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materia nº 25/2017

Tipo Projeto de Lei
Número / Ano 25 / 2017
Date 2017-03-13
EmentaAPROVA O PLANO MUNICIPAL DE TURISMO DO MUNICÍPIO DE SERAFINA CORRÊA.
native_id648

Autoria

Tramitação (latest 7)

DateStatusTurnoTexto
2017-03-20 MATÉRIA RETIRADA Projeto de Lei retirado pela Poder Executivo. Trâmite concluído. Matéria arquivada.
2017-03-20 MATÉRIA RETIRADA Projeto de Lei retirado de pauta através do Ofício Gab. nº 196/2017.
2017-03-20 Matéria inclusa na Pauta Inclusa na pauta da Sessão Ordinária de 20/03/2017.
2017-03-20 Documento Acessório OFÍCIO GAB. Nº 196/2017 que solicita a retirada do Projeto de Lei.
2017-03-17 Opinião Técnica OPINIÃO TÉCNICA CONCLUÍDA.
2017-03-13 Matéria remetida a Assessoria Jurídica Matéria digitalizada. Remetida para Assessoria Jurídica para Opinião Técnica.
2017-03-13 MATÉRIA PROTOCOLADA Remetido à Secretaria para digitalização.

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 84

Câmara de Vereadoma
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Data;
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Of. Gab. n.° 181/2017 Serafina Corrêa, RS, 13 de março de 2017.
Sua Excelência
Vereadora - Olderes Maria Piazza Santin
Presidente do Poder Legislativo Municipal
Serafina Corrêa - RS.
Assunto: Projeto de Lei n.° 025/2017.
A Prefeita Municipal de Serafina - RS, no uso das prerrogativas outorgadas
pelo art. 66 da Lei Orgânica do Município, encaminha o Projeto de Lei n.° 025/2017, que
“Aprova o Plano Municipal de Turismo do Município de Serafina Corrêa”.
Pela habitual acolhida, antecipo agradecimentos, ao mesmo tempo em que
se solicita a tramitação do presente projeto em regime de urgência.
Atenciosamente,
Maria An ie|i^'AMqu^^
Prefeita Münicipal.
leller.
PREFEITURA MUNICIPAL DE SERAFINA CORRÊA - ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Avenida 25 de Julho. 202 - Caixa Postal, 11 - CEP: 9S250-000 - Serafina Corrêa - RS
Telefone/Fax: (54) 3444.1166 - CNPJ: 88.597.984/0001-80 - www.serafinacorrea.rs.gov.br
Câmara de Vereadores
PI. Rub«i«a
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ESTE DOCUMENTO SE ENCONTRA
EXAMINADO E APROVADO POR
ESTAASSESSORIAJUIRiDICA.
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caiviARa municipal D£ vereadores
SERAFINACC^RLA:^
Protocolo
Data:_Í3_iíl^>-i-i3—
PROJETO DE LEI N.° 25, DE 10 DE MARÇO ÇE 2017.
Aprova o Plano Municipal de Turismo do
Município de Serafina Corrêa.
Art. 1° Fica aprovado o Plano Municipal de Turismo do Município de Serafina
Corrêa para o decênio 2016 - 2025, na forma do anexo único desta Lei.
Art. 2° O Plano Municipal de Turismo do Município de Serafina Corrêa será
acompanhado e avaliado, durante todo o período de sua execução e desenvolvimento, pelo
Conselho Municipal de Turismo, sob a coordenação da Secretaria Municipal de Turismo,
Juventude, Esportes e Lazer.
Art. 3° Revogam-se as disposições em contrário.
Art. 4° Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.
Gabinete da Prefeita Municipal de Serafina Corrêa, 10 de março de 2017, 56®
da Emancipação.
Maria Amál^iyy^ueGl
Prêfeita MuiAicipal
ler.
PREFEITURA MUNICIPAL DE SERAFINA CORRÊA - ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Avenida 25 de Julho, 202 - Caixa Postal, 1 1 - CEP: 99250-000 - Serafina Corrêa - RS
Telefone/Fax: (54) 3444.1166 - CNPJ: 88.597.984/0001-80 - www.serafinacorrea.rs.gov.br
camara de Vareadonas
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CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES
SEP^FINA CGFpEA-RS
Protocoio rCL lM\o \Mü
Data: i V !03^!
Ass. L￾PROJETO DE LEI N.° 25, DE 10 DE MARÇO DE 2017.
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
Excelentíssima Senhora Presidente
Excelentíssimos Senhores Vereadores
Segue à apreciação dessa Colenda Câmara Municipal, Projeto de Lei que
“Aprova o Plano Municipal de Turismo do Municipio de Serafina Corrêa.”
O turismo apresenta-se como um dos mais eficazes indutores do
desenvolvimento econômico sustentável no século XXL Segundo dados do Ministério do
Turismo, a participação do turismo na economia brasileira já representa 4% do PIB do nosso
país (Mtur, 2015). Estima-se ainda que, para o ano de 2022, o turismo seja responsável por
5 milhões de empregos. Estão incluídas como geradoras de empregos diretos as atividades
relacionadas á hotelaria, agências de viagens, companhias aéreas, outros tipos de
transportes de passageiros, restaurante e lazer.
Os municípios, como participantes diretos da atividade turística, têm buscado
alternativas de implementação de ações que fomentem esse setor, seja em investimentos
em infraestrutura, recursos humanos e organização administrativa, o que representa
diretamente a consolidação de um planejamento estratégico que vise o delineamento de
ações que nortearão os trabalhos do poder público, iniciativa privada e entidades acerca da
promoção do turismo.
Nesse sentido, o Plano Municipal Turismo - PMT é um instrumento
fundamental na determinação e seleção das prioridades para a evolução harmoniosa da
atividade, determinando suas dimensões e formas ideais, bem como as estratégias e ações
para alcançá-las, de maneira ordenada, sistematizada, integrada, com eficácia e eficiência.
O presente Plano Municipal de Turismo apresenta as orientações estratégicas
para o desenvolvimento da atividade turísticas de 2016 a 2025. O PMT é o resultado do
esforço integrado da administração municipal, através da Secretaria Municipal de Turismo,
iniciativa privada e terceiro setor, por meio do Conselho Municipal de Turismo e da
Atuaserra.
O Plano foi construído sob o alinhamento das diretrizes nacionais e
estaduais, do Documento Referencial - Turismo no Brasil 2011/2014, Plano de
Desenvolvimento do Turismo do RS 2012/2015 e do Plano Diretor de Desenvolvimento
Ambiental Integrado - PDDI Diretor Municipal - Lei Municipal n° 5.056 de 25/05/2007, que
institui 0 referido plano, e destaca, no âmbito da gestão, as diretrizes que devem nortear o
desenvolvimento do turismo municipal, no contexto regional, valorizando os seguintes
aspectos:
-A participação e o diálogo com a sociedade;
-Ageração de oportunidades de emprego e empreendedorismo no segmento em uma linha
de tempo;
PREFEITURA MUNICIPAL DE SERAFINA CORRÊA - ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Avenida 25 de Julho. 202 - Caixa Postal, 11 - CEP: 99250-000 - Serafina Corrêa - RS
Telefone/Fax: (54) 3444.1166 - CNPJ: 88.597.984/0001-80 - www.serafinacorrea.rs.gov.br
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CÂMARA MUNICIPAL D£ VEREADORES
SEPV\HNACORKEA-RS
Protocoio r,o. L^WüG￾Data: _Í3l_Í2Í)-Í~-Í^
AS5.
PROJETO DE LEI N.° 25, DE 10 DE MARÇO DE 2017.
- O incentivo à inovação e ao conhecimento;
-A regionalização como abordagem territorial e institucional para o planejamento;
-Aumento da atratividade da comunidade.
A organização do Plano Municipal de Turismo segue uma estrutura lógica que
parte do diagnóstico da realidade local e, a partir disso, elege as priroridades, define as
estratégicas, os objetivos e resultados esperados e a proposição e o desenvolvimento de
programas, projetos e ações.
O processo de planejamento estratégico, participativo e integrado, embora
recente, tem propiciado orientação e segurança aos atores, mobilizando
participação e respeito as instâncias de governança local e regional. Além disso, vem
possibilitando a formação de redes humanas e institucionais dos setores público e privado e
comunidade, criando sinergia e co-responsabilidade na implantação do Plano Municipal de
Turismo consolidando a implantação da regionalização municipal e criando condições para
atrair e ampliar a permanência de visitantes, aumentando, assim, a geração de emprego e
renda no município.
para a
Diante do exposto, conta-se com o parecer favorável ao presente projeto, ten
do em vista os objetivos propostos, bem como solicita-se a tramitação do presente projeto
em regime de URGÊNCIA por tratar-se de projeto revestido do mais alto interesse público.
Gabinete da Prefeita Municipal de Serafina Corrêa, 10 de março de 2017.
oqueuFiéíier,
jnicipal.
PREFEITURA MUNICIPAL DE SERAFINA CORRÊA - ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Avenida 25 de Julho. 202 - Caixa Postal. 11 - CEP: 99250-000 - Serafina Corrêa - RS
Tetefone/Fax: (54) 3444.1166 - CNPJ: 88.597.984/0001-80 - www.serafinacorrea.rs.gov.br
Câmara de Vereadora
Fl.
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PROJETO DE LEI N.° 25, DE 10 DE MARÇO DE 2017.
ANEXO ÚNICO CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES
SEP¥FINA CQRREA-RS
JhíAIqq
Data: IíQ^ /\â
Protocolo r.o.
Ass.
PREFEITURA MUNICIPAL DE SERAFINA CORRÊA
ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
A T U A S E R R A
SfSiSO UVi t VlMKIl
ASSOCIAÇÃO DE TURISMO DA SERRA NORDESTE
MUNICÍPIO DE SERAFINA CORRÊA - RIO GRANDE DO SUL - BRASIL
PLANO MUNICIPAL DE TURISMO
Serafina Corrêa, novembro de 2016.
Câmafa de Vereadores
R. Rubrica'
oc.
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
CÂMARA
Protocoio
Data; PIB-Piso Interno Bruto
Ass. -V￾PMT- Plano Municipal de Turismo
COMTUR - Conselho Municipal de Turismo
FEE - Fundação de Economia e Estatísticica do Rio Grande do Sul
IPEA - Instituto de Pesquisa Economica Aplicada
SETUR / Setur - Secretaria Estadual de Turismo
SEGH-Sindicato Empresarial de Gastronomia e Hotelaria
SME - Secretaria Municipal de Educação
SMC - Secretaria Municipal de Cultura
SMMA-Secretaria Municipal de Meio Ambiente
SMTJEL-Secretaria Municipal de Turismo, Juventude, Esporte e Lazer
SMOPTDU - Secretaria Municipal de Obras Públicas, Trânsito e Desenvolvimento Urbano
SMCPG-Secretaria Municipal de Coordenação, Planejamento e Gestão
SMS - Secretaria Municipal de Saúde
SMF - Secretaria Municipal da Fazenda
SMAPA-Secretaria Municipal da Agricultura, Pecuária e Agronegócio
SMAS - Secretaria Municipal de Assistência Social
SMARH - Secretaria Municipal de Adeministração e Recursos Humanos
SMTDE - Secretaria Municipal de Trabalho e Desenvolvimento Econômico
CRAS - Centro de Referência em Assistência Social
CREAS - Centro de Referência Especializada em Assistência Social
deVereaòoj»
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B.
PMSB - Plano Municipal de Saneamento Básico CÂNARA MUIVÍCÍPAL DE VEREADukE￾SERAFINA CORRÉA-RS
|uk llofi Protocoio n°. PPCI - Plano de Prevenção contra Incêndios
IBRAVIN - Instituto Brasileiro do Vinho Ass.
UCS - Universidade de Caxias do Sul
IDH - índice de Desenvolvimento Humano
RGE - Rio Grande Energia S.A.
STR - Sindicato dos Trabalhores Rurais
CONSEPRO - Conselho Comunitário Pró Segurança Pública
DAER - Departamento Autônomo de Estradas e Rodagem
ACISCO - Associação Comercial, Industrial e Serviços de Serafina Corrêa
AMESNE -Associação dos Municipios da Encosta Superior do Nordeste
FAMURS-Casa dos Municípios
CORSAN - Companhia Riograndense de Saneamento
SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas
SENAR - Serviço Nacional de Aprendizagem Rural
PRONATEC - Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego
SENAC - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial
SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
EMATER - Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural
CMMA - Conselho Municipal de Meio Ambiente
I
APRESENTAÇÃO
O turismo apresenta-se como um dos mais eficazes indutores do desenvolvimento econômico sustentável no século XXI. Segundo dados do Ministério
do Turismo, a participação do turismo na economia brasileira já representa 4% do PIB do nosso país (Mtur, 2015). Estima-se ainda que, para o ano de 2022, o
turismo seja responsável por 5 milhões de empregos. Estão incluídas como geradoras de empregos diretos as atividades relacionadas à hotelaria, agências de
viagens, companhias aéreas, outros tipos de transportes de passageiros, restaurante e lazer.
Os municípios, como participantes diretos da atividade turística, têm buscado alternativas de implementação de ações que fomentem esse setor, seja
em investimentos em infraestrutura, recursos humanos e organização administrativa, o que representa diretamente a consolidação de um planejamento
estratégico que vise o delineamento de ações que nortearão os trabalhos do poder público, iniciativa privada e entidades acerca da promoção do turismo.
