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norma nº 2849/2005

Tipo Lei
Número / Ano 2849 / 2005
Date 2005-12-30
EmentaINSTITUI O PLANO DECENAL MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE PEDRO LEOPOLDO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
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PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
LEI Nº 2.849, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2005.
“Institui o Plano Decenal Municipal de
Educação de Pedro Leopoldo e dá outras
providências”.
O Povo do Municipio de Pedro Leopoldo por seus
representantes legais aprovou, e eu, em seu nome, sanciono a seguinte
Lei:
Art. 1º - Fica aprovado o Plano Decenal
Municipal de Educação de Pedro Leopoldo, constante do documento em
anexo.
Art. 2º - O Município de Pedro Leopoldo, por
meio de Comissão Especifica, a ser oficialmente constituída, procederá
a avaliação periódicas da implementação do Plano Decenal Municipal de
Educação.
8 1º — A primeira avaliação realizar-se-á 180
(cento e oitenta) dias após a entrada em vigor desta Lei.
8 2º - O Poder Legislativo, por intermédio da
Comissão de Administração Pública, acompanhará a execução do Plano
Decenal Municipal de Educação.
Art. 3º- O Poder Executivo Municipal empenhar-
se-á na divulgação deste Plano e na progressiva realização de seus
objetivos e metas, para que a sociedade pedroleopoldense o conheça
amplamente e acompanhe sua implementação.
Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua
publicação.
Prefeitura do Município de Pedro Leopoldo, aos 30 de
dezembro de 2005.
CCE CE CEOÇ
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
PLANO DECENAL MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Pedro Leopoldo — MG
2005
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
Sumário
HINTRODUÇÃO
vnpwúiva
md cl el md AD lh e el dh à à d
GIN a
svvvvvbhihnadadadDo
Qhwl
CONTEXTUALIZAÇÃO DO PDME .............. nn ieeaeeeiaeeeeeeerererrerreneerrrenee need 08
Contexto Nacional ................n nn reerereasceeeereceneeeenecensaseserastnsesrmaacerenanenneaa .08
Contexto Estadual .................. ii cemeeseeereeeecasmeremcenseraraarreeraerareesas o
Contexto Municipal . 10
Objetivos do PNE..... 11
Prioridades do PNE........
Desafios do PNE para o Município .......
PRESSUPOSTOS ............................... 1
Pressupostos Políticos ..
Pressupostos Conceituais ... 13
Pressupostos Metodológicos ........................ nn cesceeemerereereeeeaasereeesseeaeerarees 14
CARACTERÍSTICAS DO MUNICÍPIO................ estereo pureemeeeense 14
Dados Gerais ............... .15
Localização ....
Dados Históricos .. “.
Dados Econômicos .................. ni eeremeemerereenes . 19
Dados Geográficos................. nr rereeeemecereeaeecacartsamaearearecarereaearaeaereraersesecenannaa 21
H DIAGNÓSTICO EDUCACIONAL
2.1
2.2
2.24
2.2.2
2.3
24
2.5
2.6
2.7
2.8
2.9
2.9.1
2.9.2
2.10
2.11
211.1
2.12
2.13
2.14
2.15
2.16
2.17
2.18
2.19
População .................... e emeeeereeererertasaesa .22
Matrícula por Dependência e Níveis de En
Matrícula por Dependência Administrativa - Ensino Fundamental.
Matrícula por Dependência Administrativa - Ensino Médio ....... .23
Série Histórica — Educação Infantil ................... nr irssseneeecesecmeceeererrmaserereeresrartrarera 23
Série Histórica — Ensino Fundamental ................... nn irrerseeeeeeeere re ceeresnaerenerereaaes 24
Série Histórica — Ensino Médio .................... .24
Atendimento de Educação Infantil - Rede Municipal. .25
Atendimento de Escola e de Alunos ..................os 25
Atendimento de Alunos Portadores de Necessidades Especiais . 25
Atendimento de Jovens e Adultos — EJA .............smmemrsereeno .26
Matrícula Inicial Movimentação-Matrícula Final - Ens. Fundamental .26
Matrícula Inicial Movimentação-Matrícula Final - Ens. Médio ........ 27
Número Total de Docentes — Todas as Redes......................... 27
Número Total de Profissionais - Educação Básica — Rede Municipal.
Formação de Docentes — Efetivos — Ed. Básica - Rede Municipal...
Estado de Conservação — Rede Estadual e Municipal ...... .29
Dados Financeiros do Município ............................... .30
Transporte Escolar................... ir estmeeemeesesereenesereeereerneererreneresrericertesteesenens .30
Alunos com 2 ou Mais Anos de Defasagem.
Taxas de Atendimento............................. 31
Taxas de Escolarização...
Indicadores de Qualidade...
Classificação do Município — Indicadores de Qualidade.................. teias 32
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Il OBJETIVOS E METAS
3.1 Educação Infantil - Rede Municipal
3.2 Ensino Fundamental — Rede Municipal.
3.3 Educação Especial — Rede Particular........
3.4 Educação Infantil - Ensino Fundamental /Médio —
3.5 Ensino Fundamental — Ensino Médio — Rede Estadual................
3.6 Ensino Superior — Rede Particular............................
3.7 Conselho Tutelar — Associações de Bairros.......
IV AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO
Y ENCERRAMENTO — CONCLUSÃO.
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APRESENTAÇÃO
A elaboração do PDME é um desafio, mas constitui importante etapa do
processo educativo no Município de Pedro Leopoldo, pois inaugura uma nova
estratégia de planejamento onde fundamenta o que as pessoas sentem,
desejam e utilizam-se as suas próprias palavras para definir os seus
anseios.
O Planejamento é ousado, mas não se pode perder de vista as
limitações a que está submetido, porém consciente, de que a educação é a
mola mestra para o desenvolvimento sustentável e para o bem-estar da
população.
Finalmente, posso ainda dizer que o PDME, espelha, o modo de
acreditar na educação como um processo democrático, baseado no diálogo e
na troca de experiências, a partir do diagnóstico da nossa realidade, em todos
os níveis e modalidades de ensino.
Sará Helena Diniz Ferreira
Segfetária Municipal de Educação
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Dr. Marcelo Jerônimo Gonçalves
Prefeito Municipal
Sara Helena Diniz Ferreira
Secretária Municipal de Educação - Coordenadora
Simone Santos
Presidente do Conselho Municipal de Educação
Euclides Teixeira Neto
Representante do Poder legislativo
Deucicléia Rodrigues de Souza
Leila Pereira de Oliveira
Representantes da Rede Estadual de Ensino
Cristina Cabral da Silva
Cléa Lúcia Gabrich
Representantes da Rede Municipal de Ensino
Laura Silva Bhering
Isabel Cecília de Oliveira Magalhães
Representantes da Rede Particular de Ensino
Maria Helena dos Santos Pereira
Representante do Conselho Tutelar
Maria Amélia Diniz Machado
Maria Mirtes Lages Freitas
Maristela Vilefort Soares Silva
Inspetoras Escolares
Apoio Técnico
Maria Marta Rocha
Denise Ma de Andrade Botelho
Marta Sílvia Antônio Teixeira
Maria Luiza Diniz Ferreira
Denise Conceição de Avelar
Ângelo Teófilo Batista
Maria José Alves Cabral
Maria das Graças Vieira dos Santos
Georgeana F. Alvarez de Souza Lima
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANDRADE, L. A .Getali, Consultores Externos, Textos de Referência para a construção
do PDME, Belo Horizonte, PDMG, 2005
BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil. 112 edição - Brasília — 1989
BRASIL/CNE/CEB. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.
Resolução nº 2/98, Brasília, 1998.
BRASIL/CNE/CNB. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens a
Adultos. Parecer — nº 11/00, Brasília, 2000.
BRASIL, Diretrizes e Bases da Educação — Lei 9.394, Brasilia, 1996.
BRASIL, Plano Nacional de Educação — Lei 10.172 de 09/01/2001.
BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais da Educação Infantil — Brasília 2000.
CENTRO DE REFERÊNCIA DOS PROFESSORES MUNICIPAIS. Referência, Produção
Pedagógica. Nº0/2000.
MARCHEZAN, Nelson. Plano Nacional de Educação. Brasilia, Centro de Documentação
e informação, Coordenação e Publicações — 2000.
MARTINS, Marcos Lobato. Pedro Leopoldo: Memória Histórica. Pedro Leopoldo.
Personal Editora Gráfica — 1994.
MONLEVADE, João A. Fazer para Acontecer. Brasíla, Idéa Editora - 2002.
PEDRO LEOPOLDO - Banco de Dados — Arquivo Geraldo Leão — 1975.
PEDRO LEOPOLDO, Banco de Dados da Secretaria Municipal de Educação, 2005.
PEDRO LEOPOLDO, Lei Ordinária do Município nº 2630/01.
PEDRO LEOPOLDO, Lei Orgânica do Município — 2002.
SALMAN, Maria da Conceição Barbabela. Pedro Leopoldo: Novos Tempos - 1987
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PLANO DECENAL MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
“Tudo o que acontece no mundo, seja no meu País,
na minha cidade ou no meu bairro, acontece comigo.
Então eu preciso participar das decisões que
interferem na minha vida.”
Betinho
| INTRODUÇÃO
1.1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO PDME
1.1.1 Contexto Nacional
Plano de Educação é bem mais que política educacional. É o conjunto
de estratégias estabelecidas pelos Poderes Públicos à vista de um
diagnóstico das necessidades educacionais, para superar problemas e
atingir objetivos, por meio de metas e recursos definidos.
Podemos afirmar que as intenções de Planos para a Educação do
Brasil existem há muito tempo.
Em 1.549, D. João III, Rei de Portugal, diante da necessidade de
catequizar os silvícolas e escolarizar as crianças portuguesas que
transmigravam para o Brasil, planejou a implantação de escolas de primeiras
letras, confiados aos religiosos da Companhia de Jesus.
Em 1.772, quatorze anos depois da expulsão dos Jesuítas, o Marquês
de Portugal, para atender uma pequena demanda de escolas em cidades e
vilas, institui as Aulas Régias.
Em 1.827, D. Pedro | sancionou a lei que cria escolas primárias
públicas e gratuitas para meninos e meninas, em todas as cidades e vilas.
Em 1.834, com o Ato Adicional à Constituição do Império, as dezenove
Províncias ficaram encarregadas de planejar e prover os gastos com as
Escolas Públicas. Depois da abolição da escravidão, em 1891,
proclamada a República, a Constituição previu o ensino público e gratuito
para todos.
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A educação como condição fundamental para o desenvolvimento do
País teve grande impulso com o Manifesto dos Pioneiros da Educação em
1932, que já propunha a reconstrução educacional através de um plano
construído por todos, pois assim teria maior credibilidade e repercussão,
portanto, foi incluído o artigo 50 específico da educação na constituição de
1934 onde dizia ser competência da União, “fixar o Plano Nacional de
Educação, compreensivo do ensino de todos os graus e ramos, comuns e
especializados; coordenar e fiscalizar a sua execução em todo o território do
País”.
O Art. 152 atribuía competência ao Conselho Nacional de Educação, a
elaboração do Plano para ser aprovado pelo Poder Legislativo.
Todas as constituições posteriores, (exceção a 1937), incorporam a
idéia de um Piano Nacional de Educação; que prosperou e nunca mais foi
inteiramente abandonada.
O primeiro Plano Nacional de Educação surgiu em 1962, elaborado já
na vigência da LDBEN, 4024, de 1961, basicamente com um conjunto de
metas quantitativas e qualitativas a serem alcançadas num prazo de oito
anos. Em 1985, sofreu revisão. Aí, foram introduzidas normas
descentralizadoras e estimuladoras da elaboração de planos estaduais.
Em 1966, houve outra revisão, que se chamou Plano Complementar
de Educação, onde introduziu importantes alterações na distribuição dos
recursos federais, beneficiando a implantação de ginásios voltados para o
trabalho e o atendimento de analfabetos com mais de 10 anos de idade.
A idéia de uma lei surgiu em 1967, proposta pelo MEC e discutida em
quatro Encontros Nacionais de Planejamento, sem que a iniciativa chegasse
a se concretizar. Finalmente em 1988, com a constituição que está em vigor,
no seu art. 214, contempla a obrigatoriedade de elaboração de um Plano
Nacional para a Educação, para longo prazo, com força de lei, capaz de
conferir estabilidade às iniciativas governamentais. A lei 9394/96, determina
nos seus artigos 9ºe 87, que cabe à União, em colaboração com os Estados,
os municípios e o Distrito Federal a elaboração do Plano e institui a década
da educação.
De grande importância destaca-se a Emenda Constitucional nº 14 de
1995, que instituiu, o FUNDEF que tornou-se realidade com a aprovação da
Lei — 9424/96. Em 2001, o Brasil foi legalmente desafiado a planejar o seu
futuro educacional para uma década, com a lei 10.172/01.
O CONSED e a UNDIME são grandes defensores do PNE, pois
acreditam que a educação só se faz com a participação e construção de
todos os setores da sociedade.
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1.1.2 Contexto Estadual
Esperamos que o Plano Decenal de Educação do Estado de Minas
Gerais estabeleça com clareza as metas e objetivos para a sua realização,
em direta articulação entre os escalões governamentais e destes com a
comunidade.
Cabe ao Estado cuidar para que se alcance a igualdade de
oportunidades entre as diferentes regiões, respondendo às necessidades
presentes, com um olhar no futuro envolvendo cada município do Estado.
Todos têm direitos iguais a uma educação de qualidade, por isso um dos
pontos fundamentais deste Plano, deverá ser a equalização das
oportunidades, pois só assim as diferenças e desigualdades entre cidades e
regiões tende a desaparecer, mesmo que seja paulatinamente, o importante
é dar o primeiro passo.
Esperamos também que o Plano seja baseado em diagnóstico realista
e abrangente dos problemas educacionais encontrados em cada município,
priorizando o que é fundamental, direcionando os esforços e recursos para
equacionar e resolver o que é mais urgente, por isso ele deverá estar em
consonância com o PNE e suas diretrizes.
1.1.3 Contexto Municipal
A concepção de educação para o nosso Município é um somatório de
processos formativos, que ocorrem na sociedade e se desenvolvem
mediante a interação do educando com a vida familiar, a convivência
humana no trabalho, nos movimentos sociais e organizações da sociedade
civil e nas manifestações culturais, por isso há necessidade de explorar
todas as fontes de estímulo educativo formativo.
A flexibilização, a participação, a descentralização, a autonomia
pedagógica o processo democrático de gestão são políticas para
implementação do objetivo geral da educação que é proporcionar ao
educando a formação necessária ao desenvolvimento de suas
potencialidades como elemento de auto-realização e preparação para O
exercício consciente da cidadania.
Acreditamos ainda que, a construção e a implantação do PDME, não
resolverá por si só, todos os problemas na educação do Município, mas é
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somente a partir de uma iniciativa como esta, que a solução se tornará
possível.
1.1.4 Objetivos do PNE
- Elevação do nível de escolaridade da população.
- Melhoria da qualidade do Ensino em todos os níveis e modalidades.
- Redução de desigualdades sociais e regionais.
- Democratização da gestão do Ensino.
1.1.5 Prioridades do PNE
- Garantia de Ensino Fundamental a todas as crianças de 06 a 14 anos.
- Garantia do Ensino Fundamental a todos os que a ele não tiveram
acesso na idade própria ou que não o concluíram.
- Ampliação do atendimento dos demais níveis de Ensino Superior.
- Valorização dos profissionais de Educação.
- Desenvolvimento de sistemas de informação e de avaliação em todos
os níveis e modalidades de Ensino.
1.1.6 Desafios colocados pelo PNE para o Município
Cumprindo a determinação da constituição, o PNE, com duração de
dez anos, aprovado pela lei 10172/01 e, a partir da sua vigência, os
Municípios deverão, com base neste, elaborar Planos Decenais
Correspondentes.
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Portanto as administrações Municipais devem elaborar o PDE, com
base no diagnóstico da realidade do Município e nas metas do PNE, em
articulação com o Plano Plurianual da Prefeitura. Nesse processo, é preciso
assegurar ampla participação da sociedade.
A partir da leitura do PNE, especialmente dos temas de maior interesse
do Município, é possível proceder a síntese dos principais objetivos e metas
fixados pelo Plano:
- Ampliação do atendimento Educacional e Promocional e garantia da
equidade nos Sistemas de Ensino.
- Busca da eficiência do Sistema Educacional e da Melhoria da
Qualidade da Educação.
- Ampliação dos Recursos Financeiros para Manutenção do
Desenvolvimento do Ensino e Garantia do Acompanhamento e Controle
Social de sua aplicação.
- Descentralização da gestão Educacional, fortalecimento da autonomia
da escola e garantia de participação da sociedade na gestão da escolar.
1.2 PRESSUPOSTOS
1.2.1 Pressupostos Políticos
A Construção do Plano Municipal de Educação, que irá estabelecer
diretrizes para a educação do nosso Município, é um desafio. Por isso a sua
construção deverá ser conduzida de forma democrática e transparente, com
base na política nacional, cujas diretrizes estão definidas no PNE, pela
Constituição Federal de 1998, em seus artigos 205 e 206, incisos | a VII, na
LDB 9424/96, lei 10.172/01 e Lei Orgânica do Município de Pedro Leopoldo.
Outros estudos serão somados ao processo como um todo, amplos,
universais, capazes de criar estímulos para que a educação aconteça todo
dia, a cada momento da história do município.
Este plano é um marco único para a sociedade, pois deverá considerar
a análise da realidade do Município e a partir daí traçar metas e ações que
irão contemplar os anseios de todos: os princípios da eficiência, da inclusão
social, a formação para a cidadania, da equidade, do desenvolvimento, tudo
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convergindo para a melhoria da qualidade da educação como prioridade
maior.
Partindo da leitura da realidade, na escuta das bases para chegar às
diretrizes, objetivos e metas, o PDME contemplará a educação em todos os
níveis e modalidades de ensino, bem como um todo, tais como: a formação
de professores, a valorização do magistério, a gestão e o financiamento,
entre outros.
O PDME vai detalhar os compromissos do Município para com a oferta
de educação de qualidade para todos no que se refere as suas
responsabilidades constitucionais e ao seu compromisso para a definição de
todas as suas políticas educacionais.
Trata-se de um trabalho que busca relacionar o Sistema Escolar com a
comunidade, buscando responder às aspirações e necessidades, sem
perder de vista a existência das limitações e escassez de recursos
financeiros, humanos, legais e tecnológicos, mas sem abrir mão da ousadia
necessária para projetar a educação em novo patamar de qualidade e
equidade.
