| Tipo | Lei Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 4234 / 2005 |
| Date | 2005-07-04 |
| Ementa | DENOMINA RUA ALBERTO PASQUALINI UM LOGRADOURO PÚBLICO. |
| native_id | 2595 |
status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 3
1lr 'YCï1'1r'tàCt
., :.
.... ,
' . . ESTADO DonIoGnAXDEoosuu
.
.
E
1i o. 4 > @. PREFEITURAMuxlclpAuDEMONTENEGRO
) .. x cnlpiscte?)alal-efeita :.
j @ '* y
. ..
l
1 .
LElN.O4.234,DE4DEJULHO DE2005.
!
j '
1 DenominaRuaAlbertoPasqualinium . 1
jogradouropûblico.
.
'
l
1i PFERCIVALSOUM DE OLIVEIRA,PrefeitoMunicipaldeMontenegro.
açosaberqueacâmaraMunicipalaprovoueeusancionoaseguinte
l
1
! LEI:
Art.1.0A ruan.001,doLoteamentoPlates,IocalizadonoBairroSenai, è
passaadenominar-se''RuaAlbedoPasqualini''. t
j Parégrafo ûnico.Na placa indicativa deveré constar,Iogo abaixo do '
l nom e, ideériotrabalhista. '
.
Ad.2.0ApresenteLeientraem vigornadatadesuapublicaçâo.
j GABINETEDoPREFEITOMUNICIPALDEMONTENEGRO,em4de .;
1 julhode2005.
i REGISTRE-SEEpuBLlQuE-sE:
I Datasupra.
'
,'
j1 PERCIVALSU EOLIVEIRA, i
l POf OMunicipal. '
)
. t.
) '
.
j ESRecEreNtIéMriaA-CGIeEralZULCZEWSKI,
k
t
:è
LeideautoriadosVereadoresAltacirMartins (
, DorivaldodaSilva,RicardoKraemer,
AriMuler,IsauraMatoseRobertoBraatz
j ..
i è.
NOE(RG/OS.;0EMNGA SAL/EfIMS*
m 0QMCEMSARNS
(.
.
,
! y
RuaJoâoPessoa,1363-Cx.Postal,59-CEP95.780-000-Montenegro/Rs-Tel.:(51)649.8200-Fax:(51)632.4594
. 1
1lr 'YCï1'1r'tàCt
., :.
.... ,
' . . ESTADO DonIoGnAXDEoosuu
.
.
E
1i o. 4 > @. PREFEITURAMuxlclpAuDEMONTENEGRO
) .. x cnlpiscte?)alal-efeita :.
j @ '* y
. ..
l
1 .
LElN.O4.234,DE4DEJULHO DE2005.
!
j '
1 DenominaRuaAlbertoPasqualinium . 1
jogradouropûblico.
.
'
l
1i PFERCIVALSOUM DE OLIVEIRA,PrefeitoMunicipaldeMontenegro.
açosaberqueacâmaraMunicipalaprovoueeusancionoaseguinte
l
1
! LEI:
Art.1.0A ruan.001,doLoteamentoPlates,IocalizadonoBairroSenai, è
passaadenominar-se''RuaAlbedoPasqualini''. t
j Parégrafo ûnico.Na placa indicativa deveré constar,Iogo abaixo do '
l nom e, ideériotrabalhista. '
.
Ad.2.0ApresenteLeientraem vigornadatadesuapublicaçâo.
j GABINETEDoPREFEITOMUNICIPALDEMONTENEGRO,em4de .;
1 julhode2005.
i REGISTRE-SEEpuBLlQuE-sE:
I Datasupra.
'
,'
j1 PERCIVALSU EOLIVEIRA, i
l POf OMunicipal. '
)
. t.
) '
.
j ESRecEreNtIéMriaA-CGIeEralZULCZEWSKI,
k
t
:è
LeideautoriadosVereadoresAltacirMartins (
, DorivaldodaSilva,RicardoKraemer,
AriMuler,IsauraMatoseRobertoBraatz
j ..
i è.
NOE(RG/OS.;0EMNGA SAL/EfIMS*
m 0QMCEMSARNS
(.
.
,
! y
RuaJoâoPessoa,1363-Cx.Postal,59-CEP95.780-000-Montenegro/Rs-Tel.:(51)649.8200-Fax:(51)632.4594
. 1
19d)» \(LIQ
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO
GaIiinete Do Prefeito
LEI N.° 4.234, DE 4 DE JULHO DE 2005.
