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materia nº 148/2014

Tipo Projeto de Lei
Número / Ano 148 / 2014
Date 2014-12-03
EmentaAUTORIZA O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL A CONCEDER AUXÍLIO À COOHAL - COOPERATIVA HABITACIONAL DA ALIMENTAÇÃO DE SERAFINA CORRÊA, MEDIANTE A EXECUÇÃO DE SERVIÇOS DE TERRAPLANAGEM E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
native_id1981

Autoria

Tramitação (latest 2)

DateStatusTurnoTexto
2014-12-16 Matéria transformada em Lei Matéria transformada na Lei nº 3301/2014.
2014-12-16 MATÉRIA APROVADA Projeto de Lei aprovado em 16/12/2014.

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 35

câmara municipal DF '/PDc/-n
SERAFIfíA
Protocolo r,o._3aíA^/V
Ass.
Of. Gab. N.° 692/2014. Serafina Corrêa, RS, 4 de dezembro de 2014.
Sua Excelência
Vereador Nelson Pedro Mezzomo
Presidente do Poder Legislativo Municipal,
Serafina Corrêa - RS.
Assunto: Projeto de Lei n° 148, de 2014,
O Prefeito Municipal de Serafina Corrêa, RS, no uso das prerrogativas
outorgadas pelo art. 66 da Lei Orgânica do Município, alcanço o Projeto de Lei n° 148, de
2014, que “Autoriza o Poder Executivo Municipal a conceder auxilio à COOHAL -
Cooperativa Habitacional da Alimentação de Sei ina Corrêa, mediante a execução de
serviços de terraplanagem, e dá outras providências.
Pela habitual acolhida, antecipo agradecimentos, ao mesmo tempo em
que se renova votos de distinta consideração,
/
Atenciosamente,
jA presotto
ADEMIR ANTÔNIO PRESOTTO
Prefeito Municipal.
AT PREFEITURA MUNICIPAL DE SERAFINA CORRÊA - ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Avenida 25 de Julho, 202 - Caixa Postal 11 - CEP: 99250-000 - Serafina Corrêa - RS
Serafina Corrêa Telefone/Fax: {54] 3444.1166 - CNPJi 88.597.984/0001-80 - wiww.serafinacorrea.rs.gov.br
viva com qualidade
C^MAIM municipal OE VEREADORES serafiwa correa-rs
Protocolo no.
PROJETO DE LEI N°148, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2014
Autoriza o Poder Executivo Municipai a
conceder auxílio à COOHAL - Cooperativa
Habitacional da Alimentação de Serafina
Corrêa, mediante a execução de serviços de
terraplanagem e dá outras providências.
Art. 1° Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a conceder auxílio à
Cooperativa de Flabitacional da Alimentação de Serafina Corrêa - COOFIAL, pessoa jurídica
de direito privado, inscrita no CNPJ sob n° 08.071.448/0001-08, com sede na Rua Pe. Luiz
Pedrazzani, ° 1630, Centro de Serafina Corrêa, RS, consistente na execução de serviços de
terraplanagem de área correspondente à construção de cinquenta e quatro casas populares.
§ 1° As casas, de que trata o caput deste artigo, serão construídas no imóvel
objeto de parceria entre a COOFIAL e o MUNICÍPIO DE SERAFINA CORRÊA, firmado pela
Lei n° 2599, de 03 de setembro de 2009, no loteamento denominado “loteamento COOFIAL”,
em lotes desmembrados sob matriculas de n° 9.680 ao n° 9.733, do Registro de Imóveis de
Serafina Corrêa.
§ 2° Os trabalhos de terraplanagem deverão obedecer ao Memorial Descritivo
aprovado pelo Departamento de Engenharia do Município, que faz parte integrante desta
Lei.
§ 3° O volume estimado de movimentação de terra para a realização da
terraplanagem será estimado em razão do desnível do solo de cada lote.
§ 4° Advindo necessidade de detonação e de outros serviços diversos da
terraplanagem, os custos inerentes serão suportados pela beneficiária.
Art. 2° Os serviços de terraplanagem e aterramento serão solicitados na
medida do andamento da construção de cada unidade habitacional ou grupo de unidades,
possibilitando o andamento ordenado dos trabalhos e da construção.
Art. 3° A Beneficiada assume os seguintes encargos, que, obrigatoriamente,
deverão constar no instrumento de formalização de contrapartida:
I - edificar e apresentar habite-se no prazo de cento e oitenta dias, contados a
partir da conclusão da terraplanagem;
I I - proceder a escolha dos beneficiados com critérios, obedecendo-se a
renda máxima do grupo familiar estabelecida pelo programa Minha Casa Minha Vida do
Governo Federal.
PREFEITURA MUNICIPAL DE SERAFINA CORRÊA - ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Avenida 25 de Julho, 202 - Caixa Postal 11 - CEP: 99250-000 - Serafina Corrêa - RS
Serafina Corrêa Telefone/Fax: (54) 3444.1166 - CNPJ: 88.597.984/0001-80 - www.serafinacorrea.rs.gov.br
viva com qualidade
CÂMARA MUNICIPAI. DE VEREADC,.
SERAFINA CGRRÊA-RS
Protocolo r,o. l?Om
Data:_o5//2.jjj£
Ass.
PROJETO DE LEI N°148, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2014
III - apresentar Contrato individualizado com cada beneficiado, assumindo o
compromisso da inalienabilidade pelo período mínimo de 15 anos, contados a partir do
habite-se.
Art. 4° As despesas decorrentes da terraplanagem serão suportadas pela
seguinte dotação orçamentária:
Secretaria Municipal de Obras, Tr^sito e Desenvolvimento Urbano
16.482.0202.1226 Programa Hab/acional Fundo de Habitação
33.90.39.00.00 Outros Serviços Terceiros - Pessoa Jurídica.
Art. 5° Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.
Gabinete do Prefeito Municipal ce Serafipa Corrêa, 4 de dezembro de 2014,
\ 54® da Emancipação. /
●mirÂntonio
prefeito Muntópatíe
Al
ADEMIR ANTONlO PRESOTTO
Prefeito Municipal.
to ÍAAS6E.SS, POR
E.í'yi
'CO - OAB/RS
PREFEITURA MUNICIPAL DE SERAFINA CORRÊA - ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Avenida 25 de Julho, 202 - Caixa Postal 11 - CEP: 99250-000 - Serafina Corrêa - RS
Serafina Corrêa Telefone/Fax: (54) 3444.1166 - CNPJ: 88.597.984/0001-80 - www.serafinacorrea.rs.gov.br
viva com qualidade
CÂMARA MUNICIPAL D£ \'EREADüRE
SERAFINA CORRÊA-RS
Protocolo no.^Sd/Pf^lU
PROJETO DE LEI N°148, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2014
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
Excelentíssimo Senhor Presidente
Senhores Vereadores.
Segue para apreciação dessa Colenda Câmara Municipal, projeto de lei que
Autoriza o Poder Executivo Municipal a conceder auxílio à COOHAL - Cooperativa
Habitacional da Alimentação de Serafina Corrêa, mediante a execução de serviços de
terraplanagem e dá outras providências.
Através das administrações municipais, o Município de Serafina Corrêa apoia
0 sistema habitacional, de forma a garantir a moradia digna do cidadão, visto que no ano de
2009, através da Lei n° 2.599/2009, foi firmado termo de parceria com a COOHAL, para a
implementação de ações voltadas a habitação de pessoas de baixa renda. O loteamento foi
aprovado e concluido.
O presente projeto tem por objetivo auxiliar a Cooperativa Habitacional da
Alimentação de Serafina Corrêa, para a construção de 54 casas para famílias de baixa
renda, em que o Município participa com a execução da terraplanagem, viabilizando assim o
projeto habitacional.
A contrapartida da Cooperativa consiste na contratação de empresa e
acompanhamento das obras para a conclusão no menor prazo possivel, e fará o sorteio dos
inscritos para a moradia, bem como a elaboração dos jatos com os beneficiados.
