| Tipo | Lei |
|---|---|
| Número / Ano | 433 / 1995 |
| Date | 1995-11-18 |
| Ementa | CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - COMAS,A CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E O FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - FUMAS,E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. |
| native_id | 139 |
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_ .. -.
SUMULA: Crta o Conselho Municipal de Assiste cia Social. COMAS,
a Conferencla Municipal de Asslstencia Social e Fundo Municip11l de
Assistencia Social- FUMAS, e da outras provide clas.
0 Prefeito ~v1unicipal de Rio Bmnco do Sul, Estndc do Paran~t, no uso
de suas atribui~oes legais, Hu;-o saber que a C<i.m.ara rvluncipal de T io Branco do Sul
aprovou e en sanciono a scgu inte L.EI:
CAPiTliLO l
DAS I>EFINl~ ()ES E OB.JETlVOS
Art. 1°. A .Assistencia Social, direito do cidadiio c iever do Estndo, e
politica de Seguridade Social nao contributiva, que prevc os minimo. sociais, rcalizada
atraves de um coujuuto integrado de a9oes da iniciativa p(lblica c a sociedade, para
garantir o atendimento its nccessidades basicas da popula9ao.
ArL 2°. Pam os efcitos dest.a Lei considcra-sc:
a) entidadcs e organiz.at;ocs dG a~sistencia ~ocial n Icle~s que prcstam,
scm fins lucrafivos, atcnd.imen!o, asscssowmento e dcfcsa dos dircitos ( s hcneficiarios da
af:.>sistencia ~oci , tendo por atividade principal uma ou rnais das scguint s at;ocs:
I - a prote.:;ao a iamil ia, a matemidadc, (t infiincia, a adolescencia e a
velhice;
U - o amp<1ro as crianc;as e adolcsccntes arentes~
III - a promo.yao da integra9fio ao mcrcado de trabaJI o;
IV - a habilitayao e rcabilita9ao das pessoas portado ·as de dcficiencia c
a promo.:;ao de sua intcg.ra.:;ao a vida comunitaria;
v -a promoc;ao de projetos de eufrentamcnto a pobr ·za..
b) organiw.;;oes de usuarios aqudas que congrc am representant e
defendem os interesses dos scgmcntos previstos na I ,OAS, sendo usu{ ios da assistCncia
social a crianc;a, o adole cente~ o idoso, a familiae a pe~soa portadora de .c.fic.iencia;
c) trabalhadorcs do setor compreendidos pelo g.rupo . e trabalhadores, a
n..ivel prim<'u·k\ sccuu<.k'lrio ou mtiversitario, que cstcjam constit1lid 1s legalmcntc em
Prefeitura Municipal de Rio _Br_anco .... d.o .. . ~ul
N A' t.:::< 1 : i ~ i i c a d c__, '\ ESTAOO DO PARA ; .. . ,
j ::.: •. ? ~~ ~s I
I ~ (liWA\) J'Jlt' _. ___ Y)1.( , ~~ __ ....__ .... . j
Autoriza o Chefe do Pode ~s~ tivo a proceL E I N041B/95
der a venda das ac6es da TELEP R.
A Camara Municipal de Rio Bran o do Sul , Estado do Parana, aprovou e eu, Bento Ilceu Benel .i Ch i melli ,
Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:
Art. 10 - Fica o Chefe do Pode · Executive Mu
nicipal autorizado a proceder a venda de todas s acoes d 5 TE
LEPAR - Cia. de Telecomun icacoes do Parana, de ropriedade do
Municipio.
Art. 2Q - 0 Chefe do Poder Exe uti vo Mumi.c i -
pal fica autorizado tambem, a constituir procur
tar corretor para a realizacao da venda das aco s , podendo a~
sinar todos e quaisquer documentos que se fizer m necessaries .
Art. 3Q - Est a Lei entrara
d e sua publ icacao, revogadas as disposicoes
na data
Edi fic i o da Pre f e itura Municip 1 d e Rio Bran
co do Sul , Estado do Paran~ , em 05 de janeiro d
~Yk v- ~/riceu Benel i Chimell i
Prefeito Munic 'pal
•
associ(11;oes, consel.ho de classes ou sindicatos e que atuem diret-an "ntc em entidades de
atcndim.cnto ou de dcfesa dos direitos dos usuitrios de assistencia soci, J.
