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materia nº 29/2025

Tipo Projeto de Lei Complementar (Executivo)
Número / Ano 29 / 2025
Date 2025-08-20
EmentaDispõe sobre o Código de Posturas do Município de Montenegro.
native_id19841

Autoria

Tramitação (latest 9)

DateStatusTurnoTexto
2025-11-28 Arquivada — Após proceder à devolução do presente Projeto de Lei, através do Ofício n.º 530/2025/CM, a pedido do Prefeito Municipal, com fundamento no artigo 171, § 2º, do Regimento Interno (Resolução n.º 221/2021), processo legislativo arquivado.
2025-11-28 Devolvida — Expedido o Ofício nº 530/2025/CM, formalizando a devolução do presente Projeto de Lei, com fundamento no artigo 171, § 2º, do Regimento Interno (Resolução n.º 221/2021).
2025-11-27 Em tramitação — O Presidente determina a devolução da presente matéria com fundamento no artigo 171, § 2º, do Regimento Interno (Resolução nº 221/2021).
2025-11-27 Solicita Devolução da Matéria — O Prefeito Municipal, através do Ofício n.º 188/2025-GP-AAL, solicita devolução do presente Projeto de Lei.
2025-08-26 Aguardando retorno do Executivo — Expedido Ofício nº 398/2025/CM.
2025-08-26 Em tramitação — A CGP deliberou por expedir ofício, solicitando o encaminhamento de manifestação (Ata/Resolução) do Conselho Municipal do Plano Diretor (COMPLAD) que demonstre que o referido órgão de assessoramento analisou a presente matéria, bem como, informações referentes ao atendimento ao disposto no artigo 40, §4º, inciso I, da Lei nº 10.527/2010 (Estatuto das Cidades), na medida em que o supracitado Projeto de Lei Complementar trata de matéria que integra e complementa o Plano Diretor, conforme previsão do artigo 5º, inciso IV, da Lei Complementar nº 4.759, de n 06 de novembro de 2007, que reestrutura o Plano Diretor do Município de Montenegro.
2025-08-22 Em tramitação — Parecer entende que o Executivo Municipal deveria também ter realizado a sua audiência pública, como previsto no Estatuto das Cidades, o que não fez. Assim, opina que, talvez, antes da realização da Audiência Pública pelo Legislativo Municipal, seja interessante oficiar ao Executivo Municipal acerca do presente parecer jurídico, oportunizando tal solenidade de forma prévia ao mesmo. Por fim, após todo o trâmite da realização das solenidades, requer que o presente Projeto de Lei Complementar retorne para a análise jurídica final.
2025-08-21 Aguardando emissão de Parecer Jurídico — Para parecer.
2025-08-21 Proposição inclusa no expediente — Proposição inclusa para leitura no Expediente da Sessão Ordinária do dia 21.08.2025.

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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 
PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO 
Gabinete do Prefeito
“Montenegro Cidade das Artes, Capital do Tanino, da Citricultura Gaúcha e
Berço da Bergamota Montenegrina”
1 
“Doe Órgãos; Doe Sangue: Salve Vidas”
Rua Ramiro Barcelos, 2993 
– Cx. Postal 59 
– CEP 92510-275 
– Montenegro/RS. Telefone: (51) 3649-
8200 E-mail: gabinete@montenegro.rs.gov.br 
PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N.° _____, DE ___ DE AGOSTO DE 2025. 
Dispõe sobre o Código de
Posturas do Município de 
Montenegro. 
CAPÍTULO I 
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 
Art. 1º Este Código contém as medidas de polícia administrativa a cargo do 
Município em matéria de utilização do espaço e da higiene no Município, de bem-estar 
público, dos cemitérios, das infrações, penas e demais disposições estatuindo as 
necessárias relações entre o poder público local e os munícipes. 
Art. 2º Todas as funções referentes à execução deste Código, bem como a 
aplicação das sanções nele previstas, serão exercidas por órgãos do Município cuja 
competência para tanto estiver definida em leis, regulamentos e regimentos. 
CAPÍTULO II
DA UTILIZAÇÃO DO ESPAÇO E DA HIGIENE NO MUNICÍPIO 
Seção I 
Das Vias e Logradouros Públicos 
Subseção I 
Do Controle do Lixo 
Art. 3º O serviço de limpeza das ruas, praças e logradouros públicos, bem 
como o serviço de coleta domiciliar de resíduos, será executado direta ou indiretamente pelo 
Município. 
Art. 4º A limpeza das vias públicas e de outros logradouros e a retirada do 
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PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO 
Gabinete do Prefeito
“Montenegro Cidade das Artes, Capital do Tanino, da Citricultura Gaúcha e
Berço da Bergamota Montenegrina”
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“Doe Órgãos; Doe Sangue: Salve Vidas”
Rua Ramiro Barcelos, 2993 
– Cx. Postal 59 
– CEP 92510-275 
– Montenegro/RS. Telefone: (51) 3649-
8200 E-mail: gabinete@montenegro.rs.gov.br 
lixo domiciliar são serviços privativos da municipalidade. 
Parágrafo único. A limpeza dos passeios fronteiriços aos imóveis edificados, 
ou não, será de responsabilidade de seus ocupantes ou proprietários. 
Subseção II
Da Higiene, Ocupação e Propaganda dos Logradouros Públicos 
Art. 5º Para dar urbanidade e manter a higiene pública é proibido: 
I 
– obstruir valetas, bueiros e calhas ou impedir o escoamento 
estabelecido nas sarjetas com a construção de rampas de acesso de veículos; 
II
– encaminhar águas pluviais para a via pública, quando nela existir a 
respectiva rede coletora; 
III
– lançar águas servidas, lixo, animais mortos, resíduos domésticos, nos
logradouros públicos, nos terrenos baldios ou edificados; 
IV
– fazer varredura de lixos do interior das residências, 
estabelecimentos, terrenos ou veículos para as vias públicas; 
V 
– sacudir ou bater tapetes, capachos ou quaisquer outras peças nas 
janelas ou portas que dão para as vias públicas; 
VI
– colocar nas janelas ou balaústres das habitações ou 
estabelecimentos vasos ou outros objetos que possam cair nas vias públicas; 
VII 
– deixar em calçadas ou em via pública os galhos e restos de árvores 
resultantes de podas, nos meses em desacordo com o Decreto que regula o descarte deste 
material. 
