| Tipo | Lei Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 3566 / 2000 |
| Date | 2000-12-29 |
| Ementa | ALTERA A DENOMINAÇÃO DA "ESTRADA DAS AMÉRICAS", PARA ESTRADA CYLON ROSA. |
| native_id | 3195 |
status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 5
>%,s' ( Cp 4 V A* . ,-.jyx :'..c,,6...2e.o... Q..7 ' ' l ' ESTADO oo R(o GRANOEDo sUL j * ' j. èïzy'j.)'- PREFEITURAMUNICIPALDEMONTENEGRO ,. :-7)v.. .4'' ) ' v..xT ' ,. f qb:s.7. , g cor/hzrz&J'VX/ )j * . @ ) LElN.03.566,DE29DE DEZEMBRO DE2000. ! ) 1 l i . # Ahera a denominacâo da ! $ ,)-' E j Estrada das Américas, para '1 ESTRADACYLONROSA. l MARIA MADALENA BOHLER,PrefeitaMunicipaldeMontenegro. Faço saber que a Câmara Municipalaprovou e eu sanciono a seguînte L E 1: Ad.10A estrada atualmente denominada ''Estrada das Américas'', (i . passaadenominar-se'EstradaCylonRosa''. j P t arégrafo tinico.A referida estrada tem seu inîcio na Estrada j ' Antônio lgnàcio de Oliveira Filho, passando pela Iocalidade de Fodaleza, ) atravessandoaBR 386eterminandonadivisacom oMunicipiodeTriunfo. : (. J t i Ad.20ApresenteLeientraemvigornadatadesuapublicaçâo. I! Art.30Revogam-se as disposiçöes em contrério,especiajmente no queserefereaLein.O2.872,de26.10.92,quantoadenominaçâoda'dEstrada das Américas''. & GABINETEDAPREFEITAMUNICIPALDEMONTENEGRO , em 29 dedezembrode2GK . ! REGISTRE- ! SE E PUBLIQUE-SE: : Data Supra. ) E MARIA MADALENA BOHLER, ! Prefeita Municipal. 1 l) 'sz.q- .zci 'h.ua 1 k CLAUDETEM.BACKESDASILVA, 3 Secretâria-Geral. . ( ) ' LEIDEAUTORIA DAVEREADORA IOLANDAAZEREDO HOFSTXTTER. '; : RuaJoâoPessoa,1363-Cx.Postal,59-CEP:95780-000-Montenegro/R3-Tel.:(051)632-4333-Fax:(051)632-4594 >%,s' ( Cp 4 V A* . ,-.jyx :'..c,,6...2e.o... Q..7 ' ' l ' ESTADO oo R(o GRANOEDo sUL j * ' j. èïzy'j.)'- PREFEITURAMUNICIPALDEMONTENEGRO ,. :-7)v.. .4'' ) ' v..xT ' ,. f qb:s.7. , g cor/hzrz&J'VX/ )j * . @ ) LElN.03.566,DE29DE DEZEMBRO DE2000. ! ) 1 l i . # Ahera a denominacâo da ! $ ,)-' E j Estrada das Américas, para '1 ESTRADACYLONROSA. l MARIA MADALENA BOHLER,PrefeitaMunicipaldeMontenegro. Faço saber que a Câmara Municipalaprovou e eu sanciono a seguînte L E 1: Ad.10A estrada atualmente denominada ''Estrada das Américas'', (i . passaadenominar-se'EstradaCylonRosa''. j P t arégrafo tinico.A referida estrada tem seu inîcio na Estrada j ' Antônio lgnàcio de Oliveira Filho, passando pela Iocalidade de Fodaleza, ) atravessandoaBR 386eterminandonadivisacom oMunicipiodeTriunfo. : (. J t i Ad.20ApresenteLeientraemvigornadatadesuapublicaçâo. I! Art.30Revogam-se as disposiçöes em contrério,especiajmente no queserefereaLein.O2.872,de26.10.92,quantoadenominaçâoda'dEstrada das Américas''. & GABINETEDAPREFEITAMUNICIPALDEMONTENEGRO , em 29 dedezembrode2GK . ! REGISTRE- ! SE E PUBLIQUE-SE: : Data Supra. ) E MARIA MADALENA BOHLER, ! Prefeita Municipal. 1 l) 'sz.q- .zci 'h.ua 1 k CLAUDETEM.BACKESDASILVA, 3 Secretâria-Geral. . ( ) ' LEIDEAUTORIA DAVEREADORA IOLANDAAZEREDO HOFSTXTTER. '; : RuaJoâoPessoa,1363-Cx.Postal,59-CEP:95780-000-Montenegro/R3-Tel.:(051)632-4333-Fax:(051)632-4594 :f. :24 trick.) QL. ESTADO DO RIO GRANGE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO Gaélhete a0 Prefe/to LEI N.