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norma nº 3582/2001

Tipo Lei Ordinária
Número / Ano 3582 / 2001
Date 2001-04-03
EmentaDENOMINA IVO JOSÉ FELDENS UM LOGRADOURO PÚBLICO.
native_id2968

Documents (1)

texto integral #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 3

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IVAN JACOB ZIMMER,PrefeitoMunicipaldeMontenegro. '
Faço saberquea càmara Municipalaprovou eeu sanciono
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LEI:
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LoteamentoCentenério,passaadenominar-se RuaIvoJosé Feldens.
1
j Parâgrafo tinico - O Loteamento que se refere o d(caput,,
localiza-senoBairoCentenério. !
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Art.20 A presente Ieientra em vigor na data de sua j
publicaçâo.
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l MONTENEGRO I ,em 03deabrilde2001. l
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REGISTRE-SE E PUBLIQUE-SE: -
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RuaJoâoPessoa,1363-Cx.Postal,59-CEID:95780-000-Montenegro/Rs-TeI:(51)632-4333-Fax:(51)632-4594 )J
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Faço saberquea càmara Municipalaprovou eeu sanciono
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
PREFElTURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO
Ga/Jil/Ieze 00 PIE/[6120
LEI N" 3.582, DE 03 DE ABRIL DE 2001.
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‘1 ~‘v-‘» “‘"u‘ if Denomlna lvo Jose Feldens
‘~A4.u .~ = 1)}..“3. '1! um Iogradouro pUblico.
IVAN JACOB ZIMMER, Prefeito Municipal de Montenegro.
Fago saber que a Cémara Municipal aprovou e eu sanciono
a seguinte
LEI:
Art. 1° 0 Iogradouro pUico de n° 4, localizado no
Loteamento Centenério, passa a denominar-se Rua Ivo José Feldens.
Parégrafo Unico — O Loteamento que se refere o “caput”
localiza-se no Bairro Centenério.
Art. 2° A presente lei entra em vigor na data de sua
publicagao.
GAIBINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE
MONTENEGRO, em 03 de abril de 2001.
REGISTRE-SE E PUBLlQUE—SE:
Data Supra.
& IVAN ZIMMER,
we: cog i 1 efeito Municipal. ROSEMARI fime‘ffiifik‘e C“
Secretaria-Geral.
LEI DE AUTORllA DOS VEREADORES ALTACIR MARTINS E
PERCIVAL DE OLIVEIRA
Rua Joéo Pessoa, 1363 - Cx. Postal, 59 - CEP: 95780-000 - Montenegro/RS — Tel: (51) 632-4333 - Fax: (51) 632-4594
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, nascido em 15 de setembro de 1944, !
! em Lajeado,RS.Filho de Augusto Arno e Anilda Arenhad Feldens, ' . juntamente com maisdezinnàos.Desde pequenoajudavao painaseraria
) de sua propriedade,da qualse tornou se io em 1968 e ondetrabalhouaté !
j ' ' 1983.Casou-se
o.
em 1968com MariluMargarida Dulius Feldens, com quem ', i
' tevedoisfilhos.E,duardopIsabel,estaproporcionandœlhedoisnetos. . l
'' , Nametadedadécadade60atuouem gruposIigadosàIgreja, j ) como a JOC:Juventud.e Operéria Catdlica,onde começou a forjarsua . j'
j mentalidade comunitéria e voltada para as questöes sociais.Depois de J'
t' casado,serviucomo29suplentedeJuizdePa'!,em Gjeado.Em 1975 sua '' i E
. esposa,teIefonista,foitransfe,ridaparaMontenegro,devidoàinauguraçâoda l,
11 centralautomâticada, CR-r,aporém estepreferiunâovirimediatmentemorar j
l nomunicîpio,em vidude doscompromissosassumidoscom aadministraçâo 9' . daserraria. i
I E $ . ,
1 m 1983 pasea a residirdefinitivamente em Montenegro, ; .
1 empregando-se na extinta coopave,como guarda.Logo se integrou à vida ,: '! '
sociale comunitéria local,tendo padicipado,em 10dejunhode 19% ,da !
assembléia de fundal o da Associaçào Comunitâria da Vila Progresso, l
bairro onde morou de 1982 até partir> ra a morada definitiva. Devido à '
falência da Coopave,foitrabalharna Tanac S.A, na mesma funçào.Nesta :
' época ainda nào se envolvia mais diretamente com as associaçe s F
OOmUnitérias,preferia atuar na érea de esporte, onde começou a formar' !
parte de seu vasto circulo de amizades.Era comum sua presença nos
campos de futebol,na condiçào de mesério,sempre acomN nhado da cuia l
1 dechimarào,umdeseushétbitosmaisconhecidos.Tambémparticipavadas l
j rdeousniöceasrnêdsa''dLoigsacaMmopneteoneagtorsin.adeFutebol,ondecolaborakanaconfecl:o (i
No finalda década de80,jâcomo presidente daAssocialo !