VIII - reformar, pintar ou consertar veículos nas vias públicas; 
IX
– derramar óleo, graxa, cal ou outros corpos capazes de afetar a 
urbanidade a higiene das vias públicas; 
X 
– deixar cair água de aparelhos de ar condicionado sobre os 
passeios; 
XI
– deixar cair águas pluviais de calhas, sacadas, marquises ou por 
qualquer outro meio sobre os passeios; 
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Berço da Bergamota Montenegrina”
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“Doe Órgãos; Doe Sangue: Salve Vidas”
Rua Ramiro Barcelos, 2993 
– Cx. Postal 59 
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XII 
– colocar anúncios e propagandas por qualquer meio junto ao 
mobiliário urbano, pregados ou dependurados em árvores das vias públicas, logradouros ou 
nos postes telefônicos ou de iluminação, em tapumes, muros e fachadas externas alinhadas 
ao passeio, que estejam sob a posse, propriedade ou tutela do Poder Público, exceto nos 
casos específicos em lei ou autorizados pela Administração Municipal. 
Art. 6º É proibido, varrer lixo ou detritos sólidos de qualquer natureza para os 
ralos dos logradouros públicos. 
Art. 7º A ninguém é lícito, sob qualquer pretexto, impedir ou dificultar o livre 
escoamento das águas, pelos canos, valas, em sarjetas ou canais das vias públicas 
danificando ou destruindo tais servidões. 
Art. 8º É proibido embaraçar ou impedir, por qualquer meio, o livre trânsito 
de pedestres ou veículos nas ruas, praças, passeios, estradas e caminhos públicos, 
exceto para efeito de obras públicas ou quando exigências de ordem pública o 
determinarem. 
§ 1º Não será permitida a exposição de mercadorias nas partes externas 
das lojas. 
§ 2º A colocação de cadeiras e mesas será permitida nos locais onde o 
passeio público do logradouro tenha a largura superior a 03 (três) metros, ficando 
reservados 50% (cinquenta) por cento do espaço exclusivamente para trânsito de pedestres, 
restrito aos períodos:
I - diariamente das 18h às 8h; 
II - domingos e feriados. 
§ 3º Sempre que houver a necessidade de interromper o trânsito, deverá ser 
instalada sinalização de acordo com as normas baixadas pelos órgãos competentes. 
§ 4º O descumprimento deste artigo, após a penalidade prevista, acarretará 
a retirada dos materiais ou objetos por parte do Município com consequente cobrança das 
despesas. 
§ 5º Quanto às caçambas, estas deverão obedecer às seguintes disposições: 
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“Doe Órgãos; Doe Sangue: Salve Vidas”
Rua Ramiro Barcelos, 2993 
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I 
– as caçambas carregadas, ao serem transportadas, deverão ser 
totalmente cobertas por lona vinílica ou similar, devidamente fixada; 
II 
– as caçambas estacionárias deverão ter sinalização reflexiva em cada 
uma das faces, além de trazer o nome e telefone da empresa responsável, e numeração da 
unidade da caçamba devidamente visível para respectiva identificação; 
III 
– o período de permanência das caçambas em via pública não deverá 
ultrapassar o prazo máximo de 10 (dez) dias, podendo ser prorrogado, mediante solicitação. 
Art. 9º Os passeios devem ser mantidos em perfeito estado de conservação, 
não apresentando buracos, pedras soltas ou qualquer condição que prejudique a sua 
finalidade, devendo seguir o estipulado na legislação vigente, atendendo as normas 
técnicas. 
§ 1º O descumprimento do caput deste artigo sujeita os proprietários ou 
moradores, solidariamente, às seguintes penalidades: 
I 
– notificação prévia para que no prazo de 20 (vinte) dias executem as obras 
e serviços necessários; 
II 
– decorrido o prazo do inciso I, multa de 100 (cem) URM; 
III 
– decorridos 15 (quinze) dias da notificação da multa sem a realização das 
obras e serviços necessários, estes serão executados pelo Município, sendo cobradas as 
despesas com acréscimo de 40% (quarenta por cento) como adicionais relativos à 
Municipalidade. 
§ 2º Quando houver necessidade de conserto de tubulações ou de outras 
providências a serem adotadas pela municipalidade, o prazo mencionado no inciso I, do 
parágrafo §1°, iniciará após o atendimento da demanda. 
Art. 10. Nos casos de descarga de materiais que não possa ser feita 
diretamente no interior dos prédios, será tolerada a descarga e permanência na via pública, 
com o mínimo prejuízo ao trânsito, em horário estabelecido pelo Município. 
§ 1º Nos casos previstos neste artigo, os responsáveis pelos materiais 
depositados na via pública deverão advertir os veículos e pedestres à distância conveniente, 
dos prejuízos causados ao livre trânsito. 
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§ 2º Os casos previstos neste artigo deverão atender às disposições do 
Código de Trânsito Brasileiro referentes à matéria. 
Art. 11. Permite-se, excepcionalmente, a permanência de material em 
logradouro público quando: 
I 
– se destinar a obras que devam ser realizadas no próprio logradouro; 
II 
– a obra estiver sendo executada ao nível do terreno e não houver espaço 
disponível para o depósito. 
§ 1º Nos casos previstos dos incisos I e II é obrigatória a obtenção de 
autorização prévia junto ao Município, sendo a mesma concedida por prazo determinado de 
até 03 (três) meses, podendo ser prorrogado mediante novo pedido. 
§ 2º Deverá ser mantido vão mínimo de 1,20m para passagem dos 
pedestres, devendo a autorização informar o local a ser estabelecido. 
§ 3º É de responsabilidade do proprietário o recolhimento e destinação final 
do material resultante do resto de obra que foi feita no local. 
Art. 12. É proibido abandonar nas vias públicas ou deixar estacionado em 
caráter permanente qualquer tipo de veículo ou parte dele, de forma a prejudicar o livre 
trânsito, a urbanidade e a limpeza das vias. 
Parágrafo único. Após notificação e multa, o Município poderá recolher o 
veículo ou parte dele ao depósito da municipalidade, cobradas as custas do proprietário. 
Art. 13. Para comícios políticos e festividades cívicas, religiosas ou de caráter 
popular, poderão ser armados coretos ou palanques provisórios nos logradouros públicos, 
desde que seja solicitada ao Município a aprovação de sua localização devendo ser 
observados os seguintes requisitos: 
I 
– não prejudicarem o calçamento nem o escoamento das águas pluviais, 
correndo por conta dos responsáveis pelas festividades os estragos porventura verificados; 
II 
– serem removidos num prazo de 24h (vinte e quatro horas) a contar do 
encerramento das festividades; 
III 
– o local deverá ser entregue limpo. 
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Art. 14. Nenhum serviço ou obra que exija o levantamento da pavimentação 
ou abertura e escavações no leito das vias públicas poderá ser executado por particulares 
ou empresas sem prévia licença do Município. 
§ 1º A recomposição da pavimentação será feita pelo Município às expensas 
dos interessados no serviço ou pela empresa responsável. 
§ 2º Se ao final da obra a empresa responsável não deixar a via pública 
devidamente em condições de tráfego, será cobrado da mesma o valor do serviço efetuado 
pelo Município e acrescido de multa de 300 URM’s – Unidade de Referência Municipal. 