Denomina Rua Alberto Pasqualini um
Iogradouro pl’Jblico.
PERCIVAL SOUZA DE OLIVEIRA, Prefeito Municipal de Montenegro.
Faco saber que a Cémara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte
LEI:
Art. 1.° A rua n.° 01, do Loteamento Plates, localizado no Bairro Senai,
passa a denominar-se "Rua Alberto Pasqualini".
Paragrafo unico. Na placa indicativa deveré constar, logo abaixo do
nome, ideério trabalhista.
Art. 2.° A presente Lei entra em vigor na data de sua publicacao.
GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE MONTENEGRO, em 4 de
julho de 2005.
REGISTRE—SE E PUBLIQUE-SE:
Data Supra.
PERCIVAL S U E OLIVEIRA,
P ef 0 Municipal.
ERENI MAClE ZULCZEWSKI,
Secretéria-Geral
\
Lei de autoria dos Vereadores Altacir Martins, Dorivaldo da Silva, Ricardo Kraemer,
Ari MUIler, lsaura Mattos e Roberto Braatz
"00E ORGAos. DOE SANGUE- SALVE VIPAS“
MONTENEGRO (WADE DAS ARTES
Rua Joao Pessoa, 1363 - Cx. Postal, 59 - CEP 95780—000 - Montenegro/RS - Tel.: (51) 649.8200 - Fax: (51) 632.4594
1 -.
) e' ' ' a.r .- ,
1 -v:t.
'.k
''
.. !)
' tk,,-
)-'ir .-.-L.7.'.;g,' E 1 ..
1 (
1 EsvAoo oo Rzo GRANDS oo suL
j .
I CAMARA MuNzczpAL DE MONTENEGRO ,
i ' MontenegrocidadedasArtes
1 '
1 ..
1 t
.j . '
j '
il cuRRlcuLuM VITAE
4 '
1l ALBERTO PASQUALINI
1'
j
l - Nascidoem Ivorà/u ,em 23desetembrode1901.Advogado,professor
4 de Direito,vereador,deputado e senador da Repûblica, orador brilhante,
i doutrinador ltk ido e culto foi, sem dthvida, o pensador, o ideölogo do
!1 ' trabalhismo no Brasil. Em 1945 funda a Uniâo Social Brasileira, reunindo ..
; inteleduaisgaûchos,osquaispregavam mudançasna polûtica,baseadasem
; princûpioshumanistas,nasoldariedadeenocooperativismo.Foium polemista, 1 .
; cujafidalguiainfluenciariatodaumafuturageraçâodepolûticos.Diziaqueno
) ' tereno da discussLoprogramùtica edaética deve havero respeito aos
'i adversàrios,'quem possuiidéias,n5odeveatacarouagredirpessoalmente.Seu
$ ideàrio,atose realizacöes,penetravam na consciência de todasascamadas (
j: . . sociais'.' ''' -- ', '.
lnconformado com as condiçöes de vida do povo, enfrentou j '
,
'
.
. .
, corajosamente asforças conservadoras ao denunciara mprginalizaçào dos . t f
rabalhadoresrurais,afaltadeoportunldadesparaosjovènsempurrando-os q
)'..,L$, para os caminhosda delinquência,a exploraçEo do trabalho,a miséria e a
f:
'.. x exclusâo social. )
'
''' -''' Convencido da importância do papeldo Estado na esfera econômica,
' . querparasuperarasdeficiênciasda iniciativa privada,querpara corigirsua
è
i anomalia, Alberto Pasqualinipropôsa reformaagréria,defendeuacriaçâo de
; coIôniasagrkolas,o cooperativismo ea concessa-o de créditosaospequenos
). :' agricultoreseatodosaquelesquedesejassem realizarempreendimentosaeis
', ) a coletividade,o direito I moradia,condenando dentro dos principios do ;
cristianismo, o dinheiro como meio de opressao, de especulaçpo e de
, ) exploraçâo. '
'' Sua morte em 03 dejunho de 1960,deixou o pafs maispobre de
k, idéias.
i)(' .
. seu discurso, passado meio século, ainda é muito atual: uNossa (
tj)st:);,. . economiaécomoumaescavadeira,tiraatera deum Iadoeamontoano E .;
'
.,r. !'