Comunitéria da Vila Prœ ressojfoium dos stk ios-fundadores da UMAC,
:
.
UniâoMontenegrinadeAssociaçöesComunitérias, ocofridoem 16deagosto ;Lti.t.
de1989.Em 1988foicontratadoparadirigirodepadamentodeesportesda
j AEC,Associaçào Espodiva Copesul,onde organizavatorneiose atividades
j asns.Em1991,desligava-sedaempresaTanaceresolvevoltaràcondiçào . g
-de micro-empreerio,tornandœsedistribuidorem Montenegrodosprodutos
Fruki.Neste contato direto com os bairros e sua realidade, passa daia
vicejarsuapreferênciaN lasIidescomunitérias.
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j mentalidade comunitéria e voltada para as questöes sociais.Depois de J'
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1 empregando-se na extinta coopave,como guarda.Logo se integrou à vida ,: '! '
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parte de seu vasto circulo de amizades.Era comum sua presença nos
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No finalda década de80,jâcomo presidente daAssocialo !
Comunitéria da Vila Prœ ressojfoium dos stk ios-fundadores da UMAC,
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de1989.Em 1988foicontratadoparadirigirodepadamentodeesportesda
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Fruki.Neste contato direto com os bairros e sua realidade, passa daia
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A ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
CAMARA MUNICIPAL DE MONTENEGRO
CURRICULUM VITAE
IVO JOSE FELDENS. nascido em-15 de setembro de 1944, em Lajeado,' RS. «Filho de Augusto Arno e Anilda Arenhart Feldens,
juntamente com mais dez innaos. Desde pequeno ajudava o pai na serraria
de sua propriedade, da qual se tornou socio em 1968 e onde trabalhou até
' '1983. Casou-se em 1968 com Marilu Margarida Dullius Feldens, com quem
teve dois filhos: Eduardo _e Isabel, esta proporcionando—lhe dois netos.
Na metade da década de 60 atuou em grupos ligados a lgreja,
como a .100. Juventude Operaria Catolica, onde comecou a forjar sua
mentalidade comunitéria e voltada para as questées sociais. Depois de
casado, serviu como 2° suplente de Juiz de Paz. em Lajeado. Em 1975 sua
esposa, telefonista, foi transferida para Montenegro, devido a inauguracao da
central automatica da CRT, porém este preferiu nao vir imediatamente morar
no municipio, em virtude dos compromissos assumidos com a administracao
da serraria.
Em 1983 passa a residir definitivamente em Montenegro.
empregando-se na extinta Coopave, como guarda. Logo se integrou a Vida
social e comunitéria local, tendo participado, em 1° de junho de 1984, da
assembléia de fundacao da Associacao Comunitaria da Vila Progresso,
bairro onde morou de 1982 até partir para a morada definitiva. Devido a
faléncia da Coopave, foi trabalhar na Tanac S.A. na mesma funcao. Nesta
época ainda nao se envcnlvia mais diretamente com as associagoes.
comunitérias. preferia atuar na area do esporte, onde comecou a former
parie de seu vastocirculo de amizades. Era comum sua presenga nos
campos de futebol, na condicao de mesario, sempre acompanhado da cuia
de chimarrao, um de seus héIbitos mais conhecidos. Também participava das
reuniées da Liga Montenegrina de Futebol, onde colaboraVa na confeccao
dos“carnés’'dos campeonatos.
No final da década de 80, ja como presidente da Associacao
Comunitaria da Vila Progresso foi urn dos socios-fundadores da UMAC.
Uniao Montenegrina de Associacées Comunitarias, ocorrido em 16 de agosto
de 1989. Em 1988 foi contratado para dirigir o depanamento de esportes da
AEC, Associacao Esportiva Copesul, onde organizava torneios e atividades
afins. Em 1991, desligava—se da empresa Tanac e resolve voltar a condicéo
de micro-empresario, tornando—se distribuidor em Montenegro dos produtos
Fruki. Neste contato direto com os bairros e sua realidade, passa dai a
vicejar sua preferencia pelas lides comunitarias.
