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materia nº 31/2002

Tipo Projeto de Lei do Executivo
Número / Ano 31 / 2002
Date 2002-05-22
EmentaACRESCE AÇÃO AO PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS DO MUNICÍPIO DO RIO GRANDE, PARA O PERÍODO 2002/2005 NA LEI N° 5.533/2001 E NA LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS PARA O EXERCÍCIO DE 2002, NA LEI N° 5.550/2001 E AUTORIZA O EXECUTIVO MUNICIPAL A ABRIR CRÉDITO ADICIONAL ESPECIAL NUM TOTAL DE R$ 739.569,96.
native_id33559

Autoria

Tramitação (latest 1)

DateStatusTurnoTexto
2025-06-13 Proposição arquivada ARQUIVADO NA PASTA ORÇAMENTO/2002. CONTÉM SUBSTITUTIVO APROVADO.

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 44

rt úd. nrítu.^ Y:!
.ruo cRÂ.frD_|,
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
PREFEITURA MUNICIPAL DO RIO GRANDE
GABINETE DO PREFEIT
PAIRIMÔNIO
OO RIO GÂANOE OO SUL
MENSAGEÀlI/l49
Rio Grande,20 de maio de 2002.
Senhor Presidente,
Para viabilizar irnanceiramente este investimento o BNDES dispôs uma liúa de
financiamento não reembolsável, a Prefeitura entraÍ com sua contnpartida e a Universidatle com
seu corpo tecnico.
EXMO.SENHOR
PAULO RENATO MATTOS GOMES
DD. PRF^SIDENTE DA CÂMARA MI.INICIPAL
NBSTA
Honra-nos cumprimenú-lo, oportunidade que vimos por meio desta solicitar a
Vossa Excelência e Nobres Pares, Autorizagão Legislativa para firmatura de Termo de Convênio
entre a Fundação Universidade Federat do Rio Grande (FURG) - Banco Nacional de
Desenvolvimentó Econômico e Social (BNDES) e esta Prefeitura, a fim de poder üabilizar a
execução do projeto "Escolatomunidade-Universidade: buscando metodologias educativas,
interativas e interconectivas em uma viúo sistêmica".
Estamos vivendo a era do CONHECIMENTO' a era do SABER, a era da
GLOBALÍZAÇÃO, fatos estes que nos obriga a pesar:
O que fazer para que nossas crianças não fiquem exclúdas do mercado de trabalho?
o que farer para que pessous co- menor condição econômica tenha acesso à informação?
O que fazer para socializar o conhecimento?
Pensando assim nossa administração foi buscar parceiros para viabilizar um projeto
que contemple o Aluno, o Professor e os Pais e toda a Comunidade.
Desta parceria criamos o projeto ora enviado a essa cÍrsa que busca implementar uma
metodologia de aprendizagem através da Internet, através da informatização da rede municipal de
ensino, viiando dãmocratizar o conhecimento e conseqüentemente o ensino c a qualificação para o
mercado de trabalho.
a eCJ 0ta,12,16 e/4 e'2 o5'9oo4, é ú-c
.FIIO GRAND-II
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
PREFEITURA MUNICIPAL OO RIO GRANDE
GABINETE DO PREFEITO
P^ÍRlltÔtiro
OO RIO GRANOE OO SUL
Neste sentido, buscamos alcançar as comunidades menos favorecidas do Município
do Rio Grande possibilitando o contato com ambientes diversificados culturalmente, incentivando a
interação, as diferentes formas de coúecer e fazer por meio do desenvolvimento dos projetos de
aprendizagem.
A Rede Municipal de Ensino é composta de 6J escolas de ensino fundamental e
atende, atualmente, em tomo de 18 mil alunos. Este projeto prevê o trabalho de parceria com 33
escolas municipais envolvendo cerca de 16 mil alunos (897o), 1200 professores do ensino
fundamental (76Vo) e aproximadamente 50 mil pessoas da comunidade, o que coresponde a mais
de um quarto da população do Município.
O Projeto tem como meta implantar, de forma gÍadativa ao longo de 3 anos, a
metodologia de projetos de aprendizagem com o uso das tecnologias de informação e comunicagão.
No primeiro ano teremos como parceiras no projeto 6 escolas, no segundo mais 12 e
no terceiro ano mais 15. A seqüência de implantação do projeto nas escolas foi baseada em suas
disposições geográficas atendendo aspectos técnicos de estrutura da rede.
A atualizagão das escolas públicas no que se refere ao uso das tecnologias de
informações além de oportunizff melhores condições a seus alunos, permitirá que professores
adquirirão versatilidade tecnológica, quebrando paradigma e concentrando esforços na criação, na
gesüio e na regulação de situações de aprendizagem.
Outro item proposto é a abertura da escola à comunidade através de oferecimento de
cursos, oficinas e atividades que envolvam o trabalho com os computadores valorizando e
incentivando as famílias, integrando-as ao ambiente escolar e garantindo direitos democráticos de
acesso ao coúecimento e ao universo tecnológico, além de criar uma grande rede de informações
para a gestão municipal, pois estes mesmos micros permitirão o acesso a serviços públicos, quando
implantados, permitindo marcar consultas, pagar tributos enfim a Prefeitura na escola.
Para proporcionar a sua sustentabilidade da rede física será utilizado tecnologia de
comunicação sem-fio (Wireless), devido ao seu baixo custo de manutenção e facilidade de rápida
implantaçáo, e para a rede pedagógica será criando uma assessoria pedagógica na Secretaria
Municipal de Educação e Cultura em parceria permanente com a Universidade.
considerando que o valor total do convênio é de R$ 3.555.231,53 (três milhões,
quinhentos e cinqüenta e cinco mil, duzentos e trinta e um reais e cinqüenta e três centavos), sendo
g$ Z.OZI.l,Ol,gt proveniente do BNDES e R$ 928.123,62 proveniente da Prefeitura Municipal do
Rio Grande - Secretaria Municipal de Educação e Cultura, como conEapartida, cujas despesas
correrão dentro das dotações orçamentárias de 2002 do referido órgão;
ANO 1 - R$903.72'7,26
ANO2-R$ 1.228.s64,26
ANO3-Rs t.422.940.O1:
o
U
Considerando que o projeto tem um prazo de aplicação de três (03)
rt.Dúr 'llftx.^ Y1 IIUO GRÁNDII
ESTADO OO RIO GRANDE OO SUL
PREFEITURA MUNICIPAL OO RIO GRANDE
PAIRIUôNIO
GABINETE DO PREFEITO
00 Rro G8^l{oE 00 su!
Com esta visão de futuro, vimos à presença dessa Egrégia Casa solicitar a inclusão
de ações no Plano Plurianüal de Invesümentos do Município do Rio Grande, 2N212N5, l*i n"
5.533, de 19.07.2W e na [.ei de Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2002, tri 5.550, de
19.10.2001, além da autorização para abertura de crédito adicional especial conforme discriminado
em Projeto de l.ei anexo, aproveitamos o ensejo para reiterar a V. Exa. e Nobres Pares, nossos
protestos de elevada estima e distinta consideração.