§ 3º A obrigação de sinalizar é do responsável pela execução e/ou 
manutenção da obra, devendo atender as normas do Código de Trânsito Brasileiro 
– CTB 
em vigor. 
§ 4º Salvo caso de emergência, em situação de interdição total de via pública, 
o Município avisará a comunidade, por intermédio da assessoria de comunicação, com 48h 
(quarenta e oito horas) de antecedência, indicando os caminhos alternativos a serem 
utilizados. 
Art. 15. Será permitida a instalação de fachadas à frente de lojas ou de outros 
estabelecimentos comerciais, mediante autorização do munícipio. Para a colocação do 
mesmo, deverá o requerente encaminhar ao Município processo administrativo próprio, 
contendo: 
I - Matrícula Imóvel e/ou contrato de locação com autorização do 
responsável; 
II - ART ou RRT do responsável técnico pela obra. 
Parágrafo único. As fachadas deverão garantir vão livre mínimo de 2,20m 
(dois metros e vinte centímetros) de altura em cota referida ao nível do passeio. 
Art. 16. Será permitida a instalação de toldos à frente de lojas ou de outros 
estabelecimentos comerciais no espaço do logradouro público, mediante autorização do 
munícipio. O requerente deverá encaminhar ao Município processo administrativo próprio, 
contendo: 
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I - Planta Baixa da instalação; 
II - Corte Transversal; 
III - Matrícula Imóvel e/ou contrato de locação com autorização do 
responsável; 
IV - ART ou RRT do responsável técnico pela obra. 
§ 1º Os toldos deverão atender as seguintes condições: 
I - estar distante 30 cm (trinta centímetros) do meio-fio; 
II - garantir vão livre mínimo de 2,20m (dois metros e vinte centímetros) de 
altura em cota referida ao nível do passeio; 
III - ter colunas de sustentação que não poderão ter largura superior a 20 cm 
(dez centímetros); 
IV - não prejudicar a arborização e a iluminação pública nem ocultar placas 
de nomenclatura de logradouros. 
§ 2º Os toldos existentes deverão seguir as regras deste artigo, buscando 
adequação dos mesmos no prazo de até 1 ano. 
Art. 17. Será permitida a instalação de Totens fixos em frente aos 
estabelecimentos comerciais, no espaço do logradouro público, mediante autorização prévia 
do município. O requerente deverá encaminhar ao Município processo administrativo 
próprio, contendo: 
I - Planta Baixa da instalação; 
II - Vista lateral e/ou frontal indicando altura; 
III - Matrícula Imóvel e/ou contrato de locação com autorização do 
responsável; 
IV - ART ou RRT do responsável técnico pela obra. 
§ 1º Os totens deverão atender as seguintes condições: 
I - estar no mínimo distante 20 cm (vinte centímetros) do meio-fio, não 
exceder o espaço destinado ao mobiliário urbano. 
II - ser fixado em estrutura própria, não podendo ultrapassar 2,00m altura, e 
não excedendo a medida de 0,30x0,30cm; 
§ 2º Os totens fixos existentes deverão seguir as regras deste artigo, 
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buscando adequação no prazo de até 01 ano. Art 18. Não sendo atendidas as exigências, no período de 01 ano, contidas 
nos art. 15 e art. 16, aplicar- se-á o previsto no Capítulo V e haverá, consequentemente, a 
retirada do toldo e/ou toten. 
Art 19. É proibida a colocação de equipamentos de publicidade móveis, como 
bandeirolas, cavaletes, entre outros; nas calçadas, logradouros públicos, bem como nos 
espaços públicos, salvo autorização em regime especial. 
Parágrafo único. O descumprimento ao artigo, sujeita às seguintes 
penalidades: 
I - notificação prévia para proceder à retirada em 24h. 
II - decorrido o prazo, multa de 100 (cem) URMs para cada incidência. 
III - o equipamento poderá ser recolhido pela municipalidade, e a devolução 
ao proprietário fica condicionada ao pagamento da multa.
IV - decorrido o prazo de 30 dias, sem que o proprietário requeira a devolução 
do material, o mesmo será descartado pelo município. 
Art. 20. Fica determinado que as propagandas de som dos estabelecimentos 
comerciais deverão atender simultaneamente às seguintes determinações: 
I - os equipamentos deverão ser acondicionados no interior do
estabelecimento; 
II - os equipamentos de som deverão estar voltados para o interior do 
estabelecimento; 
III - a propaganda realizada com microfone ao vivo, deverá ter a sua 
transmissão no interior do estabelecimento; 
IV - não atendido os itens acima, o estabelecimento será notificado, 
persistindo ou reincidencia multa de 100 URM, com posterior multa em dobro, podendo o 
equipamento ser apreendido. 
Subseção III 
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Dos postes da Rede Elétrica 
Art. 21. Fica a empresa concessionária ou permissionária de energia elétrica, 
rede telefônica ou internet, responsável pelo poste que permite a utilização como suporte de 
cabeamentos, obrigada a: 
I - realizar o alinhamento dos cabos e demais instrumentos existentes; 
II - realizar a retirada dos fios não mais utilizados;
III - retirar os fios que estejam obstruindo a circulação de veículos ou de 
pedestres.
Art. 22. O descumprimento ao artigo 21, sujeita às seguintes penalidades: 
I - notificação prévia para proceder à adequação dos fios em 48 (quarenta 
e oito) horas na área urbana e 96 (noventa e seis) hora na área rural; 
II - decorrido o prazo, multa de 220 (trezentas) URMs para cada incidência; 
III 
– o Executivo Municipal poderá retirar os fios sem indenização para a 
concessionária ou permissionária e seus terceiros.
Parágrafo único. Caso o município retire os fios, ficará a cargo da mesma 
dar a destinação final a eles. 
Art. 23. O compartilhamento da faixa de ocupação deve ser feito de forma 
ordenada e uniforme, de modo que a instalação de um ocupante não utilize pontos de 
fixação e nem invada a área destinada a outros, bem como o espaço de uso exclusivo das 
redes de energia elétrica e de iluminação pública. 
Art. 24. As fiações devem ser identificadas e instaladas separadamente com 
o nome da ocupante salvo quando o desenvolvimento tecnológico permitir 
compartilhamento. O descumprimento ensejará multa correspondente a 100 URM, por 
ocorrência. 
I - nas ruas arborizadas, os fios condutores de energia elétrica, telefônicos e 
demais ocupantes dos postes de energia elétrica deverão ser estendidos à distância 
razoável das árvores, ou convenientemente isolados. 
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“Doe Órgãos; Doe Sangue: Salve Vidas”
Rua Ramiro Barcelos, 2993 
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– Montenegro/RS. Telefone: (51) 3649-
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II - é de responsabilidade da empresa concessionária ou permissionária de 
energia elétrica, rede telefônica ou internet a realização de podas preventivas e corretivas 
em árvores próximas as redes e o recolhimento dos materiais provenientes das podas. 
