| Tipo | Lei Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 3084 / 1995 |
| Date | 1995-09-11 |
| Ementa | A PRESENTE LEI BUSCA FACILITAR O ACESSO DOS DEFICIENTES FÍSICOS AOS PRÉDIOS PÚBLICOS. |
| native_id | 3562 |
status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 17
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ESTADO DO RlO GRANDE DO SUL
-'$ + ez AX =- enEFslvunaMuxlcleauoEMoxvsxscao
y,.r..e-z.z,yp .
1
5 LEI NQ 3.0/4 - DE 11 DE SETEMBRO DE 1995.
1 r.
1
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à m presente 1ei busca facili- ' ' :
? tar o aceaso dDs deficientes j
, l Tksicos sos pcêdios pciblicos.
ITQN JQCOB ZINMER. Pcefeiko Muoicipal de Nonteneqcc.
Faço aebec Que o CêmBra Municipal aprovou e eo sanciono a Heguinte
L E 1:
TiTULO I
D ISPOSICöES PRELIMINGRES
Gct. IQ - q construçào de todc Mrédio pùblico deverà
facilitac c acessc do% deficientes 5ksicc% às suas dependfncias .
obedeceodo o que dispBe a preomnte lei.
gct. 2Q - O Stmbolo Internacicoal de mcesso devecA
%ec fixado somente naquleles locail MûblïcoB oode a pessoa deficïeotepossaadeotrarsemassïst@ncia.ceeliz/cDqueveicfazece )
!i retocnar ao tt-4fego de pedestres ou ac automôvel estacicoado. sem j J encootcar bacceireG Tilicas dm constcuçic. j
L
!'1 i
i Act. .39 - 0 simbolo deve Ger colocado em local visk- r
'd veL. exteroa e iotecoamente a%aioelaodo Gs dependé.ocias acessl- '
f veis : salas l
'
, sanitlcios. coccedoces. rampos de acesso, estacicna- l
' meo tos . i
i j
mct. 4Q - 4 figura * um desenho estïlïzado de uma j
oessoa Eentada em cadeica de rodal, cepveseotaodo todas as pessoas
de defici@ncia:
I - este pictoqrama deve estar cOm a cadeira
de rodas dirjgida psca a diceita e a sinalizaç3o deve ler colocada
A elquerda , prefecencialmente:
a) dïmensJes de pictoqrama: 11 x 12 cm :
b) o Uuporte viEual do pïctogcama ê um qoadradc esBko (14 cm x 14 cm):
11
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5 LEI NQ 3.0/4 - DE 11 DE SETEMBRO DE 1995.
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à m presente 1ei busca facili- ' ' :
? tar o aceaso dDs deficientes j
, l Tksicos sos pcêdios pciblicos.
ITQN JQCOB ZINMER. Pcefeiko Muoicipal de Nonteneqcc.
Faço aebec Que o CêmBra Municipal aprovou e eo sanciono a Heguinte
L E 1:
TiTULO I
D ISPOSICöES PRELIMINGRES
Gct. IQ - q construçào de todc Mrédio pùblico deverà
facilitac c acessc do% deficientes 5ksicc% às suas dependfncias .
obedeceodo o que dispBe a preomnte lei.
gct. 2Q - O Stmbolo Internacicoal de mcesso devecA
%ec fixado somente naquleles locail MûblïcoB oode a pessoa deficïeotepossaadeotrarsemassïst@ncia.ceeliz/cDqueveicfazece )
!i retocnar ao tt-4fego de pedestres ou ac automôvel estacicoado. sem j J encootcar bacceireG Tilicas dm constcuçic. j
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i Act. .39 - 0 simbolo deve Ger colocado em local visk- r
'd veL. exteroa e iotecoamente a%aioelaodo Gs dependé.ocias acessl- '
f veis : salas l
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, sanitlcios. coccedoces. rampos de acesso, estacicna- l
' meo tos . i
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mct. 4Q - 4 figura * um desenho estïlïzado de uma j
oessoa Eentada em cadeica de rodal, cepveseotaodo todas as pessoas
de defici@ncia:
I - este pictoqrama deve estar cOm a cadeira
de rodas dirjgida psca a diceita e a sinalizaç3o deve ler colocada
A elquerda , prefecencialmente:
a) dïmensJes de pictoqrama: 11 x 12 cm :
b) o Uuporte viEual do pïctogcama ê um qoadradc esBko (14 cm x 14 cm):
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO
éhékuz¢h7aqkab
LEI NQ 3.084 - DE 11 DE SETEMBRD DE 1995.
A presente lei busca facili—
tar o acesso dos deficientes
fisicos aos prédiog publicos.
IVAN JACOB ZIMMER. Prefeito Municipal de Montenegro. Paco saber que a CSmara Municipal aprovou 9 EU san—
ciono a sequinte
C Tx’TLJLD I
DISPOSICSES PRELIMINQRES
Art. 19 — A construcao de toda prédio publico devera
facilitar o acesso dos deficientes fisicos as suas dependéncias.
obedecendo O que dispae a pregente lei.
Art. 29 — D Simbolo Internacional de Acesso devera
ser fixado somente nsqueles locais publicos onde a pessoa defi—
ciente possa adentrar gem assisténcia. realizar O que veio fazer e
retornar ao trafegc de pedestres DU ao automdvel estacionado. sem
encontrar barreiras fisicas de construcao.
Art. 39 — O simbolo deve ser colocado em local visi—
vel. externa e internamente aesinalando as dependéncias aceasi—
veis: salas, sanitarios. corredores. rampas de acesso, estaciona—
‘ P mentos.
Art. 49 — A figura é um degenho estilizado de uma
pessoa sentada em cadeira de rodas, representando todas as pessoas
de deficiEncia:
I ~ este pictograma deve estar com a cadeira
de rodas dirigida para a direita e a sinalizacao deve ser colocada
a esquerda, preferencialmente:
a) dimensaes de pictoqrama: 11 x 12 cm:
b) D suporte visual do pictograma é um quadra—
dD exato (14 cm x 14 cm):
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL :
ANî !' RAuuNlclpAuoEMONTENEGRO
X. + d y pz.PREFEITU
Q r F..i.'s-.,gzyp ' .*
*.
. *e
! c) 8s cores usldol pera o lémbolo deverzo sec
HemDce com contraste oitidc, a menos que h/JD raz3e% ccntemplativ/G om ra usac ofutras cores . o sombo lo devec4 ser pcoduzidc em azu l
e bran co ;
d ) a espessucg da torja deve sec a mesma das
linhal do pictoqcama .