Respeitosamente,
F DE co
Í't turm umd.^ r:! ,[(IO GRANDII
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
PREFEITURA MUNICIPAL DO RIO GRANDE
P^ÍRtH0llrO GABINEÍE DO PREFEITO
OO RIO GÂANOE OO SUL
PROJETO DE LEI N' 031, de 20 de maio de 2fi)2.
ACRESCE AÇAO AO PLANO
PLI]RIANUAL DE II{VF.STIMENTOS DO
MUNICÍPIO DO RIO GRANDE,, PARA O
pEÚoDo 2M212W5, NA LEI N" 5.533/2fi01
E NA LEI DE DIRETRTZES
oRÇAMENTÁRrAS PARA O EXERCÍCIO
DE 20n,2, NA LEI No 5.550/2001 E
AUTORIZA O EXECUTTVO MUiUCIPAL
A Á,BRIR CRÉDTTO ÂDICIONAL
ESPECIAL NUM TOTAL DE R$739.569,96.
Art. 1'- Fica acrescido ao Plano Plurianual de Investimentos do Município do Rio
Grande, para o perÍodo de 2m212m5, na Lei n" 5.533, de 19.07.2N12 a Ação abaixo discriminada:
ORGÃO: 08 _ SECRETARIA MIJMCIPAL DE EDUCAÇAO E CULTURA
PROGRAMA: 0120 - Desenvolvimento do Ensino Fundamental
AçÃO: 0l - Projeto Escola - Comunidade - Universidade - R$ 3.555.231,53
Art. 2o - Fica acrescido na Lei de Diretrizes orçamenúrias para o exercício 2ü02,1-ei n"
5.550, de 19.10.2001, a Ação abaixo discriminada:
ORGÃO: 08 _ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA
PROGRAMA: 0120 - Desenvolvimento do ensino Fundamental
AÇÃO: 01 - Projeto Escola - Comunidade - Universidade - R$ 903.727 '26
Art 3'- Fica o Executivo, autorizado a abú crédito adicional especial num total de R$
739.569,96 (setecentos e trinla e nove mil, quinhentos e sessenta e nove reais com novenla e seis
centavos), na sECRETARIA MUMCIPAL DE EDUCAÇÃO E CLILTURA, para o exercício de
2C[l2, de acordo com a discriminação a seguir:
08 - SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇAO E CLILTLIRA
02 - Complexo Técnico Educacional
12 - Educação
361 - Ensino Fundamental
0120 - Desenvolvimento do Ensino Fundamental
Proj. 1.807 - Projeto Escola - Comunidade - Universidade......'...R$ 739 '569,96
Àrt. 4. - Servirá como recurso ao crédito autorizado no artigo anterior, financiamento,
não reembolsável, do BNDES, com o objetivo de execução do Projeto 'Escola - Comunidade -
Universidade: buscando metodologias educativas, interativas e interconectivas em uma visão
sistêmica", no valor de R$ 739.
reais e noventa e seis centavos).
569,96 (setecentos e trinta e nove mil, quinhentos e ses
05,LMt
e nove
E ",c ; ccY flro Yala eLLL l,?
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Ít our lÚôra ú:r -lt(ro GRÁND-[,
PAÍR!TÔNIO
00 Rto GR^NoE DO §U!
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
PREFEITURA MUNICIPAL DO RIO GRANDE
GABINETE DO PREFEITO
ArL 5' - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Rio de maio de 200,2.
BRANCO
pal
Prefeitura MunÍcipal do Rio Grande
Fundação Univercidade Federal do Rio Grande
Escola-Com unidade-U niversidade:
buscando m etodologias ed ucaüvas, i nterativas
e interconectivas em uma visão sistêmica
Responsáveis na Prefeitura Municipal de Rio Grande
Secretaria Municipalde Educação e Cultura
Secretaria Municipal de Coordenação e Planejamento
Responsáveis na Fundação Universidade Federal do Rio Grande
Profa Dra. Débora Laurino Maçada
Profa MSc. Sheyla Rodrigues
abril2002
í. A INST|TUTçÃO
1.1. ldentificação
Prefeitura Municipaldo Rio Grande
1.2. Endereço
Largo Engenheiro João Fernandes Moreira Vn
í.3. CGC'mF
88.566.8720001-62
1.4. Contato
Prefeito Municipal: Fábio de Oliveira Branco
Secretária Municipal de Educação: Sonia Mary Xavier Tissot
í.5. Finalidade
O projeto propõe a parceria entre a Fundaçáo Universidade Federal do Rio
Grande (FURG) e a Preêitura Municipal do Rio Grande, buscando implementar a
metodologia de projetos de aprendizagem e a informatização da rede municipal de
ensino, visando a democratização, a melhoria do ensino e a qualiftcação para o mercado
de trabalho￾Com base em experiências de construçáo de ambientês dê aprendizagem
suportados pelas tecnologias da informação e comunicaçáo buscaremos supêrar
frontêiras geográficas; favorecer a interação em tempo real (on-line) ou não (ofiJine);
facilitar a construção do conhecimento de Íorma compartilhada e coletiva; propiciar a
atualizaçáo de informações; fortalecer os vínorlos entre escola e comunidade por meio do
acesso a tecnologia e possibilitar o desenvolvimento de novos talentos/competências em
todas as áreas valorizando o conhecimento e a dignidade do indivíduo visardo superar o
paradigma da linearidade, crmplexiÍicando a educaçáo e a sala de aula.
í.6. Histórico
Acreditando que a educaçáo deva ser deÍinida como o oferecimento de mêlhores
condiçÕes para que as pessoas realizem mais facilmente a busca de sua identidade, a
Secretaria Municipal de Educaçáo e Cultura do município do Rio Grande tem sempre
procurado traduzir essa busca através de um trabalho que resulte em um ensino de
melhor qualidade.
Desta forma, voltando os olhos para o passado, percebe-se quê esta lnstituição
sempre leve como prioridade desenvolver uma proposta educativa que viesse ao
encontro das necessidades de cada época. Assim, além do acompanhamento sistemático
das atividades desenvolvidas pelos professores, já eram trabalhados temas como
disciplina, motivaçáo na aprendizagem, centros de interesses.
Atualmente, as prioridades são outras, resultantes das situações problemáticas
do tempo em que vivemos, pois o vertiginoso ritmo de desenvolvimento que se opera em
todas as áreas, provoca, no âmbito da escola, uma ampliação no seu campo de ação e de
responsabilidade.
Tendo em vista as novas contingências e uma vez que as verbas destinadas à
educaçâo não são suficientes para atender toda uma demanda sócio-econômica de
classe média e baixa, esta Secretaria procura, aúavés de parcerias, solucionar, da melhor
forma possível, questões do cotidiano escolar.
Hoje, as preocupações estão centradas não só no aluno, mas, também, na
preparação e na qualificação do professor, proporcionandoJhe espaços que oportunizem
a busca de altemativas frente aos novos desaÍios.
Justifica-se, assim, o projeto Escola-Comunidade.Universidade que repíesenta
uma nova perspectiva de atendimento aos aprendizes, qualificando-os para enfrentarem
as exigências da sociedade atual.
:
\.
2. S|TUAçÃO ATUAL
2.1. População Atendida
O MunicÍpio abriga uma popula@ de 186.488 habitantes (Censo IBGE/2000),
sendo 96% desta populaçáo urbana, com densidade populacional de 5í,65 hab/knr2. A
taxa de crescimento anual é de 1,630Á ao ano, sendo por sua vez 179.'155 habitantes na
área urbana e 7.33 habitantes na zona rural.