Seção II
Da Higiene das Edificações e dos Terrenos Não Edificados 
Art. 25. Os proprietários ou moradores são obrigados a conservar em
perfeito estado de asseio seus quintais, pátios, prédios e terrenos não edificados. 
Parágrafo único. O descumprimento do caput, sujeita às seguintes 
penalidades: 
I - notificação prévia para que no prazo de 20 (vinte) dias executem as obras 
e serviços necessários; 
II - decorrido o prazo do inciso I, multa de 100 (cem) URM; 
III - decorridos 15 (quinze) dias da notificação da multa sem a realização das 
obras e serviços necessários, estes serão executados pelo Município, sendo cobradas as
despesas com acréscimo de 40% (quarenta por cento) como adicionais relativos à 
Municipalidade; 
IV - não sendo localizado o proprietário no endereço constante junto ao 
cadastro municipal, a notificação será encaminhada a secretaria responsável pela limpeza 
pública, para execução dos serviços, sendo cobradas as despesas, com acréscimo de 40% 
(quarenta por cento) como adicionais relativos à Municipalidade, lançada a dívida junto ao 
cadastro do imóvel. 
Art. 26. Os proprietários são obrigados a cercar, drenar e conservar em
perfeito estado de asseio os seus terrenos edificados ou não. 
Parágrafo único. O descumprimento do caput, sujeita às seguintes 
penalidades: 
I - notificação prévia para que no prazo de 20 (vinte) dias executem as obras 
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e serviços necessários; 
II - decorrido o prazo do inciso I, multa de 100 (cem) URM; 
III - decorridos 15 (quinze) dias da notificação da multa sem a realização das 
obras e serviços necessários, estes serão executados pelo Município, sendo cobradas as 
despesas com acréscimo de 40% (quarenta por cento) como adicionais relativos à 
Municipalidade, lançada a dívida junto ao cadastro do imóvel. 
IV - não sendo localizado o proprietário no endereço constante junto ao 
cadastro municipal, a notificação será encaminhada a secretaria responsável pela limpeza 
pública, para execução dos serviços, sendo cobradas as despesas, com acréscimo de 40% 
(quarenta por cento) como adicionais relativos à Municipalidade, lançada a divida junto ao 
cadastro do imóvel. 
Art. 27. Não é permitido conservar água estagnada nos quintais e 
pátios dos imóveis. 
Art. 28. É proibido fumar em estabelecimentos fechados onde for obrigatório 
o trânsito ou a permanência de pessoas, assim considerados, entre outros, os seguintes 
locais: 
I 
– elevadores; 
II 
– transportes coletivos municipais; 
III 
– auditórios, museus, cinemas, teatros, bares, restaurantes, danceterias e 
similares; 
IV 
– hospitais e maternidades; 
V 
– estabelecimentos comerciais; 
VI 
– estabelecimentos públicos; 
VII 
– escolas. 
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CAPÍTULO III
DO BEM-ESTAR PÚBLICO 
Seção I 
Do Incômodo de Vizinhança 
Art. 29. Fica determinado que as questões relativas ao incômodo de 
vizinhança serão tratadas pelo Código Civil e empreendimentos pelo Código de Meio 
Ambiente. 
Seção II
Do Comércio e da Indústria 
Subseção I 
Do Licenciamento 
Art. 30. Nenhuma atividade comercial, industrial, de prestação de serviços ou 
de entidades associativas poderá funcionar sem prévia licença do Município, exceto as 
definidas em leis específicas. 
§ 1º O Alvará de Licença será exigido mesmo que o estabelecimento esteja 
localizado no recinto de outro já munido de Alvará. 
§ 2º O Alvará de Licença deverá ser afixado em lugar próprio e facilmente 
visível, sob pena de multa; 
§ 3º O Alvará de Licença somente será concedido, atendidas as exigências 
e normas estabelecidas no Plano Diretor e demais leis e regulamentos municipais. 
§ 4º O Alvará de Licença deverá ser renovado dentro das condições 
estabelecidas no Código Tributário do Município. 
§ 5º O produtor rural devidamente inscrito perante o município de 
Montenegro que comercializa apenas a sua produção e não possui empregados, para o 
desenvolvimento do produto final, fica dispensado de alvará de localização. 
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Art. 31. O Alvará de Licença Provisório será concedido nos casos em que 
não possa haver a liberação do Alvará de Licença Definitivo, tendo em vista os dados 
levantados pelas fiscalizações na viabilidade de instalação, mediante os seguintes critérios: 
I - o prazo de concessão será no máximo de 12 (doze) meses, 
prorrogável por mais 12 (doze) meses; 
II - poderá ser concedido mediante a apresentação do Protocolo de 
Entrega dos documentos exigidos pelos órgãos ambientais, obras e sanitários, nos casos 
de atividades de baixo e médio risco, para a expedição dos respectivos alvarás previstos em 
lei; 
III - não será concedido o Alvará de Licença Provisório aos
estabelecimentos que: 
a) pela sua atividade causem poluição ao meio ambiente em níveis que 
infrinjam as leis e regulamentos de proteção ambiental; 
b) observadas as demais exigências da legislação municipal, 
enquadrem-se como casos de impossibilidade definitiva de localização; 
c) nos casos de atividades de alto risco. 
§ 1º A renovação do Alvará de Licença Provisório será vinculada ao
cumprimento, durante o primeiro período de localização provisório concedido, de ao menos 
uma das exigências estabelecidas pela fiscalização, na vistoria para viabilidade de 
instalação. Caso seja somente uma exigência, ou seja, considerada de grande vulto de 
dificuldade, ficará a cargo da fiscalização concedente do provisório as diligências e análise, 
considerando o esforço empregado e as providências já tomadas pelo requerente para o 
suprimento das exigências, para a renovação ou não deste alvará. 
§ 2º O Alvará de Licença Provisório poderá ser cassado a qualquer momento, 
a partir da constatação de que suas atividades estão em desacordo com a legislação 
municipal, com as leis de proteção ambiental vigentes e ou com as atividades estabelecidas 
no processo de liberação. 
§ 3º O setor de cadastro fiscal do município será responsável pela expedição 
e controle do Alvará de Licença Provisório, sendo condicionada a expedição à apresentação 
da documentação exigida nos casos de Alvará de Licença Definitivo. Após o término do
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prazo do Alvará de Licença Provisório, sem haver renovação nem apresentação do 
requerente em condições para a expedição do Alvará de Licença Definitivo, o processo 
deverá ser encaminhado ao setor de fiscalização que concedeu o alvará provisório, para as
diligências necessárias com relação ao funcionamento do estabelecimento. 
