| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 41 |
| Date | 1994-12-26 |
| native_id | 1476 |
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APROVADO eras Sesslg Vareador rrdsidente im^ ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES SERAFINA CORRÊA - RS. SESSÃO ORDINÁRIA ATA Ne 42/94 \ 13 - 14 - 15 - 01 - Às dezenove horas e trinta minutos do dia vinte e seis de dezembro 02 - de mil, novecentos e noventa e quatro, na sua sede de funcionamen03 - to, na Avenida Prefeito Amantino Lucindo Montanari, 1509, a Gamara 04 - Municipal de Vereadores realizou a sua 89^ Reunião Plenária Ordina 05 - ria, a 114^ do período legisaltivo de 1993/1996. Iniciadds: .na for06 - ma regimental, os trabalhos foram presididos pelo Presidente Ver,, 07 - Pedro José Fozza e secretariados pelo Ver. Lidio Francisco Oldoni. 08 - Compareceram os Vereadores Francisco Silvio Crema, Osmar Vallar,// 09 - Francisco Bernardo Mezzomo e Henri Perin, da bancada do PFL; Jose 10 - Felicino Meneguzzi, Pedro José Fozza e Lidio Francisco Oldoni, do 11 - PMDB; Nestor Magon, do PTB e, Arnaldo Luiz Pacassa, do PPR. SEQUÊN 12 - CIA DOS TRABALHOS: Em primeito ato, o Sr. Presidente, com o consen timento dos senhores '''ereadores, convocou a Cãmara para uma sessão extraordinária a realizar-se no dia 29 de dezembro de 1994, a fim de deliberar sobre projetos ainda pendentes. - Leitura da Ata n24l/ 16 - 94, da sessão ordinária anterior, aprovada por unanimdiade.-Prosse 17 - guindo, nos termos do Art. 22, § 52 da Lei orgânica do Município, 18 - foi procedida a eleição da Diretoria da Mesa da Gamara Municipal,/ 19 - para os cargos previstos no Art. 24 da Lei orgânica do Município. 20 - Foram exibidos ao Plenário os documentos do processo eletivo, tu21 - do dentro da Lei e do Regimento Interno, com a autorização indivi22 - dual de inscrição em chapa e as respectivas cédulas. Foi anunciado 23 - o registro e protocolo de uma única chapa, encabeçada pelos Verea24 - dores Arnaldo Luiz Pacassa, José Felicino Meneguzzi, Pedro José Foz 25 -za, Nestor Magon e Lidio Francisco Oldoni, respectivamente para os 26 - cargoè ■ de Presidente, 12 Vice-Pre sidente, 22 Vice-Pre si dente, 12 27 - Secretario e 22 Secretário. Procedida a votação na forma regimental, 28-0 Sr. Presidente escrutinou os votos perante os senhores edis, cujo 29 - resulatdo é o seguinte para administrar e dirigir o Poder Legislat 30 -tivo na sessão legislativa de 1995: Presidente: Ver. Arnaldo Luiz / 31 - Pacassa, com 08 votos; 12 Vice-Presidente: Ver. José felicino Mene 32 - Guzzi, com 08 votos; 22 Vice-Presidente: Ver. Pedro José Fozza,com 33 - 08 vot2)s; 12 Secretário: Ver. Nestor Magon, com 08 votos; e 22 Se34 - cretario; Ver. Lidio Francisco Oldoni, com 08 votos. Foi anulado um 35 - voto.-Prqclamado o resultado, o Sr. Presidente declarou a composi36 - ção da Mesa Diretora da sessão legislativa de 1995, em conformidade 37 - com a chapa registrada e votação obtida, declarando os seus compo38 - nentes empossados a contar do dia prime, ro de janeiro de 1995. -Por 39 - convocação da Gamara Municipal, fez-se presente à reunião a Secre40 - tária Municipal de Educação e Cultura, Professora Landila Vanda Ma 41 - rocco Dondoni, para prestar esclarecimentos sobre transporte esco42 - lar.Na ocasiao, houve um questionamento e respostas entre o Verea43 - dor Nestor Magom (M) e a Secretária Convocada(S), aproximadamente 44 - nestes termos: M:-Como e feito o transporte escolar, pela Prefeitu 45 - ra, pore emptqsas particulares? -S:-As crianças da 1- a 4^ series 46 - têm transporte escolap gratuito garantido