'.;
-jrg. outro.Sacrifica os poderes e enriquece grupos privilegiados, os quais tudo ,
i.è': controIam aosabordeseusinteresses.O povonào sedàcontaqueascartas :
: : estâomarcadas.Nâoseapercebequeestùsendousado.Senteosefeitos,rnas è
'
'
?' nâo compreende as causas.Nbo acredito que os que acumulam riquezas,
,,
'
'
t?'' possam sentir-sefelizesetrandaûilos,diantedamiséria.Nâopodehaverordem
'$)'t....'j . ' . . econômica em queunstenham em excessoeamaiorianâoconsigasatisfazem ( ''.''
' as necessidadeselementares.Nâo hé razlo natural,jurfdica ou moral e :
' .!. '
!.'';; excluao homem dosbensdaterra,dacultura e dacivilizaçâo''.
v) '
j(:,'q -
f'.' '
.
' '! z
'
qtj.r''..'..2' ''DoEOaGéo&DoESANGUE:SALVZVIDAS'? :
. :
'
. r.
1 -.
) e' ' ' a.r .- ,
1 -v:t.
'.k
''
.. !)
' tk,,-
)-'ir .-.-L.7.'.;g,' E 1 ..
1 (
1 EsvAoo oo Rzo GRANDS oo suL
j .
I CAMARA MuNzczpAL DE MONTENEGRO ,
i ' MontenegrocidadedasArtes
1 '
1 ..
1 t
.j . '
j '
il cuRRlcuLuM VITAE
4 '
1l ALBERTO PASQUALINI
1'
j
l - Nascidoem Ivorà/u ,em 23desetembrode1901.Advogado,professor
4 de Direito,vereador,deputado e senador da Repûblica, orador brilhante,
i doutrinador ltk ido e culto foi, sem dthvida, o pensador, o ideölogo do
!1 ' trabalhismo no Brasil. Em 1945 funda a Uniâo Social Brasileira, reunindo ..
; inteleduaisgaûchos,osquaispregavam mudançasna polûtica,baseadasem
; princûpioshumanistas,nasoldariedadeenocooperativismo.Foium polemista, 1 .
; cujafidalguiainfluenciariatodaumafuturageraçâodepolûticos.Diziaqueno
) ' tereno da discussLoprogramùtica edaética deve havero respeito aos
'i adversàrios,'quem possuiidéias,n5odeveatacarouagredirpessoalmente.Seu
$ ideàrio,atose realizacöes,penetravam na consciência de todasascamadas (
j: . . sociais'.' ''' -- ', '.
lnconformado com as condiçöes de vida do povo, enfrentou j '
,
'
.
. .
, corajosamente asforças conservadoras ao denunciara mprginalizaçào dos . t f
rabalhadoresrurais,afaltadeoportunldadesparaosjovènsempurrando-os q
)'..,L$, para os caminhosda delinquência,a exploraçEo do trabalho,a miséria e a
f:
'.. x exclusâo social. )
'
''' -''' Convencido da importância do papeldo Estado na esfera econômica,
' . querparasuperarasdeficiênciasda iniciativa privada,querpara corigirsua
è
i anomalia, Alberto Pasqualinipropôsa reformaagréria,defendeuacriaçâo de
; coIôniasagrkolas,o cooperativismo ea concessa-o de créditosaospequenos
). :' agricultoreseatodosaquelesquedesejassem realizarempreendimentosaeis
', ) a coletividade,o direito I moradia,condenando dentro dos principios do ;
cristianismo, o dinheiro como meio de opressao, de especulaçpo e de
, ) exploraçâo. '
'' Sua morte em 03 dejunho de 1960,deixou o pafs maispobre de
k, idéias.
i)(' .
. seu discurso, passado meio século, ainda é muito atual: uNossa (
tj)st:);,. . economiaécomoumaescavadeira,tiraatera deum Iadoeamontoano E .;
'
.,r. !'
'.;
-jrg. outro.Sacrifica os poderes e enriquece grupos privilegiados, os quais tudo ,
i.è': controIam aosabordeseusinteresses.O povonào sedàcontaqueascartas :
: : estâomarcadas.Nâoseapercebequeestùsendousado.Senteosefeitos,rnas è
'
'
?' nâo compreende as causas.Nbo acredito que os que acumulam riquezas,
,,
'
'
t?'' possam sentir-sefelizesetrandaûilos,diantedamiséria.Nâopodehaverordem
'$)'t....'j . ' . . econômica em queunstenham em excessoeamaiorianâoconsigasatisfazem ( ''.''
' as necessidadeselementares.Nâo hé razlo natural,jurfdica ou moral e :
' .!. '
!.'';; excluao homem dosbensdaterra,dacultura e dacivilizaçâo''.
v) '
j(:,'q -
f'.' '
.