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'(.: . . j 'j
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)
Em 1995 pposentou-se, dedicando-se nas tarefas
comunitérias. Au ume a presidência da UMAC, por dois mandatos,
permanecendo até marm de 2000. Cercado da Saais companheiros, )
'
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j
conhecidos batathadores peta causa,imprimiu à sua gesfao a marca da . !
fundaçào de dezenas de novas associaçY s de bairro. Com seu pY er j
aglutinador, reunia os moradores de Iœ alidades da cidade e interior. ;
Coordenava assem bjéias,discutia estatutos e finalidades e,atendendo o 47
riada mais uma pssociaçâo de bairro. i desejodaspopulaçöes decëacava c (
Estavasempre dis/
.n?lvelpara ajudara resolverquestöes administrativo- , r
burocréticas das entldades,nâo raro se deslocando à capitalpara resolver .
pendências das mesmas,inolusive coordenando os processos eleitorais de :
.
renovaW o das diretorias.Segummente,pode ser considecado um dos :
respone veis diretoà pelo fato de Montenegro,atualmente,posstlircerca de :
.
.
35 associaçies de bairro e intqriorlegalizadas.Empenhava-se inclusivepara '
.
. .
. t
' .
que os president#s das asscciaçY scle batrros promovessem eventos,entre t
outros,de Mais Bela Comtlnitéria de Montenegro,sendo que de 1996 a 'l
- 1999 foram conduzidasparaasfinaisestaduais.
l
9
j .
Foium dosftmdadoresdaCxtmvale,cxperativadetrabalho )
sediadaatéhoje noprédio ondefuncionavaaAripê,eIœ aldereunie sda 2
UMAC.Foi,atéseuétiltimo>dias-emesmojédebilitadopelocâncerqueo )
itimou em 26.11.2* G -,diretoradministrativo da cooG rativa. Além destas t
i
4
f
' '
'
1 entidades de cunho com un/ârio,participou de Conseihos Municîpais,onde
1
l
j representava a UMAC,inclusive o Conselho Comunitério do Centro Social . j
; Urbano. Por indi/al o da Frasab, integrou o Conselho Estaduasdp i
1 .
(
AssistênciaSocial. .
1 na plenitudeAavcoindtaaddaenidae,tpoarnrtaicriapaIvr,odpereinsfeluniçr,adceonosptiannatre,eenmfimg,radnedeexepracdeer i?
dos eventos realizados em Montenegro na t-dtima década. A K lîtica
didériatambém teveem suafjgtlraum militanteengajado,sempreprontoa 7
pa
.
ajudar e a incidir,juntamenle com seus coreligionérios,nas grandes
1 decisöes dom unicipio.lntegfouas tileirasde quatrosiglas parlidériaslocais; '. p
PMDB,PT,PSBe,pqrfjm,oPTB.
.
lvo Jose Feldens alioua sua intensa vocaW o comunitéria ao l
4 tereno férli) representado N lo convîvio com intimeros e valoroKs t
j companheiros da causa. Desta uniâo, surgiu uma'parceria que, ;
simultaneamente,o'gratificavacomopessoaeaseusfamiliares,etam* m i
1t acqounvinivheoraavmaearamcidasdîneoerqaumeenetescoalohogluhido-sracomviovers.eTrodrotesnceqsuseemcoamtmelea j:st.
1
grande familia: es￾jodiva,Imlitico-padidéria,Gomunitana,associatim..;ele : L'''..
nâo fazia distinçao de qualquer espécie. Distribuia igualmente sua )
! generosidade e gentlino espiritD altrujsla. Sempre se colœ ando como :
''fermentonomeiodamassa''.Catélico,jamaisdeixouquefosse'abaladasua :
féem Deus.Nem suacrençanope ertransformadordaexistênciaterrena.
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Coordenava assem bjéias,discutia estatutos e finalidades e,atendendo o 47
riada mais uma pssociaçâo de bairro. i desejodaspopulaçöes decëacava c (
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respone veis diretoà pelo fato de Montenegro,atualmente,posstlircerca de :
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- 1999 foram conduzidasparaasfinaisestaduais.
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sediadaatéhoje noprédio ondefuncionavaaAripê,eIœ aldereunie sda 2
UMAC.Foi,atéseuétiltimo>dias-emesmojédebilitadopelocâncerqueo )
itimou em 26.11.2* G -,diretoradministrativo da cooG rativa. Além destas t
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1 entidades de cunho com un/ârio,participou de Conseihos Municîpais,onde
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; Urbano. Por indi/al o da Frasab, integrou o Conselho Estaduasdp i
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1 na plenitudeAavcoindtaaddaenidae,tpoarnrtaicriapaIvr,odpereinsfeluniçr,adceonosptiannatre,eenmfimg,radnedeexepracdeer i?
