| Tipo | Lei Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 4455 / 2022 |
| Date | 2022-05-10 |
| Ementa | PM 051/2022 - CM 127/22 PROJETO DE LEI DO EXECUTIVO MUNICIPAL QUE APROVA O PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA ARBOVIROSES DE SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. |
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PREFEITURA MUNICIPAL DE - SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL LEI Nº 4.455, de 10 de maio de 2022. APROVA O PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA ARBOVIROSES DE SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. JÚLIO CÉSAR CAMPANI, Prefeito Municipal de São Sebastião do Caí. FAÇO SABER que a Câmara Municipal aprovou e eu, no uso das . atribuições que me confere a Lei Orgânica do Município, sanciono a seguinte LEI: Art. 1º Fica aprovado o Plano de Contingência para Arboviroses de São Sebastião do Caí, objetivando servir de guia para as ações de Saúde a serem implantadas, desenvolvidas e executadas ao longo do exercício de 2021 até 2024, conforme segue em anexo. Art. 2º Esta Lei entrará em vigor nesta data de sua publicação. Gabinete do Prefeito Municipal de São Sebastião do Caí, aos 10 dias do mês de maio de 2022. JÚLIO CÉSAR CAMPANI Prefeito Municipal. Registre-se. Publique-se. va ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA DE SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DA FAMÍLIA PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA ARBOVIROSES (2021/2024) GRUPO DE TRABALHO SECRETÁRIA MUNICIPAL DE SAÚDE: Neiva Teresinha Rosa dos Santos COORDENADOR TÉCNICO: Clarice Lermen de Paula COORDENADOR ADMINISTRATIVO: Diomar Machado Flores COORDENADOR ATENÇÃO BÁSICA: Rogério Luiz Bassegio VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA: Sandra Miyuki Hasegawa VIGILÂNCIA AMBIENTAL: Diva Adriani Gauger SUMÁRIO PROTOCOLO DE ATENDIMENTO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..............irceaermeeseeeiameneetitaterieeesiaeeees irreais 16 INTRODUÇÃO No mês de abril de 2021 tivemos um caso importado de dengue. Quinze dias após, teve o primeiro caso autóctone de dengue em nosso município. A situação epidemiológica da dengue no Estado do Rio Grande do Sul é preocupante, para os serviços de saúde do município de São Sebastião do Caí também, agora com casos autóctones. Para o Programa Nacional de Controle da Dengue, o atual situação de estruturação nos municípios e estados em situações de crises epidêmicas, estabelece condições mínimas e necessárias para a implementação de ações contingenciais no tocante a vigilância epidemiológica, vigilância ambiental, organização de uma rede assistencial, suporte laboratorial e comitê de mobilização social. Com o objetivo de atender essa necessidade será apresentada uma atualização do plano de contingência do município de São Sebastião do Cai. Saliento que as ações aqui descritas poderão ser alteradas a qualquer tempo, sendo adotadas novas estratégias de acordo com a situação local e orientações de outros níveis de gerenciamento de crise. OBJETIVO GERAL A finalidade do Plano é orientar e acompanhar a população do município, combatendo a proliferação do mosquito vetor, através da eliminação de criadouros, objetivando interromper a cadeia de transmissão da doença, reduzindo ao mínimo o número de doentes. Sensibilizar a rede municipal de saúde para a notificação em tempo oportuno da doença com a finalidade de desencadear as ações de controle e prevenção no nível local. Implementar de forma oportuna medidas de controle assistencial à saúde para atender os pacientes, na perspectiva de diminuir as internações e possíveis óbitos. METAS DESCRITAS Conter a circulação viral no município ou minimizá-la de forma a reprimir a evolução do cenário para uma situação de surto trabalhando com eliminação dos focos e conscientização da população dos riscos da água parada: No atual cenário, os riscos associados à dengue, febre amarela, Zika vírus e Chikungunya, entendemos que esse plano é de suma importância para a saúde pública. 