gr BUTIA ma,
Ea ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Rua do Comércio, n.º 566
Butiá, 23 de outubro de 1984'
ATA Nº 1898/84
hos vinte e três dias do mês de outubro de 1984, às 20:
00 horas, reuniu-se a Câmara Municipal de Vereadores de Butiá, em sessão !
Ordinária, sob a Presidência do Vereador DORVELY SUBTIL BARBOZA » Havia nú-
Myero legal conforme livro de presença e feita a chamada, Aberta a sessão!
' pelo Senhor Presidente, passou-se a leitura da ata da sessão anterior, a
qual depois de lida foi aprovada por unanimidade.
) / VEREADORES PRESENTES À SESSÃO - DO EDE - Arcilon Belomar Pereira, Dorve-
1y Subtil Barboza, Idelberto Tailor Souza Machado e Zinah da Costa Gonçalves;
DO PMDB - Carlos Marion Guerra Schnadelbach e Eraldo Machado ; DO PDS - *
Adão Nogueira dos Samtos, Dilon Oliveira Gonçalves, Fernando Ruskowski LO —
pes e José Carlos Menezes da Silveira
EXPEDIENTE
o
D Nada Constoue
ORDEM DO DIA
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Quero registrar equi a presença do Senhor
Iauro, da dona Norma, da Dona Solange, do Senhor Adão, do Senhor Gerino e!
da Secretária de Educação, Senhorita Neuza Vargas a qual foi convidada a *
comparecer a esta Casa para esclarecer assuntos ligados a sua Secretaria »
Também estamos esperando o gerente do ABC e a Presidente da Associação dos!
funcionários Municipais a dona Evas
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Presidente, uma questão de ordem; Pe-
diria que consignasse a presença do Vereador José Carlos Menezes da Sil -
pre
” PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Está. O Vereador chegou nesse momento é
Temos o Projeto de Lei que autoriza o Poder Executivo a criar convênio +
sobre t a É
| re telefonia rural, Projeto de Lei nº 624, o qual colocamos em discus
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|
|
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Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Rua do Comércio, n.º 566 Fls. 02
E)
são
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Presidente, eu acho que isso aí não ca-
be nem discussão dado a utilidade que a telefonia rural trará para o nog
so Município, Eu acho que é pacífico, não tem nem o que discutiro Acho!
que não tem nenhum Vereador contras
- VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Inclusive, nós acabamos de nos reu
7
nir, a Comissão de Finanças, eu, O Vereador Fernando e o Vereador Arcilon e
"damos o parecer favorável. Então em nome da Comissão de Finanças até nós
pediríamos a consciência, a tranquilidade dos outros Vereadores de que!
fosse aprovado até sem discussão devido a sua importâncias
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - E mais ainda, Presidente, eu pediria ,
se fosse possível, também em votação única, dado que esse valor é cal-
culado em ORTNs é só no ORTN obviamente subirá o valor da aquisição do
bem imóvels
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA —- É o que eu ia falar devida a urgência e
o cálculo ser sobre ORTNs nós fazemos então essa votação em votação *
única, Então colocamos em única votação o Projeto de Lei nº 624, do Execu
tivo, Os Vereadores que concordam permaneçam como estão, caso contrário ma-
nifestem-seo Aprovado por unanimidadeo Continuam baixados na Casa o Proje
Legislativo » Pro-
to de Lei nº 622 do Legislativo, proposição nº 46/84, do
jeto de Decreto Legislativo nº 43 e baixando para as Comissões o Brojeto!
de Le; nº 626, do Legislativo, proposição nº 47/84, do Legislativo, Pro je-
to de Lei nº 627, do Executivo e os projetos de lei nºs 628, 629 e 630,&
do Executivoo Então como nada mais temos para colocar em votação na sess-
ão de hoje eu peço a Secretária de Educação que se dirija até a Mesa pa-
ra esclarecer aspectos sobre sua administração, A Secretária de Educação 1
. Senhorita Neuza Vargas estão fazendo parte da Mesa, Com a presença de 10º
mo
1 d
Vereadores, então nós passamos a palavra a Secretária de Educação Senhori-
ta Neuza Vargas; 4
er nÁREA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Senhor Presidente; Senhores
5 res de todas as Bancadas, pessoas que estao assistindo a reunião da
Cêmara, minhas colaboradoras Solange e dona Norma e ouvintes da Rádio SOBRAL.
Com grande satisfação que hoje nos encontramos aqui atendendo uma convo-
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ge BUTIA
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F, Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
“UA À) Rua do Comércio, n.º 566 Fls. 03
cação da Câmara para dirimirmos algumas dúvidas existentes a respeito da!
equipe de Saúde e Bem Estar Social que está ligada atualmente por ordem
ão Senhor Prefeito Municipal na Secretaria de Egucação, denúncia ou proble
mas trazidos principalmente pelo Senhor Presidente da Câmara conforme cor —
respondência recebida, Vereador Idelberto e também problemas colocados pe
10 Vereador Marions É com grande satisfação que nos encontramos aqui por
que posso até dizer somos colegas, durante muito tempo honramos o car-
2) go de Vereador e achamos que cumprimos com o nosso devere Hoje por força"
da lei estamos afastados mas estamos também cumprindo com o nosso dever o
Na Secretaria de Educação mais propriamente na equipe de Bem estar Social!
e Assistência Social estamos deportas abertas para recebermos toda a comu
nidade Butiaense e de modo especial todos os Vereadores. Lamentável, porém,
que esta visita por parte do Legislativo não se faz presente a não ser
de alguns Vereadoreso Mas hoje estamos aqui para dialogarmos com vocês
e esclarecermos alguns problemas. Escutamos semanalmente a reunião da!
Câmara es, através do rádio ouvimos os problemas que eafligiam os nobres!
Vereadoreso. Eu vou colocar o meu posicionamento em duas partes, uma on-
de vou fazer um esclarecimento dos problemas abordados pelos Vereadores e
depois me colocar a disposição dos Vereadores para esclarecermos algumas
dúvidas dos diferentes programas que temos na equipe de Assistência So
cial e Saúdeo Atualmente nós desenvolvemos diversos programas dentro de *
nossa equipe de saúde é Assistência Socialo Um dos problemas que foi 1
trazido durante a Comissão Representativa pelo nobre Presidente desta Ca-
Sa, Vereador Dorvely Barboza referia-se ao problema de auxílio-passagem, ma,
is propriemente dirigião a uma pessoa de sua família, Vamos dialogar tam
bém a respeito disso, Outro problema refere-se ao que colocou o Vereador ,
Idelberto a respeito dos critérios na distribuição do auxílio-alimentação,
vi
Mos procurar esclarecer os critérios que utilizamos para distribuição
do auxílio-alimentação. O terceiro problema colocado pelo Vereador Marion *
Pefere-se a Companha do Agasalho 84 quendo mencionou
ê das compras forem feitas fora da cidade, escla
| o também este colocar minuciosemen-
Ea sobre os diferentes programas que temos atuando dentro da quipe de
BUde e Assistência Social?
E º
oo É |
que a maioria !
de nosso Município. Vamos
ponto eçslogo em seguida vamos
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q Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
00 f Rua do Comércio, n.º 566 Fls. 04
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Eu só quero fazer uma pergunta ,
Vereadora. Eu vou tratar Vereadora porque a Secretária nós temos a honra de
tê-la como Vereadora, Se bem ouvi a Vereadora disse que foi convocada!
a vir a esta Casa, Não foi convidada ?
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Fui convidadas Desculpe o
termos
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Muito Obrigados
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS — Então vamos iniciando pelo 1º
problema que foi colocado numa reunião enterior sobre o auxílio - passageme
Realmente nós temos dentro da equipe de Saúde e Assistência Social, co
mo todos os Vereadores conhecem, o auxílio-passagem, Os critérios são tem!
definidos para a distribuição desse auxílio-passagem, considerando que não
temos verba suficiente para atender todos os casos de todas as pessoas que
procuram a Prefeitura, Se os Vereadores se bem atenderem, o problema soci
al é os mais graves problemas de um Município e, se nós nos colocássemos"
a disposição de atender todos os problemas"que afligem vuma comunidade, um *
Estado ou um País não haveria Orçamento sufiente com uma rubrica própria!
só para atender o Serviço Social, tão grandes e tão graves são os pro
tlemas. Então nós que atuamos dentro dessa área temos que utilizar esaté
rios a fim de selecionar dentre aqueles que precisam os que mais neces —
Sitam, Então o auxílio-passagem segundo, inclusive, ordem de serviço do Se —
Nhor Prefeito Municipal é dada somente para casos de doença, com apresen-
tação de encaminhamento médico para o paciente e não para o acompenhentes Por
que aconteciam graves problemas que certamente os Vereadores não tem conhe
Cimento. Muitas pessoas procuram o serviço de Sâárúde e Assistencia Social da
Prefeitura para adquirirem passagem e depois iam até a fila da Rodoviária!
trocavam estas passagens com outras pessoas e iam também se deslocavam até
-Porto Aegrm' em vez de visitarem um doente iam fazer compras, passe-
PF” e tantos putros problemas que não nos cabe agora analisar, Então medi
ante encaminhamento médico nestes casos sendo a pessoa indigente nós form
Pecemos o auxílio-passagem. E no caso do problema levantado pelo Vereador
Dorvely de uma pessoa de sua família, não sei se é cunhada , que procu
Tou q ç x
Vereador no sentido de dizer que nós não estávamos atendendo, Então
me
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, Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
o... DA Rua do Comércio, n.º 566
realmente esta pessoa possui ficha no nosso serviço social porque estava com
Fls. 05
uma criança doente. Quando foi para encaminhá-la a Porto Alegre a 12 vez que
q . ”
nos procuoru nos fornecemos a passagem porque a criança era uma criança '
que teria que ser acompanhada pelo pai, pela mãe, pelos familiares es de
pois como a criança ficou hospitalizada e esta pessoa nos procurou novamente
no serviço social, nós informamos que nós não tínhamos, segundo a ordem, con
dições de fomecer passagem para visitas Então esta pessoa colocou o problema
que deveria alimentar a crianças Então nós pedimos que fosse encaminhado um
documento do médico que informasse a respeito dessa situação. E realmente o
documento veioo Mas quando o caso já estava Dastante adiantado nós começa
restringir as passagens no final do tratamento porque nós temos que"
não existe somente uma pessoa!
mos a
delimitar, vamos dizer, o uso das passagensys
que necessita de passagem, são muitos e muitos casos que nos procuram na +
Prefeitura, Então nós colocamos uma restrição, " talvez tu possa arrumar es
“" Então foi quando certamente procurou o Vereador Dorve-
seu Gabinete e pediu para o
sas passagens, etCo
ly e o Vereador procurou o Senhor Prefeito no
Prefeito autorizar nesses casos €, O Prefeito nos chamou no Gabinete e auto
rizou o fornecimento de mais algumas passagenso E depois quando terminou *
esse período realmente a func
mou, conversou primeiro comigo
que ela necessitaria e ela disse que uma só!
inclusive, acompanhada pela esposa do Pre —
ionária Solange que trabalha nesse setor infor
e informou a Senhora que iria dar somente +
uma passagem das duas
não precisava e ficou, estavas
Sidenteo. AÍ ela ficou muito nervosa; mas a esposa do Presidente tentou acal
má-la e sairam então lá do Serviço Social quando foram explicadós todos os
critérios. Foi então que o Vereador Dorvely trouxe o problema para a Câma
7a, Nós realmente ficamos assim bastante tristes com O problema, uma vez
Que nós já tínhamos dado para esta pessoa 62 passagens,
conversar, Então nós trouxemos, recolhemos lá de junho, julho, 62 passagens
antes do Vereador *
nós já tínhamos fornecido quando o Vereador certamente por desconhecer o!
Problema colocou que haveria um problema nesse sentidos Nós esperamos ter!
esclarecido este problema e acreditamos seriamente que o Presidente não ti-
nha conhecimento preciso de quanto nós já tínhamos ajudado esta pessoas
P
ERESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Eu sei, inclusive, eu disse aqui na reu
mico representativo, incluí até os convites que são feitos por esta
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q BUTIA toy
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Casa para esclarecimentos foi proposição de que
oco
a pessoa, digamos, que!!
fosse criticada na Rádio viesse aquio Tanto é
quer dizer voo
que a crítica que eu fiz
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Certamente por não estar infor
mado, não é Vereador ?