Art. 3°. As institui.;oes d.c a~sistencia so 'ial e facultado o
rcconhecimento de canitcr de utiJidade p1tblica, atraves de proccsso e Icgisl<~tivo proprio,
conf<,)t1lle o disposto na Iegish:1~ao municipal.
CAPITULO II
DA CONFER.ENCL\ l\1UNICIPAL nE ASSISTENCJ.' SOCL-\L
Art. 4°. Fica instituida a Confcrcncia Mlmicipa.I .c Ac;sistencia Social,
orgao colegiado de caniter delibcrativo, composta por delcgHdo represcntnntes das
instituiyoes assistenciais, das organiza!Yoes oomtmitarias, sindicai c profissionais do
municipi.o de Rio Branco do Sul, e do Podcr Executivo :rv1unicipa1, uc se reuni.ni a ~;ada
dois auos, sob a coordena.~ao do Conselho Municipal de Assistc1 cia Social, cmrlom1c
dispuzcr o rcgimento .intemo proprio, para propor as d1rctrizes gerais da politica municipal
da assistencia Social e eleger OS mcru.bros na.o governamentais do C nsclho !Vfunicipal de
Assistcncia Social.
Art. 5°. A Contcrenc.ia Municipal de Assistcnc.ia ocial se.ni. convocada
pclo Conselho Municipal de Assistt~ncia Social -COMAS no prazo d ate 90 (noventa) dias
anteriores ao tcnnino de sua ge.stfi.o.
§ 1°. Em caso de mlo-convocac;ao pelo Consellt l Mt.micipal no prazo
referido no caput deste artigo, 5% (cinco por cento) das institui<;ocs re istradas no Con.sd ho
poderao convoca-Ia, constituindo comissao paritaria para a organiza ·ao e coonlenavfio da
Conferencia.
§ 2°. A convoca<;ao d.a conferencia devcni ser lenamentc divulgada
nos principais meios de comU11ica~a(1 do municipio.
§ 3°. Para a organiza~iio e reahza9ao da Co 1fercncia, o conselho
constitlJini comissao organizadora paritaria, confom1e a composivao do prbprio Consclho,
ela.borand.o sen regiment:o intcmo.
Art. 6°. Os delegados das entidadcs na -govema.mentais, da.
Confercncia Mtmicipal de Assistencia Social, scrfu:) escolhidos mediante assemhlcia
prtlprias das institui~oes, convocada para este fim especifico pelo C nselho Muni~ipal de
Assistencia Social - COMAS, no periodo de 60 (scssenta) dias anteriorcs a data de
realiza.yau da Confcrencia.
§ 1°. Seni garantida a participa~ao de 1 (um) rcpresentantc de cada
instituiya.o/organiza<;iio, com direito a voz e voto.
•
•
§ 2°. Somentc scrao accitas as indicw;oes ao rc
credenciado junto ao Con.<>e.Ulo !v1uuicipa1 de Assistencia Soeinl - COI\
5 (cinco) dias antcriores a rea] iza~iio da Confercncia, mediante exped.
rcferido Consclho.
rcsentante, qu~mdo
S, no prazo de ate
nte protocolado no
Art. JO. Os representantes dos Poderes Exec ivo. Legislative e
Judiciario na Conferencia Mtmicipal de 1\.s:sistencia Social, ser, o indicados pelos
respectivos J>oderes, mediante oficio cnviado ao Conselho M.unicipal de Ac;sistencia Soeial -
COI'v1AS, no prazo de ate 5 (cinco) dias antcriores A realiza<;ao da Conf rencia .
Paragrafo Unico. 0 processo de escolha do. representantes da
sociedade civil ao Couselho sen\ fiscalizado pelo Ministerio P{tblico E tadual, previamente
notificado.
