O ESTADO DE MATO GROSSO
CÂMARA MUNICIPAL DE SAPEZAL
MENSAGEM LEGISLATIVA N° 35/2025 Legislação Justiça e Redação Fina'
Sapezal, 25 de novembro de 2025
Excelentíssimos Senhores Vereadores,
Servimo-nos da presente para submeter à apreciação e aprovação
dos integrantes desta Casa Legislativa o anexo Projeto de Lei Legislativo,
que concede ao Sr. Adelar Afonso Schneider o Título de Cidadão Honorário
do Município de Sapezal (MT), por sua história de participação comunitária
e pelos importantes serviços prestados em beneficio do desenvolvimento de
Sapezal.
O homenageado nasceu em 02 de agosto de 1967, no Município de
CorbélialPR, filho de Amo Henrique Scbneider e Irene Tomaz Schneider.
Desde a infância, dedicou-se ao trabalho no campo, acompanhando a
formação das primeiras lavouras de soja em sua região de origem,
experiência que moldou sua vocação para a atividade rural e para a cultura
do trabalho.
Conforme seu histórico, o Sr. Adelar chegou a Sapezal em 06 de
junho de 1981, com sua família, em período de grandes desafios estruturais
e logísticos, quando o acesso ao Município exigia longos deslocamentos e
enfrentamento de condições adversas. Desde então, participou da construção
social e econômica de Sapezal, acompanhando seu crescimento e
contribuindo com dedicação, perseverança e compromisso comunitário.
Além de sua contribuição no setor agropecuário atividade que
representa relevante base da economia local - o homenageado também
registra participação ativa em reuniões e movimentos comunitários
relacionados à organização e ao desenvolvimento regional, bem como
atuação em espaço comunitário/religioso, tendo exercido a função de vicepresidente da comunidade da Nossa Senhora de Fátima, no período
aproximado de 1994/1995, demonstrando seu espírito público e
envolvimento com a coletividade.
Assim, nobres Pares, confiamos no bom senso e na responsabilidade
que norteiam as decisões de Vossas Excelências, ao tempo em que rogamos
pela apreciação da matéria ora apresentada e sua consequente aprovação.
Atenciosamente,
AJ.
Ailton Monteiro Dias
Vereador
Avenida Jaú, no. 1359 5W, Centro - CEP 78.365-000 Sapezal/NIT - Fone: (65) 3383-0300
O ESTADO DE MATO GROSSO
CÂMARA MUNICIPAL DE SAPEZAL
PROJETO DE LEI LEGISLATIVO N° 35/2025
Concede ao cidadão Adelar Afonso
Schneider o Título de Cidadão
Honorário do Município de Sapezal
(MT), e dá outras providências.
O Vereador que está subscreve, no uso das atribuições que lhes são
conferidas por lei e tendo em vista o disposto no art. 31 da Lei Orgânica
Municipal, apresentam, para apreciação e deliberação do Soberano Plenário, o
seguinte
PROJETO DE LEI LEGISLATIVO
Art. 10 Concede ao cidadão Sr. Adelar Afonso Schneider, o Título de
Cidadão Honorário do Município de Sapezal (MT), pelos relevantes serviços
prestados ao Município e na defesa dos interesses da comunidade sapezalense.
Art. 2° Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.
Sala das Sessões da Câmara Municipal de Sapezal, aos 25 dias do mês
de novembro de 2025.