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Deixe eu terminar, Secretária, Então; in
elusive, nem foi feito na Rádio, foi feito numa reunião representati -
va que a Rádio não estava transmitindo, Está. Tudo bem, pode vir aqui es
clarecer o público, Agora eu não me referi, digamos, tanto a ela, diga-
mos, ela dar uma passagem, me referi sim ela, digamos, ela dizer!
que o Vereador Dorvely pode porque não pede para eleo Isso aí, deixo eu!
terminar e eu já lhe dou a palavra. Inclusive, a minha esposa só!
foi para acompanhar ela, a minha esposa estava no Supermercado e ela +
pediu que viesse junto e a minha esposa veioo Depois no fim que . minha!
esposa pegou e disse que era minha esposa es inclusive, a minha
esposa
é que falou isso aí que ela disse que " porque não pede para o “"ereador
Dorvely, ele pode, ele Vereador ele pode "o Não foi tanto, digamos, eu eri
ticar por não atender, porque eu, inclusive, eu disse, está aqui na!
Ata, que ela foi atendida muitas vezeSo E uma também só para lhe dizer
outro esclarecimento, o próprio lider do PDS, o Vereador Fernando, inclusi-
ve, está aqui na ata tembém, sublinhei, foi uma pessoa também
que
disse
a mesma coisa que aconteceu a mim, digamos, que ela disse" pede!
para o Vereador Dorvely, que ele tem condição ", foi dito também para '*
uma pessoa que procurar ele, está aqui na ata, até sublinhei e a Se -
Norita pode ver depois. Não que, digamos, não critiquei tanto de não
dar a passagem e sim do jeito que ela falous
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Nobre Vereador, eu acho ?
assim que a gente tem que se informar bem primeiro antes de colocar, in -
Clusive, eu até peço que a colega Solange esclareça de como realmente
aconteceu, porque na verdade quem começou a dizer que tinha parente Presi
ae
dente foi ela e, então eu gostaria que ela, a nossa assessora Solange es —
“larecesse antes do Vereador Fernando, a fim dé ficar mais claro o proble
Na, a fim de depois encerarmos esse assuntos
P
ME CEUE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Está com a palavra & Senhora Solange.
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«p'ºBUTIA rg,
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so Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
Rua do Comércio, n.º 566 Fls. 07
AUXILIAR SOCIAL SOLANGE ARAÚJO COUTO - Eu acho o seguinte, Vereador,
nouve da minha parte essa palavra de dizer que
00
não"
a cliente procurasse o !
Senhor, uma que eu costumo tratar as pessoas que vão no serviço social!
com muita educação e isso não seria educado da minha parte dizer isso
'
E outra não seria uma resposta inteligente eu mandar procurar o Senhor , !
porque eu estaria sabendo que eu iacser criticada por esse atos Eu
acho que foi uma maneira da pessoa que estava um pouquinho nervosas In
clusive, quando
eu tratei esse caso eu disse para a Senhora que me procu
rou que ela não estava dentro dos nossos critérios e não estava mesmos
Es ad funcionária eu poderia fazer isso,eu disse para ela, expliquei
para ela que ela já tinha naquela altura já tinha recebido perto de 60!
passagens e como ela já tinhas a criança tinha sido hospitalizada e !
agora estava só spenas voltando para exames de revisão, então eu achei que
não haveria necessidade de continuar com o auxílio - passagem, Não houve es
sa resposta que procurasse o Senhoro Inclusive, na hora que tu falaste!
sobre os critérios de auxílio-passagem, nós temos que acrescentar o se-
guinte, que toda a passagem que sai do servigo social ela fica com!
um atestado médico xerocado, está aqui na frente dos Vereadoreso A pessoa
traz a consulta, a requisição de consulta, baixa hospitalar e nós tã
ramos um xerox que fica arquiivado aquio Então quer dizer que a gente!
qualquer passagem; qualquer dúvida sobre passagem nós estamos ali.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Porque, inclusive; nós temos
que cuidar Tem porque a passagem é como
dar um dinheiro, os Vereadores!
Sabem,
ela vale um dinheiroe E o Tribunal de Contas quando vem fazer a!
inspenção ele fala muito sobre isso, porque a passagem ela sai da rubri
Sa Auxílio a Indigentes. Então quando nós estamos dando
esta passagem -*
Tealmente
nós temos que dar a indigentes, que foi
dores Auxílio a Indigentes. No momento em que
é s a
0a que não é indigente nós não
Podemos
aprovado pelos Verea
nós damos para uma pes-
estamos cumprindo com a lei e nós '*
| ser chamados a prestar contas pelo Tribunal de Contas e, inclusi
+YS Por esta Câmaras, Então eu acho que esse assunto está encerrado, va
m
| 98 procurar sempre, na medida do possível,
atender as solicitações des-
de
critérios todos os Vereadores que tem encaminhado pro
+ ÉS
lemas a respeito de passagens, o Vereador Idelberto já encaminhou, o Verea-
que dentre dos
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cg BUTIA rg,
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4 Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
ee. Fls. 08
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dor Eraldo já encaminhou, vários Vereadores aqui presentes e eu sempre te
nho perguntado: é indigente ? Então o Vereador já sabe que não pode en
caminhar ninguém, porque senão vai chegar lá e nós vamos dizer não tem!
a passagem, porque nós não podemos dar. É uma lei. Não é qualquer pessoa
que pode receber esse auxílio. E, inclusive, caros Vereadores, colegas,
muitas pessoas que taxem na hora que comparecem lá no serviço social co
mo indigentes e nós vamos visitar, tem carro em casa, tem casa de ma-
terial e tem ordenado alto e isso nós já constatamos. Então é fácil !
depois essa pessoa vir dizer, " não recebi o auxílio", mas que será !
que nós estamos fazendo ali ?
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - O Presidente acaba de me invocar como
testemunha. Realmente está na ata; mas aquele em solidariedade ao Presi
dente pensando que a sua denúncia estava respaldada de uma maneira e na!
verdade estou vendo que é de outra. Eu também reportei um caso que te
ria ocorrido com um recomendado meu, mas tão logo depois dessa reunião pro
curei me certificar(CÓPIA IMPOSSÍVEL) procurei me certificar que uma pes -—
soa que é encaminhada para receber auxílio-alimento não vinha realmen-
te indigente na acepção da palavra porque indigente é aquele que não !
tem ninguém por sí, não tem ordenado, não tem nada, realmente esse 1
não tinha e, eu me certifiquei e disse que não leva rancho aum *
mês. Vim no setor de Educação e ele estava ganhando até 2 vezes port
Semana, Aí visitei- o de novo e me concitou que realmente ganhava mas !
QUe era pouco, queria ganhar mais. Mas então ele mesmo me trouxe uma in
Verdade que eu trouxe para dentro da Ata, como foi o caso do Presidente
ba IMPOSSÍVEL) pior ainda, que é um familiar que disse que vinha!
2er, por esse motivo é que eu me solidarizei com o Presidente, se negas
e não ganhava uma passagem e na verdade ganhou 60 e tantas. Quer di-
Se uma passagem, mas não negaram, deram 60 e tantass
s
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Eu não culpo o “ereador )
Quando traz um problema desses, egora eu acho assim que a gente que se
tem que esclarecer para não entrar numa fria, porque muitas vezes a pessoa
Pos procura e, eu também já fui Vereadora, também já passei por isso e;
ê gente se não vei atrás dos dados pode ser muitas Vezes enganado, Bom,
BE dos problemas, o 2º item agora foi sobre O gso de critérios na distri-
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
«7 — Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
... Í Rua do Comércio, n.º 566 Fls. 09
buição do auxílio-alimentação que foi infocado pelo Vereador Idelberto. Nós"
não damos auxilio-alimentação para todos, para todas as pessoas pobres s
porque vocês sabem, hoje em dia coma crise quase 80% da popukação é
pobreo Nós damos auxilio-alimentação para as pessoas consideradas indigen -
tes, que nós no nosso serviço estabelecemos assim! o indigente é uma pes
soa constatada através de uma visita: domiciliar. Essa verba domiciliar
ela é feita pela equipe de saúde e Assistgncia Social, as vezes por mim;
outras vezes acompanhada, outras vezes elas sozinha, então elas preen —
chem vuma ficha onde tomam nota de toda a realidade da família, nº *
de pessoas, dependentes, idade, vínculo famíliar, qual é o benefício que!
tem, se tem JINPS ce não tem, fazem no verso da ficha um relatório!
da visita domiciliar sobre as condições da casa, o quê que tem dentro ;
como as pessoas sobrevivem, condições de higiene; etce Este relatório é fei-
to na família e de volta hós fizemos vma reunião e através do número de va
gas que nós temos, quanto nós temos para dar nós selecionamos aquel,s +
que mais precisam, Então seria uma família que não tem recurso nenhum ?
que tem condições miseráveis de habitação, que não tem ordenado ou que tem um
ordenado bem baixo de salário mínimo ou tem o salário mínimo mas que tenha
10; 12 filhos, como nós temos familiares nesse sentido, pessoas idosas
que não podem trabalhar já sem força, doentes, porque nós também temos ?
que considerar que muitas vezes as pessoas estão bem de saúde, não traba
lham e não arrumam um serviço porque não querem, porque as vezes tem uma!
capina num pátio, tem um serviço numa casa doméstica, então nós temos que
Cuidar também para terminar com o paternalismo porque nós em vez de esta
mos ajudando com um quilo de feijão e um quilo de arroz, nós estamos 1
dificultando (TROCA DE FITA)$ então pessoas que tem muitos filhos, que *
não tem vencimentos e vencimentos precários. Então essas pessoas é que re
Cebem o auxílio-alimentação que não é a solução, nobres Vereadores, eu !
acho que todos vocês entendem isso, é palhativos porque se nós tivésse -
mos condições de alimenter uma família, por exemplo, com 12 filhos *
hum milhad de cruzeiros e quinhentos mil fão seriam suficientes porque
Quase uma família e, nós temos poucos recursos e dentro desses poucos!
Pecursos distribuimos um pouco para cada pessoa dentro das condições que!
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
o, Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
| Rua do Comércio, n.º 566 Fls. 10
...
nós estabelecemos, indigentes, não é a distribuição de alimentos para os '
pobres, porque se fosse para os pobres, porque ed fossse para os po -
bres nós terísmos que dar todo o nosso orçamento e ainda não ia chegaro
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Secretária, apenas para fazer suas per
VERBALOA ALAL Da ID
guntinhas para o meu Presidente, que até certo púnto fiquei curioso 124:6
meiro, o Senhor sabia o número de passagens que sua cunhada tinha recebido!
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Não, eu não sabia, mas sabia que a!
Prefeitura tinha ajudado muitos.
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Já sabia no dia em que se manifestou ?
Já sabia ?