Para que o cumprimento das metas estabelecidas se concretizem, o
PDME dependerá da colaboração das instâncias administrativas estadual,
federal e também da capacidade de mobilização da sociedade cível, pois as
necessidades e expectativas são de todos.
Nessa perspectiva de participação ativa de todos os segmentos
compromissados com a educação, o PDME/PL é o documento-referência da
Política Educacional assumida pelo Município no cumprimento de suas
responsabilidades constitucionais e do compromisso com a definição das
suas políticas educacionais para todos os níveis e modalidades de ensino,
sobretudo, para o atendimento qualitativo de todas as demandas locais.
1.2.2 Pressupostos Conceituais
“É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder
público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos
referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer,
à profissionalização, à cultura, à dignidade ao respeito, à liberdade e à
convivência familiar e comunitária.” (ECA, art. 4º)
Ao elaborarmos o PDME, queremos afirmar o compromisso do
Município de Pedro Leopoldo, em apostar o melhor de seus esforços para a
implantação dos objetivos, das metas e ações nele contidos.
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Este compromisso, mais do que pelo dispositivo legal, se dá pelo
reconhecimento do educando, como cidadãos dignos e merecedores de
todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana.
Pretendemos também, tornar a educação mais eficaz, esta é uma
aspiração remota, pois há muito, enfrentamos grandes déficits nesta área e
toda a sociedade clama uma educação de qualidade para todos.
Mas, mesmo com uma proposta, coletivamente elaborada, somente
com ações concretas, eterna vigilância, usando a inteligência, entusiasmo,
força, organização é que podemos colocar em prática nossos planos, para
que consigamos fazer da educação um instrumento amplo de luta, de
emancipação social e da escola uma unidade de produção e distribuição de
conhecimentos.
1.2.3 Pressupostos Metodológicos
Partindo da sugestão de que a liderança do processo de construção do
PDME/PL seja da Secretaria Municipal de Educação, o caráter democrático
da proposta exige, para ter eficácia e efetividade política, que o mesmo deva
ser elaborado pelos atores que irão viabilizá-lo na prática. Assim,
entendemos que, jamais, ele seja fruto de apenas um grupo.
A primeira altemativa para operacionalização do Plano foi a criação de
uma comissão para coordenar os trabalhos, com representantes do poder
legislativo executivo, representantes da comunidade escolar das redes
particulares e públicas.
Atividades realizadas durante a construção do PDME:
- À sensibilização da comunidade foi feita com reuniões e debates
durante todo o processo de construção do Plano.
- Reprodução do material para estudo e análise;
- Lançamento oficial do PDME/PL;
- Assembléia com toda a comunidade representativa do Município.
- Institucionalização do Dia D do Plano Decenal em todo o Município.
- Oficinas, debates, reflexões, discussões.
14
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ci à PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
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Rea
- Redação da versão preliminar com análise das sugestões recebidas e
incorporação das mesmas.
- Negociação com o Estado.
- Conferência Municipal para apresentação final do Plano.
- Redação final.
- Acompanhamento da tramitação da Lei na Câmara Municipal.
- Debate com toda a comunidade para criar mecanismo de
implementação, acompanhamento e avaliação do Plano.
1.3 CARACTERÍSTICA DO MUNICÍPIO
1.3.1 Dados Gerais
Área territorial: 291,9 km?
Ano de criação do Município: 1923
População total: 58.907 (Censo de 2004)
Taxa de urbanização: 80,6% (Censo de 2000)
Valor das receitas correntes: 26.556.543,79 (Dezembro/2004)
Participação dos gastos em educação nas receitas correntes—34,33(2003).
Habilitação para o critério Educação na distribuição do ICMS (Lei Robin
Hood) em 2005: Sim
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1.3.2 Localização:
Mesoregião: Metropolitana de Belo Horizonte
Microregião: Belo Horizonte
Superintendência Regional de Ensino:
Belo Horizonte / Região Metropolitana C.
Região de Planejamento: Central
Pólo Regional de Ensino: Centro Belo Horizonte
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal: 0,807 (2000)
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal Educação: 0,898 (2000)
População maior que 10 anos analfabeta: 3,50%
1.3.3 Dados Históricos:
A ocupação humana do Município de Pedro Leopoldo consta de, pelo
menos, algo entre dez e quinze mil anos atrás. O povoamento da região se
deu por povos bastante anteriores ao “Ciclo do ouro”, quando as bacias do
Rio das Velhas e do Paraopeba entraram em cena da história brasileira, a
partir das últimas décadas do século XVII, seguindo o movimento das
bandeiras e de pesquisa mineral.
Uma das bandeiras, liderada por Fernão Dias, é associada ao
momento inicial de povoamento da região que se situa o atual município de
Pedro Leopoldo, onde o Vale do Rio das Velhas tornou-se importante veio
ourífero. Ao lado da atividade mineradora, desenvolveram-se atividades
agropecuárias responsáveis pelo desenvolvimento comercial a base de
trocas.
A decadência da mineração, a partir da década de 1760, contribuiu
para consolidar a população em tomo de numerosas fazendas, escravistas.
Na década de 1880, começaram a aparecer algumas fábricas têxteis com
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uma característica distinta em relação ao resto do país: elas começaram
numa área onde a produção artesanal de tecidos tinha florescido por um
longo tempo. Em 1868, o sucesso das fábricas era tanto, que incorporaram
outros homens a investir em novas fábricas.
O processo de fundação da fábrica de Tecidos Cachoeira Grande, em
1891, foi o grande percussor do desenvolvimento econômico e populacional
de Pedro Leopoldo.
Em 1895, foi inaugurada a estação ferroviária da Estrada de Ferro
Central do Brasil.
Em 1901, já contando com número regular de moradores, a maioria
trabalhadores da estrada de ferro e da Fábrica de Tecidos, começaram,
então, os movimentos para conseguir a elevação do distrito pois, Pedro
Leopoldo permanecia sob a tutela do distrito de Matozinhos que pertencerá
a Santa Luzia do Rio das Velhas.
O pedido de desmembramento foi apresentado à Câmara que fez as
seguintes condições: Drenagem das lagoas e brejos existentes,
delineamento das ruas, construção de uma igreja, de uma escola, de um
cemitério público e serviços para o escoamento das águas pluviais.
Realizadas as obras, após relatório escrito por um fiscal indicado pelo
governo municipal de Santa Luzia, a elevação a Distrito foi homologada em
1901 e a criação do Município se deu em 1923 pela Lei Estadual nº 843/23,
constituído com o território do distrito de Matozinhos, Capim Branco, Fidaigo,
Vera Cruz e deste fruto criou-se o distrito de Prudente de Morais. Em 27
de janeiro de 1924, ocorreu a instalação do município e, no ano
seguinte, a Lei estadual 893/25, elevou a Sede à categoria de Cidade e de
outros distritos. Em 1943, houve desmembramento de Matozinhos.
Atualmente, além de Distrito Sede, Pedro Leopoldo é composto pelos
distritos de Fidalgo, de Vera Cruz e de Dr.Lund.
Pedro Leopoldo trangiúila, quieta e pacata, evoluiu-se em ritmo bem
lento, é verdade, como lenta era a vida naquela época...
A educação de Pedro Leopoldo sempre foi destaque tendo em vista as
grandes mestras, que sabiam exercer a sua atividade com autoridade,
idealismo e entusiasmo.
O Grupo Escolar São José foi durante quase quarenta anos a única
escola primária da Cidade. As Escolas Rui Barbosa e Romero Carvalho
foram criadas por volta de 1945.
Até praticamente a década de 50, quem tinha recursos prosseguia
seus estudos em Belo Horizonte, Sete Lagoas, ou cidades com este fim.
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Muitos jovens cansados da monotonia e da falta de perspectivas,
desejavam ardentemente desenvolver suas aptidões, sonhavam voar mais
alto, mas sempre eram tolhidos pelas limitações financeiras, que não lhes
permitiam sair para centros maiores em busca de horizontes mais amplos do
que os delimitados pela sirene da fábrica e pelos trilhos da estrada de ferro.
Dentro daquele limitado universo sócio-econômico e cultural, cujas
barreiras começavam a ser rompidas, a idéia de fundar um estabelecimento
de ensino secundário começava a se cristalizar.
O dinamismo de Padre Avelar Maia levou a abraçar causa com
entusiasmo e junto com Dr. Paulo Gomes Baptista, convocou alguns
elementos da comunidade, que prontamente aderiram ao projeto e
passaram a lutar pelo mesmo ideal. Em 8 de agosto de 1948, fez-se a
primeira reunião, para a escolha de uma comissão que iria lançar os
fundamentos do futuro colégio. Nesta mesma reunião lançou o curso de
admissão, preparando alunos para o ginásio, que funcionou em uma casa da
Rua Dr. Herbster, depois na Rua Roberto Belisário, formando assim o
embrião do ginásio.
Em 1º de Abril de 1949, preenchidas as exigências legais, o Ginásio
Imaculada Conceição começou a funcionar, agora no prédio da Rua
Comendador Antônio Alves, cedido gratuitamente pelo seu proprietário Sô
Quim Bahia. Data Memorável para a nossa Cidade! Os sonhos começaram
a cristalizar-se. Bandos de Estudantes alegravam as ruas.
Com a conclusão da primeira turma de ginasianos em 1952, criou-se a
necessidade dos formandos terem uma formação profissional que os
capacitasse à luta da sobrevivência.
Peio trabalho incansável de Padre Sinfrônio, Dr. Paulo, Clita Batista e
Georgina Rafael, conseguiram criar o curso Normal e o curso Técnico de
Contabilidade.
Com a Lei 2789 de 09 de janeiro de 1963, o Estado assumia O
patrimônio da Sociedade Civil e estadualizava o Ginásio, daí passou a
chamar Colégio Normal Oficial Imaculada Conceição de Pedro Leopoldo.
Em 1966, teve início o Curso Científico com o objetivo de preparar os
alunos para o Curso Superior e finalmente em 1982, com o crescimento da
demanda, criou-se o curso de habilitação em Química, além de outras
escolas que foram criadas tanto no centro da cidade quanto nos bairros e
distritos.
Um grande marco para a nossa educação foi a criação em 1967 da
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Pedro Leopoldo, que hoje é
uma referência em qualidade de ensino para toda a região, recentemente
transformada em Faculdades Integradas com os cursos de Direito,
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Administração, Ciências Contábeis, Ciências da Computação e Pós-
Graduação em várias áreas.
É motivo de orgulho para todo pedroleopoldense, contemplar o atual
panorama educacional de Pedro Leopoldo, pois ela não é apenas a Capital
do cimento como muitos dizem, mas sim uma terra vocacionada para a
educação.
1.3.4 Dados Econômicos
O estudo da evolução histórica da economia do Município de Pedro
Leopoldo revela que até a década de 1960, a agropecuária era a atividade
mais importante, pois absorvia a maior parte de sua população econômica
ativa, com a cultura de milho, feijão, arroz, alho, bananas e laranjas. O milho
era a principal cultura, plantado em grande quantidade.
A partir de 1935 a pecuária teve um processo rápido de crescimento
(carne e leite) em detrimento do valor da produção agrícola, deixando em
plano secundário a lavoura.
Ao lado das atividades agropecuárias, o comércio e os ofícios
começaram a ocupar parcela significativa da população economicamente
ativa, sendo um bom indicador do crescimento urbano. Devemos ressaltar O
bom andamento do comércio aos ferroviários, aos tecelões e também aos
funcionários da Fazenda Modelo.
Os ofícios, que ao lado do comércio, foram indicadores que
contribuíram para o desenvolvimento do município, eram pequenas oficinas
que utilizavam equipamentos e técnicas tradicionais, sempre empregando
mão de obra familiar. Os alfaiates, barbeiros, carpinteiros, ferreiros, ourives,
sapateiros, seleiros são alguns ofícios que existiam, desde os anos de 1930
e que foram desaparecendo com a evolução de outros ramos de atividades.
As olarias e as fábricas de cal também contribuíram com a economia,
porém com pequena produção, empregando poucos trabalhadores e com
técnicas bem rudimentares.
A partir de 1950, com a expansão urbano-industrial do País, as
fábricas de cal tiveram grande expansão e junto com elas, outras de bens de
consumo, como de calçados, malas, doces, vassouras, salsicharia, móveis.
A mais tradicional atividade fabril de Pedro Leopoldo é representada
pelo setor têxtil que, durante as décadas de 20, 30 e 40, foi a principal fonte
de empregos na cidade.
A partir da década de 1950, o município passou a contar com nova
frente de trabalho industrial representada pela instalação da indústria
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cimenteira do município, com instalação da Companhia Cimento Portland
Cauê.
A implantação da indústria de cimento está relacionada à abundância
das reservas de calcário no município e ao período do desenvolvimento
industrial do país.
Em 19683, foi a vez da PRECON - Pré-moldados de concreto, instalar-
se, aproveitando o cimento produzido peia Cauê, para fabricar telhas, caixas
d'água, além de postes e manilhas.
A partir da década de 60, a indústria de cimento passou a ser a
principal fonte de divisas para o município que deu a cidade perfil
definitivamente urbano-industrial.
A situação econômica mudou na década de 70 com a chegada da
CIMINAS, cimenteira, que provocou transformações na urbanização, bem
como do fluxo de capital.
Hoje, a economia ultrapassou definitivamente àquela gerada pela
produção agrícola. O comércio e a indústria são as principais atividades,
embora permaneçam significativamente a agricultura e a pecuária.
20
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1.3.5 Dados Geográficos - Localização das Escolas do Município de
Pedro Leopoldo.
134 Locaização das Escolas do Municipio de Pedro Leopoldo
A
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fd
À .
"
HM, Rossio Marques dos o
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“(Cantagalo
PA
Este) O razos
4
Esmeraldos 4
Ed ú ; N 4a Meroéitos
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e BAIRRG E LOCALIDADES
CBARRO
21
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| DIAGNÓSTICO EDUCACIONAL
2.1 POPULAÇÃO
Projeção da população, por faixa etária e segundo o ano (2000-2006)
— > ——
Por faixa etária (anos)
0a3 4a5 6 7aio 11a14 15a17 18420 21a24 250u
Ano | Total | mais
2000 |53.146/3.775 |1.989 |971 [3.956 [4.167
2001 |54.491 /3.799 |2.001 /1.002 |3955 |4.162 |3.235 |3.376 |4221 [28.739
2002 |55.916/3.915 [1.954 [1.022 [3.999 [4.154 |3.212 |3.364 [4.422 |29.873
2003 |57.391 [4.047 |1.930 /1.011 |4.069 [4.144 [3.208 |3.327 |4.556 |31.099
2004 [58.907 [4.192 /1.945 [974 [4125 [4138 [3.205 [3299 |4610 [32418
2005 |60.933/4.320 |1.980 |/996 [4162 [4193 |3.234 |3309 |4621 [34.118
2006 [62.387 /4438 |2.035 [1.001 [4.148 [4.223 [3236 [3.301 [4635 [35372
Fonte: CEDEPLAR/UFMG
3.269 Esc 3.992 127.694
2.2 MATRÍCULA
Matrículas, por Dependência Administrativa e Segundo o Nível de
Ensino (2003).
Dependência administrativa
Nível Total Estadual Municipal Particular
Infantil 3.083 0 2.410 673
Creche 3857 | 0 0 | 357
Pré-escola |2.726 0 2.410 | 316
Fundamental|9.533 3.821 | 5.181 | 531 |
fãa4a 4600 | 1.379 2.965 256
GEES 4.933 2.442 2.216 275
Médio 3245 | 2.993 0 252
2.2.1 Matrícula por Dependência Administrativa/2005
Ensino Fundamental
Rede! [SIA |% 4 “|z % |3 “4 % [5
e “rn “| x Tot. |%
620 |52 [539 |42 |364 [39 [5382/57
%
5
Estad. [109 [18 [261 [23 [268 [26 [275 |27 [359 [32 [515 [45 1503 [45 [662 [52
Parc. |- |- [us [io [72 [70/75 Po 59 6 [05 [60 = E
1
Série F1 E!
Munic. /481 |82 [740 [67 [698 |67 |677 [66 |695 163 |568
s07 |54 |3449;37
63 07 |606 [06
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2.2.2 Matrícula por Dependência Administrava/2005
Ensino Médio
RedeiSérie.| 42 % 2a % 3 % Total %
Munic. ; - - - - - - -
Estad. 1156 |93 903 |93 832 192 2891 93
Partic. 85 07 67 07 I|75 08 |227 07
Total
2.3 MATRÍCULAS NO INFANTIL, POR DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA
— TOTAL - SÉRIE HISTÓRICA
mioso |
182000
|02001
02002
02003 |
i
MUNICIPAL ESTADUAL PARTICULAR TOTAL
?5
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2.4 MATRÍCULAS NO ENS. FUNDAM., POR DEPENDÊNCIA
ADMINISTRATIVA — TOTAL - SÉRIE HISTÓRICA
E 1999
[m 2000
102001; |
[12002
2003
MUNICIPAL ESTADUAL PARTICULAR TOTAL
2.5 MATRÍCULAS NO ENS. MÉDIO, POR DEPENDÊNCIA
ADMINISTRATIVA — TOTAL - SÉRIE HISTÓRICA
MUNICIPAL ESTADUAL PARTICULAR TOTAL
24
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2.6 ATENDIMENTO EDUCAÇÃO INFANTIL — REDE MUNICIPAL 2005
Itens Creche | 1º Periodo | 2º Período | 3º Período Total
Idade 0a 03anos| 04 anos 05 anos 06 anos -
Nº de Alunos - 679 882 549 2.110
Professores - 28 38 27 93
Alunos p/ Prof. - 24 23 20 -
2.7 ATENDIMENTO DE ESCOLA - ALUNOS, TURMA, DEPENDÊNCIA
ADMINISTRATIVA
Ne! Nº de Escolas Alunos por turma
Ensino
Total | Dependência administrativa | Total | Dependência administrativa
| Estaduais- Municipais Particulares | Estaduais- Municipais Particulares
Creche 9 lo 0 9 [15,52 |- - 15,52
Pré-escola [24 0 16 8 20,97 |- 22,95 |12,64
1º/4º fund. |24 6 12 [6 25,41 |28,14 |25,78 |15,06
5º/8º fund. [13 6 5 2 30,45 |34,39 |29,16 /18,33
Médio 7 4 0 3 37,30 |38,87 |- 25,20
Com um total de 77 unidades de ensino, em níveis diversificados, há universalização de
atendimento, onde todos têm oportunidade para frequentar a escola.