Nesse sentido, o Plano Municipal Turismo - PMT - é um instrumento fundamental na determinação e seleção das prioridades para a evolução
harmoniosa da atividade, determinando suas dimensões e formas ideais, bem como as estratégias e ações para alcançá-las, de maneira ordenada,
sistematizada, integrada, com eficácia e eficiência.
O presente Plano Municipal de Turismo apresenta as orientações estratégicas para o desenvolvimento da atividade turísticas de 2016 a 2025. O PMT
é 0 resultado do esforço integrado da administração municipal, através da Secretaria Municipal de Turismo, iniciativa privada e terceiro setor, por meio do
Conselho Municipal de Turismo eda Atuaserra.
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0 Plano foi construído sob o alinhamento das diretrizes nacionais e estaduais, do Documento Referencial - Turismo no Brasil 2011/2014, Plano
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de 25/05/2007, que institui o referido plano, e destaca, no âmbito da gestão, as diretrizes que devem nortear o desenvolvimento do turismo municipal, no
contexto regional, valorizando os seguintes aspectos:
A participação e o diálogo com a sociedade;
A geração de oportunidades de emprego e empreendedorismo no segmento em uma linha de tempo;
O incentivo à inovação e ao conhecimento;
A regionalização como abordagem territorial e institucional para o planejamento;
Aumento da atratividade da comunidade.
A organização do Plano Municipal de Turismo segue uma estrutura lógica que parte do diagnóstico da realidade local e, a partir disso, elege as
priroridades, define as estratégicas, os objetivos e resultados esperados e a proposição e o desenvolvimento de programas, projetos e ações.
O processo de planejamento estratégico, participativo e integrado, embora recente, tem propiciado orientação e segurança aos atores, mobilizando
para a participação e respeito as instâncias de governança local e regional. Além disso, vem possibilitando a formação de redes humanas e institucionais dos
setores público e privado e comunidade, criando sinergia e co-responsabilidade na implantação do Plano Municipal de Turismo consolidando a implantação
da regionalização municipal e criando condições para atrair e ampliar a permanência de visitantes, aumentando, assim, a geração de emprego e renda no
município.
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1. CONTEXTUALIZAÇÃO
O turismo pode vir a ser a nova economia do município, talvez não há mais expressiva, mas a que diversificará e divulgará o município.
Comtur, 2016
1.1 HISTÓRICO DO MUNICÍPIO
Um pouco sobre a Imigração Italiana...
A partir de 1861, o processo de unificação da Itália e sua incorporação à produção e ao mercado capitalista comprometeram as condições de vida das
populações rurais italianas. O artesanato estava comprometido devido ao aumento da produção industrial; os pequenos arrendatários do norte da Itália
sofriam com os altos aluguéis dos minifúndios (pequena propriedade rural); o aumento de impostos, a baixa fertilidade de terras e o serviço militar, que
acabava afastando os jovens por alguns anos do trabalho nas terras, estavam dificultando cada vez mais a vida dos italianos.
Camponeses do norte italiano, começaram a emigrar para Estados vizinhos em busca de melhores condições de vida. Por volta de 1873 que a Europa
viveu sua primeira grande crise cíclica do capitalismo. Um tempo depois o fluxo imigratório de italianos para um Novo Mundo, a América, ganharia forma. A
região norte, a mais atingida pela crise, foi a que forneceu o maior número de imigrantes, provenientes de regiões da Lombardia, Piemonte, Trent^ Mâr^a,
Bréscia, Vicenza, Vêneto entre outros.
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0 embarque da maior parte dos imigrantes era feito no Porto de Gênova. Para a época, os navios que os transportava eram modernos e seguros,
apesar de viajarem sobrecarregados e em terceira classe. Apesar de ser uma viagem difícil, a taxa de mortalidade a bordo era baixa. Depois de mais ou menos
um mês sobre o Oceano Atlântico, enfim pisava-se em terra firme.
No Rio Grande do Sul.
A imigração italiana no Rio Grande do Sul, a partir de 1875, relaciona-se com o processo de troca da mão de obra escrava e à política de imigração e
colonização implantada pelo governo brasileiro. Foi preciso ocupar terras vagas que surgiram em decorrência do rápido processo de urbanização, prover a
mão de obra para a lavoura de café, além disso povoar e colonizar áreas consideradas improdutivas, principalmente na região sul do país. Estima-se que de
1875 a 1914 o Rio Grande do Sul tenha recebido cerca de oitenta mil imigrantes italianos.
Quando os imigrantes chegavam no Rio de Janeiro, passavam cerca de quarenta dias na Casa dos Imigrantes, localizada na ilha das Flores. As famílias
geralmente não eram grandes, possuíam dois ou três filhos e era pequeno o número de imigrantes sozinhos e solteiros. Depois viajavam por mais ou menos
dez dias até Porto Alegre, sendo que o transporte era feito em embarcações menores, onde depois seguiam seu destino rumo às colônias. As primeiras
colônias foram a de Caxias, Conde D'Eu (Garibaldi) e Dona Isabel (Bento Gonçalves). Em 1877 uma quarta colônia foi organizada. Silveira Martins, em região
florestal no centro do Rio Grande e com passar dos anos outros colônias foram se formando.
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A Colônia de Guaporé.... 0)
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Os colonizadores da colônia de Guaporé eram oriundos principalmente das colônias Dona Isabel, Conde D'Eu e Veranópolis. Em 1885, o governo qC|
designa o Engenheiro Nicolau França Leite Pedreiros para medição dos lotes coloniais nesta região. Este trabalhou três anos e conseguiu medir
aproximadamente dez mil lotes colonias. Seu sucessor foi o Engenheiro José Montauri de Aguiar Leitão. A colônia de Guaporé instalou-se oficialmentej«m
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A continuação do trabalho de medição coube aos engenheiros Barreto Leite e Vespasiano Rodrigues Corrêa. Medidos os lotes, começaram a chegar
os colonos e estes eram assentados por Barreto e Vespasiano. A colônia de Guaporé prosperou rapidamente sob orientação da comissão de terras, que estava
sob a chefia de Vespasiano. Em 1896 já estava ligada por telefone e correio, este vindo de Muçum, uma vez por semana feito por estafetas.
A colônia de Guaporé era dividida em 22 linhas. A linha era um caminho estreito, traçado no meio da floresta virgem, através de todos os acidentes
geográficos do terreno, exceto rios e afluentes. Cada linha tinha em média uma extensão de seis a sete quilômetros. Foram nas linhas que os imigrantes
organizaram sua vida social e religiosa. Construíam suas casas à beira da linha, dos dois lados da estrada, uma casa sucedia outra, evitando assim o isolamento.
Guaporé tornou-se município através do decreto ne 664, em 11 de dezembro de 1903, sendo sua instalação oficial em le de janeiro de 1904. Seu primeiro
prefeito foi Vespasiano Rodrigues Corrêa.
De Linha 11 à Serafina Corrêa....
Entre as 22 linhas da colônia de Guaporé, encontrava-se a linha 11, que anos mais tarde se tornou o município de Serafina Corrêa. Esta teve como
seus primeiros moradores José Franciosi, Orestes Assoni, Antônio Marin, João Variani, Achyles Cervieri, Anibal Fornari, Fancisco Pan, famílias Soccol, Corso e
Martineli . Estes pioneiros traziam em si um grande ideal e o desejo de fazer desta terra sua nova pátria.
Em 03/05/1911, de acordo com o ato 40, o Engenheiro Lucano Conedera, Intendente de Guaporé, usa das atribuições que lhe confere a Lei Orgânica
do município e cria o distrito com a numeração cinco, tendo sede o povoado Dona Fifina Corrêa, com as seguinte divisões; ao norte, pelos fundos da linha
Carlos Gomes (linha 16) com a General Osório (linha 9); ao sul, pelos fundos da linha Moreira César (linha 9) com a Marechal Floriano (linha 8) a leste pelo rio
Carreiro e oeste pelo rio Guaporé. Porém em 09/06/1924, através do ato 39, o Coronel Agilberto Atílio Maia, Intendente de Guaporé, extingue o qOfnto dl^ritoÇ,
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com a sede no povoado Dona Fifina Corrêa por motivos econômicos. o >
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Devido a importância comercial e industrial que vinha se desenvolvendo no povoado Dona Fifina, em 07/01/1925 pelo ato 17, cria -se novamente o
distrito, desta vez número oito, com sede no mesmo povoado. Mas em 17/10/1929, o coronel Agilberto extingue pela segunda vez, pelo ato 63. Em menos
de um ano, 07/08/1930, cria-se o nono distrito de Guaporé com sede no mesmo local, o povoado Dona Fifina Corrêa. O Decreto Estadual n^ 7.199 de
31/03/1938, eleva o povoado Dona Fifina à categoria de vila.
O desejo da emancipação deu origem a uma comissão, que era composta pelo Presidente Pedro Soccol; Vice-presidente Guerino Antônio Massolini;
le secretário Antônio Rotta, 2e secretário Nelson Assoni, 1^ Tesoureiro José Modeiski, 2^ Secretário Armando Canton. Chegou-se a provar que Serafina
representava 48% da arrecadação de Guaporé, daí as dificuldades da emancipação. Feito o processo, como determina a lei, foi encaminhado o mesmo à
Assembléia Legislativa; aprovado pela Comissão de Constituição, foi à votação. Com a minoria, o projeto foi derrotado. Em cada votação batalhavam para
coletar assinaturas de deputados, o suficiente para não ser arquivado, caso contrário teriam que começar desde o início.
O projeto era sempre derrotado, até que apareceu o pedido de emancipação de Nova Palma. Como a maioria da Comissão de Constituição da
Assembléia Legislativa era do PDS, veio o jogo político, só aprovaria o pedido de Nova Palma, se aprovassem o de Serafina Corrêa. Feito o acerto, o deputado
Jairo Brum, vendo o fato consumado, chama seus correligionários daqui, para celebrarem a vitória. Este ato não agradou, e em protesto, no dia da
emancipação, o povo de Serafina Corrêa não festejou. Para acalmar os ânimos exaltados, entrou em cena o Padre Francisco Loiatto e feito as pazes, partiu-se
para as eleições.
Então, em 22/07/1960, pela lei n^ 3.932 criou-se o município de Serafina Corrêa, constituído também pelos territórios de Montauri, parte da Vila
Oeste, pertencentes ao município de Guaporé e parte do distrito de Evangelista pertencente ao município de Casca. Segundo o Art. 3^ a Câmara seria composta
de sete membros e de acordo com Art. 4^ os mandatos do primeiro prefeito, vice-prefeito e vereadores extinguir-se-ia m em 31 de dezembro de 1963.
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Curiosidades:
1916: Instala-se bicos de luz a querosene; em 13 de janeiro é fundado o tiro de guerra 224 sendo presidente Pedro Zambenedetti e o instrutor o 2^ Sargento
Virgílio Cardoso, com tropa de 160 soldados.
1925: Nomeado Sr. Osvaldo Ribeiro para subintendente.
1926: Faz-se presente a agência do correio, sendo agente Vitorio Rotta.
1930:17 de novembro é determinado a assumir as funções de subintendente, o Sr. Edgar Feijó;
1942: Construído o novo prédio do Grupo Escolar Carneiro de Campos (atual Pré-escolar Castelinho do Saber); Construída a subprefeitura (atual APAE);
1960: Inauguração do Ginásio Nossa Senhora do Rosário (atual Escola Rainha D'Paz) em 28 de fevereiro.
1962: Restos mortais do Pe. Luiz Pedrazzani são levados à Igreja Matriz em 31 de maio.
1965: Neve no município de Serafina Corrêa, 20 de agosto.
1966: Inauguração do Clube Familiar Serafinense (atual Salão Paulo VI), em 30 de outubro.
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1987: Realiza-se a primeira Romaria ,com Pe. Giovanni Simonetto, em 29 de maio. í/i
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1988: Desmembra-se Montauri pela Lei estadual n° 8.607 de 09 de maio; Lei Estadual 926 de 16 setembro cria o distrito de Silva Jardim.
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1.2 Análise Situacional
- Data de criação; 22/07/1960, pela lei ne 3.932
- Município de origem: Guaporé
-Área: 160km^
- Vias de Acesso: RS 290
- Distâncias:
Porto Alegre: 200km
Bento Gonçalves: 92
Caxias do Sul: 122km
Passo Fundo:90km
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1.2.1 Dados populacionais e sociais: t.o
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- População: 22.810 habitantes (Censo 2010) / Estimativa em 2015: 24.686 habitantes m
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- Densidade Demográfica (2010): 78,83 hab/km^ > -u AC O
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- Expectativa de Vida ao Nascer (2010): 75,3 anos 73 n-i cjC
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- Coeficiente de Mortalidade Infantil (2010): 12,4 por mil nascidos vivos
- Taxa de analfabetismo (2010): 2,7 %
- 79 melhor índice geral do Idese (índice de Desenvolvimento Socioeconômico) no Estado (FEE 2013)
- índice de Desenvolvimento Humano Alto de 0,850 (numa escala de até 1,0) (IPEA 2015)
- 69 lugar no ranking de Educação no Estado (FEE 2013)
- Renda per capita (2010): R$ 1.141,67
1.2.2 Economia Serafinense:
- PIB (2011): R$ 789.274,000
- PIB per capita (2011): R$ 34.216,58
- Exportações Totais (2007): U$ FOB 59.475.198
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- Distribuição da economia Serafinense:
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- Indústria de transformação: 69,43% O) 00 >
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- Produção e extração animal e vegetal: 9,64% r'.
