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norma nº 3019/1994

Tipo Lei Ordinária
Número / Ano 3019 / 1994
Date 1994-11-23
EmentaDenomina Ilka Moojen Weissheimer (NOCA), um logradouro público localizado no Bairro São João.
native_id3880

Documents (1)

texto integral #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 4

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LEI NQ 3 .019 - DE 23 DE NOVEMBRO DE 1994.
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Denomina Ilka Moojen
Wes.sshes.mer, um logradouro pû￾blico localizado no Bairro Sâo
Joâo.
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IVAN JACOB ZIMMRR, Prefeito Municipal de Montenegro. d
FaçosaberqueaCâmaraMunicipalaprovoueeusanciono jI
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: Art. 1Q - Fica denoms.nada Rua Ilka Moojen Weissheimer i ' t
i ) a atual HRua C'', localizada no Bairro Sâo Joxo. ;
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! GARINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE MONTENEGRO, 23 de no￾1
! vembro de 1994. i
REGISTRE-SE E PUBLIQUE-SE: o
Data Supra.
8 AN coB ZIMMRR ,
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LEI DE AUTORIA DO VENFAOOR NESTOR TENN-PASS
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LEI NQ 3 .019 - DE 23 DE NOVEMBRO DE 1994.
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Denomina Ilka Moojen
Wes.sshes.mer, um logradouro pû￾blico localizado no Bairro Sâo
Joâo.
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IVAN JACOB ZIMMRR, Prefeito Municipal de Montenegro. d
FaçosaberqueaCâmaraMunicipalaprovoueeusanciono jI
. a seguinte I ;. i
L E 1: !
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: Art. 1Q - Fica denoms.nada Rua Ilka Moojen Weissheimer i ' t
i ) a atual HRua C'', localizada no Bairro Sâo Joxo. ;
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i abaixo do nome, o apels.do pelo qual a homenageada era conhecida, ;
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j Art. 20 - Esta 1ei entra em vigor na data da suapubli- j j r'
t caçâo. 'C
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1 Art. djsposiqöes em contrârio. 1 3* .- Revogam-se as .
j
!
! GARINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE MONTENEGRO, 23 de no￾1
! vembro de 1994. i
REGISTRE-SE E PUBLIQUE-SE: o
Data Supra.
8 AN coB ZIMMRR ,
l P to Municipal.
- I A MEI A ,
i
' s cretâria-Geral. r
LEI DE AUTORIA DO VENFAOOR NESTOR TENN-PASS
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL LE: PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTENEGRO
' gm44 PM
LEI N9 3.019 - DE 23 DE NOVEMBRO DE 1994.
Denomina Ilka Moojen
Weissheimer, um logradouro pfi—
blico localizado no Bairro Sao
Joao.
IVAN JACOB ZIMMER, Prefeito Municipal de Montenegro.
Fago saber que a Camara Municipal aprovou e eu sanciono
a seguinte
L E I:
Art. 19 n Fica denominada Rua Ilka Moojen Weissheimer
a atual "Rua C", localizada no Bairro Sao Joao.
Paragrafo Unico — As placas indicativas deverao conter
abaixo do nome, o apelido pelo qual a homenageada era conhecida,
ou seja "NOCA".
Art. 29 _ Esta lei entra em vigor na data da sua publi—
cacao.
Art. 39 _ Revogam—se as disposigoes em contrério.
GABINETE D0 PREFEITO MUNICIPAL DE MONTENEGRO, 23 de no—
vembro de 1994.
REGISTRE-SE E PUBLIQUE-SE:
Data Supra.
— 1‘ Elmsfix,
S cretéria—Geral.
to Municipal.
LEI DE AUTORIA DO VEREADOR NESTOR TENN-PASS
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que todas as molr-aa dizq.ut).it t'J'ltI3o .l,t:l'.'q'tk'al'n.
Mais uias melkos kiîas ar')kJ!k'(.''u ula llamorado, apalxonou-se, e ,
marcaram a data do casamelkto.
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,, VILKA ALBERTINA MOOJEN‘ WEISISHEIMER
(NOCA)
Nas fidedco guunhas, mndn iun~nu ucntlr multo a influéncia
positiva dos usor; e conLumou dormnni-ws, a fiesta do Natal, é a que
merece mais destzaque.
E a confraterni:agio dn fnm11i1, dos 1.:n1LnLLcs e dos amigos,
todos imbuidos do espir; to (115tno la iraLexnidude e do amor.
E use 9 costume dnsde an p1zmui1as eras npos a colonizacéo
‘ 75‘ alema, a feitura de um pinh|iro LnF -1Lado dc guirlandas praLoadas
e de bolas coloridas do viuzo, sininhos, ~strelas o outxos objctos
.1esplandescante«.
_ ' ’Pambém Adalbnrto 0 Lu: A John Honjnn, aguurdavam anslosos a
ficsLa.ndtdlina, quando uH IUBU, “fidlnwunLU no din 24 dL dc: Lmbro,
‘{.;f01 Ihes prescntcada umu I1lhu.
f . Esta veio completaz o trio, quu so Compnnha das meninas Ilza,