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Está na ata aqui, está. na Ata, inclusi
ve; eu elogiei eu só disse que falei 00
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Elogiou ? Mas então eu não sei o que
Os
crítica, tenha paciências
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Está na ata ce»
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS — Segunda pergunta ve
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Pare aí; Vereador. Eu
neira como ela me falou e agora à Solange está dizendo que não foi as
sim, que ela disse que ela pegou € mendou pedir para mim que era Ve-
reador, Foi isso aí, eu não falei, digamos, não falei sonre a distri -
distribuir a passageMo Isso aí já foi explicado por
só critiquei a ma
buição , a negativa de
elas
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Porque Vereador, o problema
é o seguinte: quendo a pessoa chega 1á pode ser até indicada pelos no-
outra pessoa € quando é negados
eles dizem lá" vou
bres colegas ou por uma vemos dizer, o
auxílio por caso ds algum problema, então eles dizem
falar com o ciclano", eles dizem isso para nós. Eu acho
Câmara tembém acontece isso: Então nós temos, isso aí realmente acontece &
Agora o que nós temos que ver é encaminhar as pessoas para o órgão *!
competente desde que dentro dos critérios, porque senão o Vereador está
está trazendo solução nenhuma, nem *
que aqui na!
transportando para lá o problema e não
Z
Para a pessoa que ele encaminhou, nem para O Vereador e nem para nós, em
Vez de um problema: nós vamos encontrar três problemas; um para nós, um'
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
=f
j Rua do Comércio, n.º 566 Fis, 11
e...
para a pessoa que foi nos procurar e um para O próprio Vereador que não viu
atendida aquela solicitaçãoo Agora todas as vezes que uma pessoa procura
o serviço de Assistencia Social dentro dos critérios ela é atendida, den
tro das limitações que nós temos, porque nós não temos autorização para *
distribuir recuros, nós não temos, vocês sabem, isso aí sofre uma limi-
tação de um orçamento dentro dessas condiçõeso
READOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Me permita que eu faça a segunda pergun-
VE
VERBADOR ALAU uai DA
ta apenas para desfazer uma curiosidade minha. Essa pessoas portanto o cam
so das passagens, é indigente 2: A pergunta é para o Presidente »
VEREADOR LERALDOMAÇHADO — Me permitey Presidente ? Uma questão de ordego Eu
acho que a ilustre Secretária já passou pelo caso do Vereador Presidente da
Casa e, eu acho que O Vereador Adão está fugindo da ordem dos trabalhoso
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS — Não, não ee
VEREADOR ERALDO MACHADO = Está fugindo de ordem dos trabalhos porque a Vexes
dora Neuza já está colocando o caso do Vereador Idelbertos
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS — Mas eu estava desde o começo pedindo o
aparte e não foi concedido e eu fiquei com a minha pergunta no aro
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS — só um momentinho, Eu acho
que no decorrer da minha explicação eu já expliquei, ela não estava
no começo a gente deu as passagens,
dor Dorvely falou com O Prefeito e as passagens!
dentro dos critérios o Verea
que nós demos para ela é um autorização especial do Executivo, porque!
mas como ela não estava realmente
Led Ed 4
se não fogse essa autorização como é um caso especial nós concedemos as
Passagens porque a criança estava com problemas de saúde e precisava a
mês alimentare
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Me concede ? Só uma perguntinhai
que eu quero fazero Dentro do seu conceito sem fazer uma análise de fi -—
cha ou alguma coisa, uma pessoa desempregada a 4 meses com 5 filhos, uma
Sogra cega morando com ele, sem receber nada a 4 meses é considerada!
indigente na sua opinião ?
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS —- Ela é considerada indigen-
te para nós e ela vai receber antes oo.
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO — Isso me deixa tranquilo porque a
- ..s DD rratma nocan aituacãos
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ge BUTA ma,
a
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
get 7 Rua do Comércio, n.º 566 Fis, 12
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Ela vai receber, inclusive
um auxílio provisório dentro das condições que nós temos, talvez eventu
alí O Problema também que eu gostaria assim de explicar, nós trabalha-
mos com verbas mensais, então se nós temos assim, há vagas para 100 *
pessoass nós trabalhamos com aquela s 100 pessoas, eu estou dizendo !
100 pessoas, 200, então casos emergenciais que surgem nós sempre procura
mos resolver na medida do possível. É£ claro que muitas vezes as pessoas
vem sli e recebem um auxílio pequeno como nós damos para todos e eles !
não saem contente com aquilos Então muitas vezes procuram o Vereador, etc
agora o que é preciso que og Vereadores e toda a comunidade entenda é o
seguinte: nós; o poder público não tem condições de sustentar uma famí -
lia inteira mensalmente, nós não temos da onde tirar verba, porque todo o Or
camento ficaria comprometido nesse sentidos Boms nós ainda antes de pas-
sar para o outro assunto, eu gostaria de salientar e pedir que as cole —
gas Solange e Norma passem as fichas para os Vereadores darem uma olhadi
nha de que como nós estamos fazendo o relatório das fichas das pessoas !
que são visitadas pela nossa equipes Essas fichas; nós estemos fazendo
uma ficha assim para mais anos, mas nós: temos de todo o pessoal um fichá
rio inteiro com fichas antigas que tembém podem ser consultadas pelos Ve
readoreso Nós temos no nosso serviço de Assistência Social também o auxi -
lio medicamento para aquelas pessoas que não tem Previdência nenhuma 5
que não tem, recebem verbas o auxílio-passagem que nós já falamos, o auxi —
lio-alimentação que já falamos também e, além disso o trabalho maior tem
bém da Prefeitura é com o transporte de doentes, porque vocês sabem
que essa & vuma realidade pura na nossa cidade-Então diariamente os veícu
los da Prefeitura muitas vezes deixam de fazer outras obras para trabspor
tarem indigentes para Hospitais; para Porto Alegre; Arroio dos Ratos y
Xharqueadas e São Jerônimo, quando a condução do INPS não estã dispo
nível ou tem algum problema; Além disso também muitas vezes existem pro
blemas sérios; crônicos dentro da nossa comunidade com pessoas indigen -—
tes, idosas que não tem ninguém por siy então nós fizemos um trabalho
integrado com a LBA e com a nossa equipe de saúde e Assistencia Soci,
al procurando resolver o problema dessas pessoas, mas não é fácil 4
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
E Vá Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
/ Rua do Comércio, n.º 566 Flso 13
porque nós internamos no Hospital essa pessoa, quando a pessoa volta para *
casa ela não tem quem cuide, quem alimente, etc, nós não temos asilo no
nosso Município, então é um caso sério, muitas vezes nós temos que ir!
1á onde a pessoa está atirada quase morrendo, dar banho, mudar roum
pa e levar para o Hospital e na volta nós não sabemos onde colocar, porque
a pessoa não tem ninguém por si, nenhuma pessoa, um filhos Então esses são
casos sérios, já aconteceram coisas que nós podemos até registrar as-
sim com orgulho porque muitas vezes os nossos motoristas são pessoas in
cansáveis, eles deslocam doentes até Porto Alegre nos Hospitais, provi —
denciam baixas, coisas que não é de sua competência, parto no caminho *
de pessoas indigentes já aconteceram muitos e isso não é falado, eu acho
que a Câmara de Vereadores, o órgão deve tembém salientar essas coisas, tal
vez um voto de louvor para um motorista, que uma Senhora deu a luz a um!
filho mo cominho de São Jerônimo e o motorista tirou a camisa e enrolou!
a criança e a criança foi até ao Hospitalo São coisas assim, que nós |
não temos solução para tudo, mas essas coisas devem ser salientadas,
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Nós, não, e eu principalmen -
aa aaa a ri aeee ieatestadeo trt peste
te não tinha conhecimento disso, porque ..o
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Por isso que eu estou di —
zendo que og Vereadores devem visitar o serviço de saúde e Assistência soci
al.
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA - Eu já sai da Quitéria com 4 e *
cheguei em São Jerônimo com 5.Já passei por isso aí também,
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Além disso nós temos ença
minhado para documentação dos indigentes, nós temos encaminhado também os!
indigentes para aposentadoria, para registro dos filhos, para matrícula
em escolas, para enceminhamentos ao CEBEM e tentos outros benefícios .
Além disse trabalho que nós fazemos lá ra equipe de saúde e Assistência
Social nós fazemos essas campanhas comunitárias, como campanha do Aga
Salho, campanha do Natal onde nós envolvemos todas as entidades de nosso!
b Município a quem hoje aqui nós deixemos registrado os nossos agradeci
mentos, O comércio tembém tem colaborado muito nessas campanhas. E vou!
me Ed
reportar sobre o terceiro problema entao ventilado pelo Vereador Marion,
Netambém acredito ter falado
sem conhecimento, porque não fez uma visi- !
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
y Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
o cid A Rua do Comércio, n.º 566 Fls. 14
ta para nós e, eu gostaria de salientar então 00.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Me permite, Secretária ? Com!
referência -aoque eu faleiy em primeiro lugar conhecimento de pessoas !
idôneas dentro da nossa sociedade, em segundo lugar fiz visitas a lojas
em terceiro lugar eu no momento, se a Secretária estivesse escutando quan
do eu falava na Tribuna o.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - E estavas
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Iria constatar que eu estava *
auxiliando no sentido de que fosse comprado dentro do nosso Município e
não em lojas fora do nosso Município e assim ficaria O ICM e geraria, in-.
elusives mais emprego. E falei mais ainda, falei que estava sendo compra
do canos de outros Municípios e não de Butiá, de Lageado e não de Butiá, en-
aqui existe também vma fábrica de artefatos que fica na ociosi-
quanto que
emprego dentro do nosso Municípios
sade podendo fornecer e gerar ICM,
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Nobre Vereador; aí é outra
“o.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Então isso tudo que eu falei +
era para auxiliar no sentido de colaborar com o maior dinamismo e desemvolvime
to do nosso Município que eu acho que isto é que todos nós desejamos pa-
ra o bem de nossa comunidade «
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Realmente quanto aos cam
nos, não sei se og Vereadores sabem, existem um limite para nós fazer —
mos, eu sei ainda do tempo que exercia O mandato, existe um limite de
Verba que nós temos que fazer uma concorrência e, quando nós encaminha-
mos as cartas-convites, essas cartas- convite elas vem com preços fecha -—
dos e, isso é norma do tribunal de contas o As cartas são abertas perante!
uma Comissão e na presença dos interessados com a concorrência e foi o
Que acontece, me parece, sobre os canos, as cartas foram abertas e uma!
Firma de fora é que ganhou que eu vim tratar. Em vim tratar sobre o pro
blema das compras da campanhado Agasalho, Eu disse que O Vereador não esta
Va informado, porque realmente nós compramos quase tudo aqui e que eu +
foi feito e depois O Vereador pode!
Eu gostaria que a Solange-
oco
You agora passae a explicar como
É Me contestar se realmente não aconteceu iBs0
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BUTIA toy,
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
, Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
ooo X Rua do Comércio, n.º 566 Flse 15
entregasse um xerox das notas e da prestação de contas parcial porque a
prestação de contas integral vai ser feita na próxima quarta-feira para to-
das as entidades assistenciais, aqui convido também a Cêmara de Vereado —
rese Nós compramos, mós fizemos uma visita em todas as Lojase Uma das *
primeiras lojas que nós fizemos foi da rede Lebes, que, onclusive, o ,
gerente gentilmente mandou pessoas vindas de São Jerônimo trazendo mostruá-
rio dos antigos que nós pretendísmos compraro Estes artigos eram artigos *
de categoria melhor, mas nós, a comissão da campanha do agasalho se reu
miu e constatou que como dinheiro que nós tínhamos arrecadado nós não '*
poderíamos adquirir aqueles artigos porque nós não iríamos beneficiar o nú
mero de pessoas que nós tínhamos cadastrado no nosso serviço de Assis -—
tência Social e também as entidades que trabalharam conosco, Então nós !
descartamos queles preços embora baratos mas que não estavam em condições !
de que fossem adquiridose E em segundo lugar optamos na reunião com as en
tidades assistênciais de com o dinheiro adquirirmos congas para os escolares
calçados e também algumas camisetas e casaquinhos e cobertorese Então di-
ente dessa desição nós fomos procurar o comércio aqui.s Visitamos o comér
cio e não encontramos cobertores pelo preço acessível, os cobertores que en
(contramos, o de criança eras não me recordo bem agora, mas parece sete mil!
cruzeiros e os outros cobertores que nós adquirimos sempre para a campanha
do agasalho. pula cerca era cinco e quinhentos, seis mil, sete mil e não *
tinha, Então nós fomos até Porto Alegre, visitemos os atecados da Volun —
tários ãa Pátria e constatamos que lá os cobertores a atacado era cinco!
mil e setecentos, quinhentos e setenta mil o fardo, Então nos dirigimos it
até. o macro-atacado e lá a moça que nos atendeu disse que tinham ain-
da três fardos de cobertores a trezentos mil cada fardo, que era trêst
mil cada cobertor e que na próxima semsna iria passar este preço para
quatrocentos e oitenta mil. Foi quando voltei a Butiá, verifiquei o di-
Nheiro e mandei encomendar os três fardos de cobertoress Bom, essa é a
história dos cobertores. Em segundo lugar as outras coisas foram adqui
Tidas todas equi. As congas, visitemos todo o comércio aqui em Butiá
º compramos, é lógico; onde mais barato, porque o dinheiro que foi consegui
|“ com tento custo e com a colaboração de tenta gente não poderia ser
E seo
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qro BUTIA me,
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Vá Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
ar É Rua do Comércio, n.º 566 Fls, 16
gasto com coisas caras, porque nós encontramos o preço da conga diferenças"
enormes, nós compramos congas por mil cruzeiros aqui em Butiá, compramos
congas por três e quinhentos, compramos congas por dois mil e pouco, em !