TiTULO 11
Capltulc I k '
mcesso Pciocipal )
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11 mrt. b9 -Nasentcadas principais das eaiTicaçies pdt- l
lj blicas deve existic sinalizaçAo identificando aum D local * acea- t..
1 sével paca oessoas occtadocas de deficiêncïa (fï$.51). .
)j I - pelo menos um acesso à ediTicaçzc deve sec
destinado zs pessoas deflcientes; Quondo em numero de dois. eleG
devem %ec situados em difeceotes ïaces do edificsçzol
11 - devem sec colocadas placms em lccal visi-
>e1. indicando o aceslo adequado zs oessoms deficieotes;
1Il - dewe sec nivelado D acessos tornando D piso
Intecno d/ edificmçzo uma ccotinuidmde do piso extecno .
l
Cepitulo 11
C/lçsdlG, Calseics e Calçadyes
mct. 8Q - Qs calçadas devem ser revestidls cDm mateviat fivme , estével e n;D esccccegadio . continuo e oZo inkecvcmpid,D oDr degcaùtl DùI mudsnçal abcgotas de nivel. devendo ser elimïnadaG inclinaçMes que dificultem o trinEïto de peEsoas deficientes.
k t
j) d PsrzgcaTo IQ - ND cebaixomeoto Ue guias e calçadas j t eve sec adotada uma campa lfgmda à faixm de travelGim, Dbedecendo fj
? ss cacacterésticss do local (#iq. 18 e 19). )
1 q
!1 j
j ' i Pmcégrasc 2Q - & rampa deve ter a inclinaçAo maia ':
1i suave posakvel, cu sela, em tocno de 6.3: (Ditc v<cqula tces poc
!j cento) nc entanto . teodo em vista Ds pcoblemas de cestciçzo Tisica E
.
'
1 do pslBeio ê admitida inclinaç3o de atê 12,5,4 (doze vkcgula cinco
l oov ceoto).
Paclgcaïo 3Q - ND inicio da campa (limite cDm a Eocjeta) deve sec adotada uma smli@ncia d/ Do méximo 1s5 cm (um vkrçula cinco centimetcos ) cDm a finalidsde de Drientmc o deficiente
visualr paca qoe nAD invada a vio sem se pecceber disso (detalhe G
das Yigucas 18 e 19).
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HemDce com contraste oitidc, a menos que h/JD raz3e% ccntemplativ/G om ra usac ofutras cores . o sombo lo devec4 ser pcoduzidc em azu l
e bran co ;
d ) a espessucg da torja deve sec a mesma das
linhal do pictoqcama .
TiTULO 11
Capltulc I k '
mcesso Pciocipal )
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lj blicas deve existic sinalizaçAo identificando aum D local * acea- t..
1 sével paca oessoas occtadocas de deficiêncïa (fï$.51). .
)j I - pelo menos um acesso à ediTicaçzc deve sec
destinado zs pessoas deflcientes; Quondo em numero de dois. eleG
devem %ec situados em difeceotes ïaces do edificsçzol
11 - devem sec colocadas placms em lccal visi-
>e1. indicando o aceslo adequado zs oessoms deficieotes;
1Il - dewe sec nivelado D acessos tornando D piso
Intecno d/ edificmçzo uma ccotinuidmde do piso extecno .
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Cepitulo 11
C/lçsdlG, Calseics e Calçadyes
mct. 8Q - Qs calçadas devem ser revestidls cDm mateviat fivme , estével e n;D esccccegadio . continuo e oZo inkecvcmpid,D oDr degcaùtl DùI mudsnçal abcgotas de nivel. devendo ser elimïnadaG inclinaçMes que dificultem o trinEïto de peEsoas deficientes.
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? ss cacacterésticss do local (#iq. 18 e 19). )
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1i suave posakvel, cu sela, em tocno de 6.3: (Ditc v<cqula tces poc
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1 do pslBeio ê admitida inclinaç3o de atê 12,5,4 (doze vkcgula cinco
l oov ceoto).
Paclgcaïo 3Q - ND inicio da campa (limite cDm a Eocjeta) deve sec adotada uma smli@ncia d/ Do méximo 1s5 cm (um vkrçula cinco centimetcos ) cDm a finalidsde de Drientmc o deficiente
visualr paca qoe nAD invada a vio sem se pecceber disso (detalhe G
das Yigucas 18 e 19).
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u._.m.-smw\
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 1% PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO
gm4 pufiéta
C) as cores usadas para o simbolo devergo ser
semore com contrasts nitido. a menos qua haja razaes contemplati—
vas para usar outvas cores. 0 simoolo devera ser oroduzido em azul
e oranco;
d) a espessura da tarja dove ser a mesma das
linnas do oictograma.
TiTULD II
Capitulo I
Acesso Principal
Art. 59 — Nas entradas principais das edificagaes poblicas deve existir sinalizagao identificando QUE o local 9 acessivel para oessoas oortadoras de deficiéncia (fig. 51).
I — oelo menos um acesso a edificagao deve ser
destinado as pessoas deficientes; quando em nomero de dois. eles
devem ser situados em diferentes faces da edificacéo:
II - devem ser colocadas placas em local visivel. indicando o acesso adequado as oessoas deficientes:
III - deve ser nivelado o acesso, tornando o oiso
interno da edificaclo uma continuidade do piso externo.
Capitulo 11
Calcadas, Passeios e Calgadaes
Art. 69 - As calgadas devem sec revestidas com material firms. estavel e n§o escorregadio. continuo e n30 interromoido oor degraus ou modangas abruotas de nivel. devendo ser elimina—
das inclinacaes que dificultem o transito de pessoas deficientes.
Paragrafo 19 — No rebaixamento de guias e calcadas
deve sec adotada uma ramoa liqada a faixa de travessia, obedecendo
as caracteristicas do local (fig. 18 e 19).
Paragrafo 29 — A rampa deve ter a inclinagao mais
suave oossivel, ou seja, em torno de 8.32 (oito virgula trés oor
cento) no entanto, tendo em vista 05 problemas de restricgo fisica
do oasseio é admitida inclinagzo de até 12,52 (doze virgula cinco
oor canto).
Paragrafo 3Q — Ho inicio da rampa (limits com a sar—
jeta) deve ser adotada uma saliéncia do no maximo 1,5 cm (um virgula cinco centimetros) com a finalidade de orientar o deficiente
visual, para Que ngo invada a via sem se oerceber disso (detalne A
das figuras 18 e 19).
:
. % 'k
p. . , C ESTADODOR!OGRANOEDOSUL
AlNxï p >7. pnsFssun.MuxlcleAuosvoNrExcono
F..E...w 2,>p .
