| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 32 |
| Date | 1993-09-06 |
| native_id | 1410 |
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*FJ*8 VA D o V O T ° ç A 1S9 'V«r#«dor ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CÂMARA MUNICIPAL DE VEREA SER AFINA C0-.R-1 SESSÃO ORDINÁRIA: ATA Ne 32/1993 1 - No dia seis de setembro de mil, novecentos e noventa e três, na Av. 2 - Arthur Oscar, 1509, a Gamara Municipal de Vereadores realizou a sua 3 - 32e Reunião Plaiária Ordinária da 8^ Legislatura de Serafina Corrêa, 4 - a 45^ do Período Legislativo 1993/1996. Sob a presidência do titular, 5 - Ver. Nestor Magon e secretariados pelo Ver. Arnaldo pacassa, os tra6 - balhos foram iniciados sob a forma regimental.Formaram quorum legal 7 - os Vereadores Francisco Crema, Osmar Vallar, Francisco Mezzomo e Hen 8 - ri Perin, pela bancada do PFL; José Meneguzzi, Pedro Fozza e Lidio / 9 - Oldoni, da bancada do PMDB; Ver. Arnaldo pacassa, do PPR e, Nestor 10- Magon, do PTB. A ORDEM DO DIA CONSTOU DE: - Leitura da Ata ne 31/93, 11- dqa sessão ordinária anterior, que foi aprovada por unanimidade com 12- adendo do Ver. Vallar, fazendo constar que o mesmo esteve era Campo/ 13- Bom, acompanhando os CTGs da cidade. A reunião prosseguiu com a apre14- sentação das seguintes proposições- - Projeto-de-Lei n^ 31/93, que 15- teve Pedido de Vistas mantido. - Projetos -de-Lei N^s 66/93 e 67/93 16. que, respectivamente, "Dispõe sobre Plano Plurianual do Município de 17- Serafina Corrêa, Estado do Rio Grande do Sul, para o Período de 1994 18- a 1997," e "Dispõe sobre Diretrizes Orçamentárias para o Exercício de 19- 1994 e dá outras providências". - Projeto-de-Lei n^ 42/93, com Pedido 20- de Vistas eplo Ver. Oldoni.- Projeto-de-Lei ns 54/93, com Pedido de 21- Vistas mantido pelos Vereadores Arnaldo Pacassa e Osmar Vallar.-Pro22- jeto de-Lei nS 59/93 que "AUTORIZA O EXECUTIVO MUNICIPAL AO PAGAMEN23- TO DE MENSALIDADES À ASSOCIAÇÃO DE TURISMO DA SERRA NORDESTE E DÁ// 24- OUTRAS PROVIDÊNCIAS".Posta a proposição em discussão. Os Vereadores 25- da bancada do PFL manifestaram-se favoráveis, enquanto os edis da 26- oposição questionaram a validade de altos investimentos em turismo 27- em detrimento de outros setores produtivos e de fins sociais. Julga28- ram valor elevado a importância de 5.70 VRM mensais para a associa29- ção de Tirismo da Serra. O Ver. Pacassa, mais uma vez, achou exage 30- rado o investimento em turismo, em termos de Serafina Corrêa, quando 31- ha muitas necessidades em saúde, saneamento, habitação, educação, em 32- agricultura, etc. O Sr. Presidente disse que, na sua opinião, o pro33- jeto não precisava do aval do Poder Legislativo. Posto em votação, o 34- proejto foi rejeitado por maioria absoluta, com votos vencidos dos 35- Vereadores do PFL;- Projetb-ide-lei ns 61/93, com Pedido de Vistas do 36- Ver. Fozza. - Projeto-de-Lei ns 68/93 que /"ACRESCENTA UM SEGUNDO PA37-RÁGRAFO AO ARTIGO 246 DA LEI MUNICIPAL Ne 1.223/93 E DÁ OUTRAS PROVl38- DÊNCIAS". Com o consentimento da Mesa Diretora, a propsoição foi sub39- metida a apreciação e deliberação, com aprovação -unânime. - Projeto40- de-Lei ne 70/93 que "CRIA O MUSEU MUNICIPAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS", 41- tendo recebido Pedido de Vistas pelo Ver. Pacassa- Anteprojeto -de42- Lei que "DISPÕE SOBRE INCENTIVOS FISCAIS AOS PROPRIETÁRIOS DE IMÓVEIS 43- URBANOS QUANDO CONSTRUÍREM PASSEIO EM FRENTE DE SUAS PROPRIEDADES", 44- tendo Pedido de Vistas mantido pelo Ver. Fozza. - Projeto de Resolu 45- ção ne 07/93 que "ACRESCENTA PARÁGRAFO AO ARTIGO 57 DO REGIMENTO IN46- TERNO DA CÂMARA MUNICIPAL," tendo Pedido de Vistas mantido. - Proje ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES SERAFINA CORRÊA - RS. 47- jeto de Emenda à Lei Orgânica que "ALTERA REDAÇÃO DO PARÁGRAFO Ú48- NICO DO ARTIGO 73", tendo havido Pedido de Vistas mantido pelo Ver. 49- Meneguzzi. - O Ver. Francisco Crema disse que os Vereadores do PFL 50- erraram ao votar a favor das emendas propostas na atual Lei Municii51- pai n2 1.241/93, e agora os profissionais da saúde