Anexamos ao projeto a planta baixa do empreendimento juntamente com o
memorial descrito da obra para que possamos ter um parâmetro do investimento a ser
aplicado pela Cooperativa.
Pelas razões expostas,\p Poder Executivo'conta com o apoio dos Edis desta
Casa na aprovação do presente Projeto de Lei, vist^A^ue revestido do mais alto interesse
público e social.
Gabinete do Prefeito Municipal de Serafina Corrêa, 4 de dezembro de 2014.
AdmirAntonioPresotto
VefettoMunicipa'^
a￾A( giclJresotto
fèfeito Municipal.
1
PREFEITURA MUNICIPAL DE SERAFINA CORRÊA - ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Avenida 25 de Julho, 202 - Caixa Postal 11 - CEP: 99250-000 - Serafina Corrêa - RS
Telefone/Fax: (54) 3444.1166 - CNPJ: 88.597.984/0001-80 - www.serafinacorrea.rs.gov.br Serafina Corrêa
viva com qualidade
PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT
CÂMARA MUNICIPAL CE VEREADORES
SERAFINA CÜRRÉA-RS
Protocolo no._3^ /2qjf
Data:.i>£5//Z l\H
Ass. ^
lonaoüd ivNoiivonaa >iS3aoinv nv ab aaonaoBd
CARIMBOS E APROVAÇÕES
CAM,ARA MUNiaPAL DÊ VEREADnPF￾SERAFIWAa,RR^.R|^“°''E￾Protocolo nA_,ââiV20jV
‘^ta;-OS/r?^4'~ AS3.
Construir
Construtora
RE5POM5ÁVEL '■'ÉCNlCO:
PRÕPRlETÁRIOrBRf- Dras' l Foods 5/A
Cucas Çasperín
r.nq. C c:l CRíiA fe-SC-^R. &3S3S TIPO DE OBR^: LOTEAMENTO POPULAR MCMV
ENDEREÇO DA 05RA; BAIRRO COOhAL I / 5ERAFIMA CORRÊA-R5
PROJETO; MODELO 03. 54,93 m2
PR.1ETO AR(3UITETÕN'CO ■■ PLANTA BAIXA - CQFTTE5 - COBERTURA
PRANCHA N'":
7Z /
IL IL DATA.'
29;D9,/20 I 4
ESCALA: 7/ ARE A: DESEM-iO:
Ingiicaoa M/D LG
CARIMBOS E APROVAÇÕES
CAMARA MüMiaPAL OE '■ ERFaO' ,
serafjna corréÍrs
Protocolo rfi. .2p,-t/n^yq
Data:_Q5/j^^
CONSTRUIR
Construtora
'FIE5PON5AVEL "tCNICO
PROPRIETÁFIIO: DFÍ.F - Brasi l^FoodsrsZA
TIFO DE OBRI.A: LOTEAMEMTO FOPUL/\R MCMV
Lucas Çasperin
Cng. C'R1| CRCA RS-5C-=f; 83S36
ENDEREÇO DA OBRA; BAIRFTO COOHAL I / 5ERAEINA CORRÊA-R5
PROJETO; MODELO 02. 49,3Ô itR:
PRJETO ARQUITETÔNiOO - FLANTA BAIXA - COFnTcB - COBERTUFA
PRANCHA
/
IL IL IL CATA;
29/09/20 I 4
ESCALA: AFEA: DESEM-10:
Indicaaa N/D lG
CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADOREb
SERAFIIMA CORREA-RS
Protocolo n°. í- íRA /?0IM
Data: /íW._
AS3._^
MEMORIAL DESCRITIVO E DE
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
PROPRIETÁRIO;
CONSTRUIR CONSTRUTORA E INCORPORADORA LTDA
OBRA / FASE;
PROGRAMA MCMV - LOTEAMENTO COOHAL I MODELO 03
ELABORADO N“DOCUMENTO DESCRIÇÃO REV. DATA
MEMORIAL DESCRITIVO E DE
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
LUCAS GASPERIN MD03 - MOD.03
29/09/2014
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO
2. PRELIMINARES
2.1. OBJETIVO
2.2. PADRÕES E NORMAS
2.3. RESPONSABILIDADES
3. SERVIÇOS PRELIMINARES
3.1. LOCAÇÃO DA OBRA
3.2. REMOÇÃO DE SOLO VEGETAL E PREPARO DO TERRENO
3.3. INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS- CANTEIRO DE OBRAS
4. RESISTÊNCIA DO CONCRETO
4.1. CONCRETO ESTRUTURAL
5. ARMADURA
2
2
2
2
2
3
3
3
4
4
4
4
6. FUNDAÇÕES
7. VIGAS BALDRAMES
ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO
9. ALVENARIA
8.
10. REVESTIMENTOS
10.1.TINTA ACRÍLICA
10.2.CERÃMICA
10.3.FORRO DE PVC
11. LISO E CONTRAPISO
12. INSTALAÇÕES
12.1.ELÉTRICA
12.2.HIDROSANITÃRIA
13. ABERTURAS
14. LIMPEZA FINAL DA OBRA
15. RESUMO DE EQUIPAMENTOS
16. CONCLUSÃO
5
5
5
6
7
7
7
7
7
7
7
9
11
11
11
12
CÂMARA MUNieíPÂL Dt VERt^
SERAFINA CORREA-RS
Protocolo r\o.^l/2oN
Data;_5óiÍ.2 H
o Ass
iuonstr^uíri ■ T O N y. R i i* - ‘r.i 4 íl-fH. 4 aciininioí. íi ;
1. INTRODUÇÃO CÂMARA MUNiaPAL DE VEREADORES
SERAFINA CORREA-RS
O presente memonal tem por objetivo apresentar e justificar as ^tot0)e€>l(3ierébq^i^ij
projeto de uma residência Térea, aqui denominada como MODELO 03,
2. PRELIMINARES As3^ -
2.1. OBJETIVO
As presentes especificações visam estabelecer as normas e exigências que devem ser observadas
para a execução dos serviços contratados. Na execução dos serviços, fornecimento de materiais e
equipamentos deverão ser obedecidas as presentes Especificações Técnicas e seus Anexos.
É importante frisar que a especificação é abrangente, e que muitos serviços contidos nesta
especificação, não serão objetos do contrato.
2.2. PADRÕES E NORMAS
Onde forem aplicáveis e não estiverem conflitantes com as presentes Especificações, deverão
obedecidos os requisitos da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
versões, atualizadas.
, em suas últim
ser
as
No caso do CONSTRUTOR apoiar em Normas e/ou Especificações diferentes. das acima
mencionadas e que sejam universalmente aceitas, as mesmas deverão ser claramente citadas e a
sua aceitação submetida á CONTRATANTE.
se
A CONTRATANTE também poderá ser denominada como FISCALIZAÇÃO para efeito desta
especificação.
Na eventual necessidade de
serem executados serviços não especificados, o CONSTRUTOR
somente poderá realizá-los após aprovação da especificação correspondente pela CONTRATANTE.
2.3. RESPONSABILIDADES
O CONSTRUTOR será 0 único responsável pela execução das obras, obedecendo a todos os
requisitos do Projeto, inclusive execução de ensaios na presença da CONTRATANTE. Será também
de sua integral responsabilidade o fornecimento de todos
os materiais, mão-de-obra, infra-estrutura,
o caso), montagens, transportes diversos, água, luz. equipamentos, atestados (quando for
comunicações, impostos, taxas e tudo o
dos serviços, bem como de todos os encargos decorrentes.
que se fize mais
r necessário para o bom desenvolvimento
:
CÂMARA MUNiaPAL DE VEREADORE^^
SERAFINA CORRÊA-RS
Protocolo no. 3P>jl2oN
/M
3. SERVIÇOS PRELIMINARES
3.1. LOCAÇAO DA OBRA
AS3.