.* A
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p#
Capttulo 111
Ramral e Escadarias
Grt. 7* - rlos acessrs és edïficaçlesp n;o niveladcs ac
piso exterior (calçadal) devem ser orevistas rampas confccme tabela anexa , que passm a Tazer partm iotegrente da preGente lei.
(
Par/acaïc IQ - 4 camoo deve tec larauca mknima de I t -'' * :
1.5()m (um metro e cinquenta ceotfmetroB) e o patamar oivelado oc
torc . com as dïmensBes ménïmas de 1,5Om x 1,5Om (um metro e cïn- r
i! Quenta centimgtroa DDr um metro o cinquenta cantémetros). l1
i !
j '
1 I - nos aceslos os patamaces devem tec dïmensyes de
I 1m5Om x 2 ,50m (um metco e cinquenta centfmetros pcc dois metcos e
,1 Cinqueota centémetcos); :
1
1 TI-guandocolocadcs nosaceslos,capacMosdevem ser i embutidos em c/baixo do pisc r de modo a ïicacem niveladol ccm e%-
tes n3o deveodo ccupar toda 1 larguca do aceasD, deixBndD lïvre
uma faixa ménima de O.7Om de lacqgra (ïiç. 23).
lt Parzqcaïo 29 - No caso de absrtura de portas sobce
1 rampas . devem Ger cbservedss a% seguinteG ccndiçiec:
I - o patemar devevé prolongar-se pelo menD% Jocm
(trintg centimetros ) alom de cada lado da rorta;
1) ee a pcrta ae abric para dentcc, D patamar podecé
m set- ceduzido paca Pocm (noveota centkmeatroB), mas dmver4 nrD1on-
<1 gar-se Uocm (trïnta cmnkkmentcos) alëm d/ cada lado da pocta (fig.
24):
: Maver patamarbea)nMaosripzoonrttaasiGe;
mqueaErampasmudamdedïreçJo,deve )
J c ) quando m ioclioaçzo excedec 1,2Om (um metro e vin- )
'$ t
l te centémetros) dmve hlavec ceslalto r de sC,cm (cinquenta centime- l
j tcos) de altura, ro ladc extecno da ramoa (fig. 25); t d ) as campas devecio tec cocrfmzo DD ménimo de um do% i
t
'
. lados;
l e) as vampas devem ssv Ginalïzadas cDm o skmbolo ïn1 tecnacional de mceGGo. l
l
Capitulo IV
Eacadsl
4 gct. BQ - 0 pilo dos degcaus deve t&r larçura minïma
de O ,0Om (ncventa ceotfmetcos ) pDr O .3Om (tcïnta centimetrDs) de
comprimento. paca um espelMo dm O.17m (dmzessete centkmetcos) 1!
(ffg .2i). i
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Capttulo 111
Ramral e Escadarias
Grt. 7* - rlos acessrs és edïficaçlesp n;o niveladcs ac
piso exterior (calçadal) devem ser orevistas rampas confccme tabela anexa , que passm a Tazer partm iotegrente da preGente lei.
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Par/acaïc IQ - 4 camoo deve tec larauca mknima de I t -'' * :
1.5()m (um metro e cinquenta ceotfmetroB) e o patamar oivelado oc
torc . com as dïmensBes ménïmas de 1,5Om x 1,5Om (um metro e cïn- r
i! Quenta centimgtroa DDr um metro o cinquenta cantémetros). l1
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1 I - nos aceslos os patamaces devem tec dïmensyes de
I 1m5Om x 2 ,50m (um metco e cinquenta centfmetros pcc dois metcos e
,1 Cinqueota centémetcos); :
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1 TI-guandocolocadcs nosaceslos,capacMosdevem ser i embutidos em c/baixo do pisc r de modo a ïicacem niveladol ccm e%-
tes n3o deveodo ccupar toda 1 larguca do aceasD, deixBndD lïvre
uma faixa ménima de O.7Om de lacqgra (ïiç. 23).
lt Parzqcaïo 29 - No caso de absrtura de portas sobce
1 rampas . devem Ger cbservedss a% seguinteG ccndiçiec:
I - o patemar devevé prolongar-se pelo menD% Jocm
(trintg centimetros ) alom de cada lado da rorta;
1) ee a pcrta ae abric para dentcc, D patamar podecé
m set- ceduzido paca Pocm (noveota centkmeatroB), mas dmver4 nrD1on-
<1 gar-se Uocm (trïnta cmnkkmentcos) alëm d/ cada lado da pocta (fig.
24):
: Maver patamarbea)nMaosripzoonrttaasiGe;
mqueaErampasmudamdedïreçJo,deve )
J c ) quando m ioclioaçzo excedec 1,2Om (um metro e vin- )
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l te centémetros) dmve hlavec ceslalto r de sC,cm (cinquenta centime- l
j tcos) de altura, ro ladc extecno da ramoa (fig. 25); t d ) as campas devecio tec cocrfmzo DD ménimo de um do% i
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l e) as vampas devem ssv Ginalïzadas cDm o skmbolo ïn1 tecnacional de mceGGo. l
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Capitulo IV
Eacadsl
4 gct. BQ - 0 pilo dos degcaus deve t&r larçura minïma
de O ,0Om (ncventa ceotfmetcos ) pDr O .3Om (tcïnta centimetrDs) de
comprimento. paca um espelMo dm O.17m (dmzessete centkmetcos) 1!
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gaématflaqkah
Capitulo III
Ramoas e Escadarias
Art. 79 - Nos acessos as edificagaes. nae nivelados ao
piso exterior (calgadas) devem ser previstas rampas conforms tabela anexa. oue passa a fazer parts integrante da presents lei.
Parégrafo 19 ' A ramoa deve ter largura minima de
1.50m (um metro e cinouenta centimetres) e o oatamar nivelado no
toDo. com as dimensEes minimas de 1,50m x 1,50m (um metro e cin—
<:> ouenta centimetros por um metro e Cinouenta centimetres).
I ~ nos acessos os oatamares devem ter dimensaes de
1.50m x 2.50m (um metro e cinouenta centimetros por dois metros e Cinquenta centimetros);
II ouando colocados nos acessos, capachos devem ser embutidos em rebaixo do piso, de modo a ficarem nivelados com es—
te. n30 devenoo ocupar toda a largura do acesso, deixando livre
uma faixa minima de 0.70m de largura (fig. 23).