A Rede Municipal de Ensino atende, atualmente, em tomo de 18 mil alunos,
com 1 creche e 9 escolas dedicadas exclusivamente a educação infantil, 63 escolas
voltadas ao Ensino Fundamental (da pré-escola à oitava série), sendo que 3 são
municipalizadas, isto é, possuem parceria com o estado do Rio Grande do Sul.
2.2. AtividadesDesenvolvidas
A Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC) desenvolve projetos
voltados para Educa@ lnfantil e Ensino Fundamental numa perspectiva de movimento
de reconstru@ da aprendizagem, da cidadania e da ética, incluindo a integração família￾escola-comunidade.
Dentre os projetos/atividades destacam-se:
. Sala de Recursos. Está sendo desenvolvido em 9 escolas atendendo 424
alunos com diÍiculdades de aprendizagem.
. Classe de Aceleração. Msa resgatar alunos com defasagem série-idade e
contempla 205 alunos em 4 escolas.
o BIRD (Brincando com lnglês, Revelando Descobertas). São oficinas de inglês
desenvolvidas em 5 escolas atendendo 328 alunos.
o Educação lrúantil: Espaços de Aprendência. Reúne 126 professores
ênvolvidos em 5 nuclea@es para reflexão e estudos de temáticas em Educação
lnfantil.
:
:
. Glasses de Esfudos Diferenciados. Desenvolvem atividades diferenciadas
visando a inclusão de alunos portadores de necessidades especiais, atendendo
79 alunos em 4 escolas.
Proieto Papaléguas. Envolve 35 alunos de 7 escolas estimulando a prática do
atletismo.
a
a
Projeto Sexualidade Terceiro ttlilênio: Sexualidade e Cidadania "uma
questão curiculad'. Busca a inclusáo do tema sexualidade no cuníolo das
escolas, investindo na educação para ernscientiza@o e prevenção para as
DST/AIDS tanto dos alunos quanto da família.
PROilEJA (Programa Municipal de Educação de Jovens e Adultos). Busca
resgatar a aúo estima de alunos e professores e a valorização da vida, é
desenvolvido em 8 escola atingindo 1200 alunos.
. Projeto lntêgração. tem como meta oferecêr a 60O alunos de 15 escolas de
Ensino Fundamental; que vivem na periferia da cidade e zona rural, altemativa
ocupacional fora dos horários & aula, retirandoos de situações de riscos
sociais, através de oficinas de capoeira, teatro, canto/coral e graÍitagem.
2.3. Recursos Físicos
A Prefeitura Municipal conta com 58 prédios próprios e duas loca@es
destinadas ao funcionamento da Rede Municipal de Ensino, um Teatro Municipal, um
Cerúro Municipal de Cultura, uma Escola de Belas-Artes e um Centro Municipal de
Educação e Lazêr.
O sistema de transporte escolar oferecido pela Prefeitura Municipal conta com
sete viaturas, sendo quatro próprias e três contratadas, atendendo 580 alunos que
residem nas zonas mais afastadas das escolas da rede, além disso oÍerece passagem
escolar para 1992 alunos carentês.
. Jogos Escolares Municipais. Promove atividades êspoÍtivas unindo 23 escolas
com a participaÉo de cerca de 2000 alunos em horário extra-classe.
2.4. Recursos Humanos
A SMEC tem em seu quadro funcional í.546 professores e 88 funcionários, além
de contar com o serviço terceirizado para limpeza das escolas.
2.5. Despesas
O investimento da Prêfeitura para a Educaçáo, previsto para 2ú/ é da ordem
de 27 milhôes, o que coÍresponde a 25o/o do orçamento municipal.
2.6. Fontes Atuais de Recursos
As Íontes atuais que sustentam o trabalho desenvolvido pela SMEC sáo
provenientes de recursos do tesouro municipal, de a@rdo com a legislaçáo vigente, do
FUNDEF e do Salário EducaÉo
2.7. Articulação com outras lnstituições
Entre os grandes desaÍios da educaçáo destaca-se o estabelecimento de
parcerias para que o pro@sso ensirn-aprendizaçm ultrapasse os muros escolares,
comprometendo não apenas os govemos instalados mas especialmente a sociedade, por
meio de suas diferentes institui@es, ampliando possibilidades e a melhoria da qualidade
do ensino. A FURG destaca-se como grande parceira da Prefeitura Municipal na área
educacional pela formaçáo dos recursos humanos que atuam no sistema de ensino.
A SMEC conta também mm a parceira da Marinha do Brasil, Exercito Brasileiro,
Brigada Militar, SESC, SESI, SENAI, Clube de Dirigêntes Lojistas.
:
:
:
:
\7
3. O PROJETO
... a du@ção à distância coopera @m a
formação da psique democratica ao tratar a
fodos os indivíduos, que tem acesso, como
iguais, qualquer que seja sua oigem, e que
lhes oferee um espaço reflexivo que lhe
permite a 'coinspiração'. em um projeto
amu m... (Malurana, I 999)'.
3.í. Obietivos e Públicoalvo
A rede municipal de ensino é composta de 63 escolas de ensino fundamental.
Estê projeto contemplará 33 escolas municipais envolvendo cerca deí6 mil alunos, 1.200
professores do ensino fundamental e í) mil pessoas da comunidade, o que conesponde
a um quarto da população do município do Rio Grande.
O projeto tem como objetivos:
o oportunizar aos alunos e professores das escolas municipais do ensino
fundamental bem como a comunidade em seu entomo a democratizaÉo de
oportunidades para mnstruir contecimentos através da informática com acesso
à lntemet;
. construir e atualizar Ambientes Virtuais de Aprendizagem, de forma coletiva e
cooperativa, buscando proporcionar vivências de tele-presença com
possibilidade de convivência dos sujeitos com diferentes realidades, fazendo
parte de comunidades virtuais.
' MATURANA, H. Treníormeción en la convivencia. Sentiego : Dolmen Ediciones, 1999.2s3p
o desenvolver uma metodologia voltada pa.a a criaçáo de projetos de
aprendizagem visando o trabalho interdisciplinar, a partir da realidade, da
curiosidade e do desejo de aprender dos alunos e professores;
:
O conhecimento não é algo situado fora do sujeito, que pode ser adquirido por
ópia, desvinolado de suas capacidades/habilidades pessoais. TamtÉm não é baseado
em idéias aprbn, vindas de alguma 'essência" do sujeito. Os conhecimentos sáo
construçôes históricas ê sociais que permitem aos sujeitos, pela e na interação,
interpretar a realidade e a ela dar novos significados.
A escola, como agência de socializaçáo, dê insêrÉo das novas gerações nos
valores do grupo social, tem o compromisso de propiciar ao aluno o desenvolvimento de
habilidades e competências como: domÍnio da leitura, domínio das novas tecnologias da
informaçáo e da comunicaçáo; habilidade de trabalhar em grupo; competência para
identificar e resolver problemas; leitura critica dos meios de comunicação de massa;
capacidade de criticar a mudança social.