Deverá ser prevista a utilização de equipamentos topográficos adequados a perfeita locação e apoio à
obra. Estes equipamentos serão utilizados para dar apoio aos serviços de demarcação, escavação,
aterros, locação das estruturas.
O CONSTRUTOR deverá verificar todas as cotas do Projeto, comparando-as com as medidas do
terreno. Divergências devem ser comunicadas imediatamente ao CONTRATANTE.
3.2. REMOÇÃO DE SOLO VEGETAL E PREPARO DO TERRENO
Serviços preliminares constituem o conjunto de operações destinadas a liberar a área a ser
terraplenada e/ou onde serão implantadas as obras permanentes (edificações) ou ainda as áreas
determinadas pela CONTRATANTE, da vegetação eventualmente existente, da camada superior do
solo com materiais orgânicos, resíduos vegetais e outros materiais nocivos. Os serviços preliminares
compreendem o desmatamento, o destocamento, raspagem e a limpeza.
Após a verificação da locação, o CONSTRUTOR dará inicio as operações de limpeza. A limpeza
consistirá na remoção de todo o material solto ou de origem vegetal, nas áreas indicadas pelo Projeto.
As áreas a serem limpas correspondem àquelas em que se realizarão as escavações programadas,
ou às que serão utilizadas como bota-fora, ou destinadas à estocagem.
A limpeza incluirá, onde necessário, a remoção dos detritos de origem vegetal e blocos de rocha, de
forma que a superfície resultante se apresente completamente livre de qualquer material inadequado.
A limpeza será executada mediante a utilização de equipamentos adequados, complementada
emprego de serviços manuais. O equipamento mobilizado será definido em função da densidade, do
tipo de serviço e dos prazos exigidos na execução da tarefa.
com 0
Desmatamento e remoção de solos vegetais são as atividades que consistem no corte de árvores e
arbustos de qualquer porte, na roçada, na remoção de tocos com diâmetro de até 30 cm, de galhos,
de emaranhados de raízes e do solo envolvente, do capim e da camada de solo com matéria orgânica
com espessura de 30cm (trinta centímetros), ou até a profundidade suficiente para a remoção de
detritos de origem orgânica e de materiais nocivos, de forma que a superfície resultante se apresente
completamente livre de materiais indesejáveis.
Kb (HiO. Kín 'I, ’ Di^íirjin
Oonsfcryri C o N S ● < -.1 ●- -I rona; íãa; a.;;;:- ' : U!f r;.-.;
3.3. INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS-CANTEIRO DE OBRAS
Fica sobre responsabilidade do construtor a construção e remoção de quaisquer instalações
temporárias para a execução da obra, assim como a ligação provisória de água e luz para a utilização
durante a construção das unidades habitacionais.
4. RESISTÊNCIA DO CONCRETO
Nas plantas do Projeto Executivo serão indicadas as resistências características à compressão (fck)
dos concretos.
O CONSTRUTOR definirá os traços de concreto adequados para que se obtenha a resistência média
à compressão fcj, suficientemente acima da resistência característica à compressão fck, de modo a
resistir, com um fator de segurança, a todas as cargas a serem aplicadas nas estruturas.
4.1. CONCRETO ESTRUTURAL
Será 0 concreto simples armado, com as seguintes características ou como especificado no projeto
estrutural:
- Fck de 18 MPa;
- Fator água cimento máximo 0,65;
- Slump máximo: 12 cm;
- Diâmetro máximo do agregado 19 a 25 mm.
CAPACIDADE DA BITONEIRA TEMPO DA MISTURA
1,0m^ ou menos 1,5 minutos
1,5m® ou menos 2,0 minutos
2,5m^ ou menos 2,5 minutos
3,0m^ ou mais 3,5 minutos
5. ARMADURA
Os aços deverão atender as exigências da especificação NBR 7480 para as categorias indicadas no
projeto e submetidos aos ensaios de tração e dobramento em amostras representativas colhidas nos
lotes do canteiro de obras e ensaiadas conforme os métodos NBR 6152 e NBR 6153 da ABNT.
Todo o ônus do controle tecnológico da armadura é de responsabilidade do CONSTRUTOR
Aplicam-se às armaduras de aço as
NBR.7187, NB.3, e demais especificações que regem o assunto
Roíi RS 500 Kiii 1,
exigências das normas e E
r, D-;s.rtro
specificações Brasileiras - NBR.6118,
en
i : '● O r
CÂMARA MUNiaPAL DE VEREADORES
SERAFINA CO^RÊA-RS
3&{J2oN
Data:_/ys/y2 /N
Protocolo no.
Ass
o CONSTRUTOR deverá fornecer, cortar e colocar todas as armaduras de aço, incluindo estribos
fixadores, arames, amarrações, barras de ancoragem, travas, emendas
tudo 0 mais que for necessário
indicações dos desenhos de Projeto.
6. FUNDAÇÕES
por superposição ou solda, e
para a perfeita execução desses serviços, de acordo com as
Após as escavações, conforme detalhamento
deverão ser preparadas de maneira
entre o aterro e a rocha.
nas plantas do projeto, as bases das fundações
a assegurar um bom contato entre o concreto e a rocha/solo, ou
O modelo de fundação adotado para as unidades térreas será o modelo sobre sapata corrida
fundação será executada através de
de 30x15 em concreto ciciópico com fck não inferior a 12 MPa.
uma sapata em concreto estrutural não armada com dim
, onde a
ensões
Sobre esta fundação será executada a alvenaria de embasamento
espessura finai não inferior a 20 cm, esta alvenaria deverá
base das baldrames e
projeto arquitetônico.
em tijolo cerâmico maciço, com
ser executada para o nivelamento final da
ser executado em todo o perímetro onde houver alvenaria de vedação ( ver
7. VIGAS BALDRAMES
As vigas baldrame deverão
sob a alvenaria de embasamento
ser executadas em todo o local onde existirem alvenaria de vedação e
A superfície destas vigas e suas faces laterais { mas laterais até a metade da viga ) deverão ser
impermeabilizadas com argamassa a base de polímero bí-componente
cruzadas.
com no mínimo duas demãos
Para as dimensões e ferragens, ver projeto estrutural, onde não indicar, utilizar seção de 20x25 com
ferro longitudinal de CA50 08 mm
8. ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO
CINTAS DE AMARRAÇÃO
e nos estribos CA60 0 5 mm a cada 15 cm.
Ter seção mínima de 12x20 cm em todo o perímetro das ai.enarías existentes oom ferragem
longitudinal CA50 08 mm e nos estribos CA60 0 5 mm a cada 15 cm.
PILARES DE AMARRAÇÃO DAS PAREDES
Deverão ser executados pilares de
armadura longitudinal será utilizado ferro CA50 0 8mm
amarraçao na alvenar
na
ia de vedação, conforme projeto existente,
I e nos estribos CA60 0 4.2 mm a cada 15
cm.
Rod, RS 500, Km 1, s/n‘>, Distrito índusóial. Lonsfanu ut ' ;d,
-■OíK- i54) 3--k:í õ / ■■
C o M s T F- U T ít K , I
CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORE‘"
SERAFINA CORRÉA-RS
/icj
AS3. ^
9. ALVENARIA
As paredes de vedação serão executadas em alvenaria de tijolo 6 furos nas dimensões 11,5x19x29
Os tijolos deverão obedecer as normas vigentes:
1°- NBR 7170 tijolos cerâmicos para alvenaria;
2°- NBR 8041 tijolos cerâmicos maciços para alvenaria - forma e dimensão;
A espessura das paredes externas deverá ter 15 cm ;
A espessura das paredes internas deverá ter 15 cm;
ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO
A argamassa de assentamento deverá ter um traço homogêneo e consistente na seguinte proporção
1:2:8 ( cimento : cal : areia média ) ou caso seja feita a adição de algum aditivo que substitua a cal (
alvenarit) a proporção de cimento e areia deverá ser de 1:6 ( cimento: areia média + aditivo ).