° 3.566, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2000. Altera a denominacéo da “Estrada das Ame’ricas”, para ESTRADA CYLON ROSA. MARIA MADALENA BUHLER, Prefeita Municipal de Montenegro. Faco saber que a Cémara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte LEI: Art. 1" A estrada atualmente denominada “Estrada das Americas”, passa a denominar-se “Estrada Cylon Rosa”. Parégrafo (mice. A referida estrada tem seu inicio na Estrada Anténio lgna’cio de Oliveira Filho, passando pela localidade de Fortaleza, atravessando 3 BR 386 e terminando na divisa com o Municipio de Triunfo. Art. 2" A presente Lei entra em vigor na data de sua publicacao. Art. 3° Revogam—se as disposicoes em contrario, especialmente no que se refere a Lei n.° 2872, de 26.10.92, quanto a denominagéo da “Estrada das Américas”. GABINETE DA PREFEITA MUNICIPAL DE MONTENEGRO, em 29 de dezembro de 2000. REGISTRE-SE E PUBLIQUE-SE: Data Supra MARIA MADALENA BUHLER, Prefeita Municipal. 6/6Luoécé Sflégfl/q CLAUDETE M. BACKES DA SILVA, Secretaria-Geral. LEI DE AUTORIA DA VEREADORA IOLANDA AZEREDO HOFSTATTER. Rua Joéo Pessoa, 1363 - Cx. Postal, 59 - CEP: 95780-000 - Montenegro/Rs - Tel.: (051) 632-4333 - Fax: (051) 632-4594 _ ... .mv. “Fm" v... .,~rmWF1—<qmm % .'..-' t' . . . .1, '*' ( . xb)..fG'o t.. , â.-,1/. ' '' ) . . wy<Y *(J i*'W-'' ' k .k) '' ' 1 z! --.---------- ' ' ' î'---'-'''----'-'-'-''--- '''---------'--'---------'' - 7 --'J--------------- 1'-'AR .-.-.-.---- . --'---------------------'- ESTAQO ()O klO GRANDE I)O SQ '*- C/MM A MUNICIPAL DE M ...w...- - - '- ONTENEGZO CURRICUUUM t - CYLON ROSA . l , . ' l j l t Pompllio Cylon F maio de 1897 ernandes Rosa naseeu em 27 de , na cidade de Monteneg ro , Rio Grande do Sul , Tilho de Antônio M achado da Rosa (profes Orcina Fernandes Rosa sor pùblïco) e . ' t ' Desde cedo ajudava se u pai nas despesas d Cursou9 Colég'îo ElementardeMont e casa . j enegro, que conclui u aos ( f 15 anos de idade , no ano de 1912 . Em 1914 7 , apôs concluir o Tir o de Guerray transfe- ' riu-se para Porto Al e:re. Na Capital, trabalhou na farmâj ' cja da Santa Casa d e Misericirdia e est udava â noite . No ; ' ano de 1917 concluiu o C urso de Humanïdade. @ ( 1 Na capital, prestou concurso p ara o Arquïvo P;- ! blico, classificando-se e seçdo de Histdria e G m 21 lugar, e nomeado Oficial da eografia. Exerceu, também, a Tunçào de tituto Hïstôrïco e G escrituràrio do Ins- eogràfico do Estado concluiu o Curso de Ciê . No ano de 1923 ' ncias Jurldicas e S ocïais da Taculf dade de Djreito d o Rio Grande do Sul Montenegroondeinstalouumescritùrio ,dquando retornou à t e advocacia . t Em 1924 Toj eleitt l Conselheiro Muni cipa1 de Mon- ( tenegro, (hoje vereador), na época em que o mandato era ' . ratuito . No ano de 1926 contraitz matrimônïo c om aSra. t 9 Anita Machado Ros a, responsàvel pe1a crj rio Sào Joào Batista. Desse en)ace matri açào do Educandà- ) monial resultaram ' lrês Ti1hos; Antônj o Machado Rosa Net o, Io)anda qosa Rodrigues de Frei1a s e Joào Batista Machaö o Rosa . . % .'..-' t' . . . .1, '*' ( . xb)..fG'o t.. , â.-,1/. ' '' ) . . wy<Y *(J i*'W-'' ' k .k) '' ' 1 z! --.---------- ' ' ' î'---'-'''----'-'-'-''--- '''---------'--'---------'' - 7 --'J--------------- 1'-'AR .-.-.-.---- . --'---------------------'- ESTAQO ()O klO GRANDE I)O SQ '*- C/MM A MUNICIPAL DE M ...w...