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norma nº 1625/2024

Tipo Lei Ordinária
Número / Ano 1625 / 2024
Date 2024-12-16
EmentaDefine o protocolo de prescrição de medicamentos e solicitação de exames por enfermeiro na atenção primária no Município de Diamantino - MT e dá outras providências
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ESTADO DE MATO GROSSO
CÂMARA MUNICIPAL DE DIAMANTINO
“Palácio Urbano Rodrigues Fontes”
Lei Ordinária n° 1.625/2024, de 16 de dezembro de 2024
Define o protocolo de prescrição de medicamentos e solicitação 
de exames por enfermeiros na atenção primária no Município de 
Diamantino - MT e dá outras providências.
O Prefeito Municipal de Diamantino, Estado de Mato Grosso, no uso de suas atribuições legais 
e em conformidade com a Lei Orgânica do Município de Diamantino, faz saber que a Câmara 
Municipal de Diamantino aprovou e EU sanciono a seguinte Lei:
Art. Io. Fica assegurado e definido o Protocolo de Prescrição de 
Medicamentos e Solicitação de Exames por Enfermeiro na Atenção Primária no Município de 
Diamantino, Estado de Mato Grosso, nos termos do Anexo I desta Lei.
Art. 2o. O Poder Executivo fica autorizado a tomar todas as 
demais providências administrativas, jurídicas, orçamentárias, financeiras, contábeis, 
patrimoniais e fiscais para o fiel cumprimento da presente lei.
Art. 3o. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, 
revogadas as disposições em contrário.
Diamantino, 16 de dezembro de 2024
MANOEL 
LOUREIRO 
NETO:2444477413
Manoel Loureiro Neto
Assinado deforma digital por MANOEL 
LOUREIRO NET0:24444774134 
DN: c=BR, o=ICP-Brasil, ou=AC SOLUTI 
Múltipla V5, ou=12121962000188, 
ou=Certificado Digital, ou=Certificado PF A1, 
cn=MANOEL LOUREIRO NETO:24444774134 
Dados: 2024.12.19 20:26:52 -04'00'
Prefeito Municipal
Rua Des. Joaquim P. F. Mendes, 2345- Jd. Eldorado - Diamantino-MT - 78400-000
(65) 3336-1419 - www.diamantino.mt.lee.br
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CÂMARA MUNICIPAL DE DIAMANTINO
“Palácio Urbano Rodrigues Fontes”
ANEXO I
PREFEITURA MUNICIPAL DE DIAMANTINO-MT
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE DIAMANTINO-MT
PROTOCOLO DE PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS E 
SOLICITAÇÃO DE EXAMES POR ENFERMEIROS NA ATENÇÃO 
PRIMÁRIA À SAÚDE NO MUNICÍPIO DE DIAMANTINO- MT 
NOVEMBRO
2024
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ESTADO DE MATO GROSSO
CÂMARA MUNICIPAL DE DIAMANTINO
“Palácio Urbano Rodrigues Fontes”
PROTOCOLO DE PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS E 
SOLICITAÇÃO DE EXAMES POR ENFERMEIROS NA ATENÇÃO 
PRIMÁRIA À SAÚDE NO MUNICÍPIO DE DIAMANTINO-MT
 Manoel Loureiro Neto
 Prefeito Municipal 
Itamar Martins Bonfim
Secretário Municipal de Saúde 
Bárbara Maria Antunes Barroso
Coordenadora da Atenção Primária 
Pamela Aparecida Nery Costa 
Coordenadora da Atenção Especializada 
Vigência:
2024/2028
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CÂMARA MUNICIPAL DE DIAMANTINO
“Palácio Urbano Rodrigues Fontes”
COLABORADORES
ANDERLEIDI DE ALMEIDA
ADELITA BARROS DE AGUIAR
ANDREA SILVA DUARTE
BÁRBARA MARIA ANTUNES BARROSO 
CHAVELY BERBEL 
CLEUDIESLHE DA SILVA
DAIANY DE PAULA PACHECO
DILMA DA CONCEICAO ARAUJO
ELIETE MIQUELOTI EL SAHELI 
ERICA MARQUES DE ABREU HALLYNE LESSA 
HALLYNE LESSA
ITAMAR MARTINS BONFIM
JAKELINE LISBOA DA SILVA
JUCY AUXILIADORA MOREIRA
KELIA ANACLETO DE ABREU
LEIDIANE SASHA CHECHES GRABAS
LUANA KAREN TOLEDO DA SILVA RODRIGUES 
LUIZ WARAFAN JUNIOR
MARCOS DIEGO DA SILVA
MICHELE CRISTINA CARRASCO MAURIZ
NORTON CARVALHO PIZZOLATO 
PAMELA APARECIDA NERY COSTA
PAULA CAPISTRANO DE OLIVEIRA CARVALHO 
PHABLO MONTEIRO 
RAFAELA DE LAURA SANTOS OLIVEIRA
SABRINA DA SILVA BARROS
SEBASTIANA DAS GRACAS SOARES CUNHA 
TAMIRES REGINA RIBEIRO DA SILVA
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CÂMARA MUNICIPAL DE DIAMANTINO
“Palácio Urbano Rodrigues Fontes”
REVISADO POR:
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO- UNEMAT
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM - COREN/MT
Aprovado por:
Conselho Municipal de Saúde- CMS
Câmara Municipal de Vereadores
Vigência:
2024/2028
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“Palácio Urbano Rodrigues Fontes”
INTRODUÇÃO
De acordo com a Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017 que aprova 
a Política Nacional de Atenção Primária à Saúde, entre as atribuições do profissional enfermeiro 
atuante na Atenção Primária à Saúde, estão a realização de consulta de enfermagem, 
procedimentos, solicitação de exames complementares, a prescrição de medicação conforme 
protocolos, diretrizes clínicas e terapêuticas ou outras normativas técnicas estabelecidas pelo 
gestor, observadas as disposições legais da profissão (Brasil, 2017).
A consulta de enfermagem está regulamentada pela Lei nº 7498/1986 que 
dispõe sobre o exercício da enfermagem, pelo Decreto nº 94.406/1987 que a regulamenta e pela 
Resolução do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) nº 358/2009 que dispõe sobre a 
Sistematização da Assistência de Enfermagem e a Implementação do Processo de Enfermagem 
(Cofen, 2009).
Dito isto, a Consulta de Enfermagem deve estar baseada em suporte teórico 
que oriente o raciocínio clínico do enfermeiro em cada uma das etapas do processo de 
enfermagem: Avaliação de Enfermagem (histórico e coleta de dados), diagnóstico de 
enfermagem, planejamento de enfermagem, implementação e evolução de enfermagem. 
(Cofen, 2024)
De acordo ainda com a Lei nº 7498/1986, o enfermeiro exerce todas as 
atividades de enfermagem, cabendo-lhe, privativamente, a prescrição da assistência de 
enfermagem e a prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e 
em rotina aprovada pela instituição de saúde (Brasil, 1986).
As prescrições/transcrições de medicamentos emitidas por enfermeiros 
devem ser de manutenção de tratamento somente pelo período de prescrição estabelecido e 
vinculado aos manuais e protocolos dos programas e ações de Atenção Primária à Saúde
estabelecidos no âmbito do SUS (Cofen, 2009).
A Resolução do Cofen nº 195/1997 que dispõe sobre a solicitação de exames 
de rotina e complementares por Enfermeiro, considera que para a prescrição de medicamentos 
em programa de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde, o Enfermeiro 
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necessita solicitar exame de rotina e complementares para uma efetiva assistência ao paciente 
sem risco para o mesmo (Cofen, 1997).
Os medicamentos que atualmente não constam na REMUME do município 
poderão ser prescritos após a devida atualização da referida lista. Dessa forma, recomenda-se 
aguardar a inclusão desses itens na próxima revisão da REMUME para garantir sua cobertura 
e disponibilidade no sistema de saúde municipal.
As atividades estabelecidas neste documento são exclusivas para os 
profissionais Enfermeiros que exercem suas funções nas Estratégias de Saúde da Família, 
Unidades Básicas de Saúde, Equipes de Atenção Primária, Centros de Saúde e Posto de Saúde, 
que estão inseridos nas equipes de saúde da APS, independente do vínculo trabalhista. 
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“Palácio Urbano Rodrigues Fontes”
São programas de Saúde Pública, adotados pela Secretaria Municipal de Saúde de 
Diamantino -MT, que justificam a relação dos medicamentos padronizados:
● Programa de Assistência Integral à Saúde da Criança de 0 à 12 anos;
● Programa de Assistência Integral ao Adolescente;
● Programa de Assistência Integral e Promoção da Saúde da Mulher;
● Programa de Pré-Natal de Baixo Risco;
● Ações de Planejamento Familiar;
● Programa de Assistência às Infecções Sexualmente Transmissíveis – IST;
● Programa Saúde do Homem;
● Saúde da Pessoa Idosa;
● Programa de Atenção ao Hipertenso e Diabético;
● Programa de Combate a Hanseníase;
● Programa Nacional de Controle da Tuberculose;
● Tratamento da Dengue;
● Tratamento da Chikungunya;
● Saúde do trabalhador;
● Notificação e indicação de tratamento profilático anti-rábico humano;
● Controle do tabagismo;
● Tratamento de feridas;
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Atribuições do Enfermeiro:
⮚ Realizar consultas de puericultura conforme o preconizado no Caderno de 
Atenção Básica do Ministério da Saúde - Saúde da Criança: crescimento e desenvolvimento.
⮚ Realizar a aferição da pressão arterial dos escolares e encaminhar o resultado ao 
médico da equipe quando o exame estiver alterado; encaminhar para nutricionais 
(obesidade/desnutrição)
⮚ Monitorar, notificar e orientar escolares, pais e professores diante de efeitos 
vacinais adversos;
⮚ Realizar a aferição dos dados antropométricos de peso e altura e avaliar o Índice 
de Massa Corporal (IMC) das crianças;
⮚ Solicitar exames de rotina e complementares;
⮚ Realizar prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de saúde 
pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde;
⮚ Exercer as atribuições que lhe são conferidas pela Portaria Nacional de Atenção 
Básica (Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017).
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Os exames mais solicitados no contexto da Saúde da Criança são:
Hemograma completo
Glicemia em jejum
Exame Parasitológico de Fezes (EPF)
Parcial de Urina (EAS) 
Proteína C Reativa (PCR)
NS1
Perfil lipídico (colesterol total, frações e 
triglicérides).
Ferritina
Ferro sérico
Tipagem sanguínea 
Dengue Igg e Igm
Fonte: Resolução COFEN Nº 195/1997/MT 2020; BRASIL, 2012. 
❖ ESCABIOSE
⮚ Com exsudato purulento: Consulta médica.
⮚ Sem exsudato purulento: Consulta de enfermagem e tratamento 
medicamentoso.
SAÚDE DA CRIANÇA
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PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
Medicamento Posologia/Instruções
Permetrina 5%
Massagear o produto na pele, desde a cabeça até os pés, 
aplicando o produto à noite. Deve ser removido, através de 
lavagem com água, depois de 8 a 14 horas. Aplicar por 6 noites. 
Deltametrina 
0,02%
Uso diário por 7 a 10 dias. Friccionar por todo o corpo, 
deixando a loção permanecer até o próximo banho. O shampoo 
deve ser aplicado de preferência durante o banho, fazendo-se 
fricção com a polpa dos dedos. Deixar agir por 5 minutos. 
Enxaguar bem.
Nota: Crianças menores de 2 anos de idade: doses não estabelecidas e, portanto, devem ser encaminhadas à 
consulta médica.
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde –
COREN/MG, 2017.,
OBS: Permetrina 5% pode ser convertida em Permetrina 1% diluindo-se 20 ml da solução de 
Permetrina 5% em 80 ml de água.
Orientações/Cuidados de Enfermagem:
⮚ Manter precauções até 24 horas após o tratamento.
⮚ Lavar roupas e objetos pessoais em temperatura mínima de 55ºC.
⮚ Tratar pessoas infectadas e contatos ao mesmo tempo.
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FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ESCABIOSE
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 2014.
❖ PEDICULOSE
⮚ Com infecção secundária (exsudato purulento): Consulta médica.
⮚ Sem infecção secundária: Consulta de enfermagem e tratamento 
medicamentoso.
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
Medicamento Posologia/Instruções
Permetrina 1%
Lavar a cabeça com o shampoo, enxaguar bem e remover 
excesso de água dos cabelos antes de passar o produto, 
aplicar um volume suficiente do produto para molhar bem o 
cabelo e o couro cabeludo. Deixar nos cabelos por 5 a 10 
minutos e enxaguar. Repetir após 7 dias.
Deltametrina 0,02%
Deixar nos cabelos por 5 a 10 minutos, e enxaguar, 4 dias 
consecutivos. Fazer uma 2° aplicação após 7 dias.
CONSULTA DE 
ENFERMAGEM
Apresenta prurido intenso, 
lesões disseminadas e 
exsudato purulento?
Apresenta prurido intenso e 
lesões disseminadas?
Cuidados de enfermagem
Agendar retorno para 7 dias
Melhora do quadro clínico?
NÃO SIM
Encaminhar para consulta ALTA
médica
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Nota: Crianças menores de 2 anos de idade: doses não estabelecidas e, portanto, devem ser encaminhadas à 
consulta médica.
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde –
COREN/MG, 2017.
Principais reações adversas (Loção de Permetrina): Queimação, ardência e prurido 
transitório.
Orientações/Cuidados de enfermagem:
⮚ Inspecionar frequentemente a cabeça da criança.
⮚ Trocar roupas de cama e pessoais regularmente, assim como dos demais 
membros da família.
⮚ Instruir a criança a não compartilhar escovas de cabelo ou bonés de colegas de 
escola.
⮚ Lembrar que o tratamento estende-se às pessoas de convívio.
⮚ Usar pente fino e umedecer os cabelos com vinagre morno diluído em água (1:1), 
em partes iguais.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA PEDICULOSE
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 2014.
Consulta de 
enfermagem
Localização de lêndeas e/ou parasitas no 
cabelo
Cuidados de enfermagem
Agendar retorno para 5 dias
Melhora do quadro clínico?
NÃO SIM
Investigar as causas e repetir ALTA
tratamento
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❖ MONILÍASE ORAL E PERINEAL
É causada pelo fungo Candida Albicans, naturalmente presente na boca. Seu aumento 
leva ao desenvolvimento da candidíase oral, que se caracteriza pelo aparecimento de placas 
brancas com aspecto de queijo, exsudativas, cremosas, sobre a língua, a mucosa oral, o palato 
e outras superfícies da cavidade oral.
A candidíase oral acomete adultos e crianças e também pode ser conhecida por 
“sapinhos”. Como consequência, podem surgir a esofagite e suas complicações, como a 
disfagia, dificuldades com a alimentação do bebê e da criança e odinofagia.
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
Medicamento Posologia/Instruções
Fluconazol oral 150 mg cápsula 200 mg/dia, durante 1 a 2 semanas.
Nistatina tópica (25000 UI/g) Aplicar na região perineal a cada troca de 
fralda (6/6 horas), durante 14 dias.
Fonte: Baseado no Manual de Enfermagem, Saúde da criança e do adolescente, São Paulo, 2013.
Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde – COREN/MG, 2017. 
Orientações de enfermagem: 
Monilíase oral
⮚ Limpar as lesões superficiais com solução bicarbonatada: 1 xícara de chá com 
água (fervida e já fria) e 1 colher de chá de bicarbonato de sódio. Essa higiene oral deve ser 
feita antes da mamada, assim como do seio materno, antes e após cada oferta ao bebê.
⮚ Remover, bicos de mamadeiras, chupetas, mordedores e outros, suspendê-los ou 
lavá-los com água e sabão e ferver por 15 minutos.
⮚ Evitar beijar a criança próximo aos lábios.
⮚ Lavar sempre as mãos antes e após contato com a criança, antes e após higienizar 
as mamas.
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❖ MONILÍASE PERINEAL/DERMATITE DE FRALDAS
⮚ Lavar o local com água morna a cada troca de fralda.
⮚ Suspender o uso de lenços umedecidos, assim como outros produtos 
industrializados;
⮚ Usar amido de milho na água do banho e/ou fazer pasta (diluir em água até obter 
consistência cremosa) para uso local, retirar cuidadosamente todo o resíduo após cada troca de 
fralda;
⮚ Suspender fraldas descartáveis;
⮚ Lavar as fraldas com sabão neutro, enxaguar bem e evitar o uso de produtos 
perfumados;
⮚ Usar cremes à base de óxido de zinco;
⮚ Retornar à unidade, caso haja piora do quadro clínico ou dúvidas.
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FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA MONILÍASE ORAL
Fonte: BRASIL, 2002; Manual de enfermagem, Saúde da criança e do adolescente, São Paulo, 2013; Baseado no 
Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 2014.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA MONILÍASE PERINEAL/DERMATITE 
DAS FRALDAS
Fonte: BRASIL, 2002; Manual de enfermagem, Saúde da criança e do adolescente, São Paulo, 2013; Baseado no 
Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 2014.
Consulta de 
enfermagem
Orientações de enfermagem e instituição do tratamento
(Agendar retorno para 5 dias)
Melhora do quadro clínico?
NÃO SIM
Manter orientações e 
alta
Encaminhar para consulta 
médica
Consulta de 
enfermagem
Cuidados de enfermagem
Agendar retorno para 5 dias
Melhora do quadro clínico?
NÃO SIM
Encaminhar para consulta ALTA
médica
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❖ MILIÁRIA
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
Medicamento Posologia
Loção de calamina ou pasta d’água Aplicar sobre a pele 2 a 3 vezes ao dia.
Fonte: BRASIL, 2002; Manual de enfermagem, Saúde da criança e do adolescente, São Paulo, 2013; Guia de 
Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde – COREN/MG, 2017.
Orientações de Enfermagem:
⮚ Usar roupas leves.
⮚ Lavar as roupas novas antes de usá-las e evitar amaciantes, talcos, cremes e 
perfumes.
⮚ Realizar banhos frequentes na criança com sabonetes neutros.
⮚ Enxaguar a criança após o banho com 1 litro de água e 2 colheres (sopa) de 
amido de milho 3 vezes ao dia ou aplicar o amido de milho diretamente na pele como se fosse 
talco ou aplicar pasta d’água 3 vezes ao dia após o banho, caso as lesões sejam das formas rubra 
e/ou profunda.
⮚ Orientar o pai quanto ao contato com a barba.
⮚ Retornar à unidade, caso haja piora do quadro clínico ou dúvidas.
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FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA MILIÁRIA
Fonte: BRASIL, 2002; Manual de enfermagem, Saúde da criança e do adolescente, São Paulo, 2013; 
Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 2014.
Consulta de 
enfermagem
Apresenta sinais de infecção 
ou lesões extensas?
SIM NÃO
Encaminhar para consulta Cuidados de enfermagem
médica
Agendar retorno para 7 dias
Melhora do quadro clínico?
NÃO SIM
Encaminhar para consulta 
médica
ALTA
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❖ FEBRE
Avaliar:
⮚ Presença de Febre >38ºC, sinais gerais de perigo (rigidez de nuca, 
petéquias, abaulamento da fontanela): Consulta médica na unidade.
⮚ Ausência dos sinais e sintomas acima descritos: Consulta com enfermeiro e 
tratamento medicamentoso.
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
MEDICAMENTO POSOLOGIA
Paracetamol 10 mg kg/dose: 1 gota/kg de peso/dose até 4x/dia 
(intervalo mínimo de 4 horas entre as doses).
Dipirona
10 mg kg/dose: 1 gota/kg de peso/dose até 4x/dia, 
intervalo de 6 horas (dose máxima por dia: 60 gotas até 
6 anos, 120 gotas de 6 a 12 anos e 160 gotas para 
maiores de 12 anos).
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde –
COREN/MG, 2017.
Orientações/Cuidados de Enfermagem:
⮚ Orientar o uso de vestimentas leves.
⮚ Orientar retorno imediato a qualquer sinal de perigo ou piora do quadro.
⮚ Orientar retorno em dois dias, se persistir a febre.
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Fluxograma - Condutas frente aos casos de febre.
Fonte: Baseado no Manual de Enfermagem, Saúde da criança e do adolescente, São Paulo, 2013.
Febre: Temperatura axilar >37,3°C
Crianças <3 meses Crianças >3 meses
Encaminhar para
consulta médica
SIM
Letargia, ressecamento de mucosa, 
desconforto respiratório, vômito em jato, 
rigidez de nuca, abaulamento de fontanela, 
palidez ou cianose, olhos encovados, 
atividade convulsiva, exantema, petéquias, 
não consegue se alimentar ou beber água? 
Apresenta sinais de infecção secundária 
e/ou lesões extensas?
ORIENTAR: NÃO
- Vestimentas leves;
- Aumentar ingesta hídrica;
- Ambientes frescos e ventilados;
- Atenção à temperatura (se persistir a 
febre retornar à Unidade para consulta 
médica).
Prescriç
ão medicamentosa pelo 
enfermeiro: dipirona ou 
paracetamol 1 gota/kg
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❖ SAIS DE REIDRATAÇÃO ORAL
Situação Posologia
Diarreia aguda 50 a 100ml/kg para ser administrado no período 
de 4-6 horas.
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde –
COREN/MG, 2017. 