2.8 ATENDIMENTO DE ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES
ESPECIAIS
Atendimento | Deficiente Deficiente Deficiente Deficiente Outros Total
Auditivo | Físico Mental Visual
Turmas
Regulares
03 07 37 23 37
Turmas
especiais de
Escolas
Regulares |
Atendidos
em Escolas
Especiais 16 15 185 04 65
25
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2.9 ATENDIMENTO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS -
EJA/2005
1º |2º |3ºP [4ºP [5ºP T6ºP [7ºP |8ºP TEns. Ens. Ens.
Rede Série | alfabetiza- P [5 Médio | Médio - | Médio
ção - Pp 3ºP
IR + 1º P 1
- - >= ja4 |35 |94 122 [124 [191 |140 - 217
Municipal
Estadual |
- -[- ja [35 [04 [io [24197 | Oo TR
Total L l
2.9.1 Matrícula Inicial-Movimentação-Abandono-Matrícula Final - 2004.
Ensino Fundamental - Pedro Leopoldo
Aluno | Aluno
Séries | Matric | Admiti | Afastad | Aban- Y% Matric. | Aprova-| % |Reprova-l %
. do (e) dono Final Do Dos
Inicial | por por
Transf. | Transf. J |
FI/SIA
554 44 43 | 2 4 553 553 100 - -
12 1072 | 127 | 125 1 8 1 074 | 1.063 907 85 159 15
22 1055 74 | 104 | - - | 1.022 | 903 88 | 125 12
3a 1095 47 67 L 4 0,36 | 1.071 982 92 | 89 8,0
4a 1062 56 | 69 + 7 0,66 | 1.042 918 1 88 124 12
sa 905 44 59 14 1,55 876 704 80 172 20
| TT T T 1 7
e 936 56 64 14 1,50 | 914 748 82 156 18
7a 976 50 | 92 16 | 1,64 918 803 87 115 13
+ +
[ig 583 51 55 16 2,14 524 463 [elo 61 12
Observa-se que o índice de abandono nas séries inicias do ensino fundamental é baixo, mas
aumenta gradativamente nas séries finais, quanto a reprovação maior índice está retratado na 1º,
5º e 6º série.
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2.9.2 Matrícula Inicial - Movimentação - Abandono — Matrícula Final -
Aprovados - Reprovados — Por série — 2004 — Ensino Médio
Série |Matric. |Adimit. [Afast. [Aban-| % Matric. | Apro- % |Repro- %
Inicial | P/ P/ dono de Final |vados| Aprov. | vados | Reprov.
Transf. | Transf. aband.
ha 1.284 |102 133 246 19 1007 1793 79 214 21
22 [1.044 )107 100 175 17 876 787 90 Bo 10
32 902 77 63 205 |19 741 615 [º 96 Tia
É
Ainda é alto o índice de abandono e reprovação em todas as séries do Ensino Médio,
necessitando de uma urgente análise e intervenção.
2.10 Nº TOTAL DE DOCENTES, ATUANDO POR NÍVEL DE ENSINO EM
TODAS AS REDES/2005
Redes
Modalidades Municipal Estadual Particular
Creche - | - L 09
E. Infantil 147 - 22
Ens. Fund. (Séries 172 68 24
Iniciais)
Ens. Fund. (séries 112 122 22
finais)
Educ. Especial - - 38
EJA 26 11 -
Ens. Médio - 130 48
|
Ens. E - - 7
Profissionalizante
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2.11 NÚMERO TOTAL DE PROFISSIONAIS - EDUCAÇÃO BÁSICA —
REDE MUNICIPAL 2005
ne unconai | Efetivos Contratados Total
ist. Funcional
Diretor il 06 03 09
Diretor HI 05 - 05
Vice-il 07 - 07
Vice-1ll 09 - 09
Supervisor 17 17 34
Orientador 07 - 07
Professor | 198 116 314
Professor ll 46 50 96
Séc. Escola 08 - 08
Assist. Administ. 04 - 04
Aux. Administrat. 23 10 33
Insp. Alunos 07 01 08
Aux. de Escola 104 76 180
Vigia - 42 | 42
Serv. Gerais - 03 03
Fonoaudióloga - 01 L 01
Nutricionista - | 01 01
Psicóloga - 01 01
Total 441 321 762
211.1 Formação dos Docentes - Efetivos — Ed. Básica — Rede
Municipal
Cargos/ 2º Superior Pós Graduação Total
Formação | grau Geral
Magisté- | Outro | Magisté- Outro Esp. Mestre Doutor
rio rio
P-1 73 - 124 - 33 01 - 231
P.2 - - | 23 - 43 - - | 66
Total 73 - 147 - 76 01 - 297
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2.12 ESTADO DE CONSERVAÇÃO DAS DEPENDÊNCIAS DE REDE
FÍSICA DAS REDES ESTADUAL E MUNICIPAL/2004
Rede Estadual Rede Municipal .
Dependência Quant. 8 Conservação p Quant. B Conservação p
Salas de Aula 91 56% | 33% 11% 103 [46% 46% 8,0%
Salas de E. Infantil 54 20% 37% 43%
Salas Direção 09 67% 33% 16 37,5% |50% 12,5%
Sala Pedagogo [05 67% |33% jim Jo3% |36% 1,0%
Sala de 10 50% [38% 13% 11 45% 45% 1,0%
Professor
Secretaria 08 33% 33% 33% 12 66% [33% 1,0%
Biblioteca 07 37,5% [37,5% |25% 08 75% 12,5% 12,5%
Arquivo 04 50% 50% os 80% 20%
Auditório 03 33% 33% 33%
Lab. de Ciências |04 50% 25% 25% 04 75% 25%
Lab. Informática |02 100% 11 82% 9,0% 9,0%
SaladeVídeo [03 100% 04 |75% |25%
Sala de Reunião 01 100%
Sala Multimeio 02 50% 50%
Depósito 05 40% | |40% 20% 11 27% 27% 46%
Sanit. 07 86% 14% 22 45% 32% 23%
Administrativo
Sanit. 07 14% 57% 29% 16 50% 19% 31%
Funcionário |
Sanit. Aluno 24 50% 17% 33% 55º |29% 40% 35%
Cozinha 09 67% 11% 22% 17 35% [47% 18%
Despensa 08 62,5% |25% 12,5% |13 38% 54% 8,0%
Refeitório los 40% |60% 16. [31% 156% 13%
Recreio Coberto /01 L 100% 02 50% 50%
Quadra 09 78% 22% 07 57% 43%
Poliesportiva
Campo de
Esporte 1
Jardins os 50% 50% 11 36% 55% 9,0%
Hortas 06 100% 14 30% 60% 10%
Rede Elétrica 09 33% 22,5% |44,5% [17 23% 59% 18%
Rede Hidráulica |09 33% |56% 11% 17 29% 59% 12%
Esgoto 06 33% 33% 34% 06 [17% 50% 34%
Muros 07 72% 14% 14% 15 [31% 46% 23%
Passeios ]2 17% 9% 74% 16 62% 25% 13%
Outros visitários 02 100%
ambientes |
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2.13 DADOS FINANCEIROS DO MUNICÍPIO - 2004
Receita Municipal 31.991.565,47 1
Educação (25%) 7.997.891,37
Aplicado 6.959.907,85
FUNDEF (foi para o estado) |3.873.975,96
FUNDEF (retorno para o município) 4.430.049,70
Saldo conta FUNDEF (percaptaanual: 1ºa 4º |776,84 — 815,68
-5"a 8º)
Custo/aluno/ano 705,69 1
Custo/aluno/mês 58,81
2.14 TRANSPORTE ESCOLAR - ALUNOS TRANSPORTADOS, POR
ZONA E REDE/2005
Zona Rede Rede Custo Médio | Custo Anual
Estadual Municipal Mensal
Urbana e Rural | 1.026 376 112.160,00 1.121.600,00
Total 1.026 376 112.160,00 1.121.600,00
Custo por R$ 80,00 R$ 80,00 R$ 8,00 R$ 80,00*
Aluno
*O govemo Federal repassa ao município R$ 900,00 mensal, o município complementa com
R$ 111.260,00 mensal.
2.15 ALUNOS COM DOIS OU MAIS ANOS DE DEFASAGEM/2004
Série Total | Dependência
Administrativa
Estadual Municipal Particular
Fundamental
12 série 2,76 1,94 3,13 2,47
22 série 7,37 5,04 8,74 3,64
3º série 12,58 12,47 13,44 3,33
4º série 15,35 9,77 19,01 0,00
5º série 12371 28,06 | 2211 0,00
6º série 33,25 37,93 31,83 1,72
72 série 24,82 | 20,80 32,31 1,59
8º série 32,30 30,50 38,20 7,46
Médio
12 série 43,07 45,30 - 14,43
2º série 48,00 50,66 - 21,11
3º série 46,39 48,68 - 16,92
Fonte: Secretaria de Estado da Educação — Censo Escolar
30
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2.16 TAXAS DE ATENDIMENTO/2005
Faixas Etárias Taxa de atendimento
Município MG
Da3 6,40 5,73
4a 5 88,45 4211
6 [112,44 81,74
7a1o 98,60 106,66
11a14 100,19 103,33
15 a 17 91,76 91,43
2.17 TAXAS DE ESCOLARIZAÇÃO/2003
Taxa de
Níveis de escolarização
ensino
Bruta? Líquida?
Município | MG Município MG
Creche 8,82 7,79 6,38 543 |
Pré-escola 92,69 | 54,85 E 91,63 49,14
Fund. 13a 42 113,06 - 132,38 96,37 102,05
Fund. 5ºa 8º 119,03 123,88 85,20 80,28
Médio 101,15 | 87,46 53,86 47,89
2.18 INDICADORES DE QUALIDADE DO ENSINO, POR DISCIPLINA E
SEGUNDO A SERIE (2003)*
Série das % de alunos acima do índices de
Proficiência nível qualidade?
Básico? Recomendado” |
Mat. Port. Mat. | Port. | Mat. | Port. Mat. Port. Geral
4º série 67,0 |781 |50,0 |61,7 10,77 0,82 |0,80
fundamental 200,1 | 208,8
8º série 259,1 | 2552 56,7 |82,6 [19,7 |29,7 |0,68 0,76 |0,72
fundamental
32 série médio 272,7 | 2741 |16,7 |80,6 |3,1 181 10,51 0,62 [0,56
Fonte SIMAVE
*As escolas Municipais não foram avaliadas.
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2.19 CLASSIFICAÇÃO DO MUNICÍPIO PELO ÍNDICE DE QUALIDADE
GERAL DO ENSINO - SEGUNDO À SÉRIE/2003. *
Série No Estado º NaSRE”
4º série — fundamental 99 (544) 5 (28)
8º série - fundamental 73 (774) [5 (38)
3º série - fundamental 367 (808) 20 (37)
* As escolas municipais não foram avaliadas.
Ii OBJETIVOS E METAS
3.1 EDUCAÇÃO INFANTIL — REDE MUNICIPAL
Currículo — Educação Infantil
Diagnóstico | Prioridades Objetivos Metas Ações
1
“Recebemos -Promover e -Adequar o -Analisar coleti- |-Estudos, deba-
crianças de 03 a | propiciar às currículo à vamente e ade- |tes, congressos,
06 anos que crianças: realidade e quar a proposta |pesquisas e di-
cursam 1º, 2ºe |Relação do necessidades pedagógica à |vulgações na
3º períodos res- |mundo escolar | dos alunos. realidade esco- | busca da valo-
pectivamente. com a rea- -Analisar e orga- | tar/2005 a 2006. |rização da Edu-
- Às escolas lidade; nizar coletiva- implementar a | cação Infantil.
rabalham com |-Respeito à dig- |mente o informatização e |-Continuidade
nidade; currículo. avanços tecno- idos Projetos
pedagogia de
rojetos, que -Direito de brin-. |-Resgatar o brin-| lógicos até o Educacionais de
podem ser em car; car. finaldo ano de [uma adminis-
grupos ou -Sociocultura “Desenvolver a |2006. tração para
individuais (por | (manifestações |criança em seus |Continuamente: !outra garantindo
turma). culturais, inte- aspectos físico, |-Considerar entre as metas
-Os conteúdos |resse, respeito psicológico, as diferentes dos planos
são trabalhados |frente a diver- intelectual, etapas pelas plurianuais
dentro dos sividade cultu- | social quais passam as | vigentes o
projetos e deli- |ral); complementan- |crianças; suporte finan-
mitados por -Socialização; do a ação da fa- | Respeitando as l|ceiro.
periodo, flexi- |-Cuidados es- mília e da comu- | individualidades
veis dentro de | senciais; nidade. e particularida-
cada ano; -Afetividade; -Fazer com que |des;
-Temas atualiza- |-Brincar expres- |o aluno seja -Zelar pela
dos de acordo |sando senti- agente ativo do | Educação para
com a realidade |mentos, emo- processo ensino | cidadania;
e interesse dos |ções, pensa- aprendizagem a |-Considerar a
alunos. mentos, dese- | partir de suas interação e so-
32
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
-Temos como
objetivo ofere-
cer às crianças
as condições
pedagógicas
(Iudicidade, psi-
comotricidade,
socialização,
conteúdos,
valores morais
limites e outros).
Além de projetos
pedagógicos (la-
boratório senso-
rial e que possi-
bilitam à essas
crianças um pro-
cesso de alfabe-
tização tranquilo
e coerente.
Há uma busca
constante pela
plena participa-
ção dos pais na
aprendizagem
de nossos alu-
nos;
-Percebemos
uma fragmen-
tação do ensino,
prejudicial ao
aluno que ne-
cessita mudar
de escola.
jos, necessi-
dades;
-Utilizar diferen-
tes linguagens
(corporal, musi-
cal, oral, plástica
e escrita).
potencialidades. |cialização da
- Utilizar os
PCNs como
referência.
- Formar
cidadãos leitores
criança com o
meio familiar e
escolar, constru-
indo sua iden-
tidade com
autonomia.
-Oferecer possi-
bilidades cria-
tivas, desa-
fiadoras, de
autodescobertas
de expressão e
de trabalhos, de
forma que a
criança se tone
sujeito ativo na
construção de
seu saber.
“Incentivar e
criar bibliotecas
ambulantes e ou
comunitárias
Avaliação — Educação Infantil - Municipal
Diagnóstico
[Prioridades
Objetivos
Metas
-A avaliação é
feita mediante
acompanhamen-
to e registro do
desenvolvimen-
to do aluno,
através de ficha
-Rever a forma
de registro/ ficha
de evolução.
“Continuar a
avaliação diag-
nóstica e diária
sendo a mesma
-Diagnosticar
para planejar.
Avaliar constan-
temente utili-
zando as mais
diferentes téc-
nicas.
-Reformular a
forma de registro
avaliativo/ficha
de evolução até
o início do ano
de 2006.
-Diagnosticar e
| Ações
- Avaliação diag-
nóstica contí-
nua através de
observações e
registros.
33
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
de evolução e
diagnóstica.
-Acontece de for-
ma contínua, sis-
temática. Sem
objetivo de pro-
moção, mesmo
para o acesso ao
Ensino Funda-
mental.
-O professor re-
gistra os proces-
sos de aprendi-
zagem e ajusta
sua prática às
necessidades
dos alunos.
-O instrumento
de registro, ficha
de evolução, é
raramente uti-
lizado como pa-
râmetro para pla-
nejar à prática.
= = “TF
qualitativa, res-
peitando o es-
tágio de desen-
volvimento das
crianças com
acompanha-
mento diferen-
ciado.
-Priorizar acom-
panhamento
técnico espe-
cializado mais
frequente.
“Repasse aos
pais sobre avan-
ços e possibi-
lidades de supe-
ração das difi-
cuidades.
nuamente.
equipe
para
processo de
avaliação.
planejar conti-
- Formar uma
multidisciplinar
acompanhar o
Gestão - Educação Infantil - Municipal
Diagnóstico [Prioridades [Objetivos [Metas Ações
“Garantia da |
-A gestão verba do -Zelar pelo pa- - Permancer com |-Eleição para
demo-crática | rotativo drão de eficiên- | processos escolha dos
participativa | Qualidade cia e de quali- democráticos para | dirigentes:
com lide-rança |ética e dade da Escola. |a escolha da Secretária
eleita pela profissional do |-Efetivar a parti- | Secretária Municipal de
comunidade gestor. cipação da Co- |Municipal de Educação, diretor
es-colar é um |-Maior autono- | munidade Esco-
avan-ço, mas imia. lar nas decisões
Educação e dos le
dirigentes da vice-diretor.
percebe-se “Criar da Escola. Escolas “Eleição e rees-
ainda restri- conselhos e -Respeitar as Municipais, a truturação do
ções na manter um co- | decisões da partir deste ano | | colegiado escolar.
autono-mia da |legiado Comunidade de 2005. “Manter o diálogo
Escola. atuante. Escolar. “Implantar e entre S.M.E. e
-Falta de recur- -Garantir a verba | Implementar escolas em prol
sos financeiros do rotativo. programas de da autonomia e
para pequenas |- Estreitar e mellhoria de democracia.
34
despesas.
-Melhor
atuação do
Colegiado.
fortalecer as
relações de
parcerias entre
escolas e
diversos conse-
lhos e órgãos da
administração
pública.
- Assegurar a
melhoria progres-
siva da qualidade
do ensino no
sistema público
municipal, garan-
tindo alto padrão
de desempenho
das unidades
escolares.
- Adequar o
número de espe-
cialistas, psicó-
logas, fonoaudió-
logos, segundo
as necessidades
das escolas,
apontados em
diagnósticos.
qualidade de
ensino,
atentando-se
para os aspectos
da formação
global do
educando:
conceitual, procedi
mental e
atitudinal.
- Inicio do ano
letivo de 2006
com oportuni-
dades para
planejamento e
análise dos
diagnósticos
e das turmas.
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Atendimento à demanda - Educação Infantil - Municipal
Diagnóstico
Prioridades
Objetivos
Metas
Ações
-Atendimento à
demanda está
satisfatório.
-Continuar aten-
dendo a todos os
alunos cadastra-
dos e transfe-
ridos.
“Manter a oferta
da merenda e
material escolar.
“Globalização do
atendimento de
todos os alunos
do Município.
-Assegurar a
permanência do
aluno na escola
garantindo-lhe a
vaga.
-Oferecer um en-
sino de qualida-
de.
“Organizar
anualmente o
cadastro escolar
e matrícula res-
peitando o zo-
neamento.
“Organizar
turmas que não
ultrapassem
mais de 20
alunos.
- Oferecer
-Continuar com
a proposta de
globalização do
atendimento.