Art. 8°. Compete a Confere-ncia Municipal de r'\ssi. tcncia Social:
a) avaliar a s1tuas;ao da assistencia social no munic pio;
h) propor as diretrizes gerais da politica municipal le <~ssi tencia social
para o bienio subsequente ao de sua realizas;<lo ~
c) clegcr os rcpresentantcs efetivos c suplen.tes sodcdadc civil no
Conselho M1micipal de Assistencia Social - COMAS;
d) avaliar e propor a reforma d.as decisoes adminis rativas do Conselho
IVhmicipai de Ac;sistcncia Social, quando provocada;
e) aprovar seu Regimento Intent<\
f) aprovar e dar publicidade a.s suas rcsoluv es, registradas em
doc.tmlcn to fma1 .
Art. 9°. 0 Regimento Intcmo da Confcrencia M.un cipal de i\ssist0ncia
Social dispor<l sobre a forma de processo de escolha dos representant s da sociedade civil
no Conselho Mtmicipal de Assistencia Social.
CAPiTTJI.,O III
J>O CONSELIIO MlJNICIPAI, Dl: ASSISTENCIA SOC -COMAS
Sl<..~{-,:40 I
DA liVSTITUJ(;Ao DO CONSELHO
Art. 10. Fica instituido o Conselho :Municipal d Assistc.~n ia Social,
6rgao colcgiado de canltcr dcliberativo pennancnte e de composiyfio arit{lria, vinculado a
estrutura do orgao da Administra\)ao Pitblica Municipal respon.savel ela Coordenayfio da
Politica Municipal de A<.;si~tencia Social e articula9fio com as demais p Jiticas sctoriais.
•
Art. ll. 0 Conselho Municipal de Assistencia Soc a! serit composto de
l 0 (dez) membros e rcspectivos suplentcs, nomcados pclo Prefcito , unicipal., no prazo
maximo de 30 (trinta) d.ias, com mandata de 02 (dois) atl.Os, permitida tma rcconduQao por
i&'1ml periodo, scnclo:
I - 5 (cinco) representantes da sociedade civil c s 1plentes, escolhidos
n.a Conterencia Municipal de Assistencia Social, oriundos dos respc.ctiv s scgmentos:
a) 02 (dois) representantcs das instituiy6es presta oras de servi~os de
assistencia em fiuwionamcnto no mwticipio, e devidamentc rcgistradac; .o Consclho.
b) 01 (um) rcpresentantes das organizayoes profiss'onais atctas {\area.
c) 02 (dois) rcpresentantes dos usuarie s dos scr i9os de assistcncia
social
II - 5 (cinco) representantcs do Poder Pu.blie<.l local e seus suplentes.
§ 1°. 0 titular do 6rgao P1Lhlico Mun.icipa respoJt')avel pcla
coordcna~tao da Politka Municipal de Assistencia Social, na qualidadc de rcprcsentante do
Executive Municipal, seni mcmbro nato do Conselho 1\rhmicipal de Ass· tcnc1a Social.
§ zo Na representru.;ao do Poder Publico a riterio do Prefeito
1\hmicipal, serao reservadas indical(6es a i.nstihli<;oes civis de cmtho p· tronal responscivcis
por politicas de Assistcncia Social e formw;ao de mao de obra, ou de ca Mer associativo que
manifestadamcnte desenvolvam acoes que tcnham a vcr com que preco 1iza a Lei Orgiinica
da A~sistencia Social.
§ 3° Junto ao Conselho M1micipal de Assistenci Social - COMAS
atuarfio, na con.diyao de consultores, o reprcsentantc do Ministerio Pu Jico Estadual, com
atua<;ao no rvhmicipio, bem como reprcsentantes dos Consclhos Ivhu icipais afins, todos
com dircito a voz, mas sem direito a voto .
Art. 12. Para a nomea<.;ao dos mcmbros do Con ·elho Municipal de
Ac:;sistencia Social, o Prefeito Municipal observant os seguintcs procedil1entos:
I - Os 5 (cinco) representantes da sociedade civil e respcctivos
suplentes scn'io elcitos por ocasiao <.hts Confcrencias Mtmicipais de Assistencia Social,
dentrc os ddegados participantes, em assemblcia propria das orgnnizat;oes naogovcmamentais;
II - Os rcpresentantes do J>oder Executivo "'o escolhidos pelo
Prefeito Municipa1, dentre os titula.res ou servidores das Secretarias Municipais, ou da
Sode.dade Civil respeitadas as disposicoes contidas nos panigrafos 1°, o e 3° do artigo II
desta Lei.