§ 4º Não haverá necessidade de novo requerimento de Viabilidade de
Instalação, nos casos de término de prazo do Alvará de Licença Provisório, para expedição 
do Alvará de Licença Definitivo. Usar-se-á o mesmo requerimento, respeitando os prazos 
constantes na legislação vigente. 
§ 5º Eventuais omissões serão regulamentadas por Decreto. 
Art. 32. A transferência de local ou mudança de ramo de atividade comercial, 
de prestação de serviço ou industrial, já em funcionamento, poderá ser autorizada se não
contrariar as disposições da Lei de Zoneamento de Uso e Ocupação do Solo, devendo ser 
solicitado novo requerimento de viabilidade. 
Parágrafo único. O Alvará de Licença terá validade enquanto não se 
modificar qualquer dos elementos descritos no caput. 
Art. 33. O Alvará de Licença poderá ser cassado: 
I - quando se tratar de ramo diferente do requerido; 
II - como medida preventiva, a bem da higiene, da moral ou sossego, e 
segurança; 
III - quando o licenciado se opuser a exame, verificação ou vistoria pelos 
agentes municipais. 
§ 1º Cassada a licença, o estabelecimento será imediatamente fechado. 
§ 2º Poderá ser igualmente fechado todo o estabelecimento que exercer 
atividades sem a necessária licença expedida em conformidade com o que preceitua esta 
subseção. 
§ 3º As atividades de baixo risco serão regidas por legislação própria. 
Subseção II 
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Do Comércio Ambulante, prestação de serviços ambulantes nas vias e nos 
logradouros públicos 
Art. 34. A exploração do comércio ambulante, no âmbito do Município 
de Montenegro, obedecerá às normas estabelecidas nessa Lei. 
§ 1º Considera-se comércio ambulante, para os efeitos desta Lei 
Complementar, toda e qualquer forma de atividade lucrativa de caráter eventual, que se 
exerça de maneira itinerante ou estacionado nas vias ou logradouros públicos. 
§ 2º Incluem-se na categoria de comércio ambulante também o preparo e 
comercialização de lanches em veículos automotores, bem como artesanato. 
§ 3º Os veículos de tração humana deverão ter, no máximo, 1,00m (um 
metro) de comprimento e 0,60m (sessenta centímetros) de largura. 
§ 5º O Alvará de Licença para Comércio Ambulante é individual, 
intransferível e abrangente exclusivamente ao fim para o qual foi extraído, devendo ser 
sempre conduzido pelo seu titular sob pena de multa, excetuando-se os casos definidos em 
lei específica. 
Art. 35. A licença é concedida a título precário, de forma pessoal e 
intransferível, devendo ser requerida ao Chefe do Poder Executivo, em formulário próprio, 
servindo, exclusivamente, para o fim e período autorizado, salvo casos específicados em lei. 
§ 1° o equipamento de preparação dos alimentos deverá observar as normas 
da legislação sanitária vigente; 
§ 2° o proprietário do veículo arcará com todas as despesas de instalação, 
identificação e delimitação do veículo e local. 
Art. 36. O vendedor ambulante não licenciado ou com licença vencida, 
sujeitar-se- á a multa e apreensão da mercadoria e equipamentos encontrados em seu 
poder, até a regularização da situação e pagamento da multa imposta. 
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§ 1º Em caso de apreensão, será lavrado termo em formulário apropriado, 
expedido em três vias, onde serão discriminadas as mercadorias e demais apetrechos e 
equipamentos apreendidos, o fiel depositário, fornecendo-se a 1ª via ao infrator, quando 
possível sua identificação. 
§ 2º As mercadorias perecíveis apreendidas, quando não reclamadas dentro 
de 24 (vinte e quatro) horas, serão doadas a estabelecimentos de assistência social e/ou 
Secretaria Municipal de Educação e Cultura, após manifestação formal da Vigilância 
Sanitária, mediante recibo comprobatório à disposição do interessado, sem prejuízo da 
multa aplicada. 
§ 3º No caso de mercadorias não perecíveis e passíveis de uso por terceiros, 
decorridos 10 (dez) dias da apreensão sem que haja pagamento ou contestação, a coisa 
apreendida será doada a estabelecimentos ligados a Secretaria Municipal de Habitação, 
Desenvolvimento Social e Cidadania, Secretaria Municipal de Educação e Cultura ou para 
órgãos da segurança pública. 
§ 4º Os itens notadamente falsificados como CDs, DVDs, relógios, óculos de 
sol, pulseiras, correntes e outros bens inservíveis, serão encaminhados diretamente para 
destruição, mediante ato administrativo próprio, devidamente comprovado. 
§ 5º Quando as coisas apreendidas não puderem ser recolhidas ao depósito 
municipal, poderão ser depositadas em mãos de terceiros, se idôneos. 
§ 6º A devolução da coisa apreendida só se fará depois de pagas as multas 
devidas, apresentada a nota dos produtos e indenizado o Município das despesas que 
tiverem sido feitas com a apreensão, o transporte e o depósito. 
§ 7º Aplicada a multa, continua o infrator obrigado à exigência que a 
determinou. 
Art. 37. É proibido ao vendedor ambulante: 
I - impedir ou dificultar o trânsito de pedestres e veículos nas vias e 
logradouros públicos; 
II - vender mercadorias que não pertença ao ramo de atividade constante no 
CNPJ; 
III - ingressar nos veículos de transporte coletivo para efetuar a venda de
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seus produtos; 
IV - utilizar caixa de som. 
Art. 38. Os locais nas vias e lougradouros públicos onde é permitida a venda 
ambulante, bem como a instalação de equipamento de venda, serão regulamentados por 
decreto. 
Art. 39. Aos vendedores ambulantes licenciados poderá ser concedida 
autorização para estacionamento eventual nos parques e nos locais onde se realizem 
solenidades, espetáculos e promoções públicas ou privadas, por período determinado pelo 
Município, mediante o pagamento dos tributos previstos na legislação municipal. 
Art. 40. Ao longo dos passeios com largura inferior a 3,00m (três) não será 
permitido estacionar veículo ou equipamento para o exercício de comércio ambulante. 
Art. 41. O não cumprimento das obrigações decorrentes de qualquer 
dispositivo desta subseção e de seu Regulamento implica, dependendo da gravidade da 
infração, as seguintes penalidades: 
I - advertência; 
II - multa; 
III - apreensão; 
IV - suspensão da atividade; 
V - cassação da licença. 
Parágrafo Único. Quando o infrator praticar, simultaneamente, duas ou mais 
infrações, ser-lhe-ão aplicadas, ao mesmo tempo, as penalidades a elas cominadas. 
Art. 42. A pena de advertência será aplicada por escrito, quando, sendo 
primário o infrator, decidir o órgão competente transformar em advertência a multa prevista 
para a infração. 