⮚ TERAPIA INTRAVENOSA
Crianças menores de 5 anos
FASE RÁPIDA
Solução (1:1) Volume total Tempo de infusão
½ soro glicosado 5%
½ soro fisiológico 0,9%
100 ml/kg 2 horas
Fonte: Manejo do paciente com diarreia – Ministério da Saúde, 2011.
Após a infusão, avaliar a criança e, assim que ela puder beber, iniciar o SRO, mantendo 
hidratação por via venosa.
FASE DE MANUTENÇÃO E REPOSIÇÃO
Volume para manutenção (SG 5%) 4:1 (SF 0,9%) → 
100 ml/kg em 24h
+
Volume para reposição (SG 5%) 4:1 (SF 0,9%) → 
100 ml/kg em 24h
+
KCl a 10% 2 ml/100 ml
Fonte: Manejo do paciente com diarreia – Ministério da Saúde, 2011.
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Crianças maiores de 5 anos
fase rápida
Solução (1:1) Volume total Tempo de infusão
SF 0,9% 30 ml/kg 30 minutos
Ringer Lactato ou solução 
polieletrolítica
70 ml/kg 2 horas e 30 minutos
Fonte: Manejo do paciente com diarreia – Ministério da Saúde, 2011.
❖ OBSTRUÇÃO NASAL
Medicamento Posologia
Soro Fisiológico 0,9% Lavar as narinas de 4 em 4 horas até apresentar melhora.
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde –
COREN/MG, 2017. 
❖ POLIVITAMÍNICOS
Situação Posologia
No RN a termo, do início do 
desmame até 2 anos, sempre 
que a dieta for carente
Dose: 12 gotas/dia, independente do peso, via oral
No RN pré-termo e/ou baixo 
peso, a partir de 1° semana até 
2 anos
Dose: 12 gotas/dia, independente do peso, via oral.
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde –
COREN/MG, 2017. 
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❖ SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA A 
IDADE DOSE FREQUÊNCIA
6 a 11 meses 100.000 UI Uma dose
12 a 24 meses 200.000 UI Uma vez a cada 6 meses
25 a 59 meses 200.000 UI Uma vez a cada 6 meses
Fonte: Manual de Condutas Gerais do Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A – Ministério da 
Saúde, 2022. 
❖ SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D
Situação Posologia
Crianças que apresentam fatores de risco: 
prematuridade, pele escura, exposição 
inadequada à luz solar, entre outros
200 a 400 UI/dia de vitamina D.
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde –
COREN/MG, 2017.
❖ ZINCO
Nos casos de diarreia é indicada a prescrição uma vez ao dia, durante 10 a 14 dias.
Idade Posologia
Até 6 meses de idade 10 mg/dia
Maiores de 6 meses de idade 20 mg/dia
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde –
COREN/MG, 2017.
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❖ SUPLEMENTAÇÃO DE FERRO
O Programa Nacional de Suplementação de Ferro, do Ministério da Saúde recomenda a 
suplementação a todas as crianças de 6 a 18 meses (ou, se não estiverem em período de 
aleitamento materno exclusivo, a partir dos 4 meses) e mais precoce para as crianças de baixo 
peso ao nascer e pré-termo (abaixo de 37 semanas).
No caso de anemia, o enfermeiro deverá encaminhar para consulta médica para o 
devido tratamento.
Classificação Conduta
(Menores de 12 meses)
Crianças em aleitamento materno 
exclusivo até os 6 meses
1 a 2 mg/kg/dia de ferro dos 6 aos 18 meses. Se 
não tiver sido suplementada, solicite hemograma 
entre 9 e 12 meses.
Crianças em uso de fórmulas com leite 
de vaca não enriquecidas com ferro
1 a 2 mg/kg/dia de ferro dos 4 aos 18 meses. Se 
não tiver sido suplementada, solicite hemograma 
entre 9 e 12 meses.
Prematuros sadios e bebês pequenos 
para a idade gestacional
2 mg/kg/dia de ferro após 1 mês de vida por 2 
meses. Depois, reduza a dose para 1 a 2 mg/kg/dia 
até os 18 meses. Deve solicitar hemograma aos 15 
meses.
Fonte: Saúde da Criança: crescimento e desenvolvimento – Ministério da Saúde, 2012.
Cuidados de enfermagem:
⮚ Avaliar o tipo de aleitamento e aceitação das refeições de sal.
⮚ Avaliar alimentação e orientar a mãe para o uso de alimentos ricos em ferro.
⮚ Avaliar antecedentes de criança: prematuridade, baixo peso e morbidade 
neonatal.
⮚ Associar o Sulfato Ferroso a sucos ricos em vitamina C e administrar 30 minutos 
antes das refeições.
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⮚ Orientar o uso de Sulfato Ferroso com canudinho devido à destruição do esmalte 
dos dentes.
⮚ Alertar para a mudança de coloração das fezes e os cuidados com os dentes.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ANEMIA
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 
2014.
CONSULTA DE 
ENFERMAGEM
Suspeita de anemia → 
solicitação de hemograma
Palidez palmar leve e/ou 
Hb de 10 a 11g/dL
Palidez palmar grave e/ou 
Hb <7g/dL
Encaminhar para 
consulta médica
Seguir orientações e 
prescrição de sulfato ferroso 
segundo peso e idade. Marcar 
retorno em 14 dias.
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❖ VERMINOSES
Parasitose Medicamento Posologia
Ancilostomíase Mebendazol 100 mg, 2 x/dia, por 3 dias; 
repetir 15 dias depois.
Ascaridíase Albendazol 400 mg/dia, dose única.
Estrongiloidíase Tiabendazol 25 mg/kg/dia, 2 x/dia, por 3 dias.
Giardíase Metronidazol 30 a 40 mg/kg/ dia, por 7 dias.
Enterobíase (oxiuríase) Mebendazol 100 mg, 2x/dia, por 3 dias.
Albendazol 400 mg/dia, dose única.
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde –
COREN/MG, 2017.
Orientações de enfermagem:
⮚ Beber água tratada ou fervida e lavar bem os alimentos e deixá-los de molho em 
água com hipoclorito 2,0% (duas gotas por litro) por 30 minutos e lavar novamente.
⮚ Comer carne bem cozida ou assada.
⮚ Manter as mãos limpas e as unhas curtas e lavar as mãos antes de preparar os 
alimentos, de todas as refeições e após cada evacuação.
⮚ Proteger os alimentos contra poeira, moscas e outros animais.
⮚ Manter os pés limpos e calçados.
⮚ Manter vasos sanitários e fossas sempre cobertos e higienizados.
⮚ Não usar água parada para banho ou brincar.
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FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA PARASITOSES INTESTINAIS
Nota:
- Crianças abaixo de 10 kg e/ou 2 anos devem ser encaminhadas diretamente para a consulta médica.
- Atentar-se quanto ao prurido anal pois pode representar uma queixa em crianças abusadas sexualmente.
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 
2014.
CONSULTA DE 
ENFERMAGEM
Queixa de prurido anal 
e/ou vermes nas fezes
Cuidados de enfermagem
Cuidados de 
enfermagem
Saída de verme pela 
boca ou nariz
Dor periumbilical, cólicas de 
repetição, diarreia 
persistente, constipação 
intestinal, dor, náuseas ou 
vômito
Tratar oxiuríase ou 
ascaridíase Solicitar 3 amostras de EPF 
(dias diferentes)
Agendar retorno para 30 dias. 
Houve melhora do quadro?
Prescrição de acordo 
com o parasita 
encontrado NÃO SIM
ALTA Encaminhar para 
consulta médica
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COTO UMBILICAL
Medicamento Posologia
Nitrato de prata 2% (bastão) Aplicar uma vez ao dia, durante um 
minuto, protegendo a região periumbilical
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 
2014.
Orientações de enfermagem:
⮚ Realizar higiene diária com água e sabão, enxaguar e secar bem.
⮚ Aplicar álcool 70% com cotonete ou gaze limpa após cada troca de fralda e após 
o banho, no mínimo 3 vezes ao dia.
⮚ Procurar atendimento mediante sinais de infecção (secreção purulenta, odor 
fétido vermelhidão na pele ao redor do umbigo).
⮚ Não cobrir o coto umbilical com faixas.
⮚ Não utilizar outros produtos como: pomadas, talcos, moedas etc
Fluxograma - Condutas frente à avaliação do coto umbilical
Fonte: Baseado no Manual de Enfermagem, Saúde da criança e do adolescente, São Paulo, 2013.
Avaliação do coto 
Umbilical
NÃO
Orientações 
gerais
Apresenta
anormalidades?
SIM
Sinais de infecção e 
presença de exsudato 
purulento
Presença de 
granuloma
Consulta 
médica
Cauterização com nitrato 
de prata a 5%, em bastão, 1 
vez ao dia protegendo a 
região periumbilical
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❖ DOR DE OUVIDO
Medicamento Posologia
Paracetamol 10 mg/kg/dose: 1 gota/kg de peso/dose até 4x/dia 
(intervalo mínimo de 4 horas entre as doses).
Dipirona 10 mg/kg/dose: 1 gota/kg de peso/dose até 4x/dia, 
intervalo de 6 horas (dose máxima por dia: 60 gotas até 
6 anos, 120 gotas de 6 a 12 anos e 160 gotas para 
maiores de 12 anos).
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde –
COREN/MG, 2017.
Orientações/Cuidados de enfermagem
⮚ Inspecionar hipertermia e medicar (temperatura ≥37,5°C).
⮚ Orientar a secagem do pavilhão auditivo com algodão ou gaze, conforme 
necessidade e realizar a substituição desses até quando o pavilhão auditivo estiver seco.
⮚ Recomendo o uso de compressa morna e alertar quanto aos cuidados com 
queimaduras.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA DOR DE OUVIDO
Consulta de 
enfermagem
Inspecionar ao toque presença de tumefação 
dolorosa na parte posterior do pavilhão 
auricular. Dor de ouvido? Secreção purulenta 
no ouvido? Há quanto tempo?
SIM NÃO
Encaminhar para 
consulta médica
Cuidados/Orientações 
de enfermagem
Melhora do quadro 
clínico?
SIM NÃO
ALTA Encaminhar para consulta 
médica
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RELAÇÃO DE MEDICAMENTOS DO PROGRAMA SAÚDE DA CRIANÇA:
- Paracetamol (gotas) - Pasta D’água
- Mebendazol - Bromidrato de Fenoterol
- Sulfato ferroso - Brometo de ipatrópio
- Dipirona (gotas) - Amoxicilina + Clavulanato
-Sulfametoxazol+ Trimetropim (comp, susp). - Ampicilina
- Neomicina + Bacitracina (maiores de 2 meses) - Simeticona
- Amoxicilina -Sais de reidratação oral
- Eritromicina -Benzoilmetronidazol
- Cefalexina (suspensão) - Nistatina suspensão oral
- Permetrina 5% (loção) - Polivitamínico - Complexo B
- Hioscina composta - Diclofenaco resinato
- Óleo mineral - Ivermectina (acima de 5 anos e acima de 15 kg)
- Ibuprofeno - Dexametasona creme
- Vitamina A – Solução e gotas - Maleato de Dexclorfeniramina
- Albendazol (maiores de 2 anos) - Metoclopramida
- Permanganato de potássio - Dramim B6
- Sais de Reidratação - Óleo mineral
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 2014.
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Atribuições do enfermeiro:
⮚ Promoção da Saúde.
⮚ Atendimento ao adolescente quanto a crescimento e desenvolvimento.
⮚ Desenvolver vínculos que favoreçam um diálogo aberto sobre questões de saúde.
⮚ Promover imunização adequada;
⮚ Identificar adolescentes que estejam sujeitos a comportamentos de risco.
⮚ Aconselhamento de práticas sexuais responsáveis e seguras.
⮚ Orientações quanto a métodos contraceptivos.
⮚ Sensibilizar adolescentes homens para o autocuidado e na corresponsabilização pela saúde 
sexual e saúde reprodutiva sua e de sua parceria.
⮚ Enfatizar o uso de preservativo como prática indispensável na prevenção de doenças 
sexualmente transmissíveis e de infecção pelo HIV.
Fluxograma de atendimento de enfermagem na saúde do adolescente.
Fonte: Elaboração Própria, 2024.
SAÚDE DO ADOLESCENTE
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Os exames mais solicitados no contexto da Saúde do Adolescente são:
Hemograma completo
Perfil lipídico (colesterol total, frações e triglicérides).
Glicemia em jejum
Citologia anual
Parcial de Urina (EAS)
Teste rápido para ISTs.
NS1
Beta HCG
Dengue Igg e Igm
Tipagem sanguínea,
Hemoglobina glicada.
Fonte: Proteger e cuidar da saúde de adolescentes na Atenção Básica – Ministério da Saúde 2017.RESOLUÇÃO 
COFEN Nº 195/1997/MT 2020.
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
⮚ ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS
Método Orientações
Anticoncepcional 
hormonal oral combinado
(Levonorgestrel 0,15 mg + 
Etinilestradiol 0,03 mg)
- Ingerir o primeiro comprimido no primeiro dia do ciclo 
menstrual.
- A usuária deve ingerir um comprimido por dia até o 
término da cartela, preferencialmente no mesmo horário. 
- Ao final da cartela, se esta for de 21 comprimidos, fazer 
pausa de sete dias e iniciar nova cartela no oitavo dia.
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- Caso não ocorra a menstruação no intervalo entre as 
cartelas, mesmo assim, a usuária deve iniciar nova cartela 
e procurar o serviço de saúde para descartar a hipótese de 
gravidez. 
- Orientar quanto ao processo de adaptação do organismo 
e do aparecimento de efeitos secundários.
- Orientar quanto aos procedimentos no caso de 
esquecimento do comprimido, vômito/diarreia.
Minipílula
(Noretisterona 0,35 mg)
- Ingerir o primeiro comprimido preferencialmente no 
primeiro dia do ciclo menstrual.
- O uso da minipílula é contínuo, não deve haver intervalo 
entre as cartelas.
- A usuária deve tomar uma pílula todos os dias, sempre no 
mesmo horário, porque o atraso de algumas horas na 
ingestão da minipílula aumenta o risco de gravidez. O 
esquecimento de duas ou mais pílulas aumenta mais ainda 
esse risco. 
- Quando uma cartela termina, no dia seguinte ela deve 
tomar a primeira pílula da próxima cartela (não deixar dias 
de descanso). Todas as pílulas da cartela são ativas. 
- Orientar quanto aos procedimentos no caso de 
esquecimento de pílulas.
Fonte: Saúde Sexual e Reprodutiva - Ministério da Saúde, 2010.
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ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS INJETÁVEIS
Método Orientações
Anticoncepcional 
hormonal injetável 
mensal
(Noretisterona 50 mg/mL
+ Estradiol Acetato 5 
mg/mL)
- A primeira injeção deve ser feita até o quinto dia do início 
da menstruação. 
- As aplicações subsequentes devem ocorrer a cada 30 dias, 
mais ou menos três dias, independentemente da 
menstruação. 
- Deve-se aplicar por via intramuscular profunda, na 
nádega (músculo glúteo, quadrante superior lateral). 
- Se houver atraso de mais de três dias para a aplicação da 
nova injeção, a usuária deve ser orientada para o uso da 
camisinha ou evitar relações sexuais até a próxima 
injeção.
Anticoncepcional 
hormonal injetável 
trimestral
(Acetato de 
Medroxiprogesterona 150 
mg/mL)
- A primeira injeção deve ser feita até o sétimo dia do início 
da menstruação. 
- As aplicações subsequentes devem ocorrer a cada três 
meses, independentemente da menstruação. 
- O prazo máximo permitido entre cada injeção 
subsequente é de duas semanas antes ou depois da data 
prevista. 
- Para mulheres que tenham recebido a primeira injeção 
depois do sétimo dia do início da menstruação, aconselhar 
o uso de método adicional, de barreira, durante sete dias
- A usuária deve procurar retornar a tempo para a próxima 
injeção, que deve ser aplicada a cada 90 dias. Porém ela 
pode vir até duas semanas mais cedo ou até duas semanas 
mais tarde. 
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- Se houver atraso de mais de duas semanas para a nova 
injeção, a mulher deve usar preservativo ou evitar relações 
sexuais até a próxima injeção. 
- Deve-se aplicar por via intramuscular profunda, na 
nádega (músculo glúteo, quadrante superior lateral).
Fonte: Saúde Sexual e Reprodutiva - Ministério da Saúde, 2010.
⮚ ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
Método Administração
Pílula contendo 
apenas progesterona 
- Levonorgestrel
Comprimido com 0,75 mg 
de levonorgestrel
2 comprimidos (dose única) ou 1 
comprimido a cada 12 horas (2 
doses – total de 2 comprimidos).
Comprimido com 1,5 mg 
de levonorgestrel
1 comprimido (dose única)
Fonte: Proteger e cuidar da saúde de adolescentes na Atenção Primária à Saúde – Ministério da Saúde, 2017.
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Controle dos cânceres do colo do útero e da mama
Atribuições do Enfermeiro:
● Atender as usuárias de maneira integral;
● Realizar consulta de enfermagem incluindo a coleta do exame citopatológico, de acordo 
com a faixa etária e quadro clínico da usuária;
● Solicitar exames de acordo com os protocolos ou normas técnicas estabelecidas pelo 
gestor local;
● Examinar e avaliar usuárias com sinais e sintomas relacionados aos cânceres do colo do 
útero e de mama;
● Avaliar resultados dos exames solicitados ou coletados, e, de acordo com os protocolos 
e diretrizes clínicas, realizar o encaminhamento para os serviços de referência em 
diagnóstico e/ou tratamento dos cânceres de mama e do colo do útero;
● Prescrever tratamento para outras doenças detectadas, como ISTs, na oportunidade do 
rastreamento, de acordo com os protocolos ou normas técnicas estabelecidas pelo gestor 
local;
● Realizar cuidado paliativo, na UBS ou no domicílio, de acordo com as necessidades da 
usuária;
● Avaliar periodicamente, e sempre que ocorrer alguma intercorrência, as usuárias 
acompanhadas em atenção domiciliar, e, se necessário, realizar o encaminhamento para 
unidades de internação;
● Contribuir, realizar e participar das atividades de educação permanente de todos os 
membros da equipe;
● Participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento 
da unidade básica de saúde.
Fonte: BRASIL, 2013.
SAÚDE DA MULHER
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FLUXOGRAMA DE CONDUTAS GINECOLÓGICA
Fonte: Baseado no Caderno de Atenção Básica número 13 – Controle dos Cânceres de Colo do Útero e da mama.
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FLUXOGRAMA DE CONDUTAS DE EXAMES DA MAMAS
Fonte: Baseado no Caderno de Atenção Básica número 13 – Controle dos Cânceres de Colo do Útero e da mama.
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Exames mais solicitados para a prevenção do câncer de colo de útero e mama:
Citopatológico do Colo do Útero Exame físico das mamas 
Fonte: BRASIL, 2019. 
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PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
CORRIMENTO VAGINAL E INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
⮚ CANDIDÍASE VULVOVAGINAL
Características 
clínicas
Orientações Tratamento medicamentoso
• Secreção vaginal 
branca, grumosa aderida 
à parede vaginal e ao 
colo do útero;
• Sem odor;
• Prurido vaginal 
intenso;
• Edema de vulva;
• Hiperemia de mucosa;
• Dispareunia de 
intróito.
Medidas higiênicas:
• Uso de roupas 
íntimas de algodão 
(para melhorar a 
ventilação e diminuir 
umidade na região 
vaginal);
• Evitar calças 
apertadas;
• Retirar roupa íntima 
para dormir.
Via vaginal:
• Miconazol creme a 2% – um aplicador (5g) à 
noite, ao deitar-se, por 7 dias; OU
• Clotrimazol creme a 1% – um aplicador (5g) à 
noite, ao deitar-se, por 7 dias; ou óvulos 100 mg 
– uma aplicação à noite, ao deitar-se, dose única; 
OU
• Tioconazol creme a 6% – um aplicador (5g) à 
noite, por 7 dias; ou óvulos 300 mg – uma 
aplicação à noite, dose única; OU
• Nistatina 100.000 UI – um aplicador à noite, ao 
deitar-se, por 14 dias.
Via oral:
Reservada para os casos de candidíase resistente 
ao tratamento tópico
• Fluconazol, 150 mg, VO, dose única;
• Itraconazol, 200 mg, VO, 12/12h, por 1 dia.
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres – Ministério da Saúde, 2016.
⮚ VAGINOSE BACTERIANA
Características clínicas Tratamento medicamentoso
• Secreção vaginal acinzentada, 
cremosa, com odor fétido, mais 
acentuado após o coito e durante o 
período menstrual.
• Sem sintomas inflamatórios.
Via oral:
• Metronidazol, 500 mg, VO, a cada 12 horas, por 7 dias;
Via vaginal:
• Metronidazol gel vaginal, 100 mg/g, 1 aplicador (5g), 
1x/dia, por 5 dias;
• Clindamicina creme 2%, 1 aplicador (5g), 1x/ dia, por 7 
dias.
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres – Ministério da Saúde, 2016.
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⮚ TRICOMONÍASE
Características clínicas Orientações Tratamento medicamentoso
• Secreção vaginal amarelo￾esverdeada, bolhosa e 
fétida.