Porto Alegre no Uguini estava três:mil e não sei quantos, mas encontramos!
uma loja em Porto Alegre que tinha a preço velho por mil e novecentos
e dois mil e quinhentos. Então depois de visitar todas as casas aqui e
lá em Porto Alegre é que voltamos aqui e adquirimos todo o estoque que
tinha no Bons Amigos, todo o estoque que tinha no Lojão de Mina do Leão
no Bazar Silva de Mina do Leão, no Lojão de Butiá, nas casas que vendem +
calçados por aqui, na Candinha até fomos verificar também se tinha e!
não tinha e depois que compramos aqui é que voltamos a Porto Alegre na
quele lugar que era barato, mil e novecentos e dois mil e quinhentos e !
que adquirimos as outras congaso Além disso compramos um estoque de !
calçados de liquidação na Loja do Senhor Gastão hoff, compramos na liqui
dação da Casa Novak, compramos no Maurício Cabral aqui da Vila Julieta,
compramos no Supermercado Nilton Soares, no Supermercado Lojão, compramos na
Feira de Roupas Kátia, no Supermercado Bons Amigos, no calçado Show, is-
ao aqui não é propaganda comercial, calçado Show, na Rainha dos calça-
-—
dos, no Maurício Cabral compramos muitas camisetas, coisas baratas, eles!
fêz um preço acessível para a campanha do Agasalho, compramos lá na Lady"
Modas, no Bons Amigos, compramos muitas vezes também, porque inclusives
O Paulo fez preço de congas bem barato, inclusive, congas brancas su-
das, nós compramos diversos pares por mil cruzeiro cada um e as domésticas
das escolas lavarsm. Então a pessoa que certamente informou o Vereador!
nao
VERFADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADEIBACH - Me permite Secretária? É o se
Buinte:
estava informada das compras que nós fizemos
eu olhando rapidamente, a Senhora mesmo informou que aqui não
estão todos os dados, correto ? Aqui está que gastou três milhões e vin
te e sete mil cruzeiros. Eu fiz os dados aqui, as contas e gastou ma
| is de hum milhão de cruzeiros em Porto Alegre
co.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Gasteis
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - IsBo representa em ícu. que é em
Ê torno ãe 18%, 17%, é em torno de mais de cento e setenta mil cruzeiros !
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PBUTIA mg,
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
a Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
... Rua do Comércio, n.º 566 Fls. 17
que ficou em gastos e ficou gerando ICM para outro Município e não Butiá,
que todo esse dinheiro foi arrecadado aqui e acredito 00
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Vereador, Vereador, nósee
VEREADOR CARLOS MARION GU:ERRA SCHNADELBACH - Eu estou com a palawra, Verea-
dor.
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - O Vereador Marion está com a palavra
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Eu estou com a palavra, en
tão olhando rapidamente, que eu recebi agora esses dados e consta-
tei que de três milhões e vinte e sete mil que foi arrecadado, três
milhões e vinte e sete mil e quetrocentos e oitentacoo
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Tarem gastoso
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Foram gastos sendo que mais de!
hum milhão de cruzeiros, pela soma que eu fiz rapidamente foi gasta!
em Porto Alegre, comprando conga, cobertor, enquanto que esses materiais !
possui aqui no Butiá e isso aí seo
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Não senhor, congas não *
possuia.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Eu estou com a palavra. Está +
aqui a nota, E ainda tem mais e tem maise Então veja os Senhores ouvintes,
os Senhores Vereadores e os Senhores presentes que isso aí seguramente foi
gasto combustível para ir eté Porto Alegre, quem sabe seguramente foi pa
8o diária é justo que pague diária, então além desses gastos o Munici-
Pio gastou em combustível, gastou em diária, Então por isso eu reforço '
aquilo, aquele pedido que eu fiz que foi apenas de colaborar, só de
Colaborar com o meu povo, colaborar com o Executivo e com a própria Secre-
taria de Educação que é a responsável maior por esses atos, no sentido
de colaborar. Então eu acho que se foi nesse sentido de colaborar que?
Su acho que está aprovado que foi que foi gastado, só ia gerar em
Icu, quase duzentos mil cruzeiros em Porto Alegre, então eu acho que +:
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Vereador +00
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH -Não condiz com o pensamento das
autoridades, então por isso que é muito válida aquela acessiva que eu deit
de Colaborar, pois agora vem realmente constatei que esse Vereador tinha!
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a BUTIA
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
= Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
sei Rua do Comércio, n.º 566 Flso 18
razãoo E eu de fato não fui na Secretária de Educação pesquisar porque *
pessoas idôneas me informaram que o dinheiro do agasalho estava sendo *!
gasto em Porto Alegre e agora eu constatei as notas, constatei em notas for-
necidas pela própria Secretaria que foi gasto mais de hum milhão de cruzei
ros em Porto Alegre em materiais que existe aqui no Butiá e, eu estive !
em outras Lojas na época consultando se havia 000
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Quais, quais Lojas ?
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Eu não vou dizer 00
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - AhIQ
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Eu digo, eu digo, o Supermerca
do do Guiomar, digo uma delas 000
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Eu comprei todas as con
gas que tinha lá, todas e cobertor, não tinha, não tinha voo
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Tinha cobertor, tinha cobertor.
Et Vittorio
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Não tinha cobertoro
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH —- A funcionária informou que ti-
nha cobertor. Em outras lojas também, que não quer dizer o caso, não quer
dizer o caso como também não quer dizer o caso das pessoas que me in —
formaram que estava ocorre do isso dentro do nosso, principalmente den
tro da Prefeitura, que tinha que zelar por isso e, dar exemplo para o
Povo que também em vez de gastar o nosso dinheiro em Porto Alegre, gastar +
aqui no Butiá que vai gerar trabalho e isso é muito importante, agora fi -
cou constatado através da Secretaria de Educação que tem essas notas 1
aqui com mais de hum milhão de cruzeiros gasto em Porto Alegre.
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA -Uma questão de ordemo Seja mais rápido
no
SVERFADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Estou sendo rápido, estou sen
Seu pronunciamento
do rápido, Então ficou constatado através das notas que foi gasto em Por
t q E
(o) Alegre, que realmente eu tinha certeza, porque pessoas idôneas me infor
marem isso aí e eu acreditei nolas e de fato elas tinham razão, Mas eu +
Spero, concluindo, concluindo oo
ES)
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Senhor Presidente voo
P
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA —- Vereador, o Senhor está repetindo tudo!
mês Pelavras,
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Ná Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
o Rua do Comércio, n.º 566 Flso 19
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH -Concluindo, concluindo, então eu
espero que sirva isso aí para todos nós, para todos nós, para quem está 1
nos ouvindo, também dar preferência para os gastos em Butiá e, eu acre
dito que a Secretária, o )CÓPIA IMPOSSÍVEL) não teve assim talvez um pen-
samento mais miticulos0s06
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Senhor Presidente 00
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADEIBACE -E é compreensível e acreditamos.
VEREADOR JOSÉ CARIOS MENESES: DA SILVEIRA - Me permite, Presidente ?
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA —- Peço também ao Vereador Marion que ago
ra a Secretária de Educação parece que depois de falar vai lhe conceder *
a palavra, eu já conversei com ela, Vereador José Carlos, e eu peço ao
Veréador Marion então que deixe a Secretária de Educação falaro
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS — Eu quero terminar a fina
lidade que vim aqui. Eu lamento sinceramente o posicionamento do Vereador?
Mariom que tem todo o direito de se posicionar assim como está se posi —
cionando porque cada um é como é. Agora nós na Secretaria de Educação +
não vamos mudar de opinião nesse sentido porque nós visitamos as casas 1
de comércio desse Município e se alguém provar em contrário que traga o do-
no% porque nós fomos comprar com hum milhão, duzentos e quarenta e oito?
e quinhentos e vinte e nove cruzeiros que compramos em Porto Alegre, seis
centos e seis mil cruzeiros compremos 300 cobertores, compramos coberto
Tres que não tinha aqui pelo preço que nós compramos as congas que fomos
buscar em Porto Alegre aqui já estava o dobro, porque as que nós adqui
rimos por preço baixo aqui todas do Supermercado Bons Amigos, todas do Lo-
Jão de Mina do Leão e de outras casas tantas que vocês podem comprocar comb
nota aqui, foram compradas porque é mais barato, agora nós não poderia
Mos para atender toda a clientela carente que as nossas escolas estavam
encaminhando aqui agir de forma diferente, porque as nossas crianças não 1
tem nem calçado para colocar nos pés, porque em vez de 2 congas eu po-
deria só comprar uma e em muitos casos em que de cinco congas poderia!
Comprar uma só. Então acredito que os critérios devem ser observados
Quando nas compras de outras coisas, mas não quendo se dirigir a uma
e
L êmpanha com a finalidade dessa que nós tínhamos que era de atingir!
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oe BUTIA mg,
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
NA Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
se. Ji Rua do Comércio, n.º 566 Fls. 20
o pessoal carentes E meus colegas, o problema é o seguinte: nós consegui —
mos atingir como esforço de toda a comunidade com o esforço de to —
das as entidades assistenciais, com o esforço de todas as escolas, 2545 4
pessoas, nós compramos 705 calçados para calçar escolares pobres encaminha
dos pelas Diretoreas de todas as escolas sem desprestigiar ninguém, todas
aquelas crianças que as Diretoras de Escolas disseram justamente com!
seus professores que eram pobres, que eram carentes nós calçamos, mas !
quando eu falo nós eu não falo sozinha, eu falo, inclusive, até com!
a Câmara, porque as entidades assistenciais colaboraram nesta campanha do!
Agasalho, o Lions Clube que merece o nosso agradecimentos, a IBA, a!
APAE, O Clube de Mães, o Clube de Mães " O Lampião", a Associação, o Pro-
jeto São Francisco, Escolas, Entidades Recreativas, os pecuaristas, O comér
cio todos, não iriam gostar que o dinheiró>. arrecadado com sacrifício
e suor fosse mal utilizado e agora meus colegas oco
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Me permite, Me permite ?
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Eu gostaria que esse !
fato não fosse mais ventilado dessa: forma, porque se for ventilado ?
desta forma desmoraliza a Câmara de Vereadores, que está estimulando *
para empregar mal o dinheiro arrecadado com sacrifício e não atender tam
tas crianças que necessitam muito mais do que ficar aqui falando , da +
integração dos Vereadores na campanha do Agasalho que pouco ajudaram |,
alguns só ajudaram e eu tenho prova disso
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Me permite, Secretária ?
ea san a A O rd A ai e enasirta een,
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Eu concedo a palavra ao !
Vereador José Carlos, Senhor Pres idemtico
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - É o Vereador José Carlos pediu o Verea
dor Marion, depois que é o Senhor Fernando, estou cuidando tbem quem es
tá pedinão a palavra, É o Vereador José Carlos, o Vereador Idelberto, depo
is o Vereador Marion e depois é o Senhor , Vereador Fernando, Estou cuidan-
do bem,
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENZES DA SILVEIRA = Muito Obrigado, Presidentes Conhe
Ce ”
ndo a Vereadora Neuza como eu conheço, ouvindo essa explanação que *
£o =» E =»
i ouvida, esgotou o mercado, não tinha mais, não tem o que colocar dú
Vide, Por isso digo de que estes denúnci +
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ye BUTIA mg,
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
“00 Rua do Comércio, n.º 566 Fls, 21
Xo, porque a pessoa que pde de vim fazer uma denúncia que ponha o nome em-
baixo, para depois mostrar aqui e se responsabilizar por ela, não fam
zer injustiça da maneira que está sendo feitas
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Me permite, Vereador ? eu me?
responsabilizo.
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA = Estou com a palavra, estou com!
a palavra, Vereador,
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Está com a palavra o Vereador José
Carloss
VEREADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVEIRA: — Peai a palâvra e não ganhei 5
- Conheço a Vereadora Neuza, conheço o trabalho dela, não coloco dúvidas. Ago
ra justifico os meus atos também junto com o meu povo, como o Vereador cos-
tuma a dizer, mas com um pouquinho de mais coerência, porque se hum milhão!
ãe cruzeiros que foi buscar em Porto Alegre é porque não existia aqui, digo,
é porque não existia nesse mercado, se existisse ela teria ido buscar com a
sua equipe. Está de parabéns esse município com a Secretária que tem. Muito
obrigado.
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Vereador Igelberto com a palavra.
aaa aaa a Da e a int manera meneame
) VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - O que eu queria perguntar para a
VEREADOR IDELBERTO TAIIOR SOUZA MALHALU
Secretária , se as perguntas que eu teria para fazer para ela quando ela se
manifestou sobre o que eu tinha comentado na gessão, se depois ela vai nos!