35
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
monitores capa-
citados para
auxiliar aos
alunos porta-
dores de
necessidades
especiais.
Parte Física = Educação Infantil - Municipal
Diagnóstico Prioridades Objetivos Metas Ações
-Inadequada “Construção de |-Atender as cri- |-Iniciar a partir -Promoções de
Prédio para as [anças com con- |de 2006, os eventos.
escolas: forto e segu- estudos para “Parcerias feitas
Cantinho Feliz e |rança. viabilizar a entre escola /
Tia Bendoca. “Melhorar a construção das |empresa/S.M.E.
-Reformas, am- | qualidade de escolas: !Prefeitura Muni-
pliações e ade- | ensino. Cantinho Felize |pa/SF.E-M.G.
quações dentro Tia Bendoca.
dos padrões mi- - Construir
nimos de infra- prédios para as
estrutura escolar. escolas que
Ressaltando
adaptações ne-
cessárias de
atendimento de
alunos porta-
dores de neces-
sidades espe-
ciais (inclusão).
-Equipar as es-
colas com ma-
terial adequado
para garantir um
bom desem-
penho em sala
de aula.
funcionam em
anexos.
- Criar espaços
de recreação.
- Conservação e
manutenção dos
equipamentos de
cozinha.
- Manutenção e
reforma da rede
física.
- Criação de um
sistema de
segurança para
todas as escolas
do município.
36
Formação Continuada - Educação Infantil - Municipal
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Diagnóstico Prioridades Objetivos Metas Ações
-Poucos momen- | -Cursos fre- “Melhorar a qua- |-Promover a -Estabelecer par-
tos para entrosa- | quentes de lidade de ensino. | curto prazo cur- |cerias com uni-
mento e troca de
experiência.
-Falta de:
Recursos finan-
ceiros para cus-
tear cursos de
capacitação.
capacitação pa-
ra todos os pro-
fissionais, inclu-
sive informática
e para o aten-
dimento de alu-
nos com neces-
sidades espe-
ciais.
-Promover en-
contros signifi-
cativos para o
desenvolvimen -
to dos trabalhos
pedagógico e
administrativo.
-Diversificar me-
todologias.
-Prestar atendi-
mento especial
ao profissional
que lida com
crianças porta-
doras de dificul-
dades de apren-
dizagens e ou-
tras deficiências.
-Valorizar os
profissionais da
Educação.
sos de capa-
citação para to-
dos os profis-
sionais.
- Capacitar
professores de
todas as modali-
dades de ensino.
“Promover
formação em
serviço.
- Criar momen-
tos de estudos
na própria
escola.
- Favorecer a
formação dos
profissionais
para enfrentar
desafios da
inclusão educa-
cional.
“Incentivar a
participação dos
docentes em
congressos,
cursos etc.
versidades e ou-
tros.
-Financiamento e
autorização para
participação de
cursos.
37
See
Ega gi
EM
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Valorização dos Profissionais - Educação Infantil - Municipal
-Falta de convê-
nios médico-
odontológico.
- À não efetiva-
ção do Plano de
Carreira.
vênios médicos /
odontológicos.
-Aperfeiçoar e
implementar o
Plano de Car-
reira.
-Diminuir de 10
odontológicos.
-Rever o período
de férias.
-Analisar o tem-
po exigido para a
aquisição das
férias prêmio.
das perdas e
com um indexa-
dor do indice.
“Viabilizar em
2006 a criação
de convênio
médico / odon-
Diagnóstico Prioridades [Objetivos |Metas Ações
-Professores -Melhoria sala- | |-Valorizar os pro- |- A curto prazo, |-Diálogo para
desmotivados rial. fissionais da assegurar au- | conscientização
financeiramente. |-Revisão do pe- | Educação. mento signifi- | das autoridades.
-Desvalorização | ríodo de férias. |-Oferecer convê- | cativo de salários | -Discussões para
social. -Criação de con- |nios médicos / |com reposição | análise da mu-
dança do perio-
do de férias.
- Comissão atu-
ante para discus-
são das ques-
tões pertinentes
aos profissionais
para 05 anos o tológico. da educação.
tempo para ter - Até o final de
direito as férias 2005, finalizar a
prêmio. implementação
do Plano de Car-
reira.
- Revisão salarial
de diretores e
vice-diretores.
À.
3.2 ENSINO FUNDAMENTAL —- REDE MUNICIPAL
Currículo - Ensino Fundamental - Municipal
Diagnóstico Prioridades Objetivos | Metas Ações
-Defasado -Priorizar os co- |-O aluno deverá |-Rever, adequar |-Buscar apoio
-Ineficiente nhecimentos bá- | ser capaz de ler |e atualizar o juntoà SME.
-Tradicional sicos, ler, escre- |e interpretar cal- | currículo -Envolver as fa-
-Fora da Reali- |ver, interpretar, |culare dominar introduzindo mílias nas deci-
dade. analisar, e racio- | as quatro opera- | mudançaspara o | sões.
-Inadequado não | cinar. ções. ano subsequente | -Discussões para
prioriza as reais |-Promover ade- |-Levar os profes- | -Criar núcleos de | resolver as pro-
necessidades quação de acor- | sores a conhecer | atividades físicas | blemáticas do
dos alunos. do com a rea- os PCNS eno- |para todas as currículo.
“Falta temas ino- | lidade. vas método- escolas aten- -Criar Projetos
vadores inter- -Implantar 01 lín- | logias. derem a disci- que superam as
rompidos com gua estrangeira |-Criar condições |plina de Edu- necessidades da
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CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
mudanças de go-
verno.
-Despreparo pa-
ra trabalhar a
interdisciplinari-
dade e trans-
versalidade.
-Não estão de
acordo com os
PCNS.
nas séries inici-
ais.
-Para o EJA
adequá-lo ao
tempo.
-Interdisciplinari-
dade dos
materiais do
currículo de
acordo com os
PCNS.
-Introduzir temas
transversais.
-Adaptação de a-
cordo com a rea-
lidade da escola.
-Acompanha-
mento pedagó-
gico.
-Revisão dos
conteúdos histó-
ria e geografia.
-Autonomia para
adequações do
currículo.
-Criar condições
para os profes-
sores conhecer
mais o currículo
e a grade curri-
cular.
da escola ade-
quaro seu cur-
rículo com ên-
fase a novas
metodologias.
-Favorecer um
ensino aprendi-
zagem de acordo
com a realidade
do aluno.
-Incluir a infor-
mática no curri-
culo.
“Melhorar o nível
de aprendizagem
do aluno e do
professor.
- Formar cida-
dãos leitores.
- Socializar e
acompanhar os
pressupostos da
avaliação esta-
dual e federal.
- Incluir múltiplas
linguagens no
currículo.
cação Fisica
dentro do seu
horário e em
tempo extra-
curricular.
-Incentivar e criar
bibliotecas am-
bulantes e ou
comunitárias.
comunidade es-
colar e suas ex-
pectativas.
“Estudos siste-
máticos entre
professores,
pedagogos, di-
reção eSME.
-Mobilização da
comunidade.
-Formação dos
professores para
prepará-los para
exercer com
competência os
temas trans-
versais e a inter-
disciplinaridade.
39
Avaliação — Ensino Fundamental - Municipal
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Diagnóstico |Prioridades [Objetivos Metas Ações
Gestão — Ensino Municipal - Fundamental
Diagnóstico '|Prioridades Objetivos Metas Ações
-Dificuldades
materiais.
-Falta autono-
mia perante a
SME.
-Colegiado pou-
co atuante.
-Falta de flexibi-
lidade da S M E
em relação a
autonomia da
escola.
“Legislação não
atende a reali-
dade.
“Muita burocra-
cia.
“Maior interação
entre direção e
colegiado.
-Participação de
todos.
-Integração entre
as escolas da re-
de.
-Autonomia para
as escolas medi-
ante a sua reali-
dade.
-Capacitação de
gestores.
-Atender e valori-
zar a comuni-
dade escolar.
-Administração
com clareza,
com prestação
de contas dos
custos escolares.
-Atender as ne-
cessidades das
escolas.
“Dar ao gestor
maiores con-
dições de atua-
ção.
-Oferecer a toda
comunidade o
exercício da de-
mocracia, para a
concretização do
espaço coletivo,
cooperação so-
lidária e autono-
mia com res-
ponsabilidades.
-Dar continuida-
de ao trabalho
que vem sendo
realizado.
-Dar condição a
uma gestão mais
participativa.
“Melhorar o bom
funcionamento
da escola em um
curto prazo.
-Atingir o nível
máximo de
aprendizagem.
-Totalidade do
trabalho demo-
crático.
“Trabalho inte-
grado daSME,
escola e conse-
lhos.
“Capacitações
de gestores.
-Parcerias entre
todas as secre-
tarias.
-A SME e a
SEEMG elaborar
as melhores de-
cisões, junto e
para cada esco-
la.
-Tomada de de-
cisões coletivas,
atendendo as
necessidades e
acatando opini-
ões.
“Acompanhar e
cobrar transpa-
rência na aplica-
ção dos recur-
sos.
-Projetos, ofici-
nas, planeja-
mento escolar,
palestras, encon-
tros.
40
o)
qo
Sa
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
Atendimento à demanda - Ensino Fundamental — Municipal
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
-Turmas multise-
riadas.
-EJA — horário
de funciona-
mento, limita-
das ao horário
de trabalho -
E. Dona Carmem
Barroso.
-Algumas esco-
las com salas
ociosas por falta
de alunos.
“Inclusão sem
preparar a es-
cola e os profis-
sionais.
“Problemas so-
ciais graves.
-Falta de partici-
pação da famí-
lia.
-Idosos sem
perspectiva em
alfabetizar-se
com pouca
oportunidade de
acesso à cultu-
ra.
-Crianças e jo-
vens sem ativi-
dades nos ho-
rários extra-es-
cola, sem ne-
nhuma pers-
pectiva de vida.
na escola.
“Implantação do
Telecurso na
E. M. Avary de
Campos.
“Buscar parce-
rias entre família
e escola.
-Desmembrar as
turmas multise-
riadas.
“Criar Telecur-
so.
“Organizar salas
com no máximo
15 alunos que
necessitam de
atendimento
especial.
-Criar espaço de
educação e cul-
tura para o ido-
so.
“Oferecer escola
de tempo inte-
gral, onde exista
espaço físico su-
ficiente.
“Diminuir número
de alunos em
sala.
-Proporcionar o
aluno um maior
desempenho
dentro e fora da
escola.
-“Universalizar o
ensino para to-
das as faixas
etárias.
-Adaptar turnos
de funciona-
mento diferen-
ciado para o
EJA.
-Oferecer melhor
qualidade de vi-
da ao grupo que
vem aumentando
a longevidade.
acumulando o
centro a partir de
fevereiro 2006.
-Aumentar a ma-
trícula em aproxi-
madamente 50%
nas escolas com
pouca demanda.
-A curto prazo,
aumentar o aten-
dimento aos jo-
vens e adultos.
- Criar, a curto
prazo, escola
pública profissio-
nalizante.
-Autorizar, e
favorecer a
implementação
do.ensino pro-
fissionalizante
pós-médio, a
partir de 2007.
-Em 2006 cons-
truir salas na
E.M. José Pedro
Filho.
-Se necessário
em 2006 a EM.
Rosalino Mar-
ques voltar a
funcionar em 2
turnos.
-A partir de 2006,
oferecer o EJA
diferenciado que ||
Diagnóstico Prioridades | Objetivos Metas [Ações
-Salas cheias. -Adequar tumos |-Evitar a extinção | -Apontar estra- |-Promover entro-
-Falta de vagas |matutino e ves- |da escola Dr. tégias buscando | samento entre os
nas Escolas: pertino para o Cristiano Otoni. |métodos, para | profissionais da
José Pedro Fi- l|EJA. “Melhorar a atrair os alunos | educação infantil
lho; Rosalino -Especialistas qualidade do para o seu zone- | e do ensino fun-
Marques. mais frequentes | atendimento. amento, não damental para
conhecimento da
realidade.
-“Comprometi-
mento, engaja-
mento de todos
na concretização
dos objetivos e
metas.
-Reestruturar a
política já exis-
tente de ofertas
de vagas.
-No EJA melho-
rar a estrutu-
ração do curso e
ampliar o aten-
dimento para
idosos.
-Estruturar as es-
colas para aten-
der a demanda
em tempo inte-
gral.
41
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
atenda os ido-
sos.
-A partir de 2006,
estudar as possi-
bilidades para
atender os alu-
nos em tempo
integral.
- Criar espaços
de cultura e lazer
para todos.
- Organizar
turmas conforme
legislação
vigente, preferen-
cialmente que
não ultrapasse
25 alunos.
- Oferecer moni-
tores capaci-
tados para
atender aos
alunos
portadores de
necessidades
especiais.
- Secretaria
Municipal de
Educação
elaborar e
estruturar
estratégias de
atendimento aos
alunos com
necessidades
educacionais
especiais ( sala
de recursos,
psico
pedagogas,
profissionais da
área saúde,
equipe
multidisciplinar.
42
“tTevtTwvvvowo.-.s..weelc.ll o
Rede Física - Ensino Fundamental - Municipal
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
Diagnóstico |Prioridade [Objetivos [Metas Ações =
-Inadequada: |-Construção, am-|-Melhorar a es- |-Adequar o espa- | -Aquisições de
Falta de Biblio- |pliação, manu- |trutura e o am- ço físico das novos equipa-
teca, banheiros |tenção e refor- biente escolar. escolas a curto |mentos e manu-
para funcioná- | mas nas escolas | -Garantir a segu- | prazo. tenção dos já
rios. municipais: rança e bom fun- |-Reestruturar os |existentes.
-Falta de ade-
quação das es-
colas para rece-
ber os alunos
portadores de
necessidades
especiais.
-Falta de salas
de informática
atuante/Internet.
-Falta de quadra
de esportes, la-
boratórios e sa-
las de vídeo em
algumas esco-
las.
“Espaços físicos
existentes na
escola sem ma-
nutenção.
-Salas, banhei-
ros e bebedou-
ros inadequados
à educação in-
fantil.
- Instalação hi-
dráulica precária.
- Cozinhas pe-
quenas.
-Salas peque-
nas e pouco ven-
tiladas.
-Falta de segu-
rança.
“Espaços ina-
dequados para
(quadras, salas,
banheiros, te-
lhados, biblio-
tecas.)
“Colocação de
forros, pinturas
externa e inter-
na.
“Muros e alam-
brados nas esco-
las Municipais.
-Aquisição de
ventiladores e
cortinas, fax,
xerox, impres-
soras matriciais,
aparelho de som
com microfone,
DVD e antena
parabólica.
“Informatização
em rede com
acesso à Inter-
net.
-Colocação de
grades em
janelas e portas.
-Instalação de
rede telefônica.
-Solucionar o
problema de falta
de tratamento
da água da Zo-
na Rural.
-Criação de es-
paço adequado
para aconteci-
cionamento dos
equipamentos.
“Inserir a escola
no mundo glo-
balizado.
-Atender com
qualidade o au-
mento da de-
manda escolar.
prédios escola-
res a curto e
médio prazo.
-Melhorar o as-
pecto físico a
partir do 2º se-
mestre de 2005.
-A partir do se-
gundo semestre
de 2005:
Ampliação da
Escola José Pe-
dro Filho;
“Reformar as
escolas: José
Pedro Filho,
Santo Antônio da
Barra, Dr. Cristi-
ano Otoni e Alice
Lobato Martins;
-Reformar as
quadras das es-
colas: José Elias
da Costa, Isabel
Gomes Teixeira,
José Pedro Filho
e Alice Lobato
Martins;
-Pintura em to-
das as escolas
municipais.
-A partir do 2º
semestre de
2006, reforma da
Escola de Matos.
- Adequar o
-Realização de
eventos pela es-
cola com parce-
ria da comuni-
dade.
-Destinar verbas
públicas para
adequação e
manutenção da
rede física, das
escolas, através
da Secretaria
Municipal de
Educação.
- Aquisição de
equipamentos e
materiais peda-
gógicos e es-
colar para todas
as escolas.
43
F 8) Eu
a ÇÕÕ=)
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
merenda.
mentos sociais.
espaço para
receber
portadores de
necessidades
especiais.
- Construir
quadras cobertas
para a prática de
esportes.
- Conservação e
manutenção dos
equipamentos de
cozinha.
- Manutenção e
reforma da rede
física.
- Criação de um
sistema de
segurança para
todas as escolas
| do município.
Formação Continuada - Ensino Fundamental - Municipal
Faculdade.
[Diagnóstico Prioridade Objetivos Metas Ações
| 1
-Hoje existe um |-Oferecer bolsas |-Habilitar todos “Incentivar -SME oferecer
convênio de bol- | de estudos inte- los professores e [módulos de as parcerias para
sas parciais e | grais para os funcionários da | formação. o atendimento.
integrais para cursos. Rede Municipal. |-Promover
professores e cursos de pós-
funcionários na graduação e
extensão.
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CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
Valorização dos Trabalhadores em Educação - Ensino Fundamental -
Municipal
[Diagnóstico Prioridades Objetivos Metas Ações
-Houve um au- |-Reajuste sala- | Valorizar ein- |-Revisão do Pla- |-Criar o Sindicato
mento de 15%,
com previsão de
mais 15% ainda
para 2005.
-Instabilidade de
investimentos
pedagógicos.
-Falta de ampa-
ro legal.
-Má distribuição
de verbas desti-
nadas à valori-
zação dos pro-
fissionais.
-Atendimento
precário do psi-
cólogo, Fonoau-
diólogo e Nutri-
cionista.
rial com data
base.
-Unificação do
salário em nível
federal.
“Igualdade de
salários para
contratados e
efetivos.
-Ticket alimen-
tação.
“Criação de um
Sindicato dos
Professores de
Pedro Leopoldo.
“Maior número
de especialistas
nas Escolas.
centivar os tra-
balhadores em
educação.
“Melhorar a qua-
lidade de vida e
a satisfação dos
profissionais em
Educação
(convênios
médicos e
odontológicos
para todos os
profissinais).
“Utilizar adequa-
damente as ver-
bas da educa-
ção.
-Garantir e res-
peitar os direitos
dos profissio-
nais.
no de Carreira
juntamente com
a elaboração do
Estatuto do Ma-
gistério até de-
zembro de 2005.
“Revisão da le-
gislação exis-
tente a curto pra-
zo.
“Implantação do
Plano de saúde
e do Ticket
alimentação.
“Revisar o Plano
de Carreira.
- Revisar as
atribuições para:
secretárias,
assistentes e
auxiliares
administrativos.