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didériatambém teveem suafjgtlraum militanteengajado,sempreprontoa 7
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1 decisöes dom unicipio.lntegfouas tileirasde quatrosiglas parlidériaslocais; '. p
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lvo Jose Feldens alioua sua intensa vocaW o comunitéria ao l
4 tereno férli) representado N lo convîvio com intimeros e valoroKs t
j companheiros da causa. Desta uniâo, surgiu uma'parceria que, ;
simultaneamente,o'gratificavacomopessoaeaseusfamiliares,etam* m i
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grande familia: es￾jodiva,Imlitico-padidéria,Gomunitana,associatim..;ele : L'''..
nâo fazia distinçao de qualquer espécie. Distribuia igualmente sua )
! generosidade e gentlino espiritD altrujsla. Sempre se colœ ando como :
''fermentonomeiodamassa''.Catélico,jamaisdeixouquefosse'abaladasua :
féem Deus.Nem suacrençanope ertransformadordaexistênciaterrena.
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o1“
Em 1995 aposentou-se. dedicando-se nas tarefas‘
comunitarias. Assume a presidéncia da UMAC, por dois mandatos.
permanecendo ate margo de 2000. Cercado 'de leais companheiros,
conhecidos balalhadores pela causa, imprimiu a sua gestao a marca da
fundagao de dezenas de rrovas associagoes 'de bairro. Com seu poder
aglutinador, reunia os moradores ’de localidades da cidade e interior.
Coordenava assembléias, discutia estatutos e finalidades e,‘ atendendo o
'desejo das populagoes, declarava criada mars uma associagao de bairro.
Estava sempre disponivel para ajudar a resolver questées administrativo—
burocraticas das entidades, nao raro se declocando a capital para resolver
pendencias das mesmas, inclusive coordenando os processos eleitorais de
renovagao das diretorias. Seguramente. pode ser considerado um dos
responsaveis diretos pelo fato de Montenegro, atualmente, possuir cerca de
‘ 35 associagoes de bairro e interior legalizadas. Empenhava-se inclusive para
que os presidentes das associagoes de bairros promovessem eventos, entre
outros, de Mais Bela Comunitéria de Montenegro, sendo que de 1996 a
1 999. foram conduzidas para as finais estaduais.
Foi um dos fundadores da Cootravale, cooperativa de trabalho
sediada ate hoje no prédio onde funcionava a Aripé, a local de reunioes d‘a
UMAC. Foi, até seus ultimos dias — e mesmo ja debilitado pelo cancer queo
vitimou em 26.11.2000 f. diretor administrative da cooperativa. Além destas
entidades de cunho comunitario, particlpou de Conselhos Municipais. onde
represenlava a UMAC. inclusive 0 Conselho Comunitario do Centro Social
Urbano. Por .indicagao da Fracab, integrou o Conselho Estadual de
Assisténcia Social. ' A vontade de participar, de influir, de opinar, enfim, de exercer
na plenitude a cidadania, tornara lvo presenqa constante em grande parte
dos eventos realizados em Montenegro na ultima decada. A politica
partidaria também teve em sua figura um militante engajado, sempre pronto a
ajudar e a incidir. juntamente com seus correligionarios. nas grandee
decisées do municipio. lntegrou as fileiras de quatro siglas partidérias locals:
PMDB, PT, PSB e, per fim, o PTB.
lvo Jose Feldens aliou a sua intensa vocagao comunitaria ao
terreno fértil representado pelo convivio com indmeros e valorosos
companheiros da oausa. Desta uniao, surgiu uma' parceria que.
simultaneamente, o‘ gratificava como pessoa e a seus familiares. e também
aquinhoava a cidade que escolheu para viver. Todos que com ele
conviveram eram sinceramente acolhidos como se pertencessem a uma
grande familia: esportiva, politico-partidéria, comunitaria, associative..; ele
nao fazia distingao de qualquer espécie. Distribuia igualmente sua
generosidade e genuino espirito altruista. Sempre se colocando como
“fermento no meio da massa". Catélico, jamais deixou que fosse' abalada sua
fe em Deus. Nem sua crenga no poder transformador da existéncia terrena.
fa!)

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