paralisam as suas 52- atividades com prejuizo para a população e pediu reconsideração da 53- deliberação. . Ver. Meneguzzi, em contrapartida, questionou o líder 54- do PFL e argumentou que se os médicos e dentistas paralisaram o aten55- dimento ao público porque ainda ainda não ofram contratados pelo Pre56- feito, e se era legal terem ficado paralisados mais de vinte dias numa greve ilegal e inédita no Brasil, pois, greve de ocupantes de cargos 58- em comissão e inadmissível. Disse, também, que o Poder Legislativo 59- autorizou a contratar médicos e dentistas, sem se preocupar quem // 60- iria ser admitido, portanto, o Executivo estava habilitado legalmen61- te a resolver o prqblema. O Ver. Magon demonstrou que as afirmações 62- dadas pro ele na Radio Rosário eram verídicas, pois, vencimentos, / 63-mai s reajustes e mais insalubridade pagosí aos prof issioanis da saúde dão valor ate superior ao total anunciado. Falou que o Executivo agiu com 65- irresponsabildiade ao admietir médicos e dentistas sem amparo legal, 66- como se os Vereadores fossem obrigados a aprovar, sem lógica, qual67- quer proposição dele. O Ver. Crema defendeu historiando a tramitação 68- do projeto de contratos emergenciais, desde sua recepção pelo Poder 69- Legislativo ate sua apreciação e votação, e achou que devia ser apro70- vada a emnda do Executivo para não prejudicar a população. O Sr. Pre71- sidente comentou que em apenas trinta dias, o Executivo já encaminhou 72- quatro projetos com emendas para o novo regime jurídico, o que demons 73- tra o seu amadorismo em administração pública, dentro da legislação 74- vigente. Opinou que o projeto do Executivo a respeito do novo regime 75- devia conter um capitulo ou artigo, prevendo todas as situações fun76- cionais do seu quadro de trabalhadores muncipais. Não fez, o que de77- mentra falta de competência. O Ver. Pacassa lembrou que ele e os lí78- deres dos aprtidos sugeriram ao Prefeito que fizesse contratos de emer79- gencia e que as mudanças deviam ocorrer com calma e reflexão. Não fo80- ram atendidos e ai estava toda aquela confusão. O Ver. meneguzzi dis81- se que o único compromisso assumido por ele e o Ver. Pacassa com o Exe82- cutivo era votar a favor do aumento especial proposto paràí os médicos 83- no valor de CR$ 31.500,00. Disse, também, que pediram aos médicos não 84- entrarem em greve, mas, estes não deram voto de confiança. Eles cumpri85- ram com a palavra empenVoda e votaram o reajuste especial proposto, 86- enquanto os médicos e dentistas paralisaram suas atividades, deixando 87- a população carente sem assistência. Falou que os médicos pediram so88- luçao dos seus problemas, não importando-se com os demais servidores 89- municipais. Opinou que, se não querem trabalhar, que deixem, pois, há 90- muitos profissionais que, pelôíá»' vencitéh#lKos que lhes são pagos, estão 91- aguardando para assumir. O Ver. Fozza lembrou que a classe da área da 92- saúde recebeu um aumento de 70% superior aos demais servidores muni93- cipais. O Ver. Mezzomo defendeu o pagamento aos médicos, pois, estes 94- trabalharam. O Sr. Presidente retrucou que ninguém estava contra o pa 95- gamento. O Ver. Crema questionou o colega Meneuguzzi quanto a promessa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES SERAFINA CORRÊA - RS. 96- da aprovação do projeto, mas, o ¥er. Meneguzzi disse que prometeu e 97- cumpriu, sem, entretanto, precisar a data da votação, que fugiu da 98- sua competência e previsão. O Ver. Pacassa afirmou que jamais poderia 99- assumir a data da apreciação e votação, e que, por outro 4^do, os mé100-dicos não esperaram, não deram tempo ao legislativo para deliberar e 101-deflagraram uma greve com garndes prejuízos à população e ao Munici102-pio. O Sr. presidente concluiu que os reajustes, gjjiraças ao Legisla103-tivo, foram dados para todos e pediu que os^-iSTcrj^tos do executivo 104-jam elaborados com maior discernimenpediu que fossem usados termos mais solf 106-re ao Sr. Prefeito. A sessão foi enc( 107-que, para constar, foi determianda 108-assianda pelo Presidente e pelo Sec tario.