| Tipo | Lei Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 3582 / 2001 |
| Date | 2001-04-03 |
| Ementa | DENOMINA IVO JOSÉ FELDENS UM LOGRADOURO PÚBLICO. |
| native_id | 2968 |
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l1q >(.y- i l1.. j')O As.œ' o 1;jy.js EsyAoo oo Rlo GRANDEoo sUL ' 1 s.:y.yo PREFEITURAMUNICIPALDEMONTENEGRO - yg. -,jàL-. ):,,.- r gzystysjsjygjojo j M .t-y%p'Jt....<yj-);,,-y: ( 1 .,. ,,.p,ptxajs,ë @ # ! . ' j1 LEIN@3.582,DE03DEABRILDE2001. jl l j)j,j,.tyj.ytj.jy.j yj sosomjsa jvo josé FeIdens j...! , jkyjxp'r.j um jogradouroPtiblico. u;) .,w . , x;. . l IVAN JACOB ZIMMER,PrefeitoMunicipaldeMontenegro. ' Faço saberquea càmara Municipalaprovou eeu sanciono aseguinte ) LEI: ' ?i Art. 10 O logradou/o ptiblico de no 4, Iocalizado no I LoteamentoCentenério,passaadenominar-se RuaIvoJosé Feldens. 1 j Parâgrafo tinico - O Loteamento que se refere o d(caput,, localiza-senoBairoCentenério. ! i i ( Art.20 A presente Ieientra em vigor na data de sua j publicaçâo. 1 q l 1 ? GAIBINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE l MONTENEGRO I ,em 03deabrilde2001. l 1 p REGISTRE-SE E PUBLIQUE-SE: - ! i * DataSupra. % q ius-cacx'ncx- rx iww xcm IVANefecito MZuInMicMipEaRl,. lRsOSEMARI MEID ,-----' '.t ecretària-oeral. E 1: : .j LEIDEAUTORIADOSVEREADORESALTACIRMARTINSE 1 PERCIVALDE OLIVEIRA l j .1 I I%Ih(.. . i i i '! RuaJoâoPessoa,1363-Cx.Postal,59-CEID:95780-000-Montenegro/Rs-TeI:(51)632-4333-Fax:(51)632-4594 )J l l1q >(.y- i l1.. j')O As.œ' o 1;jy.js EsyAoo oo Rlo GRANDEoo sUL ' 1 s.:y.yo PREFEITURAMUNICIPALDEMONTENEGRO - yg. -,jàL-. ):,,.- r gzystysjsjygjojo j M .t-y%p'Jt....<yj-);,,-y: ( 1 .,. ,,.p,ptxajs,ë @ # ! . ' j1 LEIN@3.582,DE03DEABRILDE2001. jl l j)j,j,.tyj.ytj.jy.j yj sosomjsa jvo josé FeIdens j...! , jkyjxp'r.j um jogradouroPtiblico. u;) .,w . , x;. . l IVAN JACOB ZIMMER,PrefeitoMunicipaldeMontenegro. ' Faço saberquea càmara Municipalaprovou eeu sanciono aseguinte ) LEI: ' ?i Art. 10 O logradou/o ptiblico de no 4, Iocalizado no I LoteamentoCentenério,passaadenominar-se RuaIvoJosé Feldens. 1 j Parâgrafo tinico - O Loteamento que se refere o d(caput,, localiza-senoBairoCentenério. ! i i ( Art.20 A presente Ieientra em vigor na data de sua j publicaçâo. 1 q l 1 ? GAIBINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE l MONTENEGRO I ,em 03deabrilde2001. l 1 p REGISTRE-SE E PUBLIQUE-SE: - ! i * DataSupra. % q ius-cacx'ncx- rx iww xcm IVANefecito MZuInMicMipEaRl,. lRsOSEMARI MEID ,-----' '.t ecretària-oeral. E 1: : .j LEIDEAUTORIADOSVEREADORESALTACIRMARTINSE 1 PERCIVALDE OLIVEIRA l j .1 I I%Ih(.. . i i i '! RuaJoâoPessoa,1363-Cx.Postal,59-CEID:95780-000-Montenegro/Rs-TeI:(51)632-4333-Fax:(51)632-4594 )J l O ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFElTURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO Ga/Jil/Ieze 00 PIE/[6120 LEI N" 3.582, DE 03 DE ABRIL DE 2001. ‘l‘ . . , . . . , g . , ‘1 ~‘v-‘» “‘"u‘ if Denomlna lvo Jose Feldens ‘~A4.u .~ = 1)}..