• Outros sintomas: prurido 
intenso, edema de vulva, 
dispareunia, colo com 
petéquias e em 
“framboesa”.
• Menos frequente: disúria.
• Fornece informações sobre 
as IST e sua prevenção.
• Ofertar testes para HIV, 
sífilis, hepatite B, (quando 
disponíveis).
• Ofertar preservativos e gel 
lubrificante.
• Ofertar vacinação contra
Hepatite B.
• Convocar e tratar as 
parcerias sexuais.
Via oral:
• Metronidazol, 2 g, dose única; OU
• Metronidazol, de 400 a 500 mg, 
12/12h, por 7 dias; OU
• Metronidazol, 250 mg, 8/8h, por 7 
dias; OU
• Secnidazol, 2 g, dose única; OU
• Tinidazol, 2 g, dose única
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres – Ministério da Saúde, 2016.
⮚ GONORREIA E CLAMÍDIA
As cervicites são assintomáticas em torno de 70% a 80% dos casos.
Características clínicas Orientações Tratamento medicamentoso
•Sintomáticos: Corrimento 
vaginal, sangramento 
intermenstrual ou pós-coito, 
dispareunia e disúria.
•Achados ao exame físico:
sangramento ao toque da 
espátula ou swab, material 
mucopurulento no orifício 
externo do colo e dor à 
mobilização do colo 
uterino.
•Fornece informações sobre as 
IST e sua prevenção.
•Ofertar testes para HIV, 
sífilis, hepatite B, (quando 
disponíveis).
•Ofertar preservativos e gel 
lubrificante.
•Ofertar vacinação contra
Hepatite B.
•Convocar e tratar as parcerias 
sexuais.
Gonorreia:
•Ciprofloxacino,
500 mg, VO, dose única (não 
recomendado para menores de 18 
anos); OU
•Ceftriaxona, 500 mg IM, dose 
única.
Clamídia:
•Azitromicina, 1 g, VO, dose única; 
OU
•Doxiciclina, 100 mg, VO, 2x/dia, 
por 7 a 10 dias.
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres – Ministério da Saúde, 2016.
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PRÉ-NATAL
Atribuições do Enfermeiro:
⮚ Orientar as mulheres e suas famílias sobre a importância do pré-natal, da amamentação 
e da vacinação; 
⮚ Realizar o cadastramento da gestante no SisPreNatal e fornecer o Cartão da Gestante 
devidamente preenchido (o cartão deve ser verificado e atualizado a cada consulta); 
⮚ Realizar a consulta de pré-natal de gestação de baixo risco intercalada com a presença 
do(a) médico(a); 
⮚ Realizar testes rápidos; 
⮚ Prescrever medicamentos padronizados para o programa de pré-natal (sulfato ferroso e 
ácido fólico, além de medicamentos padronizados para tratamento das ISTs, conforme 
protocolo da abordagem sindrômica);
⮚ Orientar a vacinação das gestantes (contra tétano, dTpa e hepatite B);
⮚ Identificar as gestantes com algum sinal de alarme e/ou identificadas como de alto risco 
e encaminhá-las para consulta médica. Caso seja classificada como de alto risco e 
houver dificuldade para agendar a consulta médica (ou demora significativa para este 
atendimento), a gestante deve ser encaminhada diretamente ao serviço de referência;
⮚ Realizar exame clínico das mamas e coleta para exame citopatológico do colo do útero;
⮚ Desenvolver atividades educativas, individuais e em grupos (grupos ou atividades de 
sala de espera);
⮚ Orientar as gestantes e a equipe quanto aos fatores de risco e à vulnerabilidade;
⮚ Orientar as gestantes sobre a periodicidade das consultas e realizar busca ativa das 
gestantes faltosas;
⮚ Realizar visitas domiciliares durante o período gestacional e puerperal, acompanhar o 
processo de aleitamento e orientar a mulher e seu companheiro sobre o planejamento 
familiar.
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SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Exames mais solicitados para o acompanhamento do pré-natal:
Hemograma
Tipagem sanguínea e fator Rh
Glicemia em jejum
Teste rápido de triagem para sífilis e/ou 
VDRL
Teste rápido diagnóstico e/ou sorologia 
anti – HIV
Sorologia para hepatite B (HbsAg)
Sorologia para hepatite C (anti-HCV)
Parcial de Urina (EAS)
Ultrassonografia obstétrica
Parasitológico de fezes (se houver indicação 
clínica)
Sorologia para Toxoplasmose IgM e IgG
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde –
COREN/MG, 2017.
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
⮚ ÁCIDO FÓLICO
Medicamento Posologia
Ácido fólico
5 mg, via oral, por dia
(Dois meses antes da gestação e nos 
dois primeiros meses da gestação) 20 
semanas de gestação 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres – Ministério da Saúde, 2016.
⮚ SUPLEMENTAÇÃO DE FERRO
Medicamento Posologia
Sulfato ferroso: um comprimido de 200 mg 
equivalente a Ferro elementar: 40 mg
Administrar longe das refeições e 
preferencialmente com suco cítrico.
Profilático: 1 comprimido (indicada 
suplementação diária a partir do 
conhecimento da gravidez até o terceiro 
mês pós parto).
Tratamento: 4 a 6 comprimidos.
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres – Ministério da Saúde, 2016.
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FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ANEMIA GESTACIONAL
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres – Ministério da Saúde, 2016.
⮚ HIPERÊMESE GRAVÍDICA
Medicamento Posologia
Metoclopramida 10 mg de 8/8 horas
Dimenidrato + cloridrato de piridoxina 50 mg de 6/6 horas + 10 mg de 6/6 horas 
(não exceder 400 mg/dia)
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres – Ministério da Saúde, 2016.
Consulta de 
enfermagem
Gestante apresentando quadro de 
anemia (hemoglobina <11g/dL)
Hemoglobina < 8g/dL Hemoglobina entre 8g/dL e 11 
g/dL
Anemia grave
Encaminhar ao pré-natal 
de alto risco
Anemia leve a moderada
• 200 mg/dia de sulfato ferroso, uma hora antes das 
refeições (dois cp. antes do café, dois cp. antes do almoço 
e um cp. antes do jantar), de preferência com suco de 
frutas cítricas. 
• Avaliar a presença de parasitose intestinal e tratá-la. 
• Repetir hemoglobina em 60 dias.
Níveis aumentados 
de hemoglobina? Níveis estacionários ou 
em queda de 
hemoglobina?
Manter tratamento até hemoglobina >11 g/dL, depois manter dose profilática
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FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA QUADROS DE NÁUSEAS E VÔMITOS
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres – Ministério da Saúde, 2016.
⮚ DOR ABDOMINAL, CÓLICAS, FLATULÊNCIA E OBSTIPAÇÃO 
INTESTINAL
Medicamento Indicação
Dimeticona
Supositório de glicerina
Hioscina (1 cápsula, via oral, até 2x ao dia)
Gases
Obstipação
Cólicas
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres – Ministério da Saúde, 2016.
Consulta de 
enfermagem
Investigar causas
Confirmada hiperêmese gravídica
Orientar:
Realizar alimentação fracionada (mínimo três refeições e dois lanches por dia);
Alimentar assim que acordar;
Evitar jejum prolongado;
Comer devagar, mastigando bem os alimentos;
Dar preferência a alimentos pastosos e secos;
Evitar alimentos gordurosos, condimentados e com odor forte;
Manter boa ingestão de água e líquidos.
Avaliar a necessidade de uso de medicamentos:
• Metoclopramida 10 mg, 8/8h.
• Dimenidrato 50 mg + cloridrato de piridoxina 10 mg de 6/6 h
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QUEIXAS URINÁRIAS
⮚ BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA E INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO (ITU) 
NÃO COMPLICADA
Medicamento Posologia
Nitrofurantoína (100 mg)
Cefalexina (500 mg)
Amoxicilina-clavulanato (500 mg)
Uma cápsula, de 6/6h, por 10 dias
(Evitar uso após 36ª semana de gestação)
Uma cápsula, de 6/6h, por 7 a 10 dias
Uma cápsula, de 8/8h, por 7 a 10 dias
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres – Ministério da Saúde, 2016.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA QUEIXAS URINÁRIAS
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres – Ministério da Saúde, 2016.
Consulta de 
enfermagem
Apresenta sintomas de 
ITU:
Dor ao urinar;
Dor suprapúbica;
Urgência miccional;
Aumento da frequência 
urinária;
N
ictúria;
E
strangúria;
P
resença de 
sangramento 
visível na urina.
Apresenta sintomas sistêmicos?
Febre;
Taquicardia;
Calafrios;
Náusea/vômito;
Dor lombar com sinal de Giordano positivo;
Dor abdominal.
SIM NÃO
Encaminhar para 
consulta médica
Solicitar EAS e 
Urocultura
O tratamento deve seguir, sempre que possível, os resultados 
obtidos pelo antibiograma 
Repetir urocultura 7 a 10 dias após a conclusão do tratamento;
Verificar se o quadro de infecção é recorrente ou de repetição;
Na apresentação de um segundo episódio, encaminhar ao médico.
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CORRIMENTO VAGINAL E INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS 
EM GESTANTES
⮚ CANDIDÍASE VULVOVAGINAL
Tratamento medicamentoso
• Miconazol creme a 2% – um aplicador (5g) à noite, ao deitar-se, por 7 dias; OU
• Nistatina 100.000 UI – um aplicador à noite, ao deitar-se, por 14 dias; OU
• Clotrimazol também é uma opção para gestantes e nutrizes.
Fonte: BRASIL, 2016. BRASIL, 2022.
⮚ VAGINOSE BACTERIANA
Tratamento medicamentoso
Via oral (independentemente da idade gestacional e nutrizes):
• Metronidazol, 250 mg, VO, a cada 8 horas, por 7 dias; OU
• Metronidazol, 500 mg, via oral, a cada 12 horas, por 7 dias; OU
• Clindamicina, 300 mg, VO, a cada 12 horas, por 7 dias.
Via intravaginal:
• Clindamicina óvulos, 100 mg, 1x/dia, por 3 dias OU 
• Metronidazol gel a 0,75%, 1 aplicador (5g), 1x/dia, por 5 dias.
Fonte: BRASIL, 2016. BRASIL, 2022.
⮚ TRICOMONÍASE
Tratamento medicamentoso
Via oral (independentemente da idade gestacional e nutrizes):
• Metronidazol, 2 g, VO, dose única; OU
• Metronidazol, 250 mg, VO, a cada 8 horas, por 7 dias; OU
• Metronidazol, de 400 a 500 mg, via oral, a cada 12 horas, por 7 dias.
Fonte: BRASIL, 2016. BRASIL, 2022.
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⮚ GONORREIA
Tratamento medicamentoso
Primeira escolha: 
• Ceftriaxona, 500 mg IM, dose única
Segunda escolha:
• Espectrinomicina, 2g IM, dose única OU
• Ampicilina 2 ou 3 g + Probenecida, 1 g, VO, dose única OU
• Cefixima, 400 mg, dose única
Fonte: BRASIL, 2016. BRASIL, 2022.
⮚ CLAMÍDIA
Tratamento medicamentoso
Primeira escolha: 
• Azitromicina, 1g, VO, dose única.
Segunda escolha:
• Amoxicilina, 500 mg, VO, a cada 8 horas, por 7 dias; OU
• Eritromicina estearato, 500 mg, VO, a cada 6 horas, por 7 dias OU
• Eritromicina estearato, 500 mg, VO, a cada 12 horas, por 14 dias.
Fonte: BRASIL, 2016. BRASIL, 2022.
⮚ SÍFILIS
ESTADIAMENTO ESQUEMA 
TERAPÊUTICO
ALTERNATIVA (EXCETO 
PARA GESTANTES) SEGUIMENTO 
(TESTE NÃO 
TREPONÊMICO)
Sífilis recente: sífilis 
primária, secundária 
e latente recente
(com até um ano de 
evolução)
Benzilpenicilina benzatina 
2,4 milhões UI, IM, dose 
única (1,2 milhão UI em 
cada glúteo)
Doxiciclina 100mg, 12/12h, VO, por 
15 dias
Teste não treponêmico 
trimestral (em 
gestantes, o controle 
deve ser mensal)
Sífilis tardia: sífilis 
latente tardia (com mais 
de um ano de evolução) 
ou latente com duração 
ignorada e sífilis 
terciária
Benzilpenicilina benzatina 
2,4 milhões UI, IM, 
1x/semana (1,2 milhão UI em 
cada glúteo) por 3 semanas
Dose total: 7,2 milhões UI, 
IM
Doxiciclina 100mg, 12/12h, VO, por 
30 dias
Teste não treponêmico
trimestral (em gestantes, 
o controle deve ser 
mensal)
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Neurossífilis
Benzilpenicilina 
potássica/ cristalina 18-
24 milhões UI, 1x/ dia, 
IV, administrada em 
doses de 3-4 milhões 
UI, a cada 4 horas ou 
por infusão contínua, 
por 14 dias
Ceftriaxona 2g, IV, 1x/ dia, por 10-14 
dias
Exame de LCR de 6/6 
meses até normalização
Fonte: DCCI/SVS/MS. A Benzilpenicilina benzatina é a única opção segura e eficaz para o tratamento adequado da sífilis 
na gestante. No caso da sífilis recente em gestantes, alguns especialistas recomendam uma dose adicional de 2,4 milhões 
de unidades de penicilina G benzatina, IM, uma semana após a primeira dose. Em não gestantes, o intervalo entre doses 
não deve ultrapassar 14 dias. Caso isso ocorra, o esquema deve ser reiniciado. Em gestantes, o intervalo entre as doses 
não deve ultrapassar sete dias. Caso isso ocorra, o esquema deve ser reiniciado.
Observação: O intervalo preconizado de administração de benzilpenicilina benzatina para o tratamento de sífilis é de 
uma semana entre as doses. Em gestantes, o esquema deve ser reiniciado se o intervalo ultrapassar os sete dias entre as 
doses. Em pessoas não gestantes, reiniciar o esquema se transcorreram mais de 14 dias entre as doses.
Fonte: BRASIL, 2022.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA SÍFILIS
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres – Ministério da Saúde, 2016. BRASIL, 2022.
Consulta de enfermagem
Solicitação de teste rápido para sífilis e VDRL
Teste rápido positivo: tratar com primeira dose de penicilina e agendar retorno em 7 dias para teste não 
treponêmico. Não é necessário aguardar o VDRL para iniciar tratamento.
Seguir os Protocolos para tratamento de IST.
Repetir o exame no 3º trimestre, no momento do parto e em caso de abortamento.
Testar gestante e parceria sexual (VDRL)
Realizar teste rápido no momento da consulta e do resultado do teste não treponêmico positivo.
Se reagente, tratar conforme a forma clínica da doença.
Se não reagente, orientar sobre IST e repetir teste rápido no 3ª trimestre de gestação.
Se parceria com teste positivo, tratar conforme fase clínica da doença.
Se parceria com teste negativo, administrar dose profilática de penicilina benzatina (2.400.000 UI) dose 
única.
Com a instituição do tratamento correto, o teste não treponêmico (VDRL) tende a se negativar em 6 a 
12 meses, podendo, no entanto, permanecer com títulos baixos por longos períodos de tempo ou até por 
toda a vida; é o que se denomina memória ou cicatriz sorológica da sífilis. 
Os testes não treponêmicos (VDRL) devem ser realizados mensalmente para controle de cura. Nos casos 
de sífilis primária e secundária, os títulos devem declinar em torno de quatro vezes em três meses e oito 
vezes em seis meses. 
Se os títulos se mantiverem baixos e estáveis em duas oportunidades, após um ano, pode ser dada alta
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CLIMATÉRIO
Atribuições do enfermeiro:
➢ Acolhimento com escuta qualificada;
➢ Realização de exame físico geral, exame físico específico, confirmação do climatério;
➢ Plano de cuidados (abordagem integral e não farmacológica das queixas no climatério);
➢ Abordagem quanto ao estilo de vida saudável e estimular ao autocuidado;
➢ Realizar ações de prevenção de forma individualizada, em especial, quanto a doenças 
crônico-degenerativas, cardiovasculares, metabólicas e neoplásicas, de acordo com a 
faixa etária, história, fatores de risco e comorbidades.
➢ Educação em saúde;
➢ Direcionamento para o atendimento médico.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ATENDIMENTO À MULHER NO 
CLIMATÉRIO
Fonte: Manual de Atenção à Mulher no Climatério / Menopausa, 2008.
Solicitar exames de 
rotina:
Hemograma completo;
TSH;
Glicemia;
TTG;
Colesterol e frações;
Triglicérides;
TGO e TGP;
Parcial de urina-EAS ;
Pesquisa de sangue oculto 
nas fezes;
Colpocitopatológico;.
Consulta de 
enfermagem
Educação e Saúde
- Autocuidado considerando as 
alterações físicas
- Autoestima
- Informações sobre sexualidade
- Estimular a prática do sexo seguro
Encaminhamentos necessários à 
equipe multiprofissional: médico, 
odontólogo, assistente social, 
nutricionista.
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Atribuições do Enfermeiro:
⮚ Atender as usuárias de maneira integral;
⮚ Realizar consulta de enfermagem e a coleta do exame citopatológico de acordo com a 
faixa etária e quadro clínico da usuária;
⮚ Realizar consulta de enfermagem e o exame clínico das mamas de acordo com a faixa 
etária e quadro clínico da usuária;
⮚ Orientar sobre os métodos contraceptivos/anticoncepcionais existentes e disponíveis na 
Atenção Básica, informando a eficácia de cada método, sua forma de uso, possíveis efeitos 
adversos e contraindicações diante de certos antecedentes clínicos e/ou ginecológicos;
⮚ Orientações sobre vulnerabilidade e prevenção em relação às IST/HIV;
⮚ Reforçar a importância do retorno para acompanhamento clínico conforme método em 
uso e disponibilidade da usuária;
⮚ Prescrever métodos de acordo com adequação e escolha informada da usuária, 
considerando fatores individuais, contexto de vida dos usuários (as) no momento da escolha do 
método e critérios de elegibilidade;
⮚ Prescrever medicamentos preestabelecidos em programas de saúde pública e em rotinas 
aprovadas pelo gestor local;
⮚ Solicitar exames de acordo com os protocolos ou normas técnicas estabelecidas pelo 
gestor local;
⮚ Reforçar a importância do planejamento familiar.
PLANEJAMENTO FAMILIAR
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SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Exames mais solicitados no planejamento familiar:
Hemograma 
Glicemia
Testes Rápidos
Beta Hcg 
Sorologia para Toxoplasmose
Sorologia para Rubéola
Fonte: BRASIL, 2012.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ESCOLHA DO MÉTODO 
CONTRACEPTIVO
Fonte: BRASIL, 2002. BRASIL, 2012. 
CONSULTA DE 
ENFERMAGEM
Métodos contraceptivos
Temporários 
(reversíveis)
Barreira Intrauterinos Comportamentais Definitivos
Hormonais: orais e 
injetáveis;
Implantes 
subcutâneos;
Adesivos 
transdérmicos;
Anéis vaginais
Preservativo 
(masculino e 
feminino);
Diafragma;
Espermaticida
DIU: cobre e 
levonorgestrel
Tabelinha;
Curva térmica 
basal;
Sintotérmico.
Laqueadura 
tubária;
Vasectomia.
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PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
⮚ ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS
Método Orientações
Anticoncepcion
al hormonal 
oral 
combinado
(Levonorgestrel 
0,15 mg + 
Etinilestradiol 
0,03 mg)
- Ingerir o primeiro comprimido no primeiro dia do ciclo menstrual.
- A usuária deve ingerir um comprimido por dia até o término da cartela, 
preferencialmente no mesmo horário. 
- Ao final da cartela, se esta for de 21 comprimidos, fazer pausa de sete 
dias e iniciar nova cartela no oitavo dia.
- Caso não ocorra a menstruação no intervalo entre as cartelas, mesmo 
assim, a usuária deve iniciar nova cartela e procurar o serviço de saúde 
para descartar a hipótese de gravidez. 
- Orientar quanto ao processo de adaptação do organismo e do 
aparecimento de efeitos secundários.
- Orientar quanto aos procedimentos no caso de esquecimento do 
comprimido, vômito/diarreia.
Minipílula
(Noretisterona 
0,35 mg)
- Ingerir o primeiro comprimido preferencialmente no primeiro dia do 
ciclo menstrual.
- O uso da minipílula é contínuo, não deve haver intervalo entre as 
cartelas.
- A usuária deve tomar uma pílula todos os dias, sempre no mesmo 
horário, porque o atraso de algumas horas na ingestão da minipílula 
aumenta o risco de gravidez. O esquecimento de duas ou mais pílulas 
aumenta mais ainda esse risco. 
- Quando uma cartela termina, no dia seguinte ela deve tomar a primeira 
pílula da próxima cartela (não deixar dias de descanso). Todas as pílulas 
da cartela são ativas. 
- Orientar quanto aos procedimentos no caso de esquecimento de pílulas.
Fonte: BRASIL. Protocolos da Atenção Básica : Saúde das Mulheres, 2016.
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⮚ ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS INJETÁVEIS
Método Orientações
Anticoncepcio
nal hormonal 
injetável 
mensal
(Noretisterona 
50 mg/mL + 
Estradiol 
Acetato 5 
mg/mL)
- A primeira injeção deve ser feita até o quinto dia do início da 
menstruação. 