- - - '- ONTENEGZO CURRICUUUM t - CYLON ROSA . l , . ' l j l t Pompllio Cylon F maio de 1897 ernandes Rosa naseeu em 27 de , na cidade de Monteneg ro , Rio Grande do Sul , Tilho de Antônio M achado da Rosa (profes Orcina Fernandes Rosa sor pùblïco) e . ' t ' Desde cedo ajudava se u pai nas despesas d Cursou9 Colég'îo ElementardeMont e casa . j enegro, que conclui u aos ( f 15 anos de idade , no ano de 1912 . Em 1914 7 , apôs concluir o Tir o de Guerray transfe- ' riu-se para Porto Al e:re. Na Capital, trabalhou na farmâj ' cja da Santa Casa d e Misericirdia e est udava â noite . No ; ' ano de 1917 concluiu o C urso de Humanïdade. @ ( 1 Na capital, prestou concurso p ara o Arquïvo P;- ! blico, classificando-se e seçdo de Histdria e G m 21 lugar, e nomeado Oficial da eografia. Exerceu, também, a Tunçào de tituto Hïstôrïco e G escrituràrio do Ins- eogràfico do Estado concluiu o Curso de Ciê . No ano de 1923 ' ncias Jurldicas e S ocïais da Taculf dade de Djreito d o Rio Grande do Sul Montenegroondeinstalouumescritùrio ,dquando retornou à t e advocacia . t Em 1924 Toj eleitt l Conselheiro Muni cipa1 de Mon- ( tenegro, (hoje vereador), na época em que o mandato era ' . ratuito . No ano de 1926 contraitz matrimônïo c om aSra. t 9 Anita Machado Ros a, responsàvel pe1a crj rio Sào Joào Batista. Desse en)ace matri açào do Educandà- ) monial resultaram ' lrês Ti1hos; Antônj o Machado Rosa Net o, Io)anda qosa Rodrigues de Frei1a s e Joào Batista Machaö o Rosa . . .WWW 2-1-1 kw“- . / Eseo DO RIO GRANDE Do su 15m ............................................. / --------- CAM/WA MUNICIPAL DE MONTENEGRO CURRICULUM NEW— CYLON ROSA Pomp1110 Cy10n Fernandes Rosa nasceu em 27 de maio de 1897, na cidade de Montenegro, Rio Grande do SUI, filho de Antonio Machado da Rosa (professor publico) e Orcina Fernandes Rosa. Cursou Desde cedo ajudava seu pai o Colégfio Elementar 15 de Monten anos de idade, no ano de 1912. has despesas de casa. egro, que concluiu aos Em 1914, apos concluir o Tiro de Guerra, riu-se para Porto AlegreL Na transfe— Capita], traba1hou na farma- cia da Santa Casa de Misericordia e estudava a noite. No ano de 1917 conc1u1u o Curso de Humanidade. Na capita], prestou concurso para o Arquivo PG- ico, class1ficando—se em 29 1ugar, e nomeado Oficia] da Seoao de Histéria e Geografia. tituto Historico e Geogréfico do Estado. No ano de 1923 quando retornou a Montenegro onde instau um escritério de advocacia. Em 1924 foi eleito Conselheiro MunicipaI de Mon~ tenegro, (hoje vereador), na época em que o mandato era gratuito. No ano de 1926 contraiu matrimonio com a Sra. Anita Machado Rosa, responséve] pe1a criaqao do Educanda~ rio Séo Joéo Batista. Desse en1ace matrimonia] trés fi1hos: Antonio Machado resu1taram Rosa Neto, 101anda Rosa Ro~ drigues de Freitas e Joéo Batista Machado Rosa. M.” (WWWM . Em 1928 Toi designado Consultor Jursdico da Admi- ' nistraçâo Municïpal de Montenegro. No ano de 1930, Dr. Cylon Rosa apresentou-se âz forças revolucionàrias do general Waldomiro Lima no poslo de Tenente . Terminada a revoluçoo Toi nomeado membro do Conse7ho Consultivo da Admïnjstraçâo Municipal de Montenegrb . Foi indicado eandidato à AGsembléia Constituinte e Le- k