje se es -
tãs lá como débito, sabe o que vai acontecer ? Se tem débito!
era naquela época era de quatrocentos e cinquenta e três cruzei-
ros deverá pagar hoje quatro mil e quihhentos e vinte cruzeiros,
pois tem juro, multa e correção monetária que corresponde a dez
vezes mais o débito conforme recibo que- está em meu poder, quer
dizer, esse acréscimo hão é de hoje, sempre existiu e proeu
ra der um jeitinho, porque quando precisares de uma certidão ne
gativa não terás se não estiver em dia com os cofres do Huni -
cípio, não estarás bem porque tem débito vai estar 1 no céu.
Tenbém estive visitando domingo, a Vila do Senhor Gaudêncio, +
Gaudêncio É maneira de dizer porque É quem deu o terreno, eu!
já estou denominado, se não foi dado, nome a essa Vila já es-
tou com o Projeto que trarei na próxima semana e verifiquei a
falta de instalação de água que o pessoal lá está se queixan-
do, mas falando com o Secretário Aldo e o Senhor Getúlio , da?
CORSAN, por acaso na mesma hora os dois estavam juntos disseram
que em breve estaram será instalada a água e cada um pagará a?
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ces A TOA Te 1859/83 Fis. 03
sua taxa isso aí vai sair do bolso de vocês mesmos, porque ca
da um quer uma torneira em seu pétio; quer dizer que vai ter
um relógio em ceda cesa, vemos ter, sobem que ataxa é mil
e seiscentos e tantoe Senhor Presidente, compareci à reunião*
do Setor jovem do PHDB onteme Assuntos Ginásios Quer dizer,
que eles ficaram de mandar correspondência psra a Câmara para!
ser estudado pelos Vereadores o que se poderá fazer pelo Gi
násio, porque chega de intervenção, que uma cidade como Bu-
tiá já devia ter um Ginásio por sua conta ou o Estado ajudar)
ou o Estado toma conta, É isso aí e também que muitos alunos!
não podem estar no Ginásio porque não tem condições, até o Se,
nhor Juiz de Direito estava junto, estava presente, quer di -
zer que virão outras reuniões , é bom ir por 1á para ver co
mo é que ficas Também, Senhor Presidente, fizeramme as se
guintes perguntas! Quem É os responsáveis pelos carros e motos
com a descarga aberta ? Disseram que vinham na Câmara falar. Eu
disse que podia perguntar quem É o responsável, porque dizem *
que altas horas da noite passa aquelas motos, aqueles carros!
com toda descarga abertas
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - A Colega me permite um apar =
te ? (Aparte Concedido)e 4 responsável por isso e” a nossa *
Brigada Militar, inclusive; auxiliando a colega, talvez, a cole
ga poderia fazer uma reivindicação para o Comandante da Briga-
da Militar demunciando, uma pergunta, exato, sim porque na !
verdade está havendo, então para que nosso Comandante determi
ne providências para que essas motos sejam apreendidas, porque
na verdade não pode, está havebdo perturbação ao sossego públi
co, ainia mais se tratando em tardias horas da noite. Obrigá
dos
VEREADORA ZINAH DA COSTA GONCALVES - Tembém, sobre O calçamento
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qe BUTIA
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A Po A mM 1859/83 Fa. 14
da Piratini que foi falado aí quem pegava, quem não pagava, SO -
bre o calçamento eu acho que com certeza quem não pagou vai *
ser beneficiado com juros, correção monetária e multa, quer di-
zer que se aprontem porque vem bãla, é isso ale Agora passa -
remos a ler as notícias de jornale Emenda de Calmon será votada
hojes A emenda de Calmon É que vincula 132% da receita da Uni-
ão e 25% dos recursos orçamentários dos Estados, Municípios!
e Distrito Federal para aplicação em Educação, O Ifder do Go -
verno Aluísio Chaves informou ter liberado sua bancada para
aprovação da matéria, o mesmo acontecendo em relação ao Sena-
doe Também o Ministro Fernando Gonçalves do *ribunal de Contas?
da União deu prazo de trinta dias para que a Prebidência So
cial explique que medidas está tomando pera colocar em funcio
namento as agencias de dez cidades gaúchas, que estão fecha-
das desde que foram construídas em 1982, ainda na Administra-
ção do Senhor Jair Sosres, no Ministério, Também sobre a me-
renda escolare A Merenda escolar na reportagem de domingo do *
Correio do Povo revela repetição em nosso Estadó do fenômeno *?
característico do mundo escolar das regiões mais carentes do ?
País, considerável número de crianças comparecem às aulas somen
te para receber merendae Mais grave, porém, ê a constatação de
que o Ministério da Educação está praticando uma rígida politi
ca de contenção de gastos, mesmo essenciais cujo pior resulta-
do É o desatendimento dos pedidos da sSecretéria Goúcha
Assim das 3.360 toneladas de alimentos que forem solicita-
dos no ano em curso, apenas 14% mereceram beneplácito do MEC
ficando profundamente afetado os serviços de merenda escolar
em Porto Alegre e no interior. Também Winistro considera a CIP |
obsoleta e quer códigos Ele diz que condena a atual Legislação
pa trabalhista, por obsoleta", o corregedor-geral da Justiça do Traba
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..e
EE
lho, Ministro Marcelo Pimentel, considerou ser imprescendível e
urgente uma reformilação da Consolidação. O Corregedor entende que
" existem coisas na nossa Legislação que superaram o tempoe Hoje
mesmo os Países que nos consideravam avançados em matefia traba-
lhista, nos umtrapascsaram em muito como É o caso da Alemanha o
Foi feita uma Legislação na época em que o País era essenciãl -
mente agrácola e, hoje, contima sendo a mesmas Portanto, é *
preciso uma reforma maciça, condizente com a nossa realidades
Por outro lado, o corregedor-geral da Justiça revelou que atual
mente, O Trobunal Superior do Trabalho está com mais de sete *
mil processos aguardando julgamento e que, até o final do amo
poderão ser reduzidos no máximo mile Empresários vão pedir que
Congresso rejeite maior alíquota no ICMe Porque também passar ?
de 16 para 18% é um caso que não deve, fica muito caro mesmos Tó
xico está matando um jovem de 23 anose Marco Antônio de Cempos,
de 23 anos, natural de Garibaldi, viciado em drogas desde os 13
anos de idade, com a saúde gravemente comprometida, foi à Po
lícia pedir ajuda para não morrere Com mais de 300 manchas nos
braços e pernas causados pelas"picadas" que ele: mesmo apli-
ca com os pés e mãos permanentemente inchados e perdendo o senti
do do tato nos dedos, ele afirma que está morrendo sos pou-
Marco Antônio se apresentou na madrugada de *
Estava faminto, sem
cos e cedo demaiso
ontem na area Judiciéria da Polícia Civile
ter onde dormir e temendo morrer ao relentoe
de para fajor e afirma que não consegue pensar direito. Já es.
teve internado nos Hospitais São Pegro e Espíritas Segundo de —
clerou, recebeu alta médica, por ser um caso quase incurável «
Merco Antônio ficou sentado mm dos bancos da área Judiciária e
a Polícia nada pode fazer por ele, pois ele mesmo procurou se ma
tere Preso foge quando consertava grade na casa do Secretário, *s
Ele tem dificulda-
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Butiá, 24 Gde novembro de 1983
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eco
to aqui o Secretário Mendes ficou até muito abalado com o negó -
cio de sair o ceu Dentinho a fazer o serviço fora da prissão!
sem ter, tinha licença porque senão ele não sairias
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - 4 colega me permite um aparte?
(aperte Concedido)e Só para esclarecer que 0 jornalista e ra =
dialista Mendes Ribeiro gosta muito principalmente de tocar o lg
ço na Oposição e, eu sempre acompanho os progremas dele: e tam
bém leio a crônica dele na Zero Horace até agora ele
não se pronunciou sobre esse problema da fuga do " Dentinho"; Ê
ão cunhado do seu filho , Secretário de Segurança, sé para retifi
car, estava a serviço numa Casa do cunhsão do Secretário de !
ainda ó
Segurançao
VEREADORA ZINAH DA COSTA GONÇALVES - Tembém, Verendor preso ao
tenter impedir ação de despejos Essa foi muito boa e muito bada
lada, porque a televisão deu manchete mesmo, onde oito policiais
pegaram o Vereador Valneri e leveram preso, além de preso ainda *
tiraram a rica barba que ele tinha, os documentos dele todos!
agora como é que fica os documentos ? Creio
é com barba e,
que não vã ter valore Sem definição o reajuste dos Federais e
O Funcionalismo Federal a grande devasagem dos salérios que es-
t4 levando o funcionalismo a não ter mais condições de viver, não
se pode aceitar nem de brincadeira o que vem sendo anunciado *
pela Imprensa de que o reajuste ficará entre 600 D4, dizem?
que não foi decidido mas É certos Passarinho revela que a dívida
para com a Previdência é de hum trilhão, Tem a receber I70
mil devedores inadimplentes, revelou, ontem, o Ministro Jarbas
Passarinho, acrescentando que o IAPAS Vai tentar acelerar o +
recebimento dessa áfvida para aumentar o seu caixa e reduzir a
tonada de empréstimo à rede bancária. É isso of, não se paga!
e depois acontece tudo isso. fexa de inflação Parece que 0 go
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a BUIMIA
reed
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verno, agora está mais aliviado com o resultado dos acordo que
serão firmados com o FHI, os bancos credores e o chamado Clube?
de paris. É provável, então, que nos próximos dias, os mapon-
sáveis pela área econômica do Brasil possam se dedicar, com ma -
ior atenção, aos problemes internos, especialmente à redução de
taxa de inflação Pelo que se verifica, a recuperação da econo -
mia brasileira está condicionada a dois fatores importantes o de
clínio da inflação ea taxa de juros. O que se pergunta £o
que o Governo Brasileiro fer psra alcançar estes dois resulta-
dos, para reerguer a economia do País. Os Componentes da infla -
ção são quatros o Componente psicológico, cuja importância É ma
ior do que parece a muitos, os efeitos políticos de ajustamento,
que constituem a inflação corretiva, as altas dos preços decorren
tes da frustação causada pela produção agrícola e ao deficit do se
tor público e suas conseguências monetáriase O Pior de todos os!
o âéricit público, que infla
componentes, segundo os analistas é
não só a base monetária como também a" quase-moeda", O Go &
verno, ao que" parece, pretende exercer uma ação imediata, que?
julga segura a eficaz? apressar a redução dos subsídios. Este?
assunto, por certo, erá discutido brevemente pelo Conselho Hone-
tário nacional, se isso acontecer, somente depois de trans e
corridos alguns meses a pressão inflacionária àeverá arrefecero
PRESIDENTE ERALDO ACHADO - 4 colega me permite um aparte ? (Apar-
te Concedido). Com todo respeito que tenho & sua pessoa pediria
já está sendo ul -
que a Vereadora concluísse, pois seu espaço
trapassadoe
VERFADORA ZINAH DA COSTA GONÇALVES - Gás de carvão pode ter!
amparo técnico dos EUhe “ssa é uma boa porque os EUA vão tra
zer sua técnica para gaseificar o nosso carvão, quer dizer que
chegará a doze mil barris/dia equivalente a petróleo. 4 revelação!
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A TA Nº 1859/83, Pis. 08
aa Ed
foi feita pelo Engenheiro Márcio Augusto Vasconcellos Nunes, Asse-
ssor do Ministério de Minas e Energia para assuntos de Fetréieo
quer dizer que vamos ter mais essa da gaseificação, vai ser mi-
to bacana para nós, pois 0,0 carvão está af para ser aproveite-
do, vendido, negociado e bem explorados Wuito Obrigados
PRESIDENTE ERALDO MACHADO -— Yerendor Idelberto Tailor Souza Ma —
chados
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Senhor Presidente, ge-
nhores Vereadores, companheiro Valdemar, demais pessoas que nos
visitam e aqueles que nos ouvem nesse momentos Em primeiro lugar
gostaria de trazer a essa Casa uma opinião toda pessoal minha
quanto a problemas que nos envolveram com funcionários dessa Ca
sa que eu digo do Exccvtivo Municipal , do geral, funcionários
Municipais, quanto ao projeto de aumento saleriale É minha *
opinião pessoal que a partir de agora qualquer problema que *
viesse em benefício ou prejuízo do funcionalismo Municipal que!
ge tratasse dele fosse antes tomada uma posição pela Associação
dos Servidores Municipais que não foi tomada e, que sabemos nós"
que quem discute salário de empregados são Sindicetos, que ?
também ayúi no funcionalismo Municipal a Associação dos Servido
res lunicipais tomasse uma posição, o que não aconteceu nesse
Projeto, que está se tornando uma associação totalmente iner-
te, não participando dos problemas dos funcionários Munici -
pais e é segundo projeto, me alerta o Veresãor, em que eles
não tomam posição nenhuma, preferindo ficar no comodismo que É
O que mais lhe convém no momentos
VEREADOR ARCILON BELOMAR PEREIRA - O Colega me permite um apar
te? (Aparte Concedido)e Também dizer que a Bancada do PII não
se posicionou contra devido ao motivo que se, se posicionasse
contra ou fizesse emenda de nada adia teria, por caso que «São t
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ATA mo 2859/03, mo, 09
eo.
que O Senhor Prefeito ve-
emendas que Seriam inconstitucionais
torine Então nós acatemos o Índice estabelecido pelo Senhor Pre -
feito mas contrariando o seu Projeto devido a promessa do mesmo
que prometeu 84 acima do Índice e colocou 70% no padrão 1 e 60%
que em vez de colocar 8% acima tirou 4 En
acima do padrão 1,
tão quer dizer que os funcionírios hoje estão com 12% a me
nos dos seus salários os acima do Índice do padrão 1 Obriga
doe
VEREADOR IDELBERTO TATLOR SOUZA MACHADO -
zer que antes da votação do jrojeto fui abordado por elguns fun -
E gostaria mais de di-
cionários e lhes fui taxativo dizendo que não votaria de acordo *
com as minhas conveniências, que iria votar com o que mandasse
a minha consciência e, portanto, que a partir de agora, Senhor *
qualquer Projeto de aumento dos funcionários Munici
Presidente,
ao Executivo Nu
pais que seje formada uma Comissão pera ir junto
nicipal tratar do assunto, esse Vereador que estã na Tribuna nes
se momento não irá fazer parte dessa Comissãoe Também me manifes
tando quantó, quando usou a palavra a Vereadora Zinah sobre o!
problema com o Vereador Valneri antunes, PIT, acho que antes de"
tudo foi um desrespeito à classe dos Vereadores e mais uma vez
a demonstração dos restos “ainda do autoritarismo que ainda exis
te no nosso País e principalmente no nosso Estados
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - O Colega me permite um aparte ? (A -
parte Concedido)e A Bancada
congratula-se também com o voto de repúdio à Segurança do nosso!
porque alguns elementos, prin -
do PMDB com assento nessa Casa
Estado, não toda ela, é clero,
cipalmente, da Brigada Militar, nos decleramos aqui contrários a *
esse barbarismo, espancamento, essa recessão que vem ocorrendo ;
principalmente na cidade de Porto Alegre a gente tem visto nos +
noticiários dos jornais, televisão, e rádio que vem acontecendo!
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eo.
quase que diariamente esse problema de espancamento por parte *
da Brigada Militero Portento, a Pancada do PMDB também repu -
dia esses fatos e congratula-se com o que 0 Vereador está ci-
tando neste momento dessa “ribunas Obrigados
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - O Colega me permite um apar-
te? (aparte Concedido)e Eu contrariando um pouco a argumentação!
do Senhor Presidente e a do colega também, cu acho qe a cul
pa, se a arbitrariedade houve, não seria dos policiais, seria!
sim de quem expediu o mandato de,de despejo, estariam os polici
ais tão somente cumprindo com uma ordem judicial, deve saber O!
colega que uma ordem judicial nós que somos da Polícia somos *
obrigados a cumprir que se parte do princípio que é uma ordem'
legal já que é documentada. E se autoritarismo h$ est£ calcada
então na ordem judicial porque era uma ordem legal, a polícia te
ria que der segurança ao cumprimento do mandato e era o que *
fazias Obrigados
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA —
(4parte Concedido). Só pera dizer tembém que a Bancada do PDT ;
o Vereador está falando, mas agradecendo também a Bancada do PDS?
em Porto alegre que também se solidarizaram, inclusive, até +
e uma visita ao Governador para to -
O Colega me permite um aparte?
uma nota contra os policiais
nar providências Obrigados
PRESIDENTE ERALDO MACHADO =
(Aparte Concedido)e Ainda,
res a não violência, inclusive, na sua Campanha ele pregava?
