| Tipo | Lei Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 2154 / 2015 |
| Date | 2015-06-23 |
| Ementa | "Institui o Plano Municipal de Educação - PME no Município de Cidreira e dá outras providências." |
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OLIVEIRA / Presidente dó Legislativo Estado do Rio Grande do Sul Prefeitura Municipal de Cidreira Secretaria de Administração LEI MUNICIPAL Nº. 2154/2015 “Institui o Plano Municipal de Educação — PME no Município de Cidreira e dá outras providências”. O PREFEITO MUNICIPAL DE CIDREIRA, ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. FAÇO SABER QUE A CAMARA MUNICIPAL DE VEREADORES APROVOU E EU SANCIONO E PROMULGO A SEGUINTE LEI Art. 1º Fica instituído o Plano Municipal de Educação - PME no Município de Cidreira, RS, para vigorar pelo período de dez anos, nos termos dos anexos desta Lei. Art. 2º O Plano Municipal de Educação — PME atende às determinações constantes no Plano Nacional de Educação, aprovado pela Lei Federal 13.005/2014, de 25/06/2014. Art. 3º Fica facultada a revisão e a atualização do PME, durante a sua vigência, antes de decorrido o prazo de dez anos, requeridas para tanto, através de exposição de motivos circunstanciada da unidade de Educação, ao Executivo Municipal. Art. 4º Será de responsabilidade da Secretaria Municipal da Educação avaliar a execução do PME, estabelecendo os mecanismos necessários ao acompanhamento das metas. Art. 5º O Executivo Municipal por sua Secretaria de Educação dará ampla divulgação do conteúdo do PME junto ao pessoal docente e discente do Município de Cidreira e à comunidade como um todo. Art. 6º O Município de Cidreira incluirá nos Planos Plurianuais, nas Leis de Diretrizes Orçamentárias Anuais e Orçamentária Anual dotações destinadas a viabilizar a execução desta Lei. Parágrafo único. O Poder Legislativo Municipal, através da Secretaria Municipal de Educação, acompanhará a execução do Plano Municipal de Educação. Art. 7º As despesas decorrentes da presente Lei correrão à conta das verbas próprias do orçamento vigente. Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. PREFEITURA MUNICIPAL DE CIDREIRA, EM 23 DE JUNHO DE 2015. Prefeito Municipal Secretário dé Administração DE EDUCAÇÃO 2015 - 2025 cantar Sl “Ajudar a transformar uma sociedade é u: missão de imensa E eponsabi lidade RRISaLS Educadores”. (Autor desconhecido) Prefeito MIRA TEHS RHEHH Vice-Prefeito Cláudio Wolf Legislativo Alexsandro Contini de Oliveira — Presidente Danilo Cestari Filho Gilmar da Costa Silva José Hamilton Pacheco Luiz Gustavo Silveira Calderon Luiz Paulo Cardoso Maria Vicentina Lima da Silva Mauro de Souza Rocha Tomé Claudio da Silva Cardoso Secretários Municipais Altair Agatti — Secretário da Indústria e Comércio Cláudio Oliveira Guimarães — Secretário da Saúde e Assistência Social Luziele Bueno Rocha — Secretária da Fazenda Marilene Sessim Ferreira — Secretária do Turismo Manoel Ponciano Martins — Secretário de Obras Mercedes Giroleti de Paula — Secretária da Educação e Cultura Roberto César Pires Camargo — Secretário da Administração Rogério M. Machado Cardoso — Secretário do Meio Ambiente Romildo Oliveira da Silveira — Secretário da Cidadania”? Es Comissão Técnica e Organizadora do Plano Municipal de Educação Adiel Philipe Leão da Silva - Ângela Maria Moraes do Amaral Daniela Ferreira da Silva José Eduardo Varantes Pereira Joseta Tobias dos Santos Luciane Cristina Figueira Oliveira Luziele Bueno Rocha Mercedes Giroleti de Paula Ronaldo Machado da Silva Vera Pires Albuquerque APRESENTAÇÃO Na constituição Federal do ano de 1934 constava a competência da União “fixar o plano nacional de educação (...)', sendo reconhecida a necessidade de planejamento como instrumento fundamenta! para o desenvolvimento da educação no país. As Constituições Federais de 1946, 1967 e 1988 continuaram frisando a importância de elaboração dos planos. No ano de 1962 o Ministério da Educação e Cultura elaborou o primeiro PNE — aprovado pelo Conselho Federal de Educação, sendo revisado no ano de 1965, onde foi estabelecido que os estados deveriam construir seus planos. A partir do ano de 1970 e até 1984, houve a participação dos Estados, possibilitando um plano mais aberto e contemplando as prioridades regionais. A CF de 1988 reforçou a ideia de Plano, onde foi estabelecido o prazo de duração, finalidades de articulação e desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis e integração das ações do Poder Público, destacando os objetivos prioritários da educação. O Ministério da Educação e Cultura assumiu o compromisso com a elaboração do Plano Decenal de Educação para Todos restrito ao ensino fundamental — nos anos de 1983 e 1994 — em função dos compromissos assumidos na Conferência Mundial de Educação para Todos (Jomtien, Tailândia, 1990), gerando planos municipais, estaduais e, por fim, o Plano Nacional. Com a CF de 1988 explicitava-se que, de acordo com as responsabilidades constitucionais e, dentro do espírito federativo, compete aos estados e municípios, articuladamente, implantar e implementar seus Planos Decenais de Educação e seus desdobramentos, de acordo com as especificidades e características locais. A partir dessa mesma visão sistêmica da educação, a LDB (Lei 9394/1996), determina, no artigo 9º: A União incumbir-se-á de elaborar o Plano Nacional de Educação, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. O artigo 87 (LDB) estabelece a Década da Educação, determinando de, em um ano, encaminhar o Plano Nacional ao Congresso Nacional. O PNE foi aprovado no ano de 2001. A Lei 10.172/2001 que o aprovou, estabeleceu a obrigatoriedade dos Estados, Distrito Federal e Municípios, elaborarem Planos Decenais, com base no PNE. No RS instituiu-se quatro Planos Estaduais de Educação — sendo o primeiro no ano de 1967. A Constituição Estadual de 1989 estabeleceu o Plano, de duração plurianual e reafirmou os mesmos objetivos do PNE. Também se posicionou de a necessidade dos Municípios terem planos municipais, aprovados pelo Conselho Municipal de Educação. A Lei Orgânica do Município de Cidreira, artigo 122, determina a obrigatoriedade da existência do PME “A lei estabelecerá o plano Municipal de Educação de duração plurianual, em consonância com o Plano Estadual de Educação visando articulação, O desenvolvimento do ensino e a integração das ações desenvolvidas pelo Poder Público que conduzem a erradicação do analfabetismo; garantia de ensino fundamental para alunos da Zona Rural; melhoria da qualidade de ensino; flexibilidade tecno-pedagógica- administrativa para o atendimento da peculiaridade socioculturais, econômicas e outras específicas da comunidade; e ensino especial para crianças portadoras de necessidades especiais. Na Lei Municipal 686/1997 que cria o Conselho Municipal de Educação define como sua competência a aprovação do Plano de Educação e garante sua participação na discussão do mesmo. A Lei que cria e organiza o Sistem de Cidreira (1898/2011) define que é de competência de o Município elab Plano Municipal de Educação. A primeira apresenta uma disposição irre sentido de que o Conselho Municipal de Educação tem como uma de suas funções a aprovação do PME. A competência é da Câmara de Vereadores e, na segunda, não apresenta este dispositivo. Em nenhuma das legislações acima consta que O PME será elaborado em conformidade com o Plano Nacional de Educação. O artigo 122 da LOM (1988/2011) também deverá ser alterado, estabelecendo que o Plano Municipal será decenal e deverá estar em consonância também com o Plano Nacional. Em síntese, o Plano tem como objetivos: a elevação global do nível de escolaridade da população; a melhoria da qualidade do ensino em todos os níveis; a redução das desigualdades sociais e regionais no tocante ao acesso e E] permanência, com sucesso, na educação pública e a democratização da gestão do ensino público, nos estabelecimentos oficiais, obedecendo aos princípios da participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola e a participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. (BRASIL, 2001). A Constituição Federal de 1988 determina que os planos de educação se tomem leis com caráter autônomo, a partir do art. 214 que prevê: a) erradicação do analfabetismo: b) universalização do atendimento escolar; c) melhoria da qualidade de ensino; d) formação para o trabalho; e) promoção humanística, científica e tecnológica, seguindo também as diretrizes e bases da educação estabelecidas na LDBEN 9394/1996. O Plano Municipal de Educação de Cidreira - PME está embasado na Lei n.º 13.005/2014 — PNE e define metas e estratégias para a educação cidreirense na próxima década. É fruto de estudos e discussões da Comissão Técnica Organizadora e apresenta O diagnóstico da realidade educacional de Cidreira em todos os seus níveis e modalidades, com bases na legislação vigente, sendo responsabilidade da Secretaria Municipal de Educação de Cidreira, mobilizar e coordenar todo o processo, bem como, avali a sua execução. Participaram deste processo o Poder Público, através da Secretarias Municipais e entidades que atuam na área da educação, envolvendo representantes da rede municipal e estadual, dispostos a contribuir para a melhoria da educação brasileira e na projeção de metas e estratégias para compor o PME Cidreira. O PME de Cidreira é um Plano de Estado, articulado com o Plano Nacional de Educação e suas metas e estratégias são projetadas para um período de dez anos. Por ser aprovado por Lei, tem garantias de que será executado, mesmo que possam haver ajustes advindos de novas realidades. É um plano para o Sistema Municipal de Ensino. A ideia de Plano da Educação, no país, portanto, é antiga e, em alguns períodos da história, chegou a ser implantado, ainda que parcialmente, com a prerrogativa de que deveria ser fixado por lei. Neste contexto, impõe-se a elaboração do Plano Municipal de Educação de Cidreira (PME Cidreira). INTRODUÇÃO Confiamos à comunidade cidreirense, o Plano Municipal de Educação — PME - para 10 (dez) anos, com a certeza do empenho de todas as instituições e pessoas envolvidas na missão de promover educação de qualidade, formando cidadãos que possam contribuir positivamente na construção de uma sociedade mais humana. Representa um grande avanço e, portanto, a Secretaria Municipal de Educação demonstra efetivo comprometimento e, juntamente com a Comissão Técnica de elaboração do presente documento, sente-se engrandecida com esta conquista que representa um Marco na Educação de Cidreira. Comissão Técnica Organizadora 3. O MUNICÍPIO O Município de Cidreira, Código do IBGE 4305454, originou-se de Santo Antônio da Patrulha, passando mais tarde a pertencer a Osório e, por fim, a Tramandaí — sendo elevado à Município com a denominação de Cidreira pela Lei Estadual n.