| Tipo | DECRETO LEGISLATIVO |
|---|---|
| Número / Ano | 16 / 2025 |
| Date | 2025-12-10 |
| Ementa | DECRETO LEGISLATIVO Nº. 16, de 10 de dezembro de 2025. "Concede Título de Cidadão Honorário do Município de Nova Andradina, Estado de Mato Grosso do Sul, a senhora VERA LUCIA MARTINEZ BATTISTETTI, e dá outras providências". |
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CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA ANDRADINA
"Prédio Antonio Francisco Ortega Batel"
ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL
DECRETO LEGISLATIVO Nº. 16, de 10 de dezembro de 2025.
"Concede Título de Cidadão Honorário do
Município de Nova Andradina, Estado de Mato
Grosso do Sul, a senhora VERA LUCIA
MARTINEZ BATTISTETTI, e dá outras
providências".
O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA ANDRADINA, ESTADO
DE MATO GROSSO DO SUL;
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu promulgo o seguinte Decreto
Legislativo:
Art. 1°. Fica concedido o Título de Cidadão Honorário do Município de Nova Andradina,
a Sra. VERA LUCIA MARTINEZ BATTISTETTI, por sua importante participação no
desenvolvimento e por todos os relevantes serviços prestados ao Município de Nova AndradinaMS.
Art. 2°. O referido Diploma será outorgado oportunamente, no dia e hora designados pela
Mesa Diretora, com a solenidade de estilo.
Art. 3º. Este Decreto Legislativo entrará em vigor na data de sua publicação.
Art. 4°. Revogam-se as disposições em contrário.
Nova Andradina, 10 de dezembro de 2025.
PUBLJC.AOO
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t>i.MLo.JHfÍl\L /~ ~t'>-i< t
Data: J!_Lfl }?-~ '--- ---.M" . -
FABIO Assinado deforma
digital por FABIO
ZANATA:S 198 ZANATA:51981378120
1378120 Dados:2025.12.10
/ 09:24:16 -04'00'
FABIO ZANATA-MDB
Presidente da Câmara Municipal
CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA A~Jr . ·.
"Antônio Francisco Ortega c~ ~'; ·
Estado de Mato Grosso do Sul
M1xado no Mural, conforme Art. 10:.J ;Ji! LC; ,
JJ_t., l { l 11. o f t 9.1-i .. ?~ .
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Rua São José, n". 664 Fone (67} 3441-0700 - CEP: 79750-901 - Nova Andradina - MS
site: http://www.novaandradina.ms.leg.br
Histórico
CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA ANDRADINA
"Antonio Francisco Ortega Batel"
ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL
2
Manoel Vicente dos Santos, filho de Vicente Antônio dos Santos e Sabina Josefa dos
Santos. Nascido de 29 de abril do ano de 1946 em Vasa Alegre, no Estado do Ceará. Seu Mané
Preto, como é popularmente conhecido tem uma história muito semelhante a milhares de
Nordestinos que migraram com suas famílias na procura de condições melhores de sobrevivência.
Manoel veio para Nova Andradina no ano de 1954, e o mesmo conta que da cidade de
Presidente Prudente até chegar nas terras da Empresa Moura Andrade demorou cerca de quatro a
cinco dias, devido não ter estradas e o meio de transportes mais fáceis eram as navegações
fluviais. O irmão havia pego uma fazenda para abrir, era a Fazenda Gato Preto, e sempre ouvia as
pessoas dizerem: "olha ali na Fazenda Baile vão abrir uma cidade. Vai chamar Nova Andradina,
em homenagem a Andradina - SP. Aí ficou, era um movimento grande, era dia e noite
trabalhando nessa fazenda, e a coisa evoluindo".
Seu Manoel conta com exatidão a Geografia de Nova Andradina nos anos de 1950, expõe
a extensão da fazenda Baile, também da Gato Preto e coloca em pauta as outras fazendas que
rodeavam as terras da Empresa Moura Andrade, como fazenda Guarani, Merem e São Bento e
como foi se preparando a população para que tivesse nessa localidade o município de Nova
Andradina. Seu Manoel, conta que tinha muitos paraguaios, e que os historiadores costumam
dizer que essa situação é interessante, pois, os paraguaios também são confundidos normalmente
com indígenas que os gatos/empreiteiros buscavam desde Rio Brilhante até a fronteira com o país
vizinho para desbravar as fazendas que estavam sendo abertas.