SE(."AOII
DA COMPETE1VClA
Art. 13. Compete ao Conselho Mmticipal de Assist cia Social:
I - del iherar e dcfmir sobre a politica lmmi..:.ipa.l e assistencja social
em consonancia com as diretrizes dos Conselhos Nacional e Estadual d t\ssistcncia Social,
a estabelccer as priorid.a.des da politica numicipal de assistcncia social.
Il - aprovar o Plano Municipal Anual c/ou Pluria mal de Assistencia
Social, formulado pelo orgao gestor da Assistencia Social de acordo con as dirctrizcs gerais
fixadas pda Confen!ncia Municipal de Assistencia .Social.
III - atuar na fonnula~iio de estrategia e contr c da cxccu~ao da
politica de as~iHtcncia social atuantes no municipio;
IV - registrar c fiscalizar as institui\·OCS de assiste1c.ia socia1 atuantcs
no muntCJfHl\
V - nonnatizar as avoes e regular a prestavao de
pt.iblica e privada no crunpo da assistcncia social, de acordo com as
pclos Consclhos Nm:.ion<1l e Esfndual de Assistcncia Social.
ervi\:os de natureza
irctriz.cs propostas
VI - ac.ompanhar, avaliar c fiscaiizar os sen/ ;os de assi.stcncia
prcstados <1 popula9ao pclos 6rgaos, cntidadcs govcmamcntais c nfio govcmamcntais do
muntcipio;
VII - definir criterios de qualid.adc para o fitncion .. mento dos scrvi<;os
de assistent.:ia social publicos c privados no ambito municipal;
\-1JI - apreciar e emitir parccer accrca d.a propo ta on;amcntitria da
assistcncia social a scr encruninhada pelo <\rgao da Administra~tao 1>11 blica Municipal
responsavel pel a coordena9ao da Politica Mtmicipal de A.ssistencia Soci l~
IX - estabeleccr diretrizes, aprcciar, aprovar c acot 1panhar a execw;ao
oryamcntaria e fmanceira anual dos recursos vinculados ao Fl.mdo 1\-1uni ipal de Assistencia
Social;
X - convocar c coordenar a cada dois mws, ou, xtraordinariamentc,
por maioria absoluta de scus membros, a Confercncia Munic-ipal de i\ss stencia Socia ~
XI - propor a f(mnnla<;~lo de cstudos e pesql isas com vistas a
idcntificar situa9ocs rclevantcs e a qualidade dos servi9os da assistenc a social, no ~lmbito
do Mmticipio~
XII - proper critcrios para a celcbra9ao de. con ratos ou con.vcnios
entre o setor publico e as institnivoes assistcnciais priva.das que restam servi<;os de
assistcncin social no ambito do ~fwticipio;
XIJT - acompan.har e a val iar a gestao dos rcc 1rsos destinados a
program.as de assistcucia social, hem como os ganhos sociais e dcscmpcnho dos
programas e projetos aprovados;
XIV - <1companhar a.~ condit;oes de acesso d.a p pula<;ao usmirin da
assistencia sociaL indicando as rnedidas pertinentcs a corrc9ao de exclu.<;-cs constatadas~
XV - elaborar c aprovar scu regimento intemo;
XVI- publicar no 6rgao oflcial de divulga~ao do nmicipio simmla.o;; de
suas atas, suas rcsolw;oes administrativas, bern como os dcmonstn tivos das conlns do
Ftmdo Mtmicipal de i\ssistencia Social - PUMAS e os respectivos par ercs emitidos_
SE\.AO Ill
DA ESTRUTURA E FUNCIONAJlfBiVTO
Art. 14. 0 Conselho Municipal de .c\ssistenci Socjal possuini a
scguinte cstrutura:
I - Sccrcta.ria Exccutiva, composta pelo President , Vicc-Prcsidente, e
Tcsourciro;
II - Ctnnissocs paritarias de nssuntos espcci li, )s, constituidas por
rcsolu<;ocs do Plcn.,-irio;
HI - Plenitrio.