º 8.606 de 09/05/1988 e instalado em 01/01/1989, onde os cidreirenses comemoram neste ano de 2015, 27 (vinte e sete) anos de emancipação político-administrativa. Os nascidos em Cidreira são chamados de cidreirenses. Conta-se que o nome se originou da grande quantidade de pequenas árvores das rutáceas (que produz cidra) encontradas no lugar. É uma das praias mais antigas do Estado do Rio Grande do Sul e seu território, que já foi habitado por indígenas, serviu para passagens de colonizadores, bandeirantes e tropeiros. Em 1767, a Coroa de Portugal doou a Sesmaria de Cidreira para o Almoxarife-Mor Manuel Pereira Franco e era composta pelas Fazendas Cidreira, Rondinha, Roca Velha, Ponta do mato e Porteira. Possuía (29.700 m) de frente com 2,5 léguas de orla marítima (16,500 m). 5 léguas Em 1819 a Sesmaria foi comprada por Luiz José Ferreira Saraiva, legando ao filho Francisco Pereira Saraiva, as terras do Norte, sendo Roca Velha, Rondinha e Cidreira. A partir de 1860 começaram a vir para Cidreira os primeiros veranistas. Ficando em casas de palha, com chão de areia batida. Os primeiros pioneiros pertenciam às famílias Pilla, Mostardeiro, Chaves Barcellos, Alberto Bins, JH Santos e outras. Após a construção do Farol, as primeiras famílias começaram a se instalar na cidade, destacando-se João Neves, Fiscal do Govemo Estadual, que passou a residir para impedir a construção de casas sem autorização do Govemo. A partir de 1930 começaram a surgir as primeiras casas construídas de madeira e também a Igreja Nossa Senhora da Saúde (de madeira). No mesmo ano, foram construídos os hotéis Atlântico (onde funcionou a antiga Estação Rodoviária), Farroupilha (atualmente Edifício Alvorada), Castelo, Farol e Cidreira. Em 1950 foi iniciada a construção da estrada, ligando Porto Alegre ao Litoral, sendo concluída a obra no ano 1958, iniciando-se assim, o processo de urbanização do Município de Cidreira e Balneário Pinhal. Em 1954, a Companhia Estadual de Energia Elétrica instalou o primeiro gerador de energia elétrica, seguindo-se na década de sessenta o primeiro posto telefônico e o serviço de tratamento de água pela Companhia Rio- grandense de Saneamento. 3.1. CARACTERÍSTICAS GERAIS O Município de Cidreira localiza-se no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, tendo como vias de acesso a ERS-040, ERS-784, distante a 120 km da — Porto Alegre. Após Janeiro de 1996, com a emancipação de Balneário Pinh área do Município de Cidreira ficou com 234km2, compreendendo os Bai pital Salinas, Nazaré, Centro, lido Meneghetti (antiga Zona A), Costa do Sol, Parque dos Pinos, Francisco Mendes, Antena, Vila Maria e Fortaleza (zona rural), com limites ao norte com Tramandaí, ao sul com Balneário Pinhal, a leste com o Oceano Atlântico e a oeste margeando a Lagoa do Rincão das Éguas pelo lado leste até encontrar o sangradouro desta com a Lagoa da Cerquinha; segue pela margem geral oeste da Lagoa da Cerquinha até o sangradouro desta com a Lagoa da Rondinha; continuando pelo sangradouro desta até o encontro com a estrada no sentido Balneário Pinhal — Porto Alegre da ERS-040; mantendo esta direção geral noroeste até o entroncamento da ERS-040 com a Estrada Fortaleza ou Emboabas, segue por esta estrada, em direção geral norte até o entroncamento com a Estrada do Passo do Paulo. A Mesorregião é Metropolitana de Porto Alegre e a Microrregião é Osório Cidreira é a praia mais antiga do Litoral Norte Gaúcho e uma das mais próximas da Capital, aproximadamente 120km de Porto Alegre, via ERS-040. Possui outra via de acesso, a ERS-784 que liga o Município a Tramandaí; de Porto Alegre via BR-101 a Osório/T ramandai/Cidreira são aproximadamente 130km. Cidreira também está ligada ao Balneário Pinhal pelas ERS-040 e ERS-784 ou pela ERS-786. O Município, conforme Decreto 7508/11 está situado na Região 5, Bons Ventos, pertencendo a 41º Coordenadoria de Educação e a 18º Coordenadoria de Saúde. 3.2. CARACTERIZAÇÃO FÍSICA Possui uma área de 245,89km? e altitude 60,00 metros. Apresenta um clima quente e temperado. Existe uma pluviosidade significativa ao longo do ano, mesmo no mês mais seco. De acordo com a Kóppen e Geiger a classificação do clima é Cfa'. Em Cidreira a temperatura média é 18.8 *C. Tem uma pluviosidade média anual de 1485 mm. 1 Cfa: subtropical com verões quentes (ou tépidos), cuja temperatura do mês mais quente é superior aos 22 ºC GRÁFICO CLIMÁTICO Altitude: im Climate: Cfa “Cc; 18.8 mm: 1485 am a 10d 48 ] 0 O 0 04 05 08 07 08 oo N 12 O mês mais seco é novembro e tem 103 mm de precipitação. À maioria da precipitação cai em setembro, com uma média de 144 mm. GRÁFICO TEMPERATURA o 2 o? [a os ne 07 oa os 10 n I2 23.5 ºC é a temperatura média do mês de janeiro, o mais quente do ano. Com uma temperatura média de 14.3 ºC, julho é o mês com a mais baixa temperatura ao longo do ano. TABELA CLIMÁTICA month 1 2 3 4 5 6 4 8 9 10 11 12 Quando comparados o mês mais seco tem uma diferença de precipitação de 41 mm em relação ao mês mais chuvoso. As temperaturas médias, durante o ano, variam 9.2 ºC. Coordenadas geográficas: Latitude: - 30.1747. Longitude: - 50.2076; 30º 10' 29” Sul, 12' 27” Oeste. O clima é subtropical úmido (classificação climática de Kóppen-Geiger, Cfa). A temperatura se comporta mais ou menos da mesma forma em toda a Bacia, sendo registrada uma média de 19ºC nas áreas mais próximas do mar. Algumas pesquisam sugerem que à temperatura média anual é de 25ºC. Dominam na área de Cidreira a plantação de arroz e as monoculturas de pinus e eucalipto. O Município está parciaimente dentro da Bacia do Rio Tramandaí. A Bacia Hidrográfica do Litoral Médio está localizada a leste do Estado do Rio Grande do Sul, entre as coordenadas geográficas de 29º51' a 32º11º de latitude Sul e 50º145' a 52º05' de longitude Oeste. Abrange a província geomorfológica Planície Costeira. Possui área de 6.108,03 km?, abrangendo municípios como Balneário Pinhal, Capivari do Sul, Cidreira, Mostardas e São José do Norte, com população estimada em 67.838 hab. Esta bacia é caracterizada p . diversas lagoas, algumas interligadas. O principal uso da água na bacia está destinado a irrigação. O grau de urbanização e a densidade demográfica na região são baixos. A fragilidade para manutenção da água doce na bacia do Litoral Médio é grande, pela influência oceânica, podendo acarretar problemas de restrição de uso pela intrusão salina através da Laguna dos Patos. Fonte: http:/Avww.sema.rs.gov.br/ A silvicultura está concentrada especialmente na porção sul da Bacia, abrangendo os Municípios de Palmares do Sul, Balneário Pinhal, Cidreira e |Tramandaí. Esta porção da Bacia é utilizada para o plantio de pinus e eucalipto. A área do Município de Cidreira na Bacia do Rio Tramandaí é de R$ 17.496,18 ha. Vinte e cinco por cento (25%) desta área é classificada e protegida de várias formas e amparada por políticas de proteção. 16 3.3. INFRAESTRUTURA A origem do abastecimento de água do Município vem da CORSAN (Companhia Riograndense de Saneamento) em 98,98% e poços artesianos em 1,02%. O destino das fezes/urina do Município se dá por sistema de esgoto em 1,8%; fossa séptica em 74,2%; fossa sedimentar em 21,9%; céu aberto em 0,2%; outros em 0,5%; e sem instalação sanitária em 1,5%. A energia elétrica no Município é abastecida pela CEEE — Companhia Estadual de Energia Elétrica, com uma cobertura de 99,48% da população. A coleta de lixo é realizada por empresa privada, sem coleta seletiva, com destino final em Tramandaí, sendo realizada em 99,72% da população urbana e a coleta de lixo hospitalar também realizada por empresa privada, semanalmente, com destino na unidade de tratamento térmico em Cachoeirinha, através de incineração. A predominância do tipo de habitação é de alvenaria em 79,70%; de madeira em 11,54%; de material reaproveitado em 3,34%; e invasão em 5,42%. 3.4. ASPECTOS POPULACIONAIS A população de Cidreira, segundo O IBGE — em 2010 foi de 12.668 habitantes residentes. Foi estimada em 14.079 também pelo IBGE e, de acordo com o SIAB (2014, possui 14.781 habitantes, sendo a densidade demográfica de 51,52 habitantes por km? Na alta temporada a média de pessoas é de 150.000, aproximadamente. De acordo com a Secretaria da Saúde Municipal, esta situação tem gerado uma flutuação da população em Cidreira com efeitos bastante influentes no planejamento das ações de saúde. A população masculina é de 6,245% (43,40%), enquanto a feminina é de 6.423 (56,6%) da população residente (IBGE 2010). a Para ilustrar o forte crescimento populacional de Cidreira, recorre-se a Fujimoto, Nara Simone vilaverde Moura e outros (UFRGS, 2005), quando nos diz que, na década de 1950, a população do Litoral Norte era predominantemente rural, sendo 75%, enquanto no RS era de 55,11%. A partir da década de 1970 destaca-se intenso crescimento dos Municípios próximos a Osório, (...) “compondo uma faixa pequena e contínua de pequenas cidades litorâneas e confirmando o fenômeno já observado nos Estados de Santa Catarina e Paraná (Fujimoto etc., 2005, apud MOURA E KLEINK, 1998). Ainda Fujimoto etc., (2005) relata que na década de 1950, a população de não naturais no Litoral Norte era de 9,2%, passando na década de 1960 para 12,85%. Na década de 1970, o número de residentes não naturais (Litoral Norte) passou para 24,32%. Os Municípios que apresentaram maior número de não naturais foram: Cidreira (76,25%), Imbé (60,75%), Capão da Canoa (58,15%), Tramandaí (57,28%) e Arroio do Sal (55,89%). Nesse período as taxas de migração do Litoral Norte já se encontram acima da taxa estadual, comprovando o crescimento demográfico da região a partir da intensificação dos processos emancipacionistas. (Fujimoto etc. 2005) TABELA POPULACIONAL DO MUNICÍPIO DE CIDREIRA POR FAIXA ETÁRIA [—FARAETARIA | NºDEHABITANTES | NºDE HABITANTES - | -SIAB - 2014 IBGE - 2010 Hate | 603 (4,08%) r 737 (5,82%) ” = aSanos To 00%) | 961 (7,59%) 0a f4 anos 1.228 631%) 115045%) | 15 a 19 anos 1.235 (8.36%) 1.012 (7,99%) 20 a 29 anos 3551 (24,02%) 149 (11,77%) 30 a 39 anos o = — [AB DO | 40 a 49 anos 1.620 (10,96%) + 1.659 (13,09%) 50 a 59 anos 1 2.128 (14,40%) A! “836 (14,49%) smsoumas | S3Q28M) 2.355 (18,59%) [TOTAL NE 17 | 2.665 Informações Estatisticas “Conforme SIAB o valor apresentado refere-se à idade de 20 a 39 anos. Da população do IBGE, 408 (3,22%) refere-se à rural e 12.260 (96,78%) à urbana. população satimada da 2012 - Sox= e faixa atsria População - Part demagrares Faixa Stars Í Homer E btulher População estimada de 2012 — sexo e faixa etária Fonte: FONTE: SARGSUS -— Relatório Anual de 2013 Evolução Populacional comparada com o RS e Brasil Rio Grande do Sul Brasil 9.138.670 146.825.475 9.568.523 156.032.944 10.187.798 169.799.170 10.582.840 183.987.291 10.693.929 190.755.799 13.844" cm 11.164,050º | 202.033.670* 14.781? | 11.207.274º | 202.768.562* Número de Habitantes Fonte: IBGE: Censo Demográfico 1991, Contagem Populacional 1 '996, Censo Demográfico 2000, Contagem Populacional 2007 e Censo Demográfico 2010. 