Conceder aí.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS = Acho que agora esclarecendo
as dúvidas dos três problemas que eu vim aqui, eu me coloco a disposição pa
Ta responder as perguntas dos nobres Vereadores
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Posso começar então, Secretária?
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Mas antes, se não é o mesmo assunto, o
Vereador Marion vai entrar no mesmo assunto. É o mesmo assunto? Então deixe
Pos terminarmos esse assunto então.
V a
| VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Com referencia ao assunto em !
a E
net Veja os Senhores que geraria duzentos mil cruzeiros de ICM, em tomo
e R
duzentos mil cruzeiros de ICM que estaria dentro de Município. Veja os !
Senh,
Ores que quando od compradores aqui do Município vão comprar no Municí-
Scanned with CamScanner
e BUT
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Emara Municipal de Vereadores de Butiá
Cá Rua do Comércio, n.º 566
e. Fls, 22
pio, não fizeram, não pediram um abatimento de preços que essas lojas aqui!
do Butiá irism diminuir o preço e aqui esse dinheiro ia ficar aqui e não in
do a Porto Alegre gastar o dinheiro da Campanha do Agasalho e no fim vai gas
tar mais com diária e gastar em combustível e que não vem ao contentemento *
do povo, e várias pessoas da comunidade do baixo e alto e médio nível vieram
me falar isso aí com toda a razão, pois gastando em diária de viagem do Muni
cípio, gastando com gasolina, A senhora está rindo mas é qoriaÃo, ou foram '
a pé? Buscaram nas costas? Em Secretária? Está rindo do que? Foram búscar a
pé as coisas em Porto Alegre? Gastaram combustível ou não ganharam diária de
viagem para ir 1á?2 Ganharam?
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Ganhamos.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH = Então gastaram dinheiro em diá
ria para ir lã.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCA ÃO NEUZA VARGAS —- Mas não foi do dinheiro da
Campanha do Agasalho
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Do Município, que davVaooo
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Não é a mesma coisas
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - S& o Município...
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS — Não é a mesma coisa
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Se o Municípo em vez de gastar
em combustível para ir a Porto Alegre que desse para a Campanha do Agasa-
lho, daria mais lucro. E eu indo na loja ver, simplesmente perguntar o pre-
go e eles me dizism, "olha elas vão comprar em Porto Alegre". Automaticamen-
te no diálogo eles baixariam o preço e fariam o megmo equivalente daqueles!
que foram buscar em Porto Alegre.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Eu fiz isso) Vereador.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Então por isso, não, não fez is
So porque vários comerciantes me falaram que não houve isso e eu acredito *
Neles (troca de fita), além das diárias, combustível que foi gasto podia re
Verter na compra de agasalho e gerar muito mais agasalho como a Secretária!
diz e ainda comprar pelo mesmo preço através de diálogo com as lojas aquicee
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E
gr º BUTIA
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Câmara Municipal de Vereadores de Butiá
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r e: s
Mas nos fizemos isso, Verea
...
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS
dor.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Que automaticamente, eu tenho!
certeza que o nosso comércios.
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Isso é demagogias
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Eu estou com a palavra. Automa
ticamente o nosso comércio ia, inclusive, auxiliar e assim nós todos esta-!
rísmos ganhando. Eu não condeno a Secretária da Educação ter feito isso, po
is isso aí vai servir de exemplo quem sabe para muita gente e quem sabe até
para a própria Secretária...
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Não, isso nós não vamos usar.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH Ed Pois eu conheço que o povo com
esses dados que me falaram eles estão com a razão. E eu aqui estava falando
por eles, o sentimento deles, o pedido deles. Eu como representante do povo
tenho, digo, eu tenho meis que falar aqui na Tribuna aquilo que O poVOo..
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Tem que ajudar mais O povo,
Vereador.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Aquilo que o povo sente e, re-
almente o que eles falaram está aqui expresso através de notas, foi gastado
mais de hum milhão e duzentos...
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Varidador.. e
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH —- Máis de hum milhão e duzentos!
em Porto Alegres.o
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Vereador, está repetindo muito as pala-
Vras, Vereador, eu peço que...
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH — Então eu me parabenizo com es-
sas Pessoas, então venho sempre a pessoa do povo trazer esses problemas que
Nós viemos aqui...
s £
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Nomes, ainda não disse os !
Nomes, tem que dizer,
v
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Viemos aqui esclarecer, viemos
a - ,
qui tirar as dúvidas, veio a Secretária aqui e trouxe as notas, realmente!
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a BUTIA
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Fls, 24
e...
gastou em Porto Alegre e que o assunto eu considero encerrado...
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Eu também.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Eu considero encerrado e escla
recido. Muito obrigado»
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Eu não sei se a ..+
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Eu sou pela ordem, não é Presidente?
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Eu não sei se a Secretária quer encer-
rar?
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS — fu acho que poderia então o
Vereador...
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Não, encerrar não, o assunto só se encer
ra quando não tem mais perguntas Estou com a palavras
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Pare aí. É que a personagem quiser res-
ponder os dois então ali, mas os dois é o mesmo assunto então...
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - A Vereadora depois dá a resposta para !
todos. Eu também quero me parabenizar, o Vereador Marion eu acho que perdeu
á É a .
um pouco o controle emocional, está com os ânimos acirrado, eu acho que nós
temos que a calma, a gente está aqui para esclarecer os fatos, eu estou ple
namente de acordo com a Vereadora Neuza, com o trabalho que ela fez com esse
dinheiro arrecadado com sacrifício e dizer que o Vereador Marion tem que a-
Ceitar que ele realmente se perdeu na sua denúnéia, temos que concordar, as
sim como o Vereador Dorvely acabou aceitando. O Vereador aquele dia que fez
a denúncia não reportou que tinha sido feito compras em Butiá, só dizia que
todas tinham sido feitas em Porto Alegre...
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADEIBACH - Não, não...
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Só um momentinho, Vereador, estou com a
“BREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES
Palavra. Quando o Vereador falou.»
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Está em ata, não foi isso.
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Vereador, quando você falou eu não inter
Vi, eu não intervi. O Vereador fala para sensibilizar a comunidade que retor
na de ICM da compra que foi feita em Porto Alegre duzentos mil cruzeiros, *
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O BUTIA mg,
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... Flso 25
o Município participa do ICM arrecadado aqui com 10% só, então daria vinte!
mil cruzeiros. Isso aí é que é sensibilizar a comunidade. Por outro lado, 3
Vereador, você tem que sensibilizar toda a comunidade, a comunidade que com
pra em Porto Alegre. Quem de nós não foi comprar em Porto Alegre? Quem de !
nós não foi nas lojas comprar em Porto Alegre? Por que que o faz? Por que !
que não compra no Butiá? Eu pergunta para o Vereador porque ele não compra!
no Butiá? Bu já comprei em Porto Alegre, todos compram, vão ter que proibir
a comunidade butiaense de fazer compras em Porto Alegre (cópia impossível).
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Vereador, posso responder?
VEREADOR CARLOS MARION qULNIA puiti coca
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Não. Pode responder. Vou conceder o apar
teo
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - O dinheiro utilizado foi o di-
nheiro arrecadado do próprio povo em benefício da Campanha do Agasalho, en-
quanto que muitas vezes tanto o Senhor como eu, como qualquer pessoa vai com
) Lad E 4 s dá e
prar em Porto Alegre por nao ter no Butia, isso ai ocorre, por nao ter no!
Butiá, agora...
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - An!
VEREADOR CARIOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Agora o que foi comprado, o que
foi comprado...
SEORETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Não tinha aqui, porque não '
tinha,
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH -— O que foi comprado pela coorde-
nação da Campanha do Agasalho tinha no Butiá, tinha porque foi constatado !
Por esse Vereador e pelas pessoas do povo.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Não tinha.
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - O Vereador Fernando está com a palavra.
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Só para encerrar, Presidente. Eu concor
do, vou culminar dizendo e desafiando o Vereador Marion para provar, ele fez
à denúncia cabe a ele nos dar prova, ele devia de citar quem são essas pes-
Soas que disseram que não foram procuradas no comércio para que a Vereadora
Feuza possa fazer a sua defeza. O Vereador não cita nomes porque na verdade
nã
| dO os tem, se tivesse dizia...
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SO BUTIA mg,
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... Fls,26
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Vereador; eu tenho nomes de !
pessoas idôneas...
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Vereador, eu estou com a palavra, Verea
dor...
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Que não merece, são pessoas i-
dôneas que não merecem...
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Parem aí. Questão de ordem, Não vamos *
querer encerrar a sessão, pois tem uma visita aqui.
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Exato, eu estou com a palavra.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - O Vereador não sabe fazer con-
ta, não sabe fazer conta, porque 10% não é vinte mil de hum milhão e duzen-
tos, 10% é cento e vinte mil...
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Só um momentinho... .
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - O Vereador também não sabe fa-
ser conta,» .
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - (cópia impossível).
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADEIBACH - (cópia impossível) ele vem em!
defesa da Secretára (cópia impossível).
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Suspendo a sessão por cinco minutos. +
(Pausa dos cinco minutos). Reiniciamos a sessão. Com a palavra a Secretária
Neuza Vargas.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Gostaria de dizer que este!
Posicionamento tomado pela Secretaria em conjunto com as entidades vai con-
tinuar assim durante todas as Campanhas que vamos desenvolver. Nós compra-*
Mos em Porto Alegre o que não encontramos aqui, porque os cobertores pula *
Cerca não tinha aqui, as congas que nós fomos buscar em Porto Alegre não ti
Nha mais aqui, porque nós tínhamos comprado todos os estoques e a condução!
Que foi levar o pessoal para fazer as compras não foi especialmente para is
S0, foi para fazer outras compras da Prefeitura, levar doentes para hospita
is ou outros serviços. “ntão a diária do motorista e combustível foram uti-
lizados atendendo a ordem de serviço do Sr, Prefeito Municipal, que quando!
“ma condução se desloca para Porto Alegre ela tem que fazer todos os servi-
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«o BUTIA ts
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Cá eso
mara Municipal de Vereadores de Butiá
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Fls. 27
oe.
ços existentes na Prefeitura, ela não vai somente para uma coisa. E nós da
Campanha do Agasalho sempre fomos de carona e nós não cobramos diária nem *
nada do dinheiro da Campanha do Agasalho e, inclusive, a colaboração da Pre
feitura que em muitos anos ficava em cobertores, em dinheiro para a Cempa-"
Z ' ,
nha, nas Campanhas que nos estamos desenvolvendo já ficou acertado, se vocês
olharem no relatório não existe um montante que a Prefeitura entra, porque!
ficou acertado entre as entidades assistenciais que O montantante que a Pre
feitura entraria seria com funcionários, com deslocamentos nas diferentes !
Campanhas que as entidades estão realizando. Fu acho que o assunto está en-
cerrado, cada Vereador tem o direito de se posicionar como quer...
ERRA SCHNADELBACH - Não está encerrado ainda.
VEREADOR CARLOS MARION GU
KI LOPES - só um momentinho, Presidente. Eu acho !
VEREADOR FERNANDO RUSKOWS
que a palavra está comigo.
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - A palavra depois da Neuza é com o Verea
dor Fernando. Eu peço que sejam rápidos...
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Sr. Presidente tem que ter'
coordenação, o Senhor tem que ter pulso forte aí porque senão nós não vamos
terminar hoje.
A - Por isso que eu suspendi a sessão por 5
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZ.
minutos para nós recomeçarmos.: com alma nova
s - Presidente, eu continuando então na mi-
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPE
nha argumentação eu diria O seguinte:
fazer conta. Eu acho que ele se perdeu mais uma VeZy, ele disse que de hum !
milhão e trezentos que a Prefeitura gastou lá fora, O Município nos 17% que
cM sobre mercadoria daria duzentos mil
ia impossível) duzentos mil exuzeiros '!
o Vereador Marion disse que eu não sei
ganha de ICM, que é arrecadado de 1
Cruzeiros e, eu disse que esses (cóp
que é arrecadado do ICM a participaç
Estado e 70 para a União. Então nesse
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - A sua percentagem não deu certos.
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Se não tiver certa aproxima, Vereador, '
Se aproxima, não é tão alta a diferença; não,
o Vereador Marion mais uma vez ele
&o do Município é só com 10, 20 para o!
ponto é que eu disse.
