I ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
PREFEITURA MUNICIPAL DO RIO GRANDE
GABINETE DO PREFEITO s
Riôt'[.ifi'dE
OO âIO GRANOÊ DO SUL
1;1.:. i"iutll:rPiiL rr r\l ':ltillx
MENSAGEM/437
Excelentíssimo Senhor
Ver. Adinelson Troca
DD. Presidente da Câmara Municipal
NESTA
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Rio Grande, l8 de novembro de 1997.
Seúor Presidente,
Honra-nos cumprimentáJo, oportunidade que enüamos vETo ao projeto de Lei que
"INSTITUI A FARMÁCIA COMTINITÁRIA NO MLTNICÍPIO DO RJO GRANDE '
A criação da Farmácia Municipal, para fabricação de medicamentos em Rio Grande
teria que ser pensada sob vários aspectos, entre os quais os custos de área fisica ampra e
apropriada para o empreendimento, custos financeiros de aquisição de equipamentos para a riúa
de produção e, principalmente, recursos humanos para o funcionamento pleno da farmácia.
euanto à área fisica, temos ciência de que a Fundação universidade do Rio Grande
(FtrRG) atraves de seu Hospital Universitário, já recebeu dotaçâo orçamentária" destinando área
fisica de 200 m2 na área térrea do Hospitar para o projeto de criação de uma Farmácia básica.
os custos financeiros com a produção, muito embora diruissem ao decorrer do tempo
com a economia na aquisição dos medicamentos, no inicio seriam bastante significativos, pois
incluiriam a compra de medicamentos de arta tecnologia para a fabricação de medicamentos,
instrumentos eletrônicos e a indispenúver materia-prima -em sua grande parcela importada- para
tornar possivel a produção.
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
PREFEITURA MUNICIPAL DO BIO GRANDE
Ri'ôbHi'iiiiE cABtNETE Do pREFEtro
Do Rro 6RÁNor Doits o ponto que nos parece mais crucial é a contratação de recursos humanos,
principalmente no que se refere à contratação de pessoal especializado (como bioquímicosfarmacêuticos) necessário à liúa de produção, pois até o presente momento, a deficiência de
recursos humanos é o grande problema da Secretaria Municipal da Saúde em Rio Grande. Basta
exemplificar que, em 1997, re-inauguramos os postos de saúde do Bairro Geúlio vargas e da
Barra" estendemos o horário de funcionamento dos postos de saúde do parque Mariúa (até 24
horas), da Quinta (aos sábados) e do Baino Miguel de castro Moreira (aos sábados, pela manhã),
tudo isso praticamente sem admissão de pessoal, muito ao contrário, com perda de pessoar por
aposentadoria (sete funcionários), auílio-doença (cinco funcionários), óbito (dois funcionários),
sem contar outros afastamentos como os auxílios-maternidade, se levarmos em consideração que
o sexo feminino predomina em nosso quadro funcional.
Nesse paniculaq estamos informando que uma Farmácia Municipar, por mais básica
que seja, incluiria a contratação, de no mínimo cinquenta funcionários, entre bioquímicosfarmacêuticos, técnicos para controle de qualidade, tecnicos para manutenção de equipamentos,
setor administrativo, distribuição, auxiliares de laboratório, auxiliares de serviços gerais,
atendentes, segurança, limpeza e esterilização, controle de estoques e outros, sem os quais o
retorno em economia e produtividade seria mínimo.
Por fim, para resumir, o retorno para o Municipio a partir da criação de uma Farmácia
Municipal seria somente significativo a partir de um substanciar investimento que, à luz das
dificuldades financeiras e legais (Lei Rita camata) por que atravessamos, dificilmente seria üável,
motivo pelo qual julgamos a inconveniência de nos associarmos a empreendimentos já em fase de
estudos, como por exemplo a Farmácia do Hospitar universitário, para o qual já foram alocados
recursos e destinada uma área fisica específica" o que em muito economizaria para este
empreendimento.
Tendo em üsta o exposto, espera-se ver a@lhido o presente vETo, oporn:nidade em
que reiteramos a V. Exa. e Nobres pares, nossos protestos de elevada estima e distinta
consideração.
§§\s--\s
WILSO MATTOS BRANCO
Prefeito Municipal
,
Respeitosamente.
Medicameita PhaÍmácia de Manipulação http J/www.Eêdicamêota.com.brlpÍoc.hfti
Nossos laboratórios adotam normas de GMP (Good Manufacturing Practices), nas quais são chêcados
p€riódicamente todos os processos de produÉo e tÍeinados nossos funcionários de acordo com a evolução do
mercado.
No processo de 'quarentena" ou depois, durante o uso, todas as matérias-primas são eslocades dê acordo
com especifi cações estabelecidas por enüdades internacionais.
Aos Profissiondis de Sdúde, Clienfes e Anigos
Assim como a fórmula tatase de uma terapêuüca personalizada, nos6o atendimento é dfferenciado.