É preciso ressaltar que Manoel Vicente dos Santos, é mesmo um dos pioneiros, daqueles
homens que trabalhou muito na projeção de Nova Andradina, conviveu com as diversas
dificuldades que a natureza e o tempo forneciam nos anos de 1950. Traz consigo uma frase muito
forte, "Eu não fui criado, eu me criei", pois, a mãe faleceu quando era anda muito pequeno e o
pai acabou indo e deixando-o com os cuidados do irmão que estava desbravando a Fazenda Gato
Preto. "Eu amo Nova Andradina, eu me criei aqui né, até na faixa do meu caminhão tá escrito,
nova-andradinense". Quando o pai e o irmão foram embora, Manoel ficou morando com um
senhor chamado Salvador, era uma olaria, e por volta de 1956, tinha por volta dos nove a dez
anos de idade veio para a cidade e seu primeiro emprego foi como servente de pedreiro na
capelinha da Igreja.
Rua Silo José, n11. 664 Fone (67) 3441-0700 - CEP: 79750-901 - Nova Andradina- MS
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CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA ANDRADINA
"Antonio Francisco Ortega Batel"
ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL
3
Anos depois Antônio Joaquim de Moura Andrade lançou a ideia de defmitivamente
fundar a cidade de Nova Andradina, e então na contratação de muitos trabalhadores, peões, como
eram chamados nos idos dos anos de 1950, que deveriam abrir a cidade com ruas e colocar o
mínimo de infraestrutura em funcionamento. Então, ainda menino foi trabalhar na empresa de
AJMA, era o ano de 1958, Manoel estava com 12 anos de idade. Aproveitando o momento, ainda
menino, foi morar na pensão do Senhor Olímpio, ali também passou a trabalhar na prefeitura da
cidade recém fundada: "não era a prefeitura, era do Moura Andrade, né. As máquinas abrindo as
coisas, o chefe da turma era o nascimento, tinha o Shirota, toda vida eu quis ser alguma coisa na
vida né. Mas, eu não tinha caneta, era dificil né, foi quando o Shirota me chamou para ajudar
medindo as ruas" diz, senhor Manoel.
De acordo seu Manoel, ficou desempregado por alguns momentos, pois Sr. Nascimento, o
encarregado de abrir as primeiras ruas avisou que agora seria uma cidade e que a empresa Moura
Andrade é que organizaria tudo. Conta então que o prefeito da cidade era o filho do senhor
Austrilio Capilé Castro, o Vearni Castro, que convidou um senhor de apelido Mané Barceiro para
trabalhar com o trator da prefeitura, que disse não poder trabalhar nesse serviço, mas que
arrumaria um rapaz para trabalhar. Então seu Manoel Vicente foi trabalhar com o trator, fazia de
tudo, de todos os tipos de serviços, "era coveiro, lixeiro e entregava IPTU nas ruas" e ressalta:
"nós eram os 04 funcionários, Y ara Maria Domingos era primeira secretária, Aline Escobar, era
segunda secretária e Honório Ganji Fujibayashi, era da Câmara, e eu fazia esses três lados ai, era
o coveiro, lixeiro e entregava o IPTU''.
Manoel Vicente, conta que não sabia ler e tinha dificuldades, mas, que as meninas o
ajudaram tempos depois a aprender as primeiras letras, tinha por volta 13 a 15 anos de idade.
Depois, já aos 15 anos foi trabalhar com a família Fujii com caminhão de tora, era um serviço
pesado, mas, que foi as portas para que aos 18 anos de idade pudesse tirar sua habilitação e
iniciasse uma nova profissão, a de caminhoneiro, que já se vão 60 anos de profissão. No ano de
1972 casou-se com Maria de Araújo, tiveram os filhos Manoel Vicente dos Santos Júnior e a filha
Joice de Araújo, que sequencialmente deram-lhes os netos Leonardo e Letícia, e também Isadora,
Isabele, Isadora e Emanuele, cinco bênçãos em sua vida.
Hoje, aos 79 anos de idade, Manoel Vicente dos Santos, é um homem com saúde, que
viaja com seu caminhão, conheceu todo o Brasil, fez muitos amigos, é um ser humano respeitado,
construiu uma história marcante, está entre os primeiros funcionários da prefeitura de Nova
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Andradina, tem diversos acontecimentos e fatos na sua bela memória, do qual conta com alegria,
pois, participou de fatos relevantes para a formação social e estrutural de nossa cidade. O
caminhoneiro, que tem uma frase marcante, "Eu não fui criado, eu me criei", traz para Nova
Andradina, o quanto foram dificeis os anos iniciais de abertura desta cidade, mas, que nos deixa
de ensino, outra frase marcante, "eu sempre quis ser alguém na vida, eu sempre quis melhorar'', e
isso aconteceu, construiu família, fez história, e sobretudo, continua nos ensinando o bem viver, a
dignidade de sentir-se um cidadão nova-andradinense, devido ter passado 70 anos de sua vida em
Nova Andradina.