Pan1graft1 (Tnico_ 0 J 0 Tesoureiro, dcvcni s .r servidor da Me::1
£TZ(..'1HL'iria do municipio, e mcmbro integrunte dos reprcsentantcs Io Podcr Executivo
MtmicipaL
Art_ 15_ Nos primciros 30 (trinta) d] s de cada nandato o Consel110
Mtmicipal de Assistcncia Social escolhen\ entre scus mcmbros, a Sc r~taria Exccutiva, a
e-xcc«yilo do cargo de 1° Tesoureiro que cabera ao mcmbro repres ntante da Sccrelaria.
Municipal de Finan9as. ou a rcpresentante de 1ndicado pelo Prcfcito quali:ficado
lccn icamcntc para lidar com contas Pt'tblicas.
Art 16. 0 Con.selho Municipal de Assistencia 'ocial iustituini seus
atos atraves de resol~ocs aprovadas pela maioria de seus memhms.
Ali. 17. Cada membro do Conselho Municipal ( e .1\ssistcncia Social
teni direito a mn imico voto na sessao Plenaria_
Panigrafo Unico. Todos os membros suplentes o Conselho deverao
participar das reunioes ordirulrias e extraordim1rias, com direito a voz.
Art L8_ Todas as sessoe~ do Conselho Mtmicipal e Assistenc-ia Social
scrao publicus~ c preccdidas de mnpla divulg~ao.
· Panigrafo Unico. As rcsolut;{)es do Consclho Mm icipal de Assistcncia
Social, bern C-Omo OS tcmas tratados em pJenario, em dirctoria e omis oes, scrao objeto de
ampla e sistematica divulg.u;ao_
Art. 19. 0 Conselho Muni~ipal de Assisteuc.i' Soc ial reunir-se-a
ordinar.iamcntc a cada mes e, cxtraordiuarinmcntc, scmpre que onvocado por seu
Presidcnte ou por maioria de seus membros.
Art. 20. 0 regimento intemo do Conselho Muni ipal de Assistencia
Social daborado pela Primeira Diretoria nos primeiros 30 (tri.nta) dias de sua posse fixani
prazos legais de convocayao e dcmais dispositivos refcrcntes as atribuiyocs dos ~'1embros
da Dirctoria, das Comissoes e do Plenario.
Art. 21. 0 Exccutivo Iunic ipal prcstani o a oio administrativo
necessano ao ftmcionamento <.lo Conselho Municipal de Assistencia Social - COMAS,
atraves de scus rccursos humanos, materiais, financeiros c es utura 11sica para
fimciomuncnt.o regular do Conselho.
Art. 22. Para melltor dcscmpcnho de suas ft n<;oes o Consclho
Municipal de Assistcncia Socinl poden1 convidar a pessoas e inst 1i9oc~, de not(\ria
especializayao na area da Assistencia Social c outms a ela afctas, p tra assesson1-lo .m
assuntos cspedficos.
SE9AOIV
DO }WANDA TO DE CONSELHEIRO
Art. 23. Os membros efctivos e suplentes do Cm selho .Municipal de
Assistcncia Social scriio uomeados por ato do Prcfcito Municipal, c.oufomtc critcrios
in.stituidos nos artigos 11 c 12 desta Lei, para o mandata de 02 (dois) nos, permitida tmla
recondus;ao.
Art. 24. 0 ex.ercicio da fi.mt;ao de CotLc;clheiro scni considerada servi9o
publico relcvante, e nao seni remunerada, sendo seu exerdcio prioritti io e justificadas as
ausencias a quaisquer ontros services quando determinado seu compare imento a scssoes do
Conselho , ou participacilo em diligencias autorizadas por estc.
Paragrafo Un.ico- 0 pagamcnto de despesas com .ransportc, estadia c
alimentndio tera canltcr de ressarc.imento.
Art.25- Os membros do Conselho Mtmicipal <1 Assistencia Social
poder5o ser substituidos mediante solicitadio da instituic5o ou autori lade publica <i qual
estejam vinculados apresentada ao Consclho Mtmicipal de Assistencia Social , o qual fan!
comunicacao do ato ao Prefcito Municipal.
Pan\grafo Unico-Os membros rcpresentantes d) Podcr Exccutivo
Mm1.icipal sao dcmissiveis "ad nutmn"por ato do Prefeito Municipal.