gislativa do 8io Grande do Sul. Em 14 de outubro de 1934. t Dr. Cylon Rosa To1 elebto Deputado estadual, com a maior ç votaçâo entre os candidatos eleitos. ) t l Atuacëo na Assembléia Le5.1slativa do Eslado do RS L . ) Como Deputado Estadua), presidiu a Comissâo Constitucional e foi Relator da Comissào de Orçamento . )) . Em 1S36, #oi desïgnado Lïder do Partïdo Republi- ! cano Liberal na Assembléia Legislativa. No entanto, combaJ1 ' tendo a Polslbca Econômica e Financeira do Governador do 1 j l Estado, Gencral Flores da Cunha. Dr. Cylon Rosa deixa a ' liderança parlidària e os cargos que desempenhava na Assembléia , numa atitude coerente com sua postura honrada em prol do Rio Grande.. Atuacâo na Caixa Econômica Federal do 9ïo Grande do Su) No ano de 1937, foj chamado pelo Interventor Fe- p deral: General Daltro Fllho, para integrar a comissào que f l eqaboraria o Projeto do Orçamento para 1938. Em seguïdav r/ foi nomeado Diretor da Caixa Econômiea Federal do Rio r Grande do Sul. Apös, tornou-se Presidente por cinco anos. 1 i . 1 Em 1928 Toi designado Consultor Jursdico da Admi- ' nistraçâo Municïpal de Montenegro. No ano de 1930, Dr. Cylon Rosa apresentou-se âz forças revolucionàrias do general Waldomiro Lima no poslo de Tenente . Terminada a revoluçoo Toi nomeado membro do Conse7ho Consultivo da Admïnjstraçâo Municipal de Montenegrb . Foi indicado eandidato à AGsembléia Constituinte e Le- k gislativa do 8io Grande do Sul. Em 14 de outubro de 1934. t Dr. Cylon Rosa To1 elebto Deputado estadual, com a maior ç votaçâo entre os candidatos eleitos. ) t l Atuacëo na Assembléia Le5.1slativa do Eslado do RS L . ) Como Deputado Estadua), presidiu a Comissâo Constitucional e foi Relator da Comissào de Orçamento . )) . Em 1S36, #oi desïgnado Lïder do Partïdo Republi- ! cano Liberal na Assembléia Legislativa. No entanto, combaJ1 ' tendo a Polslbca Econômica e Financeira do Governador do 1 j l Estado, Gencral Flores da Cunha. Dr. Cylon Rosa deixa a ' liderança parlidària e os cargos que desempenhava na Assembléia , numa atitude coerente com sua postura honrada em prol do Rio Grande.. Atuacâo na Caixa Econômica Federal do 9ïo Grande do Su) No ano de 1937, foj chamado pelo Interventor Fe- p deral: General Daltro Fllho, para integrar a comissào que f l eqaboraria o Projeto do Orçamento para 1938. Em seguïdav r/ foi nomeado Diretor da Caixa Econômiea Federal do Rio r Grande do Sul. Apös, tornou-se Presidente por cinco anos. 1 i . 1 Em 1928 foi designado Consultor Jur1dico da Admi— nistracéo Municipa] de Montenegro. No ano de 1930, Dr. Cylon Rosa apresentou—se as forqas revo1uoionarias do genera} WaIdomiro Lima no posto de Tenente. Terminada a revqgao foi nomeado membro do Conn selho Consultivo da Administracao Municipa1 de Montenegro. Foi indicado candidato a Assembléia Constituinte e Le— gislativa do Rio Grande do Sul. Em 14 de outubro de 1934, Dr. Cylon Rosa foi eWeito Deputado estadual, com a maior votaqao entre os candidatos e1eitos. Atuagao na AssembWéia Legis1ativa do Estado do RS Como Deputado Estadua], presidiu a Comissao Cons— tituciona] e foi Relator da Comisséo de Orqamento. Em 1936, foi designado Lider do Partido Republi— cano Libera1 na Assemb1éia Legis1ativa. No entanto, combatendo