93) RELATO SOBRE O MUNICÍPIO Com 146 anos, emancipada de São Leopoldo em 1 de maio de 1875, a então Villa de São Sebastião do Cahy, tendo sua colonização de origem portuguesa, São Sebastião do Caí , assim como a região recebeu de etnias nórdicas, principalmente alemã, constituindo o Vale do Caí. Atualmente com uma população estimada em 2020 de 25.959 habitantes, pertence a 1º coordenadoria, 82 região. São Sebastião do Caí baseia-se na produção de cítrus e floriculturas, no setor primário. Têm como municípios limítrofes as cidades de Portão, Capela de Santana, Bom Princípio, Feliz, São José do Hortêncio, Harmonia e Pareci Novo. Sua área territorial é de 111.452 km* com distância da capital Porto Alegre de 60 km. Cidade pitoresca e alegre tem como eventos anuais a Festa de São Sebastião do Caí (jan), a Festa de Navegantes (fev), Rodeio Crioulo (maio) e Semana Farroupilha (set), e a Festa da Bergamota a cada dois anos. Seus pontos turísticos são: antigo cais do porto; Parque Centenário; Igreja Matriz São Sebastião, Igreja Evangélica, Praça Cônego Edvino Puhl, Rio Caí, Museu Histórico Vale do Cahy, e Museu de Artes Vale do Cahy. MALHA RODOVIÁRIA DE SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ - RS ANÁLISE DO PROGRAMA DE VIGILÂNCIA DA DENGUE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE SAÚDE PARA ENFRENTAMENTO DE UMA EPIDEMIA A partir do mês de junho de 2021, o município passou a contar com 12 (doze) ACE, um para cada 800 imóveis, conforme preconiza o Ministério da saúde. Selecionados através de processo seletivo simplificado, em regime de urgência. Temos um coordenador de campo concursado, um veículo exclusivo para a Vigilância Ambiental A equipe de Vigilância Epidemiológica é composta por duas enfermeiras que possuem 2 ( dois)computadores com acesso à internet sempre disponível para o trabalho. Atualmente, os casos suspeitos de Dengue, são encaminhados de imediato a Vigilância Epidemiológica por telefone ou e-mail, que informa a Vigilância Ambiental. Em caso suspeito de dengue, em qualquer unidade de atendimento, das seis unidades de ESF'S da cidade, imediatamente se realiza o teste rápido, disponível em todas as unidades. E a Vigilância Ambiental é informada para as ações necessárias. É realizada coleta de sangue para sorologia especifica e enviada ao LACEN, bem como demais exames realizados pelo estabelecimento de saúde. As instituições privadas são orientadas a comunicar imediatamente os casos suspeitos à Vigilância Epidemiológica por e-mail ou telefone. São Sebastião do Caí encontra-se no extrato de município infestado. O município não possui telefone específico para dengue e não possui lei específica relacionada à dengue, mas existe o Código Municipal de Posturas que amparam legalmente exigências junto à comunidade quanto a medidas preventivas para controle de vetores em cemitérios. Nossa rede de saúde é composta de 07 Unidades de Saúde; sendo 06 equipes de ESF's, 01 Unidade de Saúde com Serviços Especializados, com atendimento na atenção básica até ás 22h. Hospital conveniado, com Unidade de Pronto Atendimento 24 horas com leitos de observação adulto e pediátrico. O município possui condições de colocar unidades de hidratação extra em todas as unidades de atendimento da cidade (ESF'S e UBS) e na emergência do hospital de referência situado na cidade. Não possuímos laboratório próprio para análises clínicas, é realizado por serviço privado conveniado para atender a demanda, realizado por 04 (quatro) laboratórios, através contrato, com possibilidade imediata de aumentar a demanda, em caso de urgência. Pacientes internados no hospital, contam com atendimento laboratorial próprio. Em caso de epidemia é possível aumentar contratação de serviço laboratorial para atender a demanda gerada, bem como o aumento do estoque de medicamentos. O município adquiriu mais uma máquina costal para aplicação de UBV em ação de bloqueio côómandada pela Vigilância Ambiental, tendo duas no momento. Também possuímos uma máquina costal manual e uma máquina costal a bateria para