O Colega me vperhite um aperte ?
Vereador, prega O Governador Jair Soa
isso a não violência e, nós lamentamos então que os sevs co.
» z
mandados não estão cumprindo a ordem de sua Excelência o Se -
nhor Governador do Estados
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO —
êans era: " Uma cidade mais humana e sem medo "e Então eu pe.
Inclusive, um dos slo
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diria até que se enviasse correspondência à Câmera de Porto
Alegre se solidarizando pelo ato de todos os Partidos Políticos *
com assento naquela Casa que se manifestaram contra ese acon
tecimento, Então eu pediria que em nome da Casa, desta Câmara en
viasse correspondência nos solidarizando com o procedimento delese
Também conversando com moradores da Avenida Mauá aqui em Butiá :
me falavam da poeira praticamente insuportável que existe naque -
la ruas E sabemos nós que nesta rua mora o Senhor Prefeito Muni
cipal, que talvez até por não querer que surgisse alguns comen-
tários não tenh, pedido isso, mas que então se colocasse água é
todos os dias, se aguasse aquela rua para evitar um pouco da
poeira, que ajudaria solucionar um pouco do problemas Também ain-
da ouvia, no domingo, passado, reclamações quanto ao problema?
da iluminação pública da Rua Alberto Pasqualine. Então gostaria !
que se encaminhasse correspondência a Secretaria de Obras do"
Wunicípio tentando as soluções dos problemas porque conversava U
com pessoas que me diziam que em determinados pontos da Alber
to Pasqualine não se tem condições de tráfego à noite porque *
a visibilidade é muito pouca, inclusive, eu sei que o Presiden-
te desta Casa também foi abordado com o mesmo problema, pare -
ce-me tombém na semana passada, então que se enviasse correspon-
dência a Secretaria de Obrasooe
VEREADOR DILON OLIVEIRA GONCALVES - O Colega me permite um apar-
- te? (Aperte -Concedido)e Eu quero me solidarizar com as suas '
palavras e, inclusive, a tempos atrás tembém já fui procurado
por moradores daquela Vila e, também encaminhei pedido a Secreta
ria de Obras e reforçando o seu pedido então eu peço que se-
je tomada as devidas providênciase Obrigado»
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Então, Senhor Presi.
dente, que essa reivindicação ao invés de ser feita em nome?
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de um Vereador fosse feita em nome da Casas
problema de atendimento médico em Mina do Leão,
Veresdores denunciando, fa
Também quento ao *
que já está *
se tornando uma rotina a esta Casas
zendo pronunciamentos acalorados sobre o problema do INPSe On -
tem pela manhã ainda eu procurava um médico em Mina do Leão e
entre tantos acontecimentos, mais um que me deixou triste e!
profundamente chocado, ao saber que não existia médico atendem
do pelo INPS na Mina do Leão, que somente particular, ou se pa
garia a Consulta ou não se consultariao Eu pergunto aqueles que
não tem condições de pagar uma consulta como fariam? Eu en -
tão gostaria que também se encaminhasse correspondência ao!
INPS local tentando saber deles mais informações sobre quais os
dias que existem médicos do INPS na Mina do Leão, se todos os
dias da semana não, porque ontem, na quarta-feira, não existia
e, quais os horários que eles atendem, porque praticamente a º
comunidade da Mina do cão está dependendo dos médicos do Sindi-
cato dos Mineiros, daqueles que atendem pela UNINED que tam-
bém são pagas as mensalidades e aquele que não tem essas condi -
ções, não é funcionário da CRH ou não É sócio da UNIMED pra
ticamente não tem com quem consulter,
até Butiá também não conseguindo fichas Costaria de
as vezes tendo que se
deslocgr
manifestar também sobre um problema da qual em reuniões passa-
das também me manifestei, problema seríssimo e que quando se'
conversa com alguém ão Executivo Municipal e uma vez o Senhor
Prefeito uma entrevista, uma reunião da Associação Santa Bárbara?
nos manifestou problemas de esgotos na Mina do “eãoo O Executivo!
Hunicipal afirma que o problema está quanto es vendas das ca É
sos da CRM, que dali não é arrecadado o Imposto Predial e não
se teria condições de fazer um trabalho naquela Vilae A CRM
por sua vez e com certeza teria que se manifestar que o pro -
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blema é da Prefeituras Quanto a esse impasse quem sofre são *
as comunidades e principalmente as crianças e, a Rua Borges Ie
ão É um exemplo muito próximo que até eu gostaria de convi -
der colegas daqui que fossem fazer uma visita Crianças prati-
comente brincando dentro do esgotos Eu pergunto, a saúde dessas
criançes: daqui a três, quatro anos, ce alguém iriã se res -
ponsabilizer por alguma doença que viesse acontecer daqui a al-
gum tempo ? Gostaria até, Senhor Presidente, que se formasse
uma Comissão desta Casa para tratar do referido assunto Em *
reunião passada pedi que se encaminhasse correspondência a CO-
missão da saúde Pública da Assembléia Legislativa, sté agora
não obtivemos respostas E parece que uma frase que eu ouvi de
um Vereador na nossa reunião da Associação Centro-Sul, de que
os nossos Deputados são os Deputados Copa do liundo, só nos !
visitam de quetro em «quatro nose A esses nós temos, digo,
teremos que lhes dar uma resposta depois, porque um proble
ma que trata de uma importância não comum em nosso Município
crianças que provavelmente irão crescer com algum problema, do-
enças resultantes de um esgoto que não existe a menor preocum
pação das autoridades municipais e talvez nos vinculamos nessa,
mas nem uma valeta foi feita, nada, não existe nada em termos
de esgoto na Nina do Leão e Fica aqui nesse meu pronunciamen
to uma preocupação e um repúdio quanto a inércia do Executivo!
Municipale luito Obrigado, Senhor Presidentes
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Verogãor arcilon Belomar Peréirao
VEREADOR ARCILON BELOMAR PEREIRA - Senhor Presidente) Senhores!
Vereadores, ouvintes da SOBRAL, Senhores que nos dão a honra +
com sua presença nesse recintos Senhor Presidente, primeiramente
eostaria que fosse, se aprovado por essa Câmara fosse enviado
um ofício ao Senador Passos Porto pela emenda da Eotorma Tribu-
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sema
tor
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... A To A Nº 1859/83
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eus
tária que o fez para ser aprovada ontem que bem o Plenário da!
Camara dos Deputados como o Senado o fez passar por essa apro -
vação Então, que se estenda um ofício ao Senador Passos Porto,
pois essa Reforma Tributária dsrá uma verba , um montante bem!
maior a os Wunicípios e ao Fstado e não prejudicará a União e
Senhor Presidente, também gostaria, não sei se em nome de?
toãos, que fosse mandado ofício de votos de pesar pelo falecimen
to do Senhor Rudiney e do Senhor, mais conhecião por Pilão o *
Senhor Nevercis
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - O colega me permite um aparte ? (4
parte Concedido)o A Bancada do PMDB com asento nesta Casa asso-
cia-se a dor e eo pesar de todos os familiares desses dois en-
tes queridos que foi pena nós de Putiá bastante chocante, po-
demos dizer até que foi uma tragédia para o povo butisense, pa
ra os emigos, para aquelas pessoas que tinham convívio com es
ses dois entes queridos Portanto, mos associamos aos votos!
Trituna nesse momentos Obrigados
de pesar que o Vereador tras à
VEREADOR ADO NOGUEIRA DOS SANTOS - O Colega me pernite um epar-
te? (Aparte Concedido)» Além da Bancada do PDS se associar a
esse voto de pesar, eu até sugeria mais que nós procurássemos
saber o endereço da pessoa que foi envolvida no acidente com os *
dois Butinenses que segundo informação que tive agora quando vi
nha para a Câmara essa pessoa também faleceu, Eu sei apenas que!
essa pessoa é de Bagé pela placa do veículos Que então a Câmara
de Vereadores de Butiá levando em conta que esse pessoa saiu!
de lá do longínguo Bagé e, que segundo dados que me foram for
necidos pelo guarda rodoviário que fazia plantão no local do aci
dente, pois que essa madrugada eu cheguei 1á no local a poucas
horas do acidente e ainda encontramos os corpos por lá e, segun
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qe BUM
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Butiá, 24 de novembro de 1983
na A TA Nº 1859/83 Flse 15
do nos parece essa pessoa foi vítima do acidente Então que &
a v
Camara de ereadores de Butiá numa demonstração de solidarie-
1]
dade com Bagé enviasse também votos de pesar aos femiliares
dessa pessoae Obrigados
VEREADOR ARCILON BEIOMAR PEREIRA - Eu acho que a proposição do
Vereador Adão É bem aceita e não sei se todos concordaram, dei
xaríamos a cargo de colhermos esses dados a cargo do Vereador '
Fernando que está mantido dentro da IP de Butiá, Senhor Presi
dente, Senhores Vereadores gostaria também que fosse enviado *
ofício ao chefe do posto da CEFE local para saber o que existe!
na queda de luz na Rua Coronel Vicente Sogres de Carvalho, que
essa rua por dias na semana se encontra às escuras, as lêm
padas do Município, as lômpedas luminárias notúrnas se apagam *
assim como dá queda de luz nas residências dessa rua, bem co
mo queimando diversos aparelhos residenciais tambémo
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - O Colega me permite um aparte ? (A -
parte Concedido)e acho que não só nessa rua mas eu acho que em
todo o nosso Iunicípio, no nosso Distrito da Mina do Leão vem *
ocorrendo, inclusive, essas caídas de luz, eu acho que é qua-
se em geral aqui dentro de Butiá essa cafãa de luz e, nós la -
mentamos, inclusive, porque esta “esa através de ofício já nos
mnanifestamos as autoridades dirigentes da CEEE e, lamentavelmente
até hoje esse problema ainda não foi solucionados Obrigados
VEREADOR ARCILON BELOMAR PEREIRA - Venho também trazer a esta"
Casa e levar ao conhecimento de todos um discurso feito pelo *
Deputado Nilton Alves na Cêmara dos Deputados Federaise Senhor !
Presidente, Senhores Vereadorese Estamos chegando ao final deste
trágico ano de 1983 para o povo brasileiro, que se vê mergulha
k é
ão runa crise social e econômica para cuja formação em nada con =
as conseguências e +
tribuiu, mes sob cujos ombros recaem todas
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q º BUTIA
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A TA Nº 1859/8030 Fls. 16
responsabilidades da catastrófica situação Os múmeros sobre a!
inflação de outubro revelam que chegamos a um sumento geral de !
preços, nos últimos 12 meses, de 200%, recorde de todos os *
tempos e uma dps mais elevadas texas no mundo inteiros São 13,
3% de inflação mensal, quando em outubro/82, tínhamos 4,8% Os
preços no atacado, Senhor Presidente, tiveram aumento de 15% no
mês recém findo, colocando o respectivo índice próximo de 250 %
anuais, fazendo-se prever, junto com outros indicadores, eleva-
ção ainda mais acentuadas para os próximos períodose Os preços
da alimentação pera os brasileiros subiram 18% em outubro úL
timo, 200% nos dez meses de 1983, é 245% no intervalo de doze!
mesese São múmeros suficientes, Senhor Deputados, para se de-
monstrar o quanto tem sido incompetente o atual Governo diante
dos graves problemas da economia brasileiras Incompetente, in -
sensível e injusto, porque, apesar do fracasso das medidas que
vem adotando, não hesita emreiterá-las, aprofundá-las até,
ampliando os sérios sacrifícios que impõe à Sociedade nacio —
nale Em janeiro do corrente ano, o Governo decreta o primeiro dos
sucessivos atos de arrocho salarial, visando tornsr a mão-de —
obra em nosso País ainda mais barata, numa atitude entreguista!
de nossas riquezas e da insdústria nacional ao capital estrangei
ro Editava o Decreto-Lei 2 012, não só para retirar os 10% adi
cionais ao INPC, que a Los 6708/7195 estabelecera para quem re
cebe até três salários-mínimos, como para retiresr ganhos das *
demais faixas salariais, aplicando percentuais inferiores ao *
INPC, O Decreto-Lei 2e 024, de mais, apenas mantinha o golpe so-
bre a grande massa de salários do País, mas não satisfeito, o Go
Yerno resolveu promover manipulação do INPG e; em seguida, nova?
com o Decreto-lei 2 045 aplican
tabela de reajustes salariais,
do 80% do citado fnáice a todos os níveis de salériose Agora, Sel
tes
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as BUU,
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nhor Presidente, desrespeitando mais uma vez a vontade do Com
gresso Nacional e de toda a Fação, o Governo baixa dois de -
eretos, o 2 064 e 0 2. 065, como substituto, um piór do que O
outro, um inconstitucional quanto o outro e os anteriores, um '"
igualmente covarde como os demaise O Decreto-Lei 2 065, em"
vigor não se sabe até quando, se por um mês ou só o fim do ano,
além de tão ruim para os brasileiros quanto o 2. 045, está re -
pleto de mentiras, enganos e impropriedades, um verdadeiro *
acinte à inteligencia nacionale O Governo Figueiredo irá mesmo *
para a História, Senhor Presidente, como o Governo da inverdade ,
do engano, da covardia sobre o trabalhador, em benefício exclusi
vo do capitale Por isso, ninguém mais acredita no que ele
afirma, nem operérios, donas de casa, estudantes, empresários :
nem os banqueiros internacionaise A estes, o Governo prometeu ?
54 de inflação mensal, no Último trimestre ãe 1983, e teremos *
quase 50% neste períodoe Daí a negativa dos banqueiros credo -
reg do Brasil em concederem os recursos que faltam para o País
fechar as contas, para rolsr a dívida já venóida e para finan-
ciar compromissos comerciais indispensáveise E não querem der *
mais dinheiroe Senhor Presidente, porque cansgram de negociar com
incompetentes, cuja base de argumentação nas Cartas e intenções é
o sofisma e a mentiras Não é o arrocho salerial o óbice 'à libe-
aélsres, porque os banqueiros sabem que em dez me
ses de perdas soleriáis, de agressões sobre os ganhos dos tra
balhadores, a inflação foi a 200% e irá a 300% no ano que *
vem Sabem os banqueiros que estamos sendo governados por De-
eretos, por estos que diminuem os salérios, e a inflação dis
Parou, O Desrespeito do Governo com 08 trabalhadores chega ao
Cúmulo de inserir brincadeiras e piadas em um Decreto, como o!
seu artigo 27, que trata de Feadus
ração desses
faz no texto ão 2. 065 O
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uai à 8 185NADo Fls 18
tes salariais, estabelece que " parcela suplementar poderá ser
negociada entre empregados e empregadores, por ocasião da date-ba
se, com fundamento no acréscimo de produtividade da categoria i
parcela essa que terá por limite superior, fixado pelo Poder *
Executivo, a variação do produto interro bruto - PIB real per*
capita, ocorrida no anto anterior". ora, Senhor Presidente, nin
guém ignora que no ano passado, nosso PIB teve crescimento ne-
gativo, O mesmo acontecendo no atual exercício e, para 1984, as
previssões são de nova queda na produção global do País, para !
o que contribui decesivamente o decreto 2e 065, de carácter reces
sivo e inflacionário. Dessa forma, dizer que o empregador pode
negociar um aumento referente à produtividade dos trabalhado -
res, mas que esse aumento não pode ser superior a zero, co
mo prevê o 2 065, É zombar do povo brasileiro, fazer ironia?
com o sofrimento, a miséria e a fome de milhões de pessoase Trou
xe a tona esse discurso do Deputado Nilton Alves que eu achei
com muito fundamento para todos nós brasileiros Trago aqui tam
bém uma gíntese do que ocorreu com o reajuste salarial dos t
aposentados
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - O Colega me permite um aparte ? (A-
parte Concedido)e O Vereador tem mais dois minutos para con
cluiro .