1 População de acordo com o IBGE — DATASUS — Pesquisa no Plano Municipal de Saúde de Cidreira. 2 Estimativa de acordo com o SIAB (2014) População e Faixa Etária 2010 Cidreira Rio Grande do Sul Brasil tre [set neo [tubo Rome [tt 1 = 0a4anos 299 296| 262.504 || 253.524 [5.638.154 5.444.151 rm | 5a9anos 497 464|| 368.967 [7.623.749 7.344.867 = 10 a 14 anos 630 [ 565]| 438.620 423.154 [8.724.960 [8.440.940 15a 19 anos 537 475] 442.405] 433.332] 8.558.497 [8.431 841 = 433.169 [5.620.807] 8614581 | | 354.792 8 ES 20 a 24 anos 382|| 437.737 25a 29 anos 355 390! 445.502|| 448.497 | 8.460.631 || 8.643.096 30 a 34 anos 355 353|| 398.879|| 409.412]|7.717.365] 8.026.554 —] | == 35a39 anos E 351 362|| 366.041|| 379.078]|6.766.450]| 7.121.722 = —| 40a 44 anos 360 415|| 369.087|| 391.278]|6.320.374 6.688.585] Idade Cidreira Rio Grande do Sul Brasi = [| Homens || Mulheres || Homens || Mulheres || Homens Mulheres = = = 45a 49 anos | 414 470|| 372.803] 399.833||5.691.791 6.141 4 28] e + =| 50 a 54 anos 428 503 | 332.590 | 360.676 [4.834.828 5.305.231 —L a [iss 55a 59 anos , LL 476|| 277.346] 307.163 3.902.183] 4.373.673 60a64anos 387 | 400 [21 7.076] 247.908|| 3.040.897 | 3.467.956 65a 69 anos L 334 | 301 ires Jerra] [2.223.953] 2.616.639 70a74anos 192] 233|| 112.895|| 149.150]| 1.667.289 2.074.165 75a79 anos 134] 167|| 73.926] 113.162 1.090.455 | 1.472.860 80 a 84 anos L 64 63) 42.599 76.474 [ 668.589) 998.31 11] ro ES 85a 89 anos 21 33| 17.730 38.252] 310.739 508.702] 90 a 94 anos E 11 13 5.887 14.732] 114.961] 211.589 95a 99 anos ] jo 1 1.271 3.917 31.528 | 66804 | [ [ze res Mais de 100 anos (o) 1 248) 791 7.245 16.987 | Fonte: IBGE: Censo Demográfico 2010 De acordo com as tabelas acima, percebe-se, nitidamente, que a população de 15 a 29 anos apresentou um significativo aumento, em relação aos anos de 2010 e 2014, com um diferencial de mais 2283 pessoas a mais, sendo que, em 2010 era de 2503 e em 2014, 4786. 3.5. ATIVIDADES ECONÔMICAS O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de Cidreira foi de 0,729 em 2010. O Município está situado na faixa de desenvolvimento Humano Alto (IDHM entre 0,7 r 0,799). Entre 2000 e 2010, a dimensão que mais cresceu em “termos absolutos foi educação com crescimento de 0,144, seguida por longevidade e por renda. Entre 1991 e 2000, a dimensão que mais cresceu em termos absolutos, também foi a educação, com crescimento de 0,250, seguida por longevidades e po) renda. A economia gira em tomo da construção civil, comércio e serviços, agricultura, pecuária e pesca. O comércio é atuante e diversificado, capaz de atender parte da demanda local. O Município conta com uma agência bancária do Banco do Estado do Rio Grande do Sul e um Posto de Atendimento do Banco do Brasil. Em 2010, das pessoas ocupadas na faixa etária de 18 anos ou mais, 7,52% trabalhavam no setor agropecuário (principalmente na criação de gado bovino e ovino e cultivo de lavouras de arroz), 0,09% na indústria extrativa (extração de resina nos matos de pinus), 4,54% na indústria de transformação (reciclagem), 16,11% no setor de construção civil, 1,63% nos setores de utilidade pública, 22,24% no comércio e 45,49% mo setor de serviços. A taxa de desemprego do Município neste mesmo período foi de 6,32% e a renda familiar média de R$ 750,55. De acordo com o IBGE, o número de empresas atuantes é de 435 unidades e o pessoal ocupado assalariado é de 1796 pessoas. O salário médio mensal é de 2,1 salários mínimos. Cadastro de Empresas - 2012 a [Número de empresas atuantes 3 435 Unidades Número de unidades locais 438 | Unidades ir [| Pessoal ocupado assalariado 1.796 Pessoas => Pessoal ocupado total ita 2.261 Pessoas Salário médio mensal 21 Salários mínimos E [> Salários e outras remunerações 26.918 Mil Reais |Popu lação estimada 14.079 Pessoas Fonte: IBGE — Cadastro Central de Empresas 2012 3.6. GRUPOS SOCIAIS ORGANIZADOS Sociedade Amigos Praia de Salinas Associação Cidreirense do Idoso (Amigos...Amigos) Associação Comercial, Industrial e Pesqueira de Cidreira Associação Comunitária Parque dos Pinus Associação dos Amigos da Bocha da Avenida Central | Associação dos Lojistas de Cidreira | Associação dos Moradores, Veranistas e Comerciantes da Costa do Sol | Associação Rural de Cidreira [Associação de Artesãos Mãos Livres de Cidreira | Cidreira Praia Clube Clube de Mães Esperança Parque dos Pinus CTG Piazito do Litoral o CTG Vaqueanos do Litoral Grupo Municipal de 3º Idade Estrela do Mar | Sindicato dos Servidores Públicos de Cidreira Sol Clube Plataforma de Pesca de Cidreira | k 3.7. ASPECTOS DESPORTIVOS —- LAZER O Município possui três ginásios escolares e uma quadra esportiva coberta, atendendo todas as escolas municipais, sendo um Complexo Esportivo da EMEF Marcílio Dias, um Ginásio da EMEF Francisco Mendes e um da EMEF Ildo Meneghetti. A quadra esportiva coberta atende a EMEF Alfredo Pedro da Silva e a EMEI Tio Jorge Calderon. A Escola Estadual Herlita Silveira Teixeira e a Escola Estadual Raul Pilla também possuem ginásios. Possui ainda, academias de ginástica ao ar livre, pista de skate e canchas de bocha. 3.8. RELIGIOSIDADE De acordo com o Relatório das Religiosidades, das quinze cidades com o maior percentual de seguidores da Umbanda e Candomblé do Brasil, quatorzes são gaúchas, onde Cidreira aparece em primeiro lugar com 5,86%, Viamão em segundo lugar (5,26%), Alvorada em terceiro lugar (4,08%), Bagé em quarto lugar (3,94%), Rio Grande em quinto (3,93%), Pelotas em sexto (3,38%), Porto Alegre em sétimo (3,36%), Santana do Livramento em oitavo (3,32%), Pedro Osório em nono lugar (3,13%), Barra do Ribeiro em décimo lugar (3,07%), Guaíba em décimo primeiro (3,0%), Piratini em décimo lugar (2,9%), Charqueadas em décimo terceiro lugar e, Balneário Pinhal (2,79%). No Censo de 2010 foram avaliadas as religiões, distribuídas em religião católica apostólica romana, espírita e evangélica, sendo, 8606 (67,93%) pessoas católicas, 606 pessoas (11%) espíritas e 1.524 (35%) pessoas evangélicas. 4. SAÚDE 4.1. Plano Municipal de Saúde De acordo com o Plano Municipal de saúde — PMS - do Município de Cidreira 2014-2017, o documento tem a função de nortear as ações de saúde, destinando-se ao uso intemo de todos os setores da Secretaria da Saúde. Através da elaboração do documento, visam estruturar e planejar de forma adequada os passos a serem dados na área da saúde cidreirense durante os próximos anos, com o objetivo de buscar resultados satisfatórios para a população atendida. Visa ainda, ampliar a qualidade do atendimento aos usuários do sistema, buscando soluções e altemativas que integrem os anseios e reivindicações do: munícipes. O Plano está em conformidade com as definições das normas vigent no Sistema único de Saúde — SUS. Aponta diretrizes de universalidade, equi e integralidade, voltadas para a implementação da atenção básica e educação permanente dos profissionais, para atingir os objetivos e a utilização dos recursos orçamentários do FMS de forma adequada. 4.2. INDICADORES DE SAÚDE GERAL O Município apresenta um percentual de intemações sensíveis a atenção básica, estando acima da média da região e abaixo da média do Estado. No período entre 2010 e 2011 0 percentual reduziu, mas nos anos 2012 e 2013 voltou a crescer. ANO % 17,8 18º CRS | 17,3% RS | 20,7% L Percentual de internações — Fonte: Plano Municipal de Saúde de Cidreira Na tabela abaixo, dos dados por ciclo de vida, pode-se verficar as intemações sensíveis a atenção básica que fazem parte deste percentual. 4.3. DADOS EPIDEMIOLÓGICOS POR CICLO DE VIDA 09a 19 anos O Município, conforme o IBGE possui uma população de aproximadamente 1774 habitantes nesta faixa etária, dando um percentual de 13,39%, sendo 55% do sexo masculino e 45% do sexo feminino. Nesta população, no ano de 2013, ocorreram 86 intemações, sendo um percentual de 9,63% do total de 893 intemações deste período. Predominam da seguinte forma: É “4 Afecções originadas no período perinatal — TI] 2.Algumas doenças infecciosas e parasitárias 1 3.Doenças do aparelho respiratório 16 o Ami 4.Doenças do aparelho digestivo 9 5 Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas. 8 [6.Doenças do aparelho geniturinário 5 7.Lesões, envenenamento e algumas outras consequências externas 4 [ 8.Doenças do aparelho circulatório 2 Intemações — Fonte: Plano Municipal de Saúde de Cidreira Das 86 intemações ocorridas nesta faixa etária, 26 foram em menores de 1 ano de idade, dando um percentual de 64%. Das 11 intemações por algumas doenças infecciosas e parasitárias, em 2013, obtêm-se os seguintes dados: Outras infecções intestinais bacterianas 1 1] 2 Diarréia e gastroenterite originárias por infecções presumidas 2 Lu infecções por outras microbactérias |ocsps Coqueluche t— Septicemia estreptocócica Outras septicemias Es Infecções bacterianas de localização não especificada Sífilis congenital Doenças infecciosas e parasitárias Das 26 intemações em período neonatal, em 2013: Transtomos relativos a gestação curta/peso baixo ao nascer 11 Asfixia ao nascer Desconforto respiratório em RN Outras afecções respiratórias originárias em período perinatal 1 Septicemia bacteriana em RN RE Teterícia neonatal por outras causas e as NE Et Transtomo transitório metabólico específico do feto ou RN 2 De acordo com o Plano Municipal de Saúde, acredita-se que a administração deverá apresentar ações de melhoria da atenção básica no acompanhamento das crianças nesta faixa etária. Não ocorreram óbitos na faixa etária de 2 a 19 anos, somente internações. O Município, em uma série histórica desde 2004, apresenta em relação à mortalidade infantil em menores de 1 ano, os dados abaixo: Verifica-se que o maior número de mortes em menores de 1 ano foi em 2009 e 2010, decrescendo a partir de 2011. O município apresenta uma série histórica de cobertura vacinal conforme a tabela abaixo: 132,26 [É .70 Não foi alcançada a meta preconizada de 95% a partir de 2010, apesar de ter melhorado a cobertura em 2013. VE Série Histórica de Baixo Peso em menores de 5 anos: 2008 2008 6,12 88 Série histórica de acompanhamento das famílias beneficiárias do Programa Bolsa família acompanhadas pela atenção básica: Adolescente: 10 a 19 anos O município possui uma população de 2.306 habitantes nesta faixa etária, dando um percentual de 17%, sendo 52% do sexo masculino e 47% do sexo feminino. Pelo sistema de informação de mortalidade não houve mortes nesta faixa etária acima descrita em 2013. Em termos de intemações teve 66 do total de 893, dando um percentual de 7,39%. Estas predominam conforme tabela abaixo: "A.Gravidez, parto e puerpério T 3 2.Neoplasias Rd [3Doenças do aparelho digestivo E F&Aparhorespiratório | 5.