- As aplicações subsequentes devem ocorrer a cada 30 dias, mais ou 
menos três dias, independentemente da menstruação. 
- Deve-se aplicar por via intramuscular profunda, na nádega (músculo 
glúteo, quadrante superior lateral). 
- Se houver atraso de mais de três dias para a aplicação da nova injeção, a 
usuária deve ser orientada para o uso da camisinha ou evitar relações 
sexuais até a próxima injeção.
Anticoncepcio
nal hormonal 
injetável 
trimestral
(Acetato de 
Medroxiproge
sterona 150 
mg/mL)
- A primeira injeção deve ser feita até o sétimo dia do início da 
menstruação. 
- As aplicações subsequentes devem ocorrer a cada três meses, 
independentemente da menstruação. 
- O prazo máximo permitido entre cada injeção subsequente é de duas 
semanas antes ou depois da data prevista. 
- Para mulheres que tenham recebido a primeira injeção depois do sétimo 
dia do início da menstruação, aconselhar o uso de método adicional, de 
barreira, durante sete dias
- A usuária deve procurar retornar a tempo para a próxima injeção, que 
deve ser aplicada a cada 90 dias. Porém ela pode vir até duas semanas 
mais cedo ou até duas semanas mais tarde. 
- Se houver atraso de mais de duas semanas para a nova injeção, a mulher 
deve usar preservativo ou evitar relações sexuais até a próxima injeção. 
- Deve-se aplicar por via intramuscular profunda, na nádega (músculo 
glúteo, quadrante superior lateral). 
Fonte: BRASIL. Protocolos da Atenção Básica : Saúde das Mulheres, 2016.
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ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
Método Administração
Pílula contendo 
apenas progesterona 
- Levonorgestrel
Comprimido com 0,75 mg 
de levonorgestrel
2 comprimidos (dose única) ou 1 
comprimido a cada 12 horas (2 doses 
– total de 2 comprimidos).
Comprimido com 1,5 mg 
de levonorgestrel
1 comprimido (dose única)
Fonte: BRASIL. Protocolos da Atenção Básica : Saúde das Mulheres, 2016.
⮚ ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS DE INSERÇÃO INTRADÉRMICA
Método Orientações
Anticoncepcional 
hormonal de 
inserção 
intradérmica
Implanon® NXT
(etonogestrel, 68 
mg)
- Quando não houver nenhum método hormonal, inserir entre os dias 1 
e 5 do ciclo menstrual;
- Quando houver método combinado (AHCO, adesivo ou anel vaginal), 
inserir após o intervalo usual sem comprimido, após o último 
comprimido de placebo do AHCO ou na data da próxima aplicação do 
anel ou do adesivo;
- Se faz uso de pílula de progestagênio isolado, inserir no dia em que 
estiver substituindo a pílula;
- Quando for fazer a troca de implante ou SIU-LNG, deve-se inserir no 
mesmo dia da retirada do implante ou do SIU-LNG;
- Quando fizer uso de injeção de progestagênio, inserir até o dia 
previsto para a injeção subsequente;
- Quando houver abortamento de primeiro trimestre, inserir até 5 dias 
após o abortamento;
- Quando houver abortamento de segundo trimestre, inserir de 21 a 28 
dias após o abortamento;
- Pós-parto, inserir 28 dias após o parto.
INSERÇÃO DO IMPLANON NXT
- Limpe o local de inserção com um antisséptico;
- Anestesie o local com 2 ml de lidocaína (1%), abaixo da pele e ao 
longo do trajeto de inserção, por uma extensão de 4 cm;
- Para a inserção a paciente deve estar deitada com braço flexionado na 
altura do cotovelo, com a mão sob a cabeça (ou o mais próximo 
possível dela);
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Método Orientações
- Deve ser inserido na face medial do braço não dominante, de 8 a 10 
cm do epicôndilo medial do úmero e de 3 a 5 com posterior ao sulco 
entre os músculos bíceps e tríceps. O implante deve ficar no plano 
subdérmico, sobre o tríceps;
- Se não for possível estabelecer a distância de 3 a 5 cm (por exemplo, 
em pacientes com braços finos), o importante deve ser inserido o mais 
distante possível do sulco;
- Se o implante for inserido profundamente, poderão ocorrer lesões de 
vasos sanguíneas ou nervos, ele pode não ser palpável e a localização 
e/ou a posterior remoção podem ser difíceis. 
- Após realizar a técnica, faça um pequeno curativo adesivo no local da 
inserção, aplique uma gaze estéril com um curativo compressivo para 
minimizar hematomas. 
A paciente poderá remover a gaze após 24 horas e o curativo pequeno, 
depois de 3 a 5 dias.
Observação: O profissional deve passar por capacitação com 
profissional habilitado para realizar a inserção. 
Fonte: Implanon NXT - Organon, 2021. Resolução Cofen nº 690/2022.
Atribuições do Enfermeiro:
⮚ Diagnóstico precoce das ISTs, infecção pelo HIV, hepatites e HTLV e tratamento 
adequado da grande maioria das ISTs;
⮚ Encaminhamento dos casos que não competem a esse nível de atenção, realizando 
acompanhamento conjunto;
⮚ Prevenção da sífilis congênita e da transmissão vertical do HIV;
⮚ Realizar aconselhamento e oferecer o teste anti-HIV aos usuários com IST, às pessoas 
vulneráveis e aos que buscam o serviço com clínica sugestiva de IST, HIV/aids ou história de 
risco para esses agravos;
⮚ Promover a adesão das gestantes ao pré-natal e oferecer o teste para sífilis, para Hepatite 
B e para o HIV, a todas as gestantes da área de abrangência da unidade, realizando 
aconselhamento pré e pós-teste;
⮚ Manejo adequado dos usuários em uso indevido de drogas;
⮚ Utilizar a abordagem sindrômica na assistência ao usuário com IST, levando em conta 
o contexto pessoal, familiar e social em que a doença se desenvolve;
INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (ISTs)
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⮚ Desencadear ações de aconselhamento/testagem e tratamento voltadas aos parceiros 
sexuais dos usuários com esses agravos;
⮚ Realizar a coleta de sangue para encaminhamento ao laboratório de referência na 
medida em que a unidade esteja organizada para essa atividade;
⮚ Garantir a observância das normas de precaução universal, a fim de evitar exposição 
ocupacional a material biológico;
⮚ Realizar as ações de vigilância epidemiológica pertinentes a cada caso;
⮚ Encaminhar as pessoas vivendo com HIV/aids e/ou hepatites virais aos serviços de 
referência, e realizar acompanhamento que contribua com esses serviços para melhorar a adesão 
às recomendações ao tratamento;
⮚ Atuar em conjunto com os serviços especializados no tratamento da dependência 
química e na assistência aos usuários de drogas portadores do HIV e/ou hepatites virais.
Exames mais solicitados para as IST
VDRL
Teste rápido para HIV
Teste rápido para Hepatite B
Teste rápido para Hepatite C
Teste rápido para Sífilis
CCO
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde –
COREN/MG, 2017.
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FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA CORRIMENTO VAGINAL
Fonte: BRASIL/2022 Protocolos de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde, COREN-RJ 2012
Fonte: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis –
Ministério da Saúde, 2015.
- Informação/Educação em saúde; 
- Oferta de preservativos e gel lubrificante; 
- Oferta de testes para HIV e demais IST (sífilis, hepatite B, gonorreia e clamídia), quando disponíveis; 
- Ênfase na adesão ao tratamento; 
- Vacinação para HBV e HPV, conforme estabelecido;
- Oferta de profilaxia pós-exposição para o HIV, quando indicado; 
- Oferta de profilaxia pós-exposição às IST em violência sexual; 
- Notificação do caso, conforme estabelecido; 
- Comunicação, diagnóstico e tratamento das parcerias sexuais (mesmo que assintomáticas). 
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FLUXOGRAMA DE CONDUTA PARA CORRIMENTO URETRAL
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 
2014.Protocolos de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde, COREN-RJ 2012.
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FLUXOGRAMA DE CONDUTA PARA DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA 
Fonte: BRASIL/2022. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com 
Infecções Sexualmente Transmissíveis – Ministério da Saúde, 2015.
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FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ÚLCERAS GENITAIS
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 
2014. Protocolos de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde, COREN-RJ 2012.
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FLUXOGRAMA PARA DIAGNÓSTICO DA HEPATITE B NA ATENÇÃO BÁSICA 
Fonte: Elaboração Própria, 2024. 
Nota: *Acompanhamento pressupõe consultas quinzenais no primeiro mês e consultas mensais até a resolução do 
quadro.
FLUXOGRAMA PARA DIAGNÓSTICO DA HEPATITE C NA ATENÇÃO BÁSICA
Fonte: Elaboração Própria, 2024. 
SUSPEITA DE HEPATITE B
Realizar Teste Rápido
positivo negativo
Encaminhar para o Educação em saúde
médico 
Realizar Acolhimento
SUSPEITA DE HEPATITE C
Realizar Teste Rápido
positivo negativo
Encaminhar para 
Médico
Educação em saúde
Realizar Acolhimento
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FLUXOGRAMA DE ATENDIMENTO A PACIENTES COM SUSPEITA DE HIV
Fonte: BRASIL/2022. Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás –
COREN/GO, 2014.
SUSPEITA DE HIV
Anamnese + Avaliação de Risco + Aconselhamento
Testagem rápida + testagem convencional
Reagente Não Reagente
Aconselhar
Notificar
Convocar parceiros
Oferecer VDRL, sorologia 
para Hepatites B e C
Vacinar contra Hepatite B
Encaminhar para Serviço de 
Assistência Especializada - SAE
Aconselhar
Oferecer VDRL, sorologia 
para Hepatites B e C
Vacinar contra Hepatite B
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PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
⮚ CORRIMENTO VAGINAL
Causa Tratamento medicamentoso Orientações
Mucorréia
-
Orientar sobre a fisiologia normal da vagina e 
as relações com a idade e oscilações 
hormonais.
Candidíase 
vulvovaginal
1ª escolha - via vaginal:
• Miconazol creme a 2% – um aplicador 
(5g) à noite, ao deitar-se, por 7 dias; OU 
• Clotrimazol creme a 1% – um aplicador 
(5g) à noite, ao deitar-se, por 7 dias; ou 
óvulos 100 mg – uma aplicação à noite, ao 
deitar-se, dose única; OU 
• Tioconazol creme a 6% – um aplicador 
(5g) à noite, por 7 dias; ou óvulos 300 mg –
uma aplicação à noite, dose única; OU 
• Nistatina 100.000 UI – um aplicador à 
noite, ao deitar-se, por 14 dias. 
Via oral - reservada para os casos de 
candidíase resistente ao tratamento 
tópico:
• Fluconazol, 150 mg, VO, dose única; OU 
• Itraconazol, 200 mg, VO, 12/12h, por 1 
dia.
Orientar medidas higiênicas:
• Uso de roupas íntimas de algodão (para 
melhorar a ventilação e diminuir umidade na 
região vaginal);
• Evitar calças apertadas; 
• Retirar roupa íntima para dormir.
Candidíase recorrente:
• Fluconazol, 150 mg, VO, 1x/semana, por 6 
meses; OU 
• Itraconazol, 400 mg, VO, 1x/mês, por 6 
meses; OU 
• Cetoconazol, 100 mg, VO, 1x/dia, por 6 
meses. 
Caso persista, encaminhar para ser avaliada na 
média complexidade.
Tratar parceiro SOMENTE se for sintomático. 
Vaginose 
bacteriana
Via oral
• Metronidazol, 500 mg, VO, 12/12h, por 7 
dias; OU
Via intravaginal
• Metronidazol gel vaginal, 100 mg/g, 1 
aplicador (5g), 1x/dia, por 5 dias; OU
• Clindamicina creme 2%, 1 aplicador (5g), 
1x/ dia, por 7 dias.
2ª Escolha
• Via oral: Clindamicina, 300 mg, VO, 
12/12h, por 7 dias; OU 
• Vía intravaginal: Clindamicina óvulos, 
100 mg, 1x/dia, por 3 dias.
• O tratamento das parcerias sexuais não está 
recomendado. 
• Orientar para não fazer uso de bebida 
alcóolica antes, durante e após o tratamento. 
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Tricomoníase
•Metronidazol, 2 g, VO, dose única; OU 
• Metronidazol, de 400 a 500 mg, VO, a 
cada 12 horas, por sete dias; OU 
• Metronidazol, 250 mg, VO, 8/8h, 7 dias; 
OU 
• Secnidazol, 2 g, VO, dose única; OU 
• Tinidazol, 2g, VO, dose única
• Não fazer uso de bebida alcóolica antes, 
durante e após o tratamento 
• TODOS os parceiros devem ser tratados com 
dose única
• Fornece informações sobre as IST, sua 
prevenção e ofertar testes quando disponíveis.
• Ofertar preservativos e gel lubrificante. 
• Ofertar a vacinação contra Hepatite B. 
• Convocar e tratar as parcerias sexuais. 
Fonte: Protocolos da Atenção Básica - Saúde das Mulheres, 2016.
⮚ GONORREIA E CLAMÍDIA
As cervicites são assintomáticas em torno de 70% a 80% dos casos.
Características clínicas Orientações Tratamento medicamentoso
•Sintomáticos:
Corrimento vaginal, 
sangramento 
intermenstrual ou pós￾coito, dispareunia e 
disúria.
• Achados ao exame 
físico: sangramento ao 
toque da espátula ou 
swab, material 
mucopurulento no orifício 
externo do colo e dor à 
mobilização do colo 
uterino.
• Fornece informações sobre 
as IST e sua prevenção.
• Ofertar testes para HIV, 
sífilis, hepatite B, (quando 
disponíveis).
• Ofertar preservativos e gel 
lubrificante.
• Ofertar vacinação contra
Hepatite B.
• Convocar e tratar as 
parcerias sexuais.
Gonorreia:
• Ciprofloxacino,
500 mg, VO, dose única (não 
recomendado para menores de 18 
anos); OU
• Ceftriaxona, 500 mg IM, dose 
única.
Clamídia:
• Azitromicina, 1 g, VO, dose 
única; OU
• Doxiciclina, 100 mg, VO, 
2x/dia, por 7 a 10 dias.
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres – Ministério da Saúde, 2016.
⮚ DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA
Tratamento 1ª opção 2ª opção
Ambulatorial
Ceftriaxona 500 mg, IM, dose única
MAIS
Cefotaxima 500 mg, IM, dose única 
MAIS 
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Doxiciclina 100mg, 1cp, VO, 2x dia, 
por 14 dias
MAIS
Metronidazol 250 mg, 2 cps, VO, 2x 
dia, por 14 dias.
Doxiciclina 100 mg, 1 cp, VO, 2x 
dia, por 14 dias 
MAIS 
Metronidazol 250 mg, 2 cps, VO, 
2x dia, por 14 dias.
Fonte: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente 
Transmissíveis, 2015.
⮚ HERPES GENITAL
Medicamento Posologia Recorrências
Aciclovir 200 mg, VO, 4/4 horas, por 7 
dias. Ou
400 mg, VO, 8/8 horas, 7 dias.
400 mg, VO, 8/8 horas, 5 dias.
Valaciclovir 1 g, VO, 12/12 horas, por 7 
dias.
500 mg, VO, 12/12 horas, por 
5 dias. Ou 1 g dose única.
Famciclovir 250 mg, VO, 8/8 horas, por 7 
dias.
125 mg, VO, 12/12 horas, por 
5 dias.
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 
2014.
⮚ SÍFILIS
Estadiamento Penicilina G 
Benzatina
Dose/intervalo Controle/VDRL
Sífilis primária 2.400.000 UI 1 dose Mensal: gestante
Trimestral: não 
gestantes
Sífilis secundária ou 
latente precoce
2.400.000 UI 
(4.800.000 UI)
2 doses
1 semana
Mensal: gestante
Trimestral: não 
gestantes
Sífilis terciária, 
latente tardia ou de 
duração ignorada
2.400.000 UI 
(7.200.000 UI)
3 doses
1 semana
Mensal: gestante
Trimestral: não 
gestantes
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 
2014.
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⮚ CANCRO MOLE
Medicamento Posologia
Azitromicina
Ceftriaxona
Ciprofloxacino
Eritromicina (estearato)
1 g, VO, dose única
250 mg, IM, dose única
500 mg, VO, 12/12 horas, por 3 dias (contraindicado 
para gestantes, nutrizes e menores de 18 anos)
500 mg, VO, de 6/6 horas, por 7 dias.
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 
2014.
Atribuições do enfermeiro:
⮚ Possibilitar o acesso, acolhimento e recepção do usuário;
⮚ Consulta de enfermagem com avaliação holística progressivamente integral da situação 
de saúde do indivíduo, família e comunidade; definição dos diagnósticos de enfermagem; 
realização das intervenções; avaliação dos cuidados e anotações de enfermagem; 
⮚ Encaminhamentos a consultas multiprofissionais ou serviço especializado.
SAÚDE DO HOMEM
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FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA A REALIZAÇÃO DE EXAMES DE 
ROTINA
Fonte: Baseado Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Gabinete 
portaria nº 1.944, de 27 de agosto de 2009. Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde 
no Estado de Goiás – COREN/GO, 2014.
Atribuições do enfermeiro:
⮚ Realizar atenção integral à pessoa idosa;
CONSULTA DE 
ENFERMAGEM
Já realizou exames laboratoriais de rotina?
Orientações com 
responsabilidade social, explicar 
o preparo e encaminhar para os 
exames
Orientações com 
responsabilidade social, 
avaliar se sabe o resultado, 
e a necessidade de outros 
exames
SIM NÃO
DIRECIONAR PARA EXAMES 
LABORATORIAIS
- PSA: Detecção câncer de próstata; - Hemograma completo; 
- Glicemia em jejum = Diagnóstico de diabetes;
- Dosagem de colesterol e triglicerídeos: Detecta dislipidemia;
- TESTE RÁPIDO HIV e Hepatite B e C; VDRL; 
- PARCIAL DE URINA (EAS) 
- Creatinina e ácido úrico: Função renal;
- TGO E TGP: Função hepática.
ALTERAÇÕES?
SIM NÃO
Encaminhar para Centro de Referência e 
orientações acerca dos grupos de apoio da UBS
Retorno anual a consulta de enfermagem e 
orientações acerca dos grupos de apoio da UBS
Contra-referência para Cardiologista e 
Urologista
SAÚDE DA PESSOA IDOSA
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⮚ Realizar assistência domiciliar, quando necessário;
⮚ Realizar consulta de enfermagem, incluindo a avaliação multidimensional rápida e 
instrumentos complementares, se necessário, solicitar exames complementares e prescrever 
medicações, conforme protocolos ou outras normativas técnicas estabelecidas pelo gestor 
municipal, observadas as disposições legais da profissão;
⮚ Utilizar a Avaliação Multidimensional do Idoso Disponível no Gmus ou outro sistema 
em uso, inclusive utilizando o questionário da IVCF- 20, como guia para a consulta ao idoso.
⮚ Verificar a situação vacinal.
⮚ Supervisionar e coordenar o trabalho do Comunitário de Saúde (ACS) e da equipe de 
enfermagem;
⮚ Realizar atividades de educação permanente e interdisciplinar junto aos demais 
profissionais da equipe;
⮚ Orientar ao idoso, aos familiares e/ou cuidador sobre a correta utilização dos 
medicamentos.
⮚ Acionar o Conselho do idoso ou órgão competente nos casos de abandono, maus tratos, 
vulnerabilidade social.
⮚ Acionar a Assistência Social, para dar suporte.
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Exames mais solicitados na saúde do idoso:
Hemograma completo
Colesterol total e frações
Triglicérides
PSA total e livre
Glicemia de jejum
Eletrocardiograma (ECG) com Laudo
Vitamina D
vitamina B12
Ureia
Creatinina
Cálcio
Parcial de Urina tipo (EAS)
Fonte: Baseado em Ministério da Saúde. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa.Brasília-DF 2007. Adaptado 
do Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde – COREN/MG, 
2017.
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A seguir apresentamos um quadro com os principais diagnósticos de enfermagem, 
principais intervenções de enfermagem, solicitações de exames, encaminhamentos e prescrição 
farmacológica. 
ACHADOS 
CLÍNICOS
DIAGNÓSTICO DE 
ENFERMAGEM INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM PRESCRIÇÃO DE 
MEDICAMENTOS
Dor aguda Relato verbal de dor 
aguda (duração de até 
30 dias)
Realizar um levantamento ampliado da dor de 
modo a identificar: local, características, início e 
duração, frequência, qualidade, intensidade ou a 
gravidade da dor e os fatores precipitantes;
Implementar uma variedade de medidas 
(farmacológica, não farmacológica, interpessoais) 
para facilitar o alívio da dor, quando pertinente;
Encaminhar ao fisioterapeuta, se necessário.
Dipirona sódica 500 
mg, via oral, 1 cp., 
6/6 horas, se tiver 
dor, por até 5 dias
Dor crônica Relato verbal de dor 
crônica (duração de 
mais de três meses)
Realizar um levantamento ampliado da dor de 
modo a identificar: local, características, início e 
duração, frequência, qualidade, intensidade ou a 
gravidade da dor e os fatores precipitantes
Implementar uma variedade de medidas 
(farmacológica, não farmacológica, interpessoais) 
para facilitar o alívio da dor, quando pertinente.