a PoWitica Economica e Financeira do Governador do Estado, Genera] F1ores da Cunha, Dr. Cy1on Rosa deixa a 1ideranqa partidaria e 03 cargos que desempenhava na As— sembléia, numa atitude coerente com sua postura honrada em pro] do Rio Grande” Atuagao na Caixa Economica Federa] do Rio Grande do Su] No and de 1937, foi chamado peYO Interventor Federal, Genera] Daltro F11ho, para integrar a comissao que eIaboraria o Projeto do Orqamento para 1938. Em seguida, foi nomeado Diretor da Caixa Economica Federal do Rio Grande do Sul. Apos, tornou—se Presidente por cinco anos. r . ) t r. i Atua-ç-âo na secretaria de Est- ado dos NeCJt)cios do :Ent-erior e ) ) da J-u-stiça do RS j . à Nodia21de.setembrode 1944 foiempossado eomo '. j sécretâriodeEstadodosNegôciosdoInterioredaJustiça ïi do Rio Grande do Sul, onde se portou com a maior elevaçlo, dignificando o cargo que lhe fora confiado. Jà naquela época, Dr. Cylon Rosa lutou pela racuperaçào e readaptaçéo de menores abandonados. Atuaq-ào no Gover- no do Rio Gr-a-n-de do Su1 l l Em 1945, Dr. Cylon Rosa foi nomeado Governador do ' j' ; Estado do Rio Grande do Su1 (Interventor) pelo Presidente ! da Repùblica General Eurico Gaspar Dutra . Como Governauor, L d i edicou-se ao combate às epfzootïas (doença que ataca nu- q merosos animais ao mesmo tempo e no mesmo lugar) no rebanho gaicho e a construçdo de Usinas Elétricas . Apôs as eleiçöes de 19 de janeiro de 1947, Dr. Cylon Rosa transmitiu o governo ao Dr. Walter Jobim. t1 Em março de 1947, Dr. cylon Rosa retorna à Presii dëncia da caixa Econômica Federal. Em 1950. Dr. cylon Rosa !! conoorre ao governo do Estado pelo PSD. Retorna entào à Presïdência da Caixa Econômica do Rïo Grande do Sul no 1 Setor Federal, porque encontrava-se licenciado a fim de concorrer nas eleiçöes. Atuaçxo na Carte- ira de Crédilp Geral do- ganco do Br-asi). A partjr de 1952, Dr. Cylon Rosa licencia-se da Presidência da Caixa Econômica Federal para assumir a Direçâo de Crédito Geral do Banco do Brasil na cidade do Rio de Janeiro. h i . . Em 1S61 ' j , assume a direçào da Companhia de Cimento ( Portland gaicho S .A. e Companhia de Papel e papelâo Pedras I Brancas de ïsteio e Gualba no Rio Grande do Su). Foi ' j ' ( I k . )l 1 r . ) t r. i Atua-ç-âo na secretaria de Est- ado dos NeCJt)cios do :Ent-erior e ) ) da J-u-stiça do RS j . à Nodia21de.setembrode 1944 foiempossado eomo '. j sécretâriodeEstadodosNegôciosdoInterioredaJustiça ïi do Rio Grande do Sul, onde se portou com a maior elevaçlo, dignificando o cargo que lhe fora confiado. Jà naquela época, Dr. Cylon Rosa lutou pela racuperaçào e readaptaçéo de menores abandonados. Atuaq-ào no Gover- no do Rio Gr-a-n-de do Su1 l l Em 1945, Dr. Cylon Rosa foi nomeado Governador do ' j' ; Estado do Rio Grande do Su1 (Interventor) pelo Presidente ! da Repùblica General Eurico Gaspar Dutra . Como Governauor, L d i edicou-se ao combate às epfzootïas (doença que ataca nu- q merosos animais ao mesmo tempo e no mesmo lugar) no rebanho gaicho e a construçdo de Usinas Elétricas . Apôs as eleiçöes de 19 de janeiro de 1947, Dr. Cylon Rosa transmitiu o governo ao Dr. Walter Jobim. t1 Em março de 1947, Dr. cylon Rosa retorna à Presii dëncia da caixa Econômica Federal. Em 1950. Dr. cylon Rosa !! conoorre ao governo do Estado pelo PSD. Retorna entào à Presïdência da Caixa Econômica do Rïo Grande do Sul no 1 Setor Federal, porque encontrava-se licenciado a fim de concorrer nas eleiçöes. Atuaçxo na Carte- ira de Crédilp Geral do- ganco do Br-asi). A partjr de 1952, Dr. Cylon Rosa licencia-se da Presidência da Caixa Econômica Federal para assumir a Direçâo de Crédito Geral do Banco do Brasil na cidade do Rio de Janeiro. h i . . Em 1S61 ' j , assume a direçào da Companhia de Cimento ( Portland gaicho S .A. e Companhia de Papel e papelâo Pedras I Brancas de ïsteio e Gualba no Rio Grande do Su). Foi ' j ' ( I k . )l 1 Atuagao na Secretaria de Estado dos Negdcios do Interior e da Justiga do RS No dia 21 de Setembro de 1944 foi empossado como secretario de Estado dos Negbcios do Interior e da Justiga do Rio Grande do Sul, onde se portou com a maior eievaoao, dignificando o cargo que 1he fora confiado. Ja naque1a época, Dr. Cylon Rosa 1utou pela recuperaqao e readaptagao de menores abandonados. Atuagao no Governo do Rio Grande do Su1 Em 1945, Dr. Cylon Rosa foi nomeado Governador do Estado do Rio Grande do Su] (Interventor) pe1o Presidente da Republica General Eurico Gaspar Dutra. Como Governador, dedicou-se ao combate as epizootias (doenga que ataca nu— merosos animais ao mesmo tempo e no mesmo 1ugar) no reba— nho gaucho e a construqao de Usinas E1étricas. Apés as e1eicées de 19 de janeiro de 1947, Dr. Cy1on Rosa transmi— tiu o governo ao Dr. Wa1ter Jobim. Em margo de 1947, Dr. Cy1on Rosa retorna a Presi— déncia da Caixa Economica Federal. Em 1950, Dr. Cylon Rosa concorre ao governo do Estado pe1o PSD. Retorna entao a Presidéncia da Caixa Econémica do Rio Grande do Su1 no Setor Federa], porque encontrava—se 1icenciado a fim de concorrer nas e1eiQ6es. Atuagao na Carteira de Crédito Gera1 do Banco do Brasi] A partir de 1952, Dr. Cylon Rosa 1icencia-se da Presidéncia da Caixa Econémica Federa] para assumir a D1— reqao de Crédito Gera] do Banco do Brasi1 na cidade do Rio de Janeiro. Em 1981, assume a diregao da Companhia de Cimento Port1and gaflcho S.A. e Companhia de Pape] e pape1éo Pedras Brancas de Esteio e Guaiba no Rio Grande do Sul. Foi l $ .. . - ! $ ' ; Diretor da Incobrasa e um dos fundadores da FIN-HAB . 1 O ano de 1969 é marcado por uma forte perda . Dona Anita, Gua esposa e co:panheira de caminhadas vem a falecér, vltima de ataque cardlaco. Em 1978 contraiu nùpeias com a Sra . Neli Isolete Azevedo Rosa, que se destacou nas 1 t obras de assistência social, principalmente na Cruz verme- I lha Brasileira . Em 1982, com 85 anos , Dr. Cylon Rosa . ain- 1 da com muita fibra e dedicaçâo, assumiu como membro eleti- '2 vo da Ordem dos Advogados do Brasil - S6cio Honoràrio da t C Sociedade de fngenharia do RGS - Presidente do Conselho i Diretor da Cruz Vermelha - Irmào Benemérito da Santa Casa ;! de Misericdrdia de Porto àleGre - Membro do Conselho da i Liga da Defesa Nacïonal. Desenvolveu atïvidades aqro1 is'na Granja santo Antônio, em Montenegro. Na sua / 1 plaosngtoarjornada polltica, militou em vàrjos partidos polltiEm 20 de junho de 1987, com 90 anos de idade, Dr. Cylon Rosa nos deïxava , causando profundo sentïmento de perda para Montenegro e para o Rio Grande do Sul. Recebeu o descanso merecido , mas deixou em todos nôs o exemplo de retidâo e honradez. Dr. Cylon Rosa foi uma extraordinâria j figura humana. Sua vida de polltico e advogado marcou sua ! ë bressaindo-ye com um dos vultos mais expressivos ' aç o , so r do Estado. Montenesro jamais esquecerà esse Tilho, o Rbo ( ' Grande serà sempre grato à sua dedicaçào. 