Paragrafo 29 — No caso de abertura de portas sonre
rampas. devem ser observadas as seguintes condigSes:
I — o patamar devera prolongar'se pelo menos 30cm
(trinta centimetres) além de cada lado da Dorta;
a) se a porta se abrir para dentro, o patamar podera
ser reouzido para 90cm (noventa centimentros), mas devera prolon—
gar—se 30cm (trinta centimentros) alem de cada lado da porta (fig.
24): O
b) nas portas em que as rampas mudam de diregéo, deve
never patamares horizontais:
c) ouando a inclinagzo exceder 1,20m (um metro 9 Vin—
te centimetros) deve haver ressalto, de 50cm (Cinquenta centime—
tros) de altura, no lado externo da ramps (fig. 25);
d) as ramoas deverzo ter corrimao no minimo de um dos
lados:
e) as rampas devem ser sinalizadas com o simbolo internacional de acesso.
Capitulo IV
Escadas
art. 89 — D piso dos degraus deve ter largura minima <:> de 0,90m (noventa centimetros) por 0.30m (trinta centimetros) oe
comprimento. para um espelho de 0.17m (dezessete centimetres)
(fig.26).
: f
T .. . v !.
l w * j r
( . . y.
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1 'a .
XA + y ezw. pnsFssun,MuxlclpAuosMoxysxscno
r .@ V ' Y+* '
*.
. * '
1 - o oiso e espelho devem %ev calculedcs pela fâcmùslaz p + 2e = O.84m . onde p=pilc . e=elpelho. e O.ô4=passo normol;
11 - n3D seczo con l
' d atruidal escadan cDm espelhcs vaza- !
os, cDm pisos salientes em rslaçzo ao eBD&1>o (sem bocel) e que
' implïouem cclocaçio de um j
Du doïG degraus de tranliçio ; '
l l'
) 1II - o primeïro degrau no topo de um lance de es !
1 dcvm dtstmr caàa , pelo meoos O,3Om (tcinta centtmmtcoa) do patamar ou
f do piso de cïrcul/çzo e D corrimio prolonqac-se paca seçucança dc
l usuécLo (Tig .
1 27)4
1% - oG pisos doG degc/uG n;o devem sec eqcocregadioG. nem apresentarem reslmltcs em Gua supecficie ;
'
V - oenbuma plrts devm abcic diretamente oaca o todo
ds elcadl Du girar de forma a Dbstruic o pcïmeico ou Clltimo deqrmu ;
VI - al escadms nAo devem %er revestidas de tapetea l
T11 - caua laoce de oscada n3o deve exceder s 1é (dezesseis) degraus, caso ultcapasse sste odlmero ' tam , deve sec pcevisto l ar com lacgura iguel ac do deqcau, e seu comorimentc ou l
j
ï um pa h
1 profuodidade deve sec igital a p + n (pïso do degraitmeïe um nùmero
inteirc de pmssoq normsis: O.ô4a): #
$ TIlI - as eGcados devem ter coccimzo e çuorda-corpc:
1X - quando a elceda estivec situada junto a uma pacede !Du eoçaGtada neGta. dove E9r afiyado um corrïm/o.
Capitulo T
r >
k. Corredoves e Passagpns
gct. TQ - Qilando housver gm camïnMo especifïco para o
' dmficierte Tislco, intecno à edificaçAl ; s este deve ser sinalizadc i m & sfmbcio lntecnacïonal de Gcesso.
'
i
1 cc
i
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!
1 ParégcaTc öoicc - 1 DG coccedcceq devem ter piso nAD
j1 eococregadio. cDm cevostim/ntc unifocme, sem intecrtlpgio pDr del gcauH Ou mudaoça% lbcuptas de nivel ! .
I - os corredorel de utilizaçzo ccletiva devem ter
as dimmos8es mknimos indicadaL nas ïigoras 52 e 53.
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1% - oG pisos doG degc/uG n;o devem sec eqcocregadioG. nem apresentarem reslmltcs em Gua supecficie ;
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V - oenbuma plrts devm abcic diretamente oaca o todo
ds elcadl Du girar de forma a Dbstruic o pcïmeico ou Clltimo deqrmu ;
VI - al escadms nAo devem %er revestidas de tapetea l
T11 - caua laoce de oscada n3o deve exceder s 1é (dezesseis) degraus, caso ultcapasse sste odlmero ' tam , deve sec pcevisto l ar com lacgura iguel ac do deqcau, e seu comorimentc ou l
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1 profuodidade deve sec igital a p + n (pïso do degraitmeïe um nùmero
inteirc de pmssoq normsis: O.ô4a): #
$ TIlI - as eGcados devem ter coccimzo e çuorda-corpc:
1X - quando a elceda estivec situada junto a uma pacede !Du eoçaGtada neGta. dove E9r afiyado um corrïm/o.
Capitulo T
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k. Corredoves e Passagpns
gct. TQ - Qilando housver gm camïnMo especifïco para o
' dmficierte Tislco, intecno à edificaçAl ; s este deve ser sinalizadc i m & sfmbcio lntecnacïonal de Gcesso.
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1 ParégcaTc öoicc - 1 DG coccedcceq devem ter piso nAD
j1 eococregadio. cDm cevostim/ntc unifocme, sem intecrtlpgio pDr del gcauH Ou mudaoça% lbcuptas de nivel ! .
I - os corredorel de utilizaçzo ccletiva devem ter
as dimmos8es mknimos indicadaL nas ïigoras 52 e 53.
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ESTADO DO RIO GHANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO
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I - o oiso e esoelno devem ser calculados oela for—
mula: p + 2s = 0.64m. onde p=piso. e=espelno! e O.64=passo normal:
II — ngo sergo construidas escadas com espelnos vaza—
dos, com pisos salientes em relagao ao esoelho (sem bocel) e que
impliquem colocagfio de um ou dois degraus de transin:
III - o primeiro degrau no toDo de um lance de escada
deve distar! pelo menos 0.30m (trinta centimetres) do patamar ou
do oiso da circulagzo e o corrimzo prolongar—se para seguranga do usuarlo (fig. 27):
IV — os oisos dos degraus nlo devem ser escorreoa- dios. nem apresentarem ressaltos em sua superficie;
V — nenhuma porta deve abrir diretamente para o todo da escada ou girar de forma a obstroir o primeiro DU Ultimo de—
gran;
VI - as escaoas nlo devem ser revestidas de tapetes:
VII — cada lance de escada n30 deve exceder a 16 (de—
zesseis) degraus, caso ultrapasse este namero, deve ser previsto
um patamar com largura igual a0 do degrau, e seu comprimento ou
profundidade deve ser igual a p + n (piso do degrau mais um nomero
inteiro de passos normais: 0.64m):
VIII — as escadas devem ter corrimzo e guarda-corpo:
IX — quando a escada estiver situada junto a uma pa—
rede ou engastada nesta, deve ser afixado um corrimfio.