VEREADOR ARCILON BELOMAR PEREIRA - Então, Senhor Presidente, gos-
taria da fazer abordagem sobre os aposentados na próxima quin
ta-feira, só dizer o título do que aconteceu com Os aposen
tados, Aposentados perdem até 19% com a nova tabela de bene
fíciose Na préima quinta-feira vou ler quase na íntegra is
so que aconteceu com os aposentados» Senhor Presidente. Senho
res Vereadores, muito obrigadóo
PRESIDENTE ERALDO MACEADO - Yereador Dorvely Subtil Barboza.
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qo BUT
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se
Butia, 24 de novembro de 1983
14º Fls, 19
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Senhor Presidente, Senhor es
Vereadores, pessoas que nos visitam, meu amigo Bóris, Valdemar
ao Vilson da Rádio SOBAL e comunidade Butigense e demais visitan
tes o meu boa noite. Senhor Presidente, Senhores Vereadores, em
primeiro lugar eu quero aqui, fazer um protesto à Polícia metro
politena de Porto Alegre, seje 1á mandado por quem for, em não!
A To A Fº 1859/83
po ad dos
respeitar um representante do povo que solidarizando com aquele
povo que está sofrendo nas emsrguras sem casa para morer, um!
representante da classe dos favelados de Porto Alegre, eléito
com quase cinco mil votos e não colocado 1á, nomeado a gente ?
ouvindo, escutando e olhando na televisão parecia até que cesta
vam carregando um marginal, também não só a ele mas também me
solidarizando aqui com os cinematografistas, Senhor Zeno, não *
lembro o resto do nome dele, da RBS, da Zero Hora, que tam
bém pedia pelo amor de Deus que não pisassem nele e pedia *?
que cuidassem de suas câmaras, de seu material de trabalhos
Peço aqui também em nome da Cgmara de Verendores seje enviado?
correspondência a este repórtes, posso dizer da Zero Hora solida
rizondo também com ele, por esse ato que aconteceu ontem-on =
tem em Porto Alegreo
VEREADOR IDELBERTO TATLOR SOUZA MACHADO - O Colega me permite um
aparte ? (Aparte Concedido)e Não tendão a pretenção de tentar!
corrigir o meu Iíder Portidário, quem sabe então se enviasse cor
respondência a RBS, menifestando nela o nomes
VIREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA = O Vereador Valneri eu oco
nheço desde 1978, pois naquela época juntos nós perticipamos de *
um ato público das Oposições, naquela época ainda era NDB, um
ato público da Oposição da panela vazia, em 1978 no Viaduto Lar
& dos Açorianos, em Porto Alegre, eu o Valneri
quatro Vilas lotar dez ôni
.e =
fomos encarre
Eados de pegar quatro Vilas e nessas
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ge BUTIA
terá
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A T A Nº 1859/83 Flse 20
..e
dus, nós fomos lá com os dez ônibus, chegando 1á nós lotemos 08
dez ônibus e naquele ato público da panela vazia, o ato público
da fome dos fevelados de Porto Alegre, tinha dóze mil pessoas :
inclusive, na hora dos pronunciamentos foi largada uma bomba
ãe gás lacrimogênico, inclusive, atingindo crianças, pessoas
idosas e levando dali muita gente para O Hospital, inclusive, tem
ve Deputados, entre eles, o Fogaça, o Élio Corbellini e outros"
Deputados que foram na CORLAC e Já da CORLAC trouxeram, se!
não me engano, quatro mil litros de leite para der àquelas *
pessoas que estavam sufocades por aquele gás lacrimogênico, em
Porto Alegre, no ato público Então, Democracia não se faz
se faz como fizeram antes de onteme Democracia que
assim, não
nós pregamos é Democracia da liberdade, não do abuso e não do!
autoritarismo, porque se somos Vereadores temos que ser respei
tadose Senhor Presidente, Senhores Veresdores, peço, muitos mi-
riros tem conversado comigo, então nós chegamos a um acerto ou
este Vereador como mineiro, como colega de mi
um acordo, que
vou fazer um pedido ao Presiden
neiros também como Vereador,
te do Sindicato dos Mineiros,
nossa cidade, É uma vergonha mas não temos nós ambulancia no *
devido a Butiá ter muitos mineiros da COPEIMI e tom -
devido não ter ambulância em"
INPS,
bém da CRM que
mineiros aqui em Butide Sei que tem uma embulôncia na Minado!
seje colocada uma ambulância do Sindicato dos
Leão, mas para a gente ir até Mina do Leão É difícil.
VEREADOR DILON OLIVEIRA GONÇALVES - O Colega me permite um a pa
parte ? (Aparte Concedido)e Eu louvo as suas palavras e acho *
que é uma grande necessidade para a classe mineira devido as!
dificuldades e a não existência de ambulância em nosso INPS e,
como bem falou o Vereador É uma necessidade, mas um dos nos-
sos colegas o Vereador Leão Londres, membro do Sindicato dos
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A TOA Nº 1859/83 Fls. 21
...
Mineiros, Secretário do Sindicato dos Mineiros em reunião pas
sada já nos deu acho que uma grande alegria para a classe mi -
neira informando que em breve esses associados do Sindicato pode
rão contar com serviço de ambulência em Butiãs Obrigados
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - O Colega me permite *
um aparte ? (Aparte Concedido). Eu até acredito que esse se -
ria um problema de que se tratasse mais internamente uma embulên
cia para o Sindicato daqui, porque o Sindicato dos Mineiros eu *
não uso de dizer que é mais atuante dos que eu tenho conhe
cimento e, tenho certeza que o Presidente do Sindicato, o seu !
Vice-Presidente também, o Senhor Moacir Neirelles, tem uma *
grande sensibilidade e gostem da classe mineira, acho que *
não iriam se opor a nadas Obrigados
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Se não for aceito por essa Ca
eu digo que falo aqui como mineiro e também como Vereador,
sas
eu mandarei uma carta como Vereador, digamos, fora da Câmera e,
também como Mineiro pedindo essa ambulância e reforçando, de -
fendendo e pedindo porque nós como mineiro pagamos o Sindicato *?
também temos o direito de reivindicar seje lá porque lado for ê
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - O Colega me permite um apar
te ? (Aparte Concedido). Se na sessão passada o Vereador Leão
Londres que é membro do Sindicato como bem afirmou o Vereador *
Dilon, já deixou claro, usando essa tribuna, de que está *
eu pelo me —
sendo tomada a providência, eu acho que talvez,
nos, considero desnecessário por enguanto nos manifestarmos assim
em nome da Câmara, em nome das Bancadas, porque vamos aguardart
se houve a promessa vamos deixar para cobrar posteriormente :
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA = É que eu não lembro do Ve.
reador Leão Londres ter falado isso aí, não lembro, agora KR
: diz 3 x P
ele falou, clero, então fica aqui o meu reforço e Md
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Sat
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Ep A To A MR 1859/83 ris, 2»
pedido como mineiro, reforçando a idéia dele, não lembro e fica
aqui então o meu reforço Senhor Presidente, Senhores Vereadores ;
este Vereador deu uma entrevista à Zero Hora ; sexta-feira pas
seda , dia 18/11/83, essa entrevista eu dei quinta-feira e '
saiu já na sexta-feira. Então vou dar uma lida aqui e fazer al
gumas correções que este Vereador falou e saiu trocado na entre
vista e coisas que não sairam
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - O Colega me permite um aparte ? (u-
parte Concedido)o Só para os demais Vereadores ficarem aler
tados que por cedência de espaço por parte desse Vereador que!
vos fala, o Vereador Dorvely tem mais dez minutos na Tribunao
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - O Título da entrevista que eles
colocaram é: Vereador quer um Hospital pera Butiãe Com uma
população de aproximadamente 30 mil pessoas, considerada a capi
tal do carvão, no Estado, Batilá não conta com um único hospital
na cidade " Desde a emancipação do Município, isso há 20 anos
que toda a comunidade vem lutando para que esse problema ve É
nha a ser solucionado, mas até agora não há nada de con -
creto", afirmou Dorvely Subtil Barboza, líder ds Bancada do PDP?
e representante do partião na Comissão de Vereadores encarrega-
da de viabilizar a construção de um hospital na cidade. Segundo?
o Vereador, em regime de mutirão, os moradores de Brtiã estão
tentando construir um prédio, mas, sem verbas todo o esforço
é em vão. Quando visitou o Município em 1981, na condição de
Ministro da Previdência, Jair Soares prometeu que, até o início
de 82, a cidade teria um Hospital, diz Dorvelyo No entanto *
ele sai da Previdência e a situação permaneceu a mesma, *
disse Dorvelye O Vereador informou ginda que que esseco Go -
vernador Jair Sogres esteve em Butiá, entes das enchentes e,
prometeu libersr uma verba para a construção do prédio, A-ci-
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pesa,
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A To A Nº 1859/83, Fls 23
dade ficou na expectativa logo frustada pelo próprio Governador!
ao afirmar que que não tinha mais dinheiro para liberar para”
o Município, porque todas es verbas do Estado tiveram que
ser utilizadas na recuperação das cidades atingidas pelas chei -
aSe A situação de Butiá É dremática já que o Hospital mais!
próximo fica em São Jerônimo a 30 quilômetros e o posto do !
INAMPS da Cidade, " de mil metros quadrados e três andares,
ten um atendimento precário, Conforme o Vereador É normal, du
rante a semana haver ecó um médico de plantão. Esta situação '
deve agravar-se com a chegãa do verão, quando chega a épo
ca de férias dos mégicos e não há substitutos. O Vereador de -
nunciou tembém que a Companhia Riograndense de Niheração h
(CRM) está aum ano em atraso com o Imposto nico sobre mine-
rais, com Butiá O Prefeito Rubem Coelho Carvalho(PDS), já em-
trou em contacto com a Companhia que prometeu pagar sua ai
vida em parcelas, mas não se sabe quando O estranho É que
a outra Empresa que explora carvão no Município, a COPELNI, que
é uma empresa privada, ainda não atrasou os impostos, diz o VR
readore Falando agora réplica, dando uma corrigida, o Hogpi-=
tal mais próximo que eu disse na entrevista é arroio dos Ra
tos, colocarem São Jerônimo, também sobre a CRM em atraso !
eu disse que estava a dez meses, desde janeiro; eles colo
caram a um ano Eu acho que alguns erros, outra coisa tam
bém que eu coloquei 14, nosso INPS ambulências, nós esta -
mos sem ambulância, pois me parece que uma virou; capotou e a
outra está estragadas
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - O Colega me permite!
um aparte ? (Aparte Concedido)e Quero em primeiro lugar me pa:
rabenizar com o meu líder por ter conseguido ocupar um espaço
no jornal de maior circulação nesse Estados aus
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Butiá, 24 dc novenbro de 1983
ee. A To A Nº 1859/03, Fis. 24
UELEADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - O Colega me permite um apar-
te ? (aparte Concedido). Vereador, eu esperei quando o Senhor
disse que ia fazer algumas retificações, porque eu sincera -
mente lhe parabenizo por ter concedido essa entrevista à Im -
Prensa, agora me surpreendeu o que diz aquis " Soganão o Verea
dor, em regime de mutirão, os moradores de Butiá estão tentan-
do construir wm prédio"
TISEADOR DORVELY SUBPIL BARBOZA - Foi outro erro tembéme
TEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Vereador, isso me surpreer
deu, porque como-colega da mesma luta, companheiros da mesma *
briga eu me considerei até muito mal informado em Butiá, porc
que eu desconheço o regime de mutirão. Outra coisa, está a?
um ano em atraso o Imposto nico sobre mineração. Segundo a!
informação que eu tenho o atraso É desde abril, então está
bem longeseo
VEREADOR DORVELY SUPTIL BARBOZA - O Senhor Prefeito Kunicipal |
até vou pedir a fita, na entrevista que deu ao Jorge Mathias ?
ruma das quintas-feiras que ele falou ele disse que está des-
de janeiro Então o Senhor Prefeito é que errou, se engonou !
no pronunciamento dele Eu vou pelo Senhor Prefeito, Vereadore!
E sobre mutirão, Vereador, mutirão que eu quero dizer que é
que na época, claro o Senhor não foi nineiro, mas na época meu !
pai trabalhou, muitos pais trabalharam um dia ou dois dias de +?
raça para a construção do Hospital Ajuder, eu tembém, estei
Vereador aqui quando estava no Seguro a dona Ubaldina esse “e.
reador ajudava também quando ia receber o seu pagamento no ?
INS, eu acho que isso aí se não é mutirão é vma ajuda >
O Lions Clube que é, acho que um dos mais responsáveis pelo
Hospital era o que encampouo e estava trabalhando para isso afe
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qe BUTI4
ter
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Rua do Comércio, N.º 666
Dutiá, 24 do novemiro do 1983
E" A A Nº 1859/83 Flo, 25
VEREADORA ZINAH DA COSTA GONÇALVES - O Colega ne permite um apar,
te? (Aparte Concedido), O Lions Clube, aliás, ele lançou a pe
dra desse Hospital, mas não desse do Mutirão, Mutirão era o
outro aqui das Irmão, quer dizer que 1á foi o lions Clube *
que fundou, que deu o nome de Dr. srlindo, Hospital Dr. srlindo
em 1962, quer dizer, lá foi sócios, porque cu fui sócia *
desde o primeiro dia, eu acho.
VEREADOR DORVELY SUNTIL BARBOZA - Eu fui um cono eu disse, mi
tos na época agora de 1975, 77/18 que ajudei com verbas, não
nuita, uma contribuição para o Hospital. Então eu acho que *
isso aí É uma ajuda, tipo de mutirão,
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Me permite, Vereador ?
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Senhor Presidente, eu estou
muito aparteado, então queria ver se conseguia passar um pouco!
do meu horários
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSEI LOPES - É o primeiro aparte que es
tou pedindo, o colega tem dois espaçose Mas, Vereador, é o!
seguinte, inclusive, mutirão, Vereador, é um fornecimento de *
trabalho. Agora o Hospital de Butiá, bem sabe a Vereadora Zi-
nah, inclusive, o esposo dela fói um dos grandes lutadores pelo
erguimento do Hospital na situação que está hoje e, então foi É
feito pela ajuda, já que o Hospital É Hospital da comunidade .
Então até eu ajudei nas campanhas ajudava, acho que quase ?
todo o Dutiaense ajudoue Então o problema é o seguinte, essas
EA
entrevistas em jornais tem que se ter muito cuidado ou se da!
nateíia escrita para eles, porque senão se há esses enganos *
berrantes, como por exemplo do atraso do IM, por parte da +
CRY, porque as inverdades en jornais informa mal a comunida
de e nos deixa em situação ruim.
v
VEREADOR DORVELY SUBPIL BARBOZA - Quer dizer, que O cercador
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Bitid, 24 do novembro de 1983
A TOA mM I89/3 Flo. 26
...
nation
é contra minha entrevista no jornal, só porque eu falei isso
aí ?
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Não Eu digo em matéria de
cuidado seria melhor o Vereador na próxima vez fazer matéria eg
crita, É isso que estou dizendo, escrever para ter a cópia!
aqui, porque muitas vezes eles podem alterar nesro. Então lhe
compromete isso af.