por lei, enquanto os es- 'V ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES SERAFINA CORRÊA - RS. 47 - tudantes da 5^ a 8^ séries e do 2^ grau lhes é assegurado um auxílio 48 - percentual do custo das passagens. M:- A contratação e feita de que 49 - forma? S:-Através de licitação. M:- SÓ que a Prefeitura não paga a 50 - contratada. Ela paga de que forma? -S:-Hoje mudou. NÓs vínhamos usan 51 - do o mesmo processo de anos anteriores, a Prefeitura fazia cheque no 52 - minai às crianças que apanhavam a assinatura e devolviam para a empre 53 - sa. Hoje contrata-se a empresa e paga-se à empresa mediante Nota Eis 54 - cal. M:- Antigamente a Prefeitura contratava a empresa, e a Prefeitu 55 - ra pagava aos pais e os pais pagavam à empresa? S:- Aconteceu um caso, 56 - o senho^r sabe, uma professora entregava o cheque as crianças, as cri57 - anças levavam para casa, os pais assinavam e devolviam a professora, 58 - para facilitar e paara que não fosse necessário... as crianças mesmo 59 - entregavam, ela recebia e entregava para o dono da empresa. M:-Hoje 60 - mudou isto? Por causa do TOE?. S:- Não. Achamos uma forma mais práti 61 - ca e correta. M:- Falei com o TC e ele me disse que não e uma forma 62 - correta. Mas, se uma criança, meio sem responsabildiade e incosnequen63 - te, e venha a perder este cheque, que havia sido endossado, o que ve64 - ria a acontecer? A Prefeitura vai expedir outro cheque? S:- Eu não vou 65 - te responder. Eu so sei que como estamos fazendo agora nao ha proble66 - ma. Evitou todo este tipo de coisa. M:-Qual o compromisso que tinha o poder público municipal com o pagamento deste cheque? S:- Ai e com a tesou68 - raria, com a Contabiliade.M:- Era via secretaria de Educação? S;: Não, 69 - era via Secretaria da Administração. M;-Então não passavam na Secreta70 - ria da Educação? S:- Passava com o auxílio da contabilii.dade, do Vice71 - Prefeito. M:- Imagino que a Sr^ nao sabe como foi feita a contratação. 72 - S:- Eu sei, estou por dentro, através de edital de licitação. M:- Que 73 - tipo de compromisso tinha o poder executivo com as empresas, uma vez 74 - que havia liei tção, havia edital? S:- Nao saberia responder se não 75 - sei o que aconteceu. M:- Estou perguntando que tipo de veiculo tinha 76 - esta contratação, quantos alunos, por exemplo, 40, 50, 100, 200... 77 - S:- Eu não sei o número exato. M:- Ha um caso em que um cheque foi 78 - emitido de forma aoitde ao aluno é dado todo o direito, eu sei que uns 79 - pais levam de carro. E tem dois casos;.que é do meú conhecimento, in80 - clusive, onde estas crianças receberam transporte escolar e, na ver81 - dade, não utilizavam o transporte escolar. Não entro no mérito se elas 82 - tinham direito. Nao podia dar outro tipo de auxílio? Exemplo- Se eu 83 - sou pai de 4 crianças e quisesse levar os meus filhos com o meu carro 84 - próprio, eu iria receber o auxílio transporte escolar? A Senhora sa 85 - be se tenho direito ou não tenho direito? S:- Sei, sei... Eu acho que 86 - se o Sr. tem possibilidades, tempo e situações financeiras, não tem 87 - necessdiade de transporte. M:- Necessdiade ele tem. So que ele e op88 - tante. Eu, por segurança, pego outra empresa.Não aquela que a Prefei 89 - tura contratou. Eu tinha direito ao transporte escolar? S:- Não vou 90 - respodner. Não sei. M:- Mas, eu não tenho opção. Tenho aquela única 91 - que a Prefeitura empunha, em forma de edital e tal, né? S: Quem rece 92 - be o auxílio é o dono da empresa. M:- Mas o cheque quem recebia era 93 - o pai, que o pai pagava a quem quisesse... S:- Não. Pagava ao veicu94 - Io que fazia o trapspopte , . ao dono da empresa,. M;- Mas, se o pai, va 95 - mos dizer, pro Município tivesse prejuízo nenhum o pai ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ contrata o fu ESTADO DO BIO GRANDE DO SUL CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES SERAFINA CORRÊA - RS. 96 - lano e tal para levar o filho a escola... o Executivo da o auxilio 97 - do transporte escolar? de que forma era dado o auxilio?. Por este 98 - mecanismo, o pai, na verdade, não tinha direito de optar, e o trans99 - porte, desde que seja igual, pela empresa e tal, ele podia economizar ICX)- com o dele e nao tinha opção. S:- Eu sei o que o Sr. esta supondo.Ja 101- que não aconteceu, nunca aconteceu este tipo de coisa, eu não posso 102- responder aqui, hoje, porque se tu tens tempo, tens condições....M:- 103 - Não, eu não tenho tempo, eu pago uma outra pessoa da minha confian104-ça para levar. S:- Você tem condução própria não precisa de transpor105 - te escolar.M:- Eu opto, até por um valor maior. Eu pergunto: Tinha r>J r 106 - no contrato esta lacuna aberta, que podia o fulano de tal nao e obri107 - gado, ser necessariamente ser da empresa? Sr- Sinceramente, nao en108- tendo nada deste tipo de coisa, se tem no contrato que qualquer pode 109- usar transporte da Prefeitura... M:- Porque existe uma situação que 110- que é o senhor Nestor Vidmar... segundo o que a senhora me disse, a 111-partir do princípio de que todos têm direito ao transporte escolar, 112- porque há ricos e há pobres, se eu tenho um carro para transportar os 113-meus filhos...S:: Não...Não, não afirmei isto. Se tem carro e condi114 -ções, não precisa de transporte escolar. Se tem direito este e ofere 115-cido, pois, que espere na porta da sua casa que o carro passa Ia para 116-apanhar. M:- A Prefeitura pagará, a despesa? S:- Paga.M:- Mas, se ele 117-transportar o filho perde o direito?S:- Eu entendo assim: tem trans118-porte auxílio e se ele não quiser usar o da Prefeitura... porque este 119-está à sua disposição. M:- Qual é o prejuízo da Prefeitura em pagar / 120-para a empresa ou pagar para o pai dos alunos? S::Até hoje não veio 121-nenhum caso disto.M:- Dou um exemplo: hove um pai...S:- Um lapso da 122- da contabilidade... você sabe, vou citar, a contabildiade sempre fez 123-isto aí, desde outra administração... fazia-se chenue, a professora 124-entregava, os pais^íuscavam, vinha de volta, este processo foi continu 125-ando. daí, não me lembro do setor da contablidade, pegou ajrelação... 126-M:Quem entregou a relação? S:- Quem entregou foi a direção da Escola. M:: A direção da escola entregava para a senhora, a senhora entregava para. 128-S:. . para setor de contabilidade. A diretora mandou a relação de 33 129- alunos. Na realidade 30 alunos usaram o transporte.Dai ela fez 30 che130-ques. A lista continha o nome de todos os alunos da escola, inclusive 131- dos três que nãc^usaram o transporte escolar. Foi um lapso dela. Quan 132-do chegou nas 30 crianças, ela parou porque sabia que eram 30 certas. 133-SÓ que destas três não utilizaram transporte escolar. Quando notou o 134-lapso mandou corrigir o equívoco.M:- A senhoraJssinou o contrato?S:- 135-Não. M- A senhora pega uma lista de beneficiários, a Sr^ encaminha ao 136-Executivo, o Executivo avalia, aí vai para. a contablidade. Eles fazem 137-0 empenho prévio. A senhora não assina empenho nenhum? A Secretaria ; 138-não assina o empenho prévio? Nada? Com relação a contratada a senhora 139-não sabia se eles podiam ou não beneficiar, é isto? S:- Não.M:- Se ele 140-usasse, o pai, a senhora, entende que não tinha direito? S:- Não , não 141-tem direito, não precisa, não usa. M:- A senhora diz que todos, indis142-tintamente, têm direito'?'''sim, até a 4- série sim, M:- Se ele usa carro l^-8íéPgè?dêU,^Íe^Çe^Í.ge Üi^§lver?i- ^^o, não vou dizer que pode. M:-Mas ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES SERAFINA CORRÊA - RS. 145-S:- Este caso foi um engano. Nunca esnoradicamente recebeu cheque. 