CHAPISCO
O chapisco deverá ser o mais fino possível devendo apenas aümentar a rugosidade superficial da
alvenaria.
A proporção do traço deve ser 1:3 ( cimento : areia grossa)
Emboço
O emboço deverá ser aplicado para nivelamento final da parede, corrigindo imperfeições e dando
aspecto uniforme a estrutura.
A proporção do traço deve ser de 1:2:8 ( cimento : cal : areia média ) ou caso seja feita a adição de
algum aditivo que substitua a cal ( alvenarit) a proporção de cimento e areia deverá ser de 1:6 (
cimento: areia média + aditivo ).
REBOCO OU CALFINAMENTO
O calfinamento deverá ser aplicado para se ter o acabamento final da parede dando o aspecto
espelhado e substituindo a utilização da massa corrida, ajuda ainda a impermeabilizar a parede e
tem a função selante ajudando na pintura final da estrutura.
A proporção do traço deve ser de 1:3 ( cal : areia fina ) , a areia deverá ser peneirada antes
-SUO, Kn< 1, í/i i'', Distrito iruii.: trorS. r< ia!. Ooüstirntíría j r
: IC Constí-yiri ü N ;; t « í < ● -
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^-AMARA (MUNiaPAL DF
SERAFINA CORR
Protocolo no.
RcADühES
t/T-RS
Ass
10. REVESTIMENTOS
10.1. TINTA ACRÍLICA
Nas paredes em alvenaria e concreto deverá ser aplicada duas demãos de tinta acrílica semi-brilio. A
superfície deverá estar seca e limpa antes da aplicação da pintura.
10.2. CERÂMICA
Em todos os cômodos deverá ser utilizado piso cerâmico da cor branca PI4 ou similar com dimensões
mínimas de 30x30.
Nas paredes junto á área molhada dos cômodos do banheiro, cozinha e área de serviço, até a
elevação mínima de 1,5 m a contar do piso acabado, deverá ser revestido com cerâmica PEI3 branca.
10.3. FORRO DE PVC
Deverá ser utilizado forro de PVC Branco 8 mm anti-flamas internamente em todos os cômodos.
11. LISO E CONTRAPISO
A superfície do terreno deverá ser nivelada com as cotas de projeto e compactada manualmente
camadas não superiores a 20 cm.
em
Antes do recebimento do concreto, deverá
espessura de 5 cm .
ser preparado um lastro com brita compactada com
Após 0 preparo do lastro de brita, um piso de concreto com fck de 10 MPa e com espessura de 7
12. INSTALAÇÕES
cm.
12.1. ELÉTRICA
Alimentação Geral
A tensão de alimentação fornecida pela concessionária na região é de 220/380V.
Será necessário a instalação de um padrão bifásico 50A tipo B2.
A alimentação é feita através da rede de baixa tensão da concessionária, mais próxima.
PuC. RS 500, 'fo i tnaí '■
c: Ü N s i
““swiisa.-™-
Protocolo r,o.
Ass \
A alimentação dos medidores será feita por fios de cobre, com isolação de PVC, sendo utilizados
condutor por fase de seção igual a 10mm^ que partirão do padrão de medição instalado no local,
Aterramento
um
Para o aterramento, o esquema utilizado foi
são separados ao longo de toda a instalação, sendo unidos somente
0 TN-S, onde o condutor neutro e o condutor de proteção
no aterramento da alimentação.
Para a haste de aterramento será empregada uma barra de cobre de comprimento mínimo de 150
cm.
Eletrodutos
Os eletrodutos utilizados para conduzirem
qualquer marca conhecida
os demais circuitos serão de PVC flexível tigre ou de
no mercado, sendo esta de boa qualidade e de fácil utilização,
especificação de cada eletroduto encontra-se no quadro de carga da coluna montante ou então
planta,. É preciso cuidar para que não se sobreponham dois eletrodutos.
e a
em
Condutores
Os condutores serão da marca Pirelli, tigre ou qualquer marca similar de qualidade comprovada. No
caso de ocorrerem emendas, estas devem
ser feitas sempre nas caixas de passagem nunca no
interior dos eletrodutos. A especificação dos condutores referentes a cada circuito, encontra-se nos
quadros de carga da caixa de distribuição a qual o circuito pertence, que se encontra na planta do
pavimento onde a caixa de distribuição esta localizada.
Os condutores devem seguir a seguinte convenção:
condutores fase : preto, branco,vermelho ou cinza;
- condutor neutro : azul claro;
- condutor terra : verde
A colocaçao dos fios deverá ser feita com a utilização de um cabo flexível, que passa através dos
eletrodutos, então se amarram os fios na ponta do cabo e os puxa até o local desejado. A instalação
deve ser feita por um profissional experiente e acostumado a trabalhar com eletricidade. É
adotar convenções como cor do fio, tipo de fio, para não se perder durante a instalação.
preciso
Caixas de Derivação (Pontos de Luz)
Nas dependências da recepção, escritório e banheiros, serão utilizados caixas sextavadas embutidas
na laje pré-moldada.
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CÂMARA MUNiaPAL Df '
SERAFINA CORRl,vAS
Protocolo hom
DeX3-.QC,li; , i<f
: RKAw'.-. INC,;
Ass
interruptores e Tomadas
Os interruptores e as tomadas serão do tipo de embutir, visíveis à noite, colocados em caixas de PVC
4"x 2" (100x50mm) embutidas na alvenaria, com espelho, das marcas Pial ou Iriel, e serão de 10
ampéres - 250 Volts.
As tomadas de uso especifico terão seus condutores de proteção individuais ligados ao condutor
geral da edificação (aterramento tipo TN-S).
Iluminação
A iluminação interna tem lâmpadas fluorescentes na recepção, escritório, vão livre interno do pavilhão
e incandescentes nos lavatórios.
12.2. HIDROSANITÁRIA
São instalações destinadas a receber e distribuir a água aos diversos pontos de consumo
Materiais
As instalações de água fria serão executadas com tubos de PVC soldável "marrom”, da marca " Tigre,
" ou similar de qualidade comprovada.
RESERVATÓRIO
Para abastecimento das instalações será providenciado um reservatório em fibra de vidro, polietileno
ou similar, com capacidade de 500 litros.
Agua Fria
As colunas serão executadas em PVC soldável. Os diâmetros dos trechos são indicados nas
pranchas citadas.
Ramais e sub-ramais
O suprimento será feito através de ramais de PVC que deverão conduzir a água aos pontos finais de
utilização( aparelhos).
Conexões
Todas as conexões serão compatíveis em material e bitola com as tubulações á conectar.
Instalações de Esgoto
tioá. RS 5ü0. Km 1 s.’irT Distrito industriai, r RS
C o N S '● 1 a r' í r.
4.5'Oít, . ..
câmara Mí 'NICJPAí. OE ''
SERAFIHA COryviiA-RR
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C! cO .
—
Estas Instalações constituem
edificação as águas servidas, desde
um conjunto de canalizações com a finalidade de coletar e afastar da
os aparelhos até a rede pública de esgotos.
Material
Todas as tubulações empregadas na instalação de esgoto serão executadas
Rígido tipo esgoto (branco)
e deverão atender as especificações da EB 608 (NBR
com tubos de PVC
5688).
As instalações de esgoto são divididas
colunas de ventilação.
em: ramais de descarga, ramais de esgoto, tubos de queda.
Colunas de Ventilação
São aquelas tubulações destinadas a ventilar os tubos de queda e
eficiência dos fechos hídricos
e encaminhando os gases para a atm
os ramais de esgoto, garantindo a
osfera.
Conexões
Todas as conexões serão compatíveis
em material e bitola com as tubulações á conectar.