Capitulo V
Corredores e Passagens
Art. 99 — Quando hoover um caminho especifico para o deficiente fiSlCD, interno a edificaggo. este deve ser sinalizado
com o simbolo International de Acesso.
Paragrafo Unico — os corredores devem ter piso n30 escorregadio. com revestimento uniforme, sem interrupgzo por de—
graus ou mudangas abruptas de nivel.
I ~ os corredores de utilizaggo coletiva devem tar
as dimensaes minimas indicadas nas figuras 52 e 53.
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Axï > f. # ez# PREFEITUERSATAMDOUDN()InCloIPGABLANDDEEDMOOSUNLTENEGRO
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4rt 10 - Gs poctaG devem ter um 1
it v.Dc livce de O,8Om j
(o enta rentfmetros) nc minimo. Dendo que aquelaB que poBBuem i
maïs de um+ folNa, pelc menos uma delis deve mtender a est
e artigo.
Paréqrafc tQ - qs poctas situadas em éreaE conïinada% ou em meïo a cicculaçzc devem ter um PspaçD mfnimo de O ( . 8Om
GeG%emta centkmetcoa ). ccntûgùto ac >Ao de abertura (fig . 54).
j ParAçraïo 2Q - Ga poctas devem ter condkçaes de set
cei
m mb/rtas com um ûrico movimentc . e as maçaoeta% devem smr do
pc alavsnc/: al molas devem sec cegulsdaa de socma a permitir a
%um complgtm abemtuca.
ParàçrBTo ZQ - NàD sendc de material tranEpareote
j as poctas do ttpo vai e vem. devem tec visoc horizontal com altu-, '
ra minima de O.2Om (vinte centimetros) e lacçuca minima ig 1 ez3(eozsterços)dalacguvaaa zolo uml a
1 0 5 a, colocada a altuca ootce
,1 .9 Om (clnouenta centémetros) & 1, 2Om (um metro e vïnte c&ntimeJ tcol) do pisc (ïiç. 55). .
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1 coqiyujo vjj )
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Corrïm'o e guarda-corpo ;
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Gct. lt - Os ccccim/oa devsm sec continitos t , %em ineccupç'o no% patamaceB da% escataB e rampaGy perm ftiodo bca empunMadura e desllzamento.
Parégrafc tQ - O corrimào deve prolcogar- se pelc menos. O .3Om (trinta centimetcos) do irkcïo Du topo da camp/ ou 1ance dm escada (ffg . 2B ).
Paràçcmfo 2Q - Devm %er deixsdo eapaço livre t
O e ,O4m (quatco centtmetros) no ménimo . entre o parede e o cocvimlD
STiq . QP ).
Parégrafo 5* - O guarda-ccrpo deve ter uma altura de
O.9Om (noventa centém/trrs ) e neste Gec mfixado o coccimlzo.
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO
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Capitulo VI
Portas
Art 10 — Gs portas devem ter Um véo livre de 0,80m (oitenta centimetres) no minimo. sendo que aquelas que possuem
mais de uma folha. oelo menos uma delas deve atender a este artigo.
Paragrafo 19 — As portas situadas em areas confina‘ das ou em meio a Circulagao devem ter um espago minimo de 0.60m (sessenta centimetros). contiguo ao v30 de abertura (fig. 54).
Paragrafo 29 — As portas devem ter condigaes de serem abertas com um Unico movimento. e as maganetas devem ser do tipo alavanca: as molas devem ser regulaoas de forma a permitir a
sua completa abertura.
Paragrafo IQ - Néo sendo de material transparente,
as aortas do tipo vai e vem. devem ter visor horizontal com alto“
ra minima de 0.20m (vinte centimetres) e largura minima igual a
2/3 (dois tergos) da largura da folna, colocado a altura entre 0.50m (cinquenta centimetros) e 1.20m (um metro e vinte centime- tros) do oiso (fig. 55).
Capitulo VII
Corriméo e guaroa—corpo
Art. 11 — Us corrimfios devem ser continues, sem in- terropgao nos patemares das escadas e rampas, permitindo boa empo- nhadura e deslizamento.
Paragrafo 19 - O corriméo deve prolongar—se pelo me- nos. 0.30m (trinta centimetros) do inicio ou tooo da rampa ou lan- ce da escada (fig. 28).
Paragrafo 29 - Deve ser deixado espago livre de 0,04m (quatro centimetros) no minimo. entre a parede e o corrimao (fig. 29).
Paragrafo 39 - O guarda-corpo deve ter uma altura de 0.90m (noventa centimetros) e neste ser afixado o corrimao.
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ESTADODORIOGRANDEDOSUL
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Pac3qcafo 49 - Quando uma rampa ou e/cada gativer
sïtuada junto a uma pavede ou nela engastada, deve %e aïixac o
corvïmzo na parede e . de outro lmdop colocac quacda-cocoo e coccim/o: as rmmnas ou escadas enclausuradal enkve paredes tamb/m devem
amc guarnecidas com corrimzo.
l
.
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t
Capftulo VIII
glevadores j
qrt . t2 - Em ediTicaçles com mais de um pavimento ,
quando nAo koc poslével projetar-se campa. ë indispensével a instmlaç/o de elevadov, devendo este aituar-se em lccafs (6a115 vestitulos ) mcesskveis As pessoa% deïicïentes.
PacAçcafo 19 - Paca manobcm de cadeiras de rcdaG, m
cabtne do elevaàor deve ter àvee mlnima de 2,40m2 (toia virqula
quaventa metros quadrados) com dimensào de t.4Om (um metco e quarenta ceottmetcos) ccnTccmm figuca 32 .
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Parégrafo 2Q - Todco Ds cocandce dc glevsdor devem
eGtar a eltura méxfma de 1.20m (um metro e vinte centkmetros) do
piGo dm cmbine . 1 :
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fo 39 - 0% elevadoces automlticos devem tec : j earzgra ; porta de movimento cetavdado c1m ïnterrl-loçàc minima dp loldezoito) l
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),' #% P/clgrafo 4Q - Os elevadoces devem ter condïçles de
c ' sneirveeml ndiovepliasdoo.sdaoutvoemsaktiïbcualmcenDtumb.adlel,mccdDom aumpaactaocleemricmxcaitaamm/énxtiema ndoe
deEnivel de O.Oöm (seïs csntimetcoB).