' '! z
'
qtj.r''..'..2' ''DoEOaGéo&DoESANGUE:SALVZVIDAS'? :
. :
'
. r.
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
CAMARA MUNICIPAL DE MONTENEGRO
Montenegro Cidade das Artes
CURRICULUM VITAE
ALBERTO PASQUALINI
Nascido em Ivoré/RS, em 23 de setembro de 1901. Advogado, professor
de Direito, vereador, deputado e senador da Repfiblica, orador brilhante,
doutrinador liicido e culto foi, sem di'ivida, o pensador, o ideélogo do
trabalhismo no Brasil. Em 1945 funda a Uniao Social Brasileira, reunindo
intelectuais gai'Jchos, os quais pregavam mudangas na politica, baseadas em
principios humanistas, na solidariedade e no cooperativismo. Foi um polemista,
cuja fidalguia influenciaria toda uma futura geragao de politicos. Dizia que no
terreno da discussao programética e da ética deve haver o respeito aos
adversa’rios; quem possui idéias, n50 deve atacar ou agredir pessoalmente. Seu
ideério, atos e realizagoes, penetravam na consciéncia de todas as camadas
sociais.
Inconformado com as condigoes de vida do povo, enfrentou
corajosamente as forgas conservadoras, ao denunciar a marginalizagao dos
trabalhadores rurais, a falta de oportunidades para os jovéns empurrando-os
para os caminhos da delinqiiéncia, a exploragao do trabalho, a miséria e a
exclusao social.
Convencido da importéncia do papel do Estado na esfera economica,
quer para superar as deficiéncias da iniciativa privada, quer para corrigir sua
anomalia, Alberto Pasqualini propos a reforma agréria, defendeu a criagao de
colonias agricolas, o cooperativismo e a concessao de créditos aos pequenos
agricultores e a todos aqueles que desejassem realizar empreendimentos titeis
a coletividade, o direito a moradia, condenando, dentro dos principios do
cristianismo, o dinheiro como meio de opressao, de especulagao e de
exploracao. - Sua morte em 03 de junho de 1960, deixou o pal's mais pobre de
idéias. . Seu discurso, passado meio século, ainda é muito atual: “Nossa
economia é como uma escavadeira, tira a terra de um lado e amontoa no
outro. Sacrifica os poderes e enriquece grupos privilegiados, os quais tudo
controlam ao sabor de seus interesses. O povo n50 se da conta que as cartas
estao marcadas. N50 se apercebe que esté sendo usado. Sente os efeitos, mas
‘nao compreende as causas. N50 acredito que os que acumulam riquezas,
possam sentir-se felizes e tranlqijilos, diante da miséria. Nao pode haver ordem
economica em que uns tenham em excesso e a maioria n50 consiga satisfaze 2
as necessidades elementares. Nao ha razao natural, juridica ou moral
exclua o homem dos bens da terra, da cultura e da civilizagao".
”DOE ORG/£05, D05 SANGUE: SALVE VIDAs”
'
(
j !
. l
: /
'
j.
' lty
(
. t.
J>w-.'.'...-....zc. (
4
- -
/ a è!
. . ,/
'
. j. lI . )
J1. It .ep t * j . <r) c t
J1 ) o G . l
........... ... -..-.. Ik(J(7 ;y G fS) ,
,
. Z (>r'N.--e<'
,
r
!).-.....--.. --... .
**'
, . jt
v- f . f
,,? )! o.. -F ( : ' . j .j.,:.$ v- j j..--....-.-.-....-.j. . z.:...... j
jo j r mG z j
j-..-.D.........--........J?. jyjëj .......-....... / y ,*x
E /f- f '.W. ',
Jl5t..-/(7 f/.-..-......-....1J*' '. a..' 1, . .
.. ()5Q ut !. . (j) .:....z..-...... hj .
-<c. .7n -m fl zxN azzs'p j
.
.. O of'''-<U NO v.' '''',c'','''' p .
14...:;4jr . $ ,..../ ..,...g :..j.....jr pj
-
. N x.w
w
x sx z z
!k-!kjy;u.
.xx:v j
?kr &$N y..,.'
il:il ll-' N '-(:(q) .l:qNîk ,'-'y ,
.......................................'
c ï1- -
j@ ,z' '! rncojEj;.r.....
..jyj;j I-.jk-y.j7' -. 'qy,N
.