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Como eu disse as correções que
eu fiz também uma mancira de eu pegar um jornal de circulação '
regional é a maneira de mostrar ao Rio Grande o que é Butiá ;
muita gente pensa que utiá É uma cidade que tem nosso INPS *
estã uma vergonha, o nosso INPS não tem uma ambúlância, o nosso
INPS não tem um médico e, esse Vereador vai onde for para demun
ciar isso sf, porque esse Vereador se não conseguir as coisas"
deruncigr e, isso aí que eu dei entrevista na Zero Hora é pe
ra que o Senhor Jair Soares, os homens do INPS botem na cabeça
que Butiá existe e que Butiá está cheio de promessas, o nosso
povo precisa de atendimento médico precisa do Hospital e nós
não temos onde conseguir isso aí e de promessas o povo tutiar
ense está cheio, se vê aí crianças correndo, mulheres apavora
das porque não tem uma ambulância, não tem um médico, n:%o tem
um hospital para levar seu filhos E esse Vereador vai procurar
seja com contestação de quem for ele vai a Imprensa, ele *
vai a tudo quanto é érgão tentar conseguir alguma coisa, E se!
o jornal distorceu elgum falto não é culpa desse Vereador, es-
se Vereador veio para a frituna, foi para a SOBRAL e dis-
se corrigiu o que ele tinha dito, njo foi uma gravação, foi
Simplesmente uma entrevista escrita e, quem estiver contra o!
meu pronunciamento está contra a comunidade, porque este Verea
dor fora eleito para trabalhar, foi eleito para perder um dia!
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esa
otecd
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Rua do Comércio, N.º 660
Mtiá, 24 do novendro de 1983
A TOA 1859/03 Pio, 27
mma OO
de serviço e ir q Porto Alegre dar uma entrevista e mostrar
o que é Butiá pura o Brasil e para o nosso Rio Grande, porque O
povo Butiaense está sofrendo demais com a Previdência, com O
Governo que está massacrando a comunidade Batiaenses Me contes
tem quem quiser contestar, que os erros não são meus, se!
foi erros, foi erros da Zero Hora, Pode cer uma barbaridade,
mas esse Vereador é un dos que sofre, porque & um Vereador
pobre e representa a classe pobre principalnente nesse Nuni-
cípio de Butiá e Nina do Leão, nós estamos cheios de reclama
ções e ninguém dá um jeitos Então tem que denunciar, e 0 ne-
lhor jornal ou melhor Imprensa para derunciar é um jornal de *
circulação regional. Senhor Presidente, Sonhores Vereadores, é *
afaicil eu nesta Casa ficar assim, nas ne deixaram, me deixa-
ram assim e o povo Butiaense eu sei que estã a favor do que
saiu nesse jornal, embora como eu disse se houve erro aqui;
eu expliquei, não foi culpa desse Vereador e sim culpa do jor-
nal que distorceu os fatose Isso não é sé com esse Vereador
mas com muita gente eles distorcem os fatos e eu fiz uma!
gravação escrita; não foi gravação em gravâdor, então esse !
Vereador não tem culpa se tem alguma coisa errrada aquie Senhor!
Presidente, Senhores Vereadores e
VEREADOR ADÃO NOCUEIRA DOS SANTOS - O Colega me permite um a
parte ? (Aparte Concedido)e Se eu entendo que se teve alguma
nanifestação contrária, a minha pelo menos foi contraria aos *
fatos distorcidos, eu fui contrário aos fatos se a sua alte-
ração toda foi pela minha manifestação, o Senhor pode continuar!
alterado, a minha manifestação foi pelos fatos aistorcidos, por
que segundo o Senhor mesmo agora disse o Senhor pintou a imagem!
de Bitiá daquele mesmo Butiá que o senhor luta para que venham
dos problemas que temos, se o Senhor au
Expresas e, nós sabemos
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Butiá, 24 de novembro de 1983
A TOA NM 1859/03 Flge 28
eee
nontá-los está escurraçando as possíveis vindas de alguém par
ra Cá, porque quem É que vai vir para um lunicípio aonde não
tem nada, onde falta tudo, onde não tem condição para coisa nenku
nae, isso af cu quero deixer claro, cu fui contra as mani
festações distorcidas e, se um dia eu apresentar aqui manifes
tações distorcidas eu não vou me exaltar se os Senhores me cha
marem a atenção, como o Vereador Fernando com toda a serenida-
de lhe mostrou, eu vou agradecer sos colegas, porque ali am
da a imagem da Cômara de Vereadores . Obrigados
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Como disse, fui para a S0 -
FAL, O companheiro Vilson É um dos testemunhas, fui para a SO-
FL dei entrevista, expliquei e como eu disse que em Butiá fal
ta, falta mesmo, em atendimento médico o nosso Butiá é precê-
rio e por isso
teresse que eu dei entrevista numa quinta-feira, tinha Caxias
fui para a Zero Hora e eles tiveram tanto in -
tinha um monte de entrevista a central do Interior para sair,e
saiu essa entrevista de Butiá um dia depois Então para ver co
mo foi tão interessante a entrevista que eles colocarams
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSEI LOPES - O Colega me permite um apar-
te? (Aperte Concedido)e O Colega disse que não teria sido para!
eu acredito que nem para mim, eu não tenho nada
eu epe-
o Vereador Adão,
contra quem vai dor entrevista para jornais, enfim,
nes disse para o colega que se teria que ter cuidado porque é
eles distorcem os fatos, as vezes como o colega mesmo aca-
“bou de afirmaro Eu acho que falou em voz alta como o colega?
falou aqui para todos os Vereadores ouvir, eu acho que de
certa forma nos insulta, porque ninguém lhe ofendeu, Vereador,eu
apenas lhe disse os cuidados que deveria ter feito fazer uma
matéria por escrita, eu não sou contra quem faça isso af, 0 jor-
nalestá af para isso, para divulgar as coisase Eu acho que
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é BUTIA
tor
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Pattã, 24 de noventro do 1993
. A TOA Mm 1859/83 Fls, 29
se o colega se ofendeu foi em vão, nos incultou assim gratuita
mente, porque ninguém lhe ofendeu, nem se tevo intenção de lho
ofender. Obrigados
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Aqui não só este Vereador, até?
coxo eu disse é a primeira vez que esse Verendor fala assim!
dessa Tribuna, tem tantos Vereadores aqui também que falam até
pior do que esse Vereador, gritam mais alto, mas é que minha!
gerganta, minha voz teve que hoje levantar, teve que levantar*
porque a nossa cidade está demais, nós não temos ambulância, a
Prefeitura está aqui dando toda a proteção ao nosso INPS, che
ga sair daqui três, quatro viatura no mesmo dia para Porto Ale -
gre, pera tudo quanto é lugar ef levando gente do INPS que O
INPS tinha que levar. Então está na hora de fazer uma Conis
são pegar O Senhor Prefeito e ir em cima dos homens do INPS e
botar eles na parece, porque está demais e, como eu disse, vem
o verão agora e nós não vamos ter médico, como aconteceu o ano
passado nós tínhamos o gloriosos e querido falecido Dr. Carlos ho
je nós não temos ele. E, O que será desse povo, o que será
dessa comunidade que não tem dinheiro para pagar um médico *
particular ? Então por isso levantei minha voz porque sou um*
Vereador e nós como Vereadores nós temos que levantar bem alto
porque o povo não tem a idoneidade, não tem o poder para gritar
igual nós gritamoss Senhor Presidente, Senhores Verendores é ho
je estive 1á na missa em Ação de Graças, na Praça mais aí teve
una autoridade que re convidou pera ir junto com as autori-
dades, eu disse que não ia porque não fui convidados Hoje *
cheguei aqui na Câmara egara na hora da reunião e estava a *
ninha correspondência. Então, eu peço, Senhor Presidente, rão *
sei se a esta Casa ou ao Senhor Prefeito Municipal, não sei os!
outros Vereadores, nas se vier alguma correspondência assim me
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É)
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e
Butia, 24 do novembro de 1983
o. aid RUA, Fls. 30
ia urgente que mando ontregar nas residências ou minha residên-
cia residência para que não aconteça o que aconteceu hoje com
esse Vereador,
PRESIDENTE FRALDO MACHADO - O Colega me permite um aparte ? (A
parte Concedido), Eu até estou estranhando o que o Vereador!
está levantando Porque eu não sei se a Casa pode me informar
inclusive, a minha correspondência enviada para mim foi entre-
gue pela Prefeitura na minha casa, não sei se os outros Verea
dores receberam nas suas residências também, se ocorreu foi só
com O Vereador lamentavelmente, et até não tinha conhecimentos
Quando é que chegou À Casa a correspondência dele que não foi en
tregue ? O Diretor da Gasa, inôlusive, inforna que a correspondên
cia era fechadas
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARDOZA - Fechada é colada com selo, ela
não estava, não estava fechada, mandar então como fizeram com os
outros Vereadores mandar nas residências.
PRESIDENTE ERALDO NACEADO - Uma das coisas, nobre Vereador, é do
conhecimento de todos os Vereadores, nós não temos aqui ninguém"
que trabalha no Correio para entregar correspondência a não ser um
caso de extrema urgência, no caso, de se convocar uma reunião ex
traordinária nós temos mandado nas casas entregar as correspondên
cias vindas de outros setores nôs não mandamos entregar fica *
aqui, o Verendor é que tem que vir procurar ou pegar nas quin
tas-feiras, isso aí sempre foi assim, quem sabe futuramente!
ái nós possamos ter aqui uma pessoa que vá trabalhar só enca
regada de entregar correspondência, no momento nós não temos ainda
lementavelmenteo
VERFADOR ADÃO NOGUFIRA DOS SANTOS - Senhor Presidente, a minha!
ALON ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS
Correspondência, eu peguei aqui junto com a correspondência da
Casas
...
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Butiá, 24 de novenbro de 1983
ATA Nº 1859/03, ro. 31
po >
VERPADOR DORVELY SUDTIL BARDOZA = Para o Senhor ver, Presidente,
foi pera uns em Casa e para outros veio para a Cêmaras
VEREADOR FERNANDO RUSJONSKI TOPES - Pu peguei a minha segunda-
feira
“v
VEREADOR DORVELY SUPTIL PARDOZA - Pu sempre venho aqui nesta Casa
e pego minhas correspondências, mas essa semana não deu pera *
pega”o
VEREADOR FERNANDO RUSKONSKI LOPES - O Colega me permite um aparte?
(Aparte Concedido). O Vereador não foi convidado para a Missa de
ação de Grças e não quis fazer parte da solenidade porque não *
recebeu convite ?
VEREADOR DORVELY SUBTIL PARBOZA - Fu não quis porque as outras!
autoridades, segundo me falaram receberam convite então eu acho!
que houve um desprezo a este Vereadoro
VEREADOR FERNANDO RUSEOWSKI LOPES . Mas para Missa não precisa *
convites
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Eu estou dizendo para ir 1á
com as autoridadeso
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSEI LOPES - Mas não tem importancia, é
Missas
VEREADOR DORVELY SUBPIL BARBOZA - Como é que o Senhor recebeu o
convite ?
VERFADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Fu recebi aqui na Casa, eu!
vim aquio
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - O Senhor disse a pouco tempo *
que recebeu em Casa ' o Senhor, o Vereador Dilon e co Vereador
(o)
Eraldo disserem que receberam em “aSgo
VERFADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Na Casa, na Casa Jegislati-
va eu recebi, o Aldonez que me entregoue
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Eu recebi a minha cor Ea
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Putiá, 24 de novembro de 1983
A TOA Nº 1859/03 Plos 32
respondência aqui pela Cêmara aqui na terça-feira á tarde e
já se encontrava na Cesne
VENFADOR ARCILON DELONAR PEREIRA - Fu gostaria,todo munão está
se manifestando como recebeu, cu acho estão disvirtuando um!
pouco, acho que todos os Vereadores receberam foi na sessão
extraordinária de terça-feira, nós viemos q sessão extraordiná-
ria, O Veresdor Dorvely não pôde vir devido ao serviço que
estava trabalhando e nós como viemos recebemos na sessão ex =
traordinéria de terça-feira, Obrigados
VESEADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - O Presidente disse que rece-
beu em Casa, o Vereador Dilon também disse que tinha rece -
vido em casas Então, eu peço, eu como não pude, até vou tra
zer amanhã a comprovação, no meu trabalho eu tenho que pedir
um dia antes, foi um acordo firmado entre eu e a companhia *
um dia antes para tirar licença no outro dia, eles não tem na
ãa contra, simplesmente cedeu, mas eu tenho que pedir um dia
antese E a correspondência da reunião extraordinária chegou 14
em Cosa a tarde e eu estava trabalhando de tarde, quando eu!
cheguei em casa às 22:30 do trabalho estava a correspondência
então não podia fazer mais nadas
PRESIDENTE ERALDO MAÓHADO - Só para alertar o nobre Vereador!
que está na “ribuna, essas correspondências especiais para ?
reunião extraordinária, a reunião extraordinária pe do conhe-
. . s 4
cimento de todos os Vereadores, a reunião extraordinária ela"
É no iomento, quer dizer, se vamos fazer uma extraordiná-
ria para aprovar um Projeto em caracter de urgência é o máximo
a : . 4
de urgência de um dia para outro, muitas vezes até no mesmo *
dia, nós causemos & receber correspondência vma hora antes da
reunião na minha casa, cansou de acontecer isso, o ex- Veresdor
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e PUTA
ed
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EUrIá, 24 do novembro de 1983
A TA Nº 1859/23 5 Figo 33
...
conhecimento na
pldonez jesus Moreira, Diretor dessa Cosa tem
época em que foi Verendor conosco aqui, de nos recebermos na
nora, em Casa, para reunião extraordinária, em caracter de se
aprovar alguna coisa em caracter de urgência do Fxecutivos
VEREADOR DORVELY SUDTIL BARBOZA - Eu peço então, Senhor presi -
,
gente, deixo gravado nesta Gssa, se eu estiver trabalhando,
não estiver em casa, então que em vez de levar para a Bi
nha casa que leve no meu serviço, que euno momento que Tre
ceber a correspondência já falo com a chefia para pedir a li-
cença para o dias Então, "enhor Presidente, peço que seje en -
viado ao Senhor Prefeito Municipal, em caso de alguma reunião!
urgente como essa ef que deu da missa em ação de graças que
se der para enviar a minha residência, ere um programa em
ação de graças, entidades religiosas, o Iuiz Carlos da Silva esta
va representando o padre e Igreja Católica, Então eu estava 1áº
não me fiz despresente, como dizem, estava 1ã no meio da pa
pulação assistindo essa ação de graças Senhor Presidente,” senho
res Vereadores, quero aqui parabenizar o Prefeito Vianão, Ta -
pir Rocha, do PDT, por ele manter um acordo com os Vereaão
res emmaio, onde prometeu 704 aos funcionários Municipais *
agora pera novembro. E, eu conversando por telefone com o
prefeito, ontem, ele disse que realmente prometeu e que tinha
dado os 70% e O Prefeito do PDT de jconel Brizola, a esse eu!
dar os meus parabéns porque ele prometeu, deu não só para!
uma categoria, mas pera todas as categoriase Tembém parabenizar
lã a associação dos Funcionários Municipais, que quando ele
deu o aumento estava junto, presente ele fez uma reunião com!
todos os funcionários e disse ali, deu as explicações como ê
que iria dar os 70%. Quero parabenizer o Prefeito Tapir Rocha do
PDT de Vianão por conscientizar o funcionário que trabalhhidot
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es tumA
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Butiá, 24 do novembro de 1983
... ATO A me 1859/83. Flo.
se recebe, se tom condição de ganhar bon salário e, só com!
salário se tem condição de trabalhar,
VETADO ANCILON DRIONAR PEREIMA - O Colega ne permite um aparte?
(aperto Concedido). só Para dizer que aqui no Projeto de Lei do
aunento salerial dos Servidores Municipais tem uma justificativa
diz assimt 70% sobre o salério básico dos padrões 1 e 604 co"
quadro de professores municipais sos que percebem salários supe -
riores, pois os Iunicípios não são obrigados a obdecer a mes -
na sistemática decretada pelo Governo Federal, conforme podemos *
constatar através da circular 41/83 das Delegações de Prefeitu -
ras Municipais, em anexo, IP4, uma circular vem em anexo ai
zenão que o Município não pode dar aumento, não tem obrigação de
dar auxento igual cos ovtrose Costeria tombém que tivesse vin-
do uma circular aqui da promessa do Senhor Prefeito, em maio;
junto aos YVerendorese Obrigados
VEREADOR DORVEIY SUBTIL BARBOZA - Inclusive, eu estive falab
do com a Suplente de Deputada, Olga Araújo e com o candidato a ?