é ali, é nas beiradinhas. E "
dizer o seguinte para o Vereador Marion:
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se perdeu nessa denúncia dele,g eu acho que para encerrar o caso O Vereador
Marion tem o dever de dizer quem são os comerciantes do Butiá que não foram
procurados, e tem obrigação de dizer, do contrário ele vai ficar frustrado!
na sua denúncia.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCA! XO NEUZA VARGAS - E que dissesse que teriam *
cobertores pula cerca por t2es mil ou menos e a quantidade.
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Exatamente. Eu acho que é muito comum, !
Vereador, talvez até você tenha sido mal informado...
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Depois eu vou contar; “Vereador.
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Mal informado por esses comerciantes, '
ando, porque tanto é verdade que não os quer citar
como propriamente está fal
por nomes e, cabe agora o ônus da prova, tem que dizer o nome, digo, tem que
dizer quem é, do contrário não tem justificação que justifique, porque dizia
5 E ,
que nem no Butiá não foi comprado nada e agora estã se provando que a grande
parte foi comprada no Butiá. E eu digo parabéns a Vereadora Neuza Vargas, Se
cretária de Educação e parabéns ao Prefeito que quando faz para compras de'
objetos para a Prefeitura faz a tomada de preços e a concorrencia, porque se
ele não fizer está sujeito pelo Decreto 2002 ser cassado o seu mandato por
que vai estar usando de ato de impugdade no seu mandato (cópia impossível)"
isso é uma coisa de imposição, tem a Lei Organica e todo o Vereador tem que
saber, que ele é obrigado a fazer à concorrencia pública, sob pena de ser '!
cassado amanhã ou depois. Muito obrigado.
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA — Vereador Marion o Senhor tem três minu-
tos para concluir, o máximo de três minutos para concluir o seu pronuncia-!
, A
mento, porque nós queremos entrar em uma outra área. Seja rapido.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADEIBACH - Os antecedentes falarem aí meia
hora, mas tudo bem. Aqui tem uma nota do macro aqui que não diz, gastaram '
Seiscentos e seis mil cruzeiros de cobertores no macro € tem outras notas em
Compra, Bem, na época, as lojas estão aí, qualquer pessoa do povo aí pode !
ir lá consultar para ver se não tinha cobertores para vender nas lojas.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Tinha a preço mais caro.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - A Secretária está dizendo que
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Es Fls. 29
tinha cobertores...
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - A preço mais caro.
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Então foi constatado que tinha
cobertores e antes disso responder ao Vereador Fernando que não sabe que *
50% do ICM fica para o Município. Então não é vinte mil cruzeiros, 50% de *
duzentos mil é cem mil cruzeiros»
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - E quantas congas dava para
comprar?
VEREADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH — Então duzentos mil cruzeiros é
realmente, digamos, mais ou menos de ICM e 50% é para o Município, então fi
caria cem mil cruzeiros para o Município, que aumentaria a nossa renda. E '
com respeito a esses dados então de gastar o combustível nosso, que certa-
mente não iam 1á no macro especialmente para fazer algum (cópia impossível)
da Prefeitura, um serviço da Prefeitura, fora 1á no macro realmente adqui-
rir os seiscentos e seis mil de cobertores, sendo que as lojas daqui elas !
podiam comprar e vender a preço mais compensador, até mesmo os preços que '
foi comprado em Porto Alegre, eu tenho certeza que as lojas a serem consul-
tadas elas baixariam o preço, eu tenho certeza que qualquer pessoa do povo"
que ir ali perguntar nas lojas se elas não baixariam o preço, sendo que a !
Prefeitura ia comprar em Porto Alegre» “ntão no caso o exemplo deve partir!
das autoridades do Município. Por isso eu reforço o meu pedido e a minha po
sição de que nas próximas vezes seja comprado no Município, entre no diálo-
& com as lojas que eles vão vender o mesmo preço de Porto Alegre, pois ela
compra e de mais a mais o atacado não pode vender, tem que vender no varejo.
Eu não entendo muito bem de atacado e varejo mas eu sei dizer que só quem !
tem CGC que pode comprar a pregos baixos e a Secretaria não tem o CGC.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Mas nós compramos com o CGC
da Prefeitura,
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Eu peço a Secretária Neuza para encer-!
rar,
s a
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Eu vou encerrar este assunto.
N a
à verdade os cobertores daqui não tinha da quantidade, Vereador, que nós
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irísmos comprar e nem pelo preço, porque era mais de seis mil cruzeiros o !
cobertor pula cerca, O de criança era sete mil cruzeiros. Então em 300 cober
tores a 50% mais barato, , nós lucramos novecentos mil cruzeiros. E não sei
se o Vereador Adão quer falar sobre esse assunto? Então o último Vereador a
falar sobre este assunto é o Vereador Adão e úepois nós vemos passar para '
outro assunto se os Vereadores desejarem.
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Presidente, estou achando interessante!
a atitude do Vereador Marion, bate, grita, ataca, tomam conta da reunião e!
agora resolveu a tomar conta da Presidencia da Mesa e lhe mandou encerrar a
sessão. Isso é uma coisa que eu estou achando interessante.
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Negativo, Vereador...
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Eu ouvi quieto e lhe peço que tenha a *
bondade e a elegância de fazer o-que eu fiz,
VEREADOR ERALDO MACHADO - Me permite, Sr Presidente?Eu acho que o Vereador
Adão mais uma vez se equivocou, porque a Vereadora Secretária segundo nos !
consta falou mais de hora e meia aqui nesta Casa ou mais ou menos uma hora!
e meia e o Vereador Marion segundo me consta não. chegou a falar meia hora.'
Eu acho que...
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Ele tomou conta da. reunião.
VEREADOR ERALDO MACHADO - Não concordo, Vereador, com a sua posição.
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Não concordo, eu respeito o seu ponto de
JEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANIOO
vista e exijo que respeite o meu.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Está com o Presidente a pala
Vra,
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Presidente, eu estou ou não estou com a
Palavra?
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Vereador, o Senhor está com a palavra,'
mas eu quero esclarecer uma coisa, Vereador, aqui todos estão tendo oportu-
nidade de falar, é que cada um quando vê, quando a própria Secretária, que!
ela quer entrar em outros assuntos de outras áreas, quando vê um Vereador
Puxa a palavra e continua tudo a mesma coisa... ,
V = , 2
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - (cópia impossível) eu também tenho di-!
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º BUTIA voo,
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F1s.31
reito porque também sou Vereador, também estou exercendo o mandato.
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Então está com a palavra, Vereador.
VEREADOR ADÃO NOGUEIRA DOS SANTOS - Mas lhe peço que me mantenha a palavra;
que evite de me tumultuar como estão tumultuando. Eu me limitei a ouvir quie
e não tendo o apar-
to sentado aqui enquanto quiseram falar, pedindo aparte
te, pedindo a palavra e nao tendo a palavra. E por isso foi que eu exigi fa
lar. Eu acho que uma coisa que devia se estudar é entre a diferença daquilo
que verteria em ICM para o Município e o que beneficiou a mais pessoas com!
aquilo que foi angariado. Isso é uma coisa que deve ficar claro. E outra
coisa que deve ficar clara, é quais são as lojas que tinham a mercadoria *
que foi comprada em Porto Alegre naquela ocasião pelo preço que foi compra-
ão em Porto Alegre ou uá preço mais ou menos aproximado, se existiam e se !
: A : . : :
o preço mais ou menos equiparado. Isso € uma coisa que e preciso ficar cla-
. , : EO
ro. É muito (cópia impossível) é muito cômodo, é muito facil se fazer uma '
denúncia, agora não é fácil se ter a humildade que o Senhro teve de concor-
dar que estva realmente mal informado. De ter a Humildade que o Vereador
Fernando teve de confessar que foi mal informado, (cópia impossível).
"VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO — Presidente, parece-me que a Secre
tária quer encerrar esse assunto, O Vereador Carlos Marion, acho que ninguém
mais tem, então eu gostaria de saber se eu posso fazer três perguntas.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Pode.
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Terminando então o assunto, passamos en
tao para outras áreas.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Quem gostaria de fazer algu
ma pergunta nós estamos a disposição. Se pudermos responder nós vamos res-
Ponder e se não puder, se algum dado, alguma coisa, então convidamos o Ve-!
reador para comparecer na equipe de Saúde a Assistencia Social.
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Posso perguntar? É quanto ao pro-
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO
blema de auxílio-passagem, digo, de auxílio nas passagens para estudantes.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Isso não é da área da equi-
Pe de Saúde a Assistencia Social, não sei, aí é dentro da Seeretaria de Edu
caca a ' :
Ação, mas eu poderia responder. Hoje aqui nós estamos na equipe de Saúde e
...
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gre BUTIA vm,
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Fls, 32
...
Assistencia Social, a Secretaria de Educação seria um outro dia, que envol-
ve a partê educacional, eu até nem trouxe dados nenhum, mas se o ofício vi-
er ao meu alcance eu poderia responder.
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO — Então vou perguntar, se tiver res
posta tudo bem, senão eu passo na Secretaria de Educação. Mas nós temos in-
formação de que pessoas com a mesma, praticamente a mesma renda femiliar, !
inclusive, uma com um mínimo, digo, número menor de filhos e que não esconde
das outras estudantes até ganhando 100% de auxílio para Porto Alegre, a pas
sagem (cópia impossível) no ano passado, enquanto que uma outra com uma ou-
tra família com um maior número de filhos...
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Ganhava o ano passado?
VEREADOR-IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO — E esse ano parece-me que também,
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Parece-me?
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Inclusive, eu conversei com a Se-
cretária uma certa oportunidade e. a Secretária...
BECRERÉRIAMUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Eu disse que mudava de nome'
ge este ano ia acontecer esses fatos e continuo mudando de nome.
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO — Então aconteceu?
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Acontecia fatos. O Senhor *
terminou a pergunta? Posso começar à responder?
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO — Ê que uma O
nor número de filhos, com a mesma renda e com duas estudantes numa Faculda-
de ganhando 40%.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Na realidade, nobre Vereador,
º euxílio-passagem desde. as outras administrações eles eram dados preenchen
do uma ficha e os critérios não eram muito definidos e isto realmente no *
foi quando então quando no final do ano?
utra família com um me
ano passado nós passamos por iBso,
Passado, em reunião com o Sr. Prefeito Municipal nós montamos um Decreto que
8 o Decreto 68/83, de 04 de novembro de 1983, que institui o auxílio-passa-
gem ao estudante de 1º, 2º e 3º grau. Nesta Decreto nós procuramos discipli
nar o auxílio-passagem a estudantes dentro dos critérios e das obrigações 4
Me compete ao Município em relação ao ensino de 1º grau, 2º grau e 3º grau,
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ud BUTIA vg,
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e. Y Fls. 33
porque como vocês sabem pela Constituição a obrigatoriedade maior do Nunicí
pio é em relação ao 1º grau e em segundo lugar ao 2º grau e depois supleti-
vamente ao 3º grau. Então nós instituimos em novembro para vigorar a partir
de 1984 quando todos os alunos carentes recebem auxílio-passagem da Prefei
tura dentro dos critérios do Decreto, que os critérios do Decreto estimulam
a maior porcentagem para o 3º grau 30% e não tem ninguém que viaja a Porto"
Alegre, que o estudante universitário que tenha auxílio superior a 30%, a !
não Ser...
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO — O ano passado essa aluno que eu *
me refiro que ganhava o 100% estava fazendo o cursinho +
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Mas eu estou falando agora!
do que nós estabelecemos devido à esses problemas que existiam dentro da dis
tribuição de auxíli-passagem, não só dentro da nossa Administragão como pode
o Vereador comprovar sá! asentos dos estudantes que receberam auxílio em ou-
tras administrações, foi então que nós privativamos o auxílio-passagem dando
sino do 1º grau, no 1º grau tem crianças com 100%, é a!
m 100%, classe B 80%, classe C 50% e no 2º grau o auxi
e carente na classe A, no nível À é 80%, no B 70% e no
preponderância ao en
classe A, crianças co
lio maior ao estudant
C 40%, no 3º grau o auxílio maior do 3º grau é 30% para a classe À, B 20% e
C 10%. E outra coisa, claro que o estudante de curso superior tem os 10% da
empresa, entad elas recebem O auxílio-passagem com 40% porque eles descontam
depois na fatura que vem da Prefeitura os 10% que é concedido para eles, Não
existe nenhum estudante e, inclusive, diante dos recursos aprovados pela ca
mara no orçamento e os constantes aumentos de passagens nós ficamos entre *
,
dois gumes, uma faca de dois gumes, porque ou nós congelávamos o auxílio-
Passagem ao estudante ou seguíamos o aumento das passagens aumentando cada!