Aparelhos Sanitários
Bacias Sanitárias
Serão de louça do tipo auto-sifonada
de assento plástico na mesma cor.
s na cor branca, com caixa de descarga acoplada, todas dotadas
Lavatórios
Serão de louça com coluna na cor branca
banheiros serão dotados de torneira cromada.
para todos os banheiros. Os lavatórios de todos os
SISTEMA DE TRATAMENTO FINAL DE EFLUENTES
Para a destinação final dos efluentes, será executada 
um sistema composto por fossa e sumidouro
para as águas escuras oriundas dos banheiros,
oriundas das águas da cozinha e área de serviço.
Para maiores detalhes construtivos
e de apenas sumidouro para as águas cinzas.
ver projeto hidrossanitário e de esgoto.
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Consti^yii c O N
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13. ABERTURAS
Todas as aberturas deverão atender as
Todas as aberturas metálicas deverão
esmalte sintético.
especificações do projeto arquitetônico (ver quadro abaixo),
ser tratadas com 2 demãos de fundo antioxidante e pintura
PORTAS
I IPÜ MATFRIAi DESCRIÇÂC DIMEKSÁO ÜUAKI.
FE.RRO .ABRIR 80X21C 02
l2j MADEIRA ABRIR B0X21C 03
JANELAS
TIPO r/A I L 1-;IAL DESCRIÇÃO DIMENSÃO QIJANT.
1 FERRO 2 FOLHAS CORRER 120X120 03
●'2 FFRRO ? FOLHAS CORRER 150X120 ni
3: FERRO BASCULANTE 60X60 01
14. LIMPEZA FINAL DA OBRA
A obra deverá ser entregue limpa, isenta de sujeiras, entulhos ou quaisquer resíduos oriundos de
escavações, bota-fora e da própria execução da obra.
15. RESUMO DE EQUIPAMENTOS
A unidade habitacional será entregue equipada com a seguinte relação de equipamentos:
01 Vaso sanitário louca branca com caixa acoplada;
01 Lavatório em louca branca, sem coluna padrão popular;
01 Tanque simples de concreto incluindo instalações.
01 torneira cromada longa, de parede. 1/2" ou 3/4", para pia de cozinha, padrão popular;
01 Papeleira em metal cromado padrão popular;
01 Saboneteira em metal cromado padrão popular;
01 Porta Toalha em metal cromado padrão popular
Ko!;L 6-ü, Kf i '! DFürrm in-;:,f3írí;:íi. Construir !' í
O N s ; R U I
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J C. -.-l í : !
01 Torneira plástica 3/4“ para tanque;
01 Pia aço inoxidável 120x60cm com 1 cuba;
01 Chuveiro elétrico comum corpo plástico tipo ducha;
01 Guarda corpo metálico tubo galvanizado 1 1/2'
16. CONCLUSÃO
De acordo com o acima descrito e sem nenhuma dúvida a respeito deste documento, abaixo assinam
0 engenheiro responsável pelo projeto/execução e o proprietário.
Constantina , 29 de Setembro de 2014
Responsável Técnico: Proprietário:
LUCAS GASPERIN CONSTRUIR CONSTRUTORA
ENGENHEIRO CIVIL
CREA 83636/D
Ooílls unSíar.í
C L; H fv t
ir. !●!!<-. ?T;,r 'Va r- iraor.^:
CÂMARA MUNICIpai
CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORE^-
SERAFINA CORRÊA-RS
Protocolo r.o.
Ass.
MEMORIAL DESCRITIVO E DE
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
PROPRIETÁRIO;
CONSTRUIR CONSTRUTORA E INGORPORADORA LTDA
OBRA / FASE;
PROGRAMA MCMV - LOTEAMENTO COOHAL I MODELO 02
ELABORADO N° DOCUMENTO DESCRIÇÃO
MEMORIAL DESCRITIVO E DE
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
REV. DATA
LUCAS GASPERIN MD02 - MOD.02
29/09/2014
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO
2. PRELIMINARES
2.1. OBJETIVO
2.2. PADRÕES E NORMAS
2.3. RESPONSABILIDADES
3. SERVIÇOS PRELIMINARES
3.1. LOCAÇÃO DA OBRA
3.2. REMOÇÃO DE SOLO VEGETAL E PREPARO DO TERRENO
3.3. INSTALAÇÕES PROVISÕRIAS- CANTEIRO DE OBRAS
4. RESISTÊNCIA DO CONCRETO
4.1. CONCRETO ESTRUTURAL
5. ARMADURA
6. FUNDAÇÕES
7. VIGAS BALDRAMES
7.1. ALVENARIA PARA CONTENÇÃO DE TERRA
8. ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO
9. ALVENARIA
10. REVESTIMENTOS
2
2
2
2
2
3
3
3
4
4
4
4
5
5
6
7
7
8
10.1.TINTA acrílica
10.2.CERÃMICA
10.3.FORRO DE PVC
11. LAJE PRÉ-FABRICADA
12. INSTALAÇÕES
12.1.ELÉTRICA
12.2.HIDROSANITÃRIA
13. ABERTURAS
14. LIMPEZA FINAL DA OBRA
15. RESUMO DE EQUIPAMENTOS
16. CONCLUSÃO
8
8
9
9
9
9
11
13
13
13
14
> RS Cúrmtmà-' : :/:A, (. o N í;
. .-r-'- í Ll' i V
Ot VEREADuKt..
SERAFIÍMA CORREA-RS
Protocolo
Ass,
1. INTRODUÇÃO
O presente memorial tem
por objetivo apresentar e justificar as soluções de engenharia adotada
projeto de uma residência Sobre Pilotis, aqui denominada como MODELO 02,
PRELIMINARES
com área de 49,38 m
2.
no
^
2.1. OBJETIVO
As presentes especificações visam estabelecer as normas
para a execução dos serviços contratados. Na
e exigências que devem ser observadas
execução dos serviços, fornecimento de materiais e
equipamentos deverão ser obedecidas as presentes Especificações Técnicas e seus Anexos.
É importante frisar
que a especificação é abrangente, e que muitos serviços contidos nesta
especificação, não serão objetos do contrato.
2.2. PADRÕES E NORMAS
Onde forem aplicáveis e não estiverem conflitantes
obedecidos os requisitos da ABNT
versões, atualizadas.
com as presentes Especificações, deverão ser
- Associação Brasileira de Normas Técnicas em suas últimas
No caso do CONSTRUTOR
se apoiar em Normas e/ou Especificações diferentes
as mesmas deverão ser claramente citadas
das acima
mencionadas e que sejam universalmente aceitas
e a
sua aceitação submetida à CONTRATANTE.
A CONTRATANTE também poderá ser denominada
especificação.
como FISCALIZAÇÃO para efeito desta
Na eventual necessidade de
serem executados serviços não especificados, o CONSTRUTOR
somente poderá realizá-los após aprovação da especificação correspondente pela CONTRATANTE.
2.3. RESPONSABILIDADES
O CONSTRUTOR será
o unico responsável pela execução das obras, obedecendo a todos os
requisitos do Projeto, inclusive execução de ensaios na presença da CONTRATANTE. Será também
de sua integral responsabilidade
0 fornecimento de todos os materiais, mão-de-obra, infra-estrutura.
equipamentos, atestados (quando for
0 caso), montagens, transportes diversos, água luz
comunicações, impostos, taxas e tudo o mais que se fizer necessário
dos serviços, bem como de todos
para o bom desenvolvimento
os encargos decorrentes.
-.Ai￾Ròd. RS 500, KnV 1, s/n°. Distrito Industrial, Constanti
Fone: (54) 3363 1314 - E-mail: aüminis
i
, Construir I
S T R U T o R A
na / RS
Protocolo no.^£^2niQ
Ass.
-Ar .
3. SERVIÇOS PRELIMINARES
3.1.LOCAÇAO DA OBRA
Deverá ser prevista a utilização de equipamentos topográficos adequados a perfeita locação e apoio á
obra. Estes equipamentos serão utilizados para dar apoio aos serviços de demarcação, escavação,
aterros, locação das estruturas.
