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materia nº 71407/1999

Tipo Projeto de Lei de Vereador
Número / Ano 71407 / 1999
Date 1999-03-17
EmentaDÁ A DENOMINAÇÃO DE ALIZA DUPRAT À UMA VIA PÚBLICA DO MUNICÍPIO. PROPONENTE: VER. SANDRO FIGUEIREDO DE OLIVEIRA.
native_id36562

Autoria

Tramitação (latest 1)

DateStatusTurnoTexto
2025-09-11 Proposição aprovada ARQUIVADO NA PASTA DENOMINAÇÃO DE LOGRADOUROS/1999. LEI N° 5.397/2000.

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 8

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Ermo, S?. PrôÊldsnts
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REQUERIMENTO
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Câmara Munlclpal do RIo Grande
PRocESSo ." //407
ESIADO DO RIO GRANDE DO SUL cÀtrrA Í(uxrcl?^r Do ,ro olatoE /7' oj / r99
EXPEDTEMTE _l_l t9É_
ÂCEÍTO EM _/ri r99_
^PROVADO 
EM _/-___J ts_
REJEITAOO EM _/_, r99_
ARQUTVO )
O(.) VEREAOOR(ES) sbrlro-s.rinâdo(.) ?.qu.(om) I V. Exmr., rpó6 ouvidr r oi3l
PROJETO OE LEI
.Dát
nosso Município.
denom inaçáo de Ailza rat. a uma via pública de
Art'l' - Fica denominado AILZA DUPRAT a uma via pública de nosso
Mtuicípio.
ArLf - Esüel-ei enfa em ügor na dda dç suapúlicação .
Ârl3o - Revogm-se as disposições em contário .
Rio Crarde 
, 17 de mrgo de 1999.
Form.2-A
2OOO.OA9A
da 199
/
,,^/ràw Y l- (tt t^
Vereador Sh&o Figrleiredo? oliveira ( BOKA )
Vice Líder em Exercício da Bmcrda ppB
Sâh dra Sca!õâ8, d.
Ailza l-iuprat (19n6 -19!rl t
t? Falar dc Â1lza trrr; rat ó f ::liir de dedicição, de caridade' de
proxímo. Ailza viveu a morrou pensando em ajudar e fazen
amor ao t
-do o bem.
Filha
Este foi o grande objetÍvo
, mais moçar do Dr. Augusto
Dupratl nasceu na cidade de
de sua vl da.
Duplat e Da. ÍY1ari a I Eabel
Rio Grande a 18 de março d
Campel l o
1906.
Quandn .iovem a jutlav a ssr.r pai , médt cn rledicadn I abnegado
sÉmprB procurando mi ti !at 4 çJ6r rlns r16r'n*.'pc que atendi a'
Contam que o Dr. Duprat ao !íi'iitar c' ; aclentes s percebi a
que sstes não tinham como adquirir os temérlios; del xava embaixo do
traveeeeiro do paciente n dinhêiro nscess6rio para a compra do
medlc amento.
Vendo e6tae exemplos Ailza foi adquirindo esta formação de
amor ao prdximo e caÍidader.
Jovem alnda fol para Buenos Ai5êe onde estudou e se formou
em Comátcio.
REtornando à cldede natal r começou a trabalhar no antigo
Banco do Comércio 2hojae l-{eridlonal . Fol a pionelra das mulheres
na ati.vl dade banc6ria.
Depois de algum tempo, deixa o banco 6 coneça a trabalhar
por conta pr6ptia I nontando um escrit6rio de reptesentação de
div€rsos p ro dutos.
Foi seu s6cio nesta atividade o Sr. Iáltet Albrecht que
ap6s sua aposentadoria flcou 36u sucaaÊor na fÍrma.
Seu pairDr. Dupratrcriou um posto de vacinação e atendinento
às crlanças carentes perto da PraÇa Saraiva t
Por muito tempo) este postorfunclonou com o atendi-mento do
Dr. Duprat.
íllais tarder apds a sua morte rem 19r'nr em recnnheeirentn
ao seu trabalho foram fêilns 1,Ír{ as campenrrrrs ê doações paÍa e
construção de uma casa quc recebeu o nome de: Casa da Criança
Dr. llugusto Dupaate sito a Rua Cristovão Colombo.
Uma iniclativa pequena que foi se agigantanüo aos poucos
gtaÇas ao dinamlsmo da di retora AiLza.
Os médicos fnr"n sru:(lindo I a cnnvite da dj.retõra 2 atendlam
lgratuitamente, uma hora J',.v rli a, f ,.ri r:ri arJo um Gabinete íldontoló
-gico com atendimento igúal ao ,lnr -,,q'ii co- ; remérlios- amestras￾eram dadas ,:os pacientes. Cri.nu r ri; :l, r i !,ru' lrr do prato de sopa ,
todas as manhãse sêndo fei.ta asta atividade por amigas, palantas e