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- Comércio varejista: 8,67% r
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- Comércio atacadista: 5,47%SN
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- Indústria de beneficiamento: 1,05% ij .ji-. rt
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2. ATRATIVOS CULTURAIS E NATURAIS DE SERAFINA CORRÊA. Ih cog:a
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2.1 PÓRTICO DE ENTRADA DA CIDADE (A
Localizado na Rua Ipiranga, ao trevo norte, o Pórtico de entrada de Serafina Corrêa foi construído em 2001, sendo sua inauguração em dezembro do
mesmo ano. Feito de alvenaria, projetado pelo arquiteto Rony Roberto Grechi, é inspirado na arquitetura militar, unindo traços da arquitetura colonial italiana.
Possui duas torres com 10, 7 metros de altura cada, de uma torre a outra, o pórtico possui 16,8 metros de largura. O pórtico de entrada foi parte do projeto
Embeleze Serafina, que tinha como objetivo tornar o município mais receptivo e hospitaleiro, com obras também na parte de iluminação e ajardinamento de
Serafina Corrêa.
2.2.MAUSOLEU DA SENHORA SERAFINA
O monumento em homenagem à Sra. Serafina Corrêa é o Mausoléu, situado no centro do município. O Mausoléu é uma belíssima escultura que ^ f
simboliza a vida eterna e a liberdade, através da representação de um Cristo na cruz com os braços erguidos em direção ao céu. Na mão direita da escultura O.
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há um pássaro e na esquerda pregos, ressaltando ainda mais a expressividade da obra. 0 Mausoléu foi criado pelo artista Paulo Batista de Siqueira e é todo
feito com sucatas.
A inauguração aconteceu no dia 25 de Julho de 1985, em comemoração aos 25 anos de emancipação política de Serafina Corrêa. A cerimônia contou
com a presença de integrantes e veículos do Exército Brasileiro da época, que trouxeram os restos mortais de Serafina Corrêa, transladados do Rio de Janeiro,
para serem colocados no Mausoléu. Além de autoridades políticas, civis, militares, eclesiásticas e população em geral, estavam presentes também o artista
Paulo Batista de Siqueira, o escritor Mario Quintana que deixou uma carinhosa mensagem à Serafina Corrêa, e o neto de Serafina, Luiz Fernando Davidson
Corrêa.
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Mensagem escrita no Mausoléu: o >
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S- O m -e u 70 Na certeza de que um povo se faz pelo amor, união, cultura e trabalho. o >^2 *T!
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afigura de Dona Fifina ergue-se na história de Serafina Corrêa
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com o porte de uma estátua, isto é, para sempre. Cf. //
Mario Quintana
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2.3 OBELISCO À COMISSÃO EMANCIPACIONISTA I.
Construído atrás do Mausoléu, em concreto, tem formato estreito e direção vertical. Foi inaugurado em 08 de outubro de 1972. Este obelisco é uma
homenagem aos comandantes da luta emancipacionista do município de Serafina Corrêa. Há uma placa com a seguinte descrição:
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Comissão Emancipacionista
Presidente: Pedro Soccol
Vice-presidente: Guerino Antônio Massolini
12 Secretário: Antônio Rotta
22 Secretário: Nelson Assoni
12 Tesoureiro: José Modeiski
22 Secretário: Armando Canton
Eles foram os abnegados comandantes da luta emancipacionista.
Desde a primeira hora, foram para a linha de frente. E só depuseram as armas na comemoração da vitória. Eles realizaram o sonho da
grande maioria serafinense e desencadearam todo o progresso do município.
Serafinense - Contemporâneo do póstero : Sé grato a eles e aos demais batalhadores anônimos da causa emancipacionista. E que este bronze, com tudo
o que significa, seja fonte de elevada inspiração e força para a posteridade. -o n
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Serafina Corrêa, 8 de outubro de 1972. n 73
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2.4 MONUMENTO AOS MOTORISTAS
Localiza-se na rótula da Av. Arthur Oscar com a Av. Miguel Soccol. São três pilares de concreto interligados que tem em seu interior a estátua de São
Cristóvão com o Menino Jesus nos braços, e logo acima um sino. Por ali, todos os anos, no Dia Mundial da Paz, 01 de Janeiro, passam os caminhões, carros e
todos os veículos para a benção, como manifestação maior da Festa dos Motoristas. Foi construído em 01/01/1969.
2.5 GRUTA NOSSA SENHORA DE LOURDES
Um local de muita devoção é a gruta de Nossa Senhora de Lourdes. Poucas informações temos sobre sua origem. Segundo o depoimento de pessoas
mais idosas, no final de década de 1920, houve um movimento para a construção de uma gruta, em homenagem a Nossa Senhora de Lourdes, liderada por
três mulheres: Adelaide Crivelli, Ângela Sabadin e Virgínia Arroque. Elas percorreram a cidade para juntar fundos e procurar pessoas que se dispusessem a
trabalhar de graça na construção. Posteriormente, o Sr. Antônio Prado deu orientações para os trabalhos, os senhores Albino Assoni e Balduino Maccari e
mais duas ou três pessoas trabalharam gratuitamente.
Em um histórico da vida do Pe. Luiz Pedrazzani encontrou -se o seguinte: "No dia 8 de fevereiro de 1926, o Pe. Luiz Predrazzani foi nomeado vigário
do povoado Dona Fifina Corrêa e realizou em seguida a primeira festa a Nossa Senhora de Lourdes." O trecho confirma a devoção, mas não afirma a existência
da gruta.
A inauguração aconteceu nos primeiros anos de 1930. O terreno foi doado pela família Zanini, foi ajardinado e cercado, tendo no centro do jardim um
chafariz, que encantava as crianças. Uma enchente destruiu o jardim e a gruta ficou abandonada. Mas a Sra. Maria de Costa, conhecida também por Maria
Rissa, motivou as firmas e a prefeitura para a reforma. Até o final de seus anos, ela cuidou da gruta e do seu jardim e nunca deixou Nossa Senhora de Lourdes
sem flores, sempre plantadas e cultivadas por ela mesma.
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No início da década de 1970, houve uma reinauguração. No mês de fevereiro, sempre havia novenas, procissão luminosa e culminava no dia 11 do
mesmo mês com uma festa solene. A gruta Nossa Senhora de Lourdes possui diversos objetos representando as graças alcançadas, provando que a fé de seus
devotos se mantem viva ao longo dos anos.
2.6 CAMPING DO CARREIRO
Uma das paisagens naturais mais fascinantes de Serafina Corrêa certamente é o Camping Carreiro. O nome do local deve-se ao Rio Carreiro exuberante
e belo que banha e divide os municípios de Serafina Corrêa e Nova Bassano. Camping deve-se a palavra inglesa ligada a acampamento, por isso ficou
denominado Camping Carreiro.
O Rio Carreiro tem a nascente na divisa dos municípios de Ibirairas e Lagoa Vermelha. É um afluente da margem direita do Rio das Antas, formador
do Rio Taquari. A foz está situada entre os municípios de Cotiporã e São Valentim do Sul, Junto à localidade de Santa Bárbara.
O Camping Carreiro é um dos pontos turísticos mais visitados de Serafina Corrêa, especialmente na temporada de verão. Com uma área de
aproximadamente 175.000,00m^ distante cerca de 7 quilômetros do centro do município, é um local que possui quadras de areia para a realização de vôlei,
futebol, áreas onde são realizados campeonatos de bochas, quiosque, Giga's, edificação para a realização de eventos, pista de rodeio, pista de motocross.
Ginásio Poliesportivo, mata, área de camping e lazer, igreja, além de mergulho, natação e esportes aquáticos que são realizados no Rio Carreiro, próximo à
represa.
Não se sabe precisar a data, mas muito antes da década de 70 as famílias serafinenses passavam os domingos no Camping Carreiro, sendo uma opção
de descanso, lazer e diversão da época. O Rio Carreiro possui, no seu percurso, corredeiras, com corrente moderada e também usinas hidrelétricas. Nos anos
de 2007, foi construída a PCH Caçador, sendo que durante a obra foram encontrados sítios arqueológicos que fazem parte de estudos históricos sobre a
ocupação do local, dados que serão divulgados posteriormente.
)
A ponte que liga os municípios de Serafina Corrêa e Nova Bassano foi construída em 1974, sendo um marco no desenvolvimento e no progresso da
regiao.
Esporte, diversão, lazer, momentos de tranquilidade junto à natureza, tudo isso e muito mais pode ser encontrado no Camping Carreiro, um espaço
aberto à população serafinense e aos visitantes. Para acampar, os veranistas pagarão uma taxa diária, sendo que poderão usufruir de banheiros,
churrasqueiras, internet sem fio, áreas de lazer e toda a infraestrutura do Camping.
2.7 MARCO INAUGURAL
E um monumento constituído por um leão alado, símbolo da Regione Vêneto - antiga República de Veneza, sobre um bloco de pedra, ladeado por
outros blocos. No bloco à esquerda está fixada uma placa com a seguinte descrição:
" AQUI A HOMENAGEM DO POVO SERAFINENSE , AOS PRIMEIROS IMIGRANTES, QUE, INGRESSANDO EM MEIO A UMA TERRA ADVERSA E DESCONHECIDA,
PLANTARAM A ESPERANÇA REGARAM COM TRABALHO E COLHERAM A GLÓRIA, DEIXANDO A SEUS FILHOS A HONRA DE SER SERAFINENSE. A VÓS O
RECONHECIMENTO DA NOSSA GENTE."
SERAFINA CORRÊA 30 DE JULHO DE 1994.
MONTANARI,SCRITORI, VIDMAR, GRANDO, MIGLIAVACCA, PICOLLI, ZANCANARO, ALBAN, CANTON, CHIARELLO, DEITOS, DONDONI, FAÉ, BETINARDI,
MACCARI, MEZZOMO, MENEGATTI, MIOR, PERUZZO, ZAMPROGNA, PIVA, ZANATTA, PRESOTTO, SEGANFREDO, SGORLA, SORDI, ZARPELON, VIVIAN,
STEFENON, ZILIOTTO, ROTTA, VITALLI, CANDATEN, GOBBI, GOLLO, DE CEZARO, PANDOLFO, PASQUALOTTO, FRIGO, DE NEGRI, DAL'AGNOL, MINELLA, CELLA,
BEGNINI, BORTOLINI, BAGGIO, TOZZI, CASAGRANDE, SASSO, ZANELLA, ISOTON, BOLLIS, ROTTAVA, SGNAULIN,
MARUBIN, GlOMBELLI, FAVARO, GAGIOLA, BRESSIANI, RAMPANELLI.
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No bloco central; sobre o qual está o leão alado, está fixada a placa que é o marco inaugural da Via Gênova: dentro deste bloco há uma urna contendo
mensagens que serão divulgadas nos 200 anos de imigração italiana em Serafina Corrêa, 30/07/2092. Nesta placa está escrito:
2.8 VIA GÊNOVA
ESTE É O MARCO INAUGURAL DO PROJETO VIA GÊNOVA VOLTADOS PARA A ARTE, CULTURA E A HISTÓRIA DE NOSSA GENTE, RECORDAMOS O PNTO DE
PARTDIA DE NOSSOS ANCESTRAIS, EDIFICANDO SOBRE O CANA, OBRAS QUE LEMBRARÃO PRÉDIOS HISTÓRICOS CULTURAIS E TURÍSTICOS DA ITÁLIA.
SERAFINA CORRÊA 30.07.1994
"ESTA URNA CONTÉM MENSAGENS QUE SERÃQ DIVULGADQS NQS 200 ANQS DE IMIGRAÇÃQ ITALIANA EM SERAFINA CQRRÊA EM 30.07.2092 NA CERTEZA
DE UM FUTURQ DE PAZ."
SERAFINA CORRÊA 30 DE JULHO DE 1994.
QUESTA URNA CONTIENE MESSAGGI CHE SARANO NOTIZIATI IL 30 LUGLIO 2092 IN COMMEMORAZIONE DEI 200 ANNI DEGUIMIGRAZIONE ITALIANA IN
SERAFINA CORRÊA NELLA CERTEZZA Dl UM FUTURO DE PACE.'
" DENTRO DE STA URNA GAVEMO MESSO I MENSAGI CHE VALEMO CHE I SIE DIVULGADI NTEL 30 DE LÚGLIO DE 2092, PAR OCASlON DEL II SENTENÁRIO DELA
IMIGRASSION ITALIANA A SERAFINA CORRÊA. SEMO SICURI DE UN FUTURO DE PACE.
No bloco à direita está descrito na placa:
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"AQUI A HOMENAGEM DO POVO SERAFINENSE AOS PRIMEIROS IMIGRANTES QUE INGRESSANDO EM MEIO A UMA TERRA ADVERSA E DESCONHECIDA
PLANTARAM A ESPERANÇA REGARAM COM TRABALHO E COLHERAM A GLÓRIA DEIXANDO A SEUS FILHOS A HONRA DE SER SERAFINENSE. A VÓS O
RECONHECIMENTO DE NOSSA GENTE."
SERAFINA CORRÊA 30 DE JULHO DE 1994.