“3. '1! um Iogradouro pUblico. IVAN JACOB ZIMMER, Prefeito Municipal de Montenegro. Fago saber que a Cémara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte LEI: Art. 1° 0 Iogradouro pUico de n° 4, localizado no Loteamento Centenério, passa a denominar-se Rua Ivo José Feldens. Parégrafo Unico — O Loteamento que se refere o “caput” localiza-se no Bairro Centenério. Art. 2° A presente lei entra em vigor na data de sua publicagao. GAIBINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE MONTENEGRO, em 03 de abril de 2001. REGISTRE-SE E PUBLlQUE—SE: Data Supra. & IVAN ZIMMER, we: cog i 1 efeito Municipal. ROSEMARI fime‘ffiifik‘e C“ Secretaria-Geral. LEI DE AUTORllA DOS VEREADORES ALTACIR MARTINS E PERCIVAL DE OLIVEIRA Rua Joéo Pessoa, 1363 - Cx. Postal, 59 - CEP: 95780-000 - Montenegro/RS — Tel: (51) 632-4333 - Fax: (51) 632-4594 Wq i r l # . Ii O Q ;i . . )-$ r'- '. ! ) ' k.t- . . ', i 1 . : i . . û ESTADO DO RIO GRANDEDO SUL t CAMARAMUNICIPALDEMONTENEGRO ; ' 1' . . ( ' ë ! 1t . - g . . i cuRRlcuuuu vlzAe i j . . . .y ; ; l . i lVO JOSé FELDENS / i . , nascido em 15 de setembro de 1944, ! ! em Lajeado,RS.Filho de Augusto Arno e Anilda Arenhad Feldens, ' . juntamente com maisdezinnàos.Desde pequenoajudavao painaseraria ) de sua propriedade,da qualse tornou se io em 1968 e ondetrabalhouaté ! j ' ' 1983.Casou-se o. em 1968com MariluMargarida Dulius Feldens, com quem ', i ' tevedoisfilhos.E,duardopIsabel,estaproporcionandœlhedoisnetos. . l '' , Nametadedadécadade60atuouem gruposIigadosàIgreja, j ) como a JOC:Juventud.e Operéria Catdlica,onde começou a forjarsua . j' j mentalidade comunitéria e voltada para as questöes sociais.Depois de J' t' casado,serviucomo29suplentedeJuizdePa'!,em Gjeado.Em 1975 sua '' i E . esposa,teIefonista,foitransfe,ridaparaMontenegro,devidoàinauguraçâoda l, 11 centralautomâticada, CR-r,aporém estepreferiunâovirimediatmentemorar j l nomunicîpio,em vidude doscompromissosassumidoscom aadministraçâo 9' . daserraria. i I E $ . , 1 m 1983 pasea a residirdefinitivamente em Montenegro, ; . 1 empregando-se na extinta coopave,como guarda.Logo se integrou à vida ,: '! ' sociale comunitéria local,tendo padicipado,em 10dejunhode 19% ,da ! assembléia de fundal o da Associaçào Comunitâria da Vila Progresso, l bairro onde morou de 1982 até partir> ra a morada definitiva. Devido à ' falência da Coopave,foitrabalharna Tanac S.A, na mesma funçào.Nesta : ' época ainda nào se envolvia mais diretamente com as associaçe s F OOmUnitérias,preferia atuar na érea de esporte, onde começou a formar' ! parte de seu vasto circulo de amizades.Era comum sua presença nos campos de futebol,na condiçào de mesério,sempre acomN nhado da cuia l 1 dechimarào,umdeseushétbitosmaisconhecidos.Tambémparticipavadas l j rdeousniöceasrnêdsa''dLoigsacaMmopneteoneagtorsin.adeFutebol,ondecolaborakanaconfecl:o (i No finalda década de80,jâcomo presidente daAssocialo ! Comunitéria da Vila Prœ ressojfoium dos stk ios-fundadores da UMAC, : . UniâoMontenegrinadeAssociaçöesComunitérias, ocofridoem 16deagosto ;Lti.t. de1989.Em 1988foicontratadoparadirigirodepadamentodeesportesda j AEC,Associaçào Espodiva Copesul,onde organizavatorneiose atividades j asns.Em1991,desligava-sedaempresaTanaceresolvevoltaràcondiçào . g -de micro-empreerio,tornandœsedistribuidorem Montenegrodosprodutos Fruki.Neste contato direto com os bairros e sua realidade, passa daia vicejarsuapreferênciaN lasIidescomunitérias. ' y .u ' i r l # . Ii O Q ;i . . )-$ r'- '. ! ) ' k.t- . . ', i 1 . : i . . û ESTADO DO RIO GRANDEDO SUL t CAMARAMUNICIPALDEMONTENEGRO ; ' 1' . . ( ' ë ! 