Pacéqcafo 5Q - Os eepaçoq de acessr Du cicculaçio
ïronteiros :% portas dos elevadores. em qualquec andac, devem ter
dimensic nZc inferioc a 1.50m (um metco e cinqueota cent<metcos)
medida oeroendicularmente ao plano onde %e cituam as portas (ïiç.
) 33).
I
Parigrafo 60 - & utilizaçzo dg capacbos juntD AG
poctas dos elevadores ê pevmitide %e os meamos ïorem embutidoB nD
pisc. !
l3 eacàçcaé. 7e - ms poctas dos elevaaoces, devemyguanfh w do abertas. deixac vzo livce mfnimo de O,oomtoitenta centimetros).
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quaventa metros quadrados) com dimensào de t.4Om (um metco e quarenta ceottmetcos) ccnTccmm figuca 32 .
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Pacéqcafo 5Q - Os eepaçoq de acessr Du cicculaçio
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO
gmda PM
Paragrafa 49 — Ouanda uma rampa au escada estiver
situada junta a uma parede au nela engastada, deve se afixar a
corrimaa na parede e. de autra lada. calacar guarda-carpa e carri- mfia: as rampas ad escadas enclausuradas entre paredes tambem devem
ser quarnecidas cam carriméa.
Capitula VIII
Elevadares
art. 12 — Em edificacaes cam mais de um pavimenta.
auanda n30 far passivel prajetarese ramps. é indispensavel a ins—
talacga de elevadar. devenda este situar~se em lacais (hall, ves—
tibulas) acessiveis as pessaas deficientes.
Paragrafa 19 — Para manabra de cadeiras de radas, a
capine da elevadar deve ter area minima de 2,40m2 (dais virgula
auarenta metros quadradas) cam dimensla de 1.40m (um metra e qua—
renta centimetras) canfarme figure 32.
Paragrafa 29 - Tadas as camandas da elevadar devem
estar a altura maxima de 1.20m (um metro e vinte centimetras) da
pisa da cabine.
Paragrafa 39 - Ds elevadares automaticas devem ter
parts de mavimenta retardada cam interrupcaa minima de 18(dezaita)
segundas.
Paragrafa 4Q — Os elevadares devem ter candicaes de
serem niveladas autamaticamente, de mada a pararem exatamente na
nivel da pisa. da vestibula au hall, cam uma taleréncia maxima de
desnivel de 0.06m (seis centimetras).
Paragrafa 59 — Us espagas de acessa au circulacga
franteiras as partas das elevadares. em qualquer andar, devem ter
dimenséa nga inferior a 1.50m (um metro e cinquenta centimetres)
medida perpendicularmente aa plana ande se situam as partas (fig.
33).
Paragrafa 69 — A utilizagga de capachas junta as
partas das elevadares e permitida se as mesmas farem embutidas na pisa.
Paragrafa 7Q — As partas das elevadares, devem,quan—
da abertas. deixar v30 livre minima de O,BOm(aitenta centimetres).
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Pscmçcmfc BQ - Deve %ec colocado coccïmzo . lfixado
q oas paredes lateraia e de Tundo daB cebines. j 7
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PGCX;rlfo VQ - P9lO XFnDE um dOG elevadcreM da edi- i
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caç'o deve atïngic todos Ds pisosqincluBive o da gacagem. (
Capitulo IX
Sanitàrios
Gct. IZ - Os sanitérios acessfveis aD usD dc defi1 ciente ïiaico devem ter afixado à% auas portas D simbclo Nacional
de mcessos e suas cimculaçies devem tec Acea suficiente para permitir a Eirculaçàc de cadeica dm codas.
l Pacégcafo 1Q - Coofocme a utilizaçzo da edïficaçzo
l em cada cc ,
l njunto dev/ haver. pelo menoG, uma peça adequada ao uso
)' dapessoadeficiente. .
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j Pac4acmfo 2Q - 0% boxes irdividuais oara bmcïas %a- i
! -'' ' 7
j:: nïtyrial devem ter no minimo. 1,4Om (um metco e ogacenta centkme- !
1 ' ; , tcDG) de larguca pDc 1,8Om (um metro e sesserta centtmgtros) de )
! comorimento (5ig . 5C). L
Perbqrefo 3Q - Haveodo mictôrio dc tipo valeta, deve
Gev adct/do dïspcsitivo adequado ao uso da pelsoa defïcfentek ol '
mictôcios devem sec do tïpc apoiado no piso, com canaleta.
Parégcmfo 40 - O pïGc da entcada dDs boxes poderâ aoceqentac desnével de atë O,O6m (seie centfmetros) cDm campe de
45:, conïovme fïguco 58, e as portas devom deïxar um v;D lâvre
j pacm eotcada de O,8Om (oitenta ceotkmetcos);as pcctas devem abric
j paca Tor-a. levando tranquetal que posssm lmr aclonadas tamblm pelo
11 ladoextecno:emcasodeemerqência.
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Panàqcafo 5Q - G% bacias Eanitérias devem ser ccloca- j
1 dB% B umB diGt/ncis de O 4ém (quarenta e seia centfmetcos) dc eixc '
) dabsciaapacede latera&ldoboxe(fiç.59).
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Capitulo IX
Sanitàrios
Gct. IZ - Os sanitérios acessfveis aD usD dc defi1 ciente ïiaico devem ter afixado à% auas portas D simbclo Nacional
de mcessos e suas cimculaçies devem tec Acea suficiente para permitir a Eirculaçàc de cadeica dm codas.
l Pacégcafo 1Q - Coofocme a utilizaçzo da edïficaçzo
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Gev adct/do dïspcsitivo adequado ao uso da pelsoa defïcfentek ol '
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Parégcmfo 40 - O pïGc da entcada dDs boxes poderâ aoceqentac desnével de atë O,O6m (seie centfmetros) cDm campe de
45:, conïovme fïguco 58, e as portas devom deïxar um v;D lâvre
j pacm eotcada de O,8Om (oitenta ceotkmetcos);as pcctas devem abric
j paca Tor-a. levando tranquetal que posssm lmr aclonadas tamblm pelo
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Panàqcafo 5Q - G% bacias Eanitérias devem ser ccloca- j
1 dB% B umB diGt/ncis de O 4ém (quarenta e seia centfmetcos) dc eixc '
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
PHEFEITURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO
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Paragrafo 89 - Deve ser colocado corrimzo. afixado
nas oaredes laterais e de fundo das cabines.
Paragrafo 99 — Pelo memos um dos elevadores da edicagao deve atinoir todos os pisos. inclusive o da garagem.
Capitulo IX
Sanitarios
Art. 13 — Os sanitarios acessiveis ao uso do deficiente fisico devem ter afixado as suas oortas o simbolo Nacional
de Acesso. e suas Circulagaes devem ter area suficiente para per—
mitir a circulagéo de cadeira de rodas.