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Ano: X - N°2208 11 de dezembro 2025, quinta-feira
,
DIARIO OFICIAL
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NOVAANDRADINA-MS
Criado pela Lei Nº l.336 de 09 de setembro de 2016
CÂMARAMUNICIP AL DE NOVAANDRADINA
"Prédio Antonio Francisco Ortega Batel"
ESTADO DO MA TO GROSSO DO SUL
DECRETO LEGISLATIVO Nº. 16, de 10 de dezembro de 2025.
"Concede Título de Cidadão Honorário do
Município de Nova Andradina, Estado de Mato
Grosso do Sul, a senhora VERA LUCIA
MARTINEZ BATTISTETTI, e dá outras
providências".
O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA ANDRADINA, ESTADO
DE MATO GROSSO DO SUL;
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu promulgo o seguinte Decreto
Legislativo:
Art. 1°. Fica concedido o Título de Cidadão Honorário do Município de Nova Andradina,
a Sra. VERA LUCIA MARTINEZ BATTISTETTI, por sua importante participação no
desenvolvimento e por todos os relevantes serviços prestados ao Município de Nova AndradinaMS.
Art. 2º. O referido Diploma será outorgado oportunamente, no dia e hora designados pela
Mesa Diretora, com a solenidade de estilo.
Art. 3º. Este Decreto Legislativo entrará em vigor na data de sua publicação.
Art. 4º. Revogam-se as disposições em contrário.
NovaAndradina, 10 de dezembro de 2025.
FABIO ZANATA - MDB
Presidente da Câmara Municipal
Ano: X - Nº2208 11 de dezembro 2025, quinta-feira
,
DIARIO OFICIAL
Histórico
NOVAANDRADINA-MS
Criado pela Lei N° l.336 de 09 de setembro de 2016
CÂMARA MUNICIPAL DE NOVAANDRADINA
"Antonio Francisco Ortega Batel"
ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL
2
Manoel Vicente dos Santos, filho de Vicente Antônio dos Santos e Sabina Josefa dos
Santos. Nascido de 29 de abril do ano de 1946 em Vasa Alegre, no Estado do Ceará. Seu Mané
Preto, como é popularmente conhecido tem uma história muito semelhante a milhares de
Nordestinos que migraram com suas famílias na procura de condições melhores de sobrevivência.
Manoel veio para Nova Andradina no ano de 1954, e o mesmo conta que da cidade de
Presidente Prudente até chegar nas terras da Empresa Moura Andrade demorou cerca de quatro a
cinco dias, devido não ter estradas e o meio de transportes mais fáceis eram as navegações
fluviais. O irmão havia pego uma fazenda para abrir, era a Fazenda Gato Preto, e sempre ouvia as
pessoas dizerem: "olha ali na Fazenda Baile vão abrir uma cidade. Vai chamar Nova Andradina,
em homenagem a Andradina - SP. Aí ficou, era um movimento grande, era dia e noite
trabalhando nessa fazenda, e a coisa evoluindo".
Seu Manoel conta com exatidão a Geografia de Nova Andradina nos anos de 1950, expõe
a extensão da fazenda Baile, também da Gato Preto e coloca em pauta as outras fazendas que
rodeavam as terras da Empresa Moura Andrade, como fazenda Guarani, Merem e São Bento e
como foi se preparando a população para que tivesse nessa localidade o município de Nova
Andradina. Seu Manoel, conta que tinha muitos paraguaios, e que os historiadores costumam
dizer que essa situação é interessante, pois, os paraguaios também são confundidos normalmente
com indígenas que os gatos/empreiteiros buscavam desde Rio Brilhante até a :fronteira com o país
vizinho para desbravar as fazendas que estavam sendo abertas.