- Redução da
carga horária de
auxiliares
administrativos e
secretários de
35 horas para 30
horas.
- Revisão salarial
de diretores e
vice-diretores.
dos professores
de Pedro Leo-
poldo.
-Assinatura de re-
vistas pedagó-
gicas e jornais.
“Dar o aumento
de 15% prome-
tido.
“Valorizar o pro-
fessor que tem
curso superior e
atua na Ed. In-
fantile de 1º a
4'série.
“Implementar leis
que faça concre-
tizar as metas.
-Criar parcerias
comaS.E.E.
para oferecer as
habilitações do
Veredas — II.
45
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
Outros — Ensino Fundamental - Municipal
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
Diagnóstico |
Prioridade
Objetivos
Metas
Ações
“Transporte de
alunos é o mes-
mo dos profes-
sores e estes
ficam ociosos
na escola espe-
rando e com
isso perdendo
aulas na facul-
dade.
-“Descontinuida-
de dos Projetos
Educacionais de
uma adminis-
tração para ou-
tra.
-Projetos:
Positivo, Hora do
Conto e Labo-
ratório Sensorial
parados.
“Regimento ina-
dequado.
“Transporte para
professores e
funcionários.
-Assegurar o
cumprimento das
leis que definem
os gastos
administrativos
como manuten-
ção e desen-
volvimento do
ensino.
“Manter o que foi
conquistado.
-Ajustar o que
não estava dan-
do certo para
maior eficácia.
-“Reduzira C.H.
ociosa do pro-
fessor na escola.
-Garantir mobi-
lização do Con-
selho Municipal
de Educação e
Controle Social
do FUNDEF
para exercerem
a fiscalização
necessária.
-Garantir as me-
tas dos Planos
Plurianuais
vigentes, nos
próximos dez
anos, a previsão
do Suporte fi-
nanceiro às
metas cons-
tantes do PDE.
-Oferecer um
ensino mais
diversificado as
demandas so-
ciais, culturais e
tecnológicos.
l
a
De imediato:
“Criar uma inde-
pendência do
transporte do
professor e dos
alunos.
-Fortalecer a
Educação atra-
vés de uma
ação política
preocupada em
administrar o
dinheiro público.
-Próximo ano re-
pensar a reto-
mada dos pro-
jetos.
-A partir de
2006 implanta-
ção da forma-
ção continuada
para todos as
profissionais
-Atuação perma-
nente dos traba-
lhadores da
educação, nas
questões que
englobam o seu
cotidiano admi-
nistrativo e da
sua cidadania.
-Atuar permanen-
temente e com
competência na
Educação tendo
em vista a
responsabilidade
com o progresso
do Município.
-A Prefeitura e a
SME se respon-
sabilizem para o
cumprimento das
metas e ações.
46
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3.3 EDUCAÇÃO ESPECIAL - REDE PARTICULAR
Currículo - Rede Particular - Educação Especial
com o conteúdo
interdiciplinar,
contextualizado
e flexível. O
mesmo não
acontece nas es-
colas onde os
ex-alunos estão
vidualidades de
cada aluno/Pla-
no de desen-
volvimento in-
dividual (PDI).
-Acrescentar no
plano curricular
atividades diver-
renças e aten-
dendo às pri-
oridades dos
alunos.
- Formar
cidadãos
leitores.
Inclusão familiar
e Inclusão no
mercado de tra-
balho.
“Capacitação
contínua do pro-
fessor.
“Envolvimento
Diagnóstico! | Prioridade Objetivos Metas Ações
Realidade
-O Currículo é -Adaptações -Garantir edu- |-Possibilitar o |-Elaboração e
baseado nos curriculares de |cação de qua- |desenvolvimento |análise dos
PCNs e adap- acordo com a lidade para educacional ga- |PDlIs.
tado à escola- demanda, aten- |todos, respei- rantindo a in- |-Conselhos de
ridade especial | dendo às indi- tando as dife- |clusão escolar, | classe semestral.
-Adaptações cur-
riculares como
parte da rotina,
dando ênfase às
prioridades do
aluno. Ação con-
junta da insti-
tuição com a
matriculados e sificadas como: da família na de- | comunidade.
aqui, ainda en- | dança, canto, e finição dos PDis.
contramos pro- | outras que pres- “Incentivar e criar
fissionais com |supõem habi- bibliotecas
dificuldades em |lidades espe- ambulantes e ou
atuar com o cur- |cíficas. comunitárias.
rículo — flexibi-
lizado.
Avaliação — Rede Particular - Educação Especial
Diagnóstico/ | Prioridade Objetivos Metas Ações
Realidade
-Avaliação de |-Acompanhar a |-Favorecer a a- -Aprimorar as -Parcerias com
qualidade diag- [aquisição de valiação conti- | adaptações cur- |as escolas co-
nóstica e conti- |habilidades e nua e processual |riculares. Buscar |muns.
nua. competências dos alunos. por uma visão -Aprimorar as
dos alunos. -Direcionar o tra- |e acompanha- [avaliações de
balho mediante o
resultado.
-Constatar o de-
sempenho do
mento holísticos
dos alunos.
acordo com os
PCNs.
-O professor
deve se auto
47
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aluno.
-Reavaliar edu-
cando e edu-
cador.
avaliar continua-
mente.
Gestão - Rede Particular - Educação Especial
Diagnóstico Prioridades Objetivos Metas Ações
-Tendência a -Retomar o con- |-Garantir edu- |-Buscar pela “Criação do Co-
uma gestão par- |ceito de gestão | cação de quali- gestão partici- legiado ajustado
ticipativae de- |participativa. dade para todos. | pativa e demo- |ao Estatuto da
mocrática. No |-Intensificar o -Garantir os di- |crática. associação.
entanto, não há |trabalho de de- |reitos, a vida dos |-Garantir a atu- -Ouvidoria.
consenso entre | senvolvimento alunos. alização técnico-|-Propor a criação
os colaboradores | pessoalfprofis- | -Garantir a satis- |científica dos de equipe multi-
sobre o que seja |sional e de equi- | fação do cliente. serviços. disciplinar na
gestão partici- |pes. -Maior divulga- | SME para ser
pativa. -Ampliar a parti- ção e conscien- | responsável pela
cipação junto à tização do tra- | Educação Espe-
sociedade. balho para a cial no Município.
sociedade. -Propor ativida-
des que refor-
cemo trabalho
em equipes.
-Ampliar as par-
ceriase o en-
volvimento das
famílias.
48
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Atendimento da Demanda - Rede Particular - Educação Especial
Diagnóstico Prioridades Objetivos Metas Ações
“Público alvo de- |-Aprimorar o -Atender a clien- |-Tomar-se um |-Estabelecer e
finido: pessoas |atendimento às |tela da APAE |Centro de Refe- |fortalecer parce-
com deficiência | necessidades da | para melhoria da |rência em Edu- | | rias com escolas
mental; pesso- |Clientela. qualidade de cação Especial. | comuns e SME.
as com outras
deficiências e
crianças com até
3 anos expostas
a situações de
risco.
-A demanda é
constante e é
maior que a
oferta.
-Atendimento
educacional com
apoio especia-
lizado satisfa-
tório.
“Garantir a parti-
cipação e capa-
citação da fami-
lia no atendi-
mento.
“Informar à co-
munidade em
geral, quem é o
público alvo da
instituição.
vida e inclusão
social.
“Implementar a
jornada escolar
ampliada para
quem dela ne-
cessitar.
“Colaborar para
a educação in-
clusiva nas es-
colas comuns
para os alunos
com necessi-
dades Educa-
tivas especiais,
que não se
caracterizam
como público
da APAE.
-Compor a rede
de atendimento
educacional do
Município.
-Contribuir para
o trabalho em
rede junto às
demais políticas
públicas em
desenvolvimento
no Município.
49
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Parte Física (salas, equipamentos, Materiais...) - Rede Particular —
Educação Especial
Diagnóstico
Prioridades
Ações
-A estrutura é
boa, adaptada,
mas precisa de
manutenção
constante.
“Manutenção
dos equipamen-
tos: parquinho,
cadeiras de ro-
das, computa-
dores, etc.
-Agilizar as re-
formas previs-
tas:
entrada/saída de
veículos, cober-
tura da quadra,
restaurar a pis-
cina, adapta-
ções nos demais
corredores e ba-
nheiros.
-“Garantir a segu-
rança dos clien-
tes e funcio-
nários.
Objetivos Metas
“Manter a es-
trutura física e
equipamentos.
“Melhorar aten-
dimento às ne-
cessidades dos
alunos e funcio-
nários garan-
tindo atendi-
mento com qua-
lidade.
-Garantir recur-
sos para manter
a estrutura ade-
quada.
-Cumprir os pa-
drões de aces-
sibilidades.
“Melhorar a es-
trutura física.
-Atualizar as a-
daptações ne-
cessárias.
“Proporcionar
um trabalho sa-
tisfatório para
todos.
- Conservação e
manutenção dos
equipamentos
de cozinha.
- Manutenção e
reforma da rede
física.
“Considerar ne-
cessidades in-
dividuais e co-
letivas para re-
alizar adapta-
ções de grande
porte.
“Buscar recursos
financeiros atra-
vés de projetos
e parcerias
50
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Formação Continuada - Rede Particular - Educação Especial
Diagnóstico Prioridades Objetivos Metas Ações
-Professores ha- |-Capacitação “Melhorar a for- |-Mantereapri- |-Apresentação
bilitados em cur- | continuada e mação e infor- |morara quali- idos trabalhos e
so de extensão | específica. mação do pro- | | dade do trabalho | seus resultados
em educação fessor e técni- através da for- | em eventos ci-
especial. cos. mação continua- | entíficos.
-Capacitação -Garantir a in- [dados profis- -Publicação de
contínua em tervenção es- |sionais. trabalhos cienti-
serviço. pecífica e eficaz. ficos.
-90% dos pro- -Participação em
fessores com Congressos, cur-
graduação ou sos, outros.
em graduação
superior.
—
Valorização dos Trabalhadores em Educação - Rede Particular —
Educação Especial
Diagnóstico
Prioridades
Objetivos
Metas
Ações
-Baixa remune-
ração.
-Reconhecimen-
to da disponibi-
lidade e envol-
vimento dos fun-
cionários com a
causa da pessoa
com deficiência.
-Atualizar O sa-
lário dos funcio-
nários.
-Estimular a bus-
ca de atualiza-
ção nas diversas
áreas.
“Reduzir a rotati-
vidade do qua-
dro de funcio-
nários.
“Garantir melhor
qualidade do tra-
balho dos profis-
sionais.
“Reorganização
da estrutura ins-
titucional.
-Promover jor-
nadas e cursos
de atualização
para os profes-
sores do Munici-
pio.
-Criação de um
veículo de co-
municação para
publicar os tra-
balhos, pesqui-
sas e resultados
alcançados pe-
los profissionais.
51
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3.4 EDUCAÇÃO INFANTIL - ENSINO FUNDAMENTAL — ENSINO MÉDIO - REDE
PARTICULAR
Currículo
Diagnóstico Prioridades Objetivos Metas Ações
-Está de acordo |-Preparar o indi- |-Capacitaro a- |-Decorrer do “Integração cor-
com as necessi- | víduo para de- |luno para de- | plano decenal. | po docente, di-
dades dos alu- |senvolver suas |senvolver vari- |-Aperfeiçoaro |reção, Espe-
nos e os PCNs. | competências e | ados recursos, a |planejamento. | |cialistas e ór-
-Currículo defa- | habilidades. criatividade, me- | Implantar ativi- |gãos compe-
sado. -Criticidade. lhorar a capa- |dades esporti- |tentes.
-Segue a legis- |-Atender às ne- | cidade de racio- |vas. -“Capacitação
lação vigente, | cessidade indi- | |cínio. -Flexibilizar a dos profissio-
quanto ao con- |viduais dos alu- |-Conscientiza- | carga horária de | nais.
teúdo e carga |nos. ção da realidade | acordo com a -Eventos cultu-
horária. -Observar e diag- | que vive. proposta peda- |rais.
-Parte diversi- |nosticar as dífi- | -Propiciar gógica daes- |-Projetos peda-
ficada: culdades indivi- |aprendizagem | |cola. gógicos.
Logosofia e duais, para rea- |de conheci- -Oferecer em -Apoio de biblio-
Língua Inglesa. |lizar trabalho mentos gerais, |turno diferente |grafia paradidá-
Em Educação |específico que | destinados mais opções tica e cursos.
Artística, ofere- |leveo aluno a |à formação para a formação |-Recursos
ce iniciação à vencêas. acadêmica e do aluno nos | |tecnológicos:
música (flauta |-Aplicar aspectos | profissional fu- |aspectos biopsi- | vídeo, aparelhos
doce). da Pedagogia lo- | tura. coespiritual de som retro-
gosófica no cum- |-Propiciar a “Funcionamento | projetor, etc.
primento de seus |aprendizagem |em horário inte- |-Festas na es-
objetivos. e cultivo de gral. cola com a parti-
conhecimentos |-Oferecer cur- cipação da co-
e Conceitos bá-
sicos para for-
mação integral
do aluno (as-
pectos biopsico-
espiritual).
sos regulares
para os docen-
tes conhecerem
mais a Peda-
gogia Logosó-
fica.
munidade.
“Exposições dos
trabalhos culmi-
nando os proje-
tos pedagó-
gicos.
-“Reuniões de
pais, cursos
para os pais e
docentes.
52
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Avaliação — Rede Particular
Diagnóstico Prioridades Objetivos Metas Ações
“Continua e -Detectar os pro- |-Recuperação |-Priorização do |-Mudança do
diagnóstica pa- |blemas no pro- |mais eficaz e | conhecimento e | método de ava-
ra sondagem do |cesso ensino- |retenção do não a consta- |liação.
conhecimento aprendizagem. |aluno,se neces- |tação dos pro- |-No decorrer do
do aluno. “Modificação do |sário. blemas. Plano Decenal.
“Mecânica. Sem |conceito de -Solucionar os | -Dar suporte aos | -Maior envolvi-
efeito. recuperação/re- | problemas en- |alunos. mento com o
-Avaliação con- |provação. contrados pelos |-Auto-avaliação | conteúdo.
tinua pelo do- |-Oferecer ao alunos. do docente. -Parceria escola/
cente com re- [aluno condições |-Averiguar o “Estratégias de |família.
gistros das ob- |de vencer suas |nível do conhe- |estudo. -Exercícios ava-
servações. dificuldades por | cimento. -Elevar o índice | liativos, pesqui-
-Auto-avaliação |si mesmo. -Participação de aproveita- |sas, trabalho em
atribuição de -Propiciar meios | consciente do |mento das au- |equipe, entre-
conceitos em
substituição aos
pontos.
para o aluno
saber se apren-
deu ou não o
que foi ensina-
aluno em seu
processo de
aprendizagem.
-Desenvolver as
las, mediante o
desenvolvimento
das aptidões
para aprender.
vistas, anota-
ções, plano de
combate às de-
ficiências psico-
do. faculdades men- lógicas obser-
tais e sensíveis vadas.
do aluno.
Gestão - Rede Particular
Diagnóstico | Prioridades | Objetivos | Metas Ações
-Democrática. -Ampliação dos |-Trabalhar em -Decorrer do “Integração fa-
“Falta de coope- | funcionários equipe. Plano decenal. |mília/escola.
rativismo nas | especializados. -Homogenização | -Troca de prá- | |-Reciclagens, e-
escolas. “Elaborar metas | do sistema. ticas e conhe- ventos, oficinas,
-Direção admi- |e objetivos em cimentos. palestras.
nistrativa e pe-
dagógica é rea-
lizada pelos
sócios-proprie-
tários.
-As ações peda-
gógicas são de-
finidas com a
participação de
todos os do-
parceria.
-Cumprir e fazer
cumprir a pro-
posta pedagó-
gica da escola.
-Manter seus ob-
jetivos iniciais.
-Tornar possível
a absorção da
escola pela
Fundação Lo-
gosófica em prol
da Superação
Humana, trans-
formando-a em
um Colégio Lo-
gosófico, e fa-
-Estudos de Lo-
gosofia pelos
administradores.
-Promoção de
palestras e cur-
sos de Logoso-
fia paraa co-
munidade em
geral.
-Intensificar os
53
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centes. zer parte do Sis- | vínculos entre a
tema Logosófico | escola e a Fun-
de Educação. | dação Logosó-
-Ter docentes fica.
que estudem
logosofia.
Atendimento à demanda — Rede Particular
Diagnóstico | Prioridades | Objetivos | Metas Ações
-Clientela do -Aumentar a de-|-Melhorar o a- |-Curto prazo. -Reivindicar aos
próprio bairro, manda. tendimento. “Melhorar o ní- |órgãos compe-
com alguns dos |-Turmas redu- |Melhor capaci- |vel de aprendi- |tentes. Turmas
bairros próxi- zidas. tação, plane- |zagem e avalia- | reduzidas.
mos. -Enfatizar a rea- |jamento e ava- |ção. Manter a qua-
“Razoável. lidade do aluno. | liação. -Duplicar o nú- | lidade de en-
-A escola tem |-Manter turmas |-Oferecer condi- | mero de alunos |sino da escola e
poucos alunos,
está abaixo de
sua capacidade
atual.
com número re-
duzido de alu-
nos(no máximo
15, em Educa-
ção Infantil e
20 no Ensino
Fundamental),
para que do-
cente possa
realizar um bom
trabalho.
“Continuar e
ampliar o apoio
da família e do
aluno.
ções a docentes
e alunos de
cumprir com os
objetivos da
proposta peda-
gógica da es-
cola.
já no próximo
ano.
-Oferecer as sé-
riesde5a 8º,
do Ensino Fun-
damental con-
forme prescreve
seu regimento
escolar, em
futuro próximo.
!
o ambiente de
alegria, tranqui-
lidade, afeto e
elaboração dos
projetos peda-
gógicos plane-
jados e futuros.
-Divulgar mais
a escola.
Parte Física (salas, equipamentos, materiais...) - Rede Particular
Diagnóstico | Prioridades Objetivos Metas Ações
-Aumentar salas | -Videoteca e “Valorização dos | -Decorrer do “Integrar aluno
e biblioteca. quadra espor- |trabalhadores Plano Decenal. |ao esporte e lite-
-Não atende a tiva. em educação. |-Maior verba pa- |ratura.
demanda. -Ampliação, -Atender a de- |ra a adequação. |-Reivindicar aos
-Atualmente em | adaptação para | manda de alu- -Adquirir a sede | órgãos compe-
prédio alugado, |alunos com nos. própria da esco- |tentes.
o espaçofísico [necessidades |-Atender às ne- |la. -Governamen-
54
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atende à deman-
da mas não é o
ideal.