Vez que subisse a passagem e retirássemos auxílio como realmente no Decreto
que certamente aqui na Câmara tem, for colocado cursinho não se dá auxílio,
pane para o curso superior. E ensino de 2º grau fora do Município não se
da auxílio, porque nós temos no Município ensino de 2º grau e ensino de 1º1
&rau perto de escola que tem a série correspondente a que o aluno se encont
tra não recebe auxílio, como é o caso, por exemplo, porque nós estamos im-!
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ge BUTIA mg,
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.. X Fls. 34
plantando o ensino de 1º grau completo, como é conhecimento de todos os Ve
readores, nas escolas municipais e que dá um gasto muito grande de manuten
ção onde o aluno não paga nada, ele vai gratuitamente para a escola atenden
do o que prescreve a lei de gratuituidade e obrigatoriedade do poder públi-
co de 7 a 14 anos, então nós concedemos, por exemplo, da Vila Charrua se
tem yma criança que quer estudar o 1º grau em Butiá ele só ganha auxílio se
tiver na 82 série porque este ano não tem 88 série lá e só a partir do ano!
que vem. Da Vila Recreio eles ganham auxílio, por exemplo, ele não ganha au
xílio porque ele pode estudar no Getúlio Vargas. Na Vila Coréia ele ganha !
auxílio só de 58 série em diante porque até a 12 a 48 série nós temos lá e!
assim acontecendo com todas as outras Vilas, que nós temos. Então realmente
agora nós temos disciplinados obedecendo o Decreto e fatos que ocorriam an-
tigamente, inclusive, de as vezes depoimentos, prestação de informações er-
rôneas, não estap acontecendo mais e, conseguimos também fazer com que o eg
tudante e o indigente receba o mesmo tratamento que um cobrador normal de *
passagem, que 6 o seu banco que foi luta, so Vereadores da gestão passada se
lembram naquele problema dos estudantes que não vinham sentados, agora eles
compram a passagem com O tique que nós damos lá na Secretaria e são passa-"
geiros normal, a mesma coisa acontecendo com o indigentes.
VEREADOR IDEIBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Tenho uma segunda pergunta aqui.!
Essa primeira ficou clarao À prefeitura de Butiá eu acredito que através do
serviço de Assistência Social uma oportunidade pagou uma anestesia para uma
senhora no Hospital de São Jerônimo e par
nanceiras até piores e não foi pago, não,
carregar a despesa. Eu pergunto se a Secr
cimento sobre o porquê de pagamento a dete
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Vereador, isso aí nós tería
mos que verificar qual a pessoa e se realmente. o
VEREADOR IDELBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Eu tenho os dados da pessoa.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Então eu gostaria de convi-
ã o
ar o Vereador a comparecer lá no serviço social a fim de, porque eu nao vou
a uma outra pessoa em condições fi
disseram que não teriam como des-
etária de Educação tem algum conhe
yminadas pessoas e a outras não?
E] - ,
ar uma informação assim aqui errada, que possa até informar uma coisa que"
... cais)
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bi
ge BUTIA
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não seja verdade, se realmente aconteceu nós vamos ter certamente os apon
tamentos e poderemos informar o V,reador de forma adequada, porque na ver
dade a Prefeitura tem pago muitas vezes problemas assim de hospitalização
para aquelas pessoas que não tem vínculo nenhum com a Previdência, nós to
mamos dois posicionamentos quando a pessoa não tem vínculo nenhum com a
Previdência. Primeiro é encaminhada essa pessoa para a Santa Casa que é
o lugar que atende os indigentes de todo o Rio Grande do Sul e que, inclu
sive, O Sr. Prefeito já está colocando no orçamento uma verba específica!
para ser doada a Santa Casa; que eu acho assim justíssimo, porque todos !
os casos que quase diariamente nós encaminhamos pessoas indigentes para a
Santa Casa e nunca a Santa Casa faz retornar, ainda mais quando o nosso !
serviço social encaminha um bilhete da Prefeitura sempre aquelas pessoas!
são bem atendidas 1á. Mas as vezes surgem casos emergenciais, então al- !
guns casos emergenciais nós encaminhamos para São Jerônimo, para Arroio !
dos Ratos, até Charqueadas, casos assim emergenciais, porque aconteceram"
já alguns casos, digo, alguns fatos que a pessoa vai sozinha hospitaliza!
lá e depois vem cobrar conta da Prefeitura e, nisso nós temos colocado '
restrições, porque nós não temos verba disponível para atender todos os
casos de indigentes em hospitais que não tem atendimento gratuíto, Então,
O nosso posicionamento primeiro é encaminhar para a Santa Casa e em caso
que a pessoa vem falar conosco e que não tem uma solução de como nós le-
var até 14 nós não vamos deixar a pessoa em má situação, então nós encami
nhamos uma autorização, O Sr. Prefeito assina e quando ele não está qual-
quer um de nós assina porque nós já sabemos quais os critérios que devem!
Ser utilizados e a pessoa é encaminhada para o internamento. Agora neste!
Problema, Vereador, eu sinceramente não sei assim nem de quem se trata |,
eu convido o Vereador para comparecer lá e nós então esclareceremos.
VEREADOR IDFLBFRTO TAILOR SOUZA MACHADO - Fu vou comparecer com o nome
das pessoas e a data,
SFPCRETÁRIA MUNICIPAL DP FDUCAÇÃO NFUZA VARGAS - Fetá bem Senhor.
P
RESIDFNTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Bom, eu também quero fazer uma pergun
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ta para a Voreadora Secretária de Fducação, não é da sua área mas a Se-'
]
nhora está, digamos, envolvida, trabalhando no caso. Vereadora, porque
que a seis meses ou um ano antes das eleições colocavam extensão de luz
nas ruas, de graça, e hoje estão cobrando dos moradores ? Aproveitando pa
ra fazer a pergunta a ela.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE FDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Fu não vim aqui dentro
dessa área mas eu me considero assim dentro da iluminação de extensao de
rede da CFFF uma quase madrinha de muitos casos e, eu acho que eu poderia
responder, não lhe responder talvez a contento, mas trabalhei muito em
processos de extensão de rede da CEFE em Vilas, em Ruas, em locais que
não possuiam iluminação. Então o procedimento, como muitos Vereadores
aqui, inclusive, da minha gestão como Vereadora, como Vereadores encami- !
nham pedidos para os Órgãos competentes e; eu na época, nós encaminháva-"
mos pedidos aos Órgãos competentes e, inclusive, tenho na minha casa pas-
tas e pastas de Órgãos onde nós visitávamos constantemente duas, três ve
zes por semana, até, em Porto Alegre a fim de acionar autoridades, etc ,
para estender extensão de rede a esse pessoal carente. Agora 1á na minha!
sala, se o Vereador quiser fazer uma visita, nós temos também uma pastinha
aonde encaminhamos processos para pessoas que pedem extensão de rede a '!
cargo, con autorização do Sr. Prefeito. Como eu acho aqui na Câmara eu já
vi muitos processos também solicitados e que é competencia, acho que todo
mundo que é interessado no poder público se interessa por essas coisas «
Nós encaminhamos, nobre Vereador, muitos processos, eu estou falando ago-
ra dos processos que nós encaminhamos à Prefeitura, muitos processos de
extensão de rede pedindo que fosse feita a extensão de rede gratuitamente
para os carentes de zona como Forno de Cal, na Vila Recreio, em muitas zo
nas que não vou mencionar agora aqui e, mandamos quando o Sr. Governador
Veio aqui, mandamos pedir para o Governador,para todos os Órgãos competen
tes que não vou mencionar, os Vereadores sabem quais os Órgãos competen-"
tes. E na verdade estes processos agora diante da crise que está passando
9º Fstado e o País eles retornaram alguns processos da Seguinte forma: fo
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<P BUTIA
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ram doados todos os postes necessários e todos os fios e solicitaram um
parecer se a Prefeitura poderia entrar com uma parte e se o morador pu
desse contribuir com uma parte e, nós estamos naqueles que nos procura-
ram entrando em contacto com diversas pessoas para ver da possibilidade!
de eles também entrarem com uma parte. Agora porquê que eles não estão '
autorizando tudo, porque a extensão de rede da CFFF sempre foram cobra-"
das, aquelas que nós conseguimos é que nós conseguimos o dinheiro para !
pagar a CFFE ela não faz nada de graça, isso todo mundo sabe. Então eu !
só gostaria de dizer não sei porquê que não estão liberando tudo, tal-'
vez falta de recursos, nós estamos vendo o nossos Governadores dos Fsta-
dos do Brasil que não estão liberando as ORTNs, então talvez seja isso ,
porque cada Órgão tem crise, então eu sei, porque isso aí não é dentro '
da minha área, não vim para responder essas coisas mas (troca de fita).
VFRFADOR IDFLBFRTO TAILOR SOUZA MACHADO - Antes das eleições teve mais
sorte porque foram encaminhados os pedidos e agora estão tendo ...e
SPCRETÁRIA MUNICIPAL DE FDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - (cópia impossível) elei-
ção que visse atendido suas reivindicações tanto de um Partido como de
outro. .
VERFADOR IDFLBFRTO TAILOR SOUZA MACHADO - De ambos os Partidos, (cópia!
impossível), agora o que eu não entendo é também uma Rua aqui no centro
da Cidade de Butiá sem rede elétrica.
SFCRETÁRIA MUNICIPAL DF FDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Fu não tenho conhecimen-
to dessa.
VERFADOR IDFLBFRTO TAILOR SOUZA MACHADO - Foi encaminhado um pediso atra
vés da Prefeitura e até hoje não se tem uma solução. É próxima a Rua Pio
XII, próximo a Nicácio Machado, antes do Nicácio e não passa ali a rede!
Paso
eletrica, Rua Dorval Ferreira, me lembra o Vereador Adão.
sm
SECRETÁRIA MUNICIPAL DF FDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Tem que se informar, se'
os Ve : =
ereadores fizeram processo certamente vão receber resposta, porque !
os qu i
que nós encaminhamos nós recebemos resposta, ganhamos todos os fios e
todos os postes.
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ge BUTIA
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todos os postes.
VERFADOR ADÃO NOGUFIRA DOS SANTOS - Secretária, eu acho que eu posso
até melhor do que a Senhora responder para o Vereador Idelberto, porque!
na campanha política eu pedi a extensão de rede para a Rua Dorval Ferrei
eu
ra, por isso quando ele falou no caso eu disse o nome da Rua porque
tinha conhecimento do caso. Aquela Rua foi naquela ocasião foi considera
da até inviável pela extensão de rede e que beneficiava uma casa que ti-
nha sido construída e uma que estavam construindo, então foi a alegação!
que a CEFF fez naquela ocasião, mesmo na campanha política, nem na cam-"
panha política tivemos sorte, Vereador.
VEREADOR IDFLBFRTO TAILOR SOUZA MACHADO - Mas hoje já existem mais ca-
VEREADOR IDFLBERIO TAILOR SOUZA MACHADO
sas em construção ali, não é, Vereador ?
SFCRFTÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - O problema é de fazer um
pedido, uma solicitação e aguardar a resposta da CFFR. O Sr. Prefeito '!
tem encaminhado várias solicitações, talvez...
VERFADOR IDFLBERTO TATLOR SOUZA MACHADO - Foi encaminhado um pedido atra
vês da Câmara faz muito tempo.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE FDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Aqueles que eu tenho fo
ram encaminhados pelo Fxecutivo, nós temos a resposta que já ganhamos !
uma parte do material, agora eu não sei lhe informar este desta Rua, Sr.
Presidente.
VERFADOR CARLOS MARION GUERRA SCHNADELBACH - Me permite, Presidente ? f
O seguinte: com referência ainda a energia elétrica, isso é público e no
tório que atualmente para fazer uma extensão ela deve, O proprietário de
Ve pagar, se o proprietário não pagar é porque alguém vai auxiliar, seja
O poder público, seja algum abonado, mas atualmente para o habitante '!
ter direito a energia elétrica e da mesma forma se não está já está se
encaminhando o caso da água, o indivíduo, o habitante tem que pagar, o !
Hunicípio tem que pagar. Agora não é a mesma época, que a época da cam.
Panha política que se, naquela época era viável e estendia energia elé-!
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BUTIA toa,
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trica, agora terminou a campanha política o sujeito tem que pagar. Então!
eu acredito, que como a Vereadora falou, o problema da crise, é viável.