Ilma e agora a nltima, quc rnnubun n Home de Ilka.
{€:>' ‘ Grande fol a alegria dos pajs, uum a andiva de uma crlanca
' lurlo u sadia. H assim, u canal AdnlhulLo-Luixn Moojcn foi criando
9 .1 find prole, pxocurando dcndc cud“, incutir—lhes a vontade de
estudar e o gosto polo mus1u1.
A menina Ilka, muitu dudfl n Cumunicutivu reccbeu o alido de
l Noca; apelido n1;I.L, q u uxUMLJHhUU pulu Vida aluzu.
Ela foi dliflbetlfid nn Escoln Evaugélica, da Comunidade
‘ Evangélica de Montenegro, Condo comm professor o lnolvidével Pastor
i Bruno Stysinski c a renomadn CdUCddOLa Elka Rudolf. Naquela época
; era dado grandc valor nu matealca, nun célculos mentais, criando
I nos ‘alunos uma agilidadc e pres:.«m a em resolver intricados
problemas de uritmérlca, nguqando mnis a rapldez mental e a
memoria.
i : , 1 . . . . . , . _
‘<:> = Tambem na Escola bvangol1oa, Noca 1n1c1ou o estudo dd muS1ca,
vindo u complementA-lo nu cunnuzvnlhrio Musical do Montenegro.
3 J Concluidos os esrudos primnrlms, matriculou-se no Colégio
i ‘ Sinodal de Santa Cruz (hojo Colegio Mona). F01 lé, que terminou
».-‘ . seus estudos de piano c roqéncia coral, pols fol orientada por
Otimos professores, quc nuqncln epoca lecionavam naquele f
educandério. i
‘ Apos formada, volton pnra sua uldade natal, e levou a Vida,
que todas as moqas dnquulu mpo lcvnvam.
Mais dias, memos dins arxumou um namorado, apaixonou-Se, e marcaram a data do casamento.
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z' O escolhido foi Arn
.' j o Alfredo We.isslleinterp comerciante de secos
/ e molhados . , filho '/e Jacob Baiduino Seisshei
Fridoli mer e Catarina
la F
,
uch
'
s weis
.
z
4
hej.jnor. tx. asaram no dia 5 de março de l932, e
1571. .
: $ : .
O casal foi àbeflçoado ctlft o nasci
. mento de quatro filhos:
Adalberto, Gastào, Viet.()r e D6i'j.s .
ji
Doaa.rNoca, mesmo sendo ntâe es.tremadaT seapre achava tempo para
. dedicar-se às obras de eunno
cdltural, socïal e caritacivas 1 uoald .
1
os de 1n2d, fazîa. parte da orquestra, que tocava nos întervalos doa tilmes do cinema ntudo
, bem como executava o fundo
musical às cenas, ao piano, junto com sua iraà Iâma, com quem se
revezava .
Dona-Noca era muito comunicativa e adora
va uma boa conversa:
nào importando se era branco ou preto
, rico ou pobre. Tinha uma '
' mem6ria prodiglosa, lelA rava fatos e passagens histu
rlcos, bem como
:... datas de aniversério, casamento ou morte, das pessoas conhecldas.
.
.: t .
.' ''se alguém tivesse alguma dûvida quanto a u
#:*,2. m acontecïmento qualquer, ' ' '
, bastava indagar Dona-yloca que e1a destri
.i nchava o novelo . Por
; deduçues e lembranças ehegava até a data solicit
i ada, e estas datas,
dia-se ter certeza, que erata verdadeiras 1 P0 .
,: ' Grande anlante da
Ilttislcaf durante a ezlistência da reaoluada
' ' Orquestra Gustavo Jahnr do Clube Riograndenae ' , foi a sempre atuante
. pianista. ' j
. Mais ou menos durante @20 anos f j
$ oî orgaflista d,a 19reja )
Evangélica, bem como regente do Coral da mesma comunldade Luterana .
.
Participou ativamente dentro d,a diretoria da Ordem Auxiliadora d l e ;
senhoras Evangéllcas :
, marltezledora do lospital Montenegro, oeupando i
os mals diversos carqos, desde a vice-presidência até e secretaria. l
Juntelaseumarldo,tevqdestacadaatuaçaodentrodoLlons j
Club de Monteneqro e na Direttarlil dta Clube Riograndellse? seltpre
Pronta para dar sua contribulçào em trabalho e apoio.
Ainda como pianista, prestou sua colaboraçâo nas horas de aula .
i da Escola de bailados de Hilda Noll Petry. to 1 Apôs o encerramen 1
desta, foi criada a Escola de Ginéstica Ritmicar do Clube '
? E; Riograndense, ministrado Pela Professora Gladys Agostifleill
l d
' Dietrich,com a colaboraçâo o piano de Dona Noea.' I,
1
! dona-de-caaa I como , Doaa'Noca' amante de boas comtdas e multos
; ' ( .
uoces, auorava receber vzsitas, e apresentar uma mesa rarta ue (
especialidades e gulodtces. y'
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Adalberto, Gastào, Viet.()r e D6i'j.s .
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, bem como executava o fundo
musical às cenas, ao piano, junto com sua iraà Iâma, com quem se
revezava .
Dona-Noca era muito comunicativa e adora
va uma boa conversa:
nào importando se era branco ou preto
, rico ou pobre. Tinha uma '
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rlcos, bem como
:... datas de aniversério, casamento ou morte, das pessoas conhecldas.