| [5. Lesões, envenenamento é Gs | outras consequências externas 5 | 6. Doenças do aparelho geniturinário 3 — is ts, Com relação à tabela acima, das 30 intemações no item 1 duas foram de adolescentes de 10 a 14 anos. Estes dados confirmam o percentual de gestantes adolescentes conforme série histórica de gestação na adolescência na tabela abaixo: I 2004 2005 2007 | 2008 | 2009 | 2010 | 20% | 2012 | 2015 a [= 25 [30 [29 | 32 = % 257 | 197 ET, 28 | 2635 | 1560 | 24,00 | 15,08 | 19,4 | 19,6 27 | 161 [188 | TE'CRS : 168 RS 16,3 | Podemos verificar de que o município apresenta um percentual de gestantes adolescentes acima da média do Estado e da Região, porém ainda se encontra em nível aceitável considerado até 20 %. Adulto: 20 a 59 anos A população nesta faixa etária é de 6.696 habitantes, dando um percentual de 48% do total da população, sendo 47,68% do sexo masculino e 52,34% do sexo feminino. Nesta faixa etária a mortalidade em 2013 ficou com 27 mortes, com causas predominantes conforme abaixo: 1.Causas extermas de morbidade e de mortalidade 7 1.Doenças infecciosas e parasitárias 5 2 Aparelho circulatório 4 Em relação a morbidade e intemações nesta faixa etária, o município teve 424 de um total de 893, dando um percentual de 47% do total destas. Estas predominaram na faixa etária de 50 a 59 anos (304) e de 20 a 29 anos (120). As mesmas ocorreram pelos seguintes problemas: 1.Gravidez, parto e puerpério 127 2.Doenças do aparelho digestivo 58 | - - mi] [3Doenças do aparelho circulatório 49 4 Lesões, envenenamento e algumas outras consequências de causas externas. 43 5.Algumas doenças infecciosas e parasitárias 31 &.Doenças do aparelho geniturinário | 29 1 7.Neoplasias 23 EL w>>————— — 8.Doenças do aparelho respiratório 22 9.Doenças da pele e do tecido subcutâneo 14 Lo 10. Transtornos mentais e comportamentais 13 [11.Doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo. 9 12.Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas. 6 Observa-se que a primeira causa de intemação foi por gravidez, parto e puerpério, significando que as gestantes estão com bom acesso a rede hospitalar, o que é um indicador positivo. Já em terceiro lugar ficaram as doenças relacionadas ao aparelho circulatório, tendo como base as doenças crônico-degenerativas. Em relação à mortalidade matema, o município, numa série histórica, apresenta os dados abaixo: ANO 2009 | 200 | 2011 2012 2013 Nº absoluto [3] | 0 0 0 0 4.4. ATENÇÃO À SAÚDE O sistema municipal de saúde do município de Cidreira está estruturado com quatro unidades básicas de saúde, um centro de Saúde da Mulher, um Pronto- Atendimento 24 Horas, um centro de vigilância em saúde e a parte administrativa da secretaria municipal de saúde. Atenção primária (básica) em saúde A Atenção primária em saúde é ofertada aos usuários de Cidreira através das quatro unidades básicas de saúde, onde a Estratégia de Saúde da Família foi adotada como modelo reordenador das práticas da Atenção Básica. Este modelo adotado representa uma concepção voltada para a promoção de saúde e qualidade de vida. Entender o sujeito em seu ambiente familiar e em seu contexto econômico, social e cultural, bem como envolver os usuários na gestão do sistema de saúde e na construção de sua própria saúde são estratégias da saúde familiar. Estas ações são estabelecidas com O fortalecimento da Atenção Básica e auxilia na redefinição da rede de serviços e processo de trabalho dos profissionais de saúde, permitindo o avanço na organização e oferta de serviços dos demais níveis de atenção, visando à integralidade da assistência à saúde. O município possui 4 equipes de ESF e também conta com Médico Pediatra, Terapeuta Ocupacional e Psicóloga. pa De acordo com a Secretaria da Saúde, nos últimos anos, vem acontecendo um intenso crescimento populacional nessa faixa litorânea, devido a imigração de pessoas provenientes das cidades metropolitanas, buscando melhor qualidade de vida. Atualmente Cidreira possui uma população de aproximadamente 15.000 pessoas cadastradas em nossa Rede Pública de Saúde, conforme dados do último SIAB 07/2014. Com base nesses dados a gestão pública atual traçou um remapeamento, com vistas a implementação de uma nova equipe, visando alcançar O índice de 100% de cobertura da População pelas Unidades de Saúde da Família nos próximos anos. Aproveitando esta necessidade de remapeamento e adequação da nova realidade da estrutura de saúde de Cidreira e, a abertura da Unidade de Saúde da Família 4, busca-se uma maior humanização no atendimento e, consequentemente a aproximação com a comunidade, os nomes fantasias das unidades de saúde foram alterados, buscando efetivação da nova realidade. >» USF |- Nazaré — alterado para USF —- BRISA DO MAR » USF Il- COSTA DO SOL - alterado para USF - COSTA DO SOL > USF Ill - CENTRO - alterado para USF — DUNAS CLARAS E a nova Unidade de Saúde da Família - USF — CAMINHOS DO FAROL A população do município possui acesso ao atendimento das clínicas básicas através das quatro hoje constituídas conforme descrição abaixo: ESF Área deabrangência T Número de famílias Número pessoas atendidas 1 USF 01 - Brisa do Mar 1443 4085 Z”— [USF02-Costa do Sol [71040 3264 3—[ USE 03= Dumas Claras [1278 4168 Lo [74 |— | USF 04- Caminhos do Farol 1344 3758 Dados coletados pelos Agentes Comunitários de Saúde do Município 5. EDUCAÇÃO De acordo com o artigo 113 da Lei n.º 1888/2011 (Lei Orgânica do Município de Cidreira, revisada e consolidada), “a educação é direito de todos e dever do Poder Público e da família, será promovida e incentivada no Município, com a colaboração da sociedade, baseada na justiça social, na democracia e no respeito aos direitos humanos, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania, prevendo articulação cooperadora do Estado e da União”. A rede municipal conta com quatro escolas de ensino fundamental, que atendem 1.615 alunos (Séries iniciais, séries finais e EJA), quatro de educação infantil que atendem 594 alunos e um Centro de Atenção ao Educando, com 32 alunos em sala de aula e 101 atendimentos com os profissionais técnicos. Todas as unidades estão em pleno funcional e localizadas na zona urbana. A rede estadual tem 2 escolas, sendo uma de ensino fundamental e outra com ensino fundamental e ensino médio, também localizadas na zona urbana em pleno funcionamento. Situação de Funcionamento das Escolas no Município e cido Se ada) 43173110 sue palio SILVEIRA Em atividade Estadual Urbana |+— ——+ 43046150 | EMEF ILDO MENEGHETTI Em atividade Municipal Urbana 43006329 1 replicar Em atividade Municipal Urbana 43196020 EMEI TIO SILVIO Ematividade | | Municipal Urbana 43299059 | ESC EDUC INF ABC | Ematvidade Privada “| Urbana [ES Lo 43196004 EN DE EDINFVOVO | Em atividade Municipal Urbana E 1 | asso ESSO DE EDUCINFTIO | Em atividade Municipal Urbana t T— — E ESC MUN DE ENS FUND q = 43201652 | FRANCISCO MENDES Em atividade Municipal | sm + ESC MUN ENS FUND q = 43173918 ALFREDO PEDRO DA SILVA Em atividade Municipal Urbana ESC MUN ENS FUND 7” = 43046118 |MARGILIO DIAS em atividade municipal L urbana pts a dra AO Em atividade Municipal Urbana Rede de Ensino — Cidreira — Maio 2015 Municipal “Estadual | Privada | Total Tabela 6 — Informações coletadas'nas escolas nos dias 26'e 28/05/2015 “Soma total de alunos do Berçário/Maternal e Pré-escola -Pré-escola *"Centro de Atenção ao Educando (atendimento pedagógico e clínico) A rede municipal tem 2241 alunos matriculados no ano de 2015 (Maio/2015), distribuídos em creche, pré-escola, ensino fundamental, EJA e atendimento pedagógico (32 alunos) e clínico no Centro de Atenção ao Educando. Na Escola Estadual Herlita Silveira Teixeira estão matriculados 500 alunos, sendo 21 na educação infantil (Pré-escola), 235 nas séries iniciais e 244 nas séries finais. Na Escola Estadual de Educação Básica Raul Pilla estão matriculados, atualmente, 929 alunos, sendo 133 nas séries inicias do ensino fundamental, 118 nas séries finais do ensino fundamental, 365 no ensino médio normal (manhã, tarde e noite), 217 alunos na EJA Médio e 96 alunos no Pós Médio. Na Escola ABC estão matriculados 44 (zero a três anos, pré-escolar — quatro e cinco anos). O número total de alunos matriculados nas escolas da rede de ensino de Cidreira é de 3714 no mês de maio de 2015. A SMEC está estruturada por setores, sendo, setor de Compras (2 servidores), Patrimônio/Contabilidade (1 servidor), Almoxarifado (1 servidor), Manutenção ônibus (1 servidor) DRH (2 servidores), Supervisão Escolar (1 servidor), Transporte Escolar (Chefe Transporte mais 1 servidor), Informática (1 servidor), Censo Escolar (1 servidor). Também com 1 servidor para serviços gerais, dois para manutenção escolar e conta com 10 motoristas. Possui uma frota de 12 veículos, sendo 5 micro-ônibus, 7 ônibus, um veículo Zafira e uma Kombi doada pela Universidade de Caxias do Sul, através do Projeto Lagoas Costeiras. 5.1. ENSINO FUNDAMENTAL No ano de 2014 a EMEF lido Meneghetti formou sua primeira turma de ensino fundamental completo, para alegria dos alunos e da comunidade escolar, pois, atualmente, Os alunos do bairro lido Meneghetti estudam no bairro em que residem e não precisam deslocar-se para outras escolas do Município. A ampliação dos anos foi gradativa. Oferece pré-escola ao 9º ano. Atualmente está com mais obras para adequar os espaços e oferecer mais conforto aos alunos. À obra também contempla laboratório de Ciências. Recebeu laje pré moldada para proteger seus alunos dos fortes ventos. Antes da instalação da obra atual, a escola tinha uma estrutura de 81.028,82 m? e nova obra (em andamento) mais 235,88 me, totalizando 1.264,70 m?. O ginásio da escola possui 862,10 m?. A EMEF Marcílio Dias oferece ensino do 1.º ao 9.º ano e a modalidade EJA Fundamental. A escola foi totalmente reformada e ampliada, pois atende alunos de todos os bairros da cidade. Possui ainda, um elevador de acessibilidade para atender seus alunos com dificuldades de locomoção. Possui um excelente laboratório de Ciências e uma ampla biblioteca, bem como outros espaços adequados e confortáveis. O prédio da escola possui 3.024,29 m? e o Complexo Esportivo 3.095,90 mê. As paredes extemas da escola e o muro foram revestidos com piso para evitar pichações. Também possui laje. A EMEF Alfredo Pedro da Silva atende alunos do Parque dos Pinus e da Antena, principalmente, da pré-escola ao 5.º ano do ensino fundamental. O terreno ao lado foi desapropriado para construção de mais salas de aula e consequentemente, pudesse atender mais alunos. Possui 777,80 m?. A EMEF Francisco Mendes atende alunos do próprio bairro e já atende alunos até o 8.