Obrigado.
SECRETÁRIA MUNICIPAL DF FDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Não sei se algum Vereador
gostaria de fazer mais alguma pergunta a respeito da área nossa de Saúde!
e Assistência Social e se não tiverem mais nada a perguntar ..e
VEREADOR IDFLBERTO TAILOR SOUZA MACHADO - Existe algum pensamento ou
estudo pela parte da Secretária Municipal que responde pela área do bem!
um
estar social quanto a contratação de uma Assistente Social ?
SECRETÁRIA MUNICIPAL DE FDUGAÇÃO NEUZA VARGAS — Na verdade nós não temos
Assistente Social e pretendemos com aprovação do Sr. Prefeito com o tempo
ter uma pessoa especializada como nós temos nos outros setores, embora eu
acha que as colegas que desenvolvem este trabalho estão desenvolvendo um
trabalho dentro dos critérios de Assistência Social porque nós temos con-
tactos seguido com Assistentes Sociais que vem orientar a LBA e, inclusi
ve, as próprias escolas e a nossa professora Solange é uma pessoa também'
que tem assim um estudo dentro de classes especiais e de pessoas que tra-
zem problemas, a dona Norma é uma pessoa de Lions Clube voltada para og !
problemas comunitários e estão desenvolvendo o trabalho segundo as orien-
tações do nosso Prefeito Municipal. f claro que quando tivermos condições,
inclusive, ambiente de trabalho adequado para atendimento nós pretendemos
Organizar o setor como prevê a própria Lei, porque como vocês aqui estão
apertados nós 14 dentro também estamos muito apertados e as portas da Se
Cretaria de Fqucação e Serviço de Assistência Social são abertas, o públi
SO entra lá dentro muitas vezes a gente não tem condições de atender, de
fazer uma conversa mais séria com as pessoas, Certamente daqui uns tempos,
avando melhorar as nossas condições de ambiente de trabalho nós podemos !
cont o s .
ar também com um especialista dentro dessa área.
VERFADOR IDFLBFRTO TAILOR SOUZA MACHADO - Muito obrigado.
PRes
IDENIR DORVFLY SUBTIL BARBOZA - Os Vereadores não sei se tem mais al-
uma j
Pergunta à Secretária de Fducação Neuza Vargas ?
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AS BUTIA mm,
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... x Fls. 40
SECRETÁRIA MUNICIPAL DF NDUCAÇÃO NEUZA VARGAS - Fu gostaria de agradecer
o convite'que fizeram para a nossa equipe de Saúde e Assistência Social!
para dar esclarecimentos e gostaria assim de convidar a todos os Vereado
res para visitarem o nosso trabalho lá, vocês vão ser bem recebidos, vão
ver como nós estamos trabalhando, porque quando a gente vem expor O tra-
balho aqui nós não podemos expor com muita objetividade e as Vezes não
fica bem esclarecido. Então os Vereadores, eu acho, porque também fui Ve
readora 'e sou Vereadora, eu acho que o Vereador que se diz Vereador de
verdade é o Vereador que deve sempre estar bem informado sobre os proble
mas todos da comunidade para bem informar aqueles que o elegeram e também
aqueles que agora ele está representando. Fu parabenizo o interesse dos"
Vereadores em saber coisas da parte de Saúde e Assistente Social no tra-
tamento a indigentes e coloco 1á a nossa equipe a disposição de todos pa
ra fazerem uma: visita, verificarem de perto e, inclusive, verem como nós
estamos tratando o nosso carente. Na verdade não é um trabalho fácil,
porque lá nós vemos tudo que é tipo de problemas, problemas que muitas !
vezes não tem solução e nós contamos com o apoio do Sr. Prefeito Munici-
pal e de forma especial dos Vereadores, porque eles estão representando!
também essas pessoas carentes. Muito Obrigada, ;
VSRFADOR CARIOS MARION GUFRRA SCHNADFLBACH - Fm nome da bancada do PNDB
agradecemos a Secretária, as suas auxiliares que vieram nesta noite nessa
Sessão prestar esclarecimentos ao Vereador e a comunidade, agradecemos !
sinceramente pela sua presença aqui nessa Casa e esses dados que foram*
para nós esclarecedores,para nós e a comunidade. Muito obrigado.
VFRFADOR PFRNANDO RUSKOWSKI LOPFS - Também, Vereadora Neuza e Secretária,
Televantes aa des, não di ara s = estado a aa
Ta a comunidade o. a t E : t io ad pó
ra io pisa e certeza o que aqui foi explanado para !
ii porque podemos ter oportunidade de melhor conhe-
» melhor conhecer a maneira de trabalho, as modalidades '
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qr? BUTIA
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adora também em ou-
de distribuição de auxílio, enfim, e dizer que a Vere
tras palavras mostrou que trabalha dentro de limitações, dentro de re-'
cursos, mostrou assim que o orçamento que dispõe para o setor de educa-"
ção é uma peça contábil e não uma peça política, de maneira que se tem
mas tenho certeza que com base nes-
em
1
que se trabalhar em cima de números,
que acabastes de expor está tranquilamente atendendo
E iRá
ses criterios
e og meus incentivos para
arentes de nosso Wunicípio,
grande parte os €
enhando o trabalho desta maneira que acabou de exp
que continue desemp or,
elevante pela sua equipe que também se faz presen-
auxiliado de maneira r
eros agradecimentos então da bancada do PDS. Múi
te na Casa hoje. Os since
to obrigado.
ZA MACHADO - Fu gostaria de em nome da ban-
VEREADOR IDFLBFRTO TAILOR SOU
da Vereadora Neuza e que hoje"
cada do PDT agradecer à presença da Neuza,
mais uma vez ela demonstrou que Se algum dia voltar a esta Casa e nós
não é um desprestígio ao trabalho do Verea-!
esperamos até que aconteça,
ia não lhe falta. E nós te
mas que demonstrou que competêne
que isso só leva a um conceito mais alto o nome do Ve
posição !
dor Fernando,
mos a certeza de
aa bancada do PDT queremos colocar a Casa a dis
reador. Em nome
(cópia impossível) entre um Vereador e a sua Se!
sempre que tiver algum
esente aqui para que nós pudéssemos conver-!
cretaria que você se faça pr
anter a comunidade bem informada. Muito '
sar, enfim, para que possamos m
obrigados.
VERFADOR JOSÉ CARLOS MENEZES DA SILVETRA - Já fizeram os agradecimentos
e eu, Sr. Presidente, Senhores Vereadores; Secretária minha colega Verea
como me alegro em ve-la aqui, demons
dora, como me alegro de vê-la aqui,
a elegância, a
trou mais uma vez aquilo que eu já tenho de testemunho,
sua postura, deu realmente uma aula não só a nós mas também aqueles que
estão nos ouvindo. então eu saio daqui realmente satisfeito, contente
Porque sei quando digo de que avaliso as coisas que a Neuza fizer é por-
que conheço a Vereadora Neuza. Muito Obrigado.
PRESIDFNTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Fu então antes de encerrar à sessão!
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gre BUTIA reg,
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...
eu quero agradecer...
VEREADOR FERNANDO RUSKOWSKI LOPES - Presidente, uma questão de ordem. À
Solange quer falar. 3
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - A Solange então está com a palavra!
e pode fazer a sua saudação.
SOLANGE ARAÚJO COUTO - Fu queria agradecer a atenção que foi nos
pelos Vereadores e queria fazer uma solicitação até que pessoal em nome
dada !
ãa dona Norma, em nome da Neuza e meu, de que nós estamos na Secretaria
de Educação no Serviço Social a disposição de todas essas pessoas que
chegam, que precisam de nosso serviço, só que o nosso trabalho é muito!
difícil. Muitas vezes a gente ao receber um caso, a gente na hora não
sabe o quê que vai resolver, muitas vezes eu sai da minha sala e cami-!
nhei pela Secretaria para tentar colocar as idéias em ordem, julgar,
que a pessoa nos traz o problema nós
porque nós na hora, no momento em
temos que julgar; então muitas vezes a gente se sente indeciso, se sen-
te inseguro e talvez a gente seja em casos até injustos, mas a gente '!
sempre procura o melhor, mas eu acho que para melhorar o nosso trabalho
eu gostaria que todos os Vereadores numa tarde ou um dia chegasse a nos
sa sala e perguntar o que a gente está fazendo e, quando fosse procura-
do pelo pessoal, pelo povo que primeiro, antes de mandar aquele bilhe-!
tinho solicitando uma passagem, solicitando um medicamento que chegasse
até o setor e pedisse uma informação sobre aquela pessoa, porque já '
aconteceu casos de pessoas que são clientes e a gente as vezes pode jus
tificar o sim ou o não, porque a gente deu àquela pessoa aquela ajuda .
Então o nosso trabalho é difícil, nós não somos perfeitos, nós precisa-
mos da ajuda de todos e eu acho que nós estamos ali de portas abertas "
para quando aparecer um caso que não foi solucionado que não seja colo
cado, porque eu sou ouvinte assídua da Câmara de Vereadores e fico mui-
to sentida quando se levanta uma denúncia sem ter base em 4 ou B, ou !
não trazem nomes, isso aí vai de encontro ao nosso serviço, está colo!
cando em dúvida o nosso serviço, não é isso que a gente quer, não é is-
... 4
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so que a gente pretende, nós somos colocados mas nós somos acessíveis e
nós precisamos de ajuda de todos. Fra isso. Muito obrigada.
PRFSIDFNTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Então falou em nome das funcionárias
a dona Solange. A Câmara de Vereadores agradece a Vereadora Secretária '
de Fducação Neuza Vargas por vir hoje aqui esclarecer os pontos de sua
área que foi aqui denúnciado e também agradecemos às suas auxiliares que
aqui tão bem também se reportaram quanto a essas denúncias, às pessoas !
que visitam ...
VFRFADOR IDFLBFRTO TAILOR SOUZA MACHADO - Presidente, uma questão
ordem. Só uma pergunta. Não estava certo o comparecimento aqui hoje tam
de
bém ãa Presidente da Associação dos Servidores Municipais ?
PRFSIDFNTE DORVELY SUBTIL BARBOZA - Estava da Presidente da Associação e
também do Gerente do ABC.
SFCRFTÁRIA MUNICIPAL DF EDUCAÇÃO NFUZA VARGAS - Fu puiusta dar uma ex-
plicação. Fu conversei com a Fva no fim da tarde e ela estava resolven-
do o caso de um internam
tal a fim de dar uma informação para o Doutor, não
ento de uma pessoa que teria que ser levada '
amanhã para o hospi
sei se ao Dr. Ladeira ou O Dre Cavalini e, ela não sabia certo se iria!
dar tempo de arrumar todas as coisas para vir até aqui.
PRESIDENTE DORVELY SUBTIL BARBOZA -. Inclusive, até deu mais espaço para
que a Secretária de Fducação fizesse a sua explanação já que foi acerta-
do, inclusive, entre os Vereadores trinta minutos para cada visita, En-
tão nós queremos agradecer em nome da Câmara de Vereadores a comunidade!
que nos escuta e agradecer as pessoas que aqui compareceram.
EXPLICAÇÕES PESSOAIS
Nada constóue
Nada mais havendo a tratar, mandou o Senhor Presidente que
se datilografasse a presente ata, marcando nova sessão para o dia 30 de
outubro de 1984, com a seguinte ordem do dia:
Projeto de Lei nº 621, do Fxecutivo;
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gs BUTIA rag,
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Projeto de Lei nº 622, do Legislativo;
Projeto de Lei nº 626, do Legislativo;
Projeto de Lei nº 627, do Executivo;
628, do Fxecutivo;
, do Executivo;
Projeto de Lei nº
Projetocde Lei nº
Projeto de Lei nº 630, do Executivo;
Decreto Legislativo nº 43;
Projeto de
nº 46/84, do Ver. Dorvely Subtil Barboza;
Proposição
Proposição nº
47/84, do Ver. Arcilon Belomar Pereira;
Ofício circular nº 04/84, da Câmara Municipal de cên
dido Godói;
Ofício circular nº 225/84, da Câmara Municipal de Ve
nâncio Aires;
Ofício nº 725/84, da Câmara Municipal de Vereadores
de Uruguaiana,
Sala das sessões, 23 de outubro de 1984,
PR, ubtil flogao
Pregidente
Verê , Zinah da Costa Gonçalves
1a Secretária
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