A proposta de um trabalho conjunto entre escolas, universidade e comunidade
usando a metodologia de projetos de aprendizagem favorece a interdisciplinaridade, visto
que as questões sáo retiradas da realidadê do educando que, para explicáJa, necessita
ultrapassar os limites da disciplinaridade. Além disso, permite o reconhecimento do
aprendizado, inclusive o não-acadêmico. Cabe assim, ao sistema de ensino público
orientar os percursos individuais do saber e contribuir para o reconhecimento do conjunto
de know-how das pessoas. lsso signiÍica delegar ao sujeito responsabilidade, não so pelo
seu posicionamento, mas também pelo do grupo, ampliando a consciência social, o que
LEVY (1996)'z denominou de lnteligência Coletiva.
Assim, trabalhar em uma dinâmica que aceita como válida para ser discutida,
qualquer questão, sugestão, opiniáo do indivíduo, possibilita integrar o cidadão à
sociedade. Dessa Íorma, o indivíduo poderá, gradativamente, aumentar sua tomada de
consciàrcia e suas expectativas em relação às oportunidades para aprender.
' LÉw, p. o que é o virtual? São Paulo : Editora 3/t, í996. 157p
3.2. Justificativas
3.3. Ações a serem desenvolvidas e implantadas
O projeto se desenvolverá em três momentos não-lineares e recursivos,
compreendendo: a implantaçáo e capacitaçáo dos intêgrantes da rede interativa, o
desenvolvimento de projetos de aprendizagem pelos alunos e professores das escolas e
a construção, enriquecimento e interação de ambientes virtuais de aprendizagem.
lmplantação e
Capacitação da
Rede lnterativa
úa;> Desenvolvimento
dê Projetos de
Aprcndizagem
Construção,
enriquecimento e
interação de
Ambiêntes Virtuais
de ApÍendizagem
Fagura í: Visão siíêmice do pmjeto
Para atingir nossa meta buscaremos promover a interaçáo aluno/aluno,
aluno/professor, professor/professor escola/escola e escola/comunidade de forma a
transformar a educaçáo num processo dinâmico e signiÍicativo. A lntemet, como uma
tecnologia digital, vem se consolidando como fonte inesgotável de informação, sendo
muitas vezês uma grande biblioteca sobrê todos os assuntos, constituindo-se num
recurso lúdico de aprendizagem, além de proporcionar intera@es cada vez mais ricas e
novas na própria comunidade escolar e para além dela.
A execução do projeto contará com a participação de profêssores universitários,
acadêmicos dos cursos de licenciatura e engenharia da computação, professores reém
formados sem vinculo empregatício, professores e alunos da rede municipal.
Para tanto, os envolvidos serão organizados em grupos de acordo com a
atividade a ser realizada.
O Grupo Pedagógico será composto por um coordenador/consultor (professor
universitário, 80 h/mês), um professor orientador por escola, que sêrá indicado pela
própía escola com 20 horas semanais dedicadas ao projêto e que coordenará
posteriormente o trabalho na escola; um professor articulador por escola, recém formado
que será selecionado pela coordenaçáo do projeto e que atuará 40 horas semanais; dois
bolsistas por escola, que serão alunos das diferentes licenciaturas de nossa Universidade,
também selecionados pela coordenaÉo dedicando ao projeto 20 horas semanais.
O Grupo de Assessoria lntedisciplinar contará com um
coordenador/consultor (professor universitário, 70 h/mês), mm oito profêssorês
universitários de diferentes áreas do conhecimento (Língua Portuguesa, Matemática,
Ciências, História, Geografia, Artes, Língua Estrangeira, Pedagogia) que atuarão 20
h/mês e um profêssor consultor (professor universitá.io 40 h/mês).
O Grupo de lnfonrÉtica seÉ formado por um coordenador/consultor (professor
universitário, 70 h/mês), um assêssor com formaçáo e experiência em rede de
computadores (70 h/mês) e 5 bolsistas do curso de engenharia da computação com 20
horas semanais.
O Grupo Virtual contará com um mordenador/mnsultor (professor universitário,
80 h/mês), um assessor mm formaçáo e experiência para trabalhar nos ambientes
virtuais de aprendizagem (70 h/mês), um professor mnsultor com formaçâo e experiência
em Educação à Distância para apoiar a capacitação da rede virtual e cinco bolsistas
(acadêmicos dos cursos de licenciatura e engenharia da computação) com 20 horas
semanars.
TiTPLANTAÇÃO E CAPACTTAÇÃO DA REDE INTERATTVA
O processo de implantação e capacitação da rede interativa acontecerá de
forma anual e gradativa. A cada ano, será viabilizada, nas escolas, a irúra-estn rtura para a
instalação dos computadores e a conexão física da rede.
Estas duas ações combinadas possibilitarão, então, a organizaçáo e o
desenvolvimento da rede interativa nas escolas para a realizaçáo da metodologia de
projetos de aprendizagem com recursos tecnológicos.
Durante os três anos, serão realizados crJrsos para a formaçâo de professores
utilizando metodologias de projetos de aprendizagem, sofharare educacionais, tecnologia
de informação e comunicaçáo e seminários para discussão dos úabalhos da rede
interativa. Cada escola, mm o apoio dos grupos, deverá se comprometer com um
trabalho que integre sua comunida& através de cursos que utilizem as novas tecnologias
de informaçâo e mmunicação, a fim de atender suas necessidades e interesses. Neste
momento estaremos atingindo o objetivo maior do projeto que é a integraçáo escola￾comunidade-universidade pela democratizaçáo de oportunidades para construir
conhecimentos através da informática com a@sso à lntemet.
b.
MoÍlior
Figura 2: Esquema de implantação e capacitação
A infra-estrutura compreenderá a construçáo de salas de aproximadamente
35m2, instalação elétrica e acesso a lntemet. O Grupo de lnformática auxiliará as
lnst.lação
da inha
esírutüÍa
C.pacitação dos
paofussores da
Í€de iÍúêÍativa
OÍganização ê o desenvotviÍnerÍo da rede iÍÍeíatiya nas escoh para a realiz4ão
da metodolooia de oíoietos de aorendizaoem corn Íecurso§
ç
PÍoÍessor AÍtb-lrlador
Escdas da Redê Munbipal de Ensino e comunidadê
escolas na instalação da infra-estrutura e dos equipamentos, na disponibilizaçao de
software e na organização do espaço virtual.
No segundo ano do projeto os professores articuladores e os bolsistas, que
desenvolveram suas atividadqs nas seis escolas iniciais, migram para as próximas 12
escolas integrantes da rede interativa, devendo haver a contratação de seis novos
v professores articuladores e de seis bolsistas. No terceiro ano o processo se dará da
mesma forma, pois cada escola integrante da rede teÉ um professor articulador e um
- bolsista, implicando na contrataÉo de três professores articuladores e três bolsistas, uma
vez que a implantação se dá de forma gradativa e progressiva.
DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS DE APRENDIZAGETU
Os projetos de aprendizagem são desenvolvidos à partir da escolha das
temáticas e das qtrcstões a serem investigadas qr.re serão decididas pelos alunos e
professores das escolas. os grupos serão organizados a partir das curiosidades, dúvidas
e indagações dos alunos, e náo pela imposição do professor, como forma de favorecer a
conslrução coletiva do conhecimento. o conhecimento adquirido é reinventado pelo
aluno, ou pelo menos reconstruído, e não simplesmênte transmitido. Neste sentido,
partimos do pressuposto de que a motivaçáo é intrínseca.