Encaminhar ao fisioterapeuta, se necessário.
Dipirona sódica 500 
mg, via oral, 2 cp., de 
6/6 horas, se dor, por 
até 5 dias.
Acamado Movimento corporal 
diminuído
Realizar visita domiciliar; Orientar o cuidador, 
quanto ao manuseio;
Orientar a adaptação do domicílio para melhorar a 
qualidade de vida do usuário; Identificação da 
necessidade da assistência domiciliar;
Avaliar risco de Lesão por Pressão.
Acidente 
Vascular 
Cerebral (AVC)
Sistema Nervoso 
comprometido
Encaminhar ao fisioterapeuta e fonoaudiólogo, se 
necessário;
Orientar quanto ao uso de apoio para deambulação.
Alcoolismo Uso de álcool Discutir estratégias de redução de danos de uso de 
álcool;
Encaminhar para consulta com equipe da eMulti.
Arritmias 
Cardíacas / 
Insuficiência 
cardíaca
Processo cardíaco 
alterado; Frequência 
cardíaca alterada, 
arritmia, ritmo cardíaco
alterado, taquicardia, 
bradicardia
Solicitar ECG com laudo;
Encaminhar para o psicólogo;
Encaminhar ao cardiologista.
Assaduras Eritema de fraldas
Higienização frequente;
Orientar para a troca de fraldas frequentes; uso de 
hidratantes de pele; evitar banhos quentes e o uso 
de esponjas de banho.
Óxido de zinco e 
vitamina A e D 
pomada
Câncer
Resultado positivo 
para Câncer; 
Metabolismo alterado; 
Processo do sistema 
imunológico 
comprometido
Encaminhar ao psicólogo e oncologista;
Encaminhar para consulta com equipe da eMulti.
Solicitar exames
Cansaço; 
Indisposição; Fadiga Solicitar exames;
Orientar alimentação saudável.
Vitamina C, via oral 
1cp 1 x ao dia;
Polivitaminas, via 
oral 1 x ao dia.
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Deficiência 
Auditiva
Audição prejudicada; 
Capacidade auditiva 
diminuída
Orientar a utilizar um tom de voz alto;
Solicitar intérprete de libras (em caso de surdos￾mudos); Encaminhar para o otorrinolaringologista.
Dentição ausente
Dentição ausente; 
Apetite prejudicado ou 
diminuído
Referenciar para a nutrição (eMulti);
Orientar para a higienização das próteses;
Encaminhar para o dentista.
Depressão
Depressão; 
Discriminação com a 
idade
Investigar sinais e sintomas de comorbidades;
Investigar situações que favorecem quadro 
depressivo (álcool, maus tratos, antecedentes 
depressivos, histórico de problemas emocionais e 
mentais);
Orientar para participação em grupos de apoio;
Encaminhar para psicólogo (Avaliação eMulti).
Diabetes Mellitus Hiperglicemia
Verificar glicemia capilar de controle;
Controlar o excesso de peso; Orientar para a 
adoção de hábitos alimentares saudáveis, atividade 
física regular; Abandono do consumo de álcool e 
tabaco;
Ensinar sobre a utilização e manejo das seringas; 
Atentar para os sinais de complicações;
Requisitar exames; Examinar os pés;
Em caso de uso de insulina, orientar para o auto 
monitoramento.
Prescrição 
subsequente de 
hipoglicemiantes 
orais (Glibenclamida 
5mg e Metformina 
500 e 850mg) e 
insulina NPH e 
Regular.
Diminuição da 
libido; 
Impotência 
sexual relatada
Relação sexual 
prejudicada, 
impotência; membrana 
mucosa seca 
Dispareunia
Ofertar preservativo masculino e feminino;
Solicitar exames; Realizar citológico;
Encaminhar ao especialista.
Gel lubrificante
Disúria, 
Nictúria, Poliúria
Padrão de eliminação 
urinária prejudicado; 
Incontinência Urinária 
Disúria, Nictúria, 
Poliúria
Orientar para o uso de fraldas noturnas;
Evitar a ingestão de grandes quantidades de 
líquidos quando não houver disponibilidade de 
banheiros acessíveis;
Evitar alimentos como cafeína e bebidas 
alcoólicas; exercícios de musculatura pélvica e 
treinamento vesical; Encaminhar ao médico da 
equipe;
Solicitar exames de urina, uréia e creatinina e 
função renal.
Paracetamol 500 mg, 
via oral,1 cp., se tiver 
febre ou dor; 
Dipirona 500 mg, via 
oral, 1 cp., se tiver 
dor.
Doença 
Alzheimer (DA)
Memória de longo 
prazo presente; 
Memória de curto 
prazo ausente; 
Amnésia
Referenciar;
Convidar para participação de grupos de apoio: 
grupos de idosos, rodas de Terapia
Comunitária Integrativa (TCI); Estimular a 
aprendizagem cognitiva e uso de artifícios de 
memória;
Orientar aos familiares para evitar confrontos e 
situações estressantes ao idoso; identificar os 
ambientes; Entregar informativos, se disponível;
Promover atividade educativa para o cuidador.
Doença de 
Parkinson Tremor das mãos Realizar teste de coordenação motora (escrever o 
nome); Encaminhar ao especialista.
Doença 
Pulmonar 
Obstrutiva 
Crônica (DPOC) 
e
Asma
Padrão
Respiratório
alterado
Orientar quanto ao uso correto de medicamentos;
Orientar para evitar uso de talco;
Orientar quanto aos cuidados e higiene com o 
ambiente; Orientar exercício respiratório e técnicas 
de tosse;
Orientar aumento da ingesta de líquidos;
Estimular expectoração; Orientar para manter a 
cabeceira da cama elevada; Encaminhar para 
realizar fisioterapia respiratória.
Realizar nebulização 
com soro 
fisiológico (SF0,9%).
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Drogadição Uso de drogas
Orientar quanto ao CAPS e encaminhar; Discutir
estratégias de redução de danos de uso de drogas;
Solicitar exames
IST/ AIDS Resultado laboratorial 
positivo para IST/ 
AIDS
Solicitar exames e testagem dos parceiros sexuais;
Ofertar preservativo masculino e feminino;
Encaminhar para serviço de
Referência.
Ver prescrição para 
IST/AIDS.
Emagrecimento e
coordenação 
motora 
diminuída
Habilidade para comer 
prejudicada;
Ingestão de alimentos
prejudicada
Orientar para manter as habilidades pessoais;
Avaliar o grau de dependência;
Solicitar exames
Vitamina C, via oral 
1 x ao dia; 
Polivitaminas, via 
oral 1x ao dia;
Fragilidade 
capilar; Manchas 
senis; Hematoma
Hematoma; Sistema 
tegumentar alterado; 
Integridade da pele 
prejudicada; Perfusão 
tissular prejudicada
Orientar para hidratação da pele;
Orientar para o aumento da ingesta de líquidos;
Orientar para o uso de roupas com tecido 
antialérgico; Evitar banhos quentes;
Orientar para modificar o colchão (colchão casca 
de ovo); Avaliar sensibilidade tátil
Vitamina C, via oral1 
x ao dia; Fazer uso de 
filtro solar e 
hidratantes
Glaucoma; 
Catarata; Visão prejudicada
Realizar teste de acuidade visual;
Encaminhar para oftalmologista.
Higiene 
corporal 
diminuída
Habilidade para se 
banhar prejudicada
Orientar para manter as habilidades pessoais;
Avaliar o grau de dependência.
Insuficiência 
Arterial dos 
Membros
Processo do sistema 
circulatório diminuído; 
Processo vascular 
diminuído
Prestar orientações; Realizar exame físico;
Examinar pulsação e edema; Encaminhar para 
especialista.
Mobilidade Padrão de mobilidade 
alterado, mobilidade.
Encorajar para o exercício físico; Orientar
alimentos ricos em potássio e cálcio para redução 
de câimbras e fortalecimento do tecido ósseo
Movimentos 
corporais lentos Reflexo motor diminuído Orientar para atividade física regular, caminhada, 
hidroginástica ou dança.
Osteoporose Hipocalcemia
Orientar dieta rica em cálcio, exposição regular ao 
sol, medidas preventivas de quedas;
Controlar o peso e praticar atividade física 
adequada;
Encaminhar ao especialista.
Cálcio 1g, via oral 1x 
ao dia
Pressão Arterial 
Elevada Hipertensão
Orientar dieta hipossódicas; Verificar PA 
frequentemente; Controlar o excesso de peso;
Orientar para a adoção de hábitos alimentares 
saudáveis, atividade física regular; abandono do 
consumo de álcool e tabaco;
Requisitar exames.
Prescrição subsequente 
de fármacos anti￾hipertensivos (Captopril 
25mg, 
Hidroclorotiazida 
25mg, Furosemida 
40mg, ácido 
acetilsalicílico 100mg e 
Metildopa 500mg).
Queda
Cair; hipocalcemia, 
equilíbrio alterado 
devido à postura.
Orientar aos familiares sobre a adaptação para 
manter a casa segura, através do uso de tapetes 
antiderrapantes, cadeira de banho, corrimão, dentre 
outros; Educação para o autocuidado;
Orientar para a utilização de dispositivos de auxílio 
para a marcha.
Cálcio 1g, via oral 1 x 
ao dia;
Polivitaminas, via 
oral 1 x ao dia;
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Tabagismo Uso de tabaco Orientar quanto ao Programa Antitabagismo e 
encaminhar; Solicitar exames
Tosse e engasgo Tosse e engasgo
Orientar ao idoso para evitar ingestão de alimentos 
crus e secos;
Encaminhar para o fonoaudiólogo; Orientar para o 
aumento da ingesta de líquidos.
Vitamina C, via oral 
1cp x ao dia.
Violência 
intrafamiliar e 
maus trato
Violência; Tristeza; 
Solidão;
Bem-estar 
biopsicossocial e 
espiritual.
Notificar para o Conselho Municipal ou Estadual 
do Idoso, Delegacia de Polícia e Ministério 
Público;
Realizar exame físico completo; Encaminhar para 
o psicólogo e Centro de Referência do Idoso / 
Centro de Referência da Assistência Social 
(CRAS).
Fonte: Adaptado do “PROTOCOLO DE ENFERMAGEM NA ATENÇÃO À SAÚDE DO IDOSO” do COREN/MS, 2020 e do 
“PROTOCOLO DO ENFERMEIRO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DO ESTADO DA PARAÍBA”, 2ª edição, 2015, 
COREN-PB. 
Atribuições do Enfermeiro:
⮚ Capacitar os auxiliares de enfermagem e os ACS e supervisionar, de forma permanente, 
suas atividades;
⮚ Realizar consulta de enfermagem, abordando fatores de risco, estratificando risco 
cardiovascular, orientando mudanças no estilo de vida e tratamento não￾medicamentoso, verificando adesão, e possíveis intercorrências ao tratamento, 
encaminhando o usuário ao médico, quando necessário;
⮚ Realizar consulta de enfermagem com pessoas com maior risco para diabetes tipo 2 
identificadas pelos ACS, definindo claramente a presença do risco e encaminhando ao 
médico da unidade para rastreamento com glicemia de jejum quando necessário;
⮚ Desenvolver atividades educativas de promoção de saúde com todas as pessoas da 
comunidade;
⮚ Desenvolver atividades educativas individuais ou em grupo com os usuários hipertensos 
e/ou diabéticos;
⮚ Estabelecer junto à equipe estratégias que possam favorecer a adesão (grupos de 
hipertensos e diabéticos);
⮚ Programar junto à equipe estratégias para a educação do usuário;
HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA E DIABETES MELLITUS
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⮚ Solicitar durante a consulta de enfermagem os exames mínimos estabelecidos nos 
consensos e definidos como possíveis e necessários pelo profissional;
⮚ Repetir a medicação de usuários controlados e sem intercorrências;
⮚ Encaminhar para consultas mensais com o médico da equipe os usuários não-aderentes, 
de difícil controle e portadores de lesões em órgãos-alvo (cérebro, coração, rins, olhos, 
vasos, pé diabético, etc.) ou com comorbidades;
⮚ Encaminhar para consultas trimestrais com o médico da equipe os usuários que mesmo 
apresentando controle dos níveis tensionais, sejam portadores de lesões em órgãos-alvo 
ou comorbidades;
⮚ Encaminhar para consultas semestrais com o médico da equipe os usuários controlados 
e sem comorbidades;
⮚ Orientar usuários sobre automonitorização (glicemia capilar) e técnica de aplicação de 
insulina;
⮚ Encaminhar os usuários com diabetes, seguindo a periodicidade descrita no Caderno de 
Atenção Básica n° 36, de acordo com a especificidade de cada caso (com maior 
frequência para usuários não-aderentes, de difícil controle, portadores de lesões em 
órgãos-alvo ou com comorbidades) para consultas com o médico da equipe;
⮚ Acrescentar na consulta de enfermagem o exame dos membros inferiores para 
identificação do pé em risco. Realizar, também, cuidados específicos nos pés 
acometidos e nos pés em risco;
⮚ Perseguir, de acordo com o plano individualizado de cuidado estabelecido junto ao 
usuário com diabetes, os objetivos e metas do tratamento (estilo de vida saudável, níveis 
pressóricos, hemoglobina glicada e peso);
⮚ Organizar junto ao médico e com a participação de toda a equipe de saúde, a distribuição 
das tarefas necessárias para o cuidado integral dos usuários com diabetes;
⮚ Usar os dados dos cadastros e das consultas de revisão dos usuários para avaliar a 
qualidade do cuidado prestado em sua unidade e para planejar ou reformular as ações 
em saúde.
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SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Exames mais solicitados a usuários com hipertensão e/ou diabetes
Hemograma completo
Exame Parasitológico de Fezes 
(EPF)
Parcial de Urina (EAS) (se 
necessário, microalbuminúria ou 
relação albumina/creatinina)
Glicemia em jejum
Triglicerídeos
Creatinina sérica
Ureia
Ácido úrico
ECG
Perfil lipídico (colesterol total e frações)
Glicemia pós-prandial
Hemoglobina glicada
Fonte: Baseado Ministério da Saúde. Hipertensão Arterial Sistêmica; Cadernos de Atenção Básica. Brasília￾2013.Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde – COREN/MG, 
2017; Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 
2014.
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
● O tratamento farmacológico para hipertensos e/ou diabéticos deve, necessariamente, ser 
prescrito pelo profissional médico.
● O enfermeiro no âmbito da consulta de enfermagem poderá repetir a prescrição de 
medicamentos de usuários controlados e sem intercorrências.
● A repetição da prescrição de medicamentos consiste na manutenção da prescrição 
médica pelo enfermeiro, desde que pactuada previamente com a equipe de saúde, por 
um período pré-definido e com a garantia de que o usuário seja reavaliado pelo médico.
● A prescrição deve ser assinada e carimbada pelo enfermeiro.
● Junto a repetição da prescrição realizada pelo enfermeiro a última receita médica deverá 
ser mantida em anexo.
● A repetição da prescrição poderá ser realizada pelo enfermeiro desde que a última 
receita médica apresentada pelo usuário não esteja vencida há mais de 30 dias.
● A repetição da prescrição poderá ser de tratamento somente pelo período de até 90 
(noventa) dias.
● A repetição da prescrição poderá ser realizada pelo enfermeiro desde que o paciente 
esteja presente à consulta.
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MEDICAMENTOS QUE O ENFERMEIRO PODE CONSIDERAR A MANUTENÇÃO 
DA PRESCRIÇÃO, DESDE QUE PREVIAMENTE PRESCRITOS PELO MÉDICO:
Medicamentos Medicamentos
Metformina 500 mg Carvedilol 6,25 mg
Metformina 850 mg Carvedilol 25 mg
Glibenclamida 5 mg Propranolol 40 mg
Insulina NPH Humana Metildopa 500 mg
Insulina Regular Humana Besilato de anlodipino 5 mg
Hidroclorotiazida 25 mg Nifedipino 10 mg
Furosemida 40 mg Nifedipino 20 mg
Espironolactona 25 mg Captopril 25 mg
Atenolol 50 mg Enalapril 10 mg Enalapril 10 mg
Losartana potássica 50 mg Enalapril 20 mg
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde –
COREN/MG, 2017.
Atribuições do enfermeiro:
⮚ Identificar sinais e sintomas da hanseníase e avaliar os casos suspeitos encaminhados para 
a unidade de saúde;
⮚ Anamnese e exame físico com avaliação dermatoneurológica;
⮚ Identificar casos e encaminhar para confirmação diagnóstica.
⮚ Preencher completamente, de forma legível, a ficha individual de notificação para os 
casos confirmados de hanseníase;
⮚ Solicitação e/ou coleta de baciloscopia (BAAR), esfregaço intradérmico;
⮚ Avaliar e registrar o grau de incapacidade física em prontuários e formulários, no 
diagnóstico e acompanhamento, na periodicidade descrita no Caderno de Atenção Básica nº 21;
⮚ Orientar o usuário e a família para a realização de autocuidados;
⮚ Orientar e/ou realizar técnicas simples de prevenção de incapacidades físicas;
HANSENÍASE
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⮚ Realizar exame dermatoneurológico em todos os contatos intradomiciliares dos casos 
novos, orientá-los sobre a hanseníase e importância do autoexame, registrar em prontuários e 
fichas/boletins de acompanhamento e realizar a vacinação com BCG nos contatos sem sinais 
da doença;
⮚ Realizar assistência domiciliar, quando necessário;
⮚ Planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelo ACS;
⮚ Orientar os auxiliares/técnicos de enfermagem, ACS e agente de combate a endemias 
(ACE) para o acompanhamento dos casos em tratamento;
⮚ Contribuir e participar das atividades de educação permanente dos membros da equipe 
quanto à prevenção, manejo do tratamento, ações de vigilância epidemiológica, combate ao 
estigma, efeitos adversos de medicamentos/ farmacovigilância e prevenção de incapacidades;
⮚ Enviar mensalmente ao setor competente as informações epidemiológicas referentes à 
hanseníase da área de abrangência da unidade de saúde, nos devidos formulários;
⮚ Analisar os dados e planejar as intervenções com a equipe de saúde;
⮚ Encaminhar ao setor competente a ficha de notificação e boletins de acompanhamento, 
conforme estratégia local;
⮚ Realizar ou demandar a realização de curativos aos auxiliares sob sua orientação e 
supervisão;
⮚ Observar a tomada da dose supervisionada e orientar acerca de efeitos adversos dos 
medicamentos;
⮚ Realizar a programação e pedidos de medicamentos e controlar o estoque em formulário 
específico e encaminhá-lo ao nível pertinente;
⮚ Agendar consulta médica para avaliação de alta após término das doses auto￾administradas.
⮚ Desenvolver ações educativas e de mobilização envolvendo a comunidade (escolas, 
conselhos de saúde, associações de moradores, etc.), importância do autoexame e relativas ao 
controle da hanseníase e combate ao estigma.
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FLUXOGRAMA Atendimento ao usuário com suspeita de Hanseníase.
Fonte: Baseado nos Cadernos de Atenção Básica nº 21 – Vigilância em Saúde, 2007. 
Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás – COREN/GO, 2014. 
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FLUXOGRAMA ATENDIMENTO AO USUÁRIO COM HANSENÍASE.
FONTE: Baseado nos Cadernos de Atenção Básica nº 21 – Vigilância em Saúde, 2007.
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FLUXOGRAMA ACOMPANHAMENTO DE CASOS – CLASSIFICAÇÃO DE RISCO:
FONTE: COREN-RJ 2012.
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PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
O tratamento da hanseníase é realizado através da associação dos fármacos rifampicina 
+ dapsona + clofazimina, na apresentação de blísteres, (Poliquimioterapia Única – PQT-U), 
tanto para casos paucibacilares, quanto casos multibacilares. A PQT é o esquema de primeira 
linha para o tratamento da hanseníase, além da antibioticoterapia, o tratamento medicamentoso 
da hanseníase é feito com medicamentos anti-inflamatórios e imunossupressores, visando o 
controle dos quadros de reação hansênica.
⮚ Esquemas de primeira linha para o tratamento da hanseníase
Classificação Esquema terapêutico
Hanseníase Paucibacilar (PB) Poliquimioterapia Única da Hanseníase (PQTU) por seis (06) meses. 
Dose mensal supervisionada e doses diárias auto administradas.
Hanseníase Multibacilar 
(MB)
Poliquimioterapia Única da Hanseníase (PQTU) por doze (12) meses. 
Dose mensal supervisionada e doses diárias auto administradas.
Fonte: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hanseníase - 2021 Ministério da Saúde
Esquemas de tratamento da hanseníase paucibacilar e multibacilar (infecção)
Classificação Apresentação Posologia MB PB
Adultos ou 
Pacientes com 
peso acima de 
50Kg
PQTU Adulto
Dose mensal supervisionado:
Rifampicina 600 mg
Clofazimina 300 MG
Dapsona 100 mg
Doses diárias auto administradas:
clofazimina 50 mg diariamente
Dapsona 100 mg diariamente
12 
meses
6 meses
Crianças ou 
adultos com 
peso com peso 
entre 30 e 50Kg
PQTU Infantil
Dose mensal supervisionada: 
Rifampicina 450 mg Clofazimina 150 
mg Dapsona 50 mg Dose auto 
administrada: Clofazimina 50 mg em 
dias alternados Dapsona 50 mg 
diariamente
12 
meses
6 meses
80
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Crianças com
peso abaixo de 
30Kg 
Adaptação da 
PQTU Infantil
Dose mensal supervisionada: 
Rifampicina 10 mg/Kg de peso 
Clofazimina 6 mg/Kg de peso Dapsona 
2 mg/Kg de peso Dose auto 
administrada: Clofazimina 1 mg/Kg de 
peso / dia
Dapsona 2 mg/Kg de peso / dia. 