145-M: Estou dizendo que ele esporadicanenteusa transporte escolar de seu 147-amigo para levar à escola. S;- Gostaria que o pai chegasse e dissesse; 148-0 meu filho também vai na escola e tem direito de transporte escolar, 149-.. pois, o ônibus passa na sua casa. Mas, se ele vai com o pai o seu 150-amigo não tem direito.M:- Nao tem direito? S:- Não vou dizer que não 151-direito por que não tenho segurança disto.-O questionamento prosseguiu 152-com perguntas formuladas pelos demais Vereadores. A uma pergunta do 153-Ver. Pacassa, informou a senhora Secretária que as empresas transpor154-tadoras eram pagas pelo quilômetro rodado e não pelo numero de alunos 155-transportados. O Ver. Magon voltou a inquirir sobre toda a tramitação 156-do empenho prévio até o pagamento das despesas autorizadas, recebendo 157-resposta conforme costuma acontecer na administração publica. O Vere158-ador Meneguzzi perguntou o procedimento quanto aos alunos que desistem 159-de freqüentar, sendo informado de que é feito mensalmente um controle 160-antes de serem emitidos os cheques do auxilio. E quanto a lotaçao dos 161-veículos que fazem transporte de alunos foi informado que em certas / 16 2-rotas sim e em outras, não. E quanto as caronas de pessoas nao estu163-dantes, foi dada resposta de que, em certos casos especiais, para os 164-pais ou acompanhantes de crianças há exceções e que, também, e autori 165-zado transporte para professores e servidores municipais. A senhora 166- Secretária respondeu informalmente a diversos questionamentos formu167-lados pelos senhores edis, sobre temas variados relacionados com a po 168-lítica educacional do Município. A sessão continuou com a apresentação do Projeto de Lei n^ 56/94, que continuou com pedido de vistas pela comis 170-são. - Projeto de Lei n^ 62/94, que recebeu pedido de vistas do Ver. 171-Oldoni. - Projeto de Lei n^ 64/94, que" APROVA CONVÊNIO CELEBRADO EN172-TRE O D.A.E.R. E O MUNICÍPIO DE SERAFINA CORRÊA", o qual recebeu vis173-tas do Ver. Crema. Requerimentos: Foram apresentados e aprovados os 174-seguintes: I - De autoria do Ver. Pacassa: "REQUER AO PODER EXECUTIVO 175-MEDIDAS DE PROTEÇÃO LATERAL NA PONTE SOBRE O RIO CARREIRO, NA VRS 51. 176- II- De autoria do Ver. iPozza: "REQUER PROVIDÊNCIAS E MEDIDAS DE HI177- GIENE NAS AVENIDAS MIGUEL SOCCOL E PREFEITO AMANTINO LUCINDO MONTANA 178-RI. III - De autoria do Ver. Meneguzzi foi apresentado e recebeu pe179-didD de vistas do Ver. Pacassa, requerimento que"REQUER AO PODER EXE180-CUTIV0 DESIGNAÇÃO DO CENTRO ADMINISTRATIVO MUNICIPAL DE "PREFEITO AMAN181-TINO LUCINDO MONTANARI" E DA ATUAL AVENIDA PREFEITO AMANTINO LUCINDO 182-MONTANARI VOLTE A DENOMINAR-SE AVENIDA ARTHUR OSCAR. A sessão foi en183-cerrada na forma regimental. E, de que, para constar, foi lavrada a 184-presente ata que vai assinada pelo Sr. Presidente da câmara e pelo 1^ 185-Secretário da Mesa Diretora. Serafina Corrêa, 277de dezembro de 1994. VER. PEfl^O JOSE FOZZA Preisí. dente. VER. LIMO/ FRÁNCTSCO OLDONI â 5^Secretár io a CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES Serafina uujJM. _ COMISSÃO ESPECIA, P M O B: [LrjX PBS t -fáoí PFL t í/ .a -ii" 4 ^ '• íl..