O CONSTRUTOR deverá verificar todas as cotas do Projeto, comparando-as com as medidas do
terreno. Divergências devem ser comunicadas imediatamente ao CONTRATANTE.
3.2. REMOÇÃO DE SOLO VEGETAL E PREPARO DO TERRENO
Serviços preliminares constituem o conjunto de operações destinadas a liberar a área a ser
terraplenada e/ou onde serão implantadas as obras permanentes (edificações) ou ainda as áreas
determinadas pela CONTRATANTE, da vegetação eventualmente existente, da camada superior do
solo com materiais orgânicos, resíduos vegetais e outros materiais nocivos. Os serviços preliminares
compreendem o desmatamento, o destocamento, raspagem e a limpeza.
Após a verificação da locação, o CONSTRUTOR dará início as operações de limpeza. A limpeza
consistirá na remoção de todo o material solto ou de origem vegetal, nas áreas indicadas pelo Projeto.
As áreas a serem limpas correspondem àquelas em que se realizarão as escavações programadas,
ou às que serão utilizadas como bota-fora, ou destinadas à estocagem.
A limpeza incluirá, onde necessário, a remoção dos detritos de origem vegetal e blocos de rocha, de
forma que a superfície resultante se apresente completamente livre de qualquer material inadequado.
A limpeza será executada mediante a utilização de equipamentos adequados, complementada com o
emprego de serviços manuais. O equipamento mobilizado será definido em função da densidade, do
tipo de serviço e dos prazos exigidos na execução da tarefa.
Desmatamento e remoção de solos vegetais são as atividades que consistem no corte de árvores e
arbustos de qualquer porte, na roçada, na remoção de tocos com diâmetro de até 30 cm, de galhos,
de emaranhados de raizes e do solo envolvente, do capim e da camada de solo com matéria orgânica
com espessura de 30cm (trinta centímetros), ou até a profundidade suficiente para a remoção de
detritos de origem orgânica e de materiais nocivos, de forma que a superfície resultante se apresente
completamente livre de materiais indesejáveis.
*m-' Gnc-; Kf-n 1 s/n'-'. üistMio i .ví uriTííTrG.m^-isííjníirhs-- :';:- -
- j. .
Construir^: C O N S T H U O »■! A l-ons: 33S3 'iSlf - t-rn?:!!- acimii'íat>-ativg{u.inorintrnn--
CÂMARA MUNICIPAL Dt VEREADOR
SERAFINA CORRÊA-RS
Protocolo r.o.
Ass,
3.3. INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS- CANTEIRO DE OBRAS
Fica sobre responsabilidade do construtor a construção e remoção de quaisquer instalações
temporárias para a execução da obra, assim como a ligação provisória de água e luz para a utilização
durante a construção das unidades habitacionais.
4. RESISTÊNCIA DO CONCRETO
Nas plantas do Projeto Executivo serão indicadas as resistências características à compressão (fck)
dos concretos.
O CONSTRUTOR definirá os traços de concreto adequados para que se obtenha a resistência média
à compressão fcj, suficientemente acima da resistência característica à compressão fck, de modo a
resistir, com um fator de segurança, a todas as cargas a serem aplicadas nas estruturas.
4.1. CONCRETO ESTRUTURAL
Será o concreto simples armado, com as seguintes características ou como especificado no projeto
estrutural:
- Fck de 18 MPa;
- Fator água cimento máximo 0,65;
Slump máximo; 12 cm;
- Diâmetro máximo do agregado 19 a 25 mm.
CAPACIDADE DA BITONEIRA TEMPO DA MISTURA
1,0m^ ou menos 1,5 minutos
1,5m^ ou menos 2,0 minutos
2,5m^ ou menos 2,5 minutos
3,0m® ou mais 3,5 minutos
5. ARMADURA
Os aços deverão atender as exigências da especificação NBR 7480 para as categorias indicadas no
projeto e submetidos aos ensaios de tração e dobramento em amostras representativas colhidas nos
lotes do canteiro de obras e ensaiadas conforme os métodos NBR 6152 e NBR 6153 da ABNT.
Todo o ônus do controle tecnológico da armadura é de responsabilidade do CONSTRUTOR.
Aplicam-se ás armaduras de aço as exigências das normas e Especificações Brasileiras - NBR.6118,
NBR.7187, NB.3, e demais especificações que regem o assunto.
r
CÂMARA MUNIQPAL DE VEREADORES
SERAFINA CORREA-RS
Protocolo r.p. Pifti j ^oi ^
Data: òhhLJ.Urj￾AS5
0 CONSTRUTOR deverá fornecer, cortar e colocar todas as armaduras de aço, incluindo estribos,
fixadores, arames, amarrações, barras de ancoragem, travas, emendas por superposição ou solda, e
tudo 0 mais que for necessário para a perfeita execução desses serviços, de acordo com as
indicações dos desenhos de Projeto.
6. FUNDAÇÕES
Após as escavações, conforme detalhamento nas plantas do projeto, as bases das fundações
deverão ser preparadas de maneira a assegurar um bom contato entre o concreto e a rocha/soio, ou
entre o aterro e a rocha.
A profundidade mínima para a base da fundação deverá ser de 1 metro, salvo situações onde for
comprovada a resistência adequada do solo e autorização do engenheiro responsável.
Antes de lançar o concreto, deverá ser regularizada a fundação seguindo os alinhamentos, dimensões
e cotas indicadas nos desenhos do projeto estrutural. Esta regularização deverá abranger tanto
corte e remoção de irregularidades da superfície do solo quanto o preenchimento de irregularidades
bruscas com concreto, com ou sem uso de formas.
0
A regularização das fundações deverá obter uma superfície uniforme, com o lançamento de uma
camada de 5 cm de concreto magro , e que ofereça as condições necessárias para a implantação das
estruturas.
Todas as faces e fundos da superfície da fundação deverão estar isentos de pedras soltas ou
instáveis, mediante limpeza com ferramentas convencionais.
Falhas, cavidades, depressões, zonas de fraturas abertas e outras eventuais irregularidades deverão
ser preenchidas com concreto ou argamassa ou calda de cimento, após cuidadosa limpeza e
remoção de material solto até profundidades a serem definidas pelo projeto.
Nenhuma concretagem poderá ser feita sem a prévia autorização do engenheiro executor
7. VIGAS BALDRAMES
As valas para acentamento das vigas baldrame e de fundação deverão ser abertas manualmente nas
cotas indicadas no projeto, o fundo das valas deverá ser compactado e regularizado.
As vigas baldrame deverão ser executadas em todo o local onde existirem paredes e para o
travamento dos pilares existentes.
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CÂMARA (MUNICIPAL Üh VtREAD'
SERAFINA CORRÊA rs '
Protoc*
Asà,
A superfície destas vigas e suas faces laterais ( mas laterais até a metade da viga ) deverão ser
impermeabilizadas com argamassa a base de polímero bi-componente com no mínimo duas demãos
cruzadas.
Antes de lançar o concreto, deverá ser regularizada a base das vigas seguindo os alinhamentos,
dimensões e cotas indicadas nos desenhos do projeto estrutural. Esta regularização deverá abranger
tanto o corte e remoção de irregularidades da superfície do solo quanto o preenchimento de
irregularidades bruscas com concreto, com ou sem uso de formas.
A regularização da base das baldrames deverá obter uma superfície uniforme, com o lançamento de
uma camada compactada de brita n° 1, e que ofereça as condições necessárias para a implantação
das estruturas.
Todas as faces e fundos da superfície deverão estar isentos de pedras soltas ou instáveis, mediante
limpeza com ferramentas convencionais.
Falhas, cavidades, depressões, zonas de fraturas abertas e outras eventuais irregularidades deverão
ser preenchidas com concreto ou argamassa ou calda de cimento, após cuidadosa limpeza e
remoção de material solto até profundidades a serem definidas pelo projeto.