º ano do ensino fundamental desde 2013. A escola necessita de espaço maio, apesar de já ter sido ampliado e a projeção é construir prédio novo ao lado do ginásio pertencente à mesma. Atualmente possui 598,25 m?. Ensino: Matrículas Da Rede Escolar - 2005 === =D Escolas - Ensino fundamental | 6 Escolas = Escolas - Ensino fundamental - escola pública estadual = 2 Escolas = Matrícula - Ensino fundamental - escola pública estadual Escolas - Ensino fundamental - escola pública municipal 4 Escolas Escolas - Ensino médio 1 Escolas == = Escolas - Ensino médio - escola pública estadual a 1] Escolas tas - Ensino pré-escolar 9 Escolas Escolas - Ensino préescdal* | RA 4a Escolas - Ensino pré-escolar - escola pública estadual 2 Escolas a — Escolas - Ensino pré-escolar - escola pública municipal —L a pi Matrícula - Ensino fundamental 1.872 || Matrículas | Dna À 914 || Matrículas "IE = Matrícula - Ensino fundamental - escola pública municipal 958 | Matrículas [== Do | trícula - Ensino médio 423 nice atrícula - Ensino médio - escola pública estadual | 423 | Matrículas = . trícula - Ensino pré-escolar L 308 | Matrículas Matrícula - Ensino pré-escolar - escola pública estadual | 105 || Matrículas | Matrícula - Ensino pré-escolar - escola pública municipal se ———— 203 | Matrículas Fontes: (1) Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP -, Censo Educacional 2005; Ensino: Matrículas da Rede Escolar - 2012 = F | Escolas - Ensino fundamental 6 Escolas Escolas - Ensino fundamental - escola pública estadual 2 Escolas | == . Escolas - Ensino fundamental - escola pública municipal 4 JJ] Escolas [EE F E tas - Ensíno médio 1 Escolas Escolas - Ensino médio - escola pública estadual L 1 Escolas las - Ensino pré-escolar Escolas r Escolas - Ensino pré-escolar - escola privada 1 Escolas s - Ensino pré-escolar - escola pública estadual 1 Escolas E = Escolas - Ensino pré-escolar - escola pública municipal | 5 | Escolas = trícula - Ensino fundamental 2.048 | Matrículas Matrícula - Ensino fundamental - escola pública estadual | 793 || Matrículas E | atrícula - Ensino fundamental - escola pública municipal Au, Matrícula - Ensino médio 393 || Matrículas == jatrícula - Ensino médio - escola pública estadual 393 || Matrículas aC ícula - Ensino pré-escolar 234 || Matrículas ep atrícula - Ensino pré-escolar - escola privada 13 Matrículas DP | = Matrícula - Ensino pré-escolar - escola pública estadual 18 Matrículas [Rs Matrícula - Ensino pré-escolar - escola pública municipal 203 || Matrículas LES OOe Fonte: (1) Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2012. NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. Ensino: Matrículas da Rede Escolar - 2015 = Escolas - Ensino fundamental A 6 || Escolas Escolas - Ensino fundamental - escola pública estadual 2 || Escolas = = Escolas - Ensino fundamental - escola pública municipal 4 | Escolas Escolas - Ensino médio 1 || Escolas = lEscolas - Ensino médio - escola pública estadual. J 1 || Escolas Escolas - Ensino pré-escolar JJ 6 || Escolas AL = Escolas - Ensino pré-escolar - escola privada a 1 || Escola o Escolas - Ensino pré-escolar - escola pública estadual 1 || Escola Escolas - Ensino pré-escolar - escola pública municipal 4 | Escolas cula - Ensino fundamental 2345|| Matrículas atrícula - Ensino fundamental - escola pública estadual [Matrícul - Ensino fundamental - escola pública estadual. | Matrículas hdi 38 Matrícula - Ensino fundamenta! - escola pública municipal eis] pan Matricula - Ensino médio | 582 | Matrículas Matrícula - Ensino médio - escola pública estadual ES | Matrículas | Matrícula Pós Técnico — Estadual = | 96 | Matrículas E la - Ensino pré-escolar [ses Matrículas Matrícula - Ensino pré-escolar - escola privada (4, 5 anos) [4 | Matrículas Matrícula - Ensino pré-escolar - escola pública estadual (5 anos) 21 || Matrículas ] Matrícula - Ensino pré-escolar - escola pública municipal (4,5 anos) | 268 || Matrículas Matrícula Creche ES Matrículas fMatrícua — Creche — Municipal (0 a 3 anos) | [319] Matrículas Matrícula — Creche — escola privada (0 a 3 anos) [27 | Matrículas LS"... ESCOLAS ESTADUAIS Existem duas escolas estaduais. A Escola Estadual de Educação Básica Raul Pilla, com ensino fundamental, ensino médio, EJA ensino médio e Pós Técnico. No dia 05/05/2015 a escola completou 88 anos de existência. Possui 16 docentes no ensino fundamental, 16 docentes na EJA Médio, 27 docentes no ensino médio normal, 18 docentes no curso profissionalizante médio e 7 professores no curso pós-técnico. Possui ainda, 18 servidores, 04 Supervisores Escolares e 04 Orientadores Educacionais. Atende uma turma de cada ano do ensino fundamental (1.º ao 9.º ano) e, 4 turmas de 1.º ano do ensino médio, 4 turmas de 2.º ano do ensino médio, 3 turmas de 3.º ano do ensino médio, 6 turmas de EJA médio, 4 turmas de ensino médio profissionalizante e 4 turmas do de pós médio. Total de alunos matriculados: 929 (posição em 26/05/2015). A Escola Estadual Herlita Silveira Teixeira atende alunos do ensino fundamental, atende alunos no 1.º ao 9.º ano e possui uma única turma de pré- escola - 5 anos, com 21 alunos (posição do dia 26/05/2015). Estão matriculados mais 479 alunos (235 séries iniciais; 244 séries finais). 3 FO IDEB REDE ESCOLAR Índice de Desenvolvimento da Educação (IDEB). Indicador de qualidade educacional calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar (Censo Escolar) e média de desempenho nas avaliações do INEP (SAEB e Prova Brasil). Varia de zero a dez, sendo que, quanto maior, melhor a qualidade educacional. IDEB Ensino Fundamental — Anos Iniciais — 2013 Pública Estadual Tabela Fonte: INEP IDEB Ensino Fundamental - Anos Finais = 2013 Municipal Estadual Tabela Fonte: INEP INVESTIMENTO TOTAL EM EDUCAÇÃO - EVOLUÇÃO Aplicação em ações de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino — MDE, de acordo com O estabelecido na Lei n.º 9.394/96 — Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. É esmero | 21.425.256,92 6.024.746,07 19.086.734,14 6.096.785,74 [He | 17.383.829,14 4.855.135,96 14.540.199,89 3.285.085,11 22,59 Tabela Fonte: TCE/RS — Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul DIAGNÓSTICO 2005 — 2012 — 2013 REDE DE ENSINO - ENSINO FUNDAMENTAL Analisando as três tabelas acima, constata-se que, no ano de 2005, estavam matriculados 914 alunos na rede estadual (2 escolas) e 958 na rede municipal (4) escolas. Existiam 50 professores na rede estadual e 68 professores na rede municipal, totalizando 1872 alunos. No ano de 2012 0 total de matrículas do ensino fundamental era de 2048, reduzindo O número de alunos da rede estadual (793 para as duas escolas) e aumentando O número de matrículas na rede municipal para 1255, significando uma redução de mais de 15% da oferta de vagas na rede estadual nas duas escolas e, um aumento de mais de 30% na rede municipal para as mesmas 4 escolas. No ano de 2015 estão matriculados 730 alunos na rede estadual, com uma redução de 63 alunos em relação ao ano de 2012, isto é, diminuindo um percentual de 8,64%. A rede municipal teve um aumento de 360 alunos, perfazendo um acréscimo de 28.7% na oferta de vagas para O ensino fundamental em relaç ao ano 2012, com as mesmas 4 escolas, que necessitaram de refor ampliação para atender a demanda. A Comissão não recebeu outros dados da Escola Herlita Silveira Teixeira (com exceção do número de alunos), entretanto, pode-se fazer uma avaliação também na diminuição das turmas de ensino fundamental, usando com parâmetro a Escola Raul Pilla que atualmente, atende uma turma para cada ano tanto nas séries iniciais (1.º ao 5.º ano) como nas séries finais (6.º ao 9.º ano). Na rede municipal (2015) atende-se 7 turmas no 1.º ano, 7 turmas no 2.º ano, 10 turmas no 3.º ano, 9 turmas no 4.º ano, 6 turmas no 5.º ano, 8 turmas no 6.º ano, 8 turmas no 7.º ano, 5 turmas no 8.º ano e 3 turmas no 9.º ano. Contando que todos os alunos matriculados no ensino fundamental (SI + SF) sejam aprovados e não haja nenhuma transferência de outro Município, teremos 67 turmas, mais 4 além das já existentes em 2015. para atender mais alunos no ensino fundamental será necessário parceria entre Município e Estado, considerando também que, a responsabilidade desta modalidade de ensino é de responsabilidade de ambas as redes. Ocorre que, O Município está ficando sem recursos para atender a constante demanda pela procura de vagas e atualmente, não há como aceitar transferências internas (Estado para Município), por conta do número de alunos matriculados na rede municipal de ensino. Oo Município de Cidreira vem investindo significativamente na reforma e na ampliação das unidades escolares de ensino fundamental, mas, preocupa-se com a falta de recursos. Mais alun significam mais transporte escolar, mais alimentação, mais material escolar, mas professores € servidores. A proporção de crianças de onze a treze anos frequentando os anos finais do ensino fundamental cresceu 83,53% entre 1991 € 2000 e 20,87% entre os anos de 2000 a 2010. A proporção de jovens entre quinze e dezessete anos com ensino fundamental completo cresceu 293,49% no período compreendido entre 1991 e 2000 e 14,24% no período entre 2000 e 2010. A proporção de jovens entre dezoito e vinte anos de idade com ensino médio completo cresceu 162,75% entre 1991 e 2000 e 46,87% entre 2000 e 2010. Em 2010, 0,87% das crianças de seis a quatorze anos não frequentavam a escola, percentual este que, entre os jovens de quinze e dezessete anos atingia 21,50%. A taxa de analfabetismo da população de dezoito anos ou mais diminuiu 6,35% nas últimas duas décadas. Segundo O IBGE, no Censo de 2010, a taxa de analfabetismo do Estado do Rio Grande do Sul foi de 4,5% e no Brasil de 9,6% em pessoas com quinze anos ou mais. De acordo com O Portal População (htto://populacao.net bripopulacao- cidreira rs.html), no ano de 2010 existiam 11.293 pessoas alfabetizadas e 1.375 não alfabetizadas. Taxa Distorção Idade-Série e Aprovação - Rede de Ensino Desde o início da implantação do Piso Nacional, nenhum professor da rede municipal percebeu Os proventos abaixo do estabelecido na respectiva Lei. Atualmente, a SMEC e a Comissão de professores estão reestruturando O plano de Carreira do Magistério Público Municipal. 