voluntárias que iam diari amente à Casa da Crlança para ajudar a
sarvir a sopa. Uma dcs últirnas iniciativas da Ailza foi a cria:ão
de aul as p*a affabetização.
A, Casa da Crlança desde a sua fundação teve inumeras direto
-rias e presictentes . fri35. a verdadeira diretora foi Ailza que
donu 50 anos de sua vi-da a esta instituição.
j -Ot Ap,Ss a morte de Sua rnãe9em 196O1 Da' Íllaria Isabel ' - Ail-za
Paasou a residir em suã qranJaena Quintar
ela de -pinheirão- rjsvi do a exlstânci a
grand€ PinheiEo.
Írla granJal f azi- a cri a':ilr rt": Éoelh?t que
Laborat6rio Laivas t eite de írolotas' f ;'llri'cava
leite, ir:gurte 2 vendia ovos B aves de raça'
Illesmo desenvolvendo todas sgtas ativldadas em sua 9ran￾ja , todas as manhãs,1 lnhr vinha para o dispensário; procurando
sempre ajudar e orientar as pessoas que lá trabalhavam 
'
AilzasamPrefoiamig6deseusamigoalprocurandoseivir
a quem the Pedisse ajuda'
Gostava da andar a cavalor 36u lazet predlleto' Aos domin
-gos e feriados saia no 9eu cavalo ' Avanter em passeios pelos
arredoresdacidadeemconpanhiadssobrlnhoseamigas.
A vida de Ailza Duprat é um exemplo de benemerência ;
de desPrendi.mento 6 âÍro r r
seu último gesto foi o malo$ de todos' Sêntindo-sB
doentel foi ao cart6tiol colll testsmunhâsr 6 doou o seu ceroo
ap6s a suã morte t para estudol â Faculdade de ílledicina'
Infelizmente I esta vida tão di gni'ficante e n'brs e
que s6 fez o bem pela cidade onds nasceu findou-se no dia
20 de maio de 1991 .
local denominado
, no local I do un
vendi a Para
rapaduras
t-- o
a
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"Ia.
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1
Ailzo DuP
Mcu ptimaiÍo conlolo (orn Dno Ailzo ocorreu por conto
do rNóocr.
,""F"#"*::'::i::'""r'lür,lifi 'ls:l:,ffi :li'.1"'[:
[iL"'d;";;;,ãiü -"-'i'p"l'o'ao ,nüt'" <oro' oq,clc lo'
lii'.i iaT-],íro-."raiol, crloirtou iror rncur ouYldot A cob'ç!
:i:"ft';'":';:1;:.'i;;;; '.l-iãi d" q,. o ,inl'o; no mrnimo-do
-." r.'i""ho. Íolrcz am inl.ligándo, not iquolór3'mos Ero
I;".:r"ü#';:";;; rip" §i"'e"'no''ao EIc robio pcrÍcito￾l."tl-i". it. tinho àorq,c mc morde': sstovo oli poro
iit,.mr"rui:,* .1' ;'":.*l*"'.fl n :': iü' iTJ:i
;:i,;i;;í;;;;;:icio' à umo s'onio' tr cuio 'hobbv' re
dcdicovo. --- i-."i. t"..nr.."nlc mc Íormodo !m vêl€tinó'io ê o
^r.'jj-,i "-1 "-sã-iriàoJo c rrotodo, nõo p'otirovo dos meu:
#eiix*":íi:'l;**i,s;s,rã':i:'.1ff 
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:il-t,o*.;';;ü*l;;;' lolnois' Ao loneo dor doir primciror
llii'Iail'. ,. coco ionridcrodo pcidido' qtrc moir. pclo
e'iai**:1,::i::'.?,1:$.":."J:::,'j';"?::P;:if 
'
i*. ". t"rd]Jrl" Íitou orquivudo, oló o dio 'm 
quc PU￾ÍOl 1'teoc+tertl
o Ailzo Íoi umo ospócic dr di
longo dor onor.
íaloro, quc olinol <onsolidou
no <oígo oo romondo dc inú￾bôiío do ettródo, côm
sol, <huvo, bom ou mou lafiPo, og uordondo o ônibus Poro
d loÍíor úii lolct de loíio
R'o Grond€. ^'" i.i^f.. -;. ,,t',aer no irisoÍiíi'o do Vilo do Quinto' lc-
.",,'"'"""*; , ,-;"-"nr" at p1,i..i,". horor do monhõ oo
i"."i ",; "' ví r'^ho do rêto'nor PoÍo Rio Grond'' c
-i^zla o encont|r.'r no ponlo d' cmborquc' dondo'lho umo
to'ofi.,oro, 
o. onor. Mor dioriomcnlc clo vinho poro otcn'
Í.T::* j*'i""nix'if in';'am:t,$ll:r::;tl
r-l'*#*Írri"j:'ii**':'.:'':'.".,.,lti"*r;i. i]iil:;;;;I;'ãiiJ.ii, à"i' '",," r"dor or rour bcnr' -''"i'i"l". é.ori" ao ?inLiío, íorô Plon';16 65 l6lrico<õo
a" rààÍi.l -À p'r.iiio "oz 9'' <oii iogrro Íoi 9or olo
t'"or'.',,'3i-,r" 
no ópoco un-.mo'loling' ' o' cquiPomênlot
::s."{#::*i: g"'* ilHg::üi'i:l::,X;