Art. 43. As multas serão graduadas em mínima, média e máxima, segundo 
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gravidade da infração, as circunstâncias agravantes e os antecedentes do infrator, fixadas 
nos valores abaixo definidos: 
I 
– mínima: 50 URMs a 200 URMs; 
II 
– média: 201 URMs a 700 URMs; 
III 
– máxima: 701 URMs a 5000 URMs. 
§ 1º As multas estabelecidas neste artigo serão reajustadas anualmente nos 
mesmos índices de reajuste dos tributos municipais. 
§ 2º Em caso de reincidência na infração, dentro do prazo de um ano, a multa 
será aplicada em dobro. 
§ 3º Havendo uma terceira incidência na infração dentro do prazo de um ano, 
será aplicada a pena de suspensão da atividade até que as pendências sejam sanadas. 
§ 4º Verificando-se uma quarta incidência na infração dentro do prazo de um 
ano, será a cassada a licença. 
§ 5º Para os efeitos dos parágrafos 3°e 4° deste artigo, considerar-se-á a 
repetição da mesma infração pelo mesmo infrator, se praticada após a lavratura de “Auto de 
Infração” anterior e punido por decisão definitiva.
Art. 44. Todo vendedor ambulante, que não cumprir as disposições da 
presente Lei e de seu Regulamento, terá o prazo de 5 (cinco) dias, a contar da data da 
autuação, para apresentar a defesa. 
Art. 45. Nos casos omissos nesta Lei, referentes a infrações, penalidades, 
reclamações, recurso e arrecadação, aplicam-se, onde couberem, as disposições dos 
Códigos Tributários e legislação estadual e federal pertinente. 
Art. 46. Compete às Secretarias de Indústria, Comércio e Serviços, Obras 
Públicas, Meio Ambiente, Saúde, Fazenda e Gabinete, fiscalizar a integral execução deste 
diploma legal e de seu regulamento. 
Subseção III 
 Do Funcionamento 
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Art. 47. A abertura e o fechamento dos estabelecimentos comerciais, 
prestadores de serviços e industriais, no Município, deverão possuir os alvarás de 
licenciamento de acordo com a atividade desenvolvida, conforme seu grau de risco, 
observando os preceitos contidos na legislação Federal, Estadual e Municipal pertinentes à 
matéria. 
Seção III
Dos Divertimentos e Festejos Públicos 
Art. 48. Para realização de divertimentos e festejos públicos a céu aberto ou 
em recintos fechados de livre acesso ao público, será obrigatória a licença prévia do 
Município, e do Corpo de Bombeiros, especificando data, horário e local. 
§ 1º Os documentos necessários para obtenção da licença deverão ser 
entregues juntamente com o pedido 15 (quinze) dias úteis antes da data da realização do 
evento. 
§ 2º Tratando-se de provas ou competições desportivas em vias abertas à 
circulação pública, deverá atender as normas previstas no CTB em vigor. 
§ 3º Os eventos disciplinados pelo § 2.º respeitarão as regras de segurança 
pública e de proteção ao meio ambiente, devendo seus organizadores, obrigatoriamente, 
disponibilizar, no mínimo, uma ambulância, com sua respectiva equipe médica, a fim de
garantir proteção da saúde aos seus participantes. 
Art. 49. Os responsáveis pelos eventos deverão apresentar Anotações de 
Responsabilidade Técnica 
– ART referentes a cada estrutura montada e equipamentos 
utilizados e também referente à manutenção dos mesmos e só poderão ser franqueados ao 
público depois de autorizados pelo Município. 
§ 1º Os eventos deverão ter instalações sanitárias separadas por sexo e 
mantidos sob rigorosa condição de higiene; 
§ 2º O Município só autorizará a instalação de eventos em locais que não 
prejudiquem a segurança e o conforto dos espectadores e não perturbem o sossego público. 
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Seção IV
Das Medidas Referentes aos Animais 
Art. 50. É proibida a permanência de animais amarrados em cercas, muros, 
grades ou árvores nos logradouros públicos, bem como soltos nas vias públicas. 
§ 1º O descumprimento ao artigo sujeita ao tutor às seguintes penalidades: 
I - notificação prévia para proceder à adequada guarda do animal; 
II - em reincidência da situação, autuação de 200 URM; 
III - caso a situação persista, multa em dobro. 
§ 2º Na impossibilidade de localizar o tutor do animal a situação será 
encaminhada ao departamento responsável pelo bem Estar Animal (SMMA), para 
providências cabíveis. 
Art. 51. É proibido domar ou adestrar animais nos logradouros públicos. 
Art. 52. Somente na zona rural ou glebas com finalidade rural é permitida 
criação de porcos, e as pocilgas devem seguir às seguintes condições: 
I - manter uma distância de no mínimo, 50,00 m (cinquenta metros) das 
habitações, dos terrenos vizinhos e das frentes das estradas; 
II - deverão ser mantidas boas condições de asseio e higiene. 
Art. 53. Para criação de animais, em zona urbana e rural, deverão ser 
mantidas rigorosas regras de higiene e asseio do local. 
Art. 54. O regramento para animais comunitários será contemplado pela Lei 
estadual atinente a matéria. 
Seção V 
Dos Elevadores 
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Art. 55. Nenhum elevador ou escada rolante poderá funcionar sem 
assistência e responsabilidade técnica da empresa instaladora, registrada no Conselho 
Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. 
§ 1º Em, no máximo 30 (trinta) dias da data do certificado de funcionamento 
do elevador ou escada rolante, o responsável pelo prédio deverá apresentar à fiscalização 
cópia do contrato da empresa responsável pela manutenção mensal do elevador ou escada 
rolante, sob pena de multa; 
§ 2º A vistoria deverá ser feita mensalmente pelo técnico responsável. 
Art. 56. Os proprietários ou responsáveis pelo edifício responderão perante 
o Município pela conservação, bom funcionamento e segurança da instalação, devendo 
protocolar via processo administrativo, anualmente até o dia 31 (trinta e um) de janeiro do 
ano em vigência, o contrato de prestação de serviços, firmado com a empresa responsável 
pela manutenção mensal do equipamento, com a respectiva ART. 
§ 1º Em caso de descumprimento do caput, sujeitam
-se às penalidades: 
I - notificação prévia para que no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, 
ingressem com processo administrativo contendo o contrato; 
II - decorrido o prazo do inciso I, multa de 200 (duzentos) URM; 
III - decorridos 03(três) dias da notificação da multa sem a regularização, 
multa em dobro e interdição do equipamento. 
IV - constatado o uso do elevador após o embargo, será cobrada multa diária 
no valor de 20 URM. 
§ 2º Havendo alteração da empresa responsável pela manutenção, ou 
responsável técnico, deverá ser apresentado por processo administrativo, o novo contrato e 
a respectiva ART, no prazo máximo de 30 dias do distrato. 