1 ' ?? l l i' f h. ' jl 1 1 . l RQ089.S7 l $ .. . - ! $ ' ; Diretor da Incobrasa e um dos fundadores da FIN-HAB . 1 O ano de 1969 é marcado por uma forte perda . Dona Anita, Gua esposa e co:panheira de caminhadas vem a falecér, vltima de ataque cardlaco. Em 1978 contraiu nùpeias com a Sra . Neli Isolete Azevedo Rosa, que se destacou nas 1 t obras de assistência social, principalmente na Cruz verme- I lha Brasileira . Em 1982, com 85 anos , Dr. Cylon Rosa . ain- 1 da com muita fibra e dedicaçâo, assumiu como membro eleti- '2 vo da Ordem dos Advogados do Brasil - S6cio Honoràrio da t C Sociedade de fngenharia do RGS - Presidente do Conselho i Diretor da Cruz Vermelha - Irmào Benemérito da Santa Casa ;! de Misericdrdia de Porto àleGre - Membro do Conselho da i Liga da Defesa Nacïonal. Desenvolveu atïvidades aqro1 is'na Granja santo Antônio, em Montenegro. Na sua / 1 plaosngtoarjornada polltica, militou em vàrjos partidos polltiEm 20 de junho de 1987, com 90 anos de idade, Dr. Cylon Rosa nos deïxava , causando profundo sentïmento de perda para Montenegro e para o Rio Grande do Sul. Recebeu o descanso merecido , mas deixou em todos nôs o exemplo de retidâo e honradez. Dr. Cylon Rosa foi uma extraordinâria j figura humana. Sua vida de polltico e advogado marcou sua ! ë bressaindo-ye com um dos vultos mais expressivos ' aç o , so r do Estado. Montenesro jamais esquecerà esse Tilho, o Rbo ( ' Grande serà sempre grato à sua dedicaçào. 1 ' ?? l l i' f h. ' jl 1 1 . l RQ089.S7 Diretor da Incobrasa e um dos fundadores da FIN—HAB. O ano de 1969 é marcado por uma forte perda. Dona Anita, sua esposa e companheira de caminhadas vem a falecér, vitima de ataque cardiaco. Em 1978 contraiu nUpoias com a Sra. N811 Isolete Azevedo Rosa, que se destacou nas obras de assisténcia socia], principa1mente na Cruz verme— 1ha Brasi1eira. Em 1982, com 85 anos, Dr. Cyion Rosa, ain— da com muita fibra e dedicaoéo, assumiu oomo membro efeti— vo da Ordem dos Advogados do Brasi] — Sbcio Honorério da Sociedade de Engenharia do RGS — Presidente do Conse1ho Diretor da Cruz Verme1ha — Irméo Benemérito da Santa Casa de Misericérdia do Porto Alegre — Membro do Conselho da Liga da Defesa NacionaI. Desenvolveu atividades agro— pastoris na Granja Santo Antonio, em Montenegro. Na sua Ionga jornada p011tica, mi11tou em vérios partidos pol1ti— cos. Em 20 de junho de 1987, com 90 anos de idade. Dr. Cy1on Rosa nos deixava, causando profundo sentimento de perda para Montenegro e para 0 Rio Grande do SUI. Recebeu o descanso merecido, mas deixou em todos nbs o exemp1o de retidéo e honradez. Dr. Cy1on Rosa foi uma extraordinéria figura humana. Sua Vida de po11tico e advogado marcou sua a950, sobressaindo—se com um dos vu1tos mais expressivos do Estado. Montenegro jamais esqueceré esse fi1ho, 0 Rio Grande sera sempre grato a sua dedicaoéo. 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