Paragrafo 19 — Conforme a utilizagao da edificaggo,
em cada conjunto deve haver. pelo menos, uma oega adequada ao uso
da pessoa deficiente.
Paragrafo 29 — Us boxes individuais para bacias sa- nitarias devem ter no minimo. 1.40m (um metro e quarenta centime—
tros) de largura por 1.60m (um metro e sessenta centimetros) de
comprimento (fig. 57).
Paragrafo 39 — Havendo mictOrio do tipo valeta, deve
ser adotado dispositivo adequado ao use da pessoa deficiente: os mictorios devem ser do tioo apoiado no piso, com canaleta.
Paragrafo 49 — D piso da entrada dos boxes podera aoresentar desnivel de ate 0,0bm (seis centimetros) com rampa de 459, conforme figura 58, e as portas devem deixar um v50 livre
para entrada de 0,80m (oitenta centimetros); as portas devem abrir
para fora. levando tranouetas que possam ser acionadas tambem pelo
lado externo, em caso de emergEncia.
Paragrafo 59 — As bacias sanitarias devem ser coloca—
das a uma distancia de 0,46m (quarenta e seis centimetros) do eixo
da Dacia a parede lateral do boxe (fig. 59).
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ESTADODO RIOGRANDEDO SUL
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metco de O,OZm (tcés centtmetros ) ïicmemente mfixmdas zs pacedes p
1ater-aj.B dispostas segundo .ffnclïrnaCA'D clez 459 (quarenta e cïnco l
çlraus) em relaçAcl zk ea1tura da bacïa; tamb*fn na oacede do fuodo de- i
ve ser co1ocada bat-ra que devœ guardac dist:ncia das (aar'edes de
(--1.04m (qu<@trc3 centLmetco%). 4$ barca da ;),acede dc7 #undo deve sec aïixada no eihtca da bcacio, cy O,ZOm (trinta centkmetroa ) sacima do a%--
serntcn. (Ti(J. 80).
Capï.tul(D X
Lavatârios
Gvt. 14 - Nos lmvotfrïoq cDm utilizaçic de âgua
quente deve-se adotac pcoteçio fvontal do siïzo paca evïtmc @ueimmducas dc% uauécfcs.
Parzçrofc ûnico - Gs torneiras devem ter alavancas !
l Dpevévmis com um önico mcvimento (Tig. ô1).
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Qct. 15 - OB intercuptor/s e tomadas devem sftuar-le
a oma altora do piso qùre pecmita a %ua utilizaçlo peïaB pesacal
. deficieotes (Tig. 62).
Capltulo XI1
Estscionomeoto
grt. 16 - Em todo o est/cïonamento devem ser observadas vagas preTecenciaiB para estacionamento de veiculoa pertenj: centes a Messo/E poctadocas de deïicï@ncia Tésfca , devendo sec i-
! dentificadal mtravës do stmbolo Inteco/cion/l de qceslos pintldo
no solc e de sinalizaçzc vertical de Tocma que easa identiTicaçzo
sela viBével A distlncia (fig. 45 a 49).
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Pac4gcafo IQ - Gs vagas devcm %mr dmmarcadas com 1inMa cooténua. na cor amacela, sobre o pavfmentc, em seu bocdo (en- r
l tco e sarjeta e D asfalto) e tec o stmbclo Intecoacicnal de qcesso l - l pïntado em branco no piGo; concomïtantemente, d/vem se, sdosysyi-
? cadaa ccm placae cDm o mesmo simbc lc, cDm altura que pecmito a vi- ;
i %3o a iartir da entrada do eGtacionamento, tl .
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metco de O,OZm (tcés centtmetros ) ïicmemente mfixmdas zs pacedes p
1ater-aj.B dispostas segundo .ffnclïrnaCA'D clez 459 (quarenta e cïnco l
çlraus) em relaçAcl zk ea1tura da bacïa; tamb*fn na oacede do fuodo de- i
ve ser co1ocada bat-ra que devœ guardac dist:ncia das (aar'edes de
(--1.04m (qu<@trc3 centLmetco%). 4$ barca da ;),acede dc7 #undo deve sec aïixada no eihtca da bcacio, cy O,ZOm (trinta centkmetroa ) sacima do a%--
serntcn. (Ti(J. 80).
Capï.tul(D X
Lavatârios
Gvt. 14 - Nos lmvotfrïoq cDm utilizaçic de âgua
quente deve-se adotac pcoteçio fvontal do siïzo paca evïtmc @ueimmducas dc% uauécfcs.
Parzçrofc ûnico - Gs torneiras devem ter alavancas !
l Dpevévmis com um önico mcvimento (Tig. ô1).
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a oma altora do piso qùre pecmita a %ua utilizaçlo peïaB pesacal
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Capltulo XI1
Estscionomeoto
grt. 16 - Em todo o est/cïonamento devem ser observadas vagas preTecenciaiB para estacionamento de veiculoa pertenj: centes a Messo/E poctadocas de deïicï@ncia Tésfca , devendo sec i-
! dentificadal mtravës do stmbolo Inteco/cion/l de qceslos pintldo
no solc e de sinalizaçzc vertical de Tocma que easa identiTicaçzo
sela viBével A distlncia (fig. 45 a 49).
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Pac4gcafo IQ - Gs vagas devcm %mr dmmarcadas com 1inMa cooténua. na cor amacela, sobre o pavfmentc, em seu bocdo (en- r
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL % PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO
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Paragrafo 69 — 05 boxes devem ter barra de apoio com
comprimento minimo de 0,65m (sessenta e cinco centimetres) e d15-
metro de 0,03m (trés centimetres) firmemente afixadas as paredes
laterais dispostas segundo inclinagzo de 459 (quarenta e cinco
grads) em relaczo a altura da bacia; tambem na parede do fundo de—
ve ser colocada barre que deve guardar distancia das paredes de
0.04m (quatro centimetros). A barre da parede do fundo deve ser a—
fixada no eixo da Dacia, a 0,30m (trinta centimetres) acima do assento. (fig. 60}.
Capitulo’x
Lavatdrios
Art. 14 - Nos lavatorios com utilizaggo de agua
quente deve-se adotar proteczo frontal do sifao para evitar queimaduras dos usuérios.
Paragrafo Unico - As torneiras devem ter alavancas
operaveis com um Unico movimento (fig. 61).
Capitulo XI
Interruptores e tomadas
Art. 15 — Us interruptores e tomadas devem situar—se
a uma altura do piso que permita a sua utilizacao oelas pessoas
deficientes (fig. 62).