Concomitantemente os professores das escolas, integrantes da rede interativa,
estaráo se capacitando para desenvolvimento da metodologia de projetos de
aprendizagem. Esta capacita@ seÉ realizada pelo Grupo Pedagógico e pelo Grupo
Virtual envolvendo um professor orientador, um professor artioJlador e um bolsista por
escola.
BobÉlê
Os projetos dê aprêndizeem favorecem tamtÉm a interdisciplinaridade, visto
que as questôes sáo retiradas de uma realidade e que, para explicáJa, é necessário
ultrapassar os limites da disciplinaridade.
A metodologia de projetos de aprendizagem é potencializada pelo aoesso a
!_ softtarare livres/abertos e pela conexâo com a lntemet. Estes possibilitam a representaçâo,
simulaçáo de situa@s reais, a interaçáo remota, a consulta a diferentes fontes de
L- informação, a parceria de projetos entre escolas e a socializaçâo e publicaçáo na Web
dos projetos de aprerdizagem durante seu desenvolvimento.
lniciam-se, então, as negocia@es, as trocas que, neste processo, são
constantes, já que, a cada idéia, a cada descoberta, caminhos de busca e açôes são
reorganizados, replanejados.
O replanejamento do projeto implica reflexáo, análise do que foi e do que está
sendo feito. Neste processo, há possibilidade de reorganiza$o e reequilibração das
PÍot1Ío6 de
AD.srdizegêrn
Escdha de Temátí.6
ProÍêssoíes da Escola
D€senvolvimeÍ o. s@àlização e puuhação
n. Wêh .lG Pr^iêaê .lê Âl$rYliãêô
Messoes PÍoaessoíe§ GÍ!.po
Pedagógbo
Secráaria
tturúrpal ê
EdJcaçáo
Gn.Po de
Assc6sqia
lntêídiscb&rar
Figura 3: Esquema de desenvovimeíÍo de pmjetos de aprendizagem
AtunG
estruturas ergnitivas de cada um dos envolvidos, que podem atingir a metacogniçáo, que
vem a ser o conhecimento, ou a consciência do seu próprio conhecimento.
A avaliaçáo individual ou grupal, através de projetos de aprendizagem, permite a
visualizaçâo e a análise do processo, e não só do resultado. Ou seja, durante o
desenvolvimento dos projetos, trocas Íicam registradas através de mensagens, de
imagens, de têxtos. E possível ver cada etapa da produçáo, passo a passo, o que
possibilita o registro do processo de construÉo.
Este procêsso estará sendo assessorado e avaliado constantemente pelos
professores orientadores, professores articuladores, bolsistas, Grupo Pedagógico, Grupo
Virtual, Grupo de Assessoria lnterdisciplinar e Secrêtaria Municipal de Educaçáo.
GoNSTRUçÃO, ENRTQUEC|TTENTO E TNTERAçÃO Eilt
AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEi'
O trabalho a distância exigiÉ a manutençáo, o enriquecimento e o
desenvolvimento de ambientes virtr.rais de aprendizagem, bem como gerenciamento do
portal que inclui a atualização dos links das escolas, a criação e gerenciamentos de listas
de discussôes, disponibilizaçáo de softurare livres/abertos, chat e de endereço eletrônico
para alunos, professores e comunidade.
Chat
v
Sitecria
I
Figura 4: Portal do Ambiente Mrtual de Aprendizagem
A metodologia de projetos de aprendizagem se desenvolverá de forma
presencial, na qual professores e alunos definem o que pesquisar contando com o apoio
do Grupo Pedagógico, professores orientadores, professores articuladores e bolsistas e a
distância, envolvendo o Grupo de Assessoria lnterdisciplinar, Grupo de lnformática e
Grupo Mrtual através do FORTAL
3.4. Metas Quantitativas e Qualitativas
O Município do Rio Grande está localizado no extremo-sul do Rio Grande do
Sul, em uma região em que o desenvolvimento econômico baseia-se no sêtor pesqueiro e
portuário, tendo o único porto marítimo do Estado, possuindo uma importante participaçáo
na economia estadual, constituindo-se em nível nacional no primeiro porto para
escoamento da produ@o agropecuária.
Dhcussôês
Lidas de
Lhb dâs
Escobs
--
CoÍrêiô
EletrôrÍco P(RTÂL do Àr5hntÊ
ViÍtn lde
Apíeldzaqêm
Nov6 sit6
Parque d6
Aguas
&-
Mathemolhes
túÍidÉ) do b oràllde
FiguÍa 5: Localização do municífio do Rio Grande no eíado
Uma de nossas metas é implantar, de fonna gradativa, durante 3 anos a
metodologia de projetos de aprendizagem com o uso das tecnologias da informaçáo e
comunicação em 33 escolas municipais. No primeiro teremos como parceiras no projeto 6
escolas, no segundo mais 12 e no terceiro ano mais '15.
A tigura 6 e as tabela 1,2, e3 mostram a localização das escolas no município e
a distribuiçâo dessas ao longo dos 3 anos.
Estado do Rio
Grande do Sul
E
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Figura 6: DisposiÉo das escolas integrantes do projeto no municítio do Rio Grande
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-
{
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\
ç
1. E. M. E. F. Frederico Emeío Buchhoitz
Escolas No. de alunos
765
2. E. M. E. F. Ciprieno PoÍlo AlegÍe 750
3, E. M. E. F. Mate Amarqo
4. E. M. E. F. Porto Seguro
5. E. M. E. F. FranÇa Pinto 905
6. E. M. E. F. Rui Poeíer Peixoto 868
'1" Ano
Total 4.928
Tabêla í: Escolas participanles no 1 eno
Tabêla 2: Escolas paÍticipantes no ano
7. E. M. E. F. Wanda Rocha Martins
Escolâs
440
E
293
9. E. M. E. F. São João Batista 230
716
11. E. M. E. F. Maftoel Martins Mano 758
12. E. M. E. F. Ana NéÍi ?29
í3. E. M. E. F. Sant'Ana
14. E. M. E. F. Joâo de Oliveira Martins 744
15. E. M. E. F. Assis Brasil
16. E. M. E. F, Viriato CorÍêa 363
17 E M E. F. Roque Aita JunioÍ
18. E. M. E. F. Sáo Miguel
Ano
tw,a'ÍItlltFr
2
Total 5.4ô8
19. E. M. E. F. Carlos Peixoto Primo
Escolas l,lo. de alunos
20. E. M. E. F. Nevegantes
21. É. M. E. F. Rio Branco 240
?2 E M E. F. Jayme Gomes Monteiro
279
24. E. M. E. F. Altamir de Lecerda 462
25. E. M. E. F. Bento Gonçatves 379
26. E. M. E. F. Olavo Bilac
480
673
29. E. M. E. F. Maía Angélica 400
30. Pré-Escola Municipel Vovó Zoquinha 1 3'l
31. Pré-Escola Munici pal Parquê Marinha
32. Pré-Escolâ Municipal Tia Luizinha 178
1 .256
5.648
3o Ano
Tabêla 3: Escoles participantes no ano
740
900
L E. M. E. F. Admar Conêa
10. E. M. E. F. Clemente Pinto
712
553
122
278
170
186
307
23. E. M. E. F. D. Pedro ll
265
27 . E. M. E. F. Coriolano Benício
28. E. M. E. F. Cidade do Rio Grande
33. E. M. E. F. Helena Smell
Total
Para possibilitar a comunicaçáo entre as escolas e o acesso à lntemet, temos
tamMm como meta a implementação de uma rede de comunicação de dados. A dêÍinição
da rede foi baseada na disposiçáo geográfica dos pontos a serem atendidos e nas
tecnologias mais adequadas.