aplicação em PEe. O município não possui laboratório de entomologia, quando necessário, as amostras são encaminhadas ao Laboratório Central do Estado (LACEN). No momento, o contingente de agentes permite que se façam ações para redução de transmissões (como bloqueios) e redução de pendências de forma efetiva. Os trabalhos alternativos visando diminuir danos, implementados em 2012/2013, para realizar educação sanitária para a população com ações realizadas diariamente nas residências. O comitê municipal de combate a Dengue foi legalmente criado em 12/12/2012, operou de 2015 a 2016. Eram realizadas reuniões mensais, pelo comitê de combate ao arbovirose, cuja seleção de pautas é baseada nas necessidades de serviço intersetorial para resolução de problemas. Após as reuniões, os encaminhamentos eram feitos, via memorando, para as secretarias municipais que tiverem envolvimento com a solução da demanda apresentada. O comitê está foi reestruturado com novos integrantes e já esta em trabalho. À Secretaria de Saúde de São Sebastião do Caí fez o plano de contingência para arboviroses em 2012/2013 e agora readequando para as novas realidades. ASSISTÊNCIA NA ATENÇÃO BÁSICA protocolos clínicos de diagnóstico e tratamento das arboviroses, bem como fiuxos de acompanhamento e acolhimento do Ll orientações serão repassados a todos os profissionais médicos do município (rede pública e privada). dos materiais em tempo hábil para profissionais novos no município. | Meta Condição Atual Proposta Responsável Divulgação dos Material e demais | Viabilizar distribuição Coordenação da Atenção Básica, Vigilância Epidemiológica, Coordenação Enfermagem, Coordenação Médica, paciente na rede de saúde. Distribuição do cartão de acompanhamento dos suspeitos, bem com ficha de notificação compulsória na rede de saúde pública e privada. Atender os casos suspeitos de dengue sem limitação de fichas. Notificação de todos os casos suspeitos de Dengue. medicamentos e insumo encaminhamentos em casos de maior complexidade. atendimentos nas UBS'S evitando colapso hospitalar Definir referência de Encaminhamento Lol A Material já distribuído nas unidades de saúde Atendimento garantido através do Pronto Atendimento Municipal Orientar a importância | o uso do mesmo para qualificar e agilizar o atendimento dos casos dos pacientes com suspeita de dengue na rede municipal. Coordenação da Atenção Básica. Priorizar o atendimento dos casos de dengue levando em consideração a classificação de risco Notificado conforme orienta SINAN- Doença de Dotificação Compulsória Todo o profissional de saúde é obrigado a notificar imediatamente a suspeita de Dengue a Vigilância Coordenação Técnica, Coordenação Atenção Básica Coordenação Técnica, Coordenação Atenção - Básica Epidemiológica Adequação dos Medicação de suporte | Assegurar acesso ao SRO já em sala de Coordenação Técnica, Coordenação Atenção conforme protocolos Ampliar horário de Trabalho de segunda a sexta das 07h30min as 12h00min e 13h00min as 22h00min espera Básica Encaminhar para o Gestor "| hospital para avaliação oportuna casos de maior complexidade. Trabalho em regime de | Gestor plantão 08h00min as 12h00min e 13h00min as 17h00min em finais de semana e feriados Assegurar coleta laboratorial básica para triagem dos casos suspeitos atendidos nas atenção básica. Buscar informações atualizadas sobre a condição clínica dos pacientes classificados como Grupo A. ( Unidade coleta exame conforme agenda da unidade Aumento da oferta de hemograma com plaquetas para casos confirmados de dengue Coordenação técnica e coordenação da Atenção Básica Monitorar o paciente no retorno à unidade — Coordenação da Atenção Básica. de saúde ASSISTÊNCIA NO SERVIÇO HOSPITALAR Caracterização do Serviço: Unidade Hospitalar Sagrada Família: com atendimento de Urgência 24 horas e apoio à SAMU. Leitos SUS: adulto- 60 leitos. Pediátrico: conforme demanda, encaminhados á referência do estado. Box de Parada: O1paciente crítico e 01 paciente intermediário. Meta uma assistência laboratorial oportuna e qualificada. medicamentos