Seção VI 
Das Agências Bancárias 
Art. 57. É obrigatória, nas agências bancárias, a instalação de porta 
eletrônica de segurança individualizada em todos os acessos destinados ao público, exceto 
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o autoatendimento. 
Parágrafo único. A porta eletrônica deverá obedecer às seguintes 
características 
I 
– ser equipada com detector de metais; 
II
– ter travamento e retorno automático; 
III 
– possuir local para colocação de objetos; 
IV 
– conter vidros laminados e resistentes ao impacto de projéteis 
oriundos de arma de fogo até calibre 45.
Art. 58. As agências bancárias e postos de serviços bancários deverão 
instalar câmeras de vídeo, bem como seu monitoramento em toda sua estrutura incluindo o 
autoatendimento. 
Art. 59. Todas as agências bancárias são obrigadas a prestar o atendimento 
ao usuário em tempo razoável. 
§ 1º Para efeitos deste artigo entende-se como tempo razoável o 
atendimento prestado no tempo máximo de: 
I - 30 (trinta) minutos em dias normais; 
II - 45 (quarenta e cinco) minutos às vésperas e após os feriados 
prolongados; 
III - 45 (quarenta e cinco) minutos no 5º dia útil, no dia 10 e no último dia útil 
de cada mês. 
§ 2º Fica obrigatória a colocação de placas no interior das agências 
bancárias no Município com as informações constantes do § 1º, incisos I, II e III deste artigo. 
§ 3º O tempo máximo de atendimento leva em consideração o fornecimento 
dos serviços essenciais à manutenção do ritmo normal das atividades bancárias, tais como 
energia elétrica, telefonia e transmissão de dados. 
§ 4º O tempo de espera será controlado pela fiscalização de posturas, 
através de uma ficha de controle que conterá o horário de chegada do cliente ao banco e 
posterior horário de atendimento. 
Art. 60. Terão atendimento prioritário as pessoas idosas, os portadores de 
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deficiência física, gestantes e pessoas com crianças ao colo, ou que apresentem alguma
enfermidade. 
§ 1º Entende-se por atendimento prioritário a não obrigatoriedade das 
pessoas protegidas neste artigo a esperarem em filas; 
§ 2º Entende-se por pessoa idosa aquela que comprovar mais de 60 
(sessenta) anos de idade; 
§ 3º As deficiências físicas entendidas neste artigo são as que impossibilitam 
as pessoas a exercerem movimentos normais; 
§ 4º Consideram-se gestantes, para efeito deste artigo, aquelas pessoas cujo 
aspecto físico permite identificação visual; 
§ 5º Os estabelecimentos bancários deverão afixar em local visível, placas 
indicativas de orientação ao público, quanto ao atendimento prioritário e criar as condições 
necessárias para que o mesmo seja cumprido. 
Art. 61. O estabelecimento que infringir o disposto nesta seção ficará sujeito 
às seguintes penalidades: 
I 
– notificação preliminar na primeira constatação; 
II 
– multa de 200 URMs; 
III
– multa em dobro até a 5ª reincidência; 
IV
– cassação do Alvará após a 5ª reincidência. 
CAPÍTULO IV
DOS CEMITÉRIOS E CREMATÓRIOS 
Art. 62. Os cemitérios estarão sujeitos ao que for estabelecido em 
regulamento, conforme disposições contidas em legislação específica. 
Parágrafo único. No caso da construção de crematórios, deverá ser 
estabelecido regulamento específico à matéria. 
CAPÍTULO V 
DAS INFRAÇÕES E PENAS 
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Art. 63. As multas, cujo valor é variável de 50 a 5.000 URM’s, serão aplicadas 
em graus mínimo, médio ou máximo. 
§ 1º A graduação da multa a ser aplicada será regulamentada por Decreto, 
considerando: 
I 
– a maior ou menor gravidade da infração; 
II
– as circunstâncias atenuantes e agravantes; 
III
– os antecedentes do infrator, com relação às disposições deste Código. 
§ 2º Nas reincidências as multas serão cominadas em dobro. 
§ 3º Reincidente é aquele que violar preceito deste Código por cuja infração 
já houver sido autuado. 
Art. 64. As penalidades a que se referem este Código não isentam o infrator 
da obrigação de reparar o dano resultante da infração, na forma do art. 186 do Código Civil, 
bem como da ação penal cabível. 
Parágrafo único. Aplicada a multa, não fica o infrator desobrigado do 
cumprimento da exigência que a houver determinado. 
Art. 65. O valor da multa será vinculado à Unidade de Referência Municipal, 
representado neste Código pela sigla URM. 
Art. 66. A interdição consiste no impedimento de continuar realizando uma 
atividade que venha em prejuízo da população ou de continuar praticando ato proibido por 
leis ou regulamentos municipais. 
Parágrafo único. A notificação de interdição não impede a aplicação 
concomitante de outras penas estabelecidas neste código. 
Art. 67. Verificando-se infração a este código, Lei ou Regulamento de 
Posturas, será expedida contra o infrator notificação preliminar para que, no prazo máximo
de 60 dias, regularize a situação. 
Parágrafo único. O prazo para a regularização da situação será arbitrado 
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pelo agente fiscal, no ato da notificação, respeitando o prazo máximo fixado neste artigo. 
Art. 68. A notificação preliminar será feita em formulário destacado do 
formulário próprio, no qual ficará cópia com o “ciente” do notificado e conterá os seguintes 
elementos: 
I 
– nome do notificado ou denominação que o identifique; 
II
– dia, mês, ano, hora e lugar da lavratura da notificação preliminar; 
III
– prazo para regularização da situação; 
IV 
– descrição do fato que a motivou e a indicação do dispositivo legal 
infringido; 
V 
– multa e pena a serem aplicadas; 
VI
– assinatura do notificante. 
§ 1º A notificação poderá ser realizada presencialmente, por carta registrada, 
meio eletrônico ou outra forma que garanta a ciência do notificado. 
§ 2º Recusando-se o notificado a dar o “ciente”, será tal recusa declarada na 
notificação preliminar pela autoridade que a lavrar ou por meio de testemunho. 
§ 3º Ao infrator dar-se-á a cópia da notificação preliminar. 
§ 4º A recusa do recebimento, que será declarada pela autoridade fiscal, não 
favorece o infrator, nem o prejudica. 
Art. 69. Não caberá notificação preliminar, devendo o infrator ser 
imediatamente autuado: 
I 
– quando em flagrante; 
II
– nas infrações capituladas no Capítulo III, Seções I, II e III. 
Art. 70. Esgotado o prazo de que trata o art. 67, sem que o infrator tenha 
regularizado a situação perante o órgão competente, lavrar-se-á auto de infração. 
Art. 71. Auto de infração é o instrumento no qual é lavrada a descrição de 
ocorrências que, por sua natureza, característica e demais aspectos peculiares, denotem 
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ter a pessoa física ou jurídica contra a qual é lavrado, infringido ou tentado infringir 
dispositivos da legislação de posturas municipais. 