-A escola conta
com equipa-
mentos e mate-
riais necessá-
rios ao trabalho
especiais.
“Transformar o
ambiente ade-
quado à apren-
dizagem dos
alunos: alegre,
saudável, con-
fiável seguro e
cessidades pe-
dagógicas e de
vida dos alunos,
docentes e de-
mais funcioná-
rios da escola.
- Conservação e
manutenção dos
equipamentos
de cozinha.
- Manutenção e
reforma da rede
física.
tais.
“Trabalho de e-
quipe com cola-
boração de to-
dos: alunos, do-
centes e fami-
liares, na ade-
quação do espa-
docente que rea-| atrativo. ço físico atual.
liza.
Formação Continuada — Rede Particular
Diagnóstico Prioridades Objetivos Metas Ações
-Fora da realida-
de. Não é ofere-
cida pela escola,
por falta de con-
dições,; apenas
no aspecto da
pedagogia logo-
sófica, a escola
pode oferecer
formação, com
apoio da Funda-
ção Logosófica.
“Mudar meios de
avaliação, valori-
zando as tradi-
ções.
“Oferecer aos
docentes condi-
ções de ampliar
sua formação
pedagógica.
“Manter e até
superar a atual
qualidade peda-
gógica da es-
cola.
-Ter docentes
com formação
de 3º grau;
-Oferecer aos
docentes cursos
regulares sobre
a Pedagogia
Logosófica.
-Rever a forma-
ção continuada.
“Trabalhar para
a escola crescer
em número de
alunos, divulgan-
do seu trabalho.
Valorização dos Trabalhadores em Educação — Rede Particular
Diagnóstico Prioridades Objetivos Metas Ações
-Salário baixo. “Melhoria sala- |-Valorizar os -Com urgência. |-Reivindicar aos
-Falta de curso (rial. funcionários da |-Melhoria de sa- | órgãos compe-
de capacitação
para os profis-
sionais.
“Falta de valori-
zação.
“Valorização hu-
maniística de to-
“Formação con-
tinuada para to-
dos os funcio-
nários.
-Ajuste finan-
ceiro, o que
influenciará
área de educa-
ção.
-Garantir a satis-
fação profissio-
nal para que
possa trabalhar
em uma só ins-
lários e condi-
ções de traba-
lho.
-Aumentar o
salário de todos,
e oferecer con-
dições para
tentes.
-Reciclagem,
motivação.
-Divulgar a es-
cola, fazendo-a
crescer;
-Oferecer cursos
55
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dos os envol-
melhor desem-
tituição.
que busquem
a todos dentro
vidos no traba- | penho. -Ter um ambi- | seu crescimento | da Pedagogia
lho educacional, | Oferecer condi- lente adequado a | como profissio- Logosófica.
propiciando um |ções parame- | uma escola. nais e como se-
ambiente de lhor desempe- res humanos.
afeto, respeito e inho.
colaboração en- |-Oferecer condi-
tre todos. ções para que o
“Remuneração |trabalhador em
aquém do mer- | educação possa
cado. valorizar-se,
sem esperar dos
demais o reco-
nhecimento por
seus serviços.
-Oferecer condi-
ções materiais e
morais para que
possam realizar
suas tarefas
com gosto.
Outros - Rede Particular
Diagnóstico | Prioridades [ Objetivos Metas Ações
-Escola pública |-Ações em con- -Educação. “Unificação das “Intercâmbios,
e particular se |junto. escolas. gincanas, feiras
divergem. e eventos cul-
turais.
3.5 ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO - REDE ESTADUAL
Currículo
Diagnóstico |Prioridades | Objetivos Metas [o Ações
“Currículo teó-
rico.
-Currículo dando
maior ênfase a
Português — Ma-
temática.
“Dentro do muni-
cípio o currí-
-Intervenção pe-
dagógica para
criar oficinas e
projetos.
“Incluir ativida-
des lúdicas.
-Professor espe-
cializado para
culo é diferen- |arte e música,
-Ajustar e ade-
quar o currículo
à legislação.
“Formar cida-
dãos críticos e
participativos.
“Eliminar a de-
fasagem do
ensino-apren-
-Ão longo dos
10 anos o cur-
rículo deverá
estar de acordo
com os PCNs.
“Implantar as a-
tividades diver-
sificadas e lúdi-
cas a partir de
-Envolver fami-
lias.
-Efetivar parce-
rias.
“Integração e
parcerias do
corpo docente e
discente e ór-
gãos compe-
56
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
ciado.
-Inadequado à
realidade.
-Excesso de
conteúdos.
-Os métodos uti-
lizados no pro-
cesso de alfabe-
tização não al-
cançam os obje-
tivos propostos.
- À defasagem
dos alunos ofi-
undos das
séries iniciais
(Progressão
continuada, im-
possibilita o
desenvolvimen-
to do currículo
das séries
posteriores).
recuperador e
de informática.
“Promover inter-
câmbio entre as
escolas de 1º à
42 séries visan-
do manter par-
cerias.
-Privilegiar a es-
crita e a leitura
como instru-
mento para a
produção de
conhecimento.
-Ensino de
mais uma
língua.
-Currículo notur-
no adequado às
necessidades
do aluno.
“Implantar cen-
tro linguístico
em nível muni-
cipal.
“Unificação de
um currículo
para o muni-
cípio.
-Criação de es-
paço físico para
aulas práticas
de Educação
Física — Centro
Esportivo.
“Incluir múltiplas
linguagens no
currículo.
dizagem.
-Implantar a in-
clusão social.
-Dar autonomia
à escola para
elaborar o cur-
rículo.
“Levar a comu-
nidade à parti-
cipação.
-Ampliar as pos-
sibilidades de
compreensão do
aluno.
-Qualificar e
adequar o aluno
ao mercado de
trabalho.
-Valorizar e in-
centivar as ar-
tes.
-Respeitar a
regionalização.
-Equipar o en-
sino público e
privado.
“Introduzir no
currículo do se-
gundo grau dis-
ciplinas de qua-
lificação para o
trabalho.
2006.
“Eliminar a eva-
são e ainfre-
quência em
números signi-
ficativos a curto
prazo.
-Em 2006, criar
o núcleo muni-
cipal de línguas.
-Ão final de ca-
da ano discutir
com a comu-
nidade o cur-
rículo.
-A curto prazo,
criar oficinas e
laboratórios pa-
ra aulas práti-
cas.
-A partir de
2005, estudar as
possibilidades
da unificação
os parâmetros
curriculares nas
escolas públi-
cas.
-A partir de
2006, disponibi-
lizar professo-
res com qualifi-
cação em arte e
música.
-A partir de
2006, adaptar
a parte diversi-
ficada do cur-
rículo com dis-
ciplinas de qua-
lificação básica
para o trabalho.
“Incentivar e
criar bibliotecas
ambulantes e ou
| comunitárias.
tentes.
“Colocar em prá-
tica o diagnós-
tico da realidade
da comunidade
escolar.
-Reformular e
unificar curri-
culo em nível
municipal.
-Realizar ativi-
dades utilizando
diferentes recur-
sos para produ-
ção de conheci-
mentos.
-Mobilizar co-
munidades e
políticos para
importância e
valorização da
educação.
-Aquisições de
mobiliários equi-
pamentos para
laboratórios e
oficinas.
-Reuniões, en-
contros e semi-
nários para dis-
cussões do cur-
rículo.
57
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CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
Avaliação — Rede Estadual
| Diagnóstico | Prioridades | Objetivos | Metas Ações
Gestão —- Rede Estadual
[Diagnóstico | Prioridades Objetivos Metas Ações
-Em algumas es-|-Ter mais auto- |-Dar oportuni- |-A curto prazo |-Divulgação de
colas o colegi-
ado tem partici-
pado efetiva-
mente.
-Falta de auto-
cer as funções.
colha de direto-
ria ineficaz.
-Interferência do
Estado nas deci-
sões da escola.
-Falta de apoio
financeiro do
município e do
Estado para rea-
lização de pro-
jetos sociais.
-SEE com muito
marketing e pou-
ca ação divul-
gando obriga-
ções como se
fossem ações.
“Centralização
de ações por
falta de funcio-
nários.
-Escolas reali-
zando trabalhos
em equipes com
democracia, di-
cipação.
nomia para exer-
-Processo de es-
namismo e parti-
nomia adminis-
trativa.
-Condições para
investir na capa-
citação dos pro-
fissionais da
educação.
-Maior número
de especialistas
e liberação do
psicólogo na es-
cola.
-Apostilamento
após 02 man-
datos de 04 a-
nos.
-Vice-diretor pa-
ra escola que
funciona em 02
turnos.
“Maior assistên-
cia ao Diretor
nas suas reais
necessidades.
-Criar conselhos
para orientar
alunos com pro-
blemas discipli-
nares.
“Inserir pais e
alunos na avalia-
ção institucional.
dade do diretor
avaliado satisfa-
toriamente pela
comunidade es-
colar, continuar
no cargo.
-“Democratizar a
escola com vi-
são de um futuro
promissor.
“Promover a de-
mocratização do
ensino.
-Retornar com
os momentos
para discussão e
debates dentro
da carga horária
de trabalho.
“Melhorar o
funcionamento
da escola.
“Oferecer um
ensino de qua-
lidade.
“Valorizar, mo-
tivar, integrar,
socializar o tra-
balho da esco-
la.
“Maior autono-
mia, adminis-
trativa, financei-
ra e pedagó-
gica.
tornar a gestão
mais participa-
tiva.
-Envolver a curto
prazo maior
atuação do
colegiado.
-Até 2007, incluir
os pais no pro-
cesso de avalia-
ção da escola.
-No próximo pro-
cesso de esco-
lha de diretor, in-
cluir mudanças
nas regras.
“Estar atento e
adequar a reali-
dade às mudan-
ças sociais.
“Investir no so-
cial através de
ações na educa-
ção.
“Eliminar os dis-
cursos vazios e
realmente prio-
rizar a educa-
ção.
ações, transpa-
rências nas de-
cisões.
“Realização de
planejamento
para a educação
procurando ouvir
todos os seg-
mentos da co-
munidade esco-
lar.
-Fazer cumprir
as prioridades e
ações deste do-
cumento.
-Solicitar junto à
SEE, via cole-
giado, mudan-
ças no processo
de escolha de
diretor.
“Criar comissões
com respaldo
para desempe-
nhar com efi-
cácia as suas
atribuições.
-Cursos de ca-
pacitações para
melhor desem-
penho dos ges-
fores.
-Criar momentos
para trocas de
experiências.
58
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
-Criar condições
para manter um
bom relaciona-
mento da escola
com a comuni-
dade.
Atendimento à demanda - Rede Estadual
Diagnóstico
Prioridades
Objetivos
Metas
Ações
-Clientela com
movimentação
constante.
-O município
atende a deman-
da de forma sa-
tisfatória.
-Falta de profis-
sionais para as-
sistência aos
alunos neces-
sitados.
-Alunos de baixa
renda, que apre-
sentam baixo
nível sócio-cul-
tural.
-Baixa demanda
com espaços fi-
sicos ociosos
em algumas es-
colas.
“Falta de profis-
sionais qualifi-
cados para aten-
der alunos com
necessidades
especiais.
-Falta de maior
números de es-
colas para aten-
der ao EJA de 2º
|grau.
-Oferecer ensino
de qualidade.
-Promover in-
serção social do
aluno.
-Promover a in-
tegração da es-
cola família.
-Abertura de cur-
sos profissiona-
lizantes pós-
médio.
-Abertura de cur-
sos preparató-
rios para 0 ves-
tibular.
-Abertura de no-
vas turmas no
EJA.
“Reduzir o nú-
mero de alunos
por turma, má-
ximo de 25 alu-
nos para um
atendimento de
qualidade.
-Assegurar o
acesso, a per-
manência e o
sucesso escolar.
-Priorizar o aten-
dimento acadê-
mico da escola.
-Atender o aluno
em tempo inte-
gral.
-Preparar os
profissionais pa-
ra a inclusão.
“Integrar a es-
cola para me-
lhoria da qua-
lidade de vida.
-Preparar o alu-
no para o mer-
cado de trabalho
e ingresso na
faculdade.
-Oferecer ensino
de qualidade e
individualizado.
-Garantir vagas
e um ensino de
qualidade.
-Diminuir as ne-
cessidades bá-
sicas dos alunos
do EJA e 2º
grau.
-Oferecer maio-
res opções para
alunos que não
farão curso
superior.
-Diminuir a 0%,
o índice de eva-
são.
-A partir de
2006, aumentar
o atendimento
do EJA.
“Em curto prazo
criar condições
para oferecer
um aprendizado
pautado na ética
e no cumpri-
mento dos
deveres.
-A patir de 2005,
estudar a flexi-
bilidade quanto
ao número de
alunos por sala.
-Reduzir o de-
semprego ofe-
recendo quali-
ficação.
-Atender as ex-
pectativas e ne-
cessidades da
comunidade em
curto prazo.
-A partir de
2006, implantar
o regime de
tempo integral,
-Parceria entre
Prefeitura Muni-
cipa! e Indús-
trias.
“Implantar cur-
sos técnicos e
profissionalizan-
tes pós-médio.
“Oferecer ofici-
nas com objetivo
de garantir a
permanência e
a auto-estima,
(teatro — traba-
lhos manuais) .
(Tempo inte-
gral).
-Cobrar da SEE
a implementa-
ção das priori-
dades e metas.
“Estabelecer
com a comuni-
dade a priorida-
de de cursos
de acordo com
as necessidades
regionais.
-Disponibilizar
verbas igualita-
riamente entre o
ensino funda-
mental e médio.
59
ê PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
-Transparência
de problemas
familiares e de
outras institui-
ções para dentro
da escola.
-Falta de meren-
da para o ensino
T-Capacitar os
profissionais
para atender os
alunos com ne-
cessidades es-
peciais.
-Oferecer me-
rendas para o
iniciando pela
E. E. Dr. Júlio
César de Vas-
concelos.
- Oferecer
monitores
capacitados
para auxiliar aos
“Organizar co-
missões para
negociar verbas
com os poderes
públicos.
-Viabilizar maior
número de pro-
fissionais para
médio e EJA. EJA e2º grau. alunos as escolas.
- Alto índice de | -Oferecer nas portadores de
crianças e ado- |escolas onde necessidades
lescentes sem | haja espaço fi- especiais.
perspectivas de |sico, horário de
oportunidades. | tempo integral.
Rede Física —- Rede Estadual
Diagnóstico [Prioridades [Objetivos Metas Ações
-Falta de vigias | -Adequar, cons- |-Atender com -A curto prazo |-Parcerias entre,
em todas as es- |truir, reformar e l|eficáciaos alu- |melhorar a rede | SEE e SME pa-
colas.
-A maioria das
escolas preci-
sa de reformas
geral nas insta-
lações elétricas
hidráulicas, pin-
turas em todos
os prédios.
“Construção:
Sala de
multimeios e
quadra para E.
E. Vera Cruz de
Minas;
Cobertura da
quadra, auditó-
rio, laboratório e
biblioteca para a
E.E. Imaculada
Conceição; Ba-
nheiro, um depó-
sito, vestiários,
passeios, uma
equipar todos os
prédios da Rede
Estadual do Mu-
nicípio de Pedro
Leopoldo.
-Ouvir a comuni-
dade escolar
nas suas reais
necessidades.
“Equipar as es-
colas com aque-
cedor solar.
nos inclusive os
portadores de
deficiência.
-Prover a com-
pra de equi-
pamentos bá-
sicos.
-Suprir as ne-
cessidades bá-
sicas da escola.
“Melhorar o
atendimento dos
alunos.
-Dar proteção às
escolas.
-Propiciar ações
educativas pra-
zerosas e diver-
sificadas.
-Conservar o pa-
trimônio público;
-Oferecer maior
conforto e segu-
rança.
física de todas
as escolas da
rede estadual.
-A partir de
2006, autoriza-
ção para con-
tratar vigias.
-A partir de
2005, fazer pla-
nilhas para con-
seguir recursos
junto a SEE.
“Em 2006, equi-
par as escolas
com aquece-
dor solar.
-A partir de
2006, equipar as
escolas com re-
cursos didáticos
e acervos biblio-
gráficos esco-
lares.
- Conservação e
ra viabilizar os
recursos neces-
sários.
“Políticas Públi-
cas a nível Muni-
cipal, Estadual e
Federal com ob-
jetivos claros pa-
ra atender as
necessidades
das escolas.
-Parcerias com
empresas pri-
vadas para via-
bilizar as metas.
“Festas e even-
tos promovidos
pelas escolas,
com envolvi-
mento da comu-
nidade escolar.
60
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
via de acesso,
sala para pes-
quisas e experi-
ências, murais
de cerâmicas
nas salas de au-
la, ampliação da
cantina e da co-
zinha, para E.E.
Pedro Leopoldo.
-Prédios inade-
quados para re-
ceber alunos
com necessida-
des especiais.
“Escolas com
grandes racha-
duras e pisos
estragados.
-Computadores
obsoletos.
“Móveis velhos e
carunchados.
“Recursos didá-
ticos e espor-
tivos insuficien-
tes.
-Falta de bebe-
douros, venti-
ladores, grades
de segurança,
antena parabó-
lica, materiais
para aulas prá-
ticas, xerox.
-Pisos irregu-
lares e afundan-
do.
-Troca de telha-
do e construção
da cobertura da
quadra da E. E.
São José.
-Cantinas sem
equipamentos
adequados.
-Diminuir rou-
bos.
-Economizar
energia elétrica.
manutenção dos
equipamentos
de cozinha.
- Manutenção e
reforma da rede
física.
61
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
“Carteiras velhas
e inadequadas.
-Escolas sem si-
nal sonoro.
-Portas e janelas
estragadas.
“Fechaduras e
maçanetas es-
tragadas.
-Armários sem
portas.
-Construção de
salas para biblio-
teca, laborató-
rios de ciências
e de informática
na E. E. Romero
de Carvalho.
-Acervo biblio-
gráfico e literário
pequeno.
-Construção de
sala de infor-
mática e
multimeios, na
E.E. Dr. Roberto
Belisário Viana.
Formação Continuada - Rede Estadual
Diagnóstico
Prioridades
Objetivos
Metas
Ações
-Poucos cursos
de capacitação
para todos os
profissionais da
educação nas
áreas didáticas/
pedagógicas/hu-
manas/adminis-
trativas.