5.2. EDUCAÇÃO INFANTIL Conforme a Constituição Federal de 1988, no seu art. 208 “O dever do Estado com a Educação Infantil será efetivado mediante a garantia de atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a quatro anos de idade”. No art. 29 da LDB (1996) “A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade O desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus a físicos, psicológico, intelectual e social, completando a a família e da comunidade”. Ainda a LDB (1996), art. 30 “A educação infantil será oferecida em creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até três anos de idade; e pré-escolas, para crianças de quatro a seis anos de idade”. Para atender a população nesta faixa etária, O Município de Cidreira ampliou todas as escolas de educação infantis existentes e, construiu mais uma no Bairro Parque dos Pinus, que atende, principalmente, as crianças do bairro e da comunidade da Antena. A EMEI Tio Silvio passou por ampla reforma e ampliação, possuindo atualmente 557,20m?, contando com espaço amplo e adequado para atender seus alunos do berçário, maternal, pré-escola para alunos com 4 e 5 anos. Praticamente dobrou o número de vagas após a obra. Oferece estrutura mais sólida por ter recebido laje pré moldada para proteger suas crianças dos fortes ventos do Litoral Norte. Após a reforma passou a atender aproximadamente 250. Antes da reforma atendia 127 crianças. A EMEI Tio Moisés também foi reformada e ainda necessita de ampliação. A projeção é construir novo prédio nos fundos da escola para atender mais alunos do bairro Costa do Sol e lido Meneghetti. A EMEI Vovó Jura foi ampliada e reformada para atender mais alunos. Recebeu laje pré moldada. Não há mais espaço para mais ampliações. A EMEI Tio Jorge foi inaugurada no mês de março de 2014 e atende aproximadamente, 1430 alunos dos bairros Parque dos Pinus e Antena, do berçário à pré-escola. Tem uma excelente estrutura. Fomos contemplados com uma escola Prolnfância do Governo FederaPAR, através do Sistema Registro de Preços do ENDE. Esta unidade atenderá, aproximadamente 100 alunos. Está localizada no Bairro Nazare Atualmente a obra está paralisada a pedido da empresa contratada, que atraso nos repasses de recursos. A conclusão de mais esta unidade educacional de educação infantil irá contribuir significativamente com a população residente naquela localidade. No ano de 2012, de acordo com a Radiografia da Educação Infantil, apresentada pelo Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul, a taxa de atendimento do Município (alunos/população) era de 42,91% que correspondia a 260 crianças atendidas para uma população de 606 crianças nesta faixa etária, necessitando oferecer mais 43 vagas para a creche, considerando a meta de cumprir 50% do PNE. No mesmo Relatório, a população de crianças com 4e 5 anos de idade era de 339 crianças e 232 alunos atendidos, correspondendo a 68,44% a taxa de atendimento. Apontou-se a necessidade de criar mais 107 vagas. Atualmente, estão matriculadas 319 crianças de zero à 3 anos de idade e 268 de4e 5anose a necessidade de mais vagas ainda persiste, considerando o aumento de crianças nesta faixa etária e a continuidade de mais pessoas vindo a residir no Município. Mesmo com a ampliação/construção das instituições escolares ainda necessita-se de mais vagas para atender a população desta faixa etária. Diariamente, a Secretaria de Educação recebe inúmeros pedidos de vaga, sendo os alunos oriundos de diferentes Estados € Municípios, entre eles, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, POA e região metropolitana. Atribui-se a procura por mais tranquilidade para a criação dos filhos. Outro fator preponderante que deve-se levar em conta foi a criação do Centro e Atenção ao Educando. Diversas pessoas vieram morar n Município, informando à SMEC a facilidade no atendimento às suas crianças com deficiência, explicado pelo número de alunos matriculados, atualmente. No período de 4991 a 2000, a proporção de crianças de cinco a de idade na escola cresceu 165,68% e no período de 2000 a 2010 cresceu 23,09%. ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL PRIVADA A Escola de Educação Infantil ABC localiza-se na área central do Município e atende alunos de creche e pré-escola de 4 e 5 anos de idade. Evolução Matrículas em Creche - Atendimento Integral Faia 2010 149 46 2011 º | 162 20º | Hã | 22º | 9º | 5 [do | 48º | rama | 323 Ta 5.3. CENTRO DE ATENÇÃO AO EDUCANDO O Centro de Atenção ao Educando, criado no ano de 2005, através das Lei 4279/2005, iniciou suas atividades no início do ano de 2006 com 5 alunos, que antes eram transportados até a APAE de Tramandaí. Na época verificou-se O gasto desnecessário com O desgaste de um veículo Kombi, manutenção do mesmo, motorista, repasse financeiro e o pagamento de uma profissional cedida à instituição. Um prédio foi recuperado para atender as crianças (5) € hoje, com excelentes adequações modemas, atende mais alunos da rede municipal, em tumo inverso e iniciou parceria, com a rede estadual. Possui salas de atendimento para Os 8 profissionais técnicos, sendo duas Psicólogas, uma Fonoaudióloga, uma Psicopedagoga e uma Orientadora Educacional. O Centro conta também com uma Terapeuta Ocupacional e uma Fisioterapeuta, cedidas pela Secretaria da Saúde, através de parceria, além de proporcionar também, um Pediatra e uma Agente Comunitária de Saúde para desenvolver atividades com os alunos, preventivas, de promoção à saúde e de atendimento individual. Essas ações são realizadas esporadicamente, conforme solicitação da Direção do estabelecimento. O Centro de Atenção ao Educando também possui uma sala de aula para atendimento pedagógico, sendo 32 alunos distribuídos em quatro turmas. Devido as patologias, as turmas são pequenas para atendimento personalizado. Possui ainda, sala de informática, brinquedoteca e sala de artes. Tem um micro-ônibus escolar exclusivo com elevador de acessibilidade para transportar alunos com necessidades de locomoção. Dos 32 alunos matriculados, 23 possuem laudo, com as patologias descritas na tabela abaixo e 9 não possuem laudo, mas 5 apresentam Síndrome de Down. | E 70 > F71.1 F79 F79.1 F8o Transtornos específicos do desenvolvimento da fala e da linguagem F8 Transtomos Globais do Desenvolvimento F 840 Transtornos Globais do Desenvolvimento: Autismo Infantil F90 Transtornos hipercinéticos | Outros transtornos comportamentais e emocionais com início habitualmente F98.4 durante a infância ou a adolescência: a E Alunos de Sala de Aula do CAE Retardo Mental Leve Retardo Mental Moderado F71 portamento, Retardo Mental Moderado - comprometimento significativo do com requerendo vigilância ou tratamento Retardo Mental não Especificado Retardo Mental não Especificado: comprometimento significativo do comportamento, requerendo vigilância ou tratamento | Estereotipias motoras Lo TT H53 Distúrbios visuais o G40.9 Epilepsia não Especificada G 80.9 Paralisia Cerebral não Especificada H 90 Perda de Audição H54 Cegueira e visão subnormal 020 Hemorragia do Início da Gravidez Q90 Síndrome de Down 290.9 Síndrome de Down não especificada Resultado Final do Censo Escolar 2014 Número de Alunos Matriculados presencial) e inciuidos E El médio: Fenda anédi Creci Pré- Anos. ANOS uia Prof. EIA EJA mental - * Escola Iniciais Finais Nível Fundi? Médio? É Estadual 0 [o [o 1 17 2 (o) [o º Municipal 321 257 [o o 2 2 17 º [o 2 0 JEIRA o Privada 31 19 [o] [o [o o o o [o 0 o o [o o Total 352. 307 1103 87 362 E 220 164 0 EN) 4 3 34 10 [u 2 [o] 1 Inclui os alunos do Ensino Médio Integrado e Ensino Médio Normal 2 inclui os alunos da Educação de Jovens e Adultos Integrada à Educação Profissional Estratégias para o desenvolvimento de processos mentais Técnicas de orientação e mobilidade Ensino da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS Estratégias para enriquecimento curricular Ensino da usabilidade e das funcionalidades da informática acessível Ensino da Lingua Portuguesa na modalidade escrita Estratégias para autonomia no ambiente escolar CENSO 2014 — CAE Situação do Estado do RS e do Município de Cidreira em relação à meta Nacional — Indicadores 4 A-Percentual da população de 4 a 5 anos que frequenta a escola | Meta: 100% 4 B-Percentual da população de 0a3anos que frequenta a escola 23,2% 29,9% 26,5% Meta: 50% 2 A-Percentual da população de 6a 14 anos que frequenta a escola 98,4% 98,3% 99,1% Meta: 100% 2 B- Percentual de pessoas de 16 anos com | pelo menos o ensino fundamental concluído 66,7% 69,8% 61,7% | Meta: 95% 3 A- Percentual da população de 15a 17 T anos que frequenta a escola 84,3% 84,5% 78,5% Meta: 100% 3 B-Taxa de escolarização líquida do ensino | médio da população de 15 a 17 anos 55,3% 55,5% 34,8% Meta: 85% 4-Percentual da população de 4a 17 anos com deficiência que frequenta a escola 85,8% 83,4% 86,9% Meta: 100% 5- Taxa de alfabetização de crianças que | concluíram o 3º ano do ensino fundamental 97,6% Meta: 100% 6 A-Percentual de escolas públicas com alunos que permanecem pelo menos 7h em 34,7% atividades escolares | Meta: 50% |6 B-Percentual de alunos que permanecem no | pelo menos 7h em atividades escolares | Meta: 25% 13,2% 15,0% 12,1% 7 "8 A-Escolaridade média da população de 18 | a 29 anos ' Meta: 12 anos 9,8% 10,0% 9,2% "8 B-Escolaridade média da população de 18 À | a 29 anos residente em área rural | Meta: 12 anos 7,8% 9,0% —A |'8 C-Escolaridade média da população de 18 | a 29 anos entre os 25% mais pobres Meta: 12 anos 7,8% 8,1% 7,8% 7,9% 8 D-Razão entre a escolaridade média da população negra e da população não negra de 18 a 29 anos Meta: 100% 92,2% 90,0% 98,9% E A-Taxa de alfabetização da população de 15 anos ou mais de idade Meta: 93,5% mm 91,5% —l 95,6% 96,3% 9 B-Taxa de analfabetismo funcional da | população de 15 anos ou mais de idade | Meta: 15,30% 29,4% 30,05 16,9% [0-Percentual de matrículas de educação de E | jovens e adultos na forma integrada à | educação profissional ' Meta: 25% 1,7% 1,3% 0,0% | 16-Percentual de professores da educação | básica com pós- graduação latu sensu ou stricto sensu | Meta: 50% 30,2 38,1% 29,6% PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO - CIDREIRA META 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das crianças de até 3 (três) anos até o final da vigência deste PNE. ESTRATÉGIAS : 1.1. Manter e ampliar O atendimento na pré-escola em tumo integral para alunos de0a 3 anos e parcial para alunos de 4 a 5 anos, de acordo com a Lei Federal nº 12.796/13. 4.2. Divulgar à comunidade escolar a exigência da lei nº 12796/13 no que diz respeito ao ingresso dos alunos a partir dos 4 anos na educação básica. 4.3.Reformar, ampliar, regulamentar e construir escolas de educação infantil, com recursos do MDE (Manutenção e Desenvolvimento do Ensino) e Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) ou em parceria com a União e instituições privadas de acordo com os padrões estabelecidos em legislação vigente, respeitando as normas de acessibilidade, ludicidade e os aspectos culturais e regionais. 4.4.Garantir nas escolas de educação infantil equipamentos, mobiliários, jogos educativos, brinquedos e materiais pedagógicos, através de parcerias com governo federal e uso de recursos do MDE e Fundeb, considerando as especificidades das faixas etárias e as diversidades em todos os aspectos. 1.5.Implantar até 2019 um sistema informatizado para preenchimento de vagas na | ducação Infantil. META 2 E Universalizar o ensino fundamental de 9 (nove) anos para toda a população de 6 (seis) a 14 (quatorze) anos e garantir que pelo menos 95% (noventa e cinco por cento) dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até O último ano de vigência deste PNE. era and ——— + ESTRATÉGIAS 2.1. Construir, ampliar, reformar e regulamentar escolas de ensino fundamental, com recursos do Fundeb e MDE ou em parceria com Os demais entes federativos e instituições privadas, em conformidade com os padrões estabelecidos em legislação vigente, respeitando as normas de acessibilidade e aspectos regionais. 