e Insumos. Condição Atual Proposta ———+ Prestar ao paciente Coleta no Hospital de 22 a 6º feiraem horário comercial dos casos de urgência e emergência encaminhados das UBS's. Realizar contratação de serviço laboratorial para atender a demanda aumentada no caso específico. Responsável Gestor Municipal Coordenação Hospital Sagrada Família. Adequação dos memmenacenteniicenacnns, e Assegurar acesso ao SRO já na sala de espera e medicação de suporte. Família. Gestor Municipal Coordenação do Hospital Sagrada 8 Definir referência para casos graves. Encaminhamento via GERINT Adequar fluxo com Central de Regulação. Gestor Municipal Gestor Estadual Coordenação do Hospital Sagrada Família. Definir local para internação-leito clínico e pediátrico. Locais definidos para internação. Clínico-hospital da cidade (Sagrada Família). Pediátrico: Grave-Canoas Estável-Feliz Manter número de leitos adequado para uma possibilidade de epidemia. DE es Gestor Municipal = ' Organizar com Atenção Básica a reconsulta do paciente. Notificar a Vigilância em saúde. VIGILÂNCIA EM SAÚDE Aprimorar a qualificação dos agentes de combate a endemias contratados. Garantir o monitoramento dos Pacientes. Criar rotina com a VS para a notificação. Coordenação Atenção Básica Coordenação do Hospital Sagrada Família. Coordenação do Hospital Sagrada Família Vigilância Epidemiológica. Criar o Comitê Gestor CONDIÇÃO ATUAL PROPOSTA fResponsáveL ] 13 agentes de Capacitar agentes e Vigilância Ambiental Endemia. intensificar as ações. Coordenadoria Gestor Municipal! Em andamento | Que o comitê seja um | Gestor Municipal | de Mobilização ao Aedes Aegypti. Realizar ações conjuntas com a comunidade para mobilização permanente. Proposta para capacitação dos profissionais de saúde. espaço de concretização e agilidade para decisões de caráter intersetorial. Distribuição de material informativo, palestras, Dia D. Anualmente os profissionais são Capacitados. Intensificar ações junto a comunidade mantendo o estado de alerta. Vigilância Ambiental Gestor Municipal Vigilância Ambiental Aplicação do protocolo “DENGUE EM 15 MINUTOS”. Capacitação para médicos, enfermeiros e técnicos de Coordenação da Atenção Básica Coordenação Enfermagem Coordenação Médica Vigilância ACE. Aplicação de UBV costal conforme protocolo do Ministério Da Saúde Loo Contratado através de processo seletivo. Contratação emergencial para aplicação de UBV costal. enfermagem. Epidemiológica. Manter o quantitativo | Conforme preconizado | Realização de + Gestor Municipal. 7 de ACE necessários pelo Ministério da Processo Seletivo conforme preconizado | Saúde. Público emergencial. pelo Ministério da Saúde, hoje é de 13 E E pan Gestor Municipal. DIAGNÓSTICO SITUACIONAL O município de São Sebastião do Caí está tomando todas as medidas necessárias a fim de viabilizar um bom manejo na condução de arboviroses. Contamos com bom número de leitos hospitalares, e quatro laboratórios conveniados, com possibilidade imediata de aumentar exames 10 em caso de aumento de casos de dengue no município. Nosso estoque de materiais e medicamento conta com um bom estoque de segurança, com possibilidade de aumentar conforme a necessidade. No caso de aumento crítico de casos necessitando reidratação intravenosa, será possível manter no espaço físico das UBS pacientes sentados em observação e hidratação EV; Foi criado o Comitê Municipal de Combate a Arboviroses, com implementação de estratégias preventivas para combater o vetor transmissor e mobilização da comunidade. A fim de uma maior integração com as demais secretarias para condução das ações de contingência. A condução das dificuldades citadas poderá reduzir o impacto de uma epidemia. NÍVEIS DE ACIONAMENTO DO PLANO DE CONTINGÊNCIA ESTADUAL NÍVEL 1 Vigilância Epidemiológica MUNICÍPIOS INFESTADOS COM CASOS DE DENGUE Realizar a investigação epidemiológica (busca ativa, digitação no Sinan) Controle Vetorial Monitorar PVE, bloqueio de transmissão viral e acompanhamento do IP Atenção á Saúde o Apoiar capacitações e Disponibilizar equipe técnica