1t . - g . . i cuRRlcuuuu vlzAe i j . . . .y ; ; l . i lVO JOSé FELDENS / i . , nascido em 15 de setembro de 1944, ! ! em Lajeado,RS.Filho de Augusto Arno e Anilda Arenhad Feldens, ' . juntamente com maisdezinnàos.Desde pequenoajudavao painaseraria ) de sua propriedade,da qualse tornou se io em 1968 e ondetrabalhouaté ! j ' ' 1983.Casou-se o. em 1968com MariluMargarida Dulius Feldens, com quem ', i ' tevedoisfilhos.E,duardopIsabel,estaproporcionandœlhedoisnetos. . l '' , Nametadedadécadade60atuouem gruposIigadosàIgreja, j ) como a JOC:Juventud.e Operéria Catdlica,onde começou a forjarsua . j' j mentalidade comunitéria e voltada para as questöes sociais.Depois de J' t' casado,serviucomo29suplentedeJuizdePa'!,em Gjeado.Em 1975 sua '' i E . esposa,teIefonista,foitransfe,ridaparaMontenegro,devidoàinauguraçâoda l, 11 centralautomâticada, CR-r,aporém estepreferiunâovirimediatmentemorar j l nomunicîpio,em vidude doscompromissosassumidoscom aadministraçâo 9' . daserraria. i I E $ . , 1 m 1983 pasea a residirdefinitivamente em Montenegro, ; . 1 empregando-se na extinta coopave,como guarda.Logo se integrou à vida ,: '! ' sociale comunitéria local,tendo padicipado,em 10dejunhode 19% ,da ! assembléia de fundal o da Associaçào Comunitâria da Vila Progresso, l bairro onde morou de 1982 até partir> ra a morada definitiva. Devido à ' falência da Coopave,foitrabalharna Tanac S.A, na mesma funçào.Nesta : ' época ainda nào se envolvia mais diretamente com as associaçe s F OOmUnitérias,preferia atuar na érea de esporte, onde começou a formar' ! parte de seu vasto circulo de amizades.Era comum sua presença nos campos de futebol,na condiçào de mesério,sempre acomN nhado da cuia l 1 dechimarào,umdeseushétbitosmaisconhecidos.Tambémparticipavadas l j rdeousniöceasrnêdsa''dLoigsacaMmopneteoneagtorsin.adeFutebol,ondecolaborakanaconfecl:o (i No finalda década de80,jâcomo presidente daAssocialo ! Comunitéria da Vila Prœ ressojfoium dos stk ios-fundadores da UMAC, : . UniâoMontenegrinadeAssociaçöesComunitérias, ocofridoem 16deagosto ;Lti.t. de1989.Em 1988foicontratadoparadirigirodepadamentodeesportesda j AEC,Associaçào Espodiva Copesul,onde organizavatorneiose atividades j asns.Em1991,desligava-sedaempresaTanaceresolvevoltaràcondiçào . g -de micro-empreerio,tornandœsedistribuidorem Montenegrodosprodutos Fruki.Neste contato direto com os bairros e sua realidade, passa daia vicejarsuapreferênciaN lasIidescomunitérias. ' y .u ' A ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CAMARA MUNICIPAL DE MONTENEGRO CURRICULUM VITAE IVO JOSE FELDENS. nascido em-15 de setembro de 1944, em Lajeado,' RS. «Filho de Augusto Arno e Anilda Arenhart Feldens, juntamente com mais dez innaos. Desde pequeno ajudava o pai na serraria de sua propriedade, da qual se tornou socio em 1968 e onde trabalhou até ' '1983. Casou-se em 1968 com Marilu Margarida Dullius Feldens, com quem teve dois filhos: Eduardo _e Isabel, esta proporcionando—lhe dois netos. Na metade da década de 60 atuou em grupos ligados a lgreja, como a .100. Juventude Operaria Catolica, onde comecou a forjar sua mentalidade comunitéria e voltada para as questées sociais. Depois de casado, serviu como 2° suplente de Juiz de Paz. em Lajeado. Em 1975 sua esposa, telefonista, foi transferida para Montenegro, devido a inauguracao da central automatica da CRT, porém este preferiu nao vir imediatamente morar no municipio, em virtude dos compromissos assumidos com a administracao da serraria. Em 1983 passa a residir definitivamente em Montenegro. empregando-se na extinta Coopave, como guarda. Logo se integrou a Vida social e comunitéria local, tendo