12 
meses
6 meses
Fonte: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hanseníase - 2021 Ministério da Saúde
Esquema terapêutico de segunda linha na falha terapêutica por reação adversa a 
Rifampicina.
Classificação/ duração Esquema farmacológico alternativo
Hanseníase Paucibacilar (PB)
ou
Multibacilar (MB) 
Duração: 06 meses
Dose mensal supervisionada:
Clofazimina 300 mg + Ofloxacino 400 mg + 
Minociclina 100 mg
Doses diária autoadministrada:
Clofazimina 50 mg + Ofloxacino 400 mg + 
Minociclina 100 mg
Hanseníase Multibacilar (MB)
Duração: 18 meses subsequentes
Dose mensal supervisionada:
Clofazimina 300 mg + Ofloxacino 400 mg ( ou 
Minociclina de 100 mg).
Doses diária autoadministrada:
Clofazimina 50 mg + Ofloxacino 400 mg( ou 
Minociclina de 100 mg).
Esquema de segunda linha na falha terapêutica por reação adversa a Dapsona.
Classificação/ duração Esquema farmacológico alternativo
Hanseníase Paucibacilar (PB)
Duração: 06 meses
Dose mensal supervisionada:
Rifampicina 600 mg + Clofazimina 300 mg + 
Ofloxacino 400 mg (ou Minociclina de 100 mg).
Doses diária autoadministrada:
Clofazimina 50 mg + Ofloxacino 400 mg ( ou 
Minociclina 100 mg).
Hanseníase Multibacilar (MB)
Duração : 12 meses
Dose mensal supervisionada:
Rifampicina 600 mg + Clofazimina 300 mg + 
Ofloxacino 400 mg ( ou Minociclina 100 mg).
Dose diária autoadministrada:
Clofazimina 50 mg + Ofloxacino 400 mg ( ou 
Minociclina 100 mg).
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Esquema de segunda linha na falha terapêutica por reação adversa a Clofazimina.
Classificação/ duração Esquema farmacológico alternativo
Hanseníase Paucibacilar (PB)
Duração : 06 meses
Dose mensal Supervisionada:
Rifampicina 600 mg + dapsona 100 mg + 
Ofloxacino 400 mg + ( ou Minociclina 100 mg).
Dose diária autoadministrada:
Dapsona 100 mg + Ofloxacino 400 mg ou ( 
Minociclina 100 mg) .
Hanseníase Multibacilar ( MB)
Duração: 12 meses
Dose diária autoadministrada:
Dapsona 100 mg + Ofloxacino 400 mg ( ou 
Minociclina 100 mg).
ORIENTAÇÕES DE ENFERMAGEM:
As medicações diárias devem ser tomadas de preferência após o café da manhã ou 
almoço para evitar intolerância gástrica e eventual abandono do tratamento por esse motivo. Se 
ainda assim houver dor epigástrica, procurar o médico da unidade de saúde.
Crianças com reação à sulfa e que não podem utilizar Minociclina ou Ofloxacina 
(crianças abaixo de 8 anos), por imaturidade óssea ou cartilaginosa, devem ser encaminhadas 
para a referência, assim como crianças MB menores de 8 anos que fazem intolerância à 
Dapsona. É importante lembrar que em se tratando de pacientes adultos desnutridos ou crianças 
obesas, a dose terapêutica máxima diária de Dapsona deve ser de 2 mg por kg. A toxicidade da 
Dapsona pode ser idiossincrática, que é mais rara, ou dose dependente, que ocorre com maior 
frequência. Vale ainda destacar que adultos com peso corporal menor que 50 kg devem ser 
medicados considerando as doses indicadas para crianças.
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TUBERCULOSE
Atribuições do Enfermeiro:
⮚ Identificar os sintomáticos respiratórios;
⮚ Realizar assistência integral às pessoas e famílias na UBS e, quando indicado ou 
necessário, no domicílio ou nos demais espaços comunitários;
⮚ Orientar quanto à coleta de escarro;
⮚ Administrar a vacina BCG;
⮚ Realizar a prova tuberculínica. Caso não tenha capacitação para tal, encaminhar para a 
unidade de referência;
⮚ Realizar consulta de enfermagem de acordo com a Resolução Cofen nº 358/2009 e 
conforme protocolos ou outras normativas técnicas estabelecidas pelo gestor municipal;
⮚ Solicitar ao médico a avaliação da necessidade de solicitar Raios-X de tórax para paciente 
e comunicante;
⮚ Realizar consulta de enfermagem, solicitar exames (BAAR, cultura, identificação e 
teste de sensibilidade para BK, prova tuberculínica), além do teste HIV, teste rápido sob 
autorização e aconselhamento, iniciar tratamento (se o serviço tiver médico, encaminhar o 
usuário imediatamente para a consulta; caso contrário, o enfermeiro inicia o tratamento e 
agenda a consulta para o médico) e prescrever medicações (esquema básico de TB), observadas 
as disposições legais da profissão e conforme os protocolos ou outras normativas técnicas 
estabelecidas pelo MS;
⮚ Convocar os contatos para investigação;
⮚ Orientar usuários e familiares quanto ao uso da medicação, esclarecer dúvidas e 
desmistificar tabus e estigmas;
⮚ Convocar o doente faltoso à consulta e o que abandonar o tratamento;
⮚ Acompanhar a ficha de supervisão da tomada de medicação preenchida pelo ACS;
⮚ Realizar assistência domiciliar, quando necessária;
⮚ Planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelo ACS, ACE e técnicos 
e auxiliares de enfermagem;
⮚ Orientar os auxiliares e técnicos de enfermagem, ACS e ACE para o acompanhamento 
dos casos em tratamento e/ou TDO;
⮚ Contribuir e participar das atividades de educação permanente dos membros da equipe 
quanto à prevenção, ao manejo do tratamento, às ações de vigilância epidemiológica e ao 
controle das doenças;
⮚ Enviar mensalmente ao setor competente as informações epidemiológicas referentes à 
tuberculose da área de atuação da UBS. Analisar os dados e planejar as intervenções juntamente 
à equipe de saúde;
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⮚ Notificar os casos confirmados de tuberculose;
⮚ Encaminhar ao setor competente a Ficha de Notificação, conforme estratégia local;
⮚ Preencher o livro de registro e acompanhamento dos casos de tuberculose \e o de 
sintomático respiratório na UBS;
⮚ Observar os cuidados básicos de redução da transmissão do Mycobacterium tuberculosis.
FLUXOGRAMA ATENDIMENTO AO USUÁRIO COM SUSPEITA DE 
TUBERCULOSE
Fonte: Baseado no Manual de Recomendações para o controle da Tuberculose no Brasil, 2011.
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FONTE: Baseado no Manual de Recomendações para o controle da Tuberculose no Brasil, 2011.
Atenção: Para pacientes que apresentarem dificuldade na coleta do escarro ou 
que não apresentarem expectoração – Indicado a realização da coleta de escarro 
induzido.
A técnica do escarro induzido, utilizando nebulizador ultrassônico e solução 
salina hipertônica (5ml de NaCl 3% a 5%), pode ser usada em pacientes com forte 
suspeita de tuberculose pulmonar e sem adequado material pro Atendimento ao 
usuário com suspeita de TB.veniente da árvore brônquica, tanto para a 
baciloscopia direta quanto para a cultura. Para a obtenção da solução a 3%, 
utilizar o seguinte recurso: 5ml de soro fisiológico 0,9% + 0,5 ml de NaCl 20%. A 
primeira coleta poderá ser realizada no momento da consulta e a segunda no dia.
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FLUXOGRAMA PARA PACIENTE COM TUBERCULOSE
FONTE: Baseado no Manual de Recomendações para o controle da Tuberculose no Brasil, 2011.
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Exames mais solicitados a usuários com tuberculose
Hemograma completo 
TGO
TGP
HIV 
Teste Rápido
Raio-X
Cultura/TRM-TB
Identificação e teste de sensibilidade para BK
Prova tuberculínica
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde –
COREN/MG, 2017.
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PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
⮚ ESQUEMA PRECONIZADO SEGUNDO SITUAÇÃO DE TRATAMENTO 
DO PACIENTE E UNIDADES DE ATENDIMENTO
Situação Esquema indicado Local de realização
Caso novo Esquema Básico Atenção Básica
Com tratamento anterior:
Recidiva após cura – RC
Retorno após abandono – RA
Esquema Básico até o 
resultado da cultura e TS
Atenção Básica
↓
Referência terciária
(dependendo do 
resultado do TS)
Tratamentos especiais: 
hepatopatias, efeitos colaterais 
maiores, HIV/aids e uso de
imunossupressores.
Esquemas Especiais Referência Secundária
Tuberculose 
meningoencefálica
Esquema para
Meningoencefalite
Hospitais inicialmente
Falência por multirresistência, 
mono e poli resistência ao 
tratamento anti TB.
Esquema Especiais para 
mono/poli e 
multirresistência
Referência
Terciária
Fonte: Manual de Recomendações para Controle da Tuberculose no Brasil - Ministério da Saúde, 2011.
⮚ ESQUEMA BÁSICO PARA O TRATAMENTO DE TUBERCULOSE EM 
ADULTOS E ADOLESCENTES (EB) (2RHZE/4RH)
Indicação:
a) Casos novos adultos e adolescentes (> 10 anos), de todas as formas de tuberculose 
pulmonar e extrapulmonar (exceto a forma meningoencefálica), infectados ou não por HIV; e
b) Retratamento: recidiva (independentemente do tempo decorrido do primeiro 
episódio) ou retorno após abandono com doença ativa em adultos e adolescentes (> 10 anos), 
exceto a forma meningoencefálica.
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Regime Fármacos Faixa de peso Unidade/dose Meses
2 RHZE
Fase
Intensiva
RHZE 
150/75/400/275 
comprimido em 
dose fixa 
combinada
20 a 35 kg 2 comprimidos
2
36 a 50 kg 3 comprimidos
> 50 kg 4 comprimidos
4 RH
Fase de 
manutenção
RH
Comprimido ou 
cápsula de 300/200 
ou de 150/100 ou 
comprimidos de 
150/75*
20 a 35 kg 1 comprimido ou cápsula 
de 300/200mg ou 2 
comprimidos de
150/75*
4
36 a 50 kg 1 comprimido ou cápsula 
de 300/200mg
+ 1 comprimido ou 
cápsula de 150/100mg ou 
3 comprimidos de
150/75*
> 50 kg 2 comprimidos ou 
cápsulas de 300/200mg 
ou 4 comprimidos de
150/75*
Nota: O esquema com RHZE pode ser administrado nas doses habituais para gestantes e está recomendado o uso 
de Piridoxina (50mg/dia) durante a gestação pela toxicidade neurológica (devido à isoniazida) no recém-nascido.
*As apresentações em comprimidos de Rifampicina/Isoniazida de 150/75mg estão substituindo as apresentações 
de RH 300/200 e 150/100 e deverão ser adotadas tão logo estejam disponíveis.
Fonte: Manual de Recomendações para Controle da Tuberculose no Brasil - Ministério da Saúde, 2011.
⮚ ESQUEMA BÁSICO 2RHZ/4RH PARA CRIANÇA (EB) (2RHZ /4RH)
Indicação:
a) Casos novos de crianças (< 10 anos), de todas as formas de tuberculose pulmonar e 
extrapulmonar (exceto a forma meningoencefálica), infectados ou não pelo HIV; e
b) Retratamento: recidiva (independentemente do tempo decorrido do primeiro 
episódio) ou retorno após abandono com doença ativa em crianças (< 10 anos), exceto a forma 
meningoencefálica.
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Fases do 
tratamento
Fármacos Peso do doente
Até 20 kg > 21 a 35 kg > 36 a 45 kg > 45kg
mg/kg/dia mg/dia mg/dia mg/dia
2 RHZ
Fase de
Ataque
R 10 300 450 600
H 10 200 300 400
Z 35 1000 1500 2000
4 RH
Fase de 
manutenção
R 10 300 450 600
H 10 200 300 400
Fonte: Manual de Recomendações para Controle da Tuberculose no Brasil - Ministério da Saúde, 2011.
Observações sobre o tratamento:
Os medicamentos devem ser administrados preferencialmente em jejum (uma hora antes 
ou duas horas após o café da manhã), em uma única tomada, ou em caso de intolerância 
digestiva, com uma refeição.
O tratamento das formas extrapulmonares (exceto a meningoencefálica) terá a duração 
de seis meses, assim como o tratamento dos pacientes co-infectados com HIV, 
independentemente da fase de evolução da infecção viral.
Em casos individualizados, cuja evolução clínica inicial não tenha sido satisfatória, com 
o parecer emitido pela referência o tratamento poderá ser prolongado na sua segunda fase, 
conforme Protocolos do Ministério da Saúde.
⮚ ESQUEMA PARA A FORMA MENINGOENCEFÁLICA DA TUBERCULOSE 
EM ADULTOS E ADOLESCENTES (EM)
Indicação:
a) Casos de TB na forma meningoencefálica em casos novos ou retratamento em adultos e 
adolescentes (>10 anos).
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Regime Fármacos Faixa de peso Unidade/dose Meses
2 RHZE
Fase
Intensiva
RHZE
150/75/400/275 
comprimido em 
dose fixa 
combinada
20 a 35 kg 2 comprimidos
2
36 a 50 kg 3 comprimidos
> 50 kg 4 comprimidos
7 RH
Fase de 
manutenção
RH
Comprimido ou 
cápsula de 300/200 
ou de
150/100 ou 
comprimidos de 
150/75*
20 a 35 kg
1 comprimido ou cápsula 
de 300/200mg ou 2 
comprimidos de 150/75*
7
36 a 50 kg 1 comprimido ou cápsula 
de 300/200mg + 1 
comprimido ou cápsula 
de 150/100mg ou 3 
comprimidos de 150/75*
> 50 kg 2 comprimidos ou 
cápsulas de 300/200mg 
ou 4 comprimidos de
150/75*
Nota: - Nos casos de concomitância entre tuberculose meningoencefálica e qualquer outra 
localização, usar o Esquema para a forma meningoencefálica.
- Na meningoencefalite tuberculosa deve ser associado corticosteróide ao esquema anti TB: 
Prednisona oral (1 -2 mg/kg /dia) por quatro semanas ou dexametasona intravenoso nos casos 
graves (0.3 a 0.4 mg/kg/dia), por quatro a oito semanas, com redução gradual da dose nas quatro 
semanas subsequentes.
- A fisioterapia na tuberculose meningoencefálica deverá ser iniciada o mais cedo possível.
* As apresentações em comprimidos de Rifampicina/Isoniazida de 150/75mg estão substituindo 
as apresentações de RH 300/200 e 150/100 e deverão ser adotadas tão logo estejam disponíveis.
Fonte: Manual de Recomendações para Controle da Tuberculose no Brasil - Ministério da 
Saúde, 2011.
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✔ Dez recomendações prioritárias para alcance das metas pelo fim da tuberculose
▪ Estimular o comprometimento político de alto nível e multissetorial
▪ Aumentar o financiamento para os serviços essenciais em TB, incluindo recursos para 
contratação de trabalhadores em saúde.
▪ Ampliar o acesso de todas as pessoas com TB aos cuidados adequados
▪ Enfrentar as lacunas no cuidado à TB droga resistente.
▪ Ampliar o tratamento da ILTB.
▪ Promover os direitos humanos e o combate ao estigma e à discriminação.
▪ Assegurar engajamento e participação da sociedade civil, comunidades e pessoas 
afetadas pela TB.
▪ Aumentar os investimentos em pesquisa e inovação em TB, incorporando novas 
tecnologias de forma oportuna.
▪ Assegurar que a prevenção e o cuidado em TB sejam mantidos no contexto da pandemia 
de covid-19 e em outras emergências em saúde pública.
Fonte: Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública: estratégias para 2021-2025-ministério da 
saúde
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Atribuições do enfermeiro:
⮚ Realizar consulta de enfermagem, solicitar exames complementares e prescrever 
medicações, conforme protocolos ou outras normativas técnicas estabelecidas pelo 
gestor municipal, observadas as disposições legais da profissão;
⮚ Identificar sinais de alarme da dengue;
⮚ Realizar a prova do laço, quando suspeitar de dengue hemorrágica;
⮚ Realizar assistência domiciliar, quando necessário;
⮚ Enviar ao setor competente semanalmente as informações epidemiológicas referentes à 
dengue da área de atuação da UBS;
⮚ Analisar os dados para possíveis intervenções;
⮚ Notificar os casos suspeitos de dengue e completar a ficha após confirmação, seguindo 
estratégia local;
⮚ Encaminhar ao setor competente a Ficha de Notificação da dengue, conforme estratégia 
local;
⮚ Planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelos ACS e ACE;
⮚ Orientar os Auxiliares/Técnicos de enfermagem, ACS e ACE para o acompanhamento 
dos casos em tratamento;
⮚ Capacitar membros da equipe quanto à prevenção, manejo do tratamento, ações de 
vigilância epidemiológica e controle das doenças;
⮚ Realizar a classificação do grupo da dengue (A, B, C e D).
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Exames mais solicitados para o manejo clínico da dengue
Teste rápido para dengue
Hemograma completo
NS1
Sorologia para dengue (IgG e IgM)
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária 
à Saúde – COREN/MG, 2017.
DENGUE
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FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA SUSPEITA DE DENGUE
Iniciar hidratação dos pacientes de imediato de acordo com a classificação, enquanto aguarda exames laboratoriais. 
Hidratação oral para pacientes do grupo A e B. Hidratação venosa para pacientes do grupo C e D.
Fonte: Adaptado de Dengue: diagnóstico e manejo clínico, adultos e criança - Ministério da Saúde, 2016.
Baseado no Manual de Enfermagem do Adulto e Criança – DENGUE, 2008.
Condições clínicas especiais e/ou risco social ou comorbidades: lactentes (< 2 anos), gestantes, adultos com idade > 
65 anos, com hipertensão arterial ou outras doenças cardiovasculares, diabetes mellitus, DPOC, doenças hematológicas 
crônicas (principalmente anemia falciforme), doença renal crônica, doença ácido péptica e doenças autoimunes. Estes 
pacientes podem apresentar evolução desfavorável e devem ter acompanhamento diferenciado.
Suspeita de Dengue
Relato de febre, usualmente entre dois e sete dias de duração, e duas ou mais das seguintes manifestações: náusea, vômitos; 
exantema; mialgias, artralgia; cefaleia, dor retro orbital; petéquias; prova do laço positiva; leucopenia. Também pode ser 
considerado caso suspeito toda criança com quadro febril agudo, usualmente entre dois e sete dias de duração, e sem foco de 
infecção aparente.
** Notificar todo caso suspeito de dengue
Tem sinal de alarme ou de gravidade?
NÃO
SIM
Pesquisar Sinal de Alarme
 Pesquisar Sinal de Choque
Pesquisar sangramento espontâneo de pele 
ou induzido (prova do laço, condição 
clínica especial, risco social ou 
comorbidades)
 
Grupo D
Dengue grave
 - Extravasamento grave de plasma, levando 
ao choque evidenciado por taquicardia, 
extremidades distais frias, pulso fraco e 
filiforme, enchimento capilar lento, pressão 
arterial convergente, taquipneia, oligúria, 
hipotensão arterial, cianose (fase tardia do 
choque), acumulação de líquidos com 
insuficiência respiratória.
- Sangramento grave;
- Comprometimento grave de órgãos.
G
rupo C
Sinais de alarme presente e sinais de 
gravidade ausentes
- Dor abdominal intensa (referida ou à 
palpação) e contínua
- Vômitos persistentes;
- Acúmulo de líquidos;
- Hipertensão postural;
- Hepatomegalia maior do que 2 cm abaixo do 
rebordo costal;
- Sangramento de mucosa;
- Letargia e/ou irritabilidade;
- Aumento progressivo do hematócrito
NÃO S
IM
Grupo A
Dengue sem sinais de 
alarme, sem condição 
especial, sem risco 
social, e sem 
comorbidades
Grupo B
Dengue sem sinais de 
alarme, com condição 
especial, ou com risco 
social e com 
comorbidades
Acompanhamento 
ambulatorial
Acompanhamento em leito 
de observação até resultado 
de exames e reavaliação 
clínica
Acompanhamento em leito de 
internação até estabilização
Acompanhamento em 
leito de emergência
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FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA CHIKUNGUNYA
Fonte: Adaptado de Chikungunya: manejo clínico – Ministério da Saúde, 2017. Adaptado de Febre de Chikungunya: Manejo 
Clínico. Ministério da Saúde, 2015.
CHIKUNGUNYA
Caso suspeito – fase aguda – paciente com febre por até 7 dias acompanhada de artralgia(s) intensa de início 
súbito.