2.2. Designar, através de ato legal e a partir da aprovação desta lei, uma COMISSÃO PERMANENTE DE ACOMPANHAMENTO DA REDE DE APOIO (Ministério Público, Conselho Tutelar, Conselho Municipal de Educação, Secretaria Municipal da Educação, Secretaria Municipal de Saúde/Departamento de Assistência Social acompanhar a permanência e frequência dos alunos. 23.Estreitar a relação entre escola e familiamediantea participação dos pais ou responsáveis no acompanhamento das atividades escolares dos filhos. ZA.Fortalecer a relação das escolas com instituições parceiras, públicas e privadas,e movimentos sociais com a finalidade de promover atividades esportivas e culturais para livre aproveitamento dos alunos, dentro e fora dos espaços escolares como oficinas, competições esportivas e concursos. a META3 [ Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 (quinze) a | 17 (dezessete) anos e elevar, até o final do período de vigência deste PME, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85% (oitenta e cinco por cento). ESTRATÉGIAS 31. Estabelecer um diálogo permanente com o Estado, para a garantia das vagas para todos os alunos concluintes do Ensino Fundamental no Ensino Médio, nas modalidades ofertadas pela 11º CRE (Coordenadoria Regional de Ensino), conforme as demandas identificadas pela Central de Vagas, a partir do diagnóstico, garantindo a progressiva universalização do acesso. 3.2. Construir as Diretrizes Curriculares Municipais para a Educação de Jovens e| Adultos/estudantes concluintes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) Fundamental, até 2017, assegurando e monitorando o trabalho metodológico que está sendo desenvolvido. META 4 Universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, transtonos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, O acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados. E ESTRATÉGIAS 4.1. Garantir a matrícula e a transição preferencialmente para rede regular de ensino, em todas as etapas, níveis e modalidades, aos alunos oriundos da Educação Especial através do Planejamento Pedagógico Individual de Inclusão. F4.2. Manter o funcionamento doCentro de Atenção ao Educando (CAE) e garantiro atendimento pedagógico e terapêutico de alunos com necessidades educacionais especiais, alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação em parceria com o estado e entidades privadas. 4.3. Implantar e implementar gradativamente o serviço de Estimulação Precoce nas | Escolas Municipais de Educação Infantil ampliando a oferta conforme a demanda, até final da vigência deste Plano Municipal de Educação 44. Implantar e assegurar, em parceria com a União, o funcionamento das Recursos Multifuncionais (SRM) nas EMEIs e Escolas Municipais de N Fundamental (EMEFs) ampliando-as conforme a demanda. Ea 7 4.5. Consolidar O funcionamento de 40 horas semanais para todas as salas de Recursos Multifuncionais, priorizando profissionais com formações específicas para à atuação. 4.6.Oferecer e garantir aos professores que atuam na SRM a formação continuada em | serviço para atendimento de alunos com altas habilidades ou superdotação e deficiência visual e/ou auditiva. 4.7. Garantir e ampliar, a partir dos serviços das diferentes secretarias e com a parceria | dos demais entes federativos, o atendimento a todos osalunoscom deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, matriculados na rede pública de ensino. 4.8. Estender atendimento especializado para Os alunos da EJA, de acordo com a demanda, em parceria com O Estado. ls — 4.9. Promover autonomia e funcionalidade das Pessoas com Deficiência através de Programas de inclusão ao Mundo do trabalho, em parceria com instituições públicas e privadas. 240. Efetivar a política de inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais — deficiência física, visual, auditiva, múltipla, condutas típicas, altas habilidades, dificuldades acentuadas de aprendizagem, de causa orgânica ou não e surdos, nos espaços educativos adequados as suas especificidades, assegurando formação sistemática para OS trabalhadores em educação, recursos humanos e materiais especializados no sentido de qualificar a intervenção pedagógica junto a estes alunos, garantindo condições de acesso € permanência qualificados nas instituições do sistema de Ensino. 4.11. Manter e ampliar a adesão aos programas estaduais e federais que promovam a acessibilidade nas instituições públicas assegurando a perspectiva da educação inclusiva no contexto escolar. META 5 Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º (terceiro) ano do Ensino Fundamental. ESTRATÉGIAS 5A.Construção das Diretrizes Pedagógicas e Curriculares do 1º, 2º e 3º Ano de Alfabetização, considerando a continuidade da Educação Infantil, preservando O caráter lúdico das atividades desenvolvidas. Loo Eorinuada dos pi 5.2. Promover Formação Continuada dos professores da Pré Escola e dos Anos dealfabetização, de forma articulada. 5.3.Estimular a participação das famílias, promovendo um espaço de diálogo interação com a escola, buscando a conscientização sobreo seu papel na vida de seus filhos. 5.4. Instituir sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Educação e (SMEC), em parceria com Os SupervisoresEscolares um instrumento de Avaliação da Alfabetização direcionado aos alunos do 3º ano do Ensino Fundamental, o qual será aplicado obrigatoriamente no mês de junho, com o objetivo de produzir indicadores para o processo de alfabetização nas Escolas Municipais. 5.5Planejar e acompanhar as intervenções, a partir dos resultados da ProvinhaBrasil, | aos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental, e Avaliação Municipal da Alfabetização (AMA) aos alunos do 3º ano do Ensino Fundamental. [DD META 6 Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das | escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento) dos (as) alunos (as) da educação básica. — L ESTRATÉGIAS 6.1.Ampliargradativamente, no Sistema de Ensino o atendimento em Tempo Integral, através do Mais Educação e/ou de outro Programa do Governo Federal. 6.2. Estabelecer em regime de colaboração com a União e Estado, Programa de ampliação e construção de escolas conforme legislação vigente, para atendimento em tempo integral, prioritariamente em comunidades com maior número de crianças em situação de vulnerabilidade social. 6.3. Criar ações para potencializar O tempo de permanência dos alunos na escola, bem como sua qualidade, proporcionando um currículo integrado, com atividades recreativas, esportivas e culturais. 6.4. Articular as parcerias entre a escola e os diferentes espaços educativos, culturais e esportivos, como centros comunitários, bibliotecas, praças e parques, sendo estes públicos ou privados. [6.5. Ampliar a jornada escolar diária até o final da década instituindo gradativamente a escola de período integral com previsão de professores e funcionários em número suficiente, respeitando as respectivas jornadas de trabalho. e META 7 | ES Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb: — IDEB 2015 | 2017 | 2019 2021 Anos iniciais do ensino fundamental | 5,2 5,5 5,7 60 | Anos finais do ensino fundamental | 4,7 50 | 8512 5,5 Ensino Médio 4,3 47 5,0 5,2 ESTRATÉGIAS 7.4.Promover Formação Permanente com foco na capacitação dos Professores uso pedagógico das tecnologias na escola. fo 7.2.Potencializar o desenvolvimento de tecnologias educacionais e de inovação-das | práticas pedagógicas no sistema de ensino, que assegurem a melhoria—da aprendizagem e do fluxo escolar. Ls 73. Realizar estudos e análise dos dados referentes às avaliações externas municipais e federais de todas as escolas do ensino fundamental para subsidiar a elaboração de Plano de Intervenção Pedagógica nas escolas do território municipal. 7.4. Elaborar as Diretrizes Curriculares Municipais da Educação Infantil e Ensino | Fundamental de acordo com legislação vigente com orientações metodológicas e específicas, oriundas das formações continuadas oferecidas pela Mantenedora. 7.5. Garantir o cumprimento e atualização do Projeto Político Pedagógico da Rede | Municipal de Ensino conforme as diretrizes curriculares nacionais para a Educação Infantil e Ensino Fundamental. 7.6. Aprimorar as ações de apoio pedagógico para a correção de fluxo escolar, tendo em vista a redução da desigualdade educacional dentro das escolas de Ensino Fundamental. 7.8. Buscar parcerias com instituições que ofereçam cursos dePós-Graduação, 7.7.Implementar o sistema municipal de avaliação de aprendizagemda rede pública municipal de educação nos 3º e 6º Anos do Ensino Fundamental, obrigatoriamente no mês de junho de cada ano letivo, desenvolvendo os mecanismos para [o) acompanhamento pedagógico dos alunos, visando torná-lo um instrumento efetivo de planejamento, intervenção e gestão da política educacional. Núcleos de Pesquisa e Cursos de Formação para profissionais da educação, de modo a garantir a elaboração de propostas pedagógicas efetivas, bem como qualificar a Educação Municipal. 7.9. Incentivar a publicação das produções das experiências exitosas da educação municipal através da participação em congressos, publicação em revistas impressas/digitais e livros. k META 8 Elevar a escolaridade média da população de 18 (dezoito) a 29 (vinte e nove) anos, de modo a alcançar, no mínimo, 12 (doze) anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% (vinte e cinco por cento) mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. ESTRATÉGIAS 8.1.Estruturar, sob responsabilidade das mantenedoras ( Municipal e Estadual), a partir da aprovação deste PME,ações que desenvolvam metodologias capazes de priorizar acompanhamento aos estudantes com rendimento escolar defasado, considerando as, especificidades dos segmentos populacionais apontados pela meta. 8.2. Ampliar o trabalho realizado em relação às Leis Federais nº 10.639/03 11.645/08 e suas diretrizes, no decorrer de cada ano escolar e não apenas em atividades específicas do mês de abril e novembro. // 8.3. Expandir, em regime de colaboração entre as redes de ensino, as bibliotecas escolares com acervo composto por documentos, textos, livros, revistas e recursos audiovisuais, mídias digitais, que tenham como referência os estudos sobre temas abordados nas Leis Federais nº 10.639/03 e nº 11. 645/08 8.4. Garantir, sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Educação, em parceria | com os Conselhos Municipal e Estadual de Educação, que sejam cumpridos os termos das “Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana” — Resolução 1/2004 do CNE/CP. ES META 9 Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 (quinze) anos ou mais para 98,5% | até 2015 e, até o final da vigência deste PME, universalizar a alfabetização e reduzir em 60% (sessenta por cento) a taxa de analfabetismo funcional. ESTRATÉGIAS Jd 9.1. Manter e ampliar a oferta de alfabetização na rede municipal através da modalidade EJA, assegurando não só o acesso como a permanência, do aluno. 