participado, em 1° de junho de 1984, da assembléia de fundacao da Associacao Comunitaria da Vila Progresso, bairro onde morou de 1982 até partir para a morada definitiva. Devido a faléncia da Coopave, foi trabalhar na Tanac S.A. na mesma funcao. Nesta época ainda nao se envcnlvia mais diretamente com as associagoes. comunitérias. preferia atuar na area do esporte, onde comecou a former parie de seu vastocirculo de amizades. Era comum sua presenga nos campos de futebol, na condicao de mesario, sempre acompanhado da cuia de chimarrao, um de seus héIbitos mais conhecidos. Também participava das reuniées da Liga Montenegrina de Futebol, onde colaboraVa na confeccao dos“carnés’'dos campeonatos. No final da década de 80, ja como presidente da Associacao Comunitaria da Vila Progresso foi urn dos socios-fundadores da UMAC. Uniao Montenegrina de Associacées Comunitarias, ocorrido em 16 de agosto de 1989. Em 1988 foi contratado para dirigir o depanamento de esportes da AEC, Associacao Esportiva Copesul, onde organizava torneios e atividades afins. Em 1991, desligava—se da empresa Tanac e resolve voltar a condicéo de micro-empresario, tornando—se distribuidor em Montenegro dos produtos Fruki. Neste contato direto com os bairros e sua realidade, passa dai a vicejar sua preferencia pelas lides comunitarias. ' . - y , . èk... j Q Q ' '' i' l . . ., k z . . j . '(.: . . j 'j ' ) Em 1995 pposentou-se, dedicando-se nas tarefas comunitérias. Au ume a presidência da UMAC, por dois mandatos, permanecendo até marm de 2000. Cercado da Saais companheiros, ) ' ' j conhecidos batathadores peta causa,imprimiu à sua gesfao a marca da . ! fundaçào de dezenas de novas associaçY s de bairro. Com seu pY er j aglutinador, reunia os moradores de Iœ alidades da cidade e interior. ; Coordenava assem bjéias,discutia estatutos e finalidades e,atendendo o 47 riada mais uma pssociaçâo de bairro. i desejodaspopulaçöes decëacava c ( Estavasempre dis/ .n?lvelpara ajudara resolverquestöes administrativo- , r burocréticas das entldades,nâo raro se deslocando à capitalpara resolver . pendências das mesmas,inolusive coordenando os processos eleitorais de : . renovaW o das diretorias.Segummente,pode ser considecado um dos : respone veis diretoà pelo fato de Montenegro,atualmente,posstlircerca de : . . 35 associaçies de bairro e intqriorlegalizadas.Empenhava-se inclusivepara ' . . . . t ' . que os president#s das asscciaçY scle batrros promovessem eventos,entre t outros,de Mais Bela Comtlnitéria de Montenegro,sendo que de 1996 a 'l - 1999 foram conduzidasparaasfinaisestaduais. l 9 j . Foium dosftmdadoresdaCxtmvale,cxperativadetrabalho ) sediadaatéhoje noprédio ondefuncionavaaAripê,eIœ aldereunie sda 2 UMAC.Foi,atéseuétiltimo>dias-emesmojédebilitadopelocâncerqueo ) itimou em 26.11.2* G -,diretoradministrativo da cooG rativa. Além destas t i 4 f ' ' ' 1 entidades de cunho com un/ârio,participou de Conseihos Municîpais,onde 1 l j representava a UMAC,inclusive o Conselho Comunitério do Centro Social . j ; Urbano. Por indi/al o da Frasab, integrou o Conselho Estaduasdp i 1 . ( AssistênciaSocial. . 