d. * I ía d. lilro. 'i;iÉ;;;., coclhor c vrndio or lóPoÍot poro o.lobo￾rotórú lcivor Lcitc dc Polotos íob'i(ot vo''nol (lu'rlo 
'o- lli;i'I i'i,iá. -o,;t;dodr, podion rcr dclo odqukidos .roi
;;; ili;; lc,'cn<"rrodo ccror otividodcs Mot' êntim'
I"J"'Iü àiiri, " ii"ã.ro h,mono dci'o"o.muiro o dêt'ioí'
: r. r.rr olhot nõo .rlivataan Prtt"lt" muilo <orio -tÍo mor
;J":ã;;;;';;;; ro dulocor poro o co.o do crionço'
i].'-l"i.ii.. "4. t;Átto conp ffrcolizor c dirigi' ô g'onio ''-'i]'i.í.á. 
"t... .olhoo qur rc ícôorotn 'nt" nó3' PoÍo
*ri.-", "1-áã zõ a- ntoio ionodo' Abrirorrr.'r do outro
iIi.I "'"a" d.t(oíliôoroft st'erondczor do imortolidodc' c
í.l#jlli,;i':: j jrri"ii,:,:3'."JjH:Ii"Í1;:l.
DÍcaanla. t'--üãã..ro.io 
o *ltivof, q'io pt"'nço noríoi groto'
Ard brrvc, Aiho.
' Pautosauts
Abroicc no lôt9- l l.O7'91 ' Riog1333'doc
Poir Allzo, co
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do Dr I Dupíol Ío
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Írolidodê ril R
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N achc p
oçôo de dod
portcíioíat,
Dr:dc o
r€ o9re9ou
Íundoçõo
um oobinalc dôntóÍio
do óirocnsório Dr. Aug'rs
omenloconhccido o Coro d
D,p
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Cri <o
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PAREC ER
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E tr.ôo tlo Blo Ot.rüs do Eul
CÂUÀBÂ UI'NICIPAL DO BIO GBANDE
COMI§SÃO DE CONSTITTIIÇÃO E JUSTIÇÂ
AsBuuto :
Estô Comlssão, apót sprechr o proisto de Lel, cotrstsnte do Pro￾cos80 aclnra tDettcionado, declara tratar-se de matérla CONSTITUCIONÀL.
Erte o parece. deÊt& Comlss8o, queosubmeteàdellbersçÉo do Plenário.
SEls dar CoEissõe de e 1e99
Prê.lde
Ylcc-
§ecretárlo
br
Form. 1?
1000 - 05r9E
PBocEsso *z v;7
Estado do Rio Grande do Sul
Câmara Municipal do Rio Grande
Of . r." 42512000
Processo rf 71.407
Rio Grande, 14 de março de 2000.
Senhor Prefeito,
Apraz-nos cumprimentáJo, oportunidade que
encamiúÍrmos a Vossa Excelência, Projeto de Lei em anexo, aprovado em sessão
realizada no dia de ontem, para sua deüda apreciação.
Na oportunidade, renovamos protestos de elevada estima e
distinta consideração.
er. Danúbio Soares
Presidente
ANEXO: "Dá a denominação de Ailza Duprat a uma via pública do
Município."
Exmo. Sr.
Wilson Mattos Branco
Prefeito Municipal
Nesta
RUA GENERAL VITORINO. 41 - CEP: 96-200-31O - FONE (53) 231-17'1 1 - FAX (53) 231-17-aB - RIO GRANDE - RS f€v/OO
E;irY;\;IA }4UN]E]P;\L DO i],]O GI{AJ\IDE
PROJETO DE LEI
Estado do Rio Grande do Sul
"DÁ A DENoMINAÇÃO DE AILZA
DT]PRAT A UMA VIA PÚBLICA DE
MT]NICÍPIO."
Artigo 1o - Fica denominada Ajlza Duprat a uma üa
Aúigo 2'- Esta Lei entra em ügor na data da sua
púbtica do Municipio.
publicação
\- Artigo 3o - Revogam-se as disposições em confário.
VI
Doe órgãos, doe sangue: Salve vidas!
"-"" -' I
Riôt'üt'iitsE
DO RIO GRANDE OO SUL
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
PREFEITURA MUNICIPAL DO RIO GRANDE
GABINETE DO PREFEITO
LEI Ne 5.397, de 20 de março de ãXrO
*DÁ A DENOMTNAçAO DE AILZA
DUPRAT A UMA VIA PÚBLICA DO
MUNrcíPIO".
O PREFEITO MUNICIPAL DO RIO GBANDE' USANdO dAS
atribuições que lhe confere a Lei Orgânica em seu Artigo 51 , 
lnciso lll.
Faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a
seguinte Lei:
Artigo 1e - Fica denominada Ailza Duprat uma via pública do
Artigo 2q - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Artigo 3e - Bevogam-se as disposições em contrário.
Rio Grande, 20 de março de 2000.
*rp
N MATTOS BRANCO
cc. : SMF/SMCP/U LT/PJ/CMV/EBGT/ r AM Í L 1 A /
Publicação.-
PreÍeito Municipal
Município.

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