Pode estar associado à cefaléia, e mialgias e à exantema. Considerar história de deslocamento nos últimos 15 dias para 
áreas com transmissão de chikungunya.
Sinais de gravidade e critérios de 
internação:
• Acometimento neurológico.
• Sinais de choque: extremidades frias, 
cianose, tontura, hipotensão, enchimento 
capilar lento ou instabilidade hemodinâmica.
• Dispneia.
• Dor torácica.
• Vômitos persistentes.
• Neonatos.
• Descompensação de doença de base.
• Sangramentos de mucosas.
Grupos de risco:
• Gestante: Maiores de 65 
anos.
• Menores de 2 anos 
(neonatos considerar 
critério de internação).
• Pacientes com 
comorbidades.
Acompanhamento em internação Acompanhamento ambulatorial 
em observação
Pacientes sem sinais de gravidade, sem critério 
de internação e/ou condições de risco
Avaliar sinais de 
gravidade, critérios de 
internação e grupos de 
risco
Pacientes com sinais de gravidade 
Acompanhamento ambulatorial Pacientes do grupo de risco em e/ou critérios de internação
observação
Exames:
Específicos: isolamento 
viral ou sorologia.
Inespecífico: hemograma 
com contagem plaquetária.
Exames:
Específicos: obrigatório isolamento viral 
ou sorologia.
Inespecífico: hemograma com contagem 
plaquetária.
Bioquímica: função hepática, 
transaminases, função renal e eletrólitos.
Complementares: conforme critério 
médico.
Exames:
Específicos: isolamento viral 
ou sorologia.
Inespecífico: hemograma 
com contagem plaquetária.
Bioquímica: função 
hepática, transaminases e 
Conduta Clínica na Unidade: eletrólitos.
1- Avaliar intensidade da dor 
(EVA) aplicar questionário de dor 
neuropática (DN4) e seguir fluxogramas 
de dor. O uso de aspirina e anti￾inflamatórios são contraindicados na 
fase aguda.
2 - Hidratação oral.
3- Avaliar hemograma para 
apoio no diagnóstico diferencial. 
4 - Encaminhar para a unidade de 
referência a partir de surgimento de 
sinais de gravidade ou critérios de 
internação. 
5- Orientar retorno no caso de 
persistência da febre por mais de 5 dias 
ou no aparecimento de sinais de 
gravidade.
Conduta Clínica na Unidade:
1- Avaliar intensidade da dor 
(EVA) aplicar questionário de dor 
neuropática (DN4) e seguir fluxogramas 
de dor. O uso de aspirina e anti￾inflamatórios são contraindicados na fase 
aguda.
2 - Hidratação oral.
3- Avaliar hemograma para 
apoio no diagnóstico diferencial. 
4 - Encaminhar para a unidade de 
referência a partir de surgimento de sinais 
de gravidade ou critérios de internação. 
5- Orientar retorno diário até o 
desaparecimento da febre.
Conduta Clínica na Unidade:
1- Hidratação oral.
2- Avaliar intensidade da dor 
(EVA) aplicar questionário de dor 
neuropática (DN4) e seguir fluxogramas 
de dor. O uso de aspirina e anti￾inflamatórios são contraindicados na fase 
aguda.
3- Avaliar hemograma para 
apoio no diagnóstico diferencial. 
4- Tratar complicações graves de 
acordo com a situação clínica.
5- Critérios de alta: melhora clínica, 
ausência de sinais de gravidade, aceitação 
de hidratação oral e avaliação laboratorial.
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PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
⮚ SOLUÇÃO DE REIDRATAÇÃO ORAL
⮚ HIDRATAÇÃO NO ADULTO
Fonte: Dengue: manual de enfermagem – Ministério da Saúde, 2013.
⮚ HIDRATAÇÃO NA CRIANÇA
Fonte: Dengue: manual de enfermagem – Ministério da Saúde, 2013.
⮚ DIPIRONA SÓDICA E PARACETAMOL
Fonte: Dengue: manual de enfermagem – Ministério da Saúde, 2013.
Calcular o volume de líquidos de 80 ml/kg/dia, sendo um terço com soro de reidratação oral 
(SRO) e com volume maior no início. Para os dois terços restantes, orientar a ingestão de 
líquidos caseiros (água, suco de frutas, soro caseiro, chás, água de coco, sopas etc.), 
utilizando-se os meios mais adequados à idade e aos hábitos do paciente.
Especificar o volume a ser ingerido por dia.
Por exemplo, para um adulto de 70 kg, orientar:
8 0 ml X 70 kg = 5,6 litros (dia) à 6 litros
Período da manhã: 1 L de SRO e 2 L de líquidos caseiros.
Período da tarde: 0,5 L de SRO e 1,5 L de líquidos caseiros.
Período da noite: 0,5 L de SRO e 0,5 L de líquidos caseiros.
A alimentação não deve ser interrompida durante a hidratação, mas administrada de acordo 
com a aceitação do paciente.
Orientar a hidratação de forma precoce e abundante, com soro de reidratação oral (SRO).
Oferecer sistematicamente de acordo com a tolerância da criança.
Para crianças < 2 anos, oferecer 50 – 100 ml (um quarto a meio copo) de cada vez.
Para crianças > 2 anos, 100 – 200 ml (meio a um copo) de cada vez.
Completar a hidratação oral aumentando a oferta de líquidos caseiros, tais como água, sucos de 
frutas naturais, chás, água de coco e sopas.
Evitar uso de refrigerantes e alimentos de cor escura e avermelhados.
Manter alimentação, inclusive o aleitamento materno, utilizando os meios mais adequados à 
idade e aos hábitos da criança.
Dipirona Sódica
Adultos: 20 gotas (500 mg/ml – 1 ml = 20 gotas) ou 1 comprimido (500 mg) de 6 em 6 horas.
Crianças: 10 mg/kg/dose de 6 em 6 horas.
Paracetamol
Adultos: 40 – 55 gotas ou 1 comprimido (500 a 750 mg) de 6 em 6 horas.
Crianças: 10 mg/kg/dose de 6 em 6 horas.
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Atribuições do Enfermeiro:
⮚ Programar e realizar ações de assistência básica e vigilância à Saúde do Trabalhador;
⮚ Realizar investigações em ambientes de trabalho e junto ao trabalhador em seu domicílio;
⮚ Realizar entrevista especializada em Saúde do Trabalhador;
⮚ Notificar acidentes de trabalho, por meio de instrumentos de notificação utilizados pelo 
setor de saúde;
⮚ Planejar e participar de atividades educativas no campo da Saúde do Trabalhador;
⮚ Incluir o item ocupação e ramo de atividade em toda Ficha de Atendimento Individual de 
crianças acima de 5 anos, adolescentes e adultos;
⮚ Em caso de acidente ou doença relacionada com o trabalho, deverão ser adotadas as 
seguintes condutas:
1. Condução clínica dos casos (diagnóstico, tratamento e alta) para aquelas situações de 
menor complexidade, estabelecendo os mecanismos de referência e contra referência 
necessários.
2. Encaminhamento dos casos de maior complexidade para serviços especializados em 
Saúde do Trabalhador, mantendo o acompanhamento dos mesmos até a sua resolução.
3. Notificação dos casos, mediante instrumentos do setor de saúde: Sistema de Informações 
de Mortalidade - SIM; Sistema de Informações Hospitalares do SUS-SIH; Sistema de 
Informações de Agravos Notificáveis - SINAN e Sistema de Informação em Saúde para 
a Atenção Básica - Sisab.
4. Solicitar à empresa a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), em se 
tratando de trabalhador inserido no mercado formal de trabalho. Ao médico que está 
assistindo o trabalhador caberá preencher o item 2 da CAT, referente a diagnóstico, laudo 
e atendimento.
5. Investigação do local de trabalho, visando estabelecer relações entre situações de risco 
observadas e o agravo que está sendo investigado.
6. Realizar orientações trabalhistas e previdenciárias, de acordo com cada caso.
7. Informar e discutir com o trabalhador as causas de seu adoecimento.
SAÚDE DO TRABALHADOR
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SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Exames mais solicitados no contexto da Saúde do Trabalhador
Hemograma completo
Proteina C reativa
Bilirrubinas totais e frações
TGO
TGP
GAMA GT
Ureia
Creatinina
Glicemia em jejum
Parcial de Urina (EAS)
Radiografia de tórax
ECG
Teste Rápido ( HIV, hepatite B, 
hepatite C )
Fonte: Baseado em Ministério da saúde. Saúde do trabalhador e da trabalhadora, cadernos 
de Atenção Básica -DF 2018.Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem 
na Atenção Primária à Saúde – COREN/MG, 2017.
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Atribuições do Enfermeiro:
⮚ O enfermeiro é responsável pela realização das medidas assistenciais de 
enfermagem, sejam elas:
⮚ Medidas de segurança e proteção;
⮚ Medidas de controle nas disfunções neurológicas;
⮚ Medidas de conforto e prevenção de ulcerações;
⮚ Nutrição;
⮚ Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE).
⮚ ESQUEMA PARA PROFILAXIA DA RAIVA HUMANA PÓS-EXPOSIÇÃO 
COM VACINA DE CULTIVO CELULAR
Tipo de exposição e condições do animal agressor
CONTATO INDIRETO
(Manipulação de utensílios potencialmente contaminados, lambedura da pele íntegra e 
acidentes com agulhas durante a aplicação de vacina animal não são considerados 
acidentes de risco e não exigem esquema profilático).
1- Cão ou gato sem suspeita de raiva no momento da agressão
2- Cão ou gato clinicamente suspeito de raiva no momento da agressão
3- Cão ou gato raivoso, desaparecido ou morto. Animais domésticos de interesse 
econômico ou de produção
4- Morcegos e outros animais silvestres (inclusive os domiciliados)
CONDUTAS
⮚ Lavar com água e sabão
⮚ Não tratar
Fonte: Esquema para profilaxia da raiva humana após exposição com vacina de cultivo celular – Ministério da Saúde, 
2018.
RAIVA HUMANA
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Tipo de exposição e condições do animal agressor
ACIDENTES LEVES
Ferimentos superficiais, pouco extensos, geralmente únicos, em tronco e membros (exceto 
mãos e polpas digitais e planta dos pés); podem acontecer em decorrência de mordeduras 
ou arranhaduras causadas por unha ou dente. Lambedura de pele com lesões superficiais.
1- Cão ou gato sem suspeita de raiva no momento da agressão
2- Cão ou gato clinicamente suspeito de raiva no momento da agressão
3- Cão ou gato raivoso, desaparecido ou morto. Animais domésticos de interesse 
econômico ou de produção
4- Morcegos e outros animais silvestres (inclusive os domiciliados)
CONDUTAS
1- Lavar com água e sabão:
Observar o animal durante 10 dias após a exposição.
Se o animal permanecer sadio no período de observação, encerrar o caso.
Se o animal morrer, desaparecer ou se tornar raivoso, administrar 4 (quatro) doses de 
vacina nos dias 0,3,7 e 14 pela via IM, ou nos dias 0,3,7 e 28 pela via ID.
2- Lavar com água e sabão:
Iniciar esquema profilático com 2 (duas) doses, uma no dia 0 e outra no dia 3.
Observar o animal durante 10 dias após a exposição.
Se a suspeita de raiva for descartada após o 10º dia de observação, suspender o esquema 
profilático e encerrar o caso.
Se o animal morrer, desaparecer ou se tornar raivoso, completar o esquema até 4 (quatro) 
doses.
Aplicar uma dose entre o 7º e o 10º dia e uma dose no 14º dia, pela via IM, ou nos dias 0, 
3, 7 e 28, pela via ID.
3- Lavar com água e sabão:
Iniciar imediatamente o esquema profilático com 4 (quatro) doses de vacina administradas 
nos dias 0, 3, 7 e 14, pela via IM, ou nos dias 0, 3, 7 e 28, pela via ID.
4- Lavar com água e sabão: 
Iniciar imediatamente o esquema profilático com soro e 4 (quatro) doses de vacina 
administradas nos dias 0, 3, 7 e 14, pela via IM, ou nos dias 0, 3, 7 e 28, pela via ID.
Fonte: Esquema para profilaxia da raiva humana após exposição com vacina de cultivo celular – Ministério da 
Saúde, 2018.
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Tipo de exposição e condições do animal agressor
ACIDENTES GRAVES
Ferimentos na cabeça, face, pescoço, mãos, polpas digitais e/ou planta do pé. Ferimentos 
profundos, múltiplos ou extensos em qualquer região do corpo. Lambedura de mucosas. 
Lambedura de pele onde já existia lesão grave. Ferimento profundo causado por unha de 
animal.
1- Cão ou gato sem suspeita de raiva no momento da agressão
2- Cão ou gato clinicamente suspeito de raiva no momento da agressão
3-Cão ou gato raivoso, desaparecido ou morto. Animais domésticos de interesse 
econômico ou de produção
4-Morcegos e outros animais silvestres (inclusive os domiciliados)
CONDUTAS
1- Lavar com água e sabão:
Observar o animal durante 10 dias após exposição. 
Iniciar esquema profilático com duas doses, uma no dia 0 e outra no dia 3. 
Se o animal permanecer sadio no período de observação, encerrar o caso. 
Se o animal morrer, desaparecer ou se tornar raivoso, dar continuidade ao esquema 
profilático, administrando o soro e completando o esquema até 4 (quatro) doses. 
Aplicar uma dose entre o 7º e o 10º dia e uma dose no 14º dia, pela via IM, ou nos dias 
0, 3, 7 e 28, pela via ID.
2- Lavar com água e sabão:
Iniciar o esquema profilático com soro e 4 (quatro) doses de vacina nos dias 0, 3, 7 e 14, 
pela via IM, ou nos dias 0, 3, 7 e 28, pela via ID 
Observar o animal durante 10 dias após a exposição.
Se a suspeita de raiva for descartada após o 10° dia de observação, suspender o esquema 
profilático e encerrar o caso.
3- Lavar com água e sabão: 
Iniciar imediatamente o esquema profilático com soro e 4 (quatro) doses de vacina 
administradas nos dias 0, 3, 7 e 14, pela via IM, ou nos dias 0, 3, 7 e 28, pela via ID.
4- Lavar com água e sabão:
Iniciar imediatamente o esquema profilático com soro e 4 (quatro) doses de vacina 
administradas nos dias 0, 3, 7 e 14, pela via IM, ou nos dias 0, 3, 7 e 28, pela via ID.
Fonte: Esquema para profilaxia da raiva humana após exposição com vacina de cultivo celular – Ministério da 
Saúde, 2018.
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OBSERVAÇÕES
1- É necessário orientar o paciente para que ele notifique imediatamente a Unidade de Saúde 
se o animal morrer, desaparecer ou se tornar raivoso, uma vez que podem ser necessárias 
novas intervenções de forma rápida, como a aplicação do soro ou o prosseguimento do 
esquema de vacinação. 
2- É preciso avaliar, sempre, os hábitos do cão e gato e os cuidados recebidos. Podem ser 
dispensados do esquema profilático pessoas agredidas pelo cão ou gato que, com certeza, 
não têm risco de contrair a infecção rábica. Por exemplo, animais que vivem dentro do 
domicílio (exclusivamente); não tenham contato com outros animais desconhecidos; que 
somente saem à rua acompanhados dos seus donos e que não circulam em área com a 
presença de morcegos. Em caso de dúvida, iniciar o esquema de profilaxia indicado. Se o 
animal for procedente de área de raiva controlada não é necessário iniciar o esquema 
profilático. Manter o animal sob observação durante 10 dias e somente iniciar o esquema 
profilático indicado (soro + vacina) se o animal morrer, desaparecer ou se tornar raivoso. 
3- O soro deve ser infiltrado na porta de entrada. Quando não for possível infiltrar toda dose, 
aplicar o máximo possível e a quantidade restante, a menor possível, aplicar pela via 
intramuscular, podendo ser utilizada a região glútea. Sempre aplicar em local anatômico 
diferente do que aplicou a vacina. Quando as lesões forem muito extensas ou múltiplas a 
dose do soro a ser infiltrada pode ser diluída, o menos possível, em soro fisiológico para que 
todas as lesões sejam infiltradas. 
4- Nos casos em que se conhece tardiamente a necessidade do uso do soro antirrábico, ou 
quando não há soro disponível no momento, aplicar a dose recomendada de soro no máximo 
em até 07 dias após a aplicação da 1ª dose de vacina de cultivo celular, ou seja antes da 
aplicação da 3ª dose da vacina. Após esse prazo, o soro não é mais necessário. 
5- O volume a ser administrado varia conforme o laboratório produtor da vacina, podendo ser 
frasco ampola na apresentação de 0,5mL ou 1,0 mL. 
A) No caso da via intramuscular profunda (IM), deve se aplicar a dose total do frasco-ampola 
para cada dia; 
B) para utilização da via intradérmica (ID), fracionar o frasco-ampola para 0,1ml/dose. Na 
via intradérmica (ID), o volume total da dose/dia é de 0,2 mL; no entanto, considerando que 
pela via ID o volume máximo a ser administrado é de 0,1 mL, serão necessárias duas 
aplicações de 0,1mL cada/dia, em regiões anatômicas diferentes. Assim, deve-se aplicar nos 
dias 0,3,7 e 28 - 2 doses, sempre em 2 locais distintos (sítio de administração).
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TABAGISMO
Atribuições de Enfermagem
● Conduzir o paciente a entender os malefícios que o fumo pode causar para a saúde;
● Realizar trabalhos de prevenção a iniciação ao tabagismo;
● Realizar atividades que visem reduzir a morbimortalidade causada pelo tabagismo;
● Atuar na área de abrangência a fim de reduzir a prevalência de fumantes;
● Encaminhar o paciente para avaliação para dispensação de medicamento. 
RELAÇÃO DOS MEDICAMENTOS UTILIZADOS 
Medicamento Posologia
Cloridrato de Bupropiona - 150mg comprimido de liberação prolongada 
Nicotina - 7mg Adesivo transdérmico 
Nicotina - 14 mg Adesivo transdérmico 
Nicotina - 21mg Adesivo transdérmico 
TRATAMENTO DE FERIDAS
Atribuições de enfermagem
➢ Acolher o paciente com feridas crônicas ou agudas;
➢ Realizar anamnese;
➢ Verificar cartão de vacina, quanto a antitetânica; 
➢ Realizar curativo conforme tipo, estado, localização e tamanho da ferida;
➢ Avaliar a evolução da ferida a cada curativo realizado;
➢ Trabalhar em equipe multidisciplinar na assistência ao paciente portador de feridas;
➢ Prescrever medicações após avaliação do paciente e da ferida;
➢ Orientar pacientes, familiares e membros da equipe quanto a realização de curativos;
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SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Exames solicitados no contexto de Tratamento de Feridas
Hemograma Ureia 
Creatinina TGO
Lipidograma TPG
Glicemia em jejum Albumina sérica
REALIZAÇÃO DE SUTURA SIMPLES PELO ENFERMEIRO
Atribuições de enfermagem
➢ Observar as características da lesão antes de iniciar: Se a lesão está com mais de 6 horas 
de evolução; feridas com suprimento sanguíneo prejudicado; dificuldade de 
aproximação das bordas; ferida por mordeduras em geral (exceto em situações cujo 
prejuízo estético de não suturar compensa os riscos infecciosos).
➢ Realizar suturas simples, em pequenas lesões e ferimentos superficiais de pele, anexos 
e mucosas, aplicação de anestésico local injetável. 
➢ Realizar avaliação clínica adequada do paciente.
➢ Registrar todo o processo nos registros de enfermagem. 
➢ Seguir rotinas e protocolos aprovados pela instituição de saúde onde atua.
PROCEDIMENTO TÉCNICA/ORIENTAÇÃO
Sutura simples 
- Caracterizada por lesões de pequenos tamanhos, 
sem perda de tecidos e sem contaminação. 
- Comumente usadas nos procedimentos cirúrgicos de 
rotina, lacerações cutâneas simples e fechamento de 
incisões pequenas. 
- Sua facilidade de execução torna uma escolha 
popular, especialmente para suturas lineares com 
bordas bem alinhadas e uniformes. 
- Normalmente utilizada devido a sua rapidez na 
execução e a minimização de traumas no tecido, 
devido a baixa da manipulação de tecidos durante a 
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realização do procedimento o que contribui para uma 
cicatrização mais rápida.
Medicações:
Lidocaína, cloridrato - 2% - Geléia;
Lidocaína, cloridrato sem vasoconstritor - 20 mg/ml 
– solução injetável; 
Dipirona Sódica – 500 mg – 500 mg/ml;
Paracetamol – 500 mg – 200 mg/ml;
Ibuprofeno 600 mg - 50 mg/ml;
Diclofenaco potássico – 50 mg;
Diclofenaco sódico – 50 mg;
Instrumentos necessários
- Pinça anatômica; Tesoura; Porta Agulhas; 
Compressa Estéril, Gaze Estéril; Campo Fenestrado 
Estéril; Solução Anti Séptica; Solução Fisiológica; 
Cuba Estéril; Anestésico Local; Seringas e Agulhas 
para aspiração e administração da anestesia. 
- EPI: Luvas estéreis; Gorro; Propé; Avental; Máscara 
e Óculos de proteção. 
- Fios normalmente utilizados são: nylon 
(inabsorvível) e o catgut (absorvível biológico).