FRANCIOSI, ASSONI, MARIN, VARIANI, CERVIERÇ FORNARI, PAN, DE COSTA, GIACOMINI, BADIN, MODESTI, SANTIN, PALMA, GASPARIN, PIACENTINI,
RECH, BRESSAN, ARCINI, CORETTI, MERLO, FIABONE, BATISTELLA, FRATUCELLO, FACCI, MARTINELLI, FÁVERO, RIBOLI, BERGAMINI, SOMACAL, COLOMBO,
BERTOLl, VICENZI, CIOCHET, DAL MAGRO, CORBARI, GUISSO, BITIOLO, CENCI, DALLANERCI, GARBINI, VEDANA, ZANETTI, FELTRIN, ZINI, ZADINELLO,SILVESTRIN,
MASSOLINI, PICCIN, MAGON, TIVERON, SOCCOL, CORSO, BORDIGNON, ORSO, BALDISSERA, ZANINI, DEBASTIANI.
2.9 CRISTO REDENTOR
No dia 08 de dezembro de 1957, em local doado pelo Sr. Genovino Migliavacca, foi lançada a pedra fundamental do monumento a Cristo Rei,
construído com doações feitas pelos homens da paróquia que realizaram as nove primeiras sextas feiras do mês em honra ao Sagrado Coração de Jesus. O
monumento foi inaugurado no dia 23 de fevereiro de 1958, com a presença de padres da região, seminaristas de Guaporé e de Casca e com missa transmitida
pela Rádio Sulina de Guaporé. A altura do monumento é de 12,5 metros; largura entre os braços é de 7,5 metros.
2.10 SANTUÁRIO NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
No dia 15 de agosto de 1920 toma posse como pároco o Pe. Ernesto Consoni, primeiro Padre Carlista a atuar na Paróquia. Ele comenta: " Tendo
achado uma Matriz de madeira, procurei com o auxílio do povo, de levantar uma matriz monumental, de material. Tivemos de lutar pela falta de material..." 3
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No dia 03 de outubro de 1921, na ata de lançamento da primeira pedra, está escrito; " Pe. Ernesto Consoni auxiliado pelo Pe. Aneto Bogni, lançou a
primeira pedra fundamental da nova igreja paroquial, depois de benta solenemente...Com estas solenidades foram oficialmente inaugurados os trabalhos da
nova igreja, sob direção e fiscalização da comissão executiva, sendo o desenho da nova igreja paroquial de autoria do arquiteto Pe. Carlos Pedrazzani, pároco
da sede do município de Encantado."
A comissão executiva da nova igreja paroquial era: Presidente e Tesoureiro: professor Pedro Zambenedetti; Secretário: o oficial do Registro Civil Sr.
José Girardi; Conselheiros: Luiz Bergamini, José Boff, João Batista Bordignon, Hermínio Maccari, Valentin Badin e Aquiles Cervieri.
Na visita pastoral de 14 de outubro de 1924, D. João Becker escrevia: "Às 3h e 30 min da tarde, fizemos o nosso ingresso solene na nova Igreja Matriz,
sendo este ato a primeira função religiosa que se realiza no mesmo templo, coberto e preparado para os atos cultuais poucas horas antes da nossa chegada..."
Em 19 e 20 de novembro de 1929, consta na ata: "No dia seguinte, quarta-feira, 20 de novembro, administrei de novo o sacramento da crisma...A
Igreja Matriz é nova, espaçosa, sem pavimento definitivo, mas já em preparação. A Igreja custou cerca de 200 contos de réis...Os altares são ainda provisórios.
A casa paroquial é de madeira e tão velha e mal dividida que deve ser substituída por uma outra de material..."
No dia 16 de novembro de 1933, D. João Becker escrevia: A Igreja foi dotada de um novo pavimento de mosaico de cimento e uma abóbada de
cimento armado, novo altar, numerosos bancos de madeira de lei, tudo isto por iniciativa e sob a direção do atual vigário. Além disso, construiu uma nova
casa paroquial e dois andares (atual Casa Canônica), casa ampla e confortável."
Aos 08 de dezembro de 1956, assim escrevia o Pe. Francisco Loilato: " Nos dias 07 e 08 de outubro de 1956, houve como de costume a festa de Nossa
Senhora do Rosário. Nesta ocasião, se aproveitou para fazer reformas na Igreja...A obra foi entregue ao Sr. Emilio Zanon. A Igreja está hoje completamente
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metida a novo, pintada por fora e por dentro. O próprio altar mor foi reformado e encimado por uma grande cruz. A milagrosã^tí^^em de n. Sra. Do Rosário
foi posta no altar lateral preparado de propósito, estando assim mais ao alcance do povo que devotamente a venera..."
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No começo de maio de 1981 o conselho paroquial decidiu refazer todo o reboco da igreja, a pintura e renovar o telhado, trocando as folhas de zinco
que fossem necessárias. O telhado ficou a cargo de Fiorello Turmina e o reboco para a firma de Antônio Vidmar. No dia 25 de outubro de 1982, iniciaram os
trabalhos de reforma interna da igreja,a cargo do Sr. Emílio Zanon. Foi demolido o foro antigo de concreto e feito um novo em estilo basilical. Também foram
revestidos de mármore o piso e uma barra nas paredes.
No dia 13 de fevereiro de 1983, encerrando os trabalhos de reforma, a igreja Matriz era consagrada por D. Urbano Allgayer como Santuário diocesano
de Nossa Senhora do Rosário. O decreto que declara Santuário está datado do dia 11 de fevereiro de 1983. Nos anos 1987-88, por ocasião do Ano Mariano,
tornou-se o centro de inúmeras iniciativas em conjunto com as paróquias vizinhas. Assim nascia a primeira Romaria no dia 29 de maio de 1988.
2.11 A IMAGEM DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
A padroeira da paróquia é Nossa Senhora do Rosário de Pompéia. A primeira capela dedicada à Nossa Senhora do Rosário, foi construída no fim do
século passado. A invocação à N. Sra. Do Rosário passou a designar o povoado nascente, que começou a ser conhecido por " Linha Onze" ou "Rosário de
Guaporé". Não temos dados a respeito da imagem inicialmente venerada pelo povo. Mas a devoção do povo italiano à Nossa Senhora do Rosário de Pompéia
é muito grande e foi trazida para cá pelos imigrantes italianos em fins do século XIX.
No dia 02 de março de 1910, na primeira visita pastoral ao curato de Linha Onze, o Bispo Coadjutor de Porto Alegre, Dom João Pimenta, escreveu no
O altar-mor é dedicado à Nossa Senhora do Rosário, cuja imagem é de grande culto e muito perfeita." A imagem primitiva foi confeccionada
em madeira por artesãos da região, mas não era muito artística. Por isso, os devotos desejavam algo melhor. E foi o que fizeram. Enco‘n^gndaram uma nova
imagem da França e a primitiva foi para o capitel da Capela de São Caetano, construído pela família Benedetti.
Livro tombo:
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No dia 30 de março de 1913, às 3 horas da tarde, chegou da província de Paris, a estátua de Nossa Senhora do
Rosário. À espera tinha muita gente. Na ocasião da bênção, feita pelo R. P. Fidelis, capuchino de Garibaldi em missão do jubileu na paróquia, o povo entoou
alguns cantos em honra de Nossa Senhora do Rosário."
O Livro Tombo descreve também:
2.12 A TORRE
O povo não estava satisfeito com o humilde campanário de madeira. Já tinha sido deslocado 5 vezes por sucessivos trabalhos de traçado de ruas e os
velhos troncos de angico estavam apodrecendo. O bispo não achava uma obra prioritária para a paróquia uma nova torre, por isso iniciaimente se opôs. Mas
diante da pressão do povo e do entusiasmo pela obra do Pe. Antônio Marcon, no dia 29 de janeiro de 1951 acabou autorizando a construção da torre.
O Pe. Luiz encomendou um projeto ao Sr. Bettanin de Guaporé. O projeto chegou a ter a aprovação civil e eclesiástica, mas posteriormente foi
abandonado, poque seu autor recusou a fazer algumas modificações consideradas necessárias. Pe. Antônio procurou uma alternativa. Inspirando-se em fotos
da torre de sua terra natal, Fonzaso (Itália), pediu a um agrimensor chamado Aimone Taverna desenhar detalhadamente a torre, que acabou sendo aceita por
todos. Não foi feita na fachada da Igreja, como muitos queriam, porque as paredes com muro de barro não resistiríam as vibrações.
No dia 8 de maio de 1951 foi colocada a primeira pedra e no dia 8 de maio de 1953 foi inaugurada, com uma grande celebração. Na inauguração, o
padrinho de honra foi o Sr. EIvirio Perusso, que no momento cedeu o gesto de abrir a porta ao Pe. Luiz. Para puxar as cordas para o primeiro toque dos sinos
foram escolhidos os senhores Dovílio Costella, José Cella e Antônio Ziliotto.
No dia da inauguração foi distribuído um memorial da torre, que informava seguinte dados: Altura: 60 m; Sapata 8,20m x 8,20m x 2,80m; Altura dos
sinos 28m; Alturas dos relógios: 35m; Pirâmide de alumínio: 17m; Cruz: 2m. Custo total de Cr$ (cruzeiros) 435.906,70. Pe. Vigário: Pe. Luiz Pedrazzani; Pe.
Vigário Cooperador: Pe. Antônio Marcon; Tesoureiro: Amantino Montanari; Arquiteto: Aimone Taverna; Construtor: Zelindo Boscardin; Responsável: 3 o
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Madureira & Bertagna; Pedreiros; Ampélio Grando, Cerilo Fornari, Gedi Ciarini, João Magon, Agostinho Zaniucchi, Teolides Grapiglia, Davide Ghisolfi, José
Machado; Carpinteiro: Segundo Bordignon.
Por ocasião da inauguração da Torre, no ano de 1953, o Pe. Giovanni Simonetto compôs uma poesia dedicada à torre:
Sou flecha de prata:
O azul me arrebata:
Sou dedo de Deus:
Indico-te os céus.
Eu canto e eu choro.
Eu rezo e imploro.
De noite e de dia
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É feito de bronze
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Convoca os da Onze
Para a oração
Din, Din, Dan
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O olho meu grande
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Contempla extasiado
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Tua roça, tua vinha;
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2.13 os SINOS
Os sinos foram um dos principais meios de comunicação no passado. Não só serviam para chamar o povo para a igreja, mas também tinham toques
festivos, fúnebres, sinal de alarme em momentos de perigo entre outros. A torre e os sinos eram um cartão de visita dos povoados e cidades da Itália. Os
imigrantes trouxeram consigo esses sentimentos. Por isso desde cedo manifestaram o desejo de ter aqui algo que matasse as saudades da terra natal.
No Livro tombo da Paróquia encontra-se: " No dia 02 de junho de 1914 foram encomendados três sinos com peso de 1.600 quilos. Concerto diatônico
dos senhores Pacard Annecy, HT Savoia (França). O 1° Sino em Sol b, com 760 quilos, este leva incisa a cruz e as palavras N. S. Do Rosário. O 29 Sino em Lá b,
com 520 quilos, incisa a imagem de Santo Estevão e as palavras S. Estêvão. O 39 Sino em Si b, com 360 quilos, incisa a imagem de Santo Antônio e as palavras
S. Antonio. Cada sino terá num lado estas palavras: Freguezia de N. S. Do Rosário, L. XI Guaporé, e de outro lados as palavras: O Vigário P. Estêvão Noce, 1915.
Já são fundidos, mas por causa da guerra não puderam chegar aqui. Esperamos a Paz."
Com relação à inauguração dos sinos temos apenas uma menção de passagem. No dia 27 de outubro de 1917, na visita Pastoral do Monsenhor
Luís Mariano da Rocha, ele escreveu: Visitei também o campanário pronto pouco antes da morte do Pe. Estêvão Noce e que contém os três magníficos
sinos...que custaram uns catorze contos de réis." Sendo que o Pe. Estêvão morreu no dia 4 de janeiro de 1917, podemos deduzir que os sinos e o campanário
foram inaugurados no final do ano de 1916.
2.14 OS RELÓGIOS DA TORRE
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Os quatro relógios da torre foram mandados instalar pelo Pároco Francesco Loilato. O relógio modelo E. ^ 2, número 119, foi constru^o no^no o -c
1962 e instalado pela Indústria de Relógios Públicos Schuertner Ltda. De Estrela - RS. o
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No dia 10 de junho de 1963, no encerramento da novena das primeiras sextas feiras do mês das 750 mães serafinenses foram inaugurados os relógios,
como lembrança da novena das senhoras serafinenses. No ano de 2000, por ocasião da Romaria diocesana de Nossa Senhora do Rosário, a torre recebeu a
pintura atual.
2.15 A VIA GÊNOVA
A Via Gênova é uma avenida que passa em frente à Prefeitura Municipal e a mesma é formada por um conjunto de cinco construções que lembram
importantes prédios históricos da Itália. As construções foram realizadas sobre o Arroio Feijão Cru, que travessa a cidade, e que juntamente com a Nave Degli
Immigranti são o centro turístico do município.
O nome da Via é uma referência ao Porto de Gênova, de onde embarcaram a maioria dos imigrantes italianos que desbravaram estas terras. O nome
do Arroio, provém de uma história que é passada de geração em geração: o Sr. Orestes Assoni e amigos acamparam perto de um rio, fizeram fogo de chão e
colocaram feijão para cozinhar. Saíram para cortar o mato e quando voltaram, mortos de fome, o fogo havia apagado, mas a fome era tão grande que
acabaram comendo feijão cru. Foram embora e dali a um tempo perguntaram: " Aonde vamos parar?" E a resposta foi: " La'ndoe ghemo magna el Feijão Cru"!