DESCRTçAO GERAL
A rede utilizar-se-á da tecnologia de comunicaçáo sem-Íio (\Mreless) por meio
do sistema de microondas para comunicação entre os pontos geograÍicamenle distantes.
Nesta tecnologia, cada ponto participante da rede (escola) compõe um Ponto de Acesso
Rêmoto (PAR) contendo um equipamento de recepçáo de sinal de rede composto por
uma antena direcional de meia parábola e um servidor.
Dando supoÍte aos PAR's sáo montadas Estaçôes Rádio Base (ERB), que são
estaçôes difusoras espalhadas estrategicamente pelo tenitório coberto pelo projeto e que
compõem a espinha dorsa/ (Backbone) da rede. Uma ERB é composta por uma antena
onidirecional para atender os PAR-s próximos c,omo mostra a Figura 7. Estas ERB's
também sáo equipadas de antenas direcionais de forma que duas ERB's podem
comunicar-se diretamente por um enlace particular entre es duas (Figura 8).
it
PÂR PÂR ERB PAR
Figura 7: Comuniceção entÍe ERB e PAR'S
Figura 8: comunicaçáo entre as ERB'S
Por fim, com as ERB's conversando entre si e atendendo os PAR's próximos é
possÍvel prover quantos pontos sê queira encadeando.se ERB's (Figura 9).
'.t'
FEuÍa 9: Relacionamento enlre ERB e PAR3, EBR e ERB e composiçáo final da rede
Distribuição das ERB'S
O sinal de microondas úilizado pela tecnologia wireless soÍre distorções de
\* acordo com a geografia da região não sendo especialmênte capaz de atravessar prédios,
montanhas ou mesmo árvores altas, de forma que duas antenas que estão se
comunicando precisam têr visada direta, ou seja, deve ser possível enxergar uma antena
a partir da oúra.
O Município do Río Grande localiza-se em uma região arenosa e totalmente
plana o que facilita a instalação de uma rede wireless êspecialmente no interior do
município. Na zona uóana encontramos edificações que exigem uma maior concentração
de ERB's. Assim, para formar o backbone desta rede toma-se necessário a seguinte
distribuição de ERB's:
--1
. EBR-í: Centro. Localizada no baino cêntro ao norte da zona urbana atendendo
as escolas cêrcadas por edifica@es mais altas.
o ERB-2: Cidade Nova. Localizada nas mediações do baino Cidade Nova
atendendo a região de maior concentra@o de escolas.
o ERBS: Carreiros. Localizada próxima ao Campus Caneiros da FURG, ou
mesmo dentro deste campus.
o ERB4: Parque Marinha. Localizada na saída da zona urbana, junto ao Parque
Marinha do Brasil atendendo essa região e fazendo a ligação com as ERB's do
interior do município.
o ERB{: Cassino. Localizada no balneário do Cassino atendendo essa
localidade, Mla Bolaxa e Vila Querência.
\- o ERB{: Quinta. Localizada na Mla da Quinta, atende essa localidade e o Taim.
.\_ A ligaçáo da rede de comunicaçáo das escolas será feita a partir do Campus
Caneiros da FURG, aproveitando o enlace já existente para a instituiçáo, sendo
necessária apênas uma ampliaçáo da sua velocidade a fm de comportar toda a rede
escolar. Desta forma, o Campus Caneiros da FURG não possuiÉ uma antena
onidirecional, (pois este campus está localizado êm uma área muito arborizada) mas
servirá de estação centralizadora das ERB's possuindo ligação com as ERB's 3 e 4 que
disponibilizaráo o acesso à lntemet para toda rede. Na Figura 10 vemos a disposição em
perspectiva destas ERB's e seus elos de ligação.
Em cada PAR, assim como nas ERB's, deverá ser consúuída uma tone modular
\- mm altura tal que tome possível a visada direta entre este PAR ê outros pontos com os
quais este deve se conêctar diretamente. Esta altura deverá ser calculada durante o
- projeto de instalaÉo.
:
:
a-iir
Figura í0: Msão em perspectiva do backbone da rede
Cronograma de implantação da rede
A implementação da rede será dividida em três anos progredindo juntamente
com o desenvolvimento do projeto. A prioridade de escolha das escolas está diretamente
ligada as condi@es Íísicas de implementação da rede, conforme cronograma.
. 1o Ano
o Projeto de lmplantaçáo:
. Levantamento completo das condições geográhcas dos pontos
. Definiçáo efetiva da topologia da rede wireless
. DeÍiniÉo de solu@s de equipamentos e de softtlt ares liwes a
serem empregados para cada PAR e cada ERB
o lmplantação da estaçáo central FURG:
. ConÍiguraçáo do enlace da FURG com a lntêmet para incorporar o
projeto
:{t '
. lmplanta@ dos servidores centais
. Estabelecimento do enlace com as respeclivas ERB's
o lmflanta@ das ERB-2 (Cidade Nova), ERB-3 (Caneiros) e ERB4
(Parque Marinha)
o lmplanta@ dos PAR's nas escolas 1 a 6
. 2o Ano
o lmplantação das ERB-1 (Centro) e ERB-S (Cassino)
o lmplantação dos PAR's nas escolas 7 a 18
. 3o Ano
o lmplantaçáo da ERBS (Quinta)
o lmplantação dos PAR's nas escolas 19 a 33.
Gustos de implementação da rede
Custo de implementação de um Ponto de Acesso Remoto (PAR)
(1) Antena, Placa PCMCIA e Cabo de Conexão.
(2) CoínpúadoÍ PC coín ô4Mb de RAM, 2OGb de HD, CtlROIr, e daca de Íede,
(3) Suporte pera antena, cabos, Íerrâgens e material elétÍico.
(4) lnfrâ-estrutura e configuração
Kit Rárao para Acesso Remoto ( l )
SeNÍlor (2)
Rack / NoBreak 0,6 KVA
MateÍial Para lnsilelação (3)
Mão de Obra de ln§alaÉo (/í)
US$ .Í50,00
us$ 650,00
us$1í),m
us$ 100,00
R$ 1.237,50
R$ 1.787,50
R$ 412,50
R$ 275,00
R$ 1.mO,00
Oescriqão Valor
Íotal Rl /t.7í2,5(
Custo de implementaçáo das ERB-2, ERB-3 e ERBS (por ponto)
('l) Bridge, Antena onidirecional, ceixe HeÍmética / Place PCMCIA / Cabo.