Nenhuma concretagem poderá ser feita sem a prévia autorização do engenheiro executor.
Para as dimensões e ferragens, ver projeto estrutural, onde não indicar, utilizar seção de 20x20 com
ferro longitudinal de CA50 08 mm e nos estribos CA60 0 5 mm a cada 15 cm.
7.1. ALVENARIA PARA CONTENÇÃO DE TERRA
Na região frontal e lateral da elevação inferior do pilotis, deverá ser executado um muro de contenção
em alvenaria de tijolo maciço duplo, com espessura mínima de 20 cm.
Para travamento do muro junto aos pilares , prever a cada 50 cm uma barra de ferro CASO 08 mm .
Para impermeabilização, usar reboco no traço de 1:3 com aditivo de impermeabilizante tipo vedaciti
ou similar.
Após cura do reboco, usar pintura asfáltica tipo igol com duas demãos cruzadas.
Para drenagem lateral da umidade , usar uma camada de pedra marruada em toda a extensão do
muro em contato com o terreno local ( ver projeto arquitetônico )
f^S íióC ! ■ íK i . üistriío Ínclnídiiar C￾Constr^’Uif i
Fone: (54; 'i314 t-nail: administí'aíivní:ar.cn';tr;<:;cc'; c O N ú T H L* !' O 5- Ai ;vs.coiri
CÂMARA MUNICIPAL Dt VEREADORE^-
SERAFINA CORRÊA-RS
Data:_Q6 />Í. //^
Protocolo no.
Ass,
Tir,! . n; ."
8. ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO
PILARES
Deverão ser construídos pilares em concreto armado com seção mínima de 360 cm^ ou como
indicado no projeto estrutural. Na armadura longitudinal será utilizado ferro CASO 10mm e nos estribos
CAGO 0 5 mm conforme projeto estrutural . Deverá ser utilizado concreto estrutural com fck mínimo de
18 Mpa Fator A/C :0,65 e cobrimento mínimo de 2,5 cm.
VIGAS
Deverão ser executadas vigas em concreto armado com seções diversas, de acordo com o projeto
estrutural, sobre todo o perímetro da edificação e onde tiver paredes. Na armadura longitudinal será
utilizado ferro CASO 0 e nos estribos CABO 0 5 mm. Deverá ser utilizado concreto estrutural com fck
mínimo de 18 Mpa Fator A/C :0,65 e cobrimento mínimo de 2,5 cm.
CINTAS DE AMARRAÇÃO
Ter seção mínima de 12x20 cm em todo o perímetro das alvenarias existentes com ferragem
longitudinal CASO 08 mm e nos estribos CA60 0 5 mm a cada 15 cm.
PILARES DE AMARRAÇÃO DAS PAREDES
Na alvenaria sobre o pilotis, deverá existir pilares de amarração da alvenaria de vedação, conforme
projeto estrutural, na armadura longitudinal será utilizado ferro CASO 0 8mm e nos estribos CASO 0
4.2 mm a cada 15 cm.
9. ALVENARIA
As paredes de vedação serão executadas em alvenaria de tijolo 6 furos nas dimensões 11,5x19x29.
Os tijolos deverão obedecer as normas vigentes;
1®- NBR 7170 tijolos cerâmicos para alvenaria;
2°- NBR 8041 tijolos cerâmicos maciços para alvenaria - forma e dimensão
A espessura das paredes externas deverá ter 15 cm ;
A espessura das paredes internas deverá ter 15 cm;
ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO
Rotí. Ris S0í>. Km 1. <-nv\ Di-idu! indsisiriíT CmS-íí-ir.ft.M ■ RR
íRí) 1.ÍS s - R -ín;;ir c O N r; ■? R {.; r c
CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADQRFc
serafinacorrêa"rs^°^^“
Protocolo
AS5.
s
A argamassa de assentamento deverá ter um traço homogêneo e consistente
1:2:8 ( cimento : cal
na seguinte proporção
que substitua a cal (
alvenarit) a proporção de cimento e areia deverá ser de 1:6 ( cimento: areia média + aditivo ).
areia média ) ou caso seja feita a adição de algum aditivo
CHAPISCO
O chapisco deverá ser o
alvenaria.
mais fino possível devendo apenas aumentar a rugosidade superficial da
A proporção do traço deve ser 1:3 ( cimento : areia grossa)
Emboço
O emboço deverá ser aplicado para nivelamento final da
aspecto uniforme a estrutura.
parede, corrigindo imperfeições e dando
A proporção do traço deve ser de 1:2:8 ( cimento : cal : areia média ) ou caso seja feita a adição de
algum aditivo que substitua a cal ( alvenarit) a proporção de cimento
cimento: areia média + aditivo ).
e areia deverá ser de 1:6 (
REBOCO OU CALFINAMENTO
O calfinamento deverá ser aplicado para se ter o acabamento final da parede dando o aspecto
espelhado e substituindo a utilização da massa corrida, ajuda ainda a impermeabilizar a parede e
tem a função selante ajudando na pintura fnal da estrutura.
A proporção do traço deve ser de 1:3 ( cal : areia fna ) , a areia deverá ser peneirada antes
10. REVESTIMENTOS
10.1. TINTA ACRÍLICA
Nas paredes em alvenaria e concreto deverá ser aplicada duas demãos de tinta acrílica
superfície deverá estar seca e limpa antes da aplicação da pintura.
semi-brilio. A
10.2. CERÂMICA
Em todos os cômodos deverá ser utilizado piso cerâmico da cor branca PI4
mínimas de 30x30.
ou similar com dimensões
Nas paredes junto á área molhada dos cômodos do banheiro, cozinha
elevação mínima de 1 ,5 m
e área de serviço, até a
a contar do piso acabado, deverá ser revestido com cerâmica PEI3 branca.
-Rod. RS 500, Km 1, s/n°. Distrito IndusJriaL Conslantina /
Foi.-e: (54) 33ÒJ 1.3')4 - E-mail; Li
Construir c
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o N S 7 a U r o « A
.rusrctJ
Ass,
10.3. FORRO DE PVC
Deverá ser utilizado forro de PVC Branco 8 mm anti-flamas internamente em todos os cômodos.
11. LAJE PRÉ-FABRICADA
Em todos os cômodos da construção sobre o pilotis será executada laje do tipo pré-fabricada com
tavela cerâmica com vigota treliçada do tipo gerdal com largura mínima de 12 cm.
Deverá ser utilizado um recobrimento minimo ( capa de concreto ) de 5 cm, escoramentos e contra￾flechas de acordo com as indicadas no projeto estrutural.
A espessura da tavela e ou da laje depende do cômodo variando de um minimo de 8 cm até 12 cm,
para maior detalhamento deverá ser consultado o projeto.
12. INSTALAÇÕES
12.1. ELÉTRICA
Alimentação Geral
A tensão de alimentação fornecida pela concessionária na região é de 220/380V.
Será necessário a instalação de um padrão bifásico 50A tipo B2.
A alimentação é feita através da rede de baixa tensão da concessionária, mais próxima
A alimentação dos medidores será feita por fios de cobre, com isolação de PVC, sendo utiiizados um
condutor por fase de seção igual a 10mm^ que partirão do padrão de medição instalado no local.
Aterramento
Para o aterramento, o esquema utilizado foi o TN-S, onde o condutor neutro e o condutor de proteção
são separados ao longo de toda a instalação, sendo unidos somente no aterramento da alimentação.
Para a haste de aterramento será empregada uma barra de cobre de comprimento minimo de 150
cm.
Eletrodutos
k! íííTíiOO, Am 1, Vn'A UsstrÜv iACincrnai. ● : s!:?\n‘.ri!£rv
Construir C O N S H iJ r O R /, i-on&; (£4; 33G3 1314 - E rnaii: administralivü@constru;rcar 'utcraxom.br
CÂMARA MUNiaPAL DE VEREADORES
SERAFINA CORRÊA-RS
Protocolo r.o. SBál?OlH
Data:oô//2 UH
Ass.