A descrição abaixo das obras da Via Gênova, contam um pouco da história de cada construção original. Isto é importante para termos conhecimento
do destaque destas obras na Itália, motivos que levaram as mesmas a serem escolhidas para fazerem parte da Via Gênova.
2.16 CASTELLO INFERIORE Dl MAROSTICA
Este castelo está localizado na Piazza Castello em Marostica na região de Vêneto, província de Vicenza. Foi construído atrás de uma imponente
torre, com formato retangular e todo guarnecido de améias (pequenos parapeitos denteados que guarnecem o alto das torres e fortificações, que tinham
como função proteger os atiradores), típico da arquitetura militar.
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0 Castello Inferiori di Marostica é conhecido no mundo inteiro pelo seu famoso jogo de xadrez humano. Este jogo começou com uma bela história de
amor de dois nobres cavalheiros, Rinaldo D'Angarano e Vieri da Vallonara, apaixonados pela mesma mulher, Linora, filha do Castelão de Marostica, Tadeu
Parisio.
Para decidir com quem Linora se casaria, o Castelão propõe um duelo, onde não haveria derramamento de sangue entre os cavalheiros. O duelo era
um jogo de xadrez, onde eles seriam as peças principais, em frente ao castelo. O que ganhasse se casaria com Linora e o que perdesse se casaria com sua irmã
mais nova, Oldara. A partida de xadrez aconteceu no segundo domingo de setembro do ano de 1454 e teve como vencedor Vieri da Vallonara.
Em 1954 Marco Bonomo, o então prefeito de Marostica, transformou a praça em frente ao castelo em um verdadeiro tabuleiro de xadrez. Desde
então, a cada dois anos, a praça revivi o duelo entre os cavalheiros, em uma apresentação que é vista por milhares de turistas de todos os cantos do planeta.
O espetáculo se torna fantástico não apenas pela coreografia, mas também pelas belas vestimentas da época, ricas em detalhes, que engrandecem ainda
mais a apresentação.
O Castello Inferiori di Marostica de Serafina Corrêa foi a primeira obra a ser concluída da Via Gênova, sendo sua inauguração em 25 de julho de 1995.
2.17 CASA Dl ROMEO
A casa de Romeo Montechhi encontra-se em Vêneto, na província de Verona, ao lado setentrional dos Arcos - Arche Scaligere. Trata-se de um
construção do século XIII com arquitetura medieval, possui pequenos pórticos e vegetação irregular. A casa é famosa por possuir uma lápide onde^^stão
escritos alguns versos de William Shakespeare, autor da mais conhecida história de amor de todos os tempos.
A Casa di Romeo de Serafina Corrêa foi a segunda obra da Via Gênova, a inauguração aconteceu em 14 de outubro de 1995.
)
2.18 CASA Dl GlULIETTA
A casa de Giuiietta localiza-se na Piazza delle Erbe, na Via Cappelo, em Vêneto - província de Verona. É uma construção do século XIII, caracterizada
por um arco que introduz a área interna. 0 edifício tem uma bela fachada de tijolo à vista, um portal em estilo gótico, janelas trilobal, uma balaustrada (grade
de pequena altura) e a famosa sacada de Giuiietta. Esta casa foi propriedade da família Cappello, que realmente existiu, o brasão encontra-se esculpido sobre
o arco interno. Na história de Shakespeare, Giuiietta pertence a família Capuleto, como não há indícios concretos se Romeo e Giuiietta existiram de verdade,
supõe-se que o autor tenha adaptado Cappello para Capuleto.
A morada medieval foi restaurada por Antonio Avena em meados dos anos 30. No interior da casa estão expostos mobiliários do século XVI, XVII,
afrescos sobre a história de Romeo e Giuiietta e a cerâmica renascentista de Verona. As salas do último andar são cobertos por um teto de madeira. No pátio
há uma estátua de Giuiietta de bronze feita pelo escultor Nereo Costantini. Diz a lenda que as pessoas que tocarem na estátua, na direção do coração, terão
sorte no amor. A casa atrai milhares de turistas, principalmente casais, fascinadas pela história de amor. No seu interior há uma parede reservada para os
recados dos visitantes.
A Casa de Giuiietta de Serafina Corrêa foi a terceira construção da Via Gênova, inaugurada em 22 de dezembro de 1995.
2.19LAROTONDA
E uma construção quadrangular, que encerra uma sala redonda, a qual recebe luz do alto. Dos quatro lados, existem saídas que dão nos vestíbulos
(peça por onde se passa ao entrar numa residência, e que frequentemente serve de passagem para os outros cômodos). No alto das escadas, há quatro
pórticos montados em uma frente triangular, sobre estes, a cúpula parecendo o Partenon. O telhado coberto de telhas ajuda a segurar as paredes, sustentando
a cúpula. Os pórticos também auxiliam os arcobotantes nas paredes exteriores. Trata-se de uma residência de campo aristocrático;>perto de Vicenza,
construída a a partir de 1566.
3
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Este magnífico edifício, encontra-se na Villa Capra ( Capra deriva do apelido de dois irmãos que completaram o edifício, depois de lhes ter sido cedido
em 1591), conhecida também como Villa Rotonda, Villa detta La Rotonda, Villa Almerico-Capra ou Villa Capra-Valmarana. Esta villa é uma das mais belas e
famosas de Andréa Palladio, cujo verdadeiro nome era Andréa di Pietro delia Gôndola, nascido em Padova (1518-1580). Esta construção é sem dúvida, um
dos mais celebrados edifícios da História da Arquitetura.
O edifício foi muito copiado e deu nascimento ao tão propalado estilo Palladiano. A sua estrutura é extremamente lógica, obedecendo a uma
reacionalidade geométrica e matemática. A Villa Capra está classificada pela UNESCO, desde dezembro de 1994, como Patrimônio Mundial, Juntamente com
outras obras de Palladio em Vicenza.
A La Rotonda de Serafina Corrêa foi a quarta construção da Via Gênova, inaugurada em 21 de julho de 1996.
2.20 COLISEU
O Coliseu é uma construção do século I, teve início por volta de 75 d.C e foi finalizada no ano de 80 d. C. Esta obra foi realizada em pouco tempo, se
levarmos em conta o seu nível tecnológico para a época. Trata-se de uma façanha da engenharia e arquitetura e sem dúvida é o monumento mais visitado
de Roma. O Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano, deve seu nome à expressão latina Colosseum ( ou Coliseus, no latim tardio), devido à
estátua colossal de Nero, que ficava perto da edificação.
O monumento possui 50 metros de altura por 188 de diâmetro e tinha capacidade para entre 50 e 70 mil espectadores. Segundo estudos de
especialistas, acredita-se que foram utilizados cerca de 100 mil metros cúbicos de travertino (tipo de mármore), 6 mil toneladas de cimento e 300 de ferro
para as pinças que unem os blocos. O Coliseu é composto de oitenta mutos radiais que convergem para o interior, que sustentavam a grande cávea (local
reservado à platéia) de blocos de travertino e o complexo sistema de galerias e escadarias que permitia ao público deixar o gigantesco edifício em poucos
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minutos. Era um local para a diversão dos romanos, onde por séculos ocorreram os famosos combates entre gladiadores e animais selvagens, execução de
criminosos e demais festividades.
O Coliseu deixou de ser utilizado para entretenimento no começo da Idade Média. Apesar de estar em ruínas, este monumento continua sendo o
símbolo da grandiosidade do Império Romano.
GOVERNANÇA REGIONAL
Cabe destacar que o município é associado à governaça regional para o turismo: ATUASERRA (Região Uva e Vinho) - Associação do Turismo da Serra
Nordeste, através do qual está inserido no Microrroteiro Turístico Termas e Longevidade, formatado em 2002. A Atuaserra foi fundada em 25 de outubro de
1985, em Caxias do Sul. Veranópolis, através do Secretário de Turismo da época, Sr. Carlos Alberto Spanhol, é sócio-fundador da Atuaserra com outros dez
municípios: Caxias do Sul, Antônio Prado, Flores da Cunha, Garibaldi, Farroupilha, Bento Gonçalves, Serafina Corrêa, Nova Prata, Guaporé e São Marcos. Na
ocasião pretendiam unificar suas ações voltadas à promoção dos atrativos da região dos vinhedos, de forma a fortalecer e resgatar o turismo, presente até a
década de 1950 e substituído pela atividade industrial, cujo apogeu deu-se na década de 1970. Hoje a Atuaserra conta também com a participação da iniciativa
privada através das Centros de Indústria e Comércio, Sindilojas e CDLs e o Sindicato Empresarial da Gastronomia e Hotelaria Região Uva e Vinho.
Entre suas ações estão a preocupação de planejar mecanismos que tragam o desenvolvimento sustentável para a região, que possui riquezas em
aspectos naturais e culturais. As atividades se fundamentam no conhecimento técnico do local, na criatividade, na compreensão da realidade como um todo,
nos recursos financeiros disponíveis e no envolvimento ativo da comunidade alvo, em todas as etapas do trabalho. Hoje, a Associação de Turismo da Serra
Nordeste coordena as ações de desenvolvimento do turismo regional, a sustentabilidade das comunidades e a manutenção da çultúra e do ecossistema
potencial existente na região.
)
3. METODOLOGIA
Para elaboração do Plano de Turismo de Serafina Corrêa, foram consideradas as seguintes premissas básicas:
Participação de representantes de todos os setores envolvidos com o turismo no município, através do COMTUR - Conselho Municipal de Turismo;
Gestão compartilhada do Plano;
Competitividade e sustentabilidade, metodologia dos Destinos Indutores;
Dimensões e Variáveis proposta pelos Destinos Indutores
Considerando as diretrizes que orientaram a elaboração deste Plano, identificam-se os seguintes objetivos estratégicos:
a) Contribuir para a reflexão e compreensão dos empreendedores, agentes de entidades e gestores públicos para a visão integrada do desenvolvimento
turístico sustentável de Serafina Corrêa;
b) Subsidiar os atores do planejamento com dados da cadeia produtiva do turismo, cenários do turismo nacional e internacional e tendências;
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c) Contribuir para que o grupo possa definir conjuntamente o posicionamento atual de mercado do destino Serafina Corrêa e posicionamepjo d^jado no
segmento turístico;
d) Identificar e analisar as oportunidades e ameaças bem como as forças propulsoras e restritivas do destino turístico;
e) Fomentar a elaboração de direcionamentos estratégicos e assim motivar o grupo a formular ações para atingir as metas definidas.
) )
Para a execução das etapas deste plano, foram feitas diversas reuniões ordinárias com os integrantes do Conselho Municipal de Turismo, em que
foram analisadas as Dimensões e os Eixos de análise diagnóstica, conforme documento referência "Projeto de Gestão dos 65 Destinos Indutores do
Desenvolvimento do Turismo Regional/2010", pelo Ministério do Turismo. Em cada encontro do COMTUR, os presentes discutiam e avaliavam as variáveis.
Nas reuniões seguintes, os participantes definiram o posicionamento do município enquanto destino turístico, os fatores no município e no ambiente externo
que facilitam ou dificultam chegar a este posicionamento, definindo a Gravidade, Urgência, Tendência e Permanência da variável estudada. A fase diagnóstica
foi definida de Fase 1.
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DIMENSÕES
INFRAES- POLITICAS
TURISMO ECONOMIA SUSTENTABI-LIDADE
TRUTURA PÚBLICAS
Serviços e
Equipamentos
Turísticos
Políticas
Públicas
Aspectos Sociais
Infraestrutura Economia Local
Geral Eixos Cooperação
Regional
Atrativos
Aspectos Ambientais
Turísticos
Capacidade
Acesso Empresarial
Aspectos Culturais Monitora￾Marketing e
Promoção do
Destino
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Tendo como base o diagnóstico, na Fase 1, e na constituição das variávies, partiu-se para a construção do plano, composto por um conjunto de
direções estratégicas e ações visando eliminar os obstáculos, fortalecer os aspectos positivos de cada dimensão, a fim de torná-lo viável e exequível.