Governador Ex- Deputado Federal Alceu Collares, para fazer um es
tudo sobre o Decreto 2065 onde institui que até três salgri -
os mínimos teria que der 100% do INPG, Estão fazendo um estu
do e minha intenção se der certo este estudo, entrar com re -
curso contra os 60% que foi dado pelo Senhor Prefeito ao regii
me CIT até três colórios mínimos, porque se é 100% o Senhor ?
Prefeito teria que dar o 64% e não 60%.
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI IOPES À Vereador, mes ele está *
dando 70 para alguns, mas parece que nehum deles vai ficar!
abaixo do 100% do INPC, até três salários mínimos É 100%. Se-
be qual é o fndice do INPC, Vereador, que está sendo cal
culsdo com base em Índice de que mês ?
VERPADOR DORVELY SUPTIL BIRBOZA - Novembroses am
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Dutiã, 24 do novenbro de 1983
ai A To A Fº 1859/83 Flo 35
ho E, É. fu,
VERFADOR FERNANDO RUSMONSIT IOPTS - Outubro » E nuanto por cento
foi o INPO, Ver cador?
VEREADOR DORVELY SUDTIL MARDOZA - Sessenta e quatros
VEREADOR PINIANDO RUSHONSET LOPES - vírgvla dois, Então 100% »
daria O mesmo 64, agora quem ganha nais de três já vem *
baixando, de maneira que nenhum funcionário da Prefeitura ganha
o salério mínimo, todos & um pouco acima» Então isso foi res-
peitado, nenhum está abaixo do fndice, o Índice de lei o, se
diz mais, que o Senhor Prefeito não está obrigado a respeitar!
esse Índice, o Vereador sabe, senão o Governador Jair Soares!
teria que respeiter, nos dando 45% não respeitou também. Isso"
é para as Enpresas privadase Claro eu também batalhei para '
que o aumento fosse melhor, mas o Senhor Prefeito Municipal na-
quela reunião nos explicou, os Veresdores estavam presentes ;
todos que não haveria a maneira de se aumentar, de modo que
não adianta nós votar contra o Projeto, não adiantava nadaeE!
eu pergunto ao Vereador o seguinte, no Estado, o YVeresãor me
aponte os Prefeitos que deram esse Índice ?
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA E conforme as condições das Pre-
feituras, Viamão, Tapir Rocha, do PDP.
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES -
Sabe mais alguns, Verea -
dor ?
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Tem muitos,
conversei foi com Vismãos
VEREADOR FERNANDO RUSKONWSEI LOPES - Todos, Sapucâia sabe quanto
Canoas também, Então são poucos os
eu
mas com quem eu
foi Vereador ? Bem abaixo,
Yunicípios que deram, cl;ro que nós queriamos mito mais,
sou funcionário também, lutei por isso, mas não quer dizer que
o Senhor Prefeito foi, digamos, diferente de todos os outros!
do Es adOe
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essunA
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... A To A me 1859/53, Fls. 36
PRESIDENTE FRALDO MACHADO À. O Colega me permite um aparte ? (A
parte Concedido). zu estou estranhando esse posicionamento de
alguns Vereadores da Bancada do PIT, porque claro o Vereador não
tinha conhecimento, pois não estava na reunião extraordinária
porque Raquele dia era o dia de se discutir O que estã se dis
cutindo ui hoje Eu coloquei em pauta O Projeto, coloquei em
discussão e lamentavelmente a Bancada do PDT, inclusive, fechou!
com a Bancada do PDS em não discutir o referido projetos Agora
hoje vem discutir equi o Projeto, não estou entendendo, con -
fesso que não estou entendendo a Bancada do PDT, alguns Yerea
dores da Bancada do PDT : não todos
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Aquele dia não foi"
discutido porque tratando-se de uma reunião extraordingria e +
com um grande número de funcionários que - talvez também estives-
E
PRESIDENTE FRALDO MACHADO - MÍ É que teria que ser dis-
“ [A
cutido, Vereaãor, na presença dos funcionárioseco
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Exatamente,
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Mas o Vereador Adão!
que agora se manifecta também aceitou não discutir o projeto na
quele momentos
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Eu estranhei a atitude da Bancada!
do PDT aquele dia «
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANIOS - Porque
reador, se eu fui em uma reunião com o Senhor Prefeitoeee
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Senhor Presidente, o Vereador
questã de ordem, peça O aparte
eu iria discutir, Ve
Adão não me pediu aparte, uma
que eu lhe dou 0 aportes
VEREADOR ADO NOGHETRA DOS SANTOS - Não, não quero, mito
-—[[[[[""——————
ee
Obrigados
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ape BUTIA
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U
B'tiá, 24 de novembro de 1983
A To A Nº 1859/83 Flse 37
...
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Continua com a palavra o Vereador
Dorvely para encerrar Vereador,
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Eu não quis o aparte para
lhe deixar termingr porque senão o Senhor vai passar a noites
VEREADOR DORVELY SUPTIL BARPOZA - [É por isso mesmo, vocês não
deixam eu falare Senhor Presidente então parabenizando o Pre -
feito Tapir Rocha, de Viamão, esse Vereador não estava, mas
se eu estivesse iria votar contra o projeto « E, dizer ma
is, que se der certo, se houver lei que faça pagar os 64%
a Bencaãa ão PD', a assessoria do PDT em Porto Alegre, na !
Assembléia colocará um advogado a disposição dos funcioná -
rios que ganharam os 60% até tres salários mínimose
VEREADOR FIRNANDO RUSKOYSEI LOPES - O Colega me rermite um apar-
te? (Aparte Concediãdo), Então eles vão ter que defender o!
nosso salário lá que eles aproverem com 45%
VEREADOR DORVELY SUBIIL BARBOZA - É só falar pera eles, Ve
readore
VENZADOR FERNANDO RUSKONSEI LOPES > Isso af é converse fiada o
VERFADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - Eu sei que nós vemos ver is-
so gfe Senhor Presidente, peço envier correspondência a todas!
as escolas estaduais do Nunicípio perguntando a eles se já es-
+4 vigorando o projeto, a suspensão das taxas do CPU que eu!
sei que não era obrigado e outras taxas para fazer a matrícu-
la neste período ão ano letivo se eles já estão aceitando a
tese, a ordem do Governador Jair Soeres e do Secretário de 1
Fêucação, João Pradel de Azevedo,
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - O Colega me permite *
um aporte ? (Aperte Concedido)e Quanto a esse problema do CPM
também ontem aínda conversava com um Senhor na Mina do Bozo e
ficou de me dar maiores esclarecimentos, parece que não pô-
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Ao To A NM 1859/35 Fls. 38
.s
matri 1 É
do aatriculm eua filha porque não estava quites com a caixa do
CFM
UEREADOR DORVELY suprIL BARDOZA - É um problema que nós pode-
1
mos levar então ao Secretário de Educaçãos Senhor Presidente ,
Senhores Vereadores, o nosso INPS já falei está crítico, está!
precário, ambulência nós não temose Então eu peço as sutorida -
des do Município e autoridades estaduais que dê um jeito nesse
problema, pois está precário o atendimento, Sonhor Presidente,
senhores Vereadores, pessoas que nos visitem, comunidade Pro
tisense, o meu boa noite e até quinta-feira, se Deus quisere
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Vereador Adão Nogueira dos Santose
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Senhor Presidente, Senhores
Vereadores, visitantese Renho em mão um abaixo assinado que!
vem reforçar uma manifestação da Vereadora Zinah, nessa Tribuna
quanto a manifestação de mosquitos em nossa cidadee Diz o se
guintet Os abaixos-assinados vem por meio desta solicitar a!
esse Vereador providências para que seje esgotado um tanque '
de água poluída que se encontra ao lado das antigas ofici -
nas da COPELMI, sendo que o referido tanque É motivo de proli-
em grande quantidade, os quais dioturna-
feração de mosquitos
abaixomassi-
mente perturbam moradores das proximidadese Este
tem 46 assinaturas que no fim do É
nado, Senhor Presidente,
às mãos. Sabedores que somos nós
meu pronunciamento passarei
de que a COPEIMI na sua DIreção Regional É sensível a esse *
este Vereador representando a essas 46 *
tipo de apelo Então
do que essas que vem sem»
pessoas ou talvez muito mais pessoas
do encomodadas pela proliferação de mosquitos,
um documento pedindo a essa Direção que esgotasse
ques, que além de estar prolifetando mosquitos aindae Senhor ?
este Vereador que vos fala já presenciou guris pes-
que se fizesse!
aqueles tan
Presidente,
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AS AM 159% o
...
cando naquele tanque e tomando banho na água poluída na sua im
genuidade de criança, talvez até usando aqueles peixes co-
mo alimento “qe não sei se usoram então que se solictasse
da COPEINI o esvasiamento daquele foco de mosquitose Hoje eu fui
forçado a me soliderizer nos dempis Vereadores que vem des-
sa Tribuna . fazendo apelo pera melhor atendimento do INPS, po-
is que estando a tarde em meu escritório chegou uma pessoa
que é conhecido de todos nós que é uma pessoa a quem o meio
rural de Butiá muito deve que é Fêrnando Sarmento, conhecido!
de todos nós, com um enferte 14 em meu escritório, dizendo '*
que tinha recorrido a cidade e não tinha encontrado médico, tal
ele numa situação de grande sofrimento de dor?
até de Rio Perão que não
eu
vez, por andar
e acompanhado de uma pessoa que é
conhecia a nossa cidade não tinha conseguido médico, porque
fui na casa da Doutora Maria Helena e encontrei e ela em seu
ao escritório gentilmente, atender ao nossos ami
guida veio
ao INPS até o Dr,
go Fernando e nos sugeriu que levássemos
chegamos 1á encontramos ele e man
aplicar injeções ur -
da *
Felipe que é cardiologista,
dou o vigilante chamar o enfermeiro para
gentíscimas, pois pessoa que está com enfarte às portas
eu fui procurar o enfermeito e não o encontrei no
INPSe Me disse uma pessoa que estava no salão Peroqui
al, fui ao salão Paroquial onde estavem sendo veladas as pesso
as que foram vítimas daquele e, lá não encontrei o enfermei
ro lWarreco, não vou fazer nem segredo do none, a pessoa esta
mas tem horas qe
encontrei ?
morte e,
ele
não é muito do meu feitio mencionar nomes,
deixar de mencionar o nome, não O
quando o médico estava providenciando para que!
ai
jamais se pode
lã, voltei e,
ele mesmo ou cu aplicasse
a injeção na pessoa, porque
era um caso grave, um caso de enfarte, não tem hoje criança *
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...
que não saiba o que Significa uma pessoa com enfarto, of então!
ele entrou, Gespreocupadamente foi aplicar as injeções, Com ces-
se meu pronunciamento eu reforço o pronunciamento dos que por!
aqui passaram e mais um Promunciamento que o meu companheiro *
Fernando em seguida vai fazer, Senhor Presidente, nesta hora *
precisando remover o doente pera Porto Alegre eu telefonei pé
ra a Estação Rodoviária pedindo que chamasse um táxi e recebi!
a informação de que o telefone da rodoviária não aê recado pa
ra os táxis. Eu cânito, não É uma obrigação deles, recónheço eu
agora eu apelo para o Presidente da Casa, para os demais Ve
readores para o Poder Executivo do Município para que nós em
contrermos juntos e lutando so lado da CRT uma maneira de ser
instalado um telefone na Rodoviária, porque poderia perfeitamen
te morrer uma pessoa se o doente não tivesse se encontrado co
migo que sou seu amigo, que sou colega de classe, pois que !
aqui ele chegou con uma pessoa estranha, poderiem até nem ?
encontrar têxi pera levar, pera removê-lo a Porto Alegreo Então
eu pediria, Senhor Presidente, que a asa, se possível, eu !
não se quebra o regimento da Casa, que tomasse essa providên
cia em nome dos Vereadores, se concordarem, senão apenas eu
em meu nome, para juntos buscarmos solução para o telefone da Ro
doviárias
VEREADOR ARCILON BELOMAR PEREIRA -
(aperte concedido). Eu gostaria também não sei com a concor.
O Colega me permite um aparte?
dência do Vereador que ocupa a Trituna que se fosse envia
do um ofício a Rodovigria solicitando o atendimento por te-
lefone ou que desse recado, consentisse em der recados aos!
táxis queles telefonemas que fossem dirigidos a Rodoviária et
que não dão os recadose
dizendo o porquê
4 Título de colaboração até eu es
PRESIDENTE IRALDO KACEADO =
tenderia ainda junto À proposição do Vereador que se conse
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e º BUTIA
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Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Rua do Comércio, N.º 566
Dtiá, 24 de novembro de 1983
4 T E)
4 NM 185983 Flo. 41
para a Praça Roberto Car
...
guisse também um telefone, inclusive,
Porque tem um grande número de táxis também ali, acho!
doso,
que nos pontos de táxis É muito interessante, inclusive, o tele
fone para um caso de urgência, um. caso de doença ou qualquer
um outro caso.
,
TEIEADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Exato; porque t&xi para
ei Então eu concordo plenamente que
passear dificilmente so Chamas
seja ampliada com essa valorosa ajuda dos com
se mostrado sensíveis a tudo aquilo
que vem em benefício as comunidade e; para encerrar, Senhor?
Presidente, eu lhe soliciteria mais uma vez se em outra opor-
jã o fiz, que talves por bondade sua está sendo um
“egimento, no caso, ; do uso da gri-
que o aparte não pode ul
a proposição
panheiros que sempre tem
tunidade
pouco rígido quanto ao
búna, parece-me se não
trapassar a um minuto que o tempo é de
viemos vendo aí Vereadores ocuparem a Trituna por vinte niprio
eu considero isto, sincera —
que vem ocupar a
estou enganado
dez minutos e, nós!
por mais de vinte minutos, então:
RERo um desrespeito aos demais ToSoadgeso
“ritunas Nuito Obrigado e
FRISIDEITE ERALDO MACHADO - Vereador Fernando Ruskowskri Lopese
Senhor Presidente, demais?
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES -
distintos integrantes da comunidade que *
colegas do Plenário,
nessa noite nos visitam, ouvintes da Rádio SOBRAL, minhas seu
dações e. o meu boa noite. Inicialmente, Senhor Presidente
eu quero aqui da prituna denunciar o fato ocorrido no domin-
go Último no Hospital de caridade São Jerônimo de São Jerônimo,
Fo domingo último eu estava de plantão na Delegacia e fui pro
Curado por um cidadão de nome Ideoni Flores da Rosa, que reside
Pa Rua Padre súchietas Vila Charrua, nº 30 e, esse cidadão +
& sua esposa havia dado luz a um filho na maternidade do
'
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Rua do Comércio, N.º 566
Butiá, 24 de novemiro do 1983
... A To A Nº 1859/03, Fa dt
Hospital de São Jerônimo e trazia com ele uma nota promigoó &
ria o valor de vinte e dois nil e quatrocentos o pedia esse !
cidadão que eu lho desse o avol, porque com essa importên -
cia ele teria que pagar a anestesia da cessrianas Esse cida
dão, convém salientar, que E segurado do INPS e que 14 no
mepital que É dirigião, todos Sabem, por uma religiosa, por
uma irmã de carignde,
VEREADOR IDELDIRTO TAIIOR SOUZA MACHADO - O Colega ne permite!
um aparte ? (Aparte Concedião) . Desculpe eu pedir o aparte mm
pensamento seue O nome eu não entendi, É Tãcorisos
UERFEADOR IISNANDO RUSCOWSKI IOPES - É Ideoni Flores da Rosas E
se cidadão representando na estampa do seurosto o seu esta
do de pobreza e eu disse a ele, então a dirigente do Hos
pital disse a esse cidadão, ele alegando que não teria a im
portâência para pagar e alegando que era segurado do INPS!
e aque pagava as suas contribuições ce que não teria outra?
maneira de pagar e dizendo a dirigente do Hospital que sem?
esse pagamento ou a nota promissória como devido aval corres
pondente ao valor de vinte e dois mil e quatrocentos ele!
não poderia tirar o filho e a esposa que 1á estavam internadose
Eu disse a esse cidadão retornasse ao Hospital, dei o meu?
nome, o endereço da minha casa e o número do telefone da Delega
cia e que dissesse a irmã que eu disse que ele rasgasse a
letra e que se ela quisesse cobrar ligasse para o meu riúme-
ro na Delegacia que eu teria a resposta para dare Como se
pode pensar, Senhor Vereadores, uma irmã, uma religiosa, vma *
irmã de caridade apreender, ficar em garantia o filho, não +?
deixou o pai trazer o filho para casa e depois levar a nota
que levar lá, ele veio com a
'
pronissória, deixou o filho teve
nota promissória procurando um aval, eu não lhe deio aval ,
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Butiá, 24 de novembro do 1993
A TOA NM 1859/83 Flo. 43
ADO mm aBs93, o
...
qualquer problema tu vais!
retornou qo Hospital ce eua cle,
na Delegacia de São Jerônimo e liga para a Delegacia de Da -
tiás Elo retornou à tardinha dizendo que teria transmiti-
do a irmã aquilo que eu havia dito e que de pronto libera -
rama mão e q criança recém-nascida. Ru acho um absurdo, se
o segurado paga religiosamente suas contribuições justamente!