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O escolhido foi Arno Aliredo Weissheimer, comerciante de secos e molhados, fiiho de Jacob Lalduino Weissheimer e Catarina
estabeleceram
Fridolina Fuchs Weiséhejmer. Casaram no dia 5 de marco de 1932, e
sua casa comexciai nesta cidade, a rua José Luiz, n° 1574. t . O casal foi abencoado com o nascimento de quatro filhos: Adalberto, Gastao, Victor e Doris.
Dona Noca, mesmo sendo mae estremada, sempre achava tempo para dedicar-se as obras de Cunho caltural, social e caritativas.
Nos idos de 1924, fazia parte da orquestra, que tocava nos
intervalos dos filmes do cinema mudo, bem como executava o fundo musical as cenas, ao piano, junto com sua irma Ilma, com quem se
revezava.
Dona Noca era muito comunicativa e adorava uma boa conversa,
nao importando se era branco ou preto, rioo ou pobre. Tinha uma
membria prodigiosa, lembrava fatos e passagens historicos, bem como
datas de aniversario, casamento ou morte, das pessoas conhecidas.
L'Se alguém tivesse alguma duvida quanto a um acontecimento qualquer,
bastava indagar Dona Noca que eia destrinchava o novelo. Por
deducoes e lembrancas chegava até a data solicitada, e estas datas,
podia-se ter certeza, que eram verdadeiras.
Grande amante da masica, durante a existéncia da renomada
Orquestra Gustavo Jahn, do Clube Riograndense, foi a sempre atuante
pianista.
Mais ou memos durante ‘20 anos foi organista da Igreja
Evangélica, bem como regents do Coral da mesma comunidade Luterana.
Participou ativamente dentro da diretoria da Ordem Auxiliadora de
Senhoras Evangélicas, mantenedora do Hospital Montenegro, ocupando
os mais diversos cargos, desde a vice—presidéncia até e secretaria.
Junto a seu marido, teve destacada atuacao dentro do Lions
Club de Montenegro e na DiICLOLid do Clube Riograndense, semp1e
pronta para dar sua contribuicao em trabalho e apoio.
Ainda como pianista, prestou sua colaboracéo nas horas de aula
da Escola de bailados de Hilda Noll Petry. Apés o encerramento
desta, foi criada a Escola de Ginastica Ritmica, do Clube
Riograndense, ministrado pela professora Gladys Agostinelli
Dietrich, com a colaboracao do piano de Dona Noca.
Como dona—de-Casa, Dona Noca, amante de boas comidas e muitos
doces, adorava receber visitas, e apresentar uma mesa farta de
especialidades e gulodices.
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Transcorr.ta o ano (1e 1973, e em iunho era o mês dos fesLejoa 1
do Centqnério de Montenegco. Uma eutensa programaçào artistica, '
cultural e desportiva, ntarcava a data magna do anlversirio do
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' . Dona Noca, como boa.municipe, particlpou ativamente de todos :
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Mas o seu pobre coraçào llao aguelttou Lodas essas eluoçèes e .
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' . Dona Noca, como boa.municipe, particlpou ativamente de todos :
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Mas o seu pobre coraçào llao aguelttou Lodas essas eluoçèes e .
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foi levada rapidamente io llospita1 MolRtelbegro. Porém tudo e1R vàO,
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Apesar de obesa e.de Le: 03 pés constantemente inchados, era
muito égil e rapida em suas atividadcs. Como eximia cozinheira.
fazer pratos novos e regélar seus‘familiares, era um dos seus
prazeres prediletos.
Transcorria o ano de 1973, e em junho era 0 més dos fiestejos
do Centenério de Montenegro. Uma extensa programacao artistica,
Cultural e desportiva, marcava a data magma do aniversério do
municipio. . Dona Noon, como boa municipe, participou ativamente de todos
os eventos, dizendo presentc gs varias promocoes.
Mas o seu pobre coracao nao aguentou todas essas emOQOes e
canseiras. No dia 10 de junho, na parte da tarde sentiu—se mal e
foi levada rapidamente do HospiLal Montenegro. Porém tudo em vao,
apés algumas horas, Donn Noca entregou sua alma a Deus.
Com 0 prematuro falecimento deste ente querido, ficaram a
lamentar a sua morte o esposo, 3 filhos, l filha, 2 noras, 1 genro
e 6 netos. I “ Terminou assim uma Vida ricamente abencoadah que de maos
Cheias distribuiu amor entre seus familiares, que com grande
1 benemeréncia fl nbrava— so de seu pro:-Limo, e com enorme dedicacao
ofereceu seus'Préstimos a coletividade montenegrina.
.4, ‘.'> _- ' Montenegro, 21 de maroo de 1994
Rugard Heller
" I wawkfi % Mi

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