É preciso ressaltar que Manoel Vicente dos Santos, é mesmo um dos pioneiros, daqueles
homens que trabalhou muito na projeção de Nova Andradina, conviveu com as diversas
dificuldades que a natureza e o tempo forneciam nos anos de 1950. Traz consigo uma frase muito
forte, "Eu não fui criado, eu me criei", pois, a mãe faleceu quando era anda muito pequeno e o
pai acabou indo e deixando-o com os cuidados do irmão que estava desbravando a Fazenda Gato
Preto. "Eu amo Nova Andradina, eu me criei aqui né, até na faixa do meu caminhão tá escrito,
nova-andradinense". Ouando o oai e o irmão foram embora. Manoel ficou morando com um
Ano: X - Nº2208 11 de dezembro 2025, quinta-feira
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Criado pela Lei Nº 1.336 de 09 de setembro de 2016
CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA ANDRADINA
"Antonio Francisco Ortega Batel"
ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL
3
Anos depois Antônio Joaquim de Moura Andrade lançou a ideia de definitivamente
fundar a cidade de Nova Andradina, e então na contratação de muitos trabalhadores, peões, como
eram chamados nos idos dos anos de 1950, que deveriam abrir a cidade com ruas e colocar o
mínimo de infraestrutura em funcionamento. Então, ainda menino foi trabalhar na empresa de
AJMA, era o ano de 1958, Manoel estava com 12 anos de idade. Aproveitando o momento, ainda
menino, foi morar na pensão do Senhor Olímpio, ali também passou a trabalhar na prefeitura da
cidade recém fundada: "não era a prefeitura, era do Moura Andrade, né. As máquinas abrindo as
coisas, o chefe da turma era o nascimento, tinha o Shirota, toda vida eu quis ser alguma coisa na
vida né. Mas, eu não tinha caneta, era dificil né, foi quando o Shirota me chamou para ajudar
medindo as ruas" diz, senhor Manoel.
De acordo seu Manoel, ficou desempregado por alguns momentos, pois Sr. Nascimento, o
encarregado de abrir as primeiras ruas avisou que agora seria uma cidade e que a empresa Moura
Andrade é que organizaria tudo. Conta então que o prefeito da cidade era o filho do senhor
Austrilio Capilé Castro, o Vearni Castro, que convidou um senhor de apelido Mané Barceiro para
trabalhar com o trator da prefeitura, que disse não poder trabalhar nesse serviço, mas que
arrumaria um rapaz para trabalhar. Então seu Manoel Vicente foi trabalhar com o trator, fazia de
tudo, de todos os tipos de serviços, "era coveiro, lixeiro e entregava IPTU nas ruas" e ressalta:
"nós eramos 04 funcionários, Yara Maria Domingos era primeira secretária, Aline Escobar, era
segunda secretária e Honório Ganji Fujibayashi, era da Câmara, e eu fazia esses três lados ai, era
o coveiro, lixeiro e entregava o IPTU".
Manoel Vicente, conta que não sabia ler e tinha dificuldades, mas, que as meninas o
ajudaram tempos depois a aprender as primeiras letras, tinha por volta 13 a 15 anos de idade.
Depois, já aos 15 anos foi trabalhar com a família Fujii com caminhão de tora, era um serviço
pesado, mas, que foi as portas para que aos 18 anos de idade pudesse tirar sua habilitação e
iniciasse uma nova profissão, a de caminhoneiro, que já se vão 60 anos de profissão. No ano de
1972 casou-se com Maria de Araújo, tiveram os filhos Manoel Vicente dos Santos Júnior e a filha
Joice de Araújo, que sequencialmente deram-lhes os netos Leonardo e Letícia, e também Isadora,
Isabele. Isadora e Emanuele. cinco bêncãos em sua vida.
Ano: X - Nº2208 11 de dezembro 2025, quinta-feira
,
DIARIO OFICIAL
NOVAANDRADINA-MS
Criado pela Lei Nº 1.336 de 09 de setembro de 2016
CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA ANDRADINA
"Antonio Francisco Ortega Batel"
ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL
4
Andradina, tem diversos acontecimentos e fatos na sua bela memória, do qual conta com alegria,
pois, participou de fatos relevantes para a formação social e estrutural de nossa cidade. O
caminhoneiro, que tem uma frase marcante, "Eu não fui ciiado, eu me criei'', traz para Nova
Andradina, o quanto foram dificeis os anos iniciais de abertura desta cidade, mas, que nos deixa
de ensino, outra frase marcante, "eu sempre quis ser alguém na vida, eu sempre quis melhorar'', e
isso aconteceu, construiu família, fez história, e sobretudo, continua nos ensinando o bem viver, a
dignidade de sentir-se um cidadão nova-andradinense, devido ter passado 70 anos de sua vida em
Nova Andradina.