Contamos com um "Departamento dê lnÍormações Científicas' tohlmente informalizado, o qual presta
inÍoÍmações sobre medicamentos, colocando a dispoeição referências e trabalhos técnicos de acordo com sua
necessidade, além de fornecer-lhes periódicamênte nossos lançamentos e âs tendências do mercado
internacional.
Alêndemos aos pedidos de inÍormações aúavés de nosse cenfal, pelo teleÍone (032) 2154423 (ramal214)
e agora por nosso coneio eletrônico (medicamenta@medicamenta.com.br).
Aceitamos encomendas por telefone, f;ax ou üa e-mail, e enüamos üa Sedex com ra5*lez e agilftJade para
todo o tenitório nacional.
Assim é a ilEDICA ENTA crcscendo e garanündo sêgurança,
ética e qualidade em rmnipulação ÍarÍnacêutica.
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Medicameara Pharft ácia dê Manipulsção http://wlrw.medicámedâ.com.bdproc.btm
Para garanür a qualidade do medicamento é necessário um rigoroso conhole da matéria-prima e cuidados
especiab na manipulação e na estocagem.
Loborotório de Controle de Qualidade
Nos orgulhamos de ser uma das çrioneiras no mercado brasileiro a contar com laboratório próprio de
Controle de Qualidade e equipamentos de última geraÉo.
llatéria Prima
Na Medicementa a matéria-prima e os fomecedores são constantemente checedos. Assim que um lote
chega, fica em "quarentena" enquanto são realizados teste de identificação, pH, grau de pureza, ponto de fusão,
controle microtÍolfuico, densiiade, entre outÍos. Somente após a conclusão das análises ê estando a
matéria-prima denfo dos padrões estabelecilos por túbliografas intemacionais, sua utilização será liberada.
Aanipulação e estocdgem
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Madicsm€ata Pharmáciade Maniprlaçâo hf tp://\r*Tr'.medicâmeÍltâ.com.brlproc.htm
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Processos de Produção
Desde nossa fundeÉo em 199'l, a manipulaÉo de receitas málicas fez parte de nosso cotíliano- Para
desenvolver este trabalho sêguimos um ctiterioso processo quê tÍanforma sua receita em saúde.
Você quando chega em nossa recepÉo é atendido de forma ráplle e eficiente, sua receita segue até nossos
digitadores que irão arquivá-la em terminab de computadores de úllima geraÉo, fomecendo um rótulo com o
nome do paciente, o nome do médico, a Íórmula que esü sendo consumkla, a posologia indiceda e os dados
sobre nossos farmacêuticos responsáveis. DaÍ a receita e o r*pectivo rófulo chega às mãos de nossos
Íarmacêuücos que supervÍsionam todo o processo de produção. Antes do medicamento pronto chegar até você,
ele passa por um ri;oroso processo de Confole de qualilade, onde todos as etapas anteriores são checadas.
Por bso quando você consome um mêdicamento manipulado por nós, além de saúde, está adquirindo
qualidade, segurança e éüca profissional.
Controle de Qualidade
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PARECER
Form. 17
E5TÂDO DO RIO GTANOE DO sUT
CÂMARA MUNIoIPAI, Do RIo GRÀNDE
coMrssÂo DE coilsÍtlutÇÃo E JusrÇa
Assunto
PROCESSO N."
EslÊ o pa?ocô? destr Comistáo, quê o lubmêts à dglibo?eção do Ploná?lo'
Sale drs Comissões, do do 199
P?o6id€nto
Vlco-P16!ldênto
Ssc?Êtário
Membro
Msmbro
rooc - 08/95
Erla Comisaão, rpór apreciar o p?o,i6to da Lel, oonêtânto do Prooesoo
acima mÊncionado, dsclara trâtat-a. dô mrt6rir CONSTITUCIONAL.
O Estado do Rio Grandê do Sul
GÂ II4A FlA I}J U LI\ [G tt IP.AIL Do Flü o G Ii]A NI DIE
Of. n.'2.239/97
Senhor Prefeito,
Rio Grande, l2 de dezernbro de 1997.
Ver. Adinelson Troca
Presidente
v_osvExcerênciaque.lhiln:HTil".J,Í;,i;: jill"#,,lJl"1';,,,:?x1T:
67.264., na sessâo Élenária do.di" ã;;;;*lrà*"u*.rgia Casa.
pararenov.ar-*,ep,ot",tso.'JlJXri":1.1j,,l,T,:,{tnll;:;ffi
;;":,,fl :
,?riT,tilio"o"
reiteramos a vossa r-."ier.r'rãssos proresros de admiraçâo e
Exmo. Sr.
Wilson Mattos Branco
Prefeito Municipal
Nesta
. 441 - cEP 96.2@3í o - FoNÉ nue cÉNERAL VITORINO (632) 3i lí-FAX (62)3í-l7€6 - RtO GRAND E. RS