Capitulo XII
Estacionamento
Art. 16 — Em todo o estecionamento devem ser obserr
vadas vagas oreferenciais para estacionamento de veiculos pertencentes a oessoas portadoras de deficiéncia fisica, devendo ser 1—
dentificades atraves do simbolo International de Aceeso, pintado
no solo e de sinalizacao vertical de forma que essa identificaggo
seja visivel a disténcia (fig. 45 a 49).
Paragrafo 19 - As vagas devem ser demarcadas com 1i—
nna continua. na cor amarela. sobre o pavimento, em seu bordo (en—
tre a sarjeta e o asfalto) e ter o simbolo Internacional de Acesso
pintado em branco no piso; concomitantemente, devem ser identifi—
cadas com placas com o mesmo simbolo, com altura que permits a vi—
sgo a partir da entrada do estacionamento.
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Perêqc/To 2Q - Os vagas devem sec aqluells mats pceximas daa portas Ue acesso. rampaB. elevGdcreB . Meraotindo qoe c
t-- amlo6o a ser seccccrïdc oelo defzciente ffGïco em cadeica de rodas ct-t muleto% Ge ïe o meocr poslkvel e livce de obltéculos.
l
. Par4gc/fl 30 - Devem ser tomados cuidados na 1Dca1iZaçlo dgB vagsl. paca Gvitac aue a% oe%qcas deficientes Gejam 0-
bciqedas a movimertac-le entre os veicilloE Du vias de circulaçzo
' nZo adequadaG. par/ stingir / colçaaa. '
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Pacêgcsfo 4Q - 0 ouhmero de vagms deve sec estabelecido em relaçAo J ïceqoëncia e permanëncia d'e pessoas. em get-al,
no eat/cionamento, reomvvmodc-se Eemlce O minimo de uma vsça paca j
ss pessoaG de#ïcienteG. )'
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Pocêgcafo 5Q - Os vagas parm eEtacioosmento pecpen- j
dïculav. em gngulo ou pacalelas ao meio-fio q tecào 2 ,ZOm (dois metcos e tczntl centimetcol ) de lmcçutca, mccescïda de #aixa zebcada
ccm I.Ot'Jm (um metvc) de llrgut-a (fig. BO).
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Paclçcgfo 6Q - L v/ga ceservada Js pmssoas deficzeoteG deve tec o oilo oivelado. #icme e oGtzvel.
Paclgcafo 7* - O moio-fio da calçsda . Junto a vaqa
1 delmoccada pars peEsoas de#iciontes. devm sev cebalxado cDm oma
1 vempa. com locgutca mknïmm de 1.()(.7m(um metro) a incliomçzo confocmm
t tabeto Bendo ooe D oooto mais taixo deve sec nivelado J sacqete
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Ttczente fiszcc ccocrer nc m-imeicc pmvimentc, a exiqibilfdade de j
conltruçzo dm rampas e/ou,elevotoces. entce os ravimentos, pt-evil- l
ta oa pvesente lex. secâ diloenladm. v
l
Gvt. 18 - Cnteode-se pov orêdio publico p paca efeitDs UeGta lei. mqileles edificadcG pelo Flunicinic . Estado Du Uoilo ,
em sel-ls pode res .
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ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO
ghéuu2¢h7%q¢Ab
Paragrafo 29 — As vagas devem ser aquelas maLS pro—
ximas dag pprtas GE aceesp. rampas. elevadores. garantindp que 0
camlnho a ser percarrida pelp deflciente fisico em cadeira de rp—
dae cu muletae eeja O menpr ppeeivel e livre de Obstaculos.
Paragrafp 39 — Devem ser tomadps cuidados na locallzan dae vagas‘ para evitar qua as pesspas deficientes eejam G—
brlgadas a movimentar-se entre as veiculos DU VlaS de CirculagAO
nAO adequadas. para atingir a calgapa.
Paragrafp 4Q - D numerp de vagas deve ser estabele—
CidD em relaggo a Trequéncia e permanéncia de pesspas. em geral,
no estat1onamento, reeervandpfise sempre o minimp de uma vaga para as pesspas deficientes.
Paragrafo 59 - As vagas para estacipnamento perpen—
dicular. em angulo DU paralelas a0 meip—fip. terlo 2,30m (dais metros e trlnta centimetres) de largura. acrescida de faixa zebrada
com 1,00m (um metro} de largura (fig. 30).
Paragrafp 69 — A vaga reservada as pessoas deficxentee deve ter 0 piep niveladp. Tirme e estével.
Paragrafo 7Q — D melp—fip da calgada. junta a vaga
demarcada para peespas deficientes. deve ser rebalxadp Cpm uma
rampa. com largura minima de l.00m(um metro) e inclinagZo cpnfprme
tabela. sendp QUE p ppntp maie baixp deve ser niveladp a sarjeta
DU DlSD de estaCLOnamento, sem degrau.
TITULD III
DISPOSIGfiES FINAIS
Art. 17 — Quandp p atendimento eepecializadp a0 defLCLente fielco pcprrer no primeirp pavimento, a exigibilidade de
construgép de rampas E/DU elevadores. entre as Davimentos, previe—
ta pa preeente lei. sera diepeneada.
Art. 18 — Entende-se par predip publico. para efei—
tpe pesta lei. aqueles edificadps pelo Municipio. Estadp pu Uniap,
em eeus poderes.
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Ort. 1S - OE ffgucas o que aludem os actiçDs, mncontram-le em angxo . e ï/zem parte integvaote da pcgsente lei.
Grt. 2Q - G preeente tei entca em vigor na data de
soa nclblicmç3o a cesselvaodo 1% obvms jé licenciadma oels Pceïeitura Municipal: mtë a data desta Lei.
1 .
) pct. 21 - Revoqam-se as disposiçaes em cootricio.
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! GGBINETE DO PREFEITO MUNICIPQL DE MONTENEGRO , 11 de i
': setembvo de 1995. j
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Art. 19 - As figuras a que aludem as artigos. encon~
tram-SE em anexo. e fazem parte integrante da presente lei.
Art. 20 — A presente lei entra em vigor na data de
aua publicaggo, resaalvando as obras ja licenciadas Dela Prefeitura Municipal, ate a data desta Lei.
Art. 21 - Revogam—se as disposigaes em contrario.
GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE MONTENEGRO, 11 de
setembro de 1995.
REBISTRE-SE E PUBLIQUE-SE:
Data Supra.
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S cretaria-Geral.
LEI DE QUTORIA DU VEREQDOR QDQIR VIANNA
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