Técnica
- Explicar o procedimento ao paciente e solicitar 
autorização do mesmo ou do responsável;
- Realizar o preparo da área traumatizada, com 
limpeza ao redor da ferida, com água e sabão, e SF 
0,9%;
- Realizar tricotomia se necessário (somente em áreas 
pilosas quando os pelos dificultam o tratamento 
adequado da ferida). Algumas regiões como 
supercílios e cílios não devem ser raspadas porque o 
crescimento dos pelos pode ser irregular, retardado ou 
ausente;
- Proceder uma limpeza ao redor da ferida, com água 
e sabão, e SF 0,9%. Lembrando que o uso de 
antissépticos no leito das feridas não deve ser feito, 
não só pela citotoxicidade, contribuindo para o 
retardo na cicatrização, mas também por não consistir 
no mecanismo mais eficiente de reduzir a contagem 
bacteriana nas lesões;
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-Realizar anestesia local, certificando-se do 
resultado:
Nas lesões traumáticas superficiais, é utilizada a 
anestesia local, em suas várias modalidades (tópica, 
infiltração local, bloqueio de campo e bloqueio 
regional). Ela é aplicada após a limpeza da área 
traumatizada. Caso contrário, pode aumentar a 
contaminação dos tecidos, levando à infecção.
Após anestesia, realizar limpeza rigorosa do leito da 
ferida, irrigando a ferida com SF 0,9%, utilizando 
seringa de 20 ml com agulha 40x12, se necessário a 
fim de remover as sujidades e corpos estranhos, 
coágulos e bactérias;
- Iniciar sutura, utilizando Pontos Simples e 
separados com tensão suficiente para aproximação do 
tecido.
- No Ponto Simples: passar a agulha através de uma 
borda da pele, depois através da outra borda, 
formando uma espécie de laço que é puxado 
suavemente para aproximar as bordas da ferida;
Em seguida, o fio é amarrado para manter as bordas 
unidas.
- Esse processo deve ser repetido ao longo da ferida 
para que todas as áreas que precisam ser fechadas 
estejam devidamente suturadas. 
- Pode-se utilizar também o Ponto Simples Invertido, 
onde o nó fica oculto dentro do tecido. É um ponto de 
sustentação permanente que tem a finalidade de 
reduzir a tensão na linha de sutura. 
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SUTURA CUTÂNEA SIMPLES
A sutura inicia-se e termina equidistante das margens 
da ferida. Os pontos A e B são da mesma 
profundidade. A sutura permanece mais distante da 
borda da ferida quando esta é mais profunda. As 
bordas da pele devem ser evertidas deixando a largura 
da secção maior na parte mais profunda do que na 
superfície. 
ESPAÇAMENTO DAS SUTURAS
Os espaços entre os pontos são iguais à distância da 
entrada da agulha à margem da ferida. Os pontos 
devem entrar e sair a uma distância igual à margem 
da ferida. 
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ANESTESIA
O tempo de duração pode variar entre curta, media ou 
longa duração, uma vez que a duração da anestesia 
depende dos efeitos vasculares periféricos dos 
agentes anestésicos locais (ALs).
Usados também para bloqueio de nervos periféricos 
(BNP), que consiste na inativação da ação dos nervos 
sensitivos pelo uso de ALs, impedindo que o paciente 
sinta dor em determinadas áreas do corpo, como por 
exemplo nas extremidades, mãos, pés e membros; 
pode ser usado ainda para tratamento de dor crônica, 
usando um pequeno volume de anestésico, uma vez 
que grandes volumes podem causar lesões 
isquêmicas. No caso de um dedo da mão, por 
exemplo, a técnica é simples; consiste na injeção de 2 
a 3 mL da solução anestésica em ambos os lados do 
dedo, antes da agulha tocar a superfície óssea; em 
seguida, infiltra-se o tecido subcutâneo da base do 
dedo em forma de anel. Ficam assim anestesiados os 
ramos dorsais e ventrais. Usualmente, são suficientes 
de 5 a 10 mL de lidocaína a 2% sem vasoconstritor.
Ao utilizar a forma tópica, aplicando sobre a pele 
íntegra, se utilizará duas formas de absorção: cutâneo 
e percutâneo; a absorção cutânea se refere à 
penetração da droga entre as várias camadas, 
enquanto a percutânea é a passagem através da pele e 
então para o interior dos vasos. O ideal é que o agente 
penetre de forma eficaz na camada córnea e atue nas 
terminações nervosas sem se difundir para a 
circulação sanguínea. 
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Os anestésicos tópicos benzocaína e lidocaína 
proporcionam alívio da dor a curto prazo quando 
aplicados em mucosa ou pele, ao atravessar a barreira 
epidérmica, sobretudo o estrato córneo, o agente 
anestésico é rapidamente absorvido, atinge a 
circulação, aumentando o risco de toxicidade 
sistêmica. Uma das maiores limitações à utilização da 
anestesia tópica é a necessidade de aguardar um 
tempo de contato do anestésico com a pele para que 
ocorra a absorção, o que permite a utilização desta 
estratégia apenas em procedimentos eletivos.
Após a administração do agente anestésico por 
injeção ou aplicação tópica, ele se difunde para os 
seus locais de ação. As moléculas de ALs também são 
captadas pelos tecidos adjacentes e removidas do sítio 
de administração via circulação sistêmica, a 
quantidade do fármaco que penetra na circulação 
sistêmica e a potência do AL determinam a sua 
toxicidade sistêmica.
Sendo assim, o uso de ALs no sítio anatômico correto, 
técnica adequada e em dose apropriada ao peso do 
paciente é seguro na maioria dos casos. Assim, as 
complicações nada mais são do que a ruptura desse 
tripé, exemplificadas pela injeção intraneural, 
intravascular, lesão nervosa, impregnação 
neurológica e reações alérgicas. Os primeiros sinais e 
sintomas de intoxicação manifestam-se a nível de 
SNC, já que os ALs atravessam a barreira 
hematoencefálica, os sinais diretos são, em geral, 
excitatórios; incluem tremores e espasmos 
musculares envolvendo músculos da face e partes 
distais das extremidades, podendo evoluir para 
convulsão de natureza tônico-clônica e óbito.
Em geral, todos os ALs podem causar hipotensão, 
arritmias e depressão miocárdica; todavia, agentes 
mais potentes como a bupivacaína, ropivacaína e 
levobupivacaína podem levar ao colapso 
cardiovascular e bloqueio atrioventricular total.
Nos quadros abaixo estão descritos os efeitos 
adversos dos anestésicos locais no sistema nervoso 
central e sistema cardiovascular:
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MEDICAMENTO POSOLOGIA/INSTRUÇÕES
ANESTESIA:
Lidocaína, cloridrato
Lidocaína, cloridrato sem 
vasoconstritor
2% - Geléia – uso ambulatorial
20 mg/ml – solução injetável – recomenda-se utilizar 5 
mg/kg. O início da ação é rápido e a duração da anestesia 
varia de 60 a 120 minutos para a lidocaína sem epinefrina, 
tempo suficiente para completar a maioria dos 
procedimentos.
Aplicação: tópico, infiltração, EV, epidural, espinhal, 
bloqueio de nervos periféricos (BNP).
Início de ação: 2 a 5 min.
Tempo de duração: até 2 horas.
Dose total máxima em adultos:
Sem epinefrina: até 5 mg/kg
Com epinefrina: até 7 mg/kg
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Ajuste da dose e monitoração:
Doença renal grave
Doença hepática grave
Dose total máxima em crianças:
Ex.: 5 anos e 25 kg = 3 a 4 mg/kg
Diante das medidas preventivas e cuidados no seguimento é 
importante lembrar os cuidados necessários para uma 
prática segura, como:
● Respeitar a dose recomendada para a via a ser 
utilizada;
● Usar doses e concentrações mínimas para o efeito 
desejado;
● Sempre aspirar antes de injetar o anestésico a fim de 
evitar a injeção intravascular;
● Usar anestésicos com epinefrina, exceto se houver 
contraindicações;
● Quando disponível, realizar o bloqueio anestésico 
com auxílio da ultrassonografia;
● Utilizar ALs injetáveis apenas em ambientes onde 
existam recursos necessários para a realização do 
tratamento imediato de suas reações adversas.
Dipirona Sódica – 500mg
Dipirona Sódica - 500mg/ml 
Comprimido
Adultos e adolescentes acima de 15 anos - Dose individual 
de 500 a 1000 mg, sendo a dose máxima diária de 4000 mg 
(1000 mg 4 vezes por dia).
Solução oral
5 a 8 kg (3 a 11 meses) → Dose individual de 2 a 5 gotas, 
sendo a dose máxima diária de 20 gotas (5 gotas 4 vezes 
por dia);
9 a 15 kg (1 a 3 anos) → Dose individual de 3 a 10 gotas, 
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sendo a dose máxima diária de 40 gotas (10 gotas 4 vezes 
por dia);
16 a 23 kg (4 a 6 anos) → Dose individual de 5 a 15 gotas, 
sendo a dose máxima diária de 60 gotas (15 gotas 4 vezes 
por dia);
24 a 30 kg (7 a 9 anos) → Dose individual de 8 a 20 gotas, 
sendo a dose máxima diária de 80 gotas (20 gotas 4 vezes 
por dia);
31 a 45 kg (10 a 12 anos) → Dose individual de 10 a 30 
gotas, sendo a dose máxima diária de 120 gotas (30 gotas 
4 vezes por dia);
46 a 53 kg (13 a 14 anos) → Dose individual de 15 a 35 
gotas, sendo a dose máxima diária de 140 gotas (35 gotas 
4 vezes por dia);
Adultos e adolescentes acima de 15 anos → Dose 
individual de 20 a 40 gotas, sendo a dose máxima diária 
de 160 gotas (40 gotas 4 vezes por dia)
Paracetamol – 500mg 
Paracetamol - 200 mg/ml
Comprimido
Só deve ser usado por adultos ou crianças com mais de 12 
anos, a dose total por dia deve ser no máximo de 4000 mg, 
tomada de acordo com a dosagem do comprimido.
1 a 2 comprimidos, 3 a 4 vezes ao dia. A dose máxima por 
dia é de até 8 comprimidos de 500 mg, em doses 
fracionadas, em um período de 24 horas. Não se deve 
exceder a dose de 1000 mg de paracetamol por dose, o que 
corresponde a 2 comprimidos de 500 mg ou 1 comprimido 
de 750 mg, em intervalos de 4 a 6 horas entre as doses, em 
um período de 24 horas.
Solução oral
Crianças com menos de 12 anos: 1 gota por kg de peso, 
até no máximo 35 gotas por dose. O intervalo entre a 
administração deve ser de 4 a 6 horas e não deve dar mais 
de 5 doses por dia, em um período de 24 horas.
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Crianças maiores de 12 anos e adultos: 40 a 70 gotas por 
dose, em intervalo de 4 a 6 horas entre as doses. A dose 
máxima não deve ultrapassar 70 gotas por dose (100 mg) ou 
280 gotas por dia (4000mg) em doses fracionadas.
Para bebês e crianças abaixo de 11 kg ou menores de 2 anos, 
deve-se consultar o pediatra antes do uso.
Ibuprofeno - 600 mg
Ibuprofeno – 50 mg/ml
Comprimido
A dose para tratar dores de origem inflamatórias é de 400 a 
800 mg de até 6 em 6 horas. Nos casos de febre, a dose 
recomendada é de 200 mg a cada 4 horas.
A dose diária total máxima é de 3200 mg (3,2 gramas), mas 
o recomendado é não ultrapassar as 2400 mg por dia sem 
autorização médica, devido ao maior risco de efeitos 
colaterais.
Sendo assim, a posologia máxima segura é de 800 mg de 8/8 
horas ou 600 mg de 6/6 horas.
Suspensão oral
Crianças:
A dose recomendada para crianças a partir de 6 meses de 
idade pode variar de 1 a 2 gotas/Kg de peso, a cada 6 ou 8 
horas.
A dose máxima total por dia é de 160 gotas (800 mg). A 
dose máxima por dose é de 40 gotas (200 mg), com um 
máximo de 4 doses por dia.
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Adultos:
Em adultos, a dose habitual para febre é de 40 gotas (200 
mg) a 160 gotas (800 mg) a cada 6 ou 8 horas.
A dose total máxima permitida por dia nos adultos é de 640 
gotas (3200 mg).
Piroxicam – 20 mg Comprimido
A dose recomendada é de 20 mg ao dia, dose única, 
entretanto, não deve ser utilizado por mais de 14 dias para 
tratamentos em condições agudas.
Diclofenaco potássico – 50 
mg
Diclofenaco sódico – 50 mg 
Comprimido
A dose diária total recomendada para casos de dor e/ou 
inflamação é de 75 a 150mg por dia, divididos em 2 ou 3 
doses por dia.
Assim como ocorre com qualquer outro anti-inflamatório
não esteroide, o uso do medicamento por mais de 1 semana 
sem orientação deve ser evitado.
Adulto
A dose inicial diária recomendada é de 2 a 3 comprimidos.
Em casos mais leves, 2 comprimidos por dia são geralmente 
suficientes. A dose total diária prescrita deve 
ser fracionada em duas a três doses separadas. Não 
exceder 3 comprimidos por dia;
Crianças de 14 anos ou mais (adolescentes)
A dose diária de 2 comprimidos é, geralmente, suficiente. A 
dose total diária prescrita deve ser fracionada em duas a três 
doses separadas e não exceder 3 comprimidos por dia.
A duração do tratamento é conforme orientação médica
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FLUXOGRAMA DE CONSULTA
Fonte: elaboração própria, 2024.
Orientações/ Cuidados de Enfermagem:
● Orientação sobre os cuidados básicos pós incisão;
● Curativo estéril não aderente, absorvente e/ou oclusivo;
● Gaze e fita;
● Instruir o paciente a retornar se houver sinais de infecção (p. ex., aumento da dor, 
inchaço, rubor, febre, estrias vermelhas que propagam aproximadamente).
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REFERÊNCIAS 
BRASIL. Lei nº 5.095/1973. Dispõe sobre a criação dos Conselhos Federal e Regionais de 
Enfermagem e dá outras providências.
BRASIL. Lei nº 7.498/1986. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e 
dá outras providências.
BRASIL. Lei nº 8.967/1994. Altera a redação do parágrafo único do art. 23 da Lei nº 7.498, 
de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício de enfermagem e 
dá outras providências.
BRASIL. Decreto Lei nº 94.406/1987. Regulamenta a lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, 
que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências. Disponível em 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1980-1989/d94406.htm. 
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção 
Básica. Área Técnica de Dermatologia Sanitária. Dermatologia na Atenção Básica de 
Saúde. 1.ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002; (Cadernos de atenção básica n.9. Série A. 
Normas e Manuais Técnicos n. 174). Disponível em: 
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guiafinal9.pdf>. 
Brasil. Ministério da Saúde. Atenção Primária Prisional — Guia Prático: Dermatologia 
[recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Ministério da Justiça e Segurança Pública. —
Brasília: Ministério da Saúde, 2021. 53 p.
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 186/1995. Reconhece 
as atividades elementares de Enfermagem.
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 516/2016. Normatiza a 
atuação e responsabilidade do Enfermeiro, Enfermeiro Obstetra e Obstetriz na assistência às 
gestantes, parturientes, puérperas e recém-nascidos nos locais onde ocorra essa assistência. 
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 564/2017. Aprova o 
novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 514/2016. Aprova o 
Guia de Recomendações para os registros de enfermagem no prontuário do paciente, com a 
finalidade de nortear os profissionais de Enfermagem.
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 358/2009. Dispõe sobre 
a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de 
Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de 
Enfermagem, e dá outras providências
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 195/1997. Dispõe sobre 
a solicitação de exames de rotina e complementares por Enfermeiro.
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CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MATO GROSSO. Código de ética e 
principais legislações para o exercício da enfermagem / Conselho Regional de Enfermagem 
de Mato Grosso. – Cuiabá: Coren-MT, 2018. 70p.
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO MATO GROSSO DO SUL. Protocolo 
de enfermagem na atenção à saúde do idoso. COREN-MS, 2020. Disponível em: 
https://www.corenms.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Material-de-Consulta￾P%C3%BAblica-Protocolo-Sa%C3%BAde-do-Idoso-Coren-MS.pdf.
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DA PARAÍBA. Protocolo do Enfermeiro 
na Estratégia de Saúde da Família do estado da Paraíba. 2. ed. - COREN-PB - João Pessoa￾PB: COREN-PB, 2015.
Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde/ 
Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais. Belo Horizonte: Coren-MG, 
2017.220p.
Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás / organizadores 
Claci Fátima Weirich Rosso... [et al.]. – Goiânia: Conselho Regional de Enfermagem de 
Goiás, 2014. 336 p.: il.
BRASIL. Ministério da Saúde. Manejo do paciente com diarreia. Produzido em Janeiro de 
2011. Disponível em: 
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/cartazes/manejo_paciente_diarreia_40x60.pdf> Acesso em: 
setembro de 2018.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção 
Básica. Manual de condutas gerais do Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A 
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Básica. Saúde da criança: crescimento e desenvolvimento / Ministério da Saúde. Secretaria 
de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 
2012. 272 p.: il. – (Cadernos de Atenção Básica, nº 33)
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações 
Programáticas e Estratégicas. Proteger e cuidar da saúde de adolescentes na atenção básica 
[recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde,
Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 
234 p.: il.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção 
Básica. Saúde sexual e saúde reprodutiva / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à 
Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 1. ed., 1. reimpr. – Brasília: Ministério da Saúde, 
2013. 300 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 26)
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Saúde, 2016. 230 p.: il.
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Aids e Hepatites Virais. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral 
às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis / Ministério da Saúde, Secretaria de 
Vigilância em Saúde, Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. – Brasília: Ministério 
da Saúde, 2015. 120 p.: il.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de 
Vigilância das Doenças Transmissíveis. Guia prático sobre a hanseníase [recurso eletrônico] 
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das 
Doenças Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 68 p.: il.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de 
Vigilância Epidemiológica. Manual de recomendações para o controle da tuberculose no 
Brasil / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância
Epidemiológica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 284 p.: il. – (Série A. Normas e 
Manuais Técnicos)
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de 
Vigilância das Doenças Transmissíveis. Dengue: diagnóstico e manejo clínico : adultos e 
criança [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, 
Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – 5. ed. – Brasília: Ministério da 
Saúde, 2016. 58 p.: il.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de 
Vigilância das Doenças Transmissíveis. Chikungunya: manejo clínico / Ministério da Saúde, 
Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças 
Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 65 p.: il.
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Secretaria de Vigilância em Saúde; Secretaria de Atenção à Saúde. – 2. ed. Brasília: 
Ministério da Saúde, 2013.64 p.: il.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de 
Vigilância Epidemiológica. Protocolo de tratamento da raiva humana no Brasil / Ministério 
da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância
Epidemiológica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 40 p.: il. – (Série A. Normas e 
Manuais Técnicos)
BRASIL. Ministério da Saúde. Esquema para profilaxia da raiva humana pós-exposição com 
vacina de cultivo celular. Disponível em: < 
http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/abril/30/Esquema-de-profilaxia-da￾raiva-humana.pdf> Acesso em: setembro de 2018.
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BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hanseníase –
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http://conitec.gov.br/images/Consultas/Relatorios/2021/20211223_PCDT_
.pdf> Acesso em 30 de março de 2022. 
Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. 
Gabinete portaria nº 1.944, de 27 de agosto de 2009.
Brasil. Ministério da Saúde. Hipertensão Arterial Sistêmica, Cadernos de Atenção Básica. 
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BRASIL. Ministério da Saúde. Envelhecimento e Saúde da pessoa Idoso.Normas e Manuais 
Técnicos Cadernos de Atenção Básica, nº19. 1.ª edição;Brasília - DF 2007.
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde do Trabalhador e da trabalhadora; Cadernos de 
Atenção Básica, nº 41. Brasília-DF 2018.
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO DE JANEIRO. Protocolos de 
Enfermagem na Atenção Primária à Saúde. 2012. Disponível em: 
https://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/4446958/4111921/enfermagem.pdf 
BRASIL. Ministério da Saúde. Controle da Hanseníase na Atenção Básica. Brasília, 2001. 
Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/hanseniase_atencao.pdf
BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Área Técnica de Saúde da 
Mulher. Assistência em Planejamento Familiar: Manual Técnico/Secretaria de Políticas de 
Saúde, Área Técnica de Saúde da Mulher – 4a edição – Brasília: Ministério da Saúde, 2002 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção 
Básica. Saúde da criança: crescimento e desenvolvimento. Cadernos de Atenção Básica, n. 
33. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. 272 p.
BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. 
ABC do câncer: abordagens básicas para o controle do câncer. 5. ed. rev., atual. e ampl. Rio 
de Janeiro: INCA,2019
BRASIL. Ministério da Saúde; Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. Protocolos da 
Atenção Básica: saúde das mulheres. Brasília, 2016.
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção 
Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Brasília, 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Caderno de Atenção Básica: Atenção ao Pré-Natal de Baixo 
Risco. Nº 32, Brasília, 2012. 316 p.
BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica: Saúde Sexual e Saúde 
Reprodutiva. 1. ed. Brasília, 2013. n. 26, 300 p.

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