Os eletrodutos utilizados para conduzirem os demais circuitos serão de PVC flexivel tigre ou de
qualquer marca conhecida no mercado, sendo esta de boa qualidade e de fácil utilização, e a
especificação de cada eletroduto encontra-se no quadro de carga da coluna montante ou então em
planta.. É preciso cuidar para que não se sobreponham dois eletrodutos.
Condutores
Os condutores serão da marca Pirelli, tigre ou qualquer marca similar de qualidade comprovada. No
caso de ocorrerem emendas, estas devem ser feitas sempre nas caixas de passagem, nunca no
interior dos eletrodutos. A especificação dos condutores referentes a cada circuito, encontra-se nos
quadros de carga da caixa de distribuição a qual o circuito pertence, que se encontra na planta do
pavimento onde a caixa de distribuição esta localizada.
Os condutores devem seguir a seguinte convenção:
- condutores fase : preto, branco,vermelho ou cinza;
condutor neutro : azul claro;
- condutor terra : verde
A colocação dos fios deverá ser feita com a utilização de um cabo flexível, que passa através dos
eletrodutos. então se amarram os fios na ponta do cabo e os puxa até o local desejado. A instalação
deve ser feita por um profissional experiente e acostumado a trabalhar com eletricidade. É preciso
adotar convenções como cor do fio, tipo de fio, para não se perder durante a instalação.
Caixas de Derivação (Pontos de Luz)
Nas dependências da recepção, escritório e banheiros, serão utilizados caixas sextavadas embutidas
na laje pré-moldada.
Interruptores e Tomadas
Os interruptores e as tomadas serão do tipo de embutir, visíveis à noite, colocados em caixas de PVC
4"x 2" (100x50mm) embutidas na alvenaria, com espelho, das marcas Pial ou Iriel, e serão de 10
ampéres - 250 Volts.
As tomadas de uso específico terão seus condutores de proteção individuais ligados ao condutor
geral da edificação (aterramento tipo TN-S).
Iluminação
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CÂMARA MUNiaPAL Dh VEREADORES
SERAFINA CORRÊA-RS
Protocolo no.
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Ass
A iluminação interna tem lâmpadas fluorescentes
e incandescentes nos lavatórios.
na recepção, escritório, vão livre interno do pavilhão
12.2. HIDROSANITÁRIA
São instalações destinadas a receber e distribuir a água aos diversos pontos de consumo.
Materiais
As instalações de água fria
“ ou similar de qualidade comprovada
serão executadas com tubos de PVC soldável “marrom”, da marca “ Tigre,
RESERVATÓRIO
Para abastecimento das instalações será providenciado um reservatório em fibra de vidro, polietileno
ou similar, com capacidade de 500 litros.
Agua Fria
As colunas serão executadas
pranchas citadas.
em PVC soldável. Os diâmetros dos trechos são indicados nas
Ramais e sub-ramais
O suprimento será feito através de ramais de PVC que deverão conduzir
utilização( aparelhos).
a água aos pontos finais de
Conexões
Todas as conexões serão compatíveis em material e bitola com as tubulações á conectar.
Instalações de Esgoto
Estas Instalações constituem um conjunto de canalizações com a finalidade de coletar
edificação as águas servidas, desde
os aparelhos até a rede pública de esgotos
e afastar da
.
Material
Todas as tubulações empregadas na instalação de esgoto serão executadas com tubos de PVC
Rigido tipo esgoto (branco), e deverão atender as especificações da EB 608 (NBR 5688).
As instalações de esgoto são divididas em: ramais de descarga, ramais de esgoto, tubos de queda,
colunas de ventilação.
RS 500. Km 1, s/ . Di
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c o N S r R >ne: (54) 33Í5Í i ;tdiri;hÍ!- í ' f I i i í -ra.ói;
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Colunas de Ventilação
São aquelas tubulações destinadas a ventilar os tubos de queda e os ramais de esgoto, garantindo a
eficiência dos fechos hídricos e encaminhando os gases para a atmosfera.
Conexões
Todas as conexões serão compatíveis em material e bitola com as tubulações á conectar.
Aparelhos Sanitários
Bacias Sanitárias
Serão de louça do tipo auto-sifonadas na cor branca, com caixa de descarga acoplada, todas dotadas
de assento plástico na mesma cor.
Lavatórios
Serão de louça com coluna na cor branca para todos os banheiros. Os lavatórios de todos os
banheiros serão dotados de torneira cromada.
SISTEMA DE TRATAMENTO FINAL DE EFLUENTES
Para a destinação final dos efluentes, será executada um sistema composto por fossa e sumidouro
para as águas escuras oriundas dos banheiros, e de apenas sumidouro para as águas cinzas,
oriundas das águas da cozinha e área de serviço.
Para maiores detalhes construtivos, ver projeto hidrossanitário e de esgoto.
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13. ABERTURAS
Todas as aberturas deverão atender as especificações do projeto arquitetônico (ver quadro abaixo).
Todas as aberturas metálicas deverão ser tratadas com 2 demãos de fundo antioxidante e pintura
esmalte sintético.
PORTAS
QUANT. TIPO MATERIAL DESCRIÇÃO I DIMENSÃO
t
ABRIR 80X210 02 FERRO
MADEIRA 80X210 03 [2] ABRIR
JANELAS
MATERIAL DIMENSÃO OUANT. TIPO DESCRIÇÃO
FERRO 2 FOI I IAS CORRER 120X120 02 ;i
ferro 2 FOLHAS ! CORRER 150X120 01 ,2,'
FERRO BASCULANTE 60X60 01 .3
14. LIMPEZA FINAL DA OBRA
A obra deverá ser entregue limpa, isenta de sujeiras, entulhos ou quaisquer resíduos oriundos de
escavações, bota-fora e da própria execução da obra.
15. RESUMO DE EQUIPAMENTOS
A unidade habitacional será entregue equipada com a seguinte relação de equipamentos;
01 Vaso sanitário louca branca com caixa acoplada;
01 Lavatório em louca branca, sem coluna padrão popular;
01 Tanque simples de concreto incluindo instalações.
01 torneira cromada longa, de parede, 1/2" ou 3/4", para pia de cozinha, padrão popular;
01 Papeleira em metal cromado padrão popular;
01 Saboneteira em metal cromado padrão popular;
01 Porta Toalha em metal cromado padrão popular
01 Torneira plástica 3/4" para tanque;
Rod. RS SOO. Km 1, s/iT', Distrito Industriai Consiantina / kS
Construir C O N S T R ir í o K Ai Fone: í54) 3363 Í314 - L-nrUi- administfativr,@construifco?»'.itrutors.coríi.bt
●.amara MUNIaPAL Ot VEREA-Ií
SERAFIM CORRÉA-m'^‘''''=-
Protocolo
Ass
01 Pia aço inoxidável 120x60cm com 1 cuba;
01 Chuveiro elétrico comum corpo plástico tipo ducha;
01 Guarda corpo metálico tubo galvanizado 1 1/2"
16. CONCLUSÃO
De acordo com o acima descrito e sem nenhuma dúvida a respeito deste documento, abaixo assinam
o engenheiro responsável pelo projeto/execução e o proprietário.
Constantina , 29 de Setembro de 2014.
Responsável Técnico: Proprietário;
LUCAS GASPERIN
ENGENHEIRO CIVIL
CREA 83636/D
CONSTRUIR CONSTRUTORA
Roo.' RS SOO, Krn 1 s/iT', Distrito Industrial, Constantina i RS Coristpuir C o N S T R U r o R A Fone: (64) 3363 1314 - L-maii: admínistrativoCa-contsiniirconfjlrutorri.ccMT}.!:/'
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Protocolo no
Data;
Ass.

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