9.2. Fornecer às escolas com EJA Ensino Fundamental suporte necessário para a recepção e acompanhamento dosalunos, visando a permanência e conclusão exitosa destes educandos em seu processo de alfabetização e estudos dispondo de Equipe Pedagógica completa, composta por Vice-Diretor, Supervisor e Orientador. po 9.3.Promover formação pedagógica específica para os Educadores e demais Profissionais da Educação que atuam na modalidade EJA. 9.4.Implantar ações permanentes, em parceria com a União e Estado, que assegurem às escolas públicas de ensino fundamental, caracterizadas por analfabetismo e baixa escolaridade, a oferta de Projetos de Alfabetização, de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais propostas para a Educação de Jovens e Adultos. META 10 Oferecer, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) das matrículas de educação de jovens e adultos, nos ensinos fundamental e médio, na forma integrada à educação profissional. ESTRATEGIAS 10.1. Implantar curso técnico profissionalizante para educandos da EJA Fundamental, sob coordenação da SMEC em parceria com as redes públicas federais, estaduais einstituições privadas de ensino, que garantam aos jovens e adultos uma Educação Integrada à Educação Profissional. META 11 L Triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegu qualidade da oferta e pelo menos 50% (cinquenta por cento) da expansão no segmento público. — ESTRATÉGIAS a 41.1. Fomentar a parceria com a União, Estado, Instituições Públicas e Privadas para a oferta de Educação Profissional, conforme as demandas, garantindo progressivo acesso. META 12 Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% (quarenta por cento) das novas matrículas, no segmento público. — E ESTRATÉGIAS | 42.1.Divulgar e motivar a matrícula na educação superior da população de 18 a 24 anos. — 42.2. Favorecer a preparação para o ENEm através de ações da própria instituição escolar ou em parceria com outras instituições públicas e privadas. 12.3. Promover a divulgaçãodos Programas do Governo Federal de financiamento do ensino superior, como PROUNI e FIES nas escolas de ensino médio. 42.4. Elevar a qualidadedo ensino médio, potencializando assim, condições de | ingresso ao ensino superior público. 12.5. Assegurar em regime de colaboração, a oferta de Estágio Curricular, como parte da formação na Educação Superior. 12.6.Buscar parcerias com o Estado e a União para que os estudantes residentes neste município tenham acesso às instituições de Educação Superior. META 13 [ Elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 75% (setenta e cinco por cento), sendo, do total, no mínimo, 35% (trinta e cinco por cento) doutores. ESTRATEGIAS 43.1.Estimular através de parcerias com instituições públicas e privadas a matrícula na educação superior. 43.2. Buscar parcerias com o Estado e a União para que os Professores Efetivos neste município tenham acesso às instituições de Educação Superior. Lo — META 14 Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de = a atingir a titulação anual de 60.000 (sessenta mil) mestres e 25.000 (vinte e ci doutores. ESTRATÉGIAS [ 14.1. Incentivar a formação de Mestres e Doutores nos Programas de Pós 144.2. Buscar parcerias com instituições de Ensino Superior que ofereçam Bolsas de Estudos em Nível de Mestrado e Doutorado para os Professores Efetivos da Rede Municipal. [EE META 15 1 ESSE Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 (um) ano de vigência do PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos |, Il e Ill do caput do art. 61 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegurado que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam. ESTRATÉGIAS 15.1. Promover política de Formação Inicial e Continuada, inclusive em serviço, aos profissionais da educação. 15.2. Estabelecer e ampliar parcerias com as instituições, a fim de oferecer formação inicial e continuada para docentes e não docentes, de acordo com a necessidade observada na rede. 15.3. Conceder aos docentes licenciados, conforme sua área de atuação e formação, cursos de formação complementar. 15.4. Buscar parcerias com as instituições que possam sediar cursos de formação inicial e continuada oferecidos pela Plataforma Freire. 15.5. Garantir o acesso à Plataforma Freire, organizando a oferta e as matrículas em curso de formação inicial, pós-graduação e extensão, a fim de aprimorar a formação dos profissionais da educação. META 16 Formar, em nível de pós-graduação, 50% (cinquenta por cento) dos professores da educação básica, até o último ano de vigência deste PNE, e garantir a todos (as) os (as) profissionais da educação básica formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino. E ESTRATÉGIAS 16.1. Elaborar um portal eletrônico da SMEC para interação entre as escolas, bem como para subsidiar a atuação dos professores, disponibilizando materiais, fóruns de discussão, até 2 anos de vigência do PME. | [ 16.2. Assegurar gradativamente a oferta de Pós-Graduação Stricto Sensu, através,de convênios ou parceria com Instituições de Ensino Superior. 16.3. Ampliar uma política municipal de apoio e incentivo à cultura e à pesqhis educação através da disponibilizaçãode livros e outros materiais para os profissi da educação. — META 17 Valorizar os (as) profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de | forma a equiparar seu rendimento médio ao dos (as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PNE. ESTRATÉGIAS 1TA.Garantir até O final do sexto ano de vigência deste PME a equiparação do rendimento médio dos profissionais do magistério com os demais profissionais de escolaridade equivalente, com complementação de recursos do Governo Federal. a | 17.2, Valorizar os profissionais do magistério das redes públicas, através da revisão salarial, considerando o aumento no repasse dos recursosvinculados (MDEe Fundeb) e da União. META 18 Assegurar, no prazo de 2 (dois) anos, a existência de planos de Carreira para os (as) profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de Carreira dos (as) profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal. ESTRATÉGIAS 3 18.1. Assegurar o ingresso do funcionário do magistério, através de concurso público. [48.2. Garantir em até 2 anos, que os profissionais do magistério sejam ocupantes de cargos efetivos, exceto por motivos emergenciais e não havendo cadastro de reserva. 18.3. Criar um Fórum de discussão, promovido pela Comissão do Plano de Carreira, assegurando a revisão e atualização do Plano de Carreira do Magistério. 18.4. Fortalecer através da Comissão de Estágio Probatório, o acompanhamento do profissional em estágio probatório, a fim de fundamentar adecisão para a efetivação do mesmo. ro META 19 Assegurar condições, no prazo de 2 (dois) anos, para a efetivação da gestão democrática da educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto. ESTRATÉGIAS 149.1. Criar a lei municipal de Gestão Democrática do Sistema Municipal de Ensino, a fim de garantir finalidades e princípios da Gestão Democrática, constando três pilares: conselhos escolares, descentralização de recursos e provimento democráti função de Diretor de Escola, garantindo a consulta pública à comunidade escola todo o município, no prazo de dois anos, a contar da aprovação deste plano. 19.2.Fortalecer o Conselho do FUNDEB e Conselho de Alimentação Escolar, a fim de | garantir a sua efetividade. <A 19.3.Propiciar condições para a efetivação da gestão democrática nas escolas da rede municipal, promovendo o fortalecimento do Conselho Municipal de Educação, FUNDEB, Conselho de Alimentação Escolare Conselhos Escolares,considerando a descentralização de recursos e ampliação dos mecanismos de autonomia financeira e administrativa, a participação da comunidade escolar na elaboração do Projeto Político Pedagógico (PPP) e revisão do mesmo, visando atransparência das ações efetuadas nas escolas. 19.4. Criar mecanismos de avaliação interna e externa para a educação básica em parceria com o Sistema Municipal, promovendo a participação de todos os segmentos da comunidade escolar, com o objetivo de levantar subsídios para a promoção de melhorias e auxiliar a escola nas questões administrativas, financeiras e pedagógicas considerando as Diretrizes Curriculares Nacionais em cada etapa e modalidade. 19.5.Fortalecer o Conselho Municipal de Educação, garantindo recursos financeiros, espaço físico adequado, quadro de recursos humanos disponíveis na SMEC, equipamentos e meios de transporte para fiscalização e desempenho de suas funções. 19.6. Fortalecer os Conselhos de Alimentação Escolar e do FUNDEB, garantindo espaço físico adequado, quadro de recursos humanos disponíveis na SMEC, equipamentos e meio de transporte para a fiscalização à rede escolar, com vistas ao desempenho de suas funções. 49.7. Criar os Conselhos Escolares nas escolas públicas e municipais e incentivar a implementação nas escolas privadas. 19.8. Proporcionar a Formação dos Gestores, Conselhos Escolares e CPMs, visando a | implementação e qualificação da Gestão Democrática. [49.9.Criar, através de ato legal, a partir da aprovação deste PME, o Fórum Municipal | de EducaçãoPermanente, com o objetivo de monitorar e avaliar as metas doPlano, efetivando o acompanhamento de sua execução. 19.10. Promover a implantação de grêmios estudantis nas escolas incentivando a integração com os Conselhos Escolares e CPMs. 19.11. Desenvolver políticas na formação de Equipes Diretivas, qualificando sua atuação na dimensão político pedagógica, administrativa e financeira, promovendo encontros sempre que necessário. 19.12. Realizar levantamento das Instituições Escolares em funcionamento no Sistema Municipal de Ensino, buscando credenciar e autorizar as mesmas, durante a vigência do PME. E META 20 Ampliar o investimento público em educação pública de forma a atingir, no mínimo, O patamar de 7% (sete por cento) do Produto Interno Bruto - PIB do País no 50 (quint ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 10% (dez por cento) do PI ao final do decênio. ESTRATÉGIAS 20.1.Assegurar a transparência e o controle social na utilização dos recursos públicos aplicados em educação, em audiências públicas, portais eletrônicos de transparência e controle social, do FUNDEB, em regime de colaboração com a SMEC e Conselho Municipal de Educação (CME). L 20.2. Promover formação para professores e gestores sobre a aplicabilidade dos recursos e verbas. 20.3. Ampliar investimentos para poder atingir as metas do Plano Nacional de Educação no prazo estabelecido. 20.4. Acompanhar a aplicabilidade dos recursos através dos conselhos: FUNDEB, Conselho de Alimentação Escolar e CME. + [20.5.Implementar o “Custo Aluno Inicial” e “Custo Aluno Qualidade” como parâmetro para o financiamento da educação de todas etapas e modalidades da educação básica, a partir do cálculo e do acompanhamento regular dos indicadores e equipamentos necessários ao ensino e em aquisição de material didático-escolar, alimentação e transporte escolar.