1 na plenitudeAavcoindtaaddaenidae,tpoarnrtaicriapaIvr,odpereinsfeluniçr,adceonosptiannatre,eenmfimg,radnedeexepracdeer i? dos eventos realizados em Montenegro na t-dtima década. A K lîtica didériatambém teveem suafjgtlraum militanteengajado,sempreprontoa 7 pa . ajudar e a incidir,juntamenle com seus coreligionérios,nas grandes 1 decisöes dom unicipio.lntegfouas tileirasde quatrosiglas parlidériaslocais; '. p PMDB,PT,PSBe,pqrfjm,oPTB. . lvo Jose Feldens alioua sua intensa vocaW o comunitéria ao l 4 tereno férli) representado N lo convîvio com intimeros e valoroKs t j companheiros da causa. Desta uniâo, surgiu uma'parceria que, ; simultaneamente,o'gratificavacomopessoaeaseusfamiliares,etam* m i 1t acqounvinivheoraavmaearamcidasdîneoerqaumeenetescoalohogluhido-sracomviovers.eTrodrotesnceqsuseemcoamtmelea j:st. 1 grande familia: esjodiva,Imlitico-padidéria,Gomunitana,associatim..;ele : L'''.. nâo fazia distinçao de qualquer espécie. Distribuia igualmente sua ) ! generosidade e gentlino espiritD altrujsla. Sempre se colœ ando como : ''fermentonomeiodamassa''.Catélico,jamaisdeixouquefosse'abaladasua : féem Deus.Nem suacrençanope ertransformadordaexistênciaterrena. . à i ' j ' . - y , . èk... j Q Q ' '' i' l . . ., k z . . j . '(.: . . j 'j ' ) Em 1995 pposentou-se, dedicando-se nas tarefas comunitérias. Au ume a presidência da UMAC, por dois mandatos, permanecendo até marm de 2000. Cercado da Saais companheiros, ) ' ' j conhecidos batathadores peta causa,imprimiu à sua gesfao a marca da . ! fundaçào de dezenas de novas associaçY s de bairro. Com seu pY er j aglutinador, reunia os moradores de Iœ alidades da cidade e interior. ; Coordenava assem bjéias,discutia estatutos e finalidades e,atendendo o 47 riada mais uma pssociaçâo de bairro. i desejodaspopulaçöes decëacava c ( Estavasempre dis/ .n?lvelpara ajudara resolverquestöes administrativo- , r burocréticas das entldades,nâo raro se deslocando à capitalpara resolver . pendências das mesmas,inolusive coordenando os processos eleitorais de : . renovaW o das diretorias.Segummente,pode ser considecado um dos : respone veis diretoà pelo fato de Montenegro,atualmente,posstlircerca de : . . 35 associaçies de bairro e intqriorlegalizadas.Empenhava-se inclusivepara ' . . . . t ' . que os president#s das asscciaçY scle batrros promovessem eventos,entre t outros,de Mais Bela Comtlnitéria de Montenegro,sendo que de 1996 a 'l - 1999 foram conduzidasparaasfinaisestaduais. l 9 j . Foium dosftmdadoresdaCxtmvale,cxperativadetrabalho ) sediadaatéhoje noprédio ondefuncionavaaAripê,eIœ aldereunie sda 2 UMAC.Foi,atéseuétiltimo>dias-emesmojédebilitadopelocâncerqueo ) itimou em 26.11.2* G -,diretoradministrativo da cooG rativa. Além destas t i 4 f ' ' ' 1 entidades de cunho com un/ârio,participou de Conseihos Municîpais,onde 1 l j representava a UMAC,inclusive o Conselho Comunitério do Centro Social . j ; Urbano. Por indi/al o da Frasab, integrou o Conselho Estaduasdp i 1 . ( AssistênciaSocial. . 1 na plenitudeAavcoindtaaddaenidae,tpoarnrtaicriapaIvr,odpereinsfeluniçr,adceonosptiannatre,eenmfimg,radnedeexepracdeer i? dos eventos realizados em Montenegro na t-dtima década. A K lîtica didériatambém teveem suafjgtlraum militanteengajado,sempreprontoa 7 pa . ajudar e a incidir,juntamenle com seus coreligionérios,nas grandes 1 decisöes dom unicipio.lntegfouas tileirasde quatrosiglas parlidériaslocais; '. p PMDB,PT,PSBe,pqrfjm,oPTB. . lvo Jose Feldens alioua sua intensa vocaW o comunitéria ao l 4 tereno férli) representado N lo convîvio com intimeros e valoroKs t j companheiros da causa. Desta uniâo, surgiu uma'parceria que, ; simultaneamente,o'gratificavacomopessoaeaseusfamiliares,etam* m i 1t