Art. 72. O auto de infração, lavrado com precisão e clareza, sem entrelinhas, 
emendas ou rasuras, deverá: 
I 
– mencionar o local, dia, mês, ano e hora da lavratura; 
II
– referir-se ao nome do infrator ou denominação que o identifique e 
das testemunhas, se houver; 
III
– descrever o fato que constitui a infração e as circunstâncias 
pertinentes, indicar o dispositivo legal ou o regulamento violado e fazer referências à 
notificação preliminar que consignou a infração, quando for o caso; 
IV
– conter a intimação ao infrator para pagar as multas devidas ou 
apresentar defesa e provas nos prazos previstos; 
V 
– conter o nome e a assinatura de quem a lavrou. 
§ 1º As omissões ou incorreções do auto não acarretarão sua nulidade 
quando do processo constarem elementos suficientes para a determinação da infração e do 
infrator. 
§ 2º A autuação poderá ser realizada presencialmente, por carta registrada 
ou meio eletrônico. 
§ 3º A assinatura não constitui formalidade essencial à validade do auto, não 
implica em confissão, nem a recusa agravará a pena. 
§ 4º Se o infrator ou quem o represente não puder ou não quiser assinar o 
auto, far-se-á menção dessa circunstância. 
Art. 73. O auto de infração poderá ser lavrado cumulativamente com o de 
apreensão ou embargo e então conterá também os elementos deste. 
Art. 74. O infrator terá o prazo de 30 (trinta) dias para apresentar defesa 
contra a ação dos agentes fiscais, contados da lavratura do auto de infração. 
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Art. 75. A defesa far-se-á por petição, via protocolo, facultada a juntada de 
documentos. 
Art. 76. A defesa contra a ação dos agentes fiscais terá efeito suspensivo da 
cobrança das multas ou da aplicação de penalidades. 
Art. 77. O recurso sobre a ação dos agentes fiscais será decidido pela 
autoridade julgadora, Diretor de Fiscalização de Obras e Posturas, no prazo de 30 (trinta) 
dias. 
§ 1º Se entender necessário, a autoridade poderá, no prazo deste artigo, a 
requerimento da parte ou de ofício, dar vista sucessivamente ao autuado e ao autuante ou 
ao reclamante e ao impugnante, por 30 (trinta) dias a cada um, para alegações finais. 
§ 2º Verificada a hipótese do parágrafo anterior, a autoridade terá novo prazo 
de 
30 (trinta) dias para proferir a decisão. 
§ 3º A decisão, redigida com simplicidade e clareza, concluirá pela 
procedência ou improcedência do auto de infração ou da reclamação, definindo 
expressamente os seus efeitos, num e noutro caso. 
Art. 78. Não sendo proferida decisão no prazo legal, nem convertido o 
julgamento em diligência, o fiscal ou o autuado poderá entrar com recurso voluntário junto
ao Município. 
Art. 79. O autuado será notificado da decisão de primeira instância: 
I - sempre que possível, pessoalmente, ou por meio eletrônico mediante 
entrega de cópia da decisão proferida; 
II - por carta acompanhada de cópia da decisão com aviso do recebimento 
datado e firmado pelo destinatário ou alguém de seu domicílio. 
Art. 80. Da decisão de primeira instância caberá recurso ao Prefeito. 
Parágrafo único. O recurso de que trata este artigo deverá ser interposto no 
prazo de 30 (trinta) dias contados da data de ciência da decisão em primeira instância, pelo 
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autuado, reclamante ou autuante. 
Art. 81. O recurso far-se-á por petição, facultada a juntada de documentos. 
Parágrafo único. É vedado, em uma só petição, recursos referentes a mais 
de uma decisão, ainda que versarem sobre o mesmo assunto e alcançarem o mesmo 
autuado ou reclamante, salvo quando proferidas em um único processo. 
Art. 82. As decisões definitivas serão cumpridas dando notificação ao infrator 
da decisão final para que em caso de ser mantida a multa, pagá-la no prazo de 10 (dez) 
dias. 
Parágrafo único. Não pagando no prazo, o valor da multa será lançado na 
dívida ativa. 
CAPÍTULO VI 
DISPOSIÇÕES FINAIS 
Art. 83. Dentro de 90 (noventa) dias a contar da sua entrada em vigor, o 
Poder Executivo regulamentará, no que couber, esta Lei Complementar. 
Art. 84. Fica revogada a Lei Complementar n.º 5.881 de 2014. 
Art. 85. Esta Lei Complementar entra em vigor após 90 (noventa) dias da
sua publicação. 
GUSTAVO ZANATTA 
Prefeito Municipal 
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Ofício n.º 129/2025-GP-AAL Montenegro, 15 de agosto de 2025. 
Assunto: Mensagem Justificativa do Projeto de Lei Complementar n.º ___/2025. 
Excelentíssimo Senhor Presidente: 
Encaminho o projeto de Lei Complementar em anexo que dispõe 
sobre o Código de Posturas do Município de Montenegro. 
O Código de Posturas é um instrumento essencial para o 
ordenamento da cidade, pois estabelece normas de convivência, uso do espaço 
público, segurança, higiene, sossego, entre outras questões que afetam 
diretamente o cotidiano dos cidadãos. No entanto, a legislação atualmente em
vigor já não atende plenamente às necessidades contemporâneas da 
população e da administração municipal. 
Com o passar dos anos, houve mudanças significativas nos 
hábitos sociais, nas tecnologias urbanas, no crescimento populacional e nas 
exigências de sustentabilidade e acessibilidade. Além disso, novas realidades
como o comércio informal, a mobilidade urbana, o uso de espaços públicos para 
eventos e o controle ambiental exigem regulamentações atualizadas, eficazes 
e compatíveis com as diretrizes da Constituição Federal, da legislação estadual 
e de políticas públicas modernas. 
A proposta ora apresentada foi elaborada com base em estudos 
técnicos, análises jurídicas e diálogo com diferentes setores da sociedade e da
administração pública. Ela visa garantir uma convivência urbana mais 
harmoniosa, segura, justa e ambientalmente responsável, além de conferir à 
gestão municipal instrumentos mais adequados para a fiscalização, a 
prevenção e a mediação de conflitos. 
Nesse sentido, solicito a aprovação do presente projeto de Lei 
Complementar. 
Atenciosamente, 
GUSTAVO ZANATTA 
Prefeito Municipal 
A Sua Excelência o Senhor 
Vereador Talis Ferreira 
Câmara Municipal de Vereadores 
Montenegro/RS 
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GUSTAVO ZANATTA (CPF 938.XXX.XXX-53) em 15/08/2025 15:22:32 GMT-03:00
Papel: Parte
Emitido por: Sub-Autoridade Certificadora 1Doc (Assinatura 1Doc)
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