é para usufruir desses benefícios e, se a cesariana foi ?
feita porque era uma emergência e havendo uma emergência o *
Hospital É obrigado a atender mesmo não se tratando de seguram
do e como pode cobrar, o Vereador Idelberto conhece esse cida
dão, o seu estado de pobreza está na estompa do seu rosto,
nas suas vestes, enfim, na sua maneira simples de ser , que
rer sugar de um miserável desse vinte e dois mil e quatrocen
tos cruzeiros, isto é um absurdos Então eu pediria ao Serhor
que dirigisse uma correspondência a dirigonte des-
Presidente
sensi
se hospital manifestando o nosso repúdio 4 cua Ffslta de
bilidade e seu ato desumano e, também um outro ofício ao Coorãe
nador do INPS aqui na região denunciando o fato que é um ?
absurdo e já se sabe que essas coisas vem ocorrendo nos !
hospitais e nós temos que derunciar as pessoas às autorido-
des a quem de direitos
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS -
Todos os Vereadores sabem que eu te
ô colega me permite um apar
te? (Aparte Concedido).
nho um sobrinho acidentado no Hospital da PUC em Porto Alegre?
e, É também beneficiário do INPS e, teve su a grande surpre-
sa de ontem em uma das visitas que lhe faço quase que dia
Tiemente; ver a quota que lhe foi envisda pelo anestesista de
lhe foi enviada pelo médico!
250 mil cruzeiros, a quota que
que ele teve que sofrer um ?
que fes o transplante de osso,
transplante de osso, além do que o INPS pagou so médico de?
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E)
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Butiá, 24 de novembro de 1983
ea A TA Nº 1859/03, Tlse 44
noi à quatrocentos mil cruzeiros, da médica que fez a?
plástica, quatrocentos mil cruzeiros. Então, vejam os Sonhores
se o pai desse rapaz não tivesse condições de recolher hum mi -
lhão de Cruzeiros, além de quarenta e cinco mil cruzeiros *
que paga diariamente da diferença de acomodação, esse repaz !
teria morrido, 56 para ajudar a reforçar o seu prorunctanentos
UEREADOR ARCILON BELOMAR PERIIRA - O Colega me permite um aperte?
(Aparte Concedido), 4 Poncada do PDT? se une as palavras do Ve
reador e também gostaria que fosse incluso na correspondên —
cia dirigida so Hospital de São Jerônimo, inclusive, tem o no
me de Santo, mas acho que a Santidade está porese É que *
houve a poucos dias atrás tombím um acontecimento com referên
cias ao Hospital de São Jerônimo, uma Senhora de Buti& com um?
tombo quebrou a perna e foi levada até ao INPS de São Jerô -
nimo para baixar o Hospital devido as fraturas que levou, era!
meio ernade as fraturas, a quebradura e, 1á no Hospital ra
ra ficar baixada, pediram a ela ea seus fomilisres de tre
zentos a quinhentos mil cruzeiros, quase o mesmo acontecendo
com o que o Vereador Adão citou, só que essa pessoa não te
ria condições como não teve condições de ficar baixada no Hospi
tal pelo alto valor e, teve que se dirigir a Porto Alegre que
1 não me recordo o Hospital, lá foi cobrado sorente cinguenta
ela tinha direito ao INPS por tudo *
mil cruzeiros, enquanto
,
no Hospital de São Jerônimo pedem de trezentos a quirhentos
se dirige a outro é cinquenta mil. Existe até contra isso
mil,
"
a Assistência Hospitalar uma certa disvirtuação de como agir
frente ao INAMPS! Obrigados
O Colega me permite *
Só para friser eu gostaria que!
um aparte ? (Aparte Concedido).
...
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A
Dutiá, 24 do novenhro do 1983
fls 45
na correspondência encaminhada fosse sublinhada a palavra Caridâme
dee
VEREADOR FERNANDO RUSHONSKI LOPES À Exato ttuito boa a obser <
vação Então cu pediria também ao Senhor Prégidento que ha cor
respondência que cu vou ler depois, dirigida ao Ministro que *
também fosso incluída essa demíncia já que na correspondência
A TOA mM 1859/03,
Deo A
eu não incluí, porque conforme coloecu o Verendor Adão co Verea
dor Areilon, aquelas pessoas que não tem condições financei
ras de pagar uma anestesia como foi o caso da esposa desse *
cidadão, se estã se fazendo uma cesariana é porque é a úni
ca naneirã de ocorrer, de se fazer, digonos atender o parto ;
$ pela Cosariana, Então se não fizer a cesariana obviamente O per,
to normal estã trazendo perigo não sé a gestante como também!
ao filhos Então se não tem dinheiro não faz anestesia, se ten
ta um parto normal e a criança vem a morrer ou a mãe vem amor
rer; é um absurdos Intão eu peço a Casa que também inclua eg
sa «demíncia ao Ministro da Previdências Diante de várias de -
núncias que nós aqui da Tribuna fizemos com referência !
ao atendimento no n:sso posto do INAMPS, no nosso INPS, enfim,
tantas reivindicações e nenhuma delas atendidas, até agora sem
soluçõese Eu não estou a criticar os humildes funcionários do
INPS, enfim, os médicos que não estão recebendo o corresponden
te pelo atendimento além das horas que são obrigados a cumprir!
porque eles não tem culpa, a culpa vai mais longo, então tendo
que buscar a solução em quem de direitos
PRESIDENTE FRALDO MACHADO = O Colega me percite um aparte ? “(A-
parte Concedido). Fu estava deixando para o fim da reunião, !
nês recebemos através de telefone e ficaram de comparecer aqui *
dia 29/11, na terça-feira, às 14400 horas aqui na Câmera, que
eu já estendo o convite a todos os Vereadores para que aqui com
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EM
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o.
Butiá, 24 do novembro de 1983
Ene DOT OA om 28599, Flo, 46
nte onde se propos a vir aqui o Dr. ri dos Santos, se -
eretário Rogiongl de Penefícios do INyMPS, para tratar assunto
4 «Mimas a que se referiu, inclusive, o Vereador que ocupa!
a ,Fibuna, sobre a funciongria que é responsável pelo INPS de
tutião
JEREADOR PINNANDO RUSHONSHT IOPES - Ixatanente Senhor presi-
dente, essa demíncia minha aqui pera o Ministro constava so-
bre essa correspondência que há quase quatro meses nós enca-
minhamos ao Superintendente regional do INPS, Doutor Sehnei -
der, e até agora ele não nos atendeu, se precisou ele sair
da Superintendência, que ela não está mais, para elguém assu,
mir no tugar dele e tong providência, mas mesmo assim eu que
ro que a minha denúncia ao Ministro se faça constar para que *
nós tenhamos a certeza de que as providências serão tomadas
porque também não adianta nada rondar alguém aqui e dr é
umas pinceladas e ficar ha mesma coisas A correspondência é af!
seguinte: Por solicitação do Vereador Fernando Lopes, do Partir
ão Democrático Social e mediante aceitação unânime desta Casa :
denunciamos a Vossa Excelência os seguintes fetos e rogamos a!
sua providências I - Em nossa cidade possuímos um Posto do IH-
PS que funciona precariedade - com falta de régicos, falta de
de semana e, atualmente, sem ambúlôncia *
plantões aos fins
de pacientese Isto vem sendo motivo de?
para fazer remoções
preocupação para nós Vereadores, pois as críticas por parte !
da comunidade sobre nós pesam, apesar de providências já ter-
mos tomado junto aos órgãos inferiores desse Instituto, mas,
infrutíferas, pois até o momento providências alguma foi toma
da e nem mesno, para a nossa surpresa e descontentamento, se -
quer respostas as. nossas correspondências são feitase II - Ou
tro feto, Senhor Ministro, que reputamos de grande importância?
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qe BUTIA
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Butiá, 24 de novembro de 1983
ue AT A m 1859/834 Fls. 47
oa nd .
denunciarmos a Vossa Pxcclência & que em deta de 05/08/83, !
esta Casa Legislativa, atendendo queixas de quase todos os se-
gurados desse Instituto, encaminhamos uma correspondência «ao
Senhor Jusreg Selmeider Albuquerque, Superintendente Regionel de
INPS neste Estado, cuja a cópia para melhor esclarecimento esta
mos enviando em anexo na qual consta denúncia séria da moreira
como a chefe do Posto de Benefício desta Cidado - UBALDINA CIR
DOSO vem tratando os segurados e, apesar do longo tempo da!
propositura da demíncia, até o momento o Senhor Superintender-
te, além de não tomgr nenhuma Providência, sequer acusou O |
recebimento da nossa correspondência. Convém salientar, Senhor
Ministro, que esta funcionária por mais de uma vez já foi de
nunciada por esta Casa Legislativa e a impressão que se tem é
de que a mesma, mesmo fora da forma reprovável que trata os !
Sehurados, espezinhando-os, como que dona fosse daquele se-
tor, esquecendo-se de que é uma servidora pública e as pes-
soas que maltrata são quem as paga, vai se perpetusr no cargo
isto, temos certezas que com o conhecimento de Vossa excelên -
cia não se repetirá, pois o funcionário péblico deve entender!
que ele é empregado do povo, e como tal atendê-lo E de-
ver e não obrisaçãos Uma reivindicação ao Senhor Ministro é ?
com referência aos aposentados, a forma de que como eles re
cebem o seu aumento, fazendo uma ligeira explahação, sa sabe
que o aposentado pela seméstralidade ele recebe o aumento em *
01 àe novembro, mas só vai receber o primeiro pagamento com afi
nento e os attasados em janeiro, se sabe que com a im
flação de hoje quando chega receber o aumento dos dois meses!
que está recebendo atrasado, já não corresponde aquela impor
tância » mais pela inflação Então cu acho que É terceixo!
tem É o seguinte! III - Outro fato que levamos também ao co
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" .
Dutiá, 24 de novembro de 1983
... Fls. 48
nhecimento de Vosgn Excelência e temos certeza que a recepti-
vidade de sua Parte será das melhores, pois homem público *!
por natureza como És, JUSTIÇA é a base de seu trabalho, o
que já demonstrou, ao longo de Sua carreira na vida pública e
ao assumires esta pasta, vimos consolidada a certeza de!
que O homem certo veio Para " LIVRA? A PREVIDÊNCIA DOS CAOS" e
assim É que lhe pedimos que olhe para o aposentado, este *
que parece estar sempre amendrontado com as medidas do Gover
E! 2 A Nº 1859/83
anã Rd Add
no, pois como classe inativa lhes falta força reivindicaté
riaoe O que “ouvimos com satisfação em entrevista concedida po”
vossa Excelência * à Imprensa É que não vei mexer nas contribui
ções e nem de outra forma prejudicar o segurado para resolver!
a crise do Instituto. Em assim sendo lhe pedimos que deter
mine seja sanado o problema de aposentado, apesar de receber
aumento em 1$ de novembro, pela semestralidade, somente vai rê
ceber os seus proventos acrescidos do aumento em janeiro do !
ano seguinte, com 6 que lhe está a causar prejuízos, pois com
a inflação galopante dos dias de hoje, as importâncias recebi
das em janeiro correspondente ao aumento dos dois Últimos meses
já estã defasadas Estas foram, Senhor Ministro, as nossas de!
núncias e reivindicações que temos a certeza não perdurarão sem
soluções Então a gonte sabe, Senhor Presidente, que a!
classe dos aposentados, aposentado hoje são os nossos pais 7
os nossos parentes, enfim, os nossos amigos, todas aquelas *
pessoas que já foram nativas, que já deram a sua contribui -
ção para o Estado, contribuiram para que hoje usufruisse desse
benefício c as médidas que o Governo tôma na área econômica
sempre repercute nos «sposentados que não tem aquela força *
reivindicatória de classe para se unir e reivindicar um me
lhor salário ou até mesmo para que não reduzam os que ja Tecem
cm
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" .
Butiã, 24 de novembro ao 1983
ensim LÃ dy Flse 49
eee
bem e que não É muito.
PRISIDENTE ERALDO MACHADO — O Colega me permite um aparte ?
(aparte Concedião). Só pera lembrar os demais Veregdores *
que por cedência de horário por parte do Vereador Dilon o Ve
reador tem mais dez minutos Para ocupar a Tribuna .
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Então contimando, Penhor
Presidente, eu entendo ave em Cada cidade deveria, porque ama
nhã ou depois também rés somos aposentados e, a gente tem?
que ver garantido tutelado os nossos direitos, aqueles di -
reitos que a gente na atividade paga contribuições, previdên-
cia, enfim, para ter um direito garantido no futuro, na”
velhice, então não podemos ser prejudicados. Eu acho que *
os aposentados deveriam se reunir em termos de classe pera *
que tivessem força reivindicatótia para que os seus direi -
tos se viessem garantiãos ou melhoradose E, eu me proponho 4
talvez) no ano que vem, se ainda permanecer na Casa, talvez,
já formado na Faculdade, movimenter uma Associação de classe dos
aposentados e para que essa idéia se propague em todos os re
para que o aposentado se-
contos do pstado e do País, enfim,
eu pedi=
je melhor tratados Eu tenho uma Indicação aqui que
ria, inclusive, o auxílio da Vereadora Zingh que labuta mui-
to nesses setores, a Vereadora deve, sabe que a uns anos
atrás foi feito aqui na cidade pelo um drgão chamado BEMFAM |
exeme citapatológico preventino do câncer que visa cuidar *
da saúde ginecológica à, mulher, então é de suma importância *
que a saúdo ginecológica da mulher esteja sadia para que possi
veis prejuízos não se transfira os filhos quando na gestação.