acqounvinivheoraavmaearamcidasdîneoerqaumeenetescoalohogluhido-sracomviovers.eTrodrotesnceqsuseemcoamtmelea j:st. 1 grande familia: esjodiva,Imlitico-padidéria,Gomunitana,associatim..;ele : L'''.. nâo fazia distinçao de qualquer espécie. Distribuia igualmente sua ) ! generosidade e gentlino espiritD altrujsla. Sempre se colœ ando como : ''fermentonomeiodamassa''.Catélico,jamaisdeixouquefosse'abaladasua : féem Deus.Nem suacrençanope ertransformadordaexistênciaterrena. . à i ' j o1“ Em 1995 aposentou-se. dedicando-se nas tarefas‘ comunitarias. Assume a presidéncia da UMAC, por dois mandatos. permanecendo ate margo de 2000. Cercado 'de leais companheiros, conhecidos balalhadores pela causa, imprimiu a sua gestao a marca da fundagao de dezenas de rrovas associagoes 'de bairro. Com seu poder aglutinador, reunia os moradores ’de localidades da cidade e interior. Coordenava assembléias, discutia estatutos e finalidades e,‘ atendendo o 'desejo das populagoes, declarava criada mars uma associagao de bairro. Estava sempre disponivel para ajudar a resolver questées administrativo— burocraticas das entidades, nao raro se declocando a capital para resolver pendencias das mesmas, inclusive coordenando os processos eleitorais de renovagao das diretorias. Seguramente. pode ser considerado um dos responsaveis diretos pelo fato de Montenegro, atualmente, possuir cerca de ‘ 35 associagoes de bairro e interior legalizadas. Empenhava-se inclusive para que os presidentes das associagoes de bairros promovessem eventos, entre outros, de Mais Bela Comunitéria de Montenegro, sendo que de 1996 a 1 999. foram conduzidas para as finais estaduais. Foi um dos fundadores da Cootravale, cooperativa de trabalho sediada ate hoje no prédio onde funcionava a Aripé, a local de reunioes d‘a UMAC. Foi, até seus ultimos dias — e mesmo ja debilitado pelo cancer queo vitimou em 26.11.2000 f. diretor administrative da cooperativa. Além destas entidades de cunho comunitario, particlpou de Conselhos Municipais. onde represenlava a UMAC. inclusive 0 Conselho Comunitario do Centro Social Urbano. Por .indicagao da Fracab, integrou o Conselho Estadual de Assisténcia Social. ' A vontade de participar, de influir, de opinar, enfim, de exercer na plenitude a cidadania, tornara lvo presenqa constante em grande parte dos eventos realizados em Montenegro na ultima decada. A politica partidaria também teve em sua figura um militante engajado, sempre pronto a ajudar e a incidir. juntamente com seus correligionarios. nas grandee decisées do municipio. lntegrou as fileiras de quatro siglas partidérias locals: PMDB, PT, PSB e, per fim, o PTB. lvo Jose Feldens aliou a sua intensa vocagao comunitaria ao terreno fértil representado pelo convivio com indmeros e valorosos companheiros da oausa. Desta uniao, surgiu uma' parceria que. simultaneamente, o‘ gratificava como pessoa e a seus familiares. e também aquinhoava a cidade que escolheu para viver. Todos que com ele conviveram eram sinceramente acolhidos como se pertencessem a uma grande familia: esportiva, politico-partidéria, comunitaria, associative..; ele nao fazia distingao de qualquer espécie. Distribuia igualmente sua generosidade e genuino espirito altruista. Sempre se colocando como “fermento no meio da massa". Catélico, jamais deixou que fosse' abalada sua fe em Deus. Nem sua crenga no poder transformador da existéncia terrena. fa!)