-Qualidade de
ensino compro-
metida por falta
de capacitação
-Criar cultura de
estudos com as-
suntos diversi-
ficados de ma-
neira que pre-
pare e desen-
voiva a forma-
ção profissional
e humana.
-Promover cur-
sos de curta du-
ração.
-Oferecer outros
-Melhorar a au-
to-estima do pro-
fessor.
-Aperfeiçoar as
habilidades.
-Atender a de-
manda de forma
criativa e dife-
renciada.
-Oferecer uma
educação atual
e de qualidade.
-Promover estu-
-A curto prazo:
oferecer curso
de capacitação e
formação conti-
nuada a todos
os profissionais
e áreas de atua-
ção da educa-
ção.
-Levar os profis-
sionais da edu-
cação a melho-
-Organizar um
calendário de
reuniões men-
sais de acordo
com a SME.
-Fazer parcerias
com instituições
educacionais
para alcance
das propostas.
-Organização
dos órgãos pu-
rar a sua forma- |blicos e suas
82
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
continuada.
“Isolamento es-
pacial. Não exis-
tem momentos
para discussão,
formação, troca
de experiências
e trabalho inter-
disciplinar.
-O Sistema Pú-
blico não ofere-
ce condições e
recursos para 0
profissional fre-
quentar cursos
de capacitação.
-A maioria dos
funcionários têm
licenciatura de
acordo com o
nível de atua-
ção.
-Professores
despreparados
para atender
alunos com ne-
cessidades es-
peciais.
cursos na mo-
dalidade do
VEREDAS.
“Capacitação
para os profis-
sionais em edu-
cação em todas
as áreas.
“Intercâmbio en-
tre todas as es-
colas regionais
para troca de
experiências.
-Salários dignos
que favoreçam o
crescimento pro-
fissional.
-Retorno do ho-
rário das reuni-
des mensais.
“Preparar os
professores para
a Educação in-
clusiva.
dos permanen-
tes e métodos
adequados.
“Melhorar a qua-
lidade do ensino.
-Tomar o profes-
sor pesquisador,
criativo e erri-
quecedor da
prática educa-
tiva.
ção, sua prática,
elevar a auto-
estima em per-
manente atua-
lização.
“Melhoria do
nível de apren-
dizagem dos
alunos a partir
de 2006.
- Realização de
eventos de
formação e troca
de experiência
entre
profissionais de
diferentes redes
do município.
“Conservação e
manutenção dos
equipamentos
de cozinha.
- Manutenção e
reforma da rede
física.
políticas para
atendimento das
prioridades cita-
das.
“Promover even-
tos que motivem
o uso da leitura
no ambiente da
biblioteca.
-Reivindicar jun-
toaos órgãos
competentes
condições e
momentos para
a formação dos
profissionais.
Valorização dos Trabalhadores da Educação — Rede Estadual
Diagnóstico Prioridades Objetivos Metas Ações
-Salários defa- |-Definição de -Garantir a inte- |-Implantar ime- | -Urgência na im-
sados. um Plano de gridade física diatamente o plementação do
-Falta de segu- |Carreira. dos profissionais | plano de cargos | plano de cargos
rança. “Melhoria sala- | da educação. e salários. e salários para
-Atendimento in- |rial com data ba- | Valorizar ere- |-Reestruturar, os profissionais
suficiente do
IPSEMG.
“Falta de vale
refeição.
-Falta de infra
estrutura básica
para exercer o
se e com inde-
xador de reajus-
te.
-Assistência
médica e
odontológica
com qualidade
conhecer o tra-
balho dos edu-
cadores.
-Promover a for-
mação pessoal,
profissional e
auto-estima.
adequar, equipar
e modernizar o
IPSEMG e o seu
atendimento no
município ao
longo de 2005
e 2006.
da educação.
-Conscientiza-
ção política, eco-
nômica e social.
-Modernizar os
sindicatos das
classes repre-
63
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
trabalho.
“Inexistência de
políticas sala-
riais para Os pro-
fissionais da
educação.
“Falta de estímu-
lo, apoio e auto-
nomia.
-Falta de capaci-
tação para os
profissionais da
educação em
relação a edu-
cação inclusiva.
-Falta de defi-
nição de um pla-
no de carreira.
-Jornada dupla
de trabalho para
conseguir condi-
ções melhores
de vida.
“Extensão do
número de dias
letivos.
e em quan-
tidade satisfa-
tória.
-Atenção e aná-
lise da saúde do
professor.
“Reuniões peda-
gógicas perió-
dicas dentro da
carga horária do
professor.
-Material didá-
tico suficiente.
-Reconhecimen-
to profissional.
-“Capacitação e
formação con-
tinuada.
-Condições me-
lhores de traba-
lho.
-Pagamento das
verbas retidas
atualizadas.
-Mais segurança
física.
-Resgatar a dig-
nidade dos edu-
cadores.
-Dar segurança
ao aspecto fi-
nanceiro dos
profissionais.
- Habilitar pro-
fessores.
“Em 2006, dimi-
nuir o número de
dias letivos anu-
ais de acordo
coma LDB.
-“Resgatar ime-
diatamente a
dignidade dos
profissionais da
Educação.
- À partir de Ou-
tubro de 2005,
instalação do
Centro de Refe-
rência Virtual do
Professor.
-A partir do 2º
Semestre de
2006, criar curso
de modalidade
Veredas para
novas habilita-
ções.
“Esclarecimento
sobre o plano de
carreira
estadual.
- Promover
capacitação de
funcionários
negociando o
abono de falta e
custeio.
- Criação de um
sistema de
segurança para
todas as escolas
do município.
- Direito ao
professor de
gozar as férias
prêmio.
“Respeito ao
direito adquirido
pelo servidor.
sentativas.
“Encontros e as-
sembléias para
união da classe.
-Ações reais,
significativas pa-
ra valorização
dos profissionais
da educação.
“Integração da
família.
-“Concurso para
preenchimento
dos cargos.
-Equiparação
dos direitos e
vantagens entre
o efetivo e os
designados.
- Parcerias com
aS.E.E, para
instalação do
centro de Refe-
rência e ingres-
sos de profes-
sores no curso
Veredas.
64
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
3.6 ENSINO SUPERIOR - REDE PARTICULAR
Tendo como referência o trabalho realizado pelas Faculdades o
Diagnóstico Social da Infância e Juventude de Pedro Leopoldo, propõe para
o Plano Decenal Municipal de Educação a implantação de programas de
formação docente, atendimento às crianças, jovens e adultos e programas
de incentivo à cultura para o município.
As Faculdades como instituição de formação superior, poderão ser
articuladas nessas ações, já que possuem infra-estruturas físicas, humanas
e acadêmicas para realizar projetos em parceria com órgãos municipais.
Sugestões:
Atendimento à Demanda
- Expansão da oferta de ensino superior no município para as pessoas
que trabalham com crianças de O a 3 anos, nas creches e em outros
espaços educativos, oferecendo formação específica para atuar nesta
idade de formação;
- Ampliação gradativa da jornada escolar até atingir o horário integral
para crianças de 7 a 14 anos.
Avaliação
- Elaboração de um programa contínuo de avaliação externa do sistema
de ensino municipal, em parceria com as Faculdades Pedro Leopoldo.
Gestão
- Fortalecimento da gestão democrática no ensino municipal com
implantação de programas de mobilização da comunidade;
- Formação dos profissionais;
- Ampliação da autonomia administrativa e financeira das escolas.
65
PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRO LEOPOLDO
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Atendimento à Demanda
Levantamento, mapeamento e monitoramento contínuo de adultos não
alfabetizados e oferecimento de programas de alfabetização que
atendam a esta população;
Atingir a totalidade dos professores com nível superior atuando no
ensino básico;
Incentivar e valorizar profissionalmente a formação dos profissionais
da educação em pós-graduação: especialização, mestrado e
doutorado;
Estabelecer convênios e implementar estágios remunerados para
estagiários em educação na rede municipal.
Formação Continuada
Criação de um programa de formação à distância no município
capitaneado pelas FPL, para atualização e qualificação de
profissionais para as diferentes áreas profissionais;
Formação de profissionais em serviço, especialmente profissionais em
atuação na rede municipal e instituições associadas à rede que
oferecem educação infantil e ensino fundamental. O programa já está
detalhado no projeto de Formação Continuada para Rede Municipal de
Pedro Leopoldo, elaborado pelas Faculdades em março de 2005, a
pedido da Secretaria.
Valorização Dos Trabalhadores Em Educação .
Estabelecer um piso salarial para a categoria;
Elevar o salário atual dos professores e profissionais da educação:
Realizar concursos públicos para todos os cargos da educação,
valorizando a formação profissional e o investimento na área.
Infra-estrutura Urbana
Construção de um ambiente público que possa ser utilizado como
auditório, teatro e ambiente de promoção cultural, tanto pelo ensino
superior como pela educação básica:
- Ampliação e criação de espaços educativos e culturais como:
brinquedotecas, espaços de exposições artísticas;
66
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CEP 33600-000 - ESTADO DE MINAS GERAIS
- Ampliação e descentralização de bibliotecas públicas. Criar bibliotecas
nos bairros.
Programas Sócio-educativos
- Ampliação de parcerias entre Instituição de formação docente (Fa-
culdades Pedro Leopoldo) — empresas da região e escolas de ensino
básico para oferecimento de programas educativos sociais não —
escolares para crianças de 7 a 14 anos, como os programas Holcim
Comunidade e AABB Comunidade. Estes programas sócio-educativos
devem ser vinculados aos currículos escolares e coordenados pelas
próprias escolas, tendo como suporte as instituições formadoras, como
a Faculdade e os Órgãos Municipais de Educação;
- Realização de um programa de inclusão digital para os trabalhadores
de baixa renda e para os jovens. Este projeto pode ser feito numa
parceria Faculdade — Órgão Municipal e empresas.
HISTÓRICO
Criada em 1969, pela Fundação Cultural Dr. Pedro Leopoldo, as
Faculdades Pedro Leopoldo — FPL — é, tradicionalmente, uma instituição de
formação docente. Oferecendo, desde o início, cursos de licenciatura, essa
instituição vem, há 36 anos, formando profissionalmente um público que, em
grande parte, já atua no ensino e cuja proveniência não se limita ao
município de Pedro Leopoldo. A clientela de alunos é, em sua maioria,
oriunda de Pedro Leopoldo. Além desta recebemos alunos de Belo
Horizonte, Contagem, Betim, Ribeirão das Neves, Santa Luzia, Lagoa Santa,
Vespasiano, São José da Lapa, Confins, Matosinhos, Capim Branco,
Prudente de Morais, Sete Lagoas, Jaboticatubas, Curvelo, etc.Apresentamos
de forma genérica alguns itens estratégicos do Plano de Desenvolvimento
Institucional das Faculdades Pedro Leopoldo com o objetivo de contribuir
para a elaboração do Plano Decenal Municipal de Educação de Pedro
Leopoldo.
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1 GESTÃO
Realidade - Gestão Democrática
A estrutura organizacional da FPL é de tipo matricial, visando promover
a maximização dos recursos e dos intercâmbios. Os Centros de Suporte
Acadêmico, de Pesquisa e Extensão, de Pós-Graduação e a Biblioteca,
dotados de coordenação e pessoal técnico administrativo próprios, estão
colocados no mesmo nível dos diversos Cursos, devendo interagir com
todos eles e os demais setores da FPL. Os coordenadores dos Centros de
Suporte Acadêmico, Pesquisa e Extensão e Pós-Graduação são
professores, escolhidos pelo Conselho Acadêmico da FPL.
O Conselho Acadêmico é o órgão deliberativo máximo da FPL,
cabendo-lhe fixar as linhas gerais dos programas e projetos de ensino,
pesquisa e extensão.
Os Cursos de Graduação são coordenados pelos seus respectivos
Colegiados de Curso, cujos integrantes são os professores que lecionam
as disciplinas desses cursos e um representante dos estudantes.
Os Cursos de Graduação estão vinculados a duas unidades, cada uma
possuindo sua própria administração: a FACEG e o ISE e a Faculdade de
Direito. Os Diretores são indicados pelo diretor geral, escolhido dentre os
nomes da lista tríplice que é enviada pelo colegiado das respectivas
unidades. Eles presidem os Colegiados das Faculdades.
Prioridades
Democratizar as relações dentro dos órgãos gestores. Integrar a
Faculdade de Direito às Faculdades Integradas de Pedro Leopoldo.
Objetivo
* Manter e aprimorar a gestão democrática
e Organizar orçamentos anuais das unidades para compor o
planejamento financeiro da Instituição.
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Metas
e Alteração regimental e discussão política no Conselho Acadêmico em
2006;
e Ampliação das potencialidades de formação acadêmica: transformação
das faculdades em Centro Universitário, possibilitando a ampliação de
sua autonomia e reafirmando a meta de consolidação das FPL em um
centro de excelência.
e Estímulo a uma política de relacionamentos
1. ampliação das relações IES e empresas
2. ampliação das relações IES E organizações do terceiro setor
3. Vinculação das Faculdades Pedro Leopoldo a um parque
tecnológico
2 ATENDIMENTO À DEMANDA
Realidade
As Faculdades Pedro Leopoldo atendem atualmente 1658 alunos
distribuídos nos cursos graduação nas modalidades Licenciatura em
Matemática, Letras, História, Geografia e Normal Superior e bacharelados
em Administração, Ciências Contábeis, Ciência da Computação e Direito. Na
pós-graduação lato sensu estão estudando 149 alunos e no Mestrado
Profissional em Administração 133 alunos. As Faculdades oferecem,
anualmente, 585 novas vagas para a graduação.
Dos convênios que cobrem cursos de graduação e pós-graduação 126
estudantes são contemplados pelo programa FIES do Governo Federal e 41
ao PROUNI - Programa Universidade para Todos.
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Segundo dados de 2003 da Secretaria de Estado da Educação de
Minas Gerais a matrícula efetiva de alunos no ensino médio regular
apresenta os seguintes números:
Município Nº de matrículas
Confins 264
Pedro Leopoldo l 3245
Ribeirão das Neves | 12416
Lagoa Santa | 2031
São José da Lapa 1141 |
Vespasiano 3296
Capim Branco 271
Prudente de Morais 557
Total 23 221
Baseados nos números de matrículas apontadas no quadro acima
estima-se que, em torno de 900 alunos em Pedro Leopoldo estarão
concluindo o ensino médio em 2005, número que não inclui os concluintes
no ensino médio profissional, EJA e outras modalidades. Projetados para a
região estima-se que 7000 alunos concluem o ensino médio por ano na
região de atendimento das Faculdades Pedro Leopoldo.
Prioridades
Ampliar o atendimento buscando preenchimento das vagas ociosas,
principalmente nos cursos de licenciatura
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Metas
e Preencher todas as novas vagas oferecidas anualmente através do
atendimento de demanda já consolidada existente nos âmbitos local e
regional e do aproveitamento da capacidade institucional instalada
através dos cursos já existentes;
e Ampliação do ensino e pesquisa nos diversos setores do
conhecimento implantados na FPL;
e Correspondências explícitas dos novos cursos com as potencialidades
e os ambientes locais e regionais.
e Levantamento e acompanhamento da demanda
e Estudo das tendências do mercado de trabalho
e Fortalecimento do Núcleo de Comunicação das Faculdades
e Criação e ampliação de programas de incentivo aos cursos de
licenciatura
e Abertura de novos cursos de graduação e pós-graduação
o Projeto já protocolado no CEE de abertura de Curso de
Licenciatura em Letras com habilitação Português-Espanhol e
Curso de Pedagogia para iniciar no primeiro semestre de 2006
o Elaboração de projetos de cursos na área de Saúde- Medicina
Veterinária e Odontologia- em andamento
o Elaboração de projetos de novos cursos: Comércio Exterior,
Administração Ambiental, Turismo Ambiental, Administração
Urbana, Comunicação Social
o Elaboração de projeto de Mestrado em Educação - em
andamento com previsão para 2007
o Implementação em 2006 do curso de pós-graduação lato sensu
em “Novas Tecnologias em Educação” já aprovado pelo
Conselho Acadêmico das Faculdades;
o Criação do curso de pós-graduação em “Gestão de Tecnologia
da Informação” para 2007
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e Criação de um Programa de Formação à Distância no município
capitaneado pelas FPL, já em fase de elaboração, com previsão para
2007.
* Formação de profissionais em serviço, especialmente profissionais
em atuação na rede municipal e instituições associadas à rede que
oferecem Educação Infantil.
* Implantação de programas de mestrado e doutorado nas áreas de
tradição e pesquisa das FPL.
3 CURRÍCULO
Realidade
Os currículos dos cursos de licenciatura foram reformulados neste ano,
atendendo as diretrizes atuais de formação docente e implementando a
estrutura organizacional do Instituto Superior de Educação das Faculdades
Pedro Leopoldo. Os currículos destes cursos têm como pressupostos:
- Sujeitos de formação são seres humanos singulares, sociais e
históricos;
— Ação educativa é um processo dinâmico de construção,
reconstrução, produção, reprodução de conhecimentos, valores
e atitudes;
— À Instituição Escolar possui saberes próprios e caracteriza-se
pela sua cultura.
— O princípio da reflexão na ação e sobre a ação: toda prática
docente e a aprendizagem conjugam-se de tal forma que toda
ação educativa pressupõe uma compreensão do papel! do
professor.
— A impossibilidade de dissociação entre teoria e prática;
— À relação teoria/prática como mediadora de todo o processo
formativo.
— Dimensão Prática: pesquisa e discussão de teorias que
informam sobre as ações docentes são estratégias fundamentais
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para elaboração de novas teorias educacionais; a análise da prática
educacional ;
— Dimensão Teórica: apresentação de diferentes vertentes
teóricas; explicação da linha da abordagem que orienta as
concepções teóricas e a contextualização histórica da produção
científica;
Os Eixos e estratégias de formação são apresentados da seguinte
maneira: Formação Básica Comum e Formação Específica, cuja estratégia
formativa privilegia o desenvolvimento de temas e conteúdos que permitam
aos alunos transitarem em diferentes cursos, e a complementação de
habilitações, em função de uma configuração articulada dos diferentes
cursos. Os currículos dos Cursos de bacharelado encontram-se em fase de
reformulação, bem como o projeto institucional de formação da FACEG.
Prioridades
e Implementação dos novos currículos dos cursos de licenciatura:
matemática, letras(português/inglês e português/espanhol), geografia,
história e pedagogia;
e Discussão e formulação do projeto Institucional de formação acadêmica
da FACEG.
e Reformulação dos projetos pedagógicos dos cursos de Administração,
Ciências Contábeis e Ciência da Computação.