Custo de implementaçáo das ERB-1 e ERB-S (por ponto)
Custo de implementação da ERB4
Kit Rário para R€transmissáo (1)
2 Kits Rário para Acesso Remoto
SeÍvidor
Ract / NoBÍeak l KVA
Material Para lníeleção
ToÍÍe
Mão de Obra de lnslelação
us$ 2.100,00
us$ 900,00
us$ 6í),00
us$ 2í5,000
us$ 100,00
us$ 1.100,00
R$ 5.775,00
R$ 2.475,00
R$ I .787,50
R$ 519,25
R$ 275,00
RS 3.025,00
R$ 3.000,00
Valor
Kit Rrádio pera Retra nsmissâo
Kit Rrâdio para Acêsso Remoto
SeÍvidor
Rack / NoBreak 1KVA
Material Para lnstalaÉo
ToÍre
Mão de Obra de lnstalação
us$ 2.100,00
us$ 4í),00
us$ 650,m
us$ 215,00
us§ 100,00
us$ 1.100,00
R$ 5.775,00
RS 1.237,50
R$ 1.787,í)
R$ 5't9,25
R$ 275,00
R$ 3.025,00
R$ 3.m0,00
De scricã o Valor
Kit Rádio para Retransmissão
Kits Rádio para Acesso Remoto
SeÍvidor
Rack / NoBreak íKVA
MãteÍial Para lnsteleção
TorÍe
Mão de Obra dê ln§elaÉo
us$ 2.100,m
us$ í.350,00
us$ 6í),00
us$ 2í5,00
us§ 100,00
us$ 1.100,00
R$ 5.775,00
R$ 3.712,50
RS t.787,50
R$ 519,25
R$ 275,m
R$ 3.025,00
R$ 3.000,00
Descrição
a
Oescrição
rotal RÍ 16.E56,71
Iotal Rt í5.6í9,2!
ValoÍ
fotal R$ í8.094,25
Custo de implemenlação do ponto FURG
Custo total para implementação da rede
us$ 9x),00
us$ 650.00
us$ 215,00
us$ 100,00
us$ 1.100,00
R$ 2./+75,00
R$ 1.787,50
R$ 519,25
R$ 275,00
R$ 3.025,00
R$ 2.000,00
Kits Rádio pera Aceiso Remoto
SeÍvidor
Rack / NoBÍeek l KVA
Material Para lníalação
TorÍê
Mão de Obra de lnstalação
Descricào Valor
ERB.1 1 R$ 15.619,25 R$ í5.619,25
ERB.2 1 R$ 16.856,75 R$ 16.856,7s
ERB.3 1 R$ r6.8s6,75 R$ 16.8s6,75
ERB.4 I R$ 18.094,25 R$ 18.094,25
ERB-5 1 R$ 1s.619,25 R$ í5.6í9,2s
ER8.6 1 R$ 16.856,75 R$ 16.8s6,75
FURG 1 R$ í0.081,7s R$ 10_081 ,75
PAR 6 R$ 28.275,00 12 R$ 56.550,00 15 R$ 70.685,50 R$ 155.512,50
I
I
I
I
I
2" Ano 3" Ano Total
I
Oescriۋo 1" Ano
fotal R$ í0.08í,75
Qt ValoÍ clr Valor Qt Valor
Totel R$ 90.165,50 R$ 87.788,50 R$ 87.s42,25 R$ 265.496,25
:
4. INVESTIiIENTOS NECESSÁRIOS
4.1. Usos e Fontes do Proieto
Para o desenvolvimento deste projeto serão necessários equipamentos de
hardware e de infta-estrúura de rede, a seguir discriminados.
Escolas
Cada escola participante do projeto será contemplada com os êquipamentos
necessários ao seu desenvolvimento3.
a í5 microcomputadores com a seguinte conÍiguração mínima:
o Processadorde SOOMHz
o Disco rígido de'l0GB
o Placa de rede '10 Base-T (não on$oard)
o Placa de vídeo SVGA (não on$oard)
o Monitor 15"
o Teclado e mouse
1 microcomputador com a seguinte configuraÉo mínima:
o Processadorde 50OMHz
o Disco rígido de 10GB
o Placa de rede 10 Base-T (não on-board)
o Placa de vídeo SVGA (não onSoard)
o Monitor 15"
o Teclado e mouse
o Unidade de disco flexível
o Gravador de discos óticos (CD-R)
lnfra estrutura de rede Ethemet baseada em cabeamento categoria 5 com í8
portas (16 para os computadores da escola, 1 pra antena e 'l para
manúenção), centralizado em um ou mais HUB's
1 digitalizador de imagens (Scanner)
1 imprêssora laser e 1 impressora jato de tinta
a
o
3 Nas máquinas serão úilizâdos sistemas de softryare livÍe poÍtento é impoÍtante a certificação de que o
heÍdware, ou paÍte do haÍdware, adquirido não possua restrições quanto e eíe tipo de siíema de sonware
a Mobiliário para o laboratório:
o Bancadas para os compúadores
o 40 cadeiras @muns, sem apoio para os braços ou suporte para papeis
Material de consumo:
o Cartuúos de tinta pâra as impressoras à jáo de ünta
o Toner para a impressora laser
o Papel
o Disquetes e CD-R virgens.
\,
UniYeÍsidade
Para a viabilizaçáo, manutenção, desenvolvimento da eshÍura de sofhrrare e
ambientes virtuais, realizaçáo de cursos e outras atiüdades nas escolas, serão
necessários equipamentos para a Universidade.
o 3 compúadores portáteis
. 1 projetor multimídia
o 5 computadores de mêsa @m a seguinte configuraçâo:
o Processador de íDMHz
o Disco rígido de 1OGB
o Placa de rede 10 Base-T (não on-board)
o Placa de vídeo SVGA (não onàoard)
o Monitor 15
o Tedado e mouse
o Unidade de disco flexível
o Gravador de discos óticos (CD-R) (somente para dois computadores)
. 1 impressora jato de tinta
. 2 câmeras fotográficas digitais
o Material de consumo:
o Cartuchos de tinta para as impressoras jato de tinta
o Papel
o Disquetes e CD-R virgens
como Íorma de reseNa de mercado.
o Làmpadas para o projetor multimídia.
Observaçâo: O material de consumo necesúrio ao desenvolvimento do projeto,
as despesas com passagens e diárias, os custos para manutençáo da rede e dos
equipamentos, o inveslimento na contrdação de proÍessores responsáveis por este
projeto nas escolas e a constituiçáo do Núcleo de Tecnologia Educacional serão
custeados pela Prefeitura Municipal do Rio Grande como contrapartida.