Art. 26-Perder:\ o mamlatn o Conselheiro que:
1-Dcsvincular-sc do orgiio de origem da sua rcprcse 1tacao:
11-Faltar a 03 (tres) rmmi{)es con.secutivas, ou 05 cinco) intercaladas,
scm justiticativa, que dcven\ scr apresentadc1 na fomta prcvista no R gimento fntemo do
ConseJho~
IU-Aprcscntar renuncia 110 Plemlrio do Conselh(, que sen\ Iida na
scssao seguinte it de sua recepyao na Secretaria do Consclho;
IV - For condcnado por scntcn9a irrecorriv I, por crime ou
contraven\.ao penal.
Par{tgraf() t'Jnico. A substih1i9ffo se dara por deliher ~ao da rnaioria dos
componentes do ConseJho em procedimento iniciado mediante provoca ao de i.t1tcgrante do
Consclho Municipal, do Ministcrio Publico ou de qualqucr eidndiio asscgurada ampJa
defesn.
Art 27. Nos casas de ren\mcia, impedimenta ou f:tlta, os membros
efctivos do Conselho Mtmicipal de J\ssistcncia Social serao substitui os peJos suptentcs,
automaticamente, podcndo estes cxercerem os mesmos direitos e deverc dos cfctivos.
Art. 28. As cn.tidades ou organiza<;ocs rcprc.scntada ' pclos conselheiros
Htltosos deverao ser comunicad.as a partir da sct.-rtmda tillta con. ecutiva, ou quar1a
intcrcalada, atraves de correspondencia da Secretaria Exccutiva do Co1 seJho Municipal de
Assistencia Social - COMAS.
Art. 29. Perdcni o mandato a institui~ao 'luc:
I - cxtinguir stw base territorial de atua\ao no nnmi ipio de Rio Branco
do Sul ~
II - tiver constatado em seu funcionamcnto irrcgul< ridade de acentuada
gravidadc, que tome incompativcl sua rcpresenta~ao no Consclho Muni ipal;
III - sofrer penalidade admi11istrativa rcconhecidam ntc grave.
Panigrafo U nico. A substitui~ao se dad por delibe . t;iio da maioria dos
componentes do Conselho em proccdimcnto iniciado mediante provoca ~to de intcgrantc do
Conselho Municipal, do Ministcrio Publico ou de qualquer cidad.c1o asscgumda ampla
defesa.
A
})0 F'UNDO MUNIClPAL DE ASSISTENCJA SOCIAL FUMAS
Art. 30. fica criado o Fundo Municipal de .<:sistcncia Social -
FUMAS, orgao perm::mente de natureza contiibil, que seni vinctlado ao 6rgao da
Administra<;ao PirbJica rcsponsavel pda coordcnayao da politica i\:funi ·ipal de Assistencia
Social, gerido sob a oricnta~ao e controJe do Consclho Municipal de ssis!Cn()ia Social -
COMAS.
Art. 3 1. As rcceit.a.s componentes do Fundo Munic pal de A5sist.encia
Social - FtJMAS scrao provinentes de:
I - dota~ao espedfica cousignad.a no Or~tamctt ) Mwlicipal para
Assistcncia Social e as verba'i adicionadas que a lei estabelecer n dccurso de carla
cxcrcicio.
II - vcrb.-.s rcpassadas pelos Conselhos Nacim ~-tl e Est.adual de e Assistencia Social e de outros orgaos oficiais;
III - doa~-oes, amdlios, contribu i~;oes legados e ou.tr lS recursos que !he
scjmn destinados;
IV - rendac; cventuais, inclusive as resultunte de depbsitos c
aplica~oes financeiras, bcm como da venda de materiais de puhlica9ao e da rcaliza<;ao de
eventos;
V - recursos dos concursos de progn(lsticos, sor ios e lotcrias, do
ambito do govern.o cstadual;
VI - rcceitas provenientes da alicna9no de bens m veis e im6vcis do
Municipio, no ambito da Assistencia Sociat
\111 - produto de convenio~ fimtados com cntid de,s fmanciadoras,
nHdonais, intemacionais ou estrange.iras;
VTII - produtos de arrecad.:1.~ao de mullas e juros c mora, conforme
destinaQiio prcvista em lei cspcciJica;
IX - recursos retidos em instihtiyocs financeir. s scm deslina-.;ao
pr pria ~
X - os bcns movcis, im6veis, semimovcntcs, h. veres pccaniarios,
oriundos dos intcstados scm herdci.ros depois de Iiberados pelo . oder J Ltdiciari<..> e
dest:inados ao Municipio;
XI - outros rc.cursos que lhc iorcm destinados.