para discussão de manejo clínico e classificação de risco do J paciente com suspeita de dengue Comunicação e Mobilização Social Divulgar Informações Gestão Manter supervisão continuada [NÍVEL 2 — MUNICÍPIO INFESTADO COM CONFIRMAÇÃO DE ATÉ 01 CASO AUTÓCTONE Vigilância Epidemiológica Emitir alerta/ Elaborar boletins Acompanhar a situação epidemiológica Encaminhar amostras para o LACEN. Controle Vetorial LN A — Monitorar PVE, bloqueio de transmissão viral e acompanhamento do IIP 4 Manter visitas em PEes. Intensificar as visitas LI + T. Atenção a Saúde Comunicação e Mobilização Social Apoiar capacitações e disponibilizar equipe técnica para discussão de manejo clínico e classificação de risco do paciente com suspeita de dengue Divulgar informações e usar meios de comunicação local Lo Gestão mb — Articular as várias áreas para execução das ações propostas para Garantir estoque estratégico de insumos e profissionais NÍVEL 3 Vigilância Epidemiológica Controle Vetorial . Monitorar PVE, bloqueio de transmissão viral e MUNICÍPIO INFESTADO COM TRANSMISSÃO SUSTENTADA (ACIMA DE 01 CASO AUTÓCTONE) Emitir alerta/ Elaborar boletins Acompanhar a situação epidemiológica Investigar óbitos suspeitos acompanhamento do HP Atenção a Saúde Comunicação e Mobilização Social Acompanhar e orientar a organização da rede de atenção aos casos suspeitos de dengue Incentivar a implantação de protocolos e fluxos Disponibilizar equipe técnica para discussões de manejo clínico e classificação de risco do paciente com suspeita de dengue Divulgar informações Veicular campanha educativa nas regiões onde há maior incidência de casos de dengue Definir o coordenador em conjunto com o gestor Gestão Articular as várias áreas para execução das ações propostas Garantir estoque estratégico de insumos e profissionais | 2 ESTADIAMENTO CLÍNICO Estadiamento clínico Brasil Relação com a nova classificação Prova do laço negativa, sem sangramentos AS espontâneos, sem comorbidades ôu grupo de risco ou condições clínicas especiais, e Sinais! de alarme Prova do laço positiva ou sangramento de pele ——— espontâneos (petéquias), ou com comorbidades, ou grupo de risco ou condições clínicas especiais. Ausência de sinais de alarme. 2 Classificação final: Dengue Presença de um ou mais sinais de “alarme. — Sangtamentos presente ou auúsentê. Se hipotensão. Classificação final: Dengue com Sinal de Alarme E Classificação final: Dengue Grave CLASSIFICAÇÃO DE RISCO E MANEJO DO PACIENTE Classificação de Risco e Manejo do paciente ER E : 14 PROTOCOLO DE ATENDIMENTO Importante ter um fluxo protocolado ágil para as ações nos períodos não epidêmico, pré- epidêmico e epidêmico, com os fluxos para encaminhamento dos pacientes conforme a realidade de atendimento, que deverá ser amplamente divulgado nas UBS'S e Pronto Atendimento hospitalar: 1 — atendimento e direcionamento dos pacientes 1.1- pacientes que chegam à Unidade Básica de saúde REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia Política Nacional de Atenção Básica - Módulo 1: Integração Atenção Básica e Vigilância em Saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. — Brasília: Ministério da Saúde, 2018. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Virus Zika no Brasil: a resposta do SUS [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. — Brasília: Ministério da Saúde, 2017. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Plano de Contingência Nacional para Epidemias de Dengue / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. — Brasília: Ministério da Saúde, 2015. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Plano de Contingência Nacional para a Febre de Chikungunya / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. — Brasília: Ministério da Saúde, 2014. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Diretrizes para a organização dos serviços de atenção à saúde em situação de aumento de casos ou de epidemia de dengue. Secretaria de Atenção à Saúde, Diretoria Técnica de Gestão. — 1. Ed. — Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 16