4. AVALIAÇÃO E PROGNÓSTICO PARA PLANO DE AÇÃO
Dimensões e eixos Variáveis Avaliação GUTP
Monitorar o sistema de fornecimento de energia elétrica (hoje
em torno de 82,79% monofásico, 2,70% bifásico, 14.51.%
trifásico)
P4
Garantir a manutenção da distribuição de energia elétrica nas
comunidades do interior
P4
INFRAESIKU Infraestrutura Geral Criar mecanismos para desenvolver fontes alternativas de
energia renovável
T3
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Sensibilizar os munícipes para a redução ou consumo consciente
de energia elétrica
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Monitorar projeto para de tratamento de efluentes líquidos e
resíduos sólidos até 2035 (via CORSAN)
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Promover o tratamento de 100% da água e manter a constância
no fornecimento de água no meio rural, através de poços
artesianos
P5
Criar e manter campanhas atualizadas de conscientização para
redução e reciclagem de água
P5
Promover a reciclagem de resíduos sólidos e implantar a Coleta
seletiva (em implantação)
T5
Criar e manter campanhas atualizadas de conscientização para
redução e reciclagem de resíduos sólidos
T5
Manter Campanhas para as endemias como prevenção e
conscientização
P5
Atuar de forma preventiva para diminuição e cambate à
obesidade, diabetes, hipertensão e outras doenças
U5
Realizar campanhas e desenvolver programas preventivos para
a Depressão e outras doenças saúde mental
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Garantir a estrutura hospitalar qualificada ( 53 leitos) e a dos
postos de saúde Saúde
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Manter a qualidade de atendimento nas DBS em número de 06
atualmente
P5
Incentivar e buscar meios de suprir as carências de
equipamentos e efetivos das entidades de segurança pública
(Brigada Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Voluntários￾localizados no município)
P5
Monitorara Liberação de PPCls U4
Elaborar campanha para informação e conscientização de
proteção ao turista
U5
Criar mecanismos legais através do Conselho Municipal de
Trânsito para a concessão / renovação de licenciamento de
taxistas, incluindo treinamento obrigatório de sensibilização e
conscientização turística
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Manter o cumprimento da lesgislação municipal que institu passeios públicos
pavimentados padronizados, assim como substituir os calçamentos irregulares e
implantar piso tátil, conforme normas técnicas
P5
Implementar a Estação Rodoviária (para que não seja
desativada)
T3
Implantar acessibilidades em empreendimentos turísticos e
complementares
P5
Sinalizar, implantar meios de melhorar o trânsito de veículos e
pedestres (como rotatórias, retornos)
P5 Acesso
Criar ciclovias e áreas de atividades ao ar livre caminhadas para
população e visitantes
T5
Pavimentar gradativamente, as rodovias rurais T4
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Manter em bom estado de conservação as rodovias rurais não
pavimentadas
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Criar e manter campanhas de conscientização de uso de
travessias pela população
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Criar projeto de sinalização turística e indicativa e melhorar
sinalização das ruas (em etapas)
P5
Adequar a pavimentação com pequenas imperfeições em
algumas ruas (ideal projeto de saneamento básico antes)
U5
Buscar meios para manutenção de rodovias estaduais P5
Concluir a pavimentação entre Serafina Corrêa e Nova Bassano U5
Ampliar o sistema de transporte rodoviário interno T4
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Abrir e atualizar o Centro de Informação ao Turista com
brevidade
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TURISMO
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Serviços
Equipamentos turísticos
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Fomentar a gastronomia típica para torna-la atrativa U5 -o
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Realizar oficinas de criatividade para estimular negócios para o i m U5
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Solucionar problema de estrutura em atrativos turísticos U5
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Criar roteiro, como urbano a pé e religioso, o museu, reformar
Casa da Cultura, criar outros atraivos culturais e identificar
prédios históricos na área central
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Fomentar eventos programados: Planejamento integrado
púbiico-privado
T5
Incentivar o Turismo Receptivo U5 Atrativos Turísticos
Qualificar os eventos existentes e criar novos U4
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Aumentar a atratividade incentivando o empreendedorismo e a
inovação em roteiros turísticos.
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Apropriar-se da divulgação através de filmes nacionais,
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fmM Participar de feiras e eventos e criar parceria para divulgação do
município e através do Roteiro Compras e Cultura e
empreendedores
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U5
Realizar oficinas de criatividade para conceituar concretamente,
como marca e visibilidade real ao Talian
U5
Manter atualizado material promocional próprio e via Roteiro
Compras e Cultura , (Atuaserra) com folder português/inglês,
banner, mapa turístico, SIG Turimo, Vídeo Promocional, dentre
outros
U5
Divulgar o destino de maneira regionalizada e integrada U5
Criar mecanismos de manter o apoio ao turismo e ao COMTUR U5
Manter vínculo permanente com o Roteiro Turístico Compras e
Cultura e Região Uva e Vinho
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Políticas Públicas 3
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federal para captação de recursos *
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Incluir no plano diretor prioridades que visam o
desenvolvimento do turismo no município
U5
Aumentar o grau de cooperação público-privada para o
desenvolvimento do turismo local.
U5
Manter a boa representatividade quanto às governanças para a
regionalização do turismo, tais como: Atuaserra, SEGH Região
Uva e Vinho, INMET, AMESNE, FAMURS, lES, EMATER,
P5
Consolidar e inovar projetos de cooperação regional existentes P5 !
Elaborar planejamento turístico regional existente, junto aos
Macrorroteiros Regionais - compras e Cultura
Cooperação Regional U5
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Contribuir para a roteirização regional existente - Destino Uva e
Vinho e Roteiro Turístico Compras e Cultura
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Promover e apoiar a comercialização dos destinos de forma
integrada
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Criar mecanismos para realizar pesquisa de demanda e oferta,
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Estabelecer parcerias para implantar sistema de gestão de dados
estatísticos
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Criar sistema de estatísticas do turismo T4
Criar medição dos impactos da atividade turística T4
Fomentar aspectos da economia local com empreendedores,
como conhecer o percentual da renda proveniente do trabalho
da capacidade empresarial do turismo
T4
Melhorar a Infraestrutura de comunicação (sinais de celular e
internet) nas comunidades, para garantir manutenção famílias
no meio Rural e acesso ao turista ou visitantes
U5
ECONOMIA Economia Local
Criar mecanismos de facilidades para negócios em virtude da
localização próxima a centros emissores (como Bento Gonçalves,
Caxias do Sul, Passo Fundo)
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Definir e aproveitar os empreendimentos e eventos
alavancadores existentes e diversificados para divulgação do
destino
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Ampliar e ofertar incentivos fiscais e outros mecanismos para
atrair grupos nacionais ou internacionais do setor de turismo
(hotelaria ou serviços em turismo)
U3
Criar portfólio de serviços, infraestrutura e incentivos para atrair
investidores para o setor turítsco
U3
Superar carência de mão-de-obra qualificada para o turismo U4
Superar com alternativas legais às dificuldades de acesso, tais
como barreiras legais, licenciamento ambiental, problemas de
regularização fundiária, dentre outras
T4
capacidade atual de qualificação para
empreendedorismo turístico: Atuaserra, SEBRAE, SENAR,
PRONATEC, Centros de Treinamentos encaminhados pela
EMATER e Sindicato dos Trabalhadores Rurais, e outros
Garantir a
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Capacidade Empresarial r-T
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Aumentar e monitorar projetos (permanentes) de sensibilização
de qualificação para o turismo e serviços
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Criar projetos de cidadania, sensibilização e participação na Ci o
atividade turística
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1■ Identificar empresas de médio e grande porte, filiais ou
subsidiárias, para investirem no município
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Incentivar empreendedorismo para todas as idades,
incentivando à Terceira Idade- aplicando o conceito de
Longevidade para desenvolver negócios como produto turístico
PI U5
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Manter acesso à educação e monitorar índices locais:
investimentos no setor, IDH Municipal em Educação, IDEB
Municipal x país, UMESVE, Média de anos de escolaridade
T4
Convidar entidades que atuam com vulnerabilidade social para
participar do Conselho de Turismo
T4
Criar mecanismos para obter número de empregos gerados pelo
turismo e serviços
Aspectos Sociais ’ T5
Apoiar programas de controle e denúncia contra direitos
humanos, especialmente contra crianças e idosos, como a
exploração sexual.
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Criar mecanismos legais quanto à comunicação publicitária￾poluição visual
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políticas de enfrentamento e prevenção à
exploração sexual infanto-juvenil, proteção ao idoso
Continuar as
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Manter atualizados os índices da população com acesso ao
P5 ensino e
taxa de frequência à escola
Incentivar o uso de atrativos e equipamentos turísticos pela
população local
U4
Oferta de instrução, qualificação e especialização:
Manter o Pulando Janelas
P4
Cursos de idiomas
Cursos relacionados ao Turismo (níveis)
Desenvolver programas que envolvam a educação (crianças e
adolescentes) e a terceira idade para a sensibilização ao turismo
P4
Apoiar a implantação da estrutura e legislação municipal de
meio ambiente existente
( Código, Leis Ambientais, Fundo e Conselho )
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Aspectos Ambientais
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Manter e criar Parques e áreas de preservação permanente e
de uso para o turismo
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W&miii Monitorar, através da Secretaria do Meio Ambiente, atividades
em curso potencialmente poluidoras e desestruturadas. Dentre
essas a construção de aviários, pocilgas, estábulos e
empreendimentos que causem odores e outros impactos ao
ambiente.
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B Monitorar as ações da Corsan para a atingir 100% da
implantação da rede pública de distribuição de água
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m III ■●SP Monitorar as ações da Corsan para a atingir 100% da
implantação do tratamento de esgoto
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Implantar programa para resíduos de diversas classes e
categorias
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Implantar formas de energia alternativa (aeólica, solar e outras),
com uso de tecnologias de inovação
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economia nos usos domésticos, comerciais, na hospitalidade e
gastronomia
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M Implementar e normatizar mecanismos de controles ambientais
- código de postura e de uso, no que diz respeito às microbacias
nas quais o município é tributário.
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Tornar a região autosuficiente na resolução de lixo e resíduos
gerados pela população
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Manter campanhas de conscientização sobre meio ambiente e
P5
resíduos
Construir parceria com o Meio Ambiente para garantir serviços
na coleta e destinação pública de resíduos
P5
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Éi Incentivar a produção cultural associada ao turismo U5
Criar mecanismos para preservação do Patrimônio histórico e
cultural existente na cidade
G5
Criar sistema de controle e monitramento dos impactos do
turismo sobre áreas e culturais.
Aspectos Culturais G5 Q
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Manter programas de educação patrimonial, ambiental e
turística nas escolas
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Potencializar os atrativos culturais para a atividade turistica U5
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5. AÇÕES
O Plano Municipal de Turismo apresenta um conjunto de ações estratégicas que deverão ser apoiadas ou implementadas pelos agentes envolvidos
em sua elaboração, em conjunto com os diversos atores do setor de turismo, de modo a superar os desafios e atingir os objetivos e as metas estabelecidas.
Tendo como base os dados levantados na análise das dimensões, os integrantes do COMTUR elaboraram as ações com base na seguinte proposição:
O que precisamos fazer para superar as ameaças e os obstáculos, aproveitar e valorizar as oportunidades e os pontos fortes e consolidar o posicionamento
turístico da cidade de Serafina Corrêa no mercado turístico?".
//
O resultado dos debates está apresentado nas tabelas que seguem. As ações estão agrupadas por objetivo e orientação estratégica, mantendo uma
relação direta com os resultados a serem alcançados e os indicadores a eles associados. O detalhamento de cada ação alinha os objetivos estratégicos com a
operação de cada unidade responsável, em permanente interação com os seus diversos parceiros. Também foram definidos os prazos para consolií^çãot-das
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propostas.
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Eixo: Infraestrutura Geral
Variável: Sustentabilidade energética Objetivo: Proporcionar um melhor atendimento ao turista e ao residente no que tange a energia
Ações Responsáveis Meta Parcerias
Emater/Ascar-RS
Meios de Comunicação
Conselho de Desenvolvimento
Agropecuária
Monitorar o sistema de fornecimento de
energia elétrica (hoje em torno de 70%
monofásico e 30% trifásico)
Em
Secretaria da Administração
RGE continuidade
Emater/Ascar-RS Garantir a manutenção da distribuição de
energia elétrica nas comunidades do
interior
Em
Meios de Comunicação
Conselho de Desenvolvimento
RGE continuidade
Agropecuária
Agricultores
Cooperativas
Criar mecanismos para desenvolver fontes
alternativas de energia renovável , com
novas tecnologias
Administração Municipal
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Emater/Ascar-RS
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Escolas
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ou consumo consciente de energia elétrica
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Câmara de Vereadores
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SMMA
Entidades e OSC
Entidades
Manter programas para conscientização
para redução de uso e reuso de água para
a pulação
Escolas Em SMMA
Secretaria da Agricultura
Emater/Ascar-RS
continuidade SME
Empresas
Empresas
Escolas
Comunidade e população
Meios de Comunicação
Todos os conselhos
Reciclar resíduos sólidos e implantar a
coleta seletiva (já em implantação)
SMMA
Em SME
continuidade Emater/Ascar-RS
STR
Empresas
Escolas Manter Programas
conscientização para redução e reciclagem
de resíduos sólidos para todos os
munícipes
atualizadas de
T3 rsp*’
o
Em VI SME Comunidade e população ●
Meios de Comunicação
Todos os conselhos
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continuidade SMMA
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Variável: Saneamento Básico Objetivo: Tornar o município sustentável ambientalmente
Ações Responsáveis Meta Parcerias
Monitorar projeto de tratamento de
efluentes junto a CORSAN
CORSAN Empresas
Comissão de Ação e
Fiscalização do PMSB de
Serafina Corrêa
Moradores
Até final da implantação (2033)
Construtoras e
incorporadoras
Promover o tratamento de 100% da água e
manter a constância no fornecimento de SMS
Departamento de
Vigilância em Saúde
Em continuidade SMMA água no meio rural através de poços
artesianos Emater/Ascar-RS
Escolas Realizar campanhas de educação /
consciência, para redução e reciclagem da
água
SME STR
Em continuidade
SMMA Conselhos Municipais
n Entidades
"O
Monitorar o sistema de Lixo, seus destinos
e a redução e sua reciclagem
População
Veículos
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O) Comunicação
Escolas
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( cooperativa de reciclagem ) O.