§ 1°. Os recursos de responsabihdadc do Muni ipio destinados <1
assistcncia social serao automaticamente rcpassados ao Fundo a m ~ lida que se forcm
realizando receitas.
§ 2°. As receitas dcscritas neste artigo ·t)rao deposjtadas
obrigatoriameute em conta especial a ser mantida em agencia de estabe cimento otlcial de
erect ito.
programa~ao;
§ 3° . A aplica~ao dos recursos de natureza fmancei
I - da existencia de disponibiJidade em tl.myao
depend era:
) cmupri.me.nto de
II - da previa aprova~ao pelo Conselho Mu.ni tpa! de AssistenCJa
Social- COMAS.
§ 4°. Os saldos fmancciros do Fundo I\funicipal de A.;;sisteucia Social -
FUM AS constantc do balan~o anual scrao transfcrjdos para o cxercicio ·cguinte.
Art. 32. 0 funcionamento c administrac;ao do I undo Mu.Jiici.pal de
Assistencia Social serao objcto de rcgulamcnta9fio pelo Exccutivo Mt 1icipal, no prazo de
30 (trinta) dias, a c.ontar da publicavfio desta Lei, ouvido o Conselho M micipal.
CAPITULOV
OAS DISPOSI(,~OI S INAIS E TRANSITORf,
Art. 33 . Para atcndcr o disposto nesta Lei, fica o Poder Exccutivo
autorizado a abrir credito adicional especial no limite de R$ 3.000,00 (t es miJ rcais).
Art. 14. Como rec.urso para abertura do creditl previsto no artigo
anterior, o ext>.-cutivo utilizar-se-a do prcvisto no inciso IH, § t 1
' . do arti o 43 da Lei Federal
no 4.320, e ~ 2°, do artigo 167, da Constitui9ao Federal.
Art. 35. 0 credito adicional espec-ial nutorizado . sera reaberto ate o
limite de scu sal<.lo, para atendirnento da dcspcsa do exercicio de 1995 artigo 45 da Lei Jl0
4.J20 e § 2°, do artigo 167 da Constit11iyao Federal.
l\rt. 3(J. Fica o Executive autorizado a suplcmenl r, por ato pr6prio tl
crcdito previsto nesta Le i, em ate 80% (oitcnta por ccnto).
Art. ?.7. A classiiicaviio da dcspesascni fcita no at ) que abrir o credito
aludido nesta Lei, na tonna do artigo 46 da Lei 11° 4.320/64.
Art. J g. Para o excrcicio de 1996 c sub seq cntes o E:xccut.ivo
providcnc.iani a inclusao <.las despesas autorizadas por esta Lei nos ot~tam nlos mm;:~is do
Municipio.
Art. J9. Para a realizayao da 1 a Conlcrcncia l\·1un cipal de Assistencia
Soc ial, a entidadc govemamental local responsavel pela A9ao Social convocanl cntidadcs
interessadas" nas condi~Yocs cstabelecidas no pan\grafo 1 o do artigo 5° c nstituindo comissao
de organi7..a<;ao paritArja_
..
Art. 40. 0 Excculivo ~hmicipal dara posse ao 1(' Consdho Municipal
de Assistencia Social no prazo m~\xint.o de 30 (trinlll) dias, a contar d.a "ta de rca1izw;ao da
1 ;l Conferencia Municipal de Assistencia Social.
Art. 41. 0 Mmisterio Pt'1blico zclani pelo cum rimcnto do disposto
nesta Lei.
Art. 42. Esta Lei entra em vigor na data de sua p blicayao, revogadas
as disposil(()cs em contnirio.
Gabinete do Prcfcito Mu11icipai de Rio Branc~ do Sui~ em 18 de
novembro de 1995 . J /--::J ;J _ ~~
tCt.-r1-t" it~ ~£-- ?~v£-L .riENTC> ILCEU BENELLI CIIIMELLI
Prefeito Municipal