Metas
e implementar em 2006 os novos projetos dos cursos de licenciatura, bem
como o curso de Pedagogia e Letras com habilitação português/espanhol.
e formular o projeto Institucional de Formação Acadêmica da FACEG
e reformulação e aprovação dos novos projetos de Administração,
Contábeis e Computação.
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4 AVALIAÇÃO
Realidade
As Faculdades possuem hoje uma comissão permanente de avaliação
institucional aprovada pelo Conselho Acadêmico para um mandado de dois
anos. Neste semestre está em curso o processo de avaliação geral da
Instituição.
Prioridades
e Finalizar o processo de avaliação de 2005, emitir os relatórios conclusivos
e promover uma ampla discussão destes relatórios nos diversos
segmentos e setores da Instituição.
* Integrar a Faculdade de Direito ao processo de avaliação das Faculdades
Integradas para unificar os programas de avaliação dentro da Instituição.
Metas
e Consolidar o processo de avaliação institucional interna com edições
semestrais a partir de 2005
e Realizar processos de Avaliação das Instituições de Ensino do município
e região.
5 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA E ACADÊMICA
Realidade
Biblioteca e Recursos Bibliográficos
A Biblioteca está instalada em um prédio com 400 mº de área
construída, uma área de almoxarifado, três conjuntos sanitários (sendo um
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masculino e dois femininos), possuindo local destinado ao acervo
bibliográfico e área de estudo.
O acervo é constituído de 11.910 títulos de livros, num total de 19.419
exemplares, e 304 títulos de periódicos, distribuídos em diversas áreas do
conhecimento. A política de atualização do acervo é feita através de
compra, doação e permuta. O empréstimo domiciliar é 150 consultas/dia de
livros, de periódicos são 38 consultas/dia e as consultas in loco em torno de
100 consultas/dia de livros e 80 consultas/dia de periódico.
A Biblioteca já é dotada de equipamentos de informática, além de
vários títulos em CD ROM, o que permite aos nossos alunos consultas
rápidas
sobre títulos, autores, livros, etc. Há dois anos a Biblioteca conta com a
assinatura anual do EBSCO, via internet com atualizações contínuas, o que
permite consultas a Bibliotecas do mundo inteiro, com textos no idioma de
origem e traduzidos para a língua portuguesa.
A Biblioteca obedece a regimento próprio; é supervisionada pelo
Centro de Suporte Acadêmico e administrada por uma profissional
habilitada.
O horário de funcionamento é de 2º feira à 62 feira, das 7h15 às 22h.
Aos sábados o atendimento é das 8h às 16h.
Instalações físicas
As Faculdades estão alocadas em dois campus, sendo o Campus |
em Santo Antônio da Barra, onde também funciona o prédio da Fundação
Cultural Dr. Pedro Leopoldo, mantenedora das faculdades e o campus ll
em Dr. Lund.
A) O espaço físico do Campus Santo Antônio da Barra, onde
funcionam as licenciaturas e o curso de Ciência da Computação é
constituído de cinco blocos interdependentes, situados em uma gieba de
terra de 10.000 m?, a saber:
1. O primeiro bloco, com 1.305 m? de área construída, compõe-se de 20
salas de aulas, uma sala do laboratório de Informática, uma sala do
Diretório Acadêmico, um laboratório de ensino de matemática, três
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áreas de circulação interna e quatro conjuntos de sanitários (dois
masculinos e dois femininos);
2. O segundo bloco comporta a área administrativa, com 338 m” de área
construída, compondo-se de dez salas de escritório e dois conjuntos
sanitários (um masculino e um feminino);
3. O terceiro bloco, com 173 m? de área construída, compõe-se de uma
cantina com área para cozinha e área de atendimento / refeições;
4. O quarto bloco, com 1.262m”, está dividido em dois pavimentos, com
doze salas de aulas, duas salas do laboratório de Informática, uma
sala de CPD e quatro conjuntos sanitários (dois masculinos e dois
femininos);
5. o quinto, com 544 m2 conta com 2 salas de aula (sendo uma
multifuncional), dois conjuntos sanitários (um masculino e um
feminino), a secretaria da faculdade em um conjunto de 91 m2, o
centro de Pós-graduação e o Centro de Pesquisa e Extensão. Inclui
ainda um biblioteca com 202 m2 e a área destinada à Fundação com
90 m?.
As salas de aulas são amplas, arejadas e confortáveis. São dotadas
de carteiras universitárias novas, quadro tradicional para giz e também
quadro em fórmica para canetas / pincéis hidrocores.
Laboratórios de Informática
A Faculdade coloca à disposição dos cursos cinco laboratórios de
Informática, distribuídos estrategicamente entre as salas de aula,
permitindo um menor deslocamento do alunado para a utilização dos
recursos computacionais.
Todos os laboratórios estão ligados à Internet, recurso que possibilita
aos alunos o contato com diversas universidades, museus, laboratórios
etc., facilitando a pesquisa escolar, além de mostrar o impacto da
tecnologia no mundo atual.
Os Laboratórios de Informática contam com os seguintes recursos:
Hardware
e 45 Computadores Itautec — 600 mhz — Duron
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e 25 computadores Itautec —- 950 MHZ — Duron
e 25 computadores Itautec — Semprom 2200
e 26 computadores latautec — Celeron D 2,6 GHZ
e 1 Impressora Laser
e 1 Projetor Multimídia
e 1 Aparelho de TV 38"
Software
e Microsoft Back Office 4.5 (Windows NT sever, SQL Proxy),
Windows NT workstation, Office 2002, Turbo C, antivírus, cabri
Geométric, todas os computadores ligados em rede e acesso a
internet com linha dedicada (24 horas/dia).
Os laboratórios têm mobiliário adequado e possuem iluminação e
ventilação, contando com equipamentos como: ventiladores de teto,
persianas / cortinas, quadros branco e extintores de incêndio.
B) o espaço físico do campus II - Dr.Lund-, é constituído de sete
blocos interdependentes, com uma área construída de 5.700 m2, situados
em uma área de 112.000 m2, a saber:
- Os blocos compõem-se de 36 salas de aula com 46 m2 cada uma,
12 conjuntos sanitários(4 masculinos, 4 femininos e 4 para deficientes
físicos), 2 laboratórios de informática, uma sala de pesquisa, uma sala de
mestrado, uma sala de Laboratório Contábil e uma biblioteca com
200m2, uma cantina com área para cozinha e área de
atendimento/refeições.
Os dois campus contam com projetores multimídia, aparelhos de
som, vídeos, televisão, DVD, máquinas fotográficas digital.
Laboratório de Ensino de Matemática
O Curso de Matemática possui um laboratório de ensino com
capacidade para 16 alunos. o laboratório possui também um biblioteca
específica para o curso com livros, vídeos e CD ROOM: materiais didáticos
como jogos, kits de demonstração e um mini-laboratório para ensino de
Física. O laboratório é coordenado por um professor do curso e funciona
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com monitores- alunos que cursam matemática e recebem bolsa de estudo
para desenvolver trabalhos no laboratório.
Prioridades
e manutenção das instalações físicas e equipamentos
* investir permanentemente na modernização / ampliação do acervo
bibliográfico.
e investir permanentemente nos equipamentos e softwares dos
laboratórios de informática
e finalizar o processo de informatização do acervo da biblioteca
* construção dos outros blocos do Campus Il
e construção de auditórios nos dois campus
6. FORMAÇÃO DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVA
Realidade
O corpo docente é formado por 138 professores e professoras, sendo
mais de 60% com titulação de mestres ou doutores. A distribuição de
docentes por titulação está expressa no quadro abaixo:
Graduados 2
Especialistas 52
Mestres 73
Doutores 11
Obs. : Entre os mestres temos 18 cursando doutorado e entre os
especialista e graduados 12 estão cursando o mestrado.
O corpo técnico administrativo conta com 32 profissionais. Além dos
profissionais da área administrativa, as Faculdades oferecem bolsa de
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trabalho aos alunos para desenvolver atividades técnicas, administrativas e
acadêmicas nos diversos setores da Instituição.
As Faculdades possuem uma política de qualificação docente, com
atribuição de incentivo financeiro- bolsa de estudo-, para o professor ou
professora que vai cursar mestrado ou doutorado. A atribuição destas bolsas
segue normatização da mantenedora e é formatada em uma Política de
Qualificação Docente aprovada pelo Conselho Acadêmico em 2001. Até
2005 as Faculdades já ofereceram 37 bolsas de qualificação para seus
professores e professoras.
A formação continuada é incentiva com a realização de congressos,
feiras, encontros, seminários e debates. Há também incentivo à participação
de docentes em congressos nacionais e internacionais.
Metas
As FPL pretendem, no período de cinco anos, mediante o Plano
Institucional de Capacitação Docente e Técnica oferecer oportunidades de
aprimoramento profissional, com qualificação no nível de mestrado para
todos professores especialistas e graduados. Ampliar até 2007 o número
de doutores para 41 ou o equivalente a 30% de seu corpo docente.
Ações
Para atingir os objetivos, a Instituição procurará continuar oferecendo
nos próximos cinco anos aos seus professores e funcionários os seguintes
incentivos, além dos previstos nos Pianos de Carreira Docente e Plano de
Cargos e Salários:
sExpansão de bolsa de estudo para os cursos de Doutorado
correspondente a no mínimo 30% do total de seu corpo docente.
sApoio financeiro a professores e pessoal técnico-administrativo para
participarem de congressos, seminários, simpósios, intercâmbios e
eventos similares em sua área de atuação ou em área afim.
“Oferta de cursos de treinamento e atualização profissional aos seus
funcionários.
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«Divulgação e/ou publicação de teses, dissertações, monografias ou
outras produções acadêmicas ou profissionais do pessoal docente
ou técnico administrativo, preferencialmente em veículos da própria
Faculdade, a exemplo das Revistas do Curso de História e Letras,
Gestão e Tecnologia da FACEG que já estão editadas e a
publicação de uma Revista Temática de Educação e de
contabilidade.
Metas
e Criação e implementação da Revista de Educação do ISE, já em
discussão para 2006
e Criação da Revista de Contabilidade para 2006
e Revitalização da Empresa Júnior
e Criação do Núcleo de Projetos para 2006
7. VALORIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA FACULDADE
Realidade
As Faculdades Pedro Leopoldo possuem um Plano de Cargo e Salário
e um Plano de Carreira. Os planos priorizam a formação e o tempo de
serviço na Instituição para posicionamento na carreira e faixa salarial.
Prioridades
e fazer uma revisão no plano de carreira do pessoal docente e técnico-
administrativo;
* criar uma política de incentivo à produção científica para os doutores
que atuam na Instituição.
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Metas
e Criar uma política de incentivo à produção científica para os doutores
até 2006
e incentivo financeiro à qualificação nos níveis de mestrado e doutorado
* aproveitamento doutores nos cursos de pós-graduação mantidos pela
Instituição dos doutores
e criação de grupos de estudo e/ou projetos de pesquisa financiados
pela instituição e por outros órgãos de fomento.
8. PESQUISA E EXTENSÃO
Realidade
As Faculdades possuem uma política de pesquisa vigente na
instituição desde 2002. A política de Pesquisa hoje está estruturada em
Programas Institucionais de Incentivo a Práticas de Investigação e de
Incentivo à Iniciação Científica, além de uma articulação entre as atividades
de ensino, pesquisa e extensão. Foram apresentados 16 propostas de
pesquisa em 2003, sendo 13 aprovadas e executadas no exercício
2003/2004.
As atividades de extensão têm se concentrado em promoção de
cursos de curta duração e atividades acadêmicas, como eventos, palestras,
seminários, conferências, mesas-redondas, cursos e trabalhos de campo
que acontecem com regularidade, de forma integrada e articulada às
demandas internas e externas.
Além destas atividades em 2005 iniciou-se uma parceria com a
E.E.Pedro Leopoldo - Fazenda Modelo para realização de um projeto de
ensino e extensão, que recebe o nome de Oficinas do Conhecimento. Há
também parcerias e convênios firmados com órgãos públicos e empresas.
A publicação do Informativo da Faculdade de Pedro Leopoldo, em
seu terceiro número, é mais uma iniciativa institucional que possibilita, ao
Centro de Pesquisa e Extensão e aos demais setores, a divulgação de
suas atividades e a veiculação de idéias e projetos.
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Metas
Para o futuro, o desafio da Fundação é:
ampliar os recursos para financiar a pesquisa;
garantir regularidade destes aportes, de modo que não haja solução de
continuidade nas iniciativas de investigação desenvolvidas na FPL
criar estratégias eficazes para divulgação dos resultados obtidos nos
projetos de pesquisa da instituição.
Apresentação, debate e aprovação colegiada da reestruturação da
Política de Pesquisa das Faculdades Pedro Leopoldo para os próximos
4 anos.
Definição de linhas de pesquisa para as Faculdades Pedro Leopoldo
segundo seu perfil e prioridades em até 2 anos para todas as Unidades
Acadêmicas.
Definição de Parâmetros Administrativos e Financeiros para
abertura de Editais de Pesquisa, Iniciação Científica e Estudo, em
conjunto com a Fundação Cultural Dr. Pedro Leopoldo até junho de
2006
Sensibilização inicial da comunidade acadêmica a respeito das
finalidades da Pesquisa, seus pressupostos e linhas gerais de ação
nas Faculdades Pedro Leopoldo - realização de Seminários
Temáticos; 6 meses.
Cadastro dos Professores da Faculdade na Plataforma Lattes a ser
realizado imediatamente;
Elaboração de indicativos para avaliação da Pesquisa; no processo;
Implementação de convênio com O Juízo da Comarca de Pedro
Leopoldo para realização de perícias contábeis de pequena monta
com participação de alunos da FACEG.
Retomada do projeto MicroStrategy: ferramenta de Business
Inteligence.
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Ações
e Implementação de programa permanente de fomento, avaliação e
acompanhamento das atividades de pesquisa, visando sustentar a
produção intelectual institucionalizada;
e Instituição de Comitês de Pesquisa em cada Unidade Acadêmica — ISE
e Faceg;
e Alocação de recursos para a pesquisa, de acordo com critérios
institucionais, as especificidades de cada área do conhecimento e as
potencialidades dos grupos de pesquisa;
e Estímulo à socialização e à divulgação, interna e externa, da produção
científica da Instituição;
e Estímulo e apoio ao relacionamento com agências de fomento, de
forma a garantir o pleno desenvolvimento das atividades de pesquisa
para projetos de iniciação científica, mestrados e doutorados,
formando os pesquisadores na elaboração de projetos para a captação
de recursos;
e Provisão da contrapartida de recursos da instituição para a execução
das atividades de pesquisa, garantindo condições adequadas para seu
desenvolvimento;
e Estímulo ao desenvolvimento de acordos de cooperação com
Universidades, instituições, organizações e redes de pesquisa, visando
aprimorar a qualidade da pesquisa e a formação dos envolvidos.
e Integração de ações culturais já em curso na instituição;
e Definição de coordenadoria de ação cultural;
e Definição de concepções, ações prioritárias e calendário anual de
ações culturais (para os dois campi);
e Fortalecimento do diálogo com a comunidade interna e externa
(apreciação de potencialidades e canalização de ações);
e Constituição de um cadastro social de entidades e sujeitos promotores
de ação cultural na instituição, na cidade e na região;
e Aquisição de suportes materiais para consecução de ações culturais;
e Adequação do espaço físico para promoção da cultura.
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3.7 CONSELHO TUTELAR E ASSOCIAÇÕES DE BAIRRO - PEDRO
LEOPOLDO
Estrutura Diagnóstico/ | Prioridades |Objetivos Metas Ações
Temática Realidade
-O Conselho |-Acompanhar |-Proporcionar -Procurar a
não acompa- |os alunos aos alunos escola e
nha rigorosa- | que neces- | oportunidade acompanhar
mente a reali-|sitam de a- |de ser edu- as famílias
dade da es- | poio. cado adequa- sem estrutura.
Outros cola. Conscientizar | damente. -Ter pessoas
-O Conselho |a escola e a |-Integrar o tra- responsáveis
é procurado |comunidade |balho do Con- por este setor
em situações |das atribui- |selho Tutelar específica-
que cabem à | ções do Con- |a escola. mente.
escola para | selho.
integração fa- “Encontros
milia-escola.
“Palestras
-Teatros
IV AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PME
Para que o PDME não fracasse, é preciso criar uma comissão para
acompanhá-lo durante os dez anos com irstrumentos de controle e
avaliação anual para verificar se cada meta foi ou não atingida. Se não
estiver sendo alcançada, implementar ações, estudar as causas do fracasso
e redimensioná-la, pois sendo um instrumento legal, precisa estar sempre
vivo na consciência da população e na preocupação dos legisladores e
executores.
A comissão de Acompanhamento e Avaliação do PDME será
composta por:
-Sara Helena Diniz Ferreira
Secretária Municipal de Educação
“Euclides Teixeira Neto
Representante do Poder Legislativo
-Deucicléa Rodrigues de Souza
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-Leila Pereira de Tuveira
Represerrantes da Rede Estadual de Ensino
-Cristina Cabra: da Silva
-Cléa Liici> Gabrich
Representantes da Rede Municipal de Ensino
-Laura Silva Bhering
-Isabel Cecília de Oliveira Magalhães
Representantes da Rede Particular de Ensino
-Maria Mirtes Lages Freitas
-Maria Amélia Diniz Machado
-Maristela Vilefort Soares Silva
Inspetoras Escolares
São atribuições da comissão:
- Organizar o sistema de acompanhamento e controle da execução do
PDME, estabelecendo, inclusive, os instrumentos específicos para
avaliação continua e sistemática das metas previstas;
- Realizar avaliação ao final de cada ano, com o envolvimento de todos
os segmentos das escolas e comunidade escolar;
- Realizar assembléias, periodicamente, para prestar contas da
execução do PDME à comunidade escolar e a sociedade em geral;
- Analisar os resultados obtidos nas avaliações e comparar com os
objetivos e metas propostas no PDME, identificando pontos negativos
e propondo ações para correção de rumos;
V ENCERRAMENTO — CONCLUSÃO
A educação como direito, a educação como fator de desenvolvimento
pessoal e social e a educação como fator de inclusão social são os três
eixos que serviram de base para construção deste PDME, por isso podemos
concluir que a sua efetivação depende do esforço integrado de todas as
esferas e agentes do processo educativo, incluindo a União, os Estados, o
nosso Município, as escolas e a sociedade como um todo. Se cada uma
dessas instâncias fizera sua parte, atingiremos as diretrizes e metas do
PDME, tornando-o uma realidade.
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