Então, eu não sei como a Vereadora deve explicar como era
Vereadora deve explica” como era feito esse tipo de traba =
lho preventivo do cêncer para aquelas pessoas carentes da ci
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. N
Butiá, 24 de novembro do 1983
0. AT OA nm 285903
Fls, 50
dade que não tem conds. ões, nº » E
da, não tem como furor mi ed ra o nO
tanciay preventivo do câncer, porque o Pa gs do a A
muito comum, esse câncer na mulher, então tem que ao tap à
um cuidado especial para que não ropercuta amanhã nos filhose
Então eu pediria que a Vereadora não s& com referência a eg
se exame, mas também parece que a LBA fez numa mirtunida
de, dava na oportunidade anticoncepeionais eos carentes tambéme
Então eu pediria para & Vereadora como a gente poderia fazer
essa Campanha novamentes
VEREADORA ZINAH DA COSTA GONCALVES - Era o Posto de saúde que"
atendia esses exsmes ginecolégicos, quer aizer que tinha um
médico especialista especialmente para isso Agora quanto aos
anticoncepcionais vinha de Porto Alegre da BENPAM, uma vez por
mês vinha um carro e dava, já tinha as pessoas fichadas psrece
que até na LBA, eram £fichsdas na LBA e eles o anticoncepeio-
nal para três, quatro, cinco meses e o preventivo do câncer era
feito sempre no Posto de Saúde. E automaticamente como até médi
cos nós reclamamos que não existem mesmo, que naquele tempo *
nós éramos muito melhores atendidos pelos médicos, que
nos sete dias na semana tinha sete médicos, eram diferen -
tes, nós mesmos no setor de Farmácia não poderíamos nunca aten
cada médico tem um receituário tbem dife —
ao me —
der direito porque
rente, quer dizer que
atender o receituário, precisava, hoje em dia vem dois, três ?
médicos, quer dizer, É fácil de mr atendido. Agora médico?
que Butiá nesse ponto acho
se precisa de um capital imenso para"
como nós tinhamos, quer dizer,
que foi para trãse
É, nas nós poderemos, Ve
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSEI LOPES -
que já tem conhecimento do *
tas
Teadora, com o seu auxílio aí,
..e
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PSTADO DO RIO GRANDE DO SUL,
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Puti&
à, 24 de novembro de 1983
... AT a m 1859/03,
assunto, e então cu Pediria a asa que a gont ceia
se pedisse para eles tornar af Null =
azer essa companha do anti -
concepcional e Para o Posto de Saldo através do PEMPAL se Lim
sesse de ig então esse exome ginecol égico na mulher pre-
ventivo do Câncer. Com Teferêôncia a denúncia feita pelo Verea -
dor Tãelverto ão CPM, ce sabe perfeitamente que o CPM nas Isco
las é o érgão de assessoramento que foi Criado jentanonto para
que se recolhesse fundos pera a merenda, para euxiliar o +
ash UiPóio 6 , a sia contribuição não se trata de uma *
taxa, não há Obrigação nenhuma do pai do escolar parar essa
texas Mas eu de outra forma, eu acho, inclusive, se houver
exigência, como foi 9 Caso que citou o Vereador Tdelberto que
se deve como 3ã pediu ele, demmneia + Secretpria de Educa-
ção, porque não se pode exigir, é uma contribuição espontã -
Nea e eu acho que quem pode contribuir com o CPM que deva
até eu falava pera o Verendor Dorvely, fora
que vão, os alunos pobrezinhos que
fazer isso, porque
da tribuna, que Há alunos
vão para a escola só por caso da merenda, para comer a neren
da, coitadinhos saem com fome de cessa e vão naquela facerice
para comer a merenda lás Então, o Estado não af esse dinhéi
ro suficiente porra a merenda para todos os slunos. Então que
o CPM que estã cuxiliando nesse ponto que peça dinheiro, cola
boração espontânea para os pais que podem , Então aqueles pais
que podem que ajudem, porque aquilo vai reverter na merenda pa
ra aquela criancinha pobre que vai para lá mal rutrida e ori
ança mal rutrida não aprende nadas
VEREADORA ZINAH DA COSTA GONÇALVES - O Colega me permite um a
perto; ? (Aporsts Concedido)é Quanto a merenda nesro, as vozes.
é um vai pobre mesmo que ajuda mais, as vezes, do que Um rico,
Porque cle tem a sua hortinha manda um repolho. manda um OVO.
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Dutiá
“MHHãy 24 do noventro de 1983
A TA masa
e". Pad A Fls, 52
um ovo já É uma gra ;
um ovo Já É uma grando coisa para merenda, sorque se tem vinte
” :
crianças , são vinte ovos e assim por diante, como 1á no Colégio
Orestes Gonçalves da Silva que a conte vê, as vezes, as mais
pobres são as que mais levam, porque tem casa que é o produto
do Cosas Agora quanto a pager esse CP4, quer dizer, que ne-
rhuma deixa de Paga” ou reclema, porçue aquela que rão pode
não paga mesmo, no paga e nem & exigidos Agora quanto ao uni a
forme também vão tirar acho que o uniforme mogno 1á no colégio"
nosso que nós fizemos, demos o uniforme que é o abrigo agot-ma
rinho que é mais fácil do que procurar ums roupa em casa e !
ir para O colégio, que ele sabe que no colégio sé vai com *
aquela roupa, porque se é uma renina que já está com doze anos
ela quer botar um vestidinho melhor, um sapatinho melhor e; '
rão tendo o uniforme, ela quer o melhor, mas tendo o uniforme
ela é obrigada ir de uniforme, quer dizer que para O primário
eu acho, agora quando Gega pera o Ginásio sf sim a moça já *
tem maiseeo
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSEI IOPES - Então eu digo a comnida
de que de casa nos houve, então deixo o meu apelo aqui, que"
aquele pai que puder contribuir com o CPW que contribuam e!
que as direções da escola não exijam e não forcem o pagamento!
àqueles pais de alunos pobres que não tem condições, mas quem
ten condições que ajudem, porque quilo vai reverter na neren
de para o geu próprio filho, vai as crianças pobres, mal rutri
das para a escola, aquela morendinha lhes dé mais viteli-
dade, dá mais força, lhe abre melhor , mente, quer aizer,
Vamos colaborar, se puderem
TERPADOR IDFLDISTO TAILOR SOUZA MACHADO - O Colega me permite!
Um aparte ? (Aparte Côncedido). Só um esclorecinento, Vereador
que eu também sou contra a cobrança do CP, mas desde, como!
a
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Butiá, 24 do novembro de 1983
A TA Nº 1859/83, rise 53
eee
o Vereador falou, seja uma contribuição espontânca e, aquele que
não tenha condições de pagar a mensalidade que fica estipilada
que então pudesse "”
ali, que se sabe que fica estipul ada,
como ovos, como fa-
ge levar alguma coisa que tivesse em casa,
1ou a Vereadora Zinah ou uma outra coisas Que não fosse uma CO-
vrança obrigatórias
VEREAdOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES -
ro Colégio Harechal Rondon, o Polivalente, inclusive,
fez a taxa do CPM
& cada um, cada um
Só para esclarecimento!
na época!
parece que foi até o Professor Ademir que
ele estipulou a taxa de acordo com ganho
tem o seu ganho glie Então ele fez uma taxa,
1ério mínimo pagava uma taxinha insignificante, é de acorão com
o que ganha, fez um critério justo, aquele que ganha menos *
quem ganha o sa
pagaVa menos , quem ganha mais pagava mais, quer dizer, cada
um dava um pouquinho e na verâgde representava muito para a me
renda do estudantes
VEREADORA ZINAE DA COSTA GONÇALVES -
To Polivalente mesmo eu tive o Júnior ,
quem ganhava ma
O Colega me permite um apar
te? (Aparte Concedido).
também era gradativo, pagava nais
foi fundado o Polivalente af, quer di-
era aquele que tinha condições de
quer dizer,
is, já veio desde que
zer que quem pagava nais
pagar mais, quem não podia pagar não pagava, desde a fundação
VERFADOR DORVELY SUBTIL BARBOZA - O Colega me permite um aparte?
(aparte Concedido). Eu fui um dos que levantei a quatro meses"
na Trituna o problema dos CPNs, inclusive, pedi aqueles"
a crise que anda afetan
J
atrás
que não pudessem devido ao deserpregos,
do principalmente, equi a nossa comunidade, não pagasse e,
agora por felicidade O Secretário de Educação e o Governador Ja=
ir Soares suspenderam, cleo sabiam que cobravam e era espon-
têânco, mas suspenderam isso aí, inclusive, dizem eles que as!
" ses
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qe BUTIA
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Butiá, 24 de novenbro de 1983
à TA Nº 1859/03. n 53
...
escolas rão Podem cobrar taxas nenhumas Pora fazer as matrículas
então eu sei que a merenda, acho que 80 a 70% das crianças!
hoje em dia vão pela merenda, mas eu acho também que o Estado
ou algum órgão como a CHAE e um ôrgão ão Nunicípio também tem
que manter essa merenda nas escolase Obrigados
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSEI LOPES - O Estado não dZ de manei-
ra que, inclusive, depois que o Vereador fez ess. derúncia na *
tribuna af, muitos pais deixsram de pager as texas, peraram de
page” e, inclusive, os Presidentes do Círculo de País e Vestres
, se viram assim apavorados porque os glunos veriam a meren-
da, Chega na hora da merenda eles querem a merenda e os pais
psrerem de pags”, reduziu a arrecadação. Então faço um apelo ?
aqui de pai que tem condição de pegar que pague, que aqui
lo É pera a merenda É pera alimentação do seu próprio filho!
e daquela criança carente que não tem sequer comida em casae Com
referênciaa prisão do nosso colega Vereador, de Porto 4legre 4
4 4 ” . .
convem fazer alguns esclarecimentos não querendo livrar a Briga-
da Militar da ação, dizer o seguinte, que os posseiros que esta
vam sobre propriedade alheia, se tratava de um terreno de uma *
Senhora e na nossa Lei Brasileira, o respeito a propriedade é um
dos princípios básicos. Então se eu tenho um terreno em um de -
terminado locgl não dá o direito de ninguém ali se instalar sem
a minha devida permissão, então no caso É o que ocorria E essa
Senhora entrou com um mandato de segurança em juízo pedindo *
que tirasse os posseiros dalie Então ela obteve a liminar e o
Juiz determinou ao oficial de Justiça que cumprisse o mandato ,
O mandato de segurança, foi cumprir, os posseiros se nega -
Tam de sair, foram no Juiz, o Juiz deu o mandato de quereçãao que
Usassem a forças Então eu digo, muitas vezes a corda estoura!
s 4
na porte mais fracas Então se nós temos hoje uma lei que € au
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Datiá, 24 de novembro de 1983
na AM à Nº 1859/83. Flo. 54
Di MA
toritária, que manda fazer isso 08 seus agentes tem que cum
pri", como foi o caso da Rricada Militar, ela se viu obrigada
com o mandato do Juiz na mão de condução coersitiva, tirar os pô
seiros medianto força, isto foi no mandato, de maneira que *
cles tiveram que cumprir, usaram a força contra o Vereador *
eté, usaram a força contra os posseiros. Então eu não me solida
riso com essa Própogição que fizeram de que a Brigada Niliter *
tenha tido culpa nesse caso, as Cêmaras filnarem elas que real-
mente conduziram o Vereador de maneira, medipnte força, mas eu
quero dizer para os colegas que aquela maneira ãe condução ela
foi Legitima por um ato do Juiz, o Juiz mandou fazer isso, em-
tão teria que reclamer do Juiz, não do Juiz sequer tarbém tem *
reclanasr da lei que estámal feita é a lei que manda fazer"
isso! se O Vereador estava impedindo que o óficial de justiça?
cumprisse o mandato a Brigada Militar teria que tirar os recalci
trantes mediante força, é o que a Lei nanda, lementavelmente!
é isso Então a minha proposição que eu faço, Senhor Presi -
dente, nesse sentido, já que nós temos que olhar É para ?
aqueles posseiros que não tem um espaço para morar, que se en-
caninhasse correspondência ao Governador do Estado, o Senhor Ja-
ir Sogres, de que ele cedesse um canto, algum lugar pera *
que eles pudéssem livremente se instalar, porque hão adianta!
nós estar se solidarizando com um Veresdor porque na verdade?
rela lei ele estava errado, se ele rão estivesse errado o *
Juiz não teria decretado a prissão âcles De maneira Que se tea
alguma coisa errada, eu quero deixar bem claro, eu estou !
falendo rão como policial, também como futuro Bacharel e, se*
vocês consultarem qualquer advogado, consultarem um Juiz, enfim,
gizer que 0 Vereador es
queria defender o povo,
uma pessoa que entenda do direito, vão
tava errado, está certo o Vereador ele
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as BUTIA
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E4
Putiã, 24 de novembro do 1983
Fls. 55
não queri i A
ele não queria que tiracçe, mas ele se esqueceu que eles ti -
Ao To A W 2859/03,
pe it cá
nham uma ordem legal na mão, o momento que o oficial de Justi-
ga lhes mostrou o mandato ele era para dizer, aconselhar o *
pessoal, olha pessõal, vemos seir e vemos lá no Governador, va-
mos reivindicar um local pera vocês, não adiantava ele insiter
os coitados dos pogseiros menos esclarecidos e dizer, olha va-
mos permanecer no local ai e não vamos sair, porque obviamente
a força ia ser usada Então eu faço essa proposição, Se -
nhor Presidente, porque rão adianta nós querer fazer estou -
rear a coisa na parte mais fraca, vai estourar na Brigada e O
que adianta ? Na verdade É a lei que é assim Tem quem
dar a lei então, a ei manda, o Juiz, o Juiz ningaémy falou *
nele, o Juiz que foi o mandato de condução coersitiva mandou *
tirar a força, o Juiz deu o mandato mandando que tirasse me
diante força, contra o juiz ninguém fala. Então o problema é
o seguinte, então que se faça uma proposição, uma corres-
pondência ao nosso Governador Jeir Soares no sentido de que ele
dê um espaço de terra péra que essa gente possa livremente
se instolor com as guas famílias, com aquelas crianças meno-
. 4
res, eu acho é a solução mais viavel do que nós fazer uma tem
pestade em cima disso als
VERFADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - O Colega me dormido
um aparte ? (Aparte Concedido)e Em primeiro luger, Vereador ,
a proposição que eu fiz não foi me referindo a Brigada Militar
; nem criticando a Brigada Militare 4 proposição que eu dei -
xei nessa Cosa e deve estar gravado hoje aqui, foi de que se
ência a Cêmara de Vereadores de Porto Ale-
enviasse correspond
R E 5
gre se solidarizando pela mareira como eles ge conduziram no
caso da prisão do Vereador Valnerie Ta minha proposição e nem
q
titei o nome da Br; gada Militare seo
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é
Dutia, 24 de novenbro de 1983
ui AT A NM 1859/83, Tlse 56
se
VEREADOR FERNANDO RUSKONWSET LOPES -
; - fas falaram em violência
Yorcador,
s ênoi A
e houve violência foi uma violência autorizada,sa
a Qué ie ué
bem que a violência uma vez na lei é permitidas
VEREADOR TDILBIRTO TATIOR SOUZA HACHADO - Tu tenho certeza de!
que esse Juiz fosse entrevistado hoje eu tenho certeza que esse
juiz não iria confirmar de que ele teria mandado usar a for
ças
VEREADOR PERTANDO RUSFONSKI LOPES - Ele confirma, É mandatos
VEBEADOR IDELDIRTO TAILOR SOUZA NACHADO - Então de aoeria com O
que está dando para entender o pronunciamonto do "ereaãor Fer,
nando ele é a favor de que se use a forças
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Eu vou fazer mais uma ex-
planaçãozinha pera 8 Vereador , não é problema de dizer direta
mente sou a favor que vse a força, a força existe na lei e!
eu quero dizer o seguinte, então o Juiz determina a condução?
coersitiva, a Lei usa, a Lei autoriza a matar, ela manda ma
tar, autoriza amater em certos casose Então nesse caso O
Juiz deu mandato de condução coersitiva é retirar os recal -
citrantes, segundo o caso “foio Vereador e os posseiros *
que não queriam sair pacificamente mesmo mediante a exibição”
do mandato Judicial, a Prigada foi lá de posse de um documen
to que legitima a ação, tirou nos braços, isto a lei permi
te fazer, Vereador, não que eu sje contras Agora eu pergunto
ao Vereador, não que eu seje contra, pergunto ao Vercador o se
guintes So vocês tem um terreno, Verendor e de repente pessoas
seu terreno, você vai procurar a!
a Justi=
vão lã e se instalam no
Justiça, a Justiça entra com um mandato de Segurança,
ga manda fazer o desfeche, o que O Vereador quer, que perma
que o Estado então que tem obriga ”
[nd N 4 2 a ir Ê,
cão de dar um terreno para eles, não imoveis de tercei os a
neçam no seu imóvel ou ao
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q BUTIA |
q
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Butiá, DM
c* de novembro de 1983
ceu A To A mo 1859/83,
o terreno é particular,
PRESIDENTE FRALDO MACHADO « O Colega me permite um aparte 92º
(aparte Concedido), Im também inclusive)
coisa sobre esse acontecimento com e
acho que eu até
Fls, 57
aqui externei glguma
sse Vereador, porque eu!
sou favorável que
Se espanque O mau elemen-
to, O desordeiro, o ladrão,
O assassino, agora que exista res-
peito com o Vereador, Porque o Vereador +
de, talvez mais alta autoridade ão que qu
então tem que existir um
ambém é uma autorida-
alquer um brigadiano ;
Certo respeito com o Vereador, a minha
colocação foi essas
VEREADOR FERNANDO RUSEOWSET LOPES -A80ra convém esclarecer o se
guinte, o Vereador, não apanhou, o Vereador foi retirado a for
Çãs
ISTADOR IDELBIRTO TAILOR SOUZA MACHADO - Não; no Instituto véai
co Legal houve demonstrações nos exsmes feitos nele ficou pro-
valo que houve lesões corporais e, se houve lesões corporais
é porque ele foi agredido,
VERPADOR FERNANDO RUSIONSEI IOPES - Eu sou contra, é clero, se!
não hã, digamos, eu sou a favor que retirasse ele nos tra-
gos dali, agora que nãô agredisse, se agredirem cu sou?
cont?as :
VEREADOR IDÉLDIRTO TATIOR SOUZA MACHADO - Houve provas de que
houve lesões corporaise
VEREADOR FERNANDO RUSOWSKI LOPES E nf eu sou contra, a agr es
são eu sou contras À condução a força não é batendo, é agarrar?
e tirar norar , .