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Empresas
Empresas
Conselhos Municipais
População
Veículos (d
SME
Criar campanhas de educação e
conscientização para redução do lixo
SMMA Em continuidade
e
comunicação
Variável; Saúde Objetivo: Manter a qualidade de vida da comunidade
Ações Responsáveis Meta Parcerias
Escolas
Entidades
Manter Campanhas para as endemias
(ameaças atuais e futuras)
Em SMS Secretarias da Agricultura, Meio
Ambiente
Educação
Veículos de Comunicação -o
continuidade
Departamento de Vigilância em Saúde
n
§
i/1
t/7
Atuar de forma preventiva para diminuição
e cambate a obesidade, diabetes,
hipertensão e outras doenças
Escolas n
0 9 -
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SMS Conselhos Municipais
Comunidade
Em
o S-r SME continuidade
Gabinete da Primeira Dama Secretarias Municipais - ^ C)P
Veículos de Comunicaç
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Entidades
Programas de Saúde Familiar
Conselho de Saúde
SMSeSME
Manter programas preventivos para a
depressão e outras doenças saúde mental
Em
Departamento de Vigilância em Saúde
Agentes de Saúde
continuidade Escolas
Emater/Ascar-RS
Conselho de Saúde
Melhorara estrutura hospitalar como um
todo ( 53 leitos)
Em
Associação e o Conselho Administrativo
Administração Municipal
Entidades
continuidade
Hospitalar
Garantir a estrutura e a qualidade no
atendimento humanizado dos Postos de
Saúde no município ( 06 UBS)
Administração Municipal
Conselho de Saúde
Em SMS
continuidade
Eixo: Infraestrutura Geral
Varíavel: Segurança Objetivo: Aumentar a eficiência e aportes para turista sentir-se seguro
Ações Responsáveis Meta Parcerias
-o n
Suprir carência de efetivo - Brigada Militar, to
Polícia Civil, Polícia Rodoviária estadual e
Corpo de Bombeiros localizados no
município - e a carência de equipamentos
Ui
CONSEPRO )
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Entidades
Governo Estadual 2017
n
Administração Pública 1
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(buscar o briefing dos equipamentos e
necessidades)
Secretaria de Obras
Monitorar os PPCIs para os locais que
necessitam de liberação
Em
SMF Setores de Fiscalização
Paróquia e comunidades
continuidade
Veículos de Comunicação
Elaborar campanha para informação e
conscientização de proteção ao turista
CONSEPRO
SMTJEL 2017
Empreendimentos
Assessoria de Imprensa
Criar mecanismos legais através do
Conselho Municipal de Trânsito para a
concessão / renovação de licenciamento
de taxistas, incluindo treinamento
obrigatório de sensibilização e
conscientização turística
Conselho de Trânsito
SMF
ECT
SMTJEL 2018
Brigada Militar
Secretaria de Obras, Trânsito e Viação
Atuaserra
Eixo: Infraestrutura Geral- Acesso
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3
8
2: Variável: Acessos Objetivo: Viabilizar e facilitar o trânsito l/i
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Ações Responsáveis Meta Parcerias o
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Loteadores
Cumprira lesgislação municipal que institui
passeios públicos pavimentados
Secretaria de Obras Públicas,
Trânsito e Desenvolvimento Urbano
Empresas
Câmara de Vereadores
2018
padronizados. -SMOPTDU
Conselho do Plano Diretor
Fiscalizar a substituição de passeios
públicos
SMOPTDU Departamento de
Em continuidade Secretaria de Administração, SMTJEL
Engenharia
Implantar, onde falta, acessibilidades (para
acessos seguros a empreendimentos) piso
tátil e outros, conforme normas técnicas
SMOPTDU Departamento de Fiscalização de Obras
Em continuidade
Engenharia
SMS SME
-Cl O
Campanhas de conscientização de uso de
travessias para pedestres
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Departamento de Trânsito Em continuidade CRVA
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Brigada Militar
SMOPTDU SMTJEL
Realizar o mapeamento para projeto de Q
sinalização turística e indicativa, melhorar
a sinalização das ruas (em etapas) e
monitorar a existente
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Comissão de Ação e Fiscalização do
PMSB do Município de Serafina
Corrêa
SMMA
2017 AMA
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Câmara de Vereadores Jb^-m
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Veículos de Comunicação t
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Realizar a manutenção periódica da
pavimentação de ruas
1
SMOPTDU Em continuidade Departamento de Engenaria e
Fiscalização
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Comunidade
Administração Municipal
Monitorar a manutenção de Rodovias ,
junto a outros municípios
SMOPTDU Amesne
Em continuidade
SMTJEL Atuaserra
DAER
Implementar a Estação Rodoviária para
manter esse serviço na comunidade
SMTJEL ACISCO
2017
Proprietários
Implantar acessibilidades
empreendimentos turísticos
complementares (espaços de Eventos)
em
SMOPTDU Secretaria de Coordenação,
e 2017
SMTJEL Planejamento e Gestão - SMCPG
Implantar melhorias no trânsito de
veículos e pedestres (como rotatórias,
retornos,viadutos, passarelas, túneis)
SMOPTDU 2018 SMCPG
3^
SMTJEL C/) B >>
Ui Criar áreas de atividades ao ar )■ O
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SMS 70
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livre,ciclovias,
população e visitantes
ca minhadas para SMOPTDU 2017
SMMA
SMAS
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Pavimentar gradativamente as rodovias
rurais, com captação de recursos e
dotações orçamentárias
SMAPA ÍO
SMOPTDU 2018 em diante SMCPG
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) )
Comunicar o sistema de transporte
rodoviário existente de Serafina Corrêa SMTJEL 2017 COMTUR
para outros destinos
Incentivar o uso de transporte coletivo
interno (estudo em realização), para a
população urbana e rural.
SMCPG
SMARH
2018 Iniciativa Privada
Departamento de Trânsito
Manter atualizados os mapas urbanos e
rurais para o SIG turismo e outras
necessidades
SMOPTDU Departamento de SMMA
Em continuidade
Engenharia Conselho do Plano Diretor
PLANO D£ AÇÃO - piMENSÃO: TURISMO
T
Eixo: Serviços e Equipamentos Turísticos
Variável: Hospitalidade local Objetivo: Aumentar a atratividade do município
Ações Responsáveis Meta Parcerias > -o n
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SMTJEL 2017 SETEL o
o y:' Abrir e implementar
Informação ao Turista
0 Centro de O o
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Administração Municipal
Câmara de Vereadores
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Inventariar a capacidade instalada para
qualificação profissional em hospitalidade
e gastronomia
SMTJEL 2017 STDE
ACISCO
3 O
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3
) I
Fomentar o aumento de capacidade de
meios de hospedagem na medida que
aumentara demanda.
SMTJEL 2017 Empreendedores
Investidores
Estimular o turismo receptivo local e
regional para atrair turistas
SMTJEL 2017 Guias
Operadores e agentes de viagens
SMTJEL 2017 ACISCO
Fomentar a gastronomia típica (inventariar
e definir), para torná-la atrativa e turística
SMC Empreendedores da gastronomia
SENAI
Conselho de Trânsito
Normatizar tabelas de precificação da
tarifa de uso do táxi
SMOPTDU
2017 ECT
SMF
SMTJEL
Varável; Eventos Objetivo:Captar eventos para dinamizar a atividade no município
Ações Responsáveis Meta Parcerias
SMTJEL 2017 Escolas -o n
;/i u, Q. s:
Inventariar os espaço para eventos
corporativos, para criação de portifólio e
diversificares eventos
SMC Empresas
Lideranças
Clubes e Associações
Igrejas
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Solucionar problema de estrutura nos
locais de eventos existentes
Empreendedores 2017 Empreendedores
Administração Pública
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SMOPTDU 03
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Acisco
Empreendedores
Entidades
SMTJEL 2017
Fomentar programados:
Planejamento integrado público-privado
eventos
ACISCO
SMTJEL Em continuidade Entidades
Manter e inovar eventos do calendário do SMC ACISCO
município SME Clubes
CTG e Piquete
Variável: Atrativos turísticos Objetivo: Aumentar a atratividade do município
Ações Responsáveis Meta Parcerias
Criar atratividade incentivando o SME Em continuidade STR
empreendedorismo e a inovação na
criação de roteiros turísticos.
SMTJEL Emater/Ascar-RS
Atuaserra
n
Criar roteiros incluindo : urbanos a pé ,
>
religioso, o museu, reformar, Casa da
Cultura, atrativos culturais e identificar
prédios históricos na área central da
cidade
SME Em continuidade Administração Pública (/> c 2;
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SMTJEL Atuaserra ■x> i
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SME 2017 Câmara de Vereadores
SMTJEL Empreeendedores
Desenvolver programa de roteirização
para área rural
Atua serra
Emater/Ascar-RS
STR
Manter programas de sensibilização para o
turismo à população local, empresas,
escolas
SMTJEL 2017 SMC
SME SMA
Câmara de Vereadores
Eixo: Marketing e Promoção do Destino
Variável: Marketing e Promoção do
Destino
Objetivo: Divulgar e promover o destino
Ações Responsáveis Meta Parcerias
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SMTJEL 2019 Assessoria de Imprensa
Veículos de Comunicação i
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Criar o Plano de Marketing, quando houver
a dinâmica do turismo no território
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SMC
Conselho de Cultura
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Apropriar-se da divulgação através de
filmes nacionais, documentários, que são
produzidos no município
Assessoria de Imprensa Em continuidade Administração Municipal
Participar de feiras e eventos , criar
parceria com os empreendedores para
divulgação do município , através do
Roteiro Compras e Cultura
SMTJEL 2017 Administração Municipal
Atuaserra
Atuaserra 2017 Escolas
Realizar oficinas de criatividade para
conceituar concretamente a
marca e
SMTJEL Empresas
Empreendedores
Trade
SME
visibilidade real ao Talian u
SMC
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PUNO DE AÇÃO: DIMENSÃO; POj-ÍTICA PÚBLICAS^ m mm. 1 ja —
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Eixo: Políticas Públicas
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Variável: Legislações e Regulamentação do turismo Objetivo: Criar legais para desenvolver o turismo
Ações Responsáveis Meta Parcerias
Administração Municipal COMTUR
Criar mecanismos para manter o apoio ao turismo e ao COMTUR 2017
Câmara de Vereadores
SMTJEL
Em
Manter vínculo permanente com Rotas e Cultura e a Atuaserra SMC Administração Municipal
continuidade
SME
Atentar para projetos e programas com o governo estadual,
federal para captação de recursos para o turismo
SMCPG Em Atuaserra
SMTJEL continuidade Secretarias Municipais
SMTJEL
Verificar na revisão, a inclusão no Plano Diretor, prioridades que
visam o desenvolvimento do turismo no município
SMCPG 2017 Todos as Secretarias
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SMTJEL o
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Aumentar o grau de cooperação público-privada para o
desenvolvimento do turismo local
ACISCO ^ r) 2018 Empreendedores instaladas r* v-4
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Entidades n
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Eixo: Cooperação Regional r
Objetivo: Apoiar o desenvolvimento e a comercialização dos destinos de rarn]:á'|^™ —
integrada
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Variável: Roteirização Regional - Destino Uva e Vinho
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Ações Responsáveis Meta Parcerias
Manter a boa representatividade quanto às governanças para a
regionalização do turismo
Em Câmara de Vereadores
SMTJEL
continuidade COMTUR
Em COMTUR
Consolidar e inovar projetos de cooperação regional existentes SMTJEL
continuidade Todas as Secretarias
SIG
Contribuir para a roteirização regional existente - Destino Uva e
Vinho e Roteiro Turístico Compras e Cultura
Em COMTUR
SMTJEL
continuidade ACISCO
Entidades
SIG
Promover e apoiar a comercialização dos destinos, de forma
integrada
Em COMTUR
SMTJEL
continuidade ACISCO
Entidades
Eixo: Monitoramento
> ■o n
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Variável: Dados e pesquisas Objetivo: Obter subsídios para o desenvolvimento e planejamento do turismo !? >
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Ações ia Responsáveis Meta Parcerias
Criar mecanismos para realizar pesquisa de demanda e oferta
(inexistente)
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I
Estabelecer parcerias para implantar sistema de gestão de dados SMTJEL
estatísticos
Atuaserra 2017
COMTUR
SMTJEL
Criar sistema de estatísticas do turismo Atuaserra 2017
COMTUR
SMTJEL
Criar medição dos impactos da atividade turística Atuaserra 2017
COMTUR
Eixo: Economia Local
Objetivo; Obter informações sobre recursos oriundos do setor para prospectar
investimentos.
Variável: Diversificara economia local
*1
E» Parcerias Ações Responsáveis Meta Q
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Fomentar aspectos da economia local com empreendedores, COMTUR
como conhecer o percentual da renda proveniente do trabalho
e da capacidade empresarial do turismo
Atuaserra O Q,
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SMF 2018 SMTJEL
ACISCO SMDE > Ti
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Melhorar a Infraestrutura de comunicação (sinais de celular e
internet) nas comunidades, para garantir manutenção famílias
no meio Rural e acesso ao turista
2016 em Ouvidoria
Operadoras
continuidade SIC
Todas as Secretarias
Criar mecanismos de facilidades para negócios (portifólio
técnico) em virtude da localização próxima a centros emissores
(como Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Passo Fundo)
ACISCO
SMTJEL 2017 Atuaserra
STR
Emater/Ascar-RS
Todas as Secretarias
Definir e aproveitar os empreendimentos e eventos
alavancadores existentes e diversificados, para divulgação do
Entidades
SMTJEL 2017
ACISCO
município
Mídias
Câmara de Vereadores
Ampliar e ofertar incentivos fiscais e outros mecanismos para
atrair grupos nacionais ou internacionais do setor de turismo
(hotelaria ou serviços em turismo)
SMF
Todos os Conselhos
SMARH 2017
ACISCO
SDE
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Empresários > "U
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O 3: s- Todas as Secretarias rt 70
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Criar portfólio de serviços, infraestrutura e incentivos para atrair
investidores para o setor turítsco
ACISCO rs P
SMTJEL 2017 ■ ■ o .»