''
x '$ , qt;)wp-* a,yZe:,
'P j,.............$..%.J'....-.... ('
k -(7-121-..-.- - ..-,r
u''----** ''
kqxq
î
t
y.
..-.-. -N y s z. %y-.Ng;.y.t:!.1ji.-...........-. j. -c-.#- - .. - .,' kx ...K V................'.y h
o 'y .XAV. .z,z y .oj(jy j
bO Z Jo K --.- y/ h;..-.........1k.7.....j)svw- ('. w .
.
-.. -- ,y aw. ,w ....x..-....--,.. y.gs 0,........-.-.- j . .,... . . ' .. lj y r,
.. -.-L.i.ï..1..L.-........
(:....--.-- .
----
.
----
..
--k...t ,....
#'- -,' ...v
-----''''-----.--- -e-(;)$,-. hk-........:t. /,2$k(E!; r
4::21 lt -x-'k-r- d:::z)k -'k $) '-' 't
C) ï.ï-O- -.-..--j.t w -y!-::), hk,..-: l -u-- . -r , ks '
--, r''-N ï.- .(b b% ---'- hcca7 o j.$
< ïu - -b.ï .- - . -- -qt gf'k; .r
! Df. h
.O.-----. unN.m -<-.a- Q..j-j.(7- j
u -gwNx.w
' ' -
M E
- - - .- .
k . . jt o z.
h.X-. -.G- - -ki!:o o
,
O m
ïï ro ï.1 .- !ï crp= o-- ' .-.j !
j:.'
'
.
1.
1)
*
.
1i
'
..
'
(
j !
. l
: /
'
j.
' lty
(
. t.
J>w-.'.'...-....zc. (
4
- -
/ a è!
. . ,/
'
. j. lI . )
J1. It .ep t * j . <r) c t
J1 ) o G . l
........... ... -..-.. Ik(J(7 ;y G fS) ,
,
. Z (>r'N.--e<'
,
r
!).-.....--.. --... .
**'
, . jt
v- f . f
,,? )! o.. -F ( : ' . j .j.,:.$ v- j j..--....-.-.-....-.j. . z.:...... j
jo j r mG z j
j-..-.D.........--........J?. jyjëj .......-....... / y ,*x
E /f- f '.W. ',
Jl5t..-/(7 f/.-..-......-....1J*' '. a..' 1, . .
.. ()5Q ut !. . (j) .:....z..-...... hj .
-<c. .7n -m fl zxN azzs'p j
.
.. O of'''-<U NO v.' '''',c'','''' p .
14...:;4jr . $ ,..../ ..,...g :..j.....jr pj
-
. N x.w
w
x sx z z
!k-!kjy;u.
.xx:v j
?kr &$N y..,.'
il:il ll-' N '-(:(q) .l:qNîk ,'-'y ,
.......................................'
c ï1- -
j@ ,z' '! rncojEj;.r.....
..jyj;j I-.jk-y.j7' -. 'qy,N
.
''
x '$ , qt;)wp-* a,yZe:,
'P j,.............$..%.J'....-.... ('
k -(7-121-..-.- - ..-,r
u''----** ''
kqxq
î
t
y.
..-.-. -N y s z. %y-.Ng;.y.t:!.1ji.-...........-. j. -c-.#- - .. - .,' kx ...K V................'.y h
o 'y .XAV. .z,z y .oj(jy j
bO Z Jo K --.- y/ h;..-.........1k.7.....j)svw- ('. w .
.
-.. -- ,y aw. ,w ....x..-....--,.. y.gs 0,........-.-.- j . .,... . . ' .. lj y r,
.. -.-L.i.ï..1..L.-........
(:....--.-- .
----
.
----
..
--k...t ,....
#'- -,' ...v
-----''''-----.--- -e-(;)$,-. hk-........:t. /,2$k(E!; r
4::21 lt -x-'k-r- d:::z)k -'k $) '-' 't
C) ï.ï-O- -.-..--j.t w -y!-::), hk,..-: l -u-- . -r , ks '
--, r''-N ï.- .(b b% ---'- hcca7 o j.$
< ïu - -b.ï .- - . -- -qt gf'k; .r
! Df. h
.O.-----. unN.m -<-.a- Q..j-j.(7- j
u -gwNx.w
' ' -
M E
- - - .- .
k . . jt o z.
h.X-. -.G- - -ki!:o o
,
O m
ïï ro ï.1 .- !ï crp= o-- ' .-.j !
j:.'
'
.
1.
1)
*
.
1i
'
..
\