ção do Vereador ;, Hoje às 18:00 horas, escutando a Rédio Guaí
ba, parece-me que o Governador do Estado jã está providenci-
ando um local para elege
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Butiá, n
“4 de noventro de 1983
A To A Tº 18598
VEIEADOS TERNANDO RUSrOwokI LOPES - pntão nem precioa” Senhor
em precisa, Senhor
presidentr, já está providen
Ciendo um lugarzinho para os pos
geiros morar, então eu a
até retiro a proposição,
VEREADOR ARCILON BELONAR PERIIRA -
” O Colega me permite um a s
parte ? (Aparte Concedido), Gostei:
dos comentérios feitos *
elos nobres Vereadore Õ
? 9, 80 para uma sugestão que eu acho que
o Governador deveria tomar pera não ter esses tumitos, fazer"
como 0 Governador Brizola em sete meses já assentou mil famí -
lias, em cada lote uma famílias Então que o Rio Crande do Sul !
faça como o Brizola, em cade lote uma famílias Obrigados
VEREADOR FERNANDO RUSKONSKI 10pES - Exato, concordo que o Eg
taão dê um espaço para essa gente que não tem condições de !
conseguir um espaço, agora não se pode permitir é que a pro
priedade alheia, a propriedade privada seja invadida, isso aí
o respeito a propriedade É sagrados Senhor Presidente, para fi
nalizar eu quero fazer uma proposição ou até mesmo uma propos
ta à Casa A gente sabe que pelas dificuldades da vida que
parecem a cada dia aumentar mais, isto tende a cada vez mais
a inpressão que se tem é desunir o povo, então é preicos ?
que as pessoas em dados momentos façam uma reflexão e, hós em
certo momento paramos para pensar e pensar em nós mesmos, pen-
Sar no nosso semelhante, penser no amor, pensar na paz, enfim é
porque se hoje a crise É violenta, as dificuldades são baba -
ras, eu penso que para resolver tudo isso somente unidos, so-
lidarios, ce pode fazer isso, jamais com desunigo, se pode!
prosperar, Então, Senhor presidente, eu proponho o seguintes
que na data máxima da cristandadee NATAL, dia 25 de dezembro
que a Cômara organize uma missa, obviamente se o padre acei -
tar o nosso convite tembém, em preça pública, para que lá per,
a E
naneça toda a comunidade e que seja o momento de uma Fefle-
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É]
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Butiá, 24 de novembro de 1983,
nua 4 A mo 1859/83, Fls. 59
R
xão por parte de toda a comunidade,
refletir que existe Deus;!
refletir que ' pi
exis a
Xiste o amor, enfim, refletir sobre todçs as!
is ue Ss vs :
coisas que possa servir de útil para o bem comum, Então eu dei
xo essa rroposta psra os Ver
P OS Vereadores e ge a Cârgra pode ser'*
digamos, a Organizadora debta Missa, seria dia 25 na data, *
mesno, natalina, ela manhã es ' E
* pela manhã ou um dia antes, em praça pública,
com convite a toda comunidade, que se fizesse uma divulgação *
boa para que toda a comnidade se fizesse presente e lãen
tão seria o momento de todos nós refletirmos «. Então eu deixo!
a proposta, se os Vereadores todos concorãsm ; a Câmera então
seria a encarregada de Organizer essa Missas
VEREADORA ZINAH DA COSTA GONÇALVES é 0 Colega me pernite um a-
parte ? (aparte Concedidoje O Senhor não esteve hoje lã na *
Praça que foi um momento de reflexão, todas es religiões es-
taven ali unidas, todas apresentando o seu emor, a sua hgr
monia, a sua paz, quer dizer que foi uma grande demonstração
das rossas idéias, cultura e religião, Foi mito bonito, foi
bacana, foi muito elogiado por todas as pessoas que eu falei
que estavam 1á e que ouviram a Rádio.
VEREADOR FERNANDO RUSEOWSEI IOPES - Inclusive, Vereadora, eut
sô falendo que já tive comentários que foi excelente valeu a!
reflexão e bom então que isto ocorra novamente, agora eu lemen
tavelmente nãô pude me fazer presente porque eu faço Faculda-
de pela manhã e estou em período de provas de exames e não pu
de me fazer presente, inclusive, lamento isto, mas eu quero !
qe se aprovada for essa minha proposição, na data Notalina A
eu possa me fazer presente, porque até 1 obviamente é um fe.
riado e eu jg não terei mais aulas. Então pela manhã eu tenho
sules o hoje era dia de provas e não pude?
1
O compromisso das
e ca fa
comparecer, mas valeu tenho certeza, então £ tom que isso
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a? BUTIA
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EA
Putiã, 24 de novembro de 1983
se repita novamente « Por hoje era só, Senhor Presidente, egra-
deço O espaço e aos ouvintes da Rádio SOBRAL e sos dois moços!
que ainda aqui se fazem Presentes, os meus ssradecimentos pe-
10 comparecimento e aos ouvintes da SORAL o meu bos noites
ORDEM DO DIA
ee
PRESIDENTE FRALDO MACHADO - Colocemos em discussão es propo
sições verbeis apresentadas pelos Senhores Vereadores na sessão
de hojee Colocamos em votaçãoe Os Senhores Vereadores que con
cordam com as mesmas permaneçam como estão, caso contrário ma-
nifestem-ses Aprovadas por unanimidade as proposições vertais !
apresentadas pelos Senhores Vereadores na sessão de hoje, tenos
um ofício da Cêmara Nunicipal de Guaíba, datado de 26 de outu-
»ro de 1983, que eu passo no “enhor Secretírio pera que feça
a leitura do mesmos
SECRETÁRIO IDELDERTO TAILOB SOUZA MACHADO - (PAZ LEITURAS)
VEREADOR: ADTO NOGUEMA DOS SANTOS - Eu acho, Senhor Presi-
dente, a lei já está aprovada, segundo correspondência que"
recebi do Deputado Nelson Narchezan, estã aprovada pela Câmera
dos Deputados em 4%e
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Está
VERFADOR ADIO NOGUEIRA DOS SANTOS - Sir; está tramitando no '
Senado, agora eu não sei, em princípio eu já acho que"
,
'
tramitando no Senado
aus ne ,
os termos usados nesta correspondencia sao muitos fortes
são exonerados, eu discordo destes termos. Que se sra
correspondência para 08 Dóputados, que isso nós figenos"
foi feito, a Casa fez em nome de todas es Bancadas de todos *
os Vereadores para todas as lideranças do Congress0s Então eu
sei & entendimento meu que isso ai *
terho a impressão, não
e...
ã
Cies avyazararema
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ed
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Tuts £
Putiã, 24 de Noventro de 1983
a ) + | A m 1859/03,
Fis, 61
ADOR FERRA N ,
VIRE ANDO RUSKONSET IOPES « m concordo com o Verca -
gor Adão, realnente, 05 colegas não
decouvir comigo que os?
ternos estão muito rígidos « está : j
? SȐ generalizando a classe de De
putados Federais e, se sabe
tados “4 ue pela Cênera já passou, os!
deputados Ja votaram e a maions vi
& Saloria obviamente votou a favor,por
que se bem que não Passou nos cinco,
»
Então teve quele Deputca i
k p O até que foi a favor até dos cin
co e, está geral pera todos, não
deles que foi contra e
mas passou nos quatros
estê distinguindo quer foi
E4
como é que nós vamos saber quem foi
contra agora, poderemos defender Deputados que não
ver com issos
EADOR ARCILON BELQUAR PEREIRA - também concordo com ast
palavras do Vereador 4ãão pela correspondência ser muito du
tem nada a
ra, acho que não deve abranger a todos os Deputados, a gente?
não pode fazer uma Panifestação crítica e arfstica a todos, ,
porque eu acho que o envolvimento não se aé a todos. E -
tão eu acho que até fosse colocado fora de pauta essa corres
pondências
JEREADOR IDELDIRTO TATIOR SOUZA MACHADO - Em primeiro lugar que
eu também já envie correspondência a certos Deputados do meu!
Partido, tornei a liberdade, pedindo que eles não me mandasse
Mais correspondência que eu estava fazendo a mesma coisa *
que consta na carta, mas sou contra os termos que foi redigi-
do este manifestos
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Como a maioria dos Senhores
tem obrigação mesmo *
Vereadores cão contrários e a Casa não
VA Tr
de aprovar proposições que vem de outras Câmeras , a Nosa to
Ra a liberdade de deixar O refcrião ofício retirados Senhores
Vereatores, nós
a . s 1
Prineira cessão eu consulto os Senhores Vereadores haja visto
nas sess
temos na Casa projetos de Lei já votados em *
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de Butiá
.
Ditiá, 24 qo novembro de 1983
.
na A T am 1859/23, Fls, 62
Lg
que fomos procurados pelo Exc
Cutivo Hunicipal da urgência de
do orçamento que
co que deve ser aprovado
Cc -
sos Projetos, inclusive, egundo i par
segundo a ci pare
4 ê
até o Último dia de novembro e +
os demais projetos aqui QUe Precisa também ae vrgên
eles do dia 27 de outubro, se
.”
sa ja a quese um mês, eu cons
ra ver da possibilidade
cia, todos
não que já
estão baixados na Ca
ul to
08 Senhores Vereadores pa
de nós aprovarmos em 2º o última vo
tação, desde que os Senhores Vereadores concordem . .
VEIADOR DORVELY SUPTIL DARDORA - Só para dizer que aqui na
Cêmara quando o Senhor Prefeito tem urgência em pedir as coi-
sas a gente faz, agora também quanto tem que mandar O Proje-
mad . +. .
to, como O do funcionalismo público, com antecedência ele *
não manda Então a gente pede também, eu sou a favor, mas a!
gente pede também que o Senhor Prefeito temh
a Câmaras
JERIADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES -
EA a dio ch ANPiS
a consideração con!
Eu quero dizer que concor-
do que as duas Últimas votações se dê
que o Projeto já está aí a quese um mês,
És Z
numa Unica, uma vez
PRESIDENTE ERALDO MACHADO - Então nós colocamos em discussão o
Projeto de Lei nº 598, do Executivo, que autoriza o Poder Exe
cutivo Bunicipal a clterer dispositivos da Lei Vunicipal nº +
300/81 de 31/12/81 e dá outras providênciase Colocamos em
Votação Os Senhores Vereadores que concordam com o mesmo
Perraneçam como estão, caso contrário manifestem-sos Aprova -
ão por vnanimidade o referido Projeto em sua 2º e Última vota
São Colocamos em discussão o Projeto de Lei nº 599, do Exe-
Cutivo, que orça a receita e fixa a despesa do Município de *
Bitiã pora o Exercício de 1984,
REDOR AROILON BELONAR PEREIRA - Senhor Presidente, eu gos -
teria de fazer uma colocação que poderá futuramente nos infly
|
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4º BUTIA
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.
Butiã, 24 do novemiro ae 1983
a ATO à xe 2859/03,
Fls. 6
encia”, porque, a
inclusive, acho que essa Lei do Orçamen:
eu
to, acho que nentum dos Vercad
PRESIDENTE ERALDO MACIADO
O A) =
v .
res Vereadores,
Ores olhou o seu contefdosee
Está a Um mês nas nabo dos Sonho =
pelo amor de Deuso
VEREADOR ARCILON BELOUAR PEREIRA
tn Ena CO LOMAR PEREIRA -
O seu contéudo ou so to -
do, futuramente poderg nos
Prejudicar, foi vuma falha eu *
acho que nossa mesm
O, DOrque nós deveríamos fezer como a Cêma-
ra de Porto alegre fez, parou com as
sessões normais para!
olha” o orçamento, mas
como nenhum se manifestou antes, agora
temos que fazer a aprovação,
VEREADOR DORVELY SUBTIL BARPOZA - sá para dizer que eu exami
nei bem os projetos, está a trinta dias na Cosa e voto pe
la conciência e grovar e saber o que estou aprovando.
VEREADOR IDELDERTO TAILOR SOUZA MACHADO — Também me manifestar
solidário à resposta do Vereador Dorvely de que o tempo foi
suficiente para que nós pudéssemos ler o Projetos
VEREADOR ARCILON BELOMAR DIREIRA - Já que o nobre Líder olhou!
bem e leu todo o orçamento gostaria dé saber a receita esti-
pulada para a Câmera de Vereadores para o ano de 1984 9
VESZADOR DORVELY SUDTIL BARBOZA - Olha, Vereador, ; receita eu
examinei bem, sei ruitas coisas, sei que o Hospital tem !
vinte milhões, sei que 0 esporte tem mm milhão e sei muitas
Outras coisas nais, e sei também que a receita, não lembro!
agora aqui, mas sei que areceita da Câmura cu acho que É
à receita essencial para usar no ano de 1984
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO E Quanto ao que Se Ma
E o fis N
nifestou o Vercador sreilon, eu também não tenho o numerário +
Certo, mas É que quando eu leio em casa cu trago O Projeto?!
Sebenão seu eu devo aprovar ou nãos ão É
ERESIDEIME TRALDO ACHADO - Colocemos em votação o referido ro
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gre BUTIA a
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s.
Butiã, 24 de novembro de 1983
vol ATO A me 1859/83,
' Fls. 64
jetos Os Senhores Vereadores que e
a oncordam com o mesmo perma -
neçem como estão, caso contrário
. Manifestem-se, Aprovado por *
unanimidade o referido Projeto
em sua 2º e Última votaçãos Com
e Lei nº 600, do Executivo, '
. al de investimentos, (Despeses ?
ão capital), para 0 triênio 1984/85/86,
0s Senhores Vereador
tocamos em discussão o Projeto q
que aprova O orçamento Pluriam
Colocamos em votação.
j es que concordam com O mesmo permaneçam co-
mo estão, caso contrírio manifestem-se,
Aprovado por unanimi
ãsde 0 referido Projeto
em sua 2º e Última votaçãoe Coloca -
mos em discussão o Projeto de Lei nº 601, do “xocutivo, que ?
autoriza o Poder Executivo a conceder euxílios o ou/subvenções
no Exercício de 1984 Colocamos em votação. Os Senhores Verga
dores que concordam com o mesmo permaneçem como estão, caso
contrário menifestem-se ; Aprovado por unanimidade o referido"
Projeto em cua 2º e Última votaçãos Colocamos em discússão
o Projeto de lei nº 602, dô Executivo, que revoga a Lei Kuni
cipal nº89 de 30/12/66 e dá nova delimitação das zonas *
urbanas do Município. Cologamos em votação. Os Senhores Verea
dores que concordam com o mesmo permaneçam como estão, caso
contrário manifestem-ses Aprovado por unanimidade o referido *
projeto em sua 2º e Última votaçãoo
PXPLICAÇÕES PESSOAIS
Nada Constoue o
Nada mais havendo a tratar, mandou o Senhor Presi -
e datilografasse a presente ata, marcando nova
aia 01 de dezembro de 1983, com a seguinte
dente que s
Sessão psra O
Ordem do diat
2FUNTÃO DA CiNARA MUNICIPAL DE VEREADORES,
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Sia
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A TOA NR 1859/83 Fis, 65
Sala das sessões, 24 de rovenbro de 1983
1º Secretário-s
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