Atuaserra
3 O
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Emater/Ascar-RS
Atuaserra SMTJEL
SEGH ACISCO
Superar carência de mão-de-obra qualificada para o turismo 2017
CRAS Empresários do Setor
SME
Departamento de Engenharia
Conselho do Plano Diretor
Superar com alternativas legais às dificuldades de acesso, tais
como barreiras legais, licenciamento ambiental, problemas de
regularização fundiária, dentre outras
2016 em
SMMA
continuidade CMMA
COMTUR
.alK
Eixo: Capacidade Empresarial
Variável Atração de investidores do setor de turismo Objetivo: Melhorar a oferta para investidores do segmento
Ações Responsáveis Meta Parcerias
n Demais Secretarias
<l Qualificar para empreendedorismo turístico com as percerias da
Atuaserra, SEBRAE, SENAR, PRONATEC, SENAC, SENAI, Centros
de Treinamentos encaminhados pela EMATER e Sindicato dos
Trabalhadores Rurais, Escola Agrícola e outros
(/) 3
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Sindicatos 5
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SMTJEL 2017 Cooperativas
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Escola de Segundo Grau í^0 3
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Atua serra
Aumentar e monitorar projetos (permanentes) de sensibilização
de qualificação para o turismo e serviços
SMJTEL
SEGH 2017
SMTDE
Sebrae
Criar projetos de cidadania, sensibilização e participação na
atividade turística
Atua serra
2017 Todos os conselhos
SMTJEL
Identificar empresas de médio e grande porte, filiais ou
subsidiárias, para investirem no município
SMTJEL
SMTDE 2018
Comtur
Incentivar empreendedorismo para todas as idades,
incentivando à Terceira Idade- aplicando o conceito para
desenvolver negócios como produto turístico
CR AS SMS
Emater 2017 SMTJEL
SMC
- ^
PLANO DE AÇÃO - DIMEN ISTENTAB s
■M -K
i 1
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, A
Eixo: Aspectos Culturais
●f'
Variável: Incentivo a eventos culturais Objetivo: Despertar na população local o interesse pela cultura e sua preservação n
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Ações Responsáveis Meta Parcerias 7'
a 9. 1 9, o rni:
Incentivar a produção cultural associada ao
turismo (corais, grupos de dança, artes,
expressões locais e outros)
Empreendedores
Comunidade
Centro Cultural
2016/2017 3
COMTUR í0)
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0) > m
73
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1 1
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I )
Escolas do município (nos diversos âmbitos)
Criar mecanismos para preservação do SME
patrimônio histórico e cultural existente na
cidade
Centro Cultural
COMTUR 2016/2017 SMC
SETUR Câmara de Vereadores
Prefeitura Municipal
Iniciativa Privada
Secretarias Municipais
Criar sistema de controle e monitoramento Comunidades
COMTUR
dos impactos do turismo sobre áreas
ambientais e culturais (Leis de preservação e
permanência)
2017 Atuaserra
Conselho Municipal de Políticas
Culturais
Emater
STR
CMMA
SME
Manter programas de educação patrimonial,
ambiental e turísticas nas escolas- Pulando
SMC Atuaserra
> ■0 0
^ 3 ;/i
C/)
SMMA 2017 Emater
3 >
Janelas, nas escolas SMJTEL Administração Municipal n 10
gS- ifl5
Potencializar os atrativos culturais para a
atividade turística
SMTJEL O
S' O r
c
SMC 2017
Conselho de Cultura O . 4
í
COMTUR
Participar ativamente do Conselho Municipal
de Política Culturais
Conselho da Cultura
COMTUR 2017
SME
Manter o Talian e outros programas de
cultura imaterial
SMJETL
SMC 2017
Atuaserra
Varável: Espaços para eventos culturais Objetivo: Melhorar a estrutura de apoio à cultura
Ações Responsáveis Meta Parcerias
Entidades
Otimizar os centros de eventos para
desenvolver atividades culturais e novos
COMTUR Comunidades do meio rural
2016
Setur Prefeitura Municipal
eventos
Eixo; Aspectos Sociais
^
Vi Variável: Manter os índices de qualidade de
vida no município
Objetivo: compartilhar responsabilidades sobre os indicadores municipais
o
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ST 3 ^ CZ ●● o
Ações Responsáveis Meta Parcerias
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)
Manter acesso à educação e monitorar
índices locais: investimentos no setor, IDH
Municipal em Educação, IDEB Municipal x
país. Subsídios para Transporte Média de
anos de escolaridade
SMAS
SME 2016 em continuidade
Conselhos Municipais
Escolas Manter atualizados os índices da população
Conselho de Educação
IBGE
com acesso ao ensino e SME 2016 em continuidade
taxa de frequência à escola
Conselho Tutelar
Apoiar programas de controle e denúncia
contra direitos humanos, especialmente
contra crianças e idosos, como a exploração
sexual.
Polícia Civil
SMAS
Brigada Militar
Hospital
Clinicas Médicas
2016 em continuidade
SMS
Conselho Tutelar -X} o
Q 2
Polícia Civil W)
Continuar as políticas de enfrentamento e
prevenção à exploração sexual infanto￾juvenil, proteção ao idoso
CRAS -}=■
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Brigada Militar
Hospital
Clinicas Médicas
Conselho Tutelar 2016 em continuidade
Conselho do Idoso
73
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o
1
I )
Criar mecanismos legais quanto à
comunicação publicitária- poluição visual em
SMF Todas as Secretarias
2016 em continuidade
SMOPTDU População
ambientes e locais turísticos
Eixo: Aspectos Ambientais
Variável: Rede de distribuição de água e
tratamento de esgoto
Objetivo: Proporcionar qualidade de vida à população
Ações Responsáveis Meta Parcerias
Monitorar as ações da Corsan para a atingir
100% da implantação da rede pública de
distribuição de água e de tratamento de
esgoto
Comissão de Ação e
Fiscalização do PMSB
do Município de
Serafina Corrêa
CORSAN
SMMA
2016 em continuidade
SMOPTDU - Departamento de Engenharia
Controle Interno
Todos os Conselhos
Criar projetos para reutilização da água e
campanhas de economia nos usos
domésticos e comerciais , na hospitalidade e
gastronomia
Câmara de Vereadores 9^
5
-o
t/l o
SMMA 2017 Escolas r o
n c￾s i- siS
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Comunidade
Emater
Monitorar, através da Secretaria de Meio
Ambiente, atividades em
potencialmente poluidoras
curso
e
Emater
3 O
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SMMA 2016 em continuidade STR AÍ.
<6- o. Cooperativas (0 rn
t-W
ITj
rcc S
1
r
)
desestruturadas. Dentre essas a construção
de aviários, pocilgas, estábulos e
empreendimentos que causem odores e
outros impactos ao ambiente.
Produtores Rurais
Empreendedores
Comissão de Ação e
Fiscalização do PMSB
do Município de
Serafina Corrêa
Monitorar as ações da Corsan para a atingir
100% da implantação do tratamento de
resíduos
SMMA
2016 em continuidade SMOPTDU
SMARH
Implantar programa para destinação de
resíduos de diversas classes e categorias
Empresários
ACISCO
SMMA 2016 em continuidade
Apoiar a implantação da estrutura e
legislação municipal de meio ambiente
existente (Código, Leis Ambientais , Fundo e
Conselho)
SMMA
COMTUR 2017
CMMA
Empresários :? 9’ in O
fji
Implantar formas de energia alternativa
(aeólica, solar e outrras), com uso de
tecnologias de inovação
STR J
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SMMA 2018 Emater o ms
Cooperativas
Comunidade 1
n
3 O
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1
7 O)
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o.
o
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) )
Manter e criar parques e áreas de SMMA
COMTUR
preservação permanente e de uso para o
turismo
SMTJEL 2018
CMMA
SME
6. DISPOSIÇÕES FINAIS
O Plano Municipal de Turismo - PMT - consolidou o trabalho que vem sendo realizado pelo COMTUR, em parceria com a equipe da Secretaria
Municipal de Turismo, em parceria com a Atuaserra, para a elaboração desse documento, estimulando a concentração de esforços para o alcance de objetivos
em comum, o qual deve ser, portanto, a referência para a política pública no município e região Uva e Vinho.
O PMT é o resultado de um esforço coletivo e vem concretizar os desejos e as aspirações dos diversos atores envolvidos na atividade turísticas. No
entanto, este documento não é o fim de um processo, pois dá início a um novo período de trabalho no empreendimento de ações e estabelecimento de
parcerias que fortalecerão a gestão do turismo no âmbito regional, estadual e nacional.
As propostas apresentadas objetivam transformar a atividade turística, qualificando os profissionais e empreendedores do turismo e os produtos e
serviços turísticos, para que o município vigore entre os destinos do turismo na Serra Gaúcha. Sendo assim, a execução do plano permitirá ao poder público
criar condições favoráveis ao desenvolvimento econômico e social, zelando pelo bem-estar das pessoas e pela proteção ao nosso patrimônio cultural e
ambiental.
6.1 Aprovação
O Plano será submetido à aprovação do Poder Legislativo e Executivo, após sua apresentação por meio dos membros do COMTUR, o qual será
decretado pelo Prefeito Municipal para que se cumpram suas determinações. /lumciPAi
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6.2 Implantação do Plano
Para garantir a implantação deste trabalho, a Gestão do Plano de Turismo será de competência do Conselho Municipal de Turismo, com a atribuição
de:
Articular o poder público, a iniciativa privada e o terceiro setor para engajamento em seus objetivos;
Monitorar a execução das ações propostas no Plano de Turismo;
Estabelecer negociações em parceria com a Prefeitura Municipal para obtenção de recursos necessários para viabilização das metas propostos Junto
a órgãos públicos e privados.
A execução das ações propostas deverá estar de acordo com planejamento orçamentário municipal, a fim de serem viáveis economicamente e não
gerarem desgastes aos cofres públicos, sempre prevendo os recursos disponíveis e as variáveis financiáveis.
6.3 Monitoramento e Avaliação
O dinamismo típico da atividade turística demanda um consistente conjunto de práticas e ferramentas que auxiliem o monitoramento e a avaliação
sistemática e permanente do setor, nos âmbitos municipais e regionais, visando garantir seu cumprimento, bem como analisar os seus potenciais e as suas
perspectivas de desenvolvimento.
Nesse sentido, o Plano Municipal de Turismo terá seus indicadores, objetivos e ações devidamente monitorados e avaliados por meio da ampliação
das ferramentas e dos sistemas de informações turísticas que permitam o acompanhamento de seus resultados e da eficácia, eficiência e efetividade das
políticas definidas.
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A sistemática de monitoramento do Plano prevê a apresentação e a divulgação dos principais resultados obtidos através do Conselho Municipal de
Turismo e da Secretaria Municipal de Turismo. Os procedimentos de monitoramento e avaliação deverão ainda estar em consonância com as diretrizes de
governo, sendo para tanto norteados pelo princípio da publicidade da Administração Pública, buscando viabilizar a divulgação e a consulta a documentos e
informações de interesse público, contribuindo para o pleno exercício da democracia.
O Plano deverá sofrer revisão a cada dois anos ou, quando for julgado necessário pelos segmentos envolvidos no processo,
direcionamentos do ramos turístico na região e no estado.
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REFERÊNCIAS
Arquivo Histórico de Guaporé
Arquivo Histórico Municipal de Serafina Corrêa
COFCEWICZ, Geraldo. ZAMBENEDETTI, Dino. Serafina Corrêa: História e Estórias. D.C. Luzzatto Editora.;1988. 185 P
MAESTRI, Mário. Breve História do Rio Grande do Sul: da Pré-história aos dias atuais. UPF Editora; 2010. 461 p.
Ministério do Turismo. Plano Nacional de Turismo. Brasília, 2012.
Secretaria Estadual de Turismo. Plano de Desenvolvimento do Turismo do RS 2012-2015. Porto Alegre, 2012.
.. Projeto de Gestão dos 65 Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional. Porto Alegre, 2012.
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PIMENTEL, Gaspar Vieira. Dicionário Histórico Geográfico e Estatístico. Posenato Arte e Cultura, 1984. o
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COMPONENTES DO COMTUR E EQUIPE QUE CONSTRUIU O PLANO MUNICIPAL DE TURISMO DE SERAFINA CORRÊA
Emater CNPJ 89.161.475./0001-73
Thanabi Bellenzier Calderan
CPF 600.663.770-72
RG n5 6043174207
Presidente COMTUR
Neiva Maria Sonagllo Turcatti
CPF 248 930 640/53
ID. 160.702 (RR).
Secretaria Municipal de Meio Ambiente
Fabiola Bastiani Fregonese
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CPF: 753.435.330-00 c/l O
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Rotary CNPJ -16542.317/0001-90
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CPF: 110.392.050-20
RG:6020313059
ACISCO CNPJ;90.080.320/0001-65
Rudimar Rissi
RG:1086667837
CPF: 705.716.000-34
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Kelly Begnini Delazeri
RG 4072508957
CPF 000.493.430-09
ASSINATURA:
Beatriz Paulus. Diretora Executiva. RG 5024046426 e CPF: 314.450.390-87 > -V D
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ASSINATURA: n 73
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Nelcídio Roberto Alban. SMTJEL. R6n009588052 CPF: 353.604.960-53 Q>
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