4Aion MonteirTias
vereador
Avenida Jaú, n°. 1359 SW, Centro - CEP 78.365-000 Sapezal/MT - Fone: (65) 3383-0300
_Bom dia, Adelar Afonso Schneider, sou nascido em Corbelia, Paraná, descendente de Gaúcho,
filho de Amo Henrique Schneider e Irene Tomaz Schneider, sou casado, rosangela theodora
Corrêa, casado desde 1992, e tenho um filho já de 20 anos, Rafael Corrêa Schneider, estudante,
trabalhando agora,
_Eu comecei a trabalhar, na verdade, nasci na lavoura praticamente, em Corbelia, anos 76, 77, foi
a primeira lavoura que o falecido pai fez de soja naquela época, na abertura de mato, abri o mato
e já começou a plantar o soja em 76, na região nossa lá de Corbelia. Na época eu tinha 6 anos
para 7 anos e já trabalhava na roça, de manhã à noite na roça, claro, trabalhava na parte da
manhã, de tarde ia para a escola, assim por diante, mas sempre trabalhei só, só, toda a vida
trabalhei, muito, muito, muito, mas era divertido
_Bom dia, sim, eu vou contar um pouco, um breve relato da vinda para Sapezal. Sou nascido em
Corbelia, Paraná, filho de Ame Henrique Schneider e Irene Thomas Schneider. Sou de 1967, aí
estudei em Corbelia, Paraná, na minha escola lá, escola municipal, até 81. 81, viemos para
Sapezal, 1981, viemos para Sapezal, cheguei no Sapezal 6 de junho de 81. A família Schneider,
família de nove filhos, meu irmão mais novo, com um ano de idade, chegou no Sapezal, José
Lázaro. E assim, a vinda para Sapezal foi uma aventura, na verdade, assim, sabe, na época em
que só, assim, a gente via um futuro para frente, mas um futuro, assim, incerto, né, porque era
muito difícil. E meu pai, na época, comprou aqui no Sapezal em 1980. Era a área do Inca, né, que
hoje é encostado da cidade. Mas, assim, muito difícil na época, você gastava dois dias para
chegar de Tanganyá da Sera, que é a primeira cidade, para chegar no Sapezal. O Campo Novo
dos Parecidos nem existia na época, e era 317 quilômetros para chegar aqui. Então, a gente,
quando a gente já chegou aqui no Sapezal, já, a família que, a primeira família que conhecemos
aqui, que a gente sempre gostava de ir lá nos domingos, passar o tempo, passar os domingos
era o pessoal do Paulo Abate, né. Na época, o Zicabaque era um menino novo ainda na época,
um rapaz, rapaz, rapaz, rapaz ótimo, né, na época. Então, assim, aí a dificuldade era muita, sabe,
para a gente, quando acabar o mantimento para ir para Tanganyá da Sera, era um sacrifício,
porque gastava dois, três dias, o Toyota traçado, o Toyota Bandeirante, o Toyota traçado para
poder andar na sua estrada, e, toda vez que chegava o Tanganyá, tinha que ir para a oficina,
porque estragava a mecânica dela, era muito, era debaixo de água, daqui lá, debaixo de poça
d'água, e aranha, e lama, e assim era. Tá bom? Eu participei, sim, das atividades aqui no
Sapezao, desde que começou, quando foi fundada o Campo Novo dos Paricis, sempre era feito,
na reunião que o Sapezao pertencia ao município de Campo Novo, na época, né, de 89, aí em 94,
daí também foi a emancipação do Sapezao, 94, aí, não salvo me engano, foi em 94, 96, não
lembro bem, eu participava das reuniões, quando eu tinha, o pessoal sempre chamava, para
fundar o Porto de Porto Velho, participei das reuniões, para fundar o Porto, fundar a estrada, que
ia até Comodoro também, né, tinha essa estrada, que ia para Comodoro, o André Maggi, que
abriu essa estrada, indo para Comodoro, na época, né, e da comunidade também, aqui, da
comunidade de Sapezao, sempre participei, fui vice-presidente da comunidade da Nossa
Senhora de Fátrica, em 94, 94, 95, então é isso, um breve relato, seria mais ou menos por aí,
mas é, né, Sapezao, sempre teve uma luz, sabe, assim, para frente, né, sempre foi, as coisas
foram vindo, e foi melhorando, e moro na cidade, na verdade, né, moro na cidade desde 92, na
época, ainda perdicia Campo Novo, aí, morei, moro em frente à praça até hoje, e estamos aí,
disponíveis para a batalha, tá ok? Muito obrigado a todos, bom dia!_
_Sim, a maioria dos pioneiros, quando chegou no Sapezal, quando comprou a Sastera aqui, a
maioria deles, tipo assim, 80% era mexer com pecuária, mexer com gado, com boi, com vaca.
Mas daí não teve muita luz na época. Aí começou com a plantação de arroz. A plantação de arroz
começou nos anos 80, 81. Aí a soja entrou, a primeira plantação de soja foi em 83. O André
Vanni, o senhor André Vanni, plantou a primeira soja. Em 83. Aí em 84, a maioria dos agricultores
na época já começou a plantar uma lavourinha. Nós começamos a plantar em 84, a primeira soja.
E aí não produzia muito bem, quase que não pagava nem os custos. Mas depois, no próximo ano,
já foi melhorando. Aí na época já produzia 30 sacos por hectare, 35. Quem curia bem, curia 40.
Os almários, antigamente, o Fasco do Denor, já se tratava bem a terra, botava o que precisava, já
produziu em 85, já 40 sacos por hectare. Era mais ou menos essa base aí, né? 0k? Tchau,
tchau._