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O prqeto foi organizado com a intenção de proporcionar a sua sustentabilidade
tantofísicaquantopedagógicaàsescolasdoEnsinoFundamentaldoMunicípiodoRio
Grande. Para tanto, foram definidas algumas formas para sua sustentabilidade:
. constituição da rede de comunicação' O custo de manutenção dos
equipamentosutilizadosnaredesemfio(wireless)ébaixo,vistoqueumavezadquiridas
e instaladas as Estações Radio Base (ERB's) e os Pontos de Acesso Remolo (PAR's)
somentê haverá despesas quando ocoÍTefem desgastes naturais ou estragos provocados
porintempéries.EssesgastosserãocusteadospelaPrefeituraMunicipalquêSe
vcomprometetecricamenteemmanteraredeempermanentefuncionamento;
.acessoàlntemet.oacessodasescolasàlntemetsedaráinicialmentevia
FURG,semônus,havendoexp|ícitocomprometimentodaprefeituraempossuirum \' .- -..^ -^-.i-A r^ ^^^ôt áà a I aS eSCOlaS. - sistema provedor próprio que servirá de canal de acesso e comunlcaçao pare
. manutenção e atualização do hardware. Este projêto prevê a apropriação,
porpartedosprofesoresealunos,dosrecursostecnológicosedorompimentocomas
fronteiras limitantes da sala de aula uma vez que esses estarão êm contato permanente
comdiferentesformasdêsaberecomdiversasrealidadesoJlturais,econômicase
sociais. como as escolas terão a sua disposição equipamentos para o desenvolvimento
denovosprojetos,deverãobuscariuntoaosórgãosdefomentorêcursosquelhes
permitiÍáo a atualização e manutençáo dos computadores;
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. formação do Núcleo de Tecnologia Educacional do Rio Grande (NTE￾RioGrande).Acapacrtaçáodosprofessoresdaredemunicipalpossibilitaráamnstituição
\,eorganizaçãodoNTE,umavezqueaPrefeituraeaSecretariaMunicipaldeEducaçãoe
CulturaSecompromêtemcomaliberaçáoderecursoshumanosnecessáriosaosêu
funcionamento.EsseNTEseráumpólomultiplicadoreinovadordeaçóeseducacionais
vinculadas à tecnologia da informaçâo e comunicaçâo;
. interação escola-universidade' A FURG se compromete com a
mntinuidade do apoio pedagógico e tecnologia às escolas e m NTE por meio do Grupo
lnterdisciplinarquedesenvolvepro.ietosemEducaçãoaDistânciabemcomodeações
coniuntas envolvendo a formaÉo inicial e continuada dos professores'
4.3. Sustentabilidade do Proieto
5. BENEF|CIOS
EsteprojetobuscaráalcançarascomunidadesmenosfavorecidasdoMunicípio
doRioGrandepossibilitandoocontatocomambientesdiversificadosculturalmente,
incentivandoainteração,asdiferentesformadeconhecereÍazqpormeiodo
desenvolvimentodosprgetosdeaprendizagem.Essesprojetosvoltadosaosinteressese
motiva@esdosalunoseprofessorestrarãobenefÍciosàescolaeàcomunidadeumavez
que serão canais de troca potencializados pelas publicaçôes na Wêb
AçÕes conjuntas favorecêrão a integraçáo Universidade-Escola que é
ntal tanto para o irturo professor, pelas possibilidades de vivenciar situações na
fundame
\-escolaenasaladeaula,comoparaoprofêssordaRedeMunicipalpelaspossibilidades
dedesenvolvimentoconjuntodepesquisas,dereflexãosobreosconhecimêntosgeridos
naescolaepelaprópriaformaçáocontinuada'Ocontatodireto'nasescolas'com
-professoresealunostrazmelhoriasàformaçáoinicialdoprofessorpoisosauxiliaa
assimifar a cultura da escola e a compreender porque * faz o que se faz e se diz o que
sed2nofazerpedagógico.Énecessáíoconceberaformaçãodosnovosprofessorese
dos professores em seNiçO tendo em conta o fato de que sáo preparados para uma
práticaquenãoéanoímaequePodêcolocá-losnumasituaçãodeconflitooude
marginalidadê no sistema. Essa é a idéia que perpass€l o pÍojeto'
Neste sentido, o trabalho com a metodologia de projetos de aprendizagem
permiteoaprofundamentodosconteúdosdeformacontextualizada,avisibilidadeda
\/interdisciplinaridadepodendolevaracomp|exificaçãodosconlrecimentoseo
desenvolvimentodacríticaedoincentivoàdescoberta.oacessoàtecnologiada
informação e comunicação potencializa esses procêssos interativos e interdisciplinares'
\, A atualização das escolas públicas no que se refere ao uso das tecnologias é de
fundamentalimportãncia,poisoportunizarámelhorescondi@esaseusalunosparaa
inserçáonomercadodetrabalhoeaosprofêssorêsapossibilidadedeapossarem-sedas
tecnologiasparamudançadeparadigmaconcentrando-senaoiaçáo,nagestãoena
regulação de situa@es de aprendizagem'
Aaberturadaescolaàcomunidadepelooferecimentodecursos,oficinasê
atividadesqueenvolvamotrabalhocomoscomputadoresseráumaformadevalorizare
incentivarasfamíliasintegrando-asaoambientêescolar,garantindodireitosdemocráticos
de acesso ao conhecimento e ao universo tecnológico'
Es ?io Grande do Sul
Câmara M 'al do Rio Grande
counssÃo DE coNsrrrurçÃo E JUsrrÇA
PARECER PROCESSO lo tlo
Esta Comissão, após apreciar o PÍojeto, constante do Processo acima enumerado,
declara não haver impedimento a sua tramitação.
INCONSTITUCIONAL
nÍorco
I I ANTTREG L
CA LEGISLATIVA
Este e o parecer desta Comissão.
Sala das Comissões, \ de de 2002
Pràsideue
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Vi e
S
D(\
RUA GENERAL VITORI NO. 441 CEP Í
Membro
Membro
j sangue: Salve üdas!
1053)23r.17.11 FAX (053) 2311756 - Rto GRANDE RS
e-mail: cmrq(Ôvetorl re: www.camara.riogrande'rs'gov.br
r20c2
I I INADEQUADOA
t s I^ln ) lrr) Rl[J GRAIII)F L)í,)':]r ll
CÂMARA MUNICIPAL Do RIo GRANDE
DESPACI-IO 9a .4to
Após parecer desta Conrissão, deterrnirro à Secretaria qrre
9emeta o presente Processo Legistativo à(s) Cornissão(Ões) -frZltl;l y
vi4
para análise dentro da sua cornpetência
ato cranoe,/ t de de2ol )
I
{,
1
Dr. Júlio César P da Silva
Presidente da Comissão
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(a) L
A rnàas ar)tiga .lo Esta.lo
ESI'ADO DO RIO GRANDE D() SIIL
CAMAI{A MUNICIPAL DO l{lo GltANDlr
DESPACIIO l'roccsso "" 11. !7c
Designo para exercer a lünção de Relator (a) da matéria o (a) Verearlor
{nPEK. ..
Deliberou a Conrissão de (f.) enviar, (-J-não eIlvlar onsul ridico.
Rio Grande, de
rssao
PAIIIiCEIT JUII.iDIC{) x"d
(tr
) Enr anexo
) o presente projero atende âs norntas constitucionais, Juridicas, ltegintentais e
ndotluado n 'l'úcnica Lcgirlativr
l\io Grande, d4 ,Je de 2(loz
lqo
DE ACtlo
Na condição de llelator (a) :
( ) Acolho o parecer jurídico por seus fundamentos.
( ) Deixo de acolher o parecerjuridico pelas razões etn separatltr
(
( \ ) O presente projeto atende as normas Con
é adequado a'l'ecnica'l-egislativa.
l{io Gr 14"
ais, Juridicas, I(egimentais e
de 2002.
uclon
l)r" orfio., rir: *rrrt,rrr
l(elato( a )
:i.'tr,, \'t'l,r l
lltÍ.\ (il.:Nlill \l \,ll()ltlN(r.,l.ll-(l:l':162oo-110 l:()Nl.(5:l)2:ll-l?-